domingo, janeiro 08, 2012

377 - Infohabitar - 8 anos de edições e 400 artigos num catálogo interactivo - Infohabitar 377

Infohabitar, Ano VIII, nº377
Catálogo do Infohabitar:
Actualizado em Outubro de 2012
412 artigos disponíveis
Caros leitores do Infohabitar com a presente edição actualizamos o nosso catálogo interactivo, numa altura em que estamos quase a concluir o nosso oitavo ano editorial e já ultrapassámos as 300.000 consultas de artigos, com médias que ultrapassam, frequentemente, as 400 consultas diárias.
Nas páginas deste texto, bastará clicar no título de um dos 412 artigos ilustrados disponíveis, para, de imediato, ter acesso ao mesmo. Fiquem, então, em seguida, com uma viagem simplificada pelo já extenso leque editorial do Infohabitar.
Lisboa e LNEC/Grupo habitar em Outubro de 2012                                                                             António Baptista Coelho
                    Infohabitar, Grupo Habitar e Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC

Passos simples mas importantes para quem queira imprimir ou guardar um artigo:
(depois de ter escolhido o artigo que quer consultar,  nas listagens apresentadas em seguida, clicar sobre o respectivo título, e assim o artigo irá abrir)


No artigo aberto:


(i) clicar ao cimo à direita no título "Arquivo"

(ii) escolher "visualizar a impressão" e a seguir escolher as páginas que quer imprimir e atenção que há sempre um conjunto de páginas suplementares finais que não interessam.

Ou, em alternativa, no artigo aberto (em alguns browsers):


(i) clicar com o botão direito do rato sobre o artigo aberto;
(ii)  na "caixa" que se abre escolher a opção Pré-visualizar;
(iii) aguardar alguns segundos (poucos) pela estabilização da pré-visualização (aguardar que apareça a 1.ª página do artigo) e em seguida mandar imprimir as páginas que correspondem ao artigo (da pg. 1 à pg. "x"), e atenção que há sempre um conjunto de páginas suplementares finais que não interessam (na parte de baixo da pré-visualização é fácil clicar numa setas e ir passando as páginas);
(iv) a opção alternativa consiste em guardar o artigo num ficheiro pdf, o que também é muito simples de fazer a partir da referida caixa que se abre com o botão direito do rato.

Segue-se o catálogo temático interactivo de 412 artigos realizados por mais de 60 autores, num bloco técnico-científico  com mais 4.000 páginas ilustradas. Seguem-se os 31 temas em que subdivide o catálogo, seguidos dos respectivos artigos ordenados na sequência temporal da respectiva edição:

    0    Textos de Arquitectura e do Habitar
  1. Regeneração urbana e realojamento (NOVO)
  2. Melhor habitação com melhor arquitectura (NOVO)
  3. Arte e Arquitectura (NOVO)
  4. Projectar o habitar (NOVO)
  5. O (re)fazer a cidade, as novas cidades e os actuais problemas da cidade (NOVO)
  6. Série habitar e viver (NOVO)
  7. Políticas, acções e medidas habitacionais, urbanas e territoriais (NOVO)
  8. Avaliação pós-ocupação (APO) ou análises retrospectivas (NOVO)
  9. Memória
  10. Construir o habitar (NOVO)
  11. Qualidade no habitar (NOVO)
  12. Casos habitacionais e urbanos (estudo, análise e divulgação)
  13. Grupo Habitar e Infohabitar
  14. Investigação habitacional e urbana
  15. Sustentabilidade no habitar
  16. Habitar de interesse social e habitar cooperativo
  17. Intervir e construir no construído - reabilitar e regenerar
  18. Gestão da cidade habitada
  19. Escalas e tempos do habitar
  20. Humanidades e habitar
  21. Cidades amigas – conviviais, acessíveis, para todos, e seguras
  22. História(s) e tipologias do habitar
  23. Desenho e a humanização do habitar
  24. Integrar o habitar
  25. Natureza, tempo, cidade e lugar
  26. (Novas) formas/soluções de habitação (NOVO)
  27. Viagens
  28. Actualidades, comentários, notícias, informações
  29. Congresso Internacional Habitação no Espaço Lusófono (NOVO)
  30. Casos e autores (NOVO)
  31. Ensaios e contos (NOVO)
Nota: consoante a evolução da dinâmica editorial vão sendo anexados mais temas.

Autoria dos artigos (registo referido, aproximadamente, à ordem de edição):

Duarte Nuno Simões; Celeste d'Oliveira Ramos; Marilice Costi; Sheila Walbe Ornstein; José Walter Galvão; Maria João Eloy; António Reis Cabrita; Nuno Teotónio Pereira; Sara Eloy; António Baptista Coelho; Paulo Machado; João Carvalhosa; Guilherme Vilaverde; Maria Luiza Forneck; Khaled Ghoubar; José Coimbra; Pedro Baptista Coelho; Sidónio Simões; João Lutas Craveiro; José L. M. Dias; Marluci Menezes; Manuel Tereso; António Novais; Rita Abreu; Teresa Heitor; Ana Tomé; Fausto Simões; Carlos Pina dos Santos; Pedro Taborda; João Cantero; Maria Tavares; João Ferreira Bento; Alberto José de Sousa; Mariana Morgado Pedroso; Milton Botler; António Pedro Dores: Joana Mourão; Bruno Marques; Hélio Costa Lima; Teresa Marat Mendes; Sara Ribeiro; João da Veiga Gomes; João Manuel Mimoso; Lúcia Leitão; Samuel Gonçalves; Maria Tavares; Defensor de Castro; Décio Gonçalves; Isabel Plácido: Ana Pinho; Joana Mourão, Leça Coelho; João B. Pedro; Jorge Mangorrinha; Eduardo Ganilho; Paulo Tormenta Pinto; João Rainha Castro; Luís Morgado; António Carvalho; Wilson Zacarias; Margarida Rebelo; Carla Cachadinha; Célia Faria; Daniela Fernandes; Gustavo de Casimiro Silveirinha; Isabel Romana; José Forjaz; Celso Simões Bredariol; Anselmo Belém Machado; Luís António Machado da Silva; Leonao Vasconcelos; Mara Monteiro; Catarina Jerónimo; João Lutas Craveiro; Iva Miranda Pires; Isabel Duarte de Almeida; Adriano Rosa; Arno Rieder; José Dias; Elisabete Arsénio; 
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Tema 0: TEXTOS DE ARQUITECTURA E DO HABITAR
Um texto de José Dias e o artigo Autos e Homens I - texto de José Dias (2 págs; Autos e Homens, António Baptista Coelho (n.º 409, 28 Set. 12, 3 págs., 8 figs.).
A casa e a habitaçãoJosé Forjaz (n.º 346, 15 Mai. 11, 5 págs.).
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Tema 1: REGENERAÇÃO URBANA E REALOJAMENTO
Caminhos da habitação e do urbanismo na cidade central ou na cidade "velha" - António Baptista Coelho (n.º 303, 5 Jul. 10, 7 págs., 5 figs.).
Como fazer novos realojamentos e refazer os que foram mal feitos - António Baptista Coelho (n.º 296, 3 Mai. 10, 7 págs., 11 figs.).
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Tema 2: MELHOR HABITAÇÃO COM MELHOR ARQUITECTURA

Habitação e Arquitectura XVII: Sobre a aproximação à qualidade arquitectónica do habitar – Parte II - António Baptista Coelho (n.º 369, 13 Nov. 11, 16 págs., 8 figs.). Habitação e Arquitectura XVII: Sobre a aproximação à qualidade arquitectónica do habitar – Parte I António Baptista Coelho (n.º 368, 3 Nov. 11, 13 págs., 3 figs.).
Habitação e Arquitectura XVI: A integração e a arquitectura do habitar - António Baptista Coelho (n.º 367, 31 Out. 11, 21 págs., 9 figs.).
Habitação e Arquitectura XV: A caracterização doméstica do habitar - António Baptista Coelho (n.º 366, 23 Out. 11, 19 págs., 9 figs.).
Habitação e Arquitectura XIV: A atractividade na arquitectura do habitar - António Baptista Coelho (n.º 365, 16 Out. 11, 17 págs., 9 figs.).
Habitação e Arquitectura XIII: A apropriação e a arquitectura do habitar - António Baptista Coelho (n.º 364, 9 Out. 11, 18 págs., 10 figs.). 
Habitação e Arquitectura IX: a segurança arquitectónica residencial e urbana - Parte I - António Baptista Coelho (n.º 332, 6 Fev. 11, 11 págs., 6 figs.).
Novos comentários sobre a qualidade arquitectónica residencial. Melhor Habitação com Melhor Arquitectura VIII: a Durabilidade Arquitectónica Residencial - António Baptista Coelho (n.º 323, 6 Dez. 10, 11 págs., 6 figs.).
Novos comentários sobre a qualidade arquitectónica residencial. Melhor Habitação com Melhor Arquitectura X: O convívio no habitar e no espaço urbano - Parte I - António Baptista Coelho (n.º 337, 12 Mar. 11, 10 págs., 7 figs.).
Habitação e Arquitectura IX: a segurança arquitectónica residencial e urbana - Parte II - António Baptista Coelho (n.º 333, 13 Fev. 11, 9 págs., 3 figs.).

Melhor Habitação com Melhor Arquitectura VII: a Agradabilidade Residencial - António Baptista Coelho (n.º 319, 7 Nov. 10, 16 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura VI: a Funcionalidade Residencial - António Baptista Coelho (n.º 318, 1 Nov. 10, 12 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura V: a Capacidade Residencial - António Baptista Coelho (n.º 316, 18 Out. 10, 13 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura IV: a Espaciosidade - António Baptista Coelho (n.º 297, 9 Mai. 10, 9 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura III: a Comunicabilidade - António Baptista Coelho (n.º 295, 25 Abr. 10, 10 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura II: a Acessibilidade - António Baptista Coelho (n.º 291, 28 Mar. 10, 10 págs., 6 figs.).
Melhor Habitação com Melhor Arquitectura I: Introdução - António Baptista Coelho (n.º 290, 21 Mar. 10, 7 págs., 2 figs.).
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Tema 3: ARTE E ARQUITECTURA (NOVO)
INTERVENÇÃO DE ARTES PLÁSTICAS numa obra de Nuno Teotónio Pereira e António Pinto de Freitas - Maria Tavares (Infohabitar, Ano V, n.º 265, Setembro 27, 2009, 11 págs., 18 figs.).
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Tema 4: PROJECTAR O HABITAR (NOVO)

Artigo sobre dimensões no espaço doméstico; Sessão LNEC sobre habitação e envelhecimento; seminário ANCORIM, sobre gestão dos riscos costeiros - (artigo) João Branco Pedro, Leonor Vasconcelos, Mara Monteiro, Catarina Jerónimo (n.º 386, 25 Mar. 12, 3 págs., 1 fig.).

Qualidade no Projeto de Edifícios - novo livro – Sheila Ornstein e Márcio Fabrício (n.º 315, 11 Out. 10, 5 págs., 2 figs.).
INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM LOTEAMENTOS, URBANIZAÇÕES E CONJUNTOS DE EDIFÍCIOS (ITUR) - artigo de Eduardo Jorge Simões Ganilho (n.º 300 - III, 13 Jun. 10, 10 págs., 5 fig.).
Duas palavras no final de 2009 e a importância do “habitar” - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 278, Dezembro 28, 2009, 3 págs., 1 fig.).
Revista Ambiente Construído - Vol. 9, N.º 2: artigos - informação e resumos (Infohabitar, Ano V, n.º 258, Agosto 10, 2009, 7 págs.).
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Tema 5: O (RE)FAZER CIDADE, AS NOVAS CIDADES E OS PROBLEMAS DA CIDADE ACTUAL
O RIO DE JANEIRO, HOJE: segregação socioterritorial e violência - Luís António Machado da Silva (n.º 374, 18 Dez. 11, 5 págs., 3 figs.).
O Planejamento urbano e a problemática da segregação sócio-espacial - Anselmo Belém Machado (n.º 373, 11 Dez. 11, 15 págs., 4 figs.).
Conflicto ambiental, equidad y sostenibilidad: El caso del Jardín Botánico de Río de Janeiro - Celso Simões Bredariol (n.º 356, 25 Jul. 11, 10 págs., 4 figs.).
A rua metropolitana transitória - Gustavo de Casimiro Silveirinha (n.º 339, 26 Mar. 11, 14 págs., 17 figs.).
VIV(ER)ACIDADE: Reviver a vizinhança na mega-cidade europeia - António Baptista Coelho (n.º 304, 11 Jul. 10, 6 págs., 3 figs.).
Bairros vivos, cidades vivas: uma reflexão geral - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V n.º 273, Novembro 23, 2009, 3 págs., 3 figs.).
Equipamentos vitalizadores de vizinhanças - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 272, Novembro 16, 2009, 5 págs., 3 figs.).
Conferência dos 40 anos do NAU do LNEC e artigo “ Novos caminhos tipológicos residenciais” - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 271, Novembro 8, 2009, 5 págs., 3 figs.).
Quando o ambiente é hostil: leituras da cidade brasileira contemporânea - Artigo e sessão de divulgação de livro no LNEC em 8 de Junho de 2009 - Lúcia Leitão (n.º 249, 31 Mai. 09, 11 págs., 6 figs. - contém apresentação do livro “Quando o ambiente é hostil”)
“Maus” bairros, “bons” bairros: aprofundar as boas práticas de habitação social - António Baptista Coelho (18 Mai. 09, 6 págs., 5 figs.)
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Tema 6: SÉRIE HABITAR E VIVER (NOVO)

Os percursos de uma cidade habitada e a defesa da Arquitectura Urbana - XXII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 412, 18 Out. 12, 3 págs., 3 figs.).

Sobre o jogo das relações urbanas: limiares, transições e relação interior/exterior - I - XXI SHVM, António Baptista Coelho (n.º 411, 11 Out. 12, 4 págs., 7 figs.).
O JOGO DAS RELAÇÕES URBANAS: ATRAVÉS DAS PAREDES - I - XX SHVM, António Baptista Coelho (n.º 410, 4 Out. 12, 3 págs., 3 figs.).

 O jogo urbano das entradas (artigo); e notícias do 2.º cihel - XIX SHVM, António Baptista Coelho (n.º 408, 21 Set 12, 2 págs., 2 figs.).

A natureza num jogo urbano humanizado (artigo); e notícias do 2.º CIHEL - XVIII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 407, 12 Set. 12, 3 págs., 4 figs.).

Viver intensamente, também o exterior (artigo); e notícias do 2.º CIHEL - XVII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 406, 4 Set. 12, 3 págs., 3 figs.).

Vizinhanças seguras e ambientalmente agradáveis (artigo) e últimas notícias do 2.º CIHEL - XVI SHVM, António Baptista Coelho (n.º 405, 13 Ago. 12, 3 págs., 3 figs.).

Vizinhanças socialmente apropriadas e atraentes - XV SHVM, António Baptista Coelho (n.º 402, 15 Jul. 12, 2 págs., 2 figs.).

VIZINHANÇAS CONVIVIAIS E FUNCIONAIS (artigo); e Notícias do Infohabitar - XIV SHVM, António Baptista Coelho (n.º 395, 27 Mai. 12, 4 págs., 4 figs.).


Habitar vizinhanças urbanas, por António Baptista BCoelho e Notícias do 2.º CIHEL XIII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 394, 20 Mai. 12, 4 págs., 4 figs.).

Habitar a cidade e as paisagens de proximidade (artigo); e Notícias do 2.º CIHEL XII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 392, 6 Mai. 12, 3 págs., 3 figs.).
Lançamento do livro ENERGIA SOLAR PASSIVA e novo artigo da Série habitar e viver melhor, o n.º X desta série, intitulado "Os outros sítios que habitamos, além da nossa casa" - António Baptista Coelho (n.º 330, 22 Jan. 11, 7 págs., 3 figs.).
Vizinhanças e proximidades: algumas bases de referência Série habitar e viver melhor, IX - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º 284, Fevereiro 07, 2010, 5 págs., 3 figs.).
Uma cidade de vizinhanças conviviais - Série habitar e viver melhor, VIII - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º 280, Janeiro 10, 2010, 6 págs., 3 figs.).
Série habitar e viver melhor, VII: Uma cidade atraente feita de densidades e imagens estimulantes - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 269, Outubro 26, 2009, 11 págs., 8 figs.); uma nova edição, revista e complementada, de um artigo anteriormente editado no Infohabitar, agora integrado na “Série habitar e viver melhor”
.Vivências e vivendas III - Notas sobre casas e quem as sonha - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 268, Outubro 18, 2009, 5 págs., 3 figs.).
Vivências e vivendas II - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 266, Outubro 05, 2009, 10 págs., 6 figs.).
Vivências e vivendas I - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 264, Setembro 20, 2009, 7 págs., 5 figs.).
Habitação social, esforços, disciplinas e soluções (artigo) e 1.º anúncio ao 1.º SBQP 2009 em São Carlos SP - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 256, Julho 27, 2009, 5 págs., 3 figs.).
Habitação de interesse social em Portugal: 1988 – 2005 - apresentação de livro (Infohabitar n.º 251, 21 Jun. 09, 7 págs., 6 figs. - contém apresentação do livro “Habitação de interesse social em Portugal: 1988 – 2005”).
Apropriação ou representação na habitação - António Baptista Coelho (20 Abr. 09, 5 págs., 4 figs.)
Série habitar e viver (melhor), VI: mais espaço ou melhores espaços residenciais - António Baptista Coelho (6 Abr. 09, 6 págs., 4 figs.)
Novos caminhos da habitação - António Baptista Coelho (16 Mar. 09, 5 págs., 6 figs.)
Equipar o habitar, habitar os equipamentos – requalificar os equipamentos sociais - António Baptista Coelho (9 Fev. 09, 6 págs., 7 figs.)
Série habitar e viver (melhor), IV: uma cidade diversa, feita de bairros e limiares - António Baptista Coelho (4 Jan. 09, 7 págs., 5 figs.)
Série habitar e viver, I: A importância de um verdadeiro habitar - António Baptista Coelho (17 Nov. 08, 9 págs., 7 figs.)
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Tema 7: POLÍTICAS, ACÇÕES E MEDIDAS HABITACIONAIS, URBANAS E TERRITORIAIS (NOVO)
O problema da habitação e o I Congresso Nacional de Arquitectura, Nuno Teotónio Pereira, et al, com organização de António Baptista Coelho (6 Out. 2008, 16 págs..).
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Tema 8: AVALIAÇÃO PÓS OCUPAÇÃO
 Revista Ambiente Construído e artigo AS CORRENTES E O CUIDADO por Marilice Costi (Infohabitar, Ano V, n.º 257, Agosto 03, 2009, 5 págs., 3 figs.).
SALA DE AULA, ARQUITETURA, CORPO E APRENDIZAGEM - Marilice Costi (24 Mai. 09, 8 págs., 4 figs.)
AVALIAÇÃO PÓS-OCUPAÇÃO (APO): MONITORANDO A ARQUITETURA! - Marilice Costi (11 Mai. 09, 8 págs., 3 figs.)
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Tema 9: MEMÓRIA
Algumas palavras sobre a HCC, sobre o INH, sobre o Prémio INH e sobre dois amigos: o Defensor de Castro e o Hermano Vicente, um texto de muitos, e muito ilustrado, cujo relator foi o António Baptista Coelho (14 Set. 2008, 11 págs., 20 figs).
Raúl Hestnes Ferreira, Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra - notícia e reedição de um artigo de Celeste Ramos sobre a obra de Hestnes Ferreira (5 Out. 07).
José Barreiros Mateus - Um ano de profunda saudade – texto de Manuel Tereso (7 Dez, 06)
José Barreiros Mateus - Um sentido para a vida, uma vida em comunidade – texto de António Baptista Coelho (7 Dez, 06).
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Tema 10: CONSTRUIR O HABITAR
Reabilitação integrada de bairros de interesse social: o Bairro Sá Carneiro em Marrazes Leiria (I)- António Baptista Coelho e Albertina Mateus(n.º 345, 8 Mai. 11, 16 págs., 23 figs.).
Aplicações do Sistema Estrutural Tipo Árvore – SETA em programas funcionais com viés de interesse social - Décio Gonçalves (Infohabitar, Ano V, n.º 267, Outubro 10, 2009, 15 págs., 11 figs.).
Palestra de Teixeira Trigo no LNEC - António Baptista Coelho (14 Jun. 07, 10 p., 10 fig.).
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Tema 11: QUALIDADE NO HABITAR
Qualidade Arquitectónica e Satisfação Residencial, Parte II - artigo de António Baptista Coelho (4 Mai. 2009, 9 págs., 5 figs.).
Qualidade Arquitectónica e Satisfação Residencial, Parte I - artigo de António Baptista Coelho (27 Abr. 2009, 12 págs., 10 figs.).
Sobre o que faz o bom-habitar III: algumas sínteses e ainda, e sempre, as perplexidades - artigo de António Baptista Coelho (25 Ago. 2008, 5 págs., 3 figs.).
O bom-habitar II : alguns comentários iniciais e algumas perplexidades - artigo de António Baptista Coelho (18 Ago. 2008, 6 págs., 3 figs.).
O bom-habitar I : uma introdução ao bom-habitar do bairro, da vizinhança e do edifício - artigo de António Baptista Coelho (10 Ago. 2008, 6págs., 6 figs.).
A CIDADE HABITÁVEL (II) - artigo de António Manuel Reis Cabrita (20 Abril, 2008, 19 págs., 15 figs.).
A CIDADE HABITÁVEL (I) - artigo de António Manuel Reis Cabrita (14 Abril, 2008, 14 págs., 14 figs.).
Mais e melhor habitação, mais e melhor cidade - artigo de António Baptista Coelho (16, Março, 2008, 6 págs., 7 figs.).
Homem rico - Homem pobre - artigo de Celeste Ramos (03 Janeiro 2008, 9 pág., 8 fig.)
Promoção da Qualidade do Habitar, Coimbra 11 de Outubro de 2007 - relato por António Baptista Coelho (19 Out. 07, 12 p., 9 fig.).
A qualidade do habitar, no início do século XXI, na Europa – I, António Baptista Coelho (11 Out. 07, 9 p., 6 fig.).
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Tema 12: CASOS HABITACIONAIS E URBANOS (estudo, análise e divulgação)
Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – V: Quarteirão de unifamiliares densos em Padinho, Vila do Conde - António Baptista Coelho (n.º 363, 2 Out. 11,  8 págs., 10 figs.).
Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – IV: Habitação Cooperativa na Ponte da Pedra - António Baptista Coelho (n.º 360, 1 Set. 11, 13 págs., 9 figs.).
Falar de Arquitectura falando de qualidade - Sobre a Casa de Ralph Erskineartigo de Luís Morgado (n.º 314, 3 Out. 10, 10 págs., 14 figs.) .

Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – III: Conjunto de realojamento na Alta de Lisboa - António Baptista Coelho (n.º 359, 25 Ago. 11, 8 págs., 9 figs.).
Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – II: o Outeiro da Forca, em Portalegre - António Baptista Coelho (n.º 358, 16 Ago. 11, 9 págs., 9 figs.).
Casos de Referência dos primeiros 5 anos do Prémio IHRU – I: a nova Bouça, no Porto
- António Baptista Coelho (n.º 357, 3 Ago. 11, 8 págs., 11 figs.).
HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL NO BAIRRO DE ALVALADE - artigo de António Carvalho (n.º 313, 26 Set. 10, 7 págs., 6 figs.) .
UM CASO DE ESTUDO – BAIRRO LUTA PELA CASA – CARNAXIDE - artigo de João Rainha Castro (n.º 311, 12 Set. 10, 6 págs., 6 figs.) .
Cruzamento da Av. EUA/Av. Roma: adaptabilidade e atractividade - artigo de António Carvalho (n.º 310, 3 Set. 10, 5 págs., 4 figs.) .
Percepção rápida da QUALIDADE: Conjunto habitacional premiado no Calhariz de Benfica - artigo de Luís Morgado (n.º 308, 18 Ago. 10, 4 págs., 2 figs.) .
ATRACTIVIDADE E AGRADABILIDADE – RESIDÊNCIA MADRE MARIA CLARA – Outurela - artigo de João Rainha Castro (n.º 307, 10 Ago. 10, 6 págs., 7 figs.) .
A NHC, Nova Habitação Cooperativa e os Prémios INH-IHRUAlguns casos urbanos e habitacionais de referência – artigo de António Baptista Coelho (22 Dezembro 2008 12 págs., 12 figs.) .
Alvalade, de Faria da Costa. uma cidade na cidade - o mistério de Alvalade, III – artigo de António Baptista Coelho (17 Janeiro 2008 18 págs., 11 figs.).
Alvalade, de Faria da Costa. uma cidade na cidade - o mistério de Alvalade, II – artigo de António Baptista Coelho (10 Janeiro 2008 15 págs., 8 figs.).
Alvalade, de Faria da Costa. uma cidade na cidade - o mistério de Alvalade, I – artigo de António Baptista Coelho (28 Dezembro 2007 13 págs., 5 figs.).
Evolução da produção de Habitações de Interesse Social em São Paulo - artigo de João Cantero (29 Novembro 2007, 13 págs., 15 figs.).
Reposição da Casa-abrigo Eduardo Anahory: Arrábida, 1960 – um artigo de Pedro Taborda (9 Nov. 07, 25 p. 17 fig.)
Um prémio residencial formativo – texto de António Baptista Coelho (6 Set. 07) .
Humanização e densificação urbana – texto de António Baptista Coelho (30 Ago. 07).
Notas sobre a integração urbana e paisagística – artigo de António Baptista Coelho (23 Ago. 07).
Cooperativas de habitação, reabilitação e sustentabilidade – artigo de António Baptista Coelho (9 Ago. 07).
Sobre Alvalade, um comentário - Pedro Taborda (20 Abr. 07, 2 p., 1 fig.).
O conjunto de habitações sociais do Monte de São João – Duarte Nuno Simões, com ilutração de António Baptista Coelho (08 Mar. 07).
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Tema 13: GRUPO HABITAR E INFOHABITAR
Convocatória da 3.a Assembleia Geral Eleitoral do Grupo Habitar - António Baptista Coelho (n.º 370, 20 Nov. 11, 1 pg., 1 fig.).
Grupo Habitar: convocatória da 10.ª Assembleia-geral e resenha de actividades - António Baptista Coelho (n.º 336, 6 Mar. 15,  págs., 13 figs.).
Boas Festas do Grupo Habitar e um excelente 2011 - António Baptista Coelho (n.º 326, 26 Dez. 10, 3 págs., 1 fig.).
Nuno Teotónio, Correia Fernandes e a 19.ª Sessão Técnica do Grupo Habitar em Junho de 2010, entre outras matérias, no n.º 300 - I do Infohabitar - António Baptista Coelho, Defensor de Castro e Maria Tavares (n.º 300 -I, 30 Mai. 10, 12 págs., 8 figs.).
Reportagem sobre a 13.ª Visita Técnica do Grupo Habitar GH em 26 de Março 2010, Vila Nova de Gaia - António Baptista Coelho (n.º 293, 11 Abr. 10, 9 págs., 16 figs.).
9.ª Assembleia-geral do Grupo habitar e síntese de nove anos de actividade - António Baptista Coelho, Defensor de Castro (n.º 288, 6 Mar. 10, 7 págs., 1 fig.).
1as Jornadas Técnicas do NAU e do GH - 31 Março 2009 LNEC - relato de António Baptista Coelho (13 Abr. 09, 8 págs., 12 fig.).
O Grupo Habitar, os primeiros quatro anos e um pouco de futuro – II– artigo de António Baptista Coelho (20 Dez 2007 13 págs, 10 figs.)
O Grupo Habitar, os primeiros quatro anos e um pouco de futuro - I – artigo de António Baptista Coelho (13 Dezembro 2007, 20 págs., 15 figs.)
Sobre o Grupo Habitar, um pouco de passado e de futuro – António Baptista Coelho (22 Mar. 07).
Preparar a 3ª Assembleia Geral do GH e dinamizar a Associação - António Baptista Coelho (22 Fev. 05, 2 p.).
Inauguração do INFOHABITAR - uma “linha” inicial por António baptista Coelho (21 Fev. 05).
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Tema 14: INVESTIGAÇÃO HABITACIONAL E URBANA
Um(a) NAU com 40 anos, III- de 1969 a 2009, 40 anos de investigação do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC : Parte III, sobre a investigação programada do NAU - António Baptista Coelho com os membros do NAU do LNEC (Infohabitar, Ano V n.º 276, Dezembro 21, 2009, 10 págs., 18 fig.)
Um(a) NAU com 40 anos, II - de 1969 a 2009, 40 anos de investigação do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC : Parte II, sobre os últimos estudos do NAU - António Baptista Coelho com os membros do NAU do LNEC (Infohabitar, Ano V n.º 277, Dezembro 13, 2009, 12 págs., 23 figs.)
De 1969 a 2009, 40 anos de investigação do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC: Parte I, sobre a Conferência em 24 de Novembro de 2009 - António Baptista Coelho, com a colaboração de todos os membros do NAU (Infohabitar, Ano V n.º 276, Dezembro 6, 2009, 6 págs., 12 figs.).
Cooperação entre o LNEC e a USP nas áreas da Arquitectura e do Habitar - Notas sobre a cooperação entre o Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo nas áreas da Arquitectura e do Habitar - António Baptista Coelho (Infohabitar Ano V n.º 274 , Novembro 29, 2009, 7 págs., 5 figs.).
Algumas definições I, da “habitação” ao “engenho”– artigo de António Baptista Coelho (24 Janeiro 2008 7 págs., 6 figs.)
A investigação em arquitectura e urbanismo e em ecologia social no LNEC, parte I – António Baptista Coelho e Marluci Menezes (9 Nov. 06, 18p. 10 fig.).
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Tema 15: APROFUNDAR A SUSTENTABILIDADE NO HABITAR
Moradia Ideal: Colaboração para Cidades mais Inclusivas e Sustentáveis - António Baptista Coelho (n.º 325, 19 Dez. 10, 9 págs., 4 figs.).
A Sustentabilidade na EPUL – da Obra Nova à Reabilitação - Sara Ribeiro e João da Veiga Gomes (23 Fev. 09, 6 pág., 5 fig.).
Arquitectura Sustentável, 3 e 4 de Outubro 2008: Relato II- António Baptista Coelho (27 Out. 08, 18 págs., 15 figs.) .
Arquitectura Sustentável, 3 e 4 de Outubro 2008: Relato I - António Baptista Coelho (20 Out. 08, 20 págs., 10 figs.) .
Arquitectura sustentável: além do ambiente - António Baptista Coelho (13 Out. 08, 15 págs., 9 figs.) .
Cidades e ecologia – Joana Mourão (30 Jun. 2008, 7 págs., 5 figs.).
O PRIMEIRO EMPREENDIMENTO COOPERATIVO DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL EM PORTUGAL – artigo de José Coimbra (25 Maio, 2008, 12 págs., 11 figs.).
O LIXO É TAMBÉM RESPONSABILIDADE NOSSA – um artigo da Arq.ª Marilice Costi (2, Março, 2008, 4 págs, 4 figs. de ABCoelho).
Humanização do habitar: algumas reflexões – António Baptista Coelho (15 Mar. 07) .
Regulamentação térmica e sustentabilidade na habitação – António Baptista Coelho, Fausto Simões e Pina dos Santos (01 Mar, 07).
A propósito da iniciativa “Por um Território Sustentável” – António Baptista Coelho (29 Nov., 06, 9p., 15 fig.).
O Prémio INH, algumas notas, António Baptista Coelho (28, Mai. 06,).
Qualidade na habitação: arquitectura, cidade e gestão - António Baptista Coelho (4 Out. 05, 4 p., 3 fig.).
Ordenamento, revitalização da memória e Prémio INH - Maria Celeste Ramos (27 Set. 05, 6p., 6 fig., 2 com.).
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Tema 16: O HABITAR DE INTERESSE SOCIAL E O HABITAR COOPERATIVO

Sobre a actual importância do cooperativismo habitacional português - I ; e Notícias do 2.º CIHEL - António Baptista Coelho (n.º 397, 10 Jun. 12, 4 págs., 4 figs.).

E ainda o problema da habitação – parte II, António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 262, Setembro 07, 2009, 4 págs., 2 figs.).
E ainda o problema da habitação – parte I, António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 261, Agosto 31, 2009, 7 págs., 2 figs.).
Finalmente a conclusão da Bouça, de Siza Vieira, pela iniciativa cooperativa – António Baptista Coelho (17 Abr. 06, 3 p. 5 fig.).
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Tema 17: INTERVIR E CONSTRUIR NO CONSTRUÍDO (reabilitar, preencher e regenerar)

Micro investimento e sustentabilidade urbana - artigo de Paulo Tormenta Pinto e Alexandre Bastos; a 14ª Visita Técnica do Grupo Habitar; e conferências no ISCTE - IUL sobre a Arquitectura e os Gabinetes Coloniais de Urbanização - (artigo) Paulo Tormenta Pinto e Alexandre Bastos  (n.º 385, 18 Mar. 12, 6 págs., 7 figs.).


Chelas e a urgência e oportunidade da sua regeneração - António Baptista Coelho (n.º 378, 22 Jan. 12, 5 págs., 6 figs.).

António Baptista Coelho (n.º 391, 29 Abr. 12, 4 págs., 8 figs.).

PATRIMÓNIO CLASSIFICADO: O Caso do LNEC - Eduardo Jorge Simões Ganilho (n.º 371, 27 Nov. 11, 8 págs., 5 figs.).
Reportagem sobre a sessão e visita “regenerar integrando, Viseu, 2 de Julho de 2009 - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 255, Julho 20, 2009, 9 págs., 12 figs.).
Reabilitação integrada de bairros de interesse social: o Bairro Sá Carneiro em Marrazes Leiria (I)- António Baptista Coelho e Albertina Mateus(n.º 345, 8 Mai. 11, 16 págs., 23 figs.).
O Habitar em Zonas Antigas - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 254, Julho 10, 2009, 12 págs., 8 figs.).
Regenerar integrando, Viseu, 2 de Julho 2009 - nova divulgação (Infohabitar, Ano V, n.º 252, Junho 28, 2009, 4 págs., 3 figs.)
Regenerar integrando, Viseu, 2 de Julho 2009 - divulgação de sessão e visita (Infohabitar n.º 250, 14 Jun. 09, 3 págs., 3 figs.).
Do Aqueduto de Lisboa aos novos Vazios - Teresa Marat-Mendes (26 Jan. 09, 12 págs., 22 figs.).
Reabilitação de edifícios habitacionais com valor patrimonial – artigo de Mariana Morgado Pedroso (27 Abril, 2008, 9 págs., 8 figs.).
“A variante portuguesa do classicismo imperial brasileiro”, apresentação de um novo livro de Alberto José de Sousa pelo próprio autor (6 Abril, 2008, 16 págs., 16 figs.).
A PENSAR EM LEIRIA – artigo de Fausto Simões (2 Ago 07).
Reabilitação do parque habitacional público: O papel das cooperativas - crónica de Nuno Teotónio Pereira (26 Jul. 07).
Um dia por Lisboa – Fazer e não fazer - Texto de Nuno Teotónio Pereira (28 Jun. 07, 7 p., 3fig.).
Mobilidade no centro histórico: o caso de Coimbra – Sidónio Simões (Out. 12, 14 p. 16 fig.).
Lisboa, cidade que quer ser UNESCO – Celeste Ramos, ilustração de Maria João Eloy e de Dias dos Reis (8 Set. 06, 8p., 9 fig.).
Um novo PER – Programa Especial de Regeneração habitacional e urbana - António Baptista Coelho (27 Out. 05., 5 p., 4 fig.).
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Tema 18: GESTÃO DA CIDADE HABITADA
As cidades em crise são as cidades desejáveis– artigo de António Baptista Coelho (6 Dezembro 2007, 16 págs., 11 figs.)
A Administração do Parque Publico de Arrendamento Habitacional – Guilherme Vilaverde (30 Jan. 06, 4p. ).
Por um Novo Modelo de Gestão da Habitação IV– João Carvalhosa (25 Jan. 06, 5p.).
Por um Novo Modelo de Gestão da Habitação III – João Carvalhosa (19 Jan. 06, 9p. 3 fig.).
Por um Novo Modelo de Gestão da Habitação II – João Carvalhosa (15 Jan. 06, 9p., 8fig.).
Por um Novo Modelo de Gestão da Habitação I – João Carvalhosa (10 Jan. 06, 10p., 1fig.).
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Tema 19: ESCALAS E TEMPOS DO HABITAR
QUARTEIRÕES DE VIZINHANÇA I- António Baptista Coelho (n.º 352, 26 Jun. 11, 10 págs., 7 figs.).
Um cidade de vizinhanças conviviais - António Baptista Coelho (n.º 280, 10 Jan. 10, 4 págs., 2 figs.).
A cidade que sou e tenho em mim; Regra de ouro: habitar – Maria Celeste Ramos e Maria João Eloy (14 Jul. 06, 5p. 4 fig.).
O meu bairro é uma cidade dentro da cidade – Maria Celeste Ramos e António Baptista Coelho com fotografias de Maria João Eloy (19 Out. 05, 4 p.14 fig.).
Entre o lugar da casa e os lugares da cidade , António Baptista Coelho (10 Ago. 05, 4 p., 2 fig., 2 com.).
Mundos citadinos que é urgente conhecer/fazer melhor – III - artigo de António Baptista Coelho (24 Mai. 05, 2 p., 1 fig.).
Casas como bosques – I - António Baptista Coelho (16 Jun. 05, 2 p., 1 fig.).
Cidade e sedução I - António Baptista Coelho (9 Jun., 2 p., 1 fig., 1 com.).
A CIDADE: UM LUGAR DE ESTÍMULO E SURPRESA – Marilice Costi (1 Jun. 05, 3 p., 1 fig., 3 com.).
Mundos citadinos que é urgente conhecer/fazer melhor – II - artigo de António Baptista Coelho (12 Abr. 05, 1 p.).
Mundos citadinos que é urgente conhecer/fazer melhor – II - António Baptista Coelho (12 Abr. 05, 1 p.).
Da minha janela vejo o mundo e reconheço o meu olhar - um texto da Arq.ª Maria Celeste Ramos (21 Mar. 05, 4 p., 2 com.).
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Tema 20: AS HUMANIDADES E O HABITAR
A Casa dos Sentidos de Sérgio Fazenda Rodrigues - António Baptista Coelho (n.º 324, 12 Dez. 10, 5 págs., 3 figs.).
Quem é cuidador?Marilice Costi (n.º 317, 24 Out 10, 4 págs., 2 figs.).
Cidades vivas, cultas e criativas I - Artigo de António Baptista Coelho (17 Fevereiro 2008, p págs., 7 figs.)
Seis cantos contra a guerra – Khaled Ghoubar, ilustração de António Baptista Coelho (21 Jul. 06, 5p., 1 fig.).
As sociedades envelhecem, mas somos humanos – Maria Celeste Ramos e António Baptista Coelho (2 Mar. 06, 5p. 2 fig.).
Retrospectiva – Maria Luiza Forneck (5 Fev. 06, 3p.).
Quem sabe começamos por nós? – Marilice Costi (12 Dez. 05, 3p. 2fig.).
Os idosos na cidade e a cidade envelhecida – Paulo Machado (5 Dez. 05, 6p., 3fig.).
Interpelações Virtuais ao Cidadão Comum - Maria João Eloy , (Nov. 05, 2 p., 10 fig.).
As cidades também se abatem – “They kill horses - don’t they ?” - Maria Celeste Ramos (16 Nov. 05, 4 p., 3 fig.).
O habitar é técnica e poesia I – inclui poema de António Ramos Rosa - António Baptista Coelho (4 Out. 05, 2p., 1 fig.).
O Preconceito na apreensão da Cultura da Cidade e do Território - Maria João Eloy (2 Ago. 05, 6 p., 10 fig., 3 com.).
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Tema 21: HABITAR CIDADES AMIGAS – CONVIVIAIS, ACESSÍVEIS, PARA TODOS, E SEGURAS

Um país em envelhecimento - artigo de Paulo Machado e divulgação: de Sessão Técnica LNEC; Visita Técnica e 12.ª Assembleia-geral do Grupo Habitar - (artigo) Paulo Machado (n.º 384, 11 Mar. 12, 4 págs., 2 figs.).

CONSTRUIR SEGURANÇA: Prevenção do crime através da concepção do espaçoDaniela Fernandes (n.º 334, 20 Fev. 11, 7 págs., 11 figs.).
Sobre uma cidade amiga do peão (i): espaços pedonais estruturados e estruturadores da cidade - António Baptista Coelho (n.º 354, 9 Jul. 11, 7 págs., 4 figs.).
A Rua — será que a podemos perder? – Wilson Zacarias (n.º 335, 27 Fev. 11, 18 págs., 10 figs.).
Uma cidade amigável e habitada, feita de fachadas permeáveis e de vida urbana - António Baptista Coelho (n.º 299, 23 Mai. 10, 6 págs., 6 figs.).
Sobre a segurança urbana - alguns aspectos gerais de reflexão - António Baptista Coelho (n.º 298, 16 Mai. 10, 3 págs., 2 figs.).
Cidades amigas, cidades seguras - Parte I - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º 281, Janeiro 17, 2010, 10 p., 8 fig.)
Cidades amigas, cidades seguras - Parte II - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º 282, Janeiro 24, 2010, 10 p., 15 fig.)
Cidade melhor harmonizada e humanizada: parte II - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 260, Agosto 24, 2009, 8 p., 4 fig.)
Cidade melhor: o peão – parte I, António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 259, Agosto 14, 2009, 6 p., 3 fig.).
Uma cidade atraente feita de densidades vitalizadoras - António Baptista Coelho (16 Fev., 09, 6 p., 3 fig.).
(IN)SEGURANÇA EM ZONAS DE RESIDÊNCIAS. O ESPAÇO DA OPORTUNIDADE – artigo de Teresa V. Heitor (31 Janeiro 2008, 11 págs., 4 figs.)
Sobre uma cidade naturalmente segura - António Baptista Coelho (20 Set., 07, 23 p., 10 fig.).
À volta da cidade: sobre cidades verdadeiramente habitadas e amigáveis - António Baptista Coelho (12 Jul. 07, 12 p., 8 fig.).
Cidades desejadas e seguras (I): o problema da habitação tornou-se o problema da cidade – António Baptista Coelho (13 Abr., 2007, 8 p., 10 fig.) .
Os velhos na cidade velha – Celeste Ramos, ilustração de António Baptista Coelho (21 Set. 06, 12p., 7 fig.).
A cidade e o recreio, o espaço e o tempo – espaço de alegria e de formação do cidadão – Celeste Ramos, ilustração de António Baptista Coelho (17 Ago. 06, 6p., 5 fig.).
5.ª Sessão Técnica do Grupo Habitar - Évora: Os idosos e a cidade envelhecida, com o Grupo Habitar e a Câmara de Évora, relato de António Baptista Coelho (14 Mar. 06, 4p. 9fig.).
Os idosos na cidade e a cidade envelhecida – Sessão Técnica do Grupo Habitar – António Baptista Coelho,(28 Nov. 05, 7 p., 7 fig.).
Os Velhos – a Cidade e a Sociedade – Maria Celeste Ramos (2 Nov. 05, 4 p., 3 fig.).
As cidades são os locais mais desejáveis para viver e trabalhar II – objectivos/desafios e alguns comentários - textos de Adrian M. Joyce, comentados por António Baptista Coelho, 17 Mai. 05, 6 p., 1 fig.).
As cidades são os locais mais desejáveis para viver e trabalhar I - textos de Adrian M. Joyce comentados por António Baptista Coelho(29 Abr. 05, 3 p.).
Por uma cidade habitada - António Baptista Coelho (16 Mar. 05, 2 p., 1 fig.).
Habitação sem cidade algumas notas de António Baptista Coelho sobre um texto do Arq. Luis Fernández-Galiano (13Mar. 05,1p.).
Dos bairros do crime ao verdadeiro problema da habitação - António Baptista Coelho (09 Mar. 05, 2 p., 1 com.).
Sobre as cidades e os idosos - comentário de António Baptista Coelho (28 Fev. 05, 1 p.).
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Tema 22: HISTÓRIA(S) E TIPOLOGIAS DO HABITAR

Notas gerais sobre as origens da cidade (ii): quando a rua desceu dos tectos das casas que faziam uma cidade densa - António Baptista Coelho (n.º 387, 1 Abr. 12, 6 págs., 5 figs.).


Notas gerais sobre as origens da cidade e uma pequena introdução à cidade densa e quase sem ruas (i) - António Baptista Coelho (n.º 383, 4 Mar. 12, 4 págs., 3 figs.).

"O limite do habitar: o exposto e o recluso", seguido de "casa-pátio: uma tipologia muito versátil" - Décio Gonçalves e António baptista Coelho (n.º 287, 28 Fev. 10, 6 págs., 7 figs.).
Sobre 6 págs., 6 figs.).a casa-pátio: elementos de enquadramento - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º 283, Janeiro 31, 2010, 6 p., 3 fig.)
Nos 60 anos do 1.º Congresso Nacional de Arquitectura , textos de, e organizados por, Nuno Teotónio Pereira (20 Jul. 2008, 9 págs., 7 fig.).
Relação entre o Habitar e a História - I António Baptista Coelho (2 Nov. 07, 6 p., 4 fig.).
O habitar, da proto-história aos romanos – Paços de Ferreira 12 e 13 de Outubro - António Baptista Coelho (25 Out. 07, 20 p., 27 fig.).
PRÉMIO INH/IHRU 2007 – 19ª EDIÇÃO - Júri do Prémio INH/IHRU 2007 (19 Jul. 07, 11 p., 12 fig.) .
20 Anos de habitação social portuguesa - António Baptista Coelho (7 Jun. 07, 16 p., 10 fig.).
Arquitectura da habitação social portuguesa recente – resenha de Sheila Walbe Ornstein (31 Mai. 07, p., 4 fig.).
Cidades à beira-rio e o rio como paisagem: a civilização que nasceu da água - Celeste Ramos com a colaboração e ilustração de António Baptista Coelho (24 Ago. 06, 10p., 9 fig.).
O Espaço Como Dominação e Consciência – artigo de Maria Luiza Forneck, ilustração de Susana Abreu, sobre as Missões Jesuítas no Sul do Brasil (4 Ago. 06, 6p., 7 fig.).
Outros destaques no Prémio INH 2006 – António Baptista Coelho (9 Jul., 9p., 19 fig.).
Premiados e mencionados no Prémio INH 2006 – António Baptista Coelho e Maria Celeste Ramos (3 Jul 06, 10p., 18 fig.).
Prémio INH 2006: candidaturas da promoção privada, parte II – reportagem de António Baptista Coelho (23 Jun. 06, 5p., 16 fig.).
Prémio Instituto Nacional de Habitação 2006: as candidaturas da promoção privada, parte I – reportagem de António Baptista Coelho (17 Jun. 06, 7p., 17 fig.).
Prémio Instituto Nacional de Habitação 2006: candidaturas cooperativas – reportagem de António Baptista Coelho (4 Jun. 06).
Arquitectura no feminino – texto de Celeste Ramos com imagens de António Baptista Coelho do conjunto residencial projectado pela Arqª Ana Valente e promovido pela CM de Esposende (4 Abr. 06, 6p. 6fig.).
As grandes cidades e a origem das cidades – António Baptista Coelho (ABC, 22 Set. 05, 4 p., 2 fig.).
EDIFÍCIO COPAN: MARCO DE REVITALIZAÇÃO HABITACIONAL EM SÃO PAULO – Parte II – um artigo do Arq.º Walter Galvão e da Prof.ª Sheila Ornstein (27 Jun. 05, 5 p., 4 fig.).
EDIFÍCIO COPAN: MARCO DE REVITALIZAÇÃO HABITACIONAL EM SÃO PAULO – Parte I - um artigo do Arq.º Walter Galvão e da Prof.ª Sheila Ornstein (22 Jun. 05, 7 p., 3 fig., 3 com.).
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Tema 23: O DESENHO E A HUMANIZAÇÃO DO HABITAR
Sobre as fundamentais vizinhanças amigáveis I - António Baptista Coelho (3 Nov. 08, 4 págs., 3 figs.).
IDENTIDADE ESCOCESA - Políticas de Arquitectura na União Europeia, artigo de João Ferreira Bento (30 Março, 2008, 6 págs., 3 figs.).
Opiniões de Nuno Portas sobre o espaço público – relato de António Baptista Coelho (15 Set. 06, 15p., 5 fig.).
Uma viagem pela nova arquitectura na Universidade de Aveiro: reportagem fotográfica informal – Pedro Romana Baptista Coelho e António Baptista Coelho (1 Set., 7p. 16 fig.).
Sobre a humanização do espaço público – António Baptista Coelho (10 Ago 06, 8p. 7 fig.).
Humanização e vitalização do espaço público: Cadernos Edifícios (N.º 4 ) – artigo de António Baptista Coelho (27 Jun. 06, 3p. 2 fig.).
Notas ribeirinhas de Lisboa – António Baptista Coelho (22 Mar. 06, 7p. 9fig.).
Infohabitar/reportagem: com Gonçalo Ribeiro Telles no Jardim da Gulbenkian – António e Pedro Baptista Coelho (26 Fev. 06, 4p.).
ACERCA DE LA CASA – Curso em Sevilha, Relato – António Reis Cabrita (13 Out. 05, 9 p., 3 fig.).
Tema 24: HABITAR INTEGRADO
A integração da habitação social II – importância e complexidade da integração social, artigo de António Baptista Coelho (26 Jul. 2008, 6 págs. 2 figs.).
ESPÍRITO DO LUGAR – O DIREITO DE ESTAR, artigo de António Pedro Dores (15 Jun. 2008, 14 págs, 12 figs.).
Ainda sobre o espírito do lugar – Maria João Eloy (8 Jan. 06, 1p.).
Casas envolventes e vivas (I) António Baptista Coelho (11 Set. 05, 3 p., 1 fig.).
Sentido do lugar – I, em memória de Fernando Távora , texto de António Baptista Coelho (4 Set. 05, 3 p., 4 fig., 3 com.).
Sentidos lugares II – algumas notas gerais sobre a integração , António Baptista Coelho (24 Ago. 05, 4 p., 3 fig.).
Sentidos lugares I – algumas notas sobre o verde urbano , António Baptista Coelho (21 Ago. 05, 4 p., 5 fig.).
Onde acaba a identidade e começa o turismo? - António Baptista Coelho (4 Mar. 05, 1 p.).
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Tema 25: NATUREZA, TEMPO, CIDADE E LUGAR

Importância do verde urbano - artigo de Arno Rieder; Notícias do 2.º CIHEL; Revista Brasileira de Gestão Urbana - Arno Rieder (n.º 393, 13 Mai. 12, 3 págs., 3 figs.).

Olivais Norte: modernismo e natureza (i) - António Baptista Coelho (n.º 305, 25 Jul. 10, 12 págs., 10 figs.).
Porque Morrem as Cidades os Velhos e as Árvores. Porque Morre e um País II - Celeste Ramos (19 Jan. 09, 14 págs., 7 figs.).
Porque Morrem as Cidades os Velhos e as Árvores. Porque Morre e um País I - Celeste Ramos (12 Jan. 09, 13 págs., 6 figs.).
OS JARDINS E O HABITAR (II) – artigo de António Baptista Coelho e textos da da London Tree Officers Association (22 de Jun. 2008, 9 págs., 8 figs.).
O Jardim Ampliado – artigo de Milton Botler (19 Maio, 2008, 9 págs., 7 figs.).
SOBRE OS JARDINS E O HABITAR (I) NOTAS INICIAIS E UM PRIMEIRO ENQUADRAMENTO – artigo de António Baptista Coelho (12 Maio, 2008, 6 págs., 6 figs.).
Paisagens II: algumas notas sobre a árvore na cidade - Texto e fimagens de António Baptista Coelho sobre palestra de Maria Celeste Ramos (9, Março, 2008, 6 págs., 4 figs.).
Paisagem I: sobre a natureza da paisagem - artigo de António Baptista Coelho (24 Fevereiro 2008, 6 págs., 6 figs.)
DIA DA MÃE – texto de Celeste Ramos (10 Mai. 07, p., fig.).
O Céu de Lisboa (e mais um texto complementar) - Celeste Ramos ( 20 Abr. 07, 8 p., 6 fig.).
A Cidade e o Solstício de Inverno - Maria Celeste Ramos (21 Dez. 06).
Cidade relógio de horas – Maria Celeste Ramos, ilustração de ABCoelho (16 Nov. 06, 9p., 7 fig.).
A Cidade e o Equinócio de Outono II, desenhar com a natureza – Celeste Ramos (5 Out. 06, 11p. 6fig.).
A Cidade e o Equinócio de Outono I, o esplendor da luz – Celeste Ramos, ilustração de António Baptista Coelho (28 Set. 06, 9p. 8 fig.).
Qualidade do ambiente urbano II – o jardim e acidade ontem e hoje – Maria Celeste Ramos com colaboração e imagens de António Baptista Coelho (7 Mai. 06, 7 p., 7fig.).
Qualidade do ambiente urbano I – a natureza às portas da cidade – Maria Celeste Ramos com colaboração e imagens de António Baptista Coelho (1 Mai. 06, 7 p., 7fig.).
A cidade e o equinócio da Primavera – Celeste Ramos com imagens de António Baptista Coelho (28 Mar. 06, 6p. 5fig.).
A Cidade e o Carnaval, festa de antecipação do Equinócio da Primavera – Maria Celeste Ramos com imagens de António Baptista Coelho (10 Mar. 06, 3p. 2 fig.).
O Natal, o Solstício de Inverno e a Cidade – Maria Celeste Ramos (16 Dez. 05, 4p. 3fig.).
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Tema 26: (NOVAS) FORMAS/SOLUÇÕES DE HABITAÇÃO - NOVO
Outras formas de habitar (i): breves notas sobre o velho Arraial Ferreira Neto e novo Vila Galé Albacora - António Baptista Coelho (n.º 350, 11 Jun. 11, 8 págs., 14 figs.).
 - Wilson Zacarias (n.º 321, 21 Nov. 10, 10 págs., 5 figs.).
Novas soluções habitacionais (III) - artigo de António Baptista Coelho (6 Jul. 2008, 8 págs., 5 figs.).
Novas formas de habitar (II): Unidades residenciais - artigo de António Baptista Coelho (8 Jun. 2008, 10 págs., 9 figs.).
Cidade e habitação apoiadas (II) - António Baptista Coelho (25 Mai. 07, p., fig.).
Cidade e Habitação Apoiadas (I): Alguns aspectos de enquadramento – António Baptista Coelho (3 Mai. 07, 6 p., 6 fig.).
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Tema 27: VIAGENS HABITADAS (NOVO)
Cidades da viagem e do estar: o caso de Barcelona I - artigo de António Baptista Coelho (7 Set. 2008, 5 págs., 7 figs.).
Mestrado sobre risco e acções sobre segurança infantil (Infohabitar, Ano V, n.º 263, Setembro 14, 2009, 6 págs., 3 figs.).
Arquitectura Sustentável Futuro com[ ]passado - Conferência do NAAV e do Grupo Habitar a 3 e 4 Outubro de 2008 na Universidade de Aveiro divulgação por António Baptista Coelho e Bruno Marques com base nos elementos do Congresso (21 Set. 2008, 7 págs., 3 figs.).
Infohabitar- Actualidades: lançamento de um DVD sobre o edifício Copan – Sheila Walbe Ornstein (17 Abr. 06, 2p. 1 fig.).
Editorial e Índice do Infohabitar em 2005 – António Baptista Coelho e Edição do Infohabitar (31 Dez. 05, 3p.).
Infohabitar/actualidades – Património mundial, Macau - texto de António Baptista Coelho (9 Out. 05, 1 p.1 fig.)
Sobre as novas ferrovias - JM (10 Mar. 05, 2 p.).
HABITARTE 1 - ABC (24 Fev. 05, 1 p.).
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Tema 29: Congresso Internacional Habitação no Espaço Lusófono (NOVO)

2nd CIHEL - International Congress on Housing in the Lusophone Territory - António Baptista Coelho e Elisabete Arsénio (n.º 403, 23 Jul. 12, 6 págs., 5 figs.).


2.º CIHEL: 2.ª CHAMADA DE COMUNICAÇÕES E NOVAS DATAS - quase 200 propostas de comunicações na 1.ª Chamada - António Baptista Coelho (n.º 401, 7 Jul. 12, 1 págs., 3 figs.).

Um grande 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono; e o Infohabitar atinge o n.º 400 - António Baptista Coelho (n.º 400, 1 Jul. 12, 4 págs., 4 figs.).

Sobre o 2.º CIHEL - opinião do Prof Khaled Ghoubar - Khaled Ghoubar (n.º 399, 24 Jun. 12, 4 págs., 5 figs.).

Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento - Congresso Lusófono - António Baptista Coelho (n.º 398, 17 Jun. 12, 3 págs., 5 figs.).

Cidade, Habitação, Território e Desenvolvimento - 2.º CIHEL no LNEC António Baptista Coelho (n.º 396, 3 Jun. 12, 6 págs., 12 figs.).

2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono sobre o tema "Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, no LNEC, Lisboa, Portugal, 13 a 15 de Março 2013 António Baptista Coelho (n.º 390, 22 Abr. 12, 1 págs., 1 figs.).

2.º CIHEL: Lisboa, LNEC, março 2013, discutir a habitação, a cidade, o território e o desenvolvimento no espaço da lusofonia - António Baptista Coelho (n.º 389, 16 Abr. 12, 7 págs., 10 figs.).

Apresentação do 1.º CIHEL - António Baptista Coelho (N.º 312, 19 Set. 10, 8 págs., 3 figs.).
O 1.º CIHEL divulga a Trienal de Arquitectura de Lisboa: todos a falar de casas - António Baptista Coelho (N.º 309, 24 Ago. 10, 7 págs., 5 figs.).
Apresentação e Programa do 1.º Congresso Internacional Habitação no Espaço Lusófono - 1.º CIHEL - António Baptista Coelho (N.º 306, 1 Ago. 10, 10 págs., 7 figs.).
1.º CIHEL – Congresso Internacional Habitação no Espaço Lusófono 22 a 24 de Setembro 2010 Lisboa ISCTE-IUL - António Baptista Coelho, Paulo Tormenta Pinto e António Reis Cabrita (N.º 301, 20 Jun. 10, 9 págs., 6 figs.).
...
Tema 30: Casos e autores
Ideias e Projectos de José Forjaz - António Baptista Coelho (n.º 327, 1 Jan. 11, 7 págs., 9 figs.).
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Tema 31: Ensaios e contos

A Árvore das Ruas - a propósito de um poema, algumas imagens; divulgação das Jornadas de Investigação e Inovação do LNEC; e o 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - (artigo) António Baptista Coelho (n.º 391, 29 Abr. 12, 4 págs., 8 figs.).

O HOMEM QUE NÃO MORREU, um conto de Adriano Rosa - Adriano Rosa (n.º 388, 8 Abr. 12, 2 págs.).A mulher-que-caminha-pelos-desertos (Um conto de Natal) - João Lutas Craveiro (n.º 375, 25 Dez. 11, 2 págs., 2 figs.).

...
Notas complementares:
O Infohabitar é uma revista/blog do Grupo Habitar (GH), é editado com o fundamental e continuado apoio informático do editor José Romana Baptista Coelho, é divulgado a partir do Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, onde tem a sede o Grupo Habitar, e contou com importantes apoios, em termos de divulgação, por parte do Instituto Nacional de Habitação (INH), hoje Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e da Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

No caso de um associado do GH ou de um leitor do Infohabitar ter interesse em editar um texto ou artigo na nossa revista/blog, naturalmente, dentro de um quadro de temáticas como as que estão acima apontadas, mas com um muito desejável potencial de diversificação (ex., nas matérias mais tecnológicas e em análises de casos) deverá entrar em contacto com António Baptista Coelho, para os e-mail abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com ou para o telem. 914631004.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.


Editor: António Baptista Coelho
Edição de José Baptista Coelho
Lisboa, Encarnação - Olivais Norte, SEM DATA (em actualização periódica)


domingo, janeiro 01, 2012

376 - VULNERABILIDADES E PERCEPÇÃO DO RISCO DE EROSÃO COSTEIRA NA COSTA DA CAPARICA – A DIVISÃO SOCIAL E TERRITORIAL DE UMA COMUNIDADE URBANA - Infohabitar 376

Infohabitar, Ano VIII, n.º 376


Nota editorial:

É com um gosto muito especial que o Infohabitar inicia as suas edições de 2012, o nosso 8.º ano de publicação, com um excelente artigo de duas novas colaboradoras da nossa revista e de um já nosso "velho" companheiro destas acções de divulgação.
Aos colegas João Lutas Craveiro, Iva Miranda Pires e Isabel Duarte de Almeida os nossos agradecimentos e aos leitores o desejo de uma excelente leitura e de um ano de 2012 com muita saúde e muita força.

António Baptista Coelho
Editor do Infohabitar


VULNERABILIDADES E PERCEPÇÃO DO RISCO
DE EROSÃO COSTEIRA NA COSTA DA CAPARICA
– A DIVISÃO SOCIAL E TERRITORIAL DE
UMA COMUNIDADE URBANA

João Lutas Craveiro (1), Iva Miranda Pires (2), Isabel Duarte de Almeida (3)
(1) Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Núcleo de Ecologia Social do Departamento de Edifícios, Av. do Brasil, 101, 1700-066 Lisboa, Portugal, jcraveiro@lnec.pt
(2) Iva Miranda Pires, Universidade Nova de Lisboa, Departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Av. de Berna, 26-C, im.pires@fcsh.unl.pt
(3) Isabel Duarte de Almeida, Universidade Lusíada de Lisboa, R. da Junqueira, 188-198, 1349-001 Lisboa, Portugal, Isabel.dalmeida@edu.ulusiada.pt


RESUMO DE UM PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO EM CURSO SOBRE AS ZONAS COSTEIRAS CONTINENTAIS PORTUGUESAS

O Projecto RENCOASTAL, Regulações e Conflitos Ambientais Devido à Erosão Costeira (PTDC/CS-SOC/103202/2008) é um projecto de investigação financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), promovido pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em parceria com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/UNL).

A FCT constitui-se na principal instituição portuguesa de apoio e financiamento à investigação em todos os domínios científicos, sendo responsável pela abertura de concursos para projectos de investigação e de bolsas de formação avançada, entre outras atribuições como a de participar na selecção de projectos de investigação nacionais e de carácter internacional, nomeadamente no quadro da União Europeia.

O LNEC é uma instituição portuguesa de investigação e de apoio a políticas públicas, com uma larga tradição de suporte às políticas de habitação e de infra-estruturação do País, tendo sido constituído já com essa missão na distante década de 40 do século passado. Embora o LNEC seja essencialmente uma unidade de excelência em investigação nos domínios da Engenharia Civil, tendo-se especializado na avaliação da qualidade da construção civil e obras públicas, a evolução e o reforço da componente ambiental da construção urbana e obras públicas vieram solicitar o desenvolvimento de linhas de investigação interdisciplinar, abrangendo as ciências sociais e humanas, vocacionando o LNEC para a protecção e valorização dos ambientes construído e natural.

A FCSH/UNL é uma prestigiada instituição de ensino superior, surgida depois da queda do regime totalitário português na segunda metade do século passado, assumindo um papel relevante no ensino de cursos de ciências sociais e humanas, em particular a Sociologia, a Antropologia e a Geografia. Mais recentemente, a FCSH/UNL é pioneira na formação avançada, em Portugal, em Ecologia Humana tendo inaugurado cursos de mestrado e os primeiros doutoramentos nesta área que, associada a este projecto de investigação por alunos inscritos e docentes, cruza especialmente as questões ambientais com as questões sociais.

O Projecto RENCOASTAL, entre o LNEC e a FCSH/UNL como instituição parceira, explora as contradições entre os modelos de desenvolvimento urbano e as regulações ambientais, tendo como objectivo principal contribuir para uma gestão integrada das zonas costeiras continentais portuguesas. O horizonte temporal do projecto (2010-2013) permite discriminar, numa primeira fase, a evolução demográfica e a densificação das zonas costeiras continentais portuguesas, e a caracterização dos casos de estudo, seguindo-se uma outra fase de análise das percepções sociais do risco de erosão costeira e o desenvolvimento de indicadores de vulnerabilidade social, assim como, numa derradeira fase, de conteúdos para a cidadania ambiental e ética política sobre gestão integrada de zonas costeiras.

Resuma-se que a costa portuguesa continental estende-se ao longo de cerca de 950 quilómetros, na sua maioria demarcados por zonas de praia ou de falésias de baixa altitude, evidenciando-se problemas de erosão mais graves em troços arenosos, a Norte, na Costa da Caparica (região metropolitana de Lisboa) e em alguns pontos críticos na frente marítima algarvia.

Desequilíbrios demográficos e a densidade da construção urbana vieram também acentuar factores de vulnerabilidade ao longo da costa continental portuguesa, evidenciando o nosso País um reforço populacional (concomitante com a evolução da população urbana) da costa continental que assumiu ao longo do século passado valores crescentemente assimétricos em relação ao povoamento das regiões do interior (Figura 1 e 2).


Figura 1. Evolução do peso relativo da população portuguesa residente em Municípios continentais, com frente marítima, em relação à população continental total (1900-2001)



Projecto RENCOASTAL (PIRES et al., 2011)



Figura 2. Densidades populacionais do Litoral continental português em 2001



Projecto RENCOASTAL (PIRES et al., art. cit.)

A litoralização da população residente reforça, aliás, a vulnerabilidade social ao risco de erosão costeira, estimando-se que cerca de um milhão e trezentas pessoas estejam expostas à subida do nível das águas e galgamentos oceânicos, quer não só pela sua localização junto à linha da costa quer porque, em alguns casos, os zonamentos urbanos situam-me abaixo do nível médio da linha do mar.

As áreas estuarinas e lagunares são também propícias a uma intrusão das águas do mar, mas essencialmente são as faixas arenosas do Norte e a reduzida protecção de falésias de baixa altitude que, conjugada uma maior densidade demográfica e habitacional na faixa costeira nortenha costeira, oferecem as condições mais críticas de exposição ao risco de erosão costeira e galgamento oceânico (Figuras 3 e 4).


Figura 3. Exposição socio-territorial ao risco de erosão costeira (Continente português) por grandes regiões (NUTSII)


Projecto EUROSION (Pat Doody et al. [ed.], 2006)



Figura 4. Território em risco devido à erosão costeira no Continente português em função dos troços por plano de ordenamento da orla costeira (POOC)

Projecto SIAM (F.D.Santos et al., [ed.], 2002)

Refira-se ainda que, em Portugal, os modelos históricos de desenvolvimento favoreceram o litoral em detrimento do interior. O êxodo rural, de áreas periféricas e esquecidas pelo poder político, conduziu a população para o litoral mais desenvolvido e oferecendo um leque mais amplo de oportunidades. As regiões do interior, ao longo da fronteira com Espanha, foram-se despovoando progressivamente, sob a forma de movimentos migratórios internos, em direcção às áreas metropolitanas do litoral ou sobretudo externos, na década de 60, em direcção aos países mais industrializados da Europa (Cavaco, 1995; Pires e Pimentel, 2004).

Os movimentos migratórios internos, que atingiram a sua intensidade máxima entre 1960 e 1973, em direcção às cidades do litoral reforçaram o crescimento das áreas metropolitanas (Fonseca, 1990; Ferrão, 1996) e marcaram definitivamente a tendência para a litoralização da população residente no Continente.

Conjugando aspectos de vulnerabilidade geomorfológica e social, e após uma caracterização das zonas costeiras sujeitas a uma análise de clusters anteriormente aplicada pela equipa do projecto, o projecto RENCOASTAL explora estudos de caso em contextos socias, geográficos e ambientais distintos (Figura 5) e com um historial de relação com o mar caracterizado pelo combate à intrusão marítima e pelo registo de eventos catastróficos.


Figura 5. Localização dos estudos de caso
(Espinho, Costa da Caparica e Faro-Península do Ancão)


Uma aproximação à análise das vulnerabilidades sociais e territoriais foi já ensaiada, tendo em conta os estudos de caso, por área de costa e por um zonamento de cerca de 500 metros para o interior com recurso a Sistemas de Informação Geográfica.
Entende-se que as vulnerabilidades, na exposição a riscos ambientais, dizem respeito a factores de ordem social (grupos mais vulneráveis ou mais expostos pelas suas características, por factores de idade, residência, mobilidade ou outra), económica (actividades mais dependentes de um recurso ou localizações de unidades produtivas em áreas de risco) e geofísica (O’Riordan, 2000: 165).

Geralmente, mais do que um factor contribui para uma situação de vulnerabilidade, podendo factores de fragilidade institucional ou uma menor percepção ou sensibilidade face ao risco, por parte das populações e de decisores políticos, agravar as condições em que as comunidades humanas se encontram expostas a eventos extremos de origem natural ou mista. Duma forma mais geral, «a vulnerabilidade coloca em jogo aspectos físicos, ambientais, técnicos, dados económicos, psicológicos, sociais, políticos», não podendo ser totalmente «reduzida a índices científicos ou técnicos» (Veyret, 2007: 40).

Tendo-se já publicado em momentos anteriores do projecto resultados sobre a análise das vulnerabilidades que se prendem com a ocupação humana e as actividades económicas (em resumo, os troços dos estudos de caso mais desprotegidos face à erosão costeira são habitados por uma população mais idosa, menos escolarizada e mais dependente do recurso económico da pesca, residindo em habitações mais antigas), importa agora explorar a percepção do risco social reflectindo sobre os primeiros resultados parciais, do projecto RENCOASTAL, sobre as entrevistas realizadas a sectores da população e stakeholders.


Percepção do risco de erosão costeira: resultados parciais de entrevistas realizadas na Costa da Caparica

Devido a uma colaboração com outro projecto em curso sobre a zona da Costa da Caparica (projecto CHANGE, coordenado pela socióloga Luísa Scmith), em função dos impactos sociais das alterações climáticas, concentraram-se as entrevistas, numa primeira fase, no caso da Costa da Caparica (Figura 6).

As entrevistas semi-estruturadas, cerca de duas dezenas, recaíram entre os meses de Julho a Setembro de 2011 tendo sido aplicadas, por guião temático versando as causas e consequências da erosão costeira, a dirigentes de associações de moradores, sindicatos de pescadores e organizações não-governamentais de defesa do património cultural tendo-se explorado também a consulta a técnicos e políticos envolvidos nas questões do ordenamento do território e avaliação do risco de erosão costeira, como possibilidade de confrontar perspectivas diferentes.

O confronto de perspectivas e a discriminação de uma percepção social do risco terá que ser enriquecido, em fases próximas do projecto, com a cobertura da técnica de entrevista aos outros dois estudos de caso e a aplicação de um questionário a zonas urbanas com frente marítima, igualmente nos três estudos de caso, seleccionando-se núcleos antigos de pescadores, onde também se encontra prevista a realização de sessões colectivas sobre a temática da erosão costeira.

O próximo ano do projecto é, assim, decisivo na superação de atrasos verificados e das dificuldades internas na disponibilização e no acesso às verbas financeiras financiadas para as respectivas tarefas da inquirição e realização de sessões colectivas.


Figura 6. Costa da Caparica e área definida do projecto RENCOASTAL




Projecto RENCOASTAL (Craveiro et al., 2010)



Figura 7. Modelo de análise de conteúdo das entrevistas sobre erosão costeira


Esta percepção geocêntrica e etnocêntrica não é isenta de contradições derivadas da localização das dependências ambientais, e da divergência entre o curto e o longo prazo dos impactos da erosão costeira (assim, um dirigente de uma associação de moradores, em zona de risco, referia a necessidade de, no futuro, aquela população – na Fonte da Telha e na parte Sul da Costa da Caparica – ter que abandonar o local, devido ao mar «entrar por aí até às arribas», ao mesmo tempo que defendia a urgência de se construírem melhores acessos e um parqueamento para automóveis na zona).

Apelidamos de percepção geocêntrica em virtude da percepção do risco parecer variar com a localização territorial das dependências ambientais dos actores, por motivos de residência ou actividade económica (os empresários da restauração defendem naturalmente o reforço das medidas de protecção da orla costeira, em virtude dos seus estabelecimentos comerciais se encontrarem a poucos metros do areal, ao mesmo tempo que defendem, a par de medidas intrusivas por parte da engenharia civil – reforço de esporões e muros de protecção (Figura 8) – medidas ligeiras e colaborativas como a alimentação artificial das praias de modo a preservar o turismo e o afluxo de pessoas, potencialmente seus clientes, às zonas de praia).


Figura 8. Muros longitudinais de protecção (Costa da Caparica)



Referimo-nos uma percepção etnocêntrica na medida da percepção do risco poder variar em função do grupo social ou profissional.

Pescadores e moradores defendem igualmente o reforço das medidas de protecção da orla costeira, com a especificação perceptiva que valoriza, respectivamente, os apoios de praia à actividade da pesca ou a simples protecção das zonas de residência.

Dirigentes de parques de campismo defendem igualmente a continuação da sua actividade, relevante na Costa da Caparica, apesar das políticas adaptativas postularem a relocalização dos parques de campismo, o que tem gerado o recurso a tribunais e a uma certa judicialização das questões ambientais.

Políticos e gestores de programas de ordenamento do território, por seu turno, parecem valorizar uma perspectiva mais integrada das zonas costeiras e valorizam, na relação com o risco de erosão, o longo prazo e não medidas localizadas com efeitos provisórios que se tornam mais onerosas.


Estes dirigentes, nomeadamente gestores de um programa de reabilitação urbana e valorização ambiental da zona (no âmbito das medidas POLIS que são instrumentos particulares de intervenção directa nos territórios abrangidos, geralmente visando também a exploração da oferta turística em zonas costeiras ou, no interior do País, em centros históricos), defendem claramente a relocalização dos parques de campismo e entendem a componente da sustentabilidade urbana como uma oportunidade de profunda reconversão da zona, privilegiando o turismo (os parques de campismo são apontados como resguardando situações indefinidas de habitação permanente, aumentando significativamente e de forma não controlada, na zona, a população residente).

Por fim, dirigentes de associação culturais privilegiam os traços da identidade local piscatória, argumentando em favor da actividade da pesca e da não proibição, em vigor, de antigas práticas instrumentais de apropriação de zonas do areal para os barcos de pescadores, sua tracção e localização em terra.

Prevalece também, o que se pretende apurar com maior pormenor, uma fractura social entre as autoridades políticas e os grupos sociais mais dependentes das condições ambientais, para o prosseguimento das suas actividades de subsistência económica ou de simples permanência no território (núcleos de pescadores e parques de campismo) relativamente à identificação das causas e consequências da erosão costeira. As causas parecem mais externas e naturais para os grupos sociais de pescadores e campistas, apelando por isso a uma intransigente defesa do desenvolvimento de medidas de protecção a qualquer custo.

A percepção das consequências é, assim, mais socializada que a percepção das causas, dependendo o condicionalismo das consequências do tipo de medidas a adoptar, parecendo os grupos sociais locais mais convictos da necessidade do desenvolvimento de medidas intrusivas (mais esporões e muros de protecção).

De qualquer modo, estas considerações sobre as entrevistas realizadas representam ainda apreciações iniciais que precisam ser afinadas com o desenvolvimento da análise de conteúdo e a extensão da técnica de entrevista aos outros estudos de caso. Contudo, apesar destes condicionalismos que resultam da exposição de resultados parcelares, a equipa de investigação entendeu oportuna a divulgação destas considerações e do modelo compreensivo, desenvolvido sobre as entrevistas, apresentando as componentes de análise e o entendimento do problema da erosão costeira como sujeito a uma estruturação social em função dos actores em presença, suas competências técnicas ou políticas e interesses ou valores a defender.

Interessante é considerar-se que o discurso dos actores e a percepção dos riscos ambientais não resultam apenas de uma mediação sociológica entre posição social e o tipo de argumentos desenvolvido, mas também é função da localização territorial das dependências ambientais e da percepção dos danos possíveis e prováveis.

Neste sentido assiste-se, como hipótese para uma reflexão teórica que julgamos interessante, a uma dissociação entre a posição e a opinião, sendo esta última tradicionalmente estimada como uma expressão dos interesses sociais, das expectativas ou um mero produto das relações de poder, no quadro das sociabilidades quotidianas. Nas questões ambientais, e em particular no caso da percepção dos riscos, o ser não determina a consciência na medida em que o risco, e o eventual percurso futuro dos danos ecológicos e sociais, não se baseia na experiência passada nem no sentido de justiça a propósito da distribuição dos bens, mas na percepção da distribuição dos males e na projecção que cada indivíduo ou grupo desenvolvem para ponderar, num horizonte tangível à escala biográfica, a sua própria segurança e bem-estar.

Bibliografia:
Almeida, I. D. ; Mendonça, A. ; Craveiro, J., 2009, A Globalização e o Indivíduo: Os riscos globais e os contextos da experiência humana. Comunicação ao 10º Congresso de Psicologia Ambiental, Associação Portuguesa de Psicologia, Lisboa.
 
Cavaco, C. (org.)., 1995, As Regiões de Fronteira: Inovação e Desenvolvimento na perspectiva do Mercado Único Europeu. Lisboa, Centro de Estudos Geográficos, 408p.

Craveiro, J.; Pires, I.; Almeida, I. D. e Soares, L. – Regulations and Environmental Conflicts due to Coastal Erosion, in International Conference on Coastal Conservation and Management in Atlantic and Mediterranean/ICCCM10, 11-17 de Abril, Estoril, Portugal: 2010

Ferrão, J., 1996, A Demografia Portuguesa. Lisboa, Cadernos do Público, Lisboa, 63p.
Fonseca, M. L.,1990, População e território. Do país à área metropolitana. Lisboa, Memórias do Centro de Estudos Geográficos, nº14.

O’Riordan, T., 2007, Environmental Science for Environmental Management. Harlow, Prentice Hall.

Pat, D; Ferreira, M.; Lombardo, S.; Lucius, I.; Misdorp, R.; Niesing, H.; Salman, A.; Smallegange, M.; Gomes, F.V.; Pinto, F.T.; Neves, L.; Barbosa, J.P., 2006. Viver com a Erosão, sedimentos para a sustentabilidade – Resultados do Estudo EUROSION, Luxemburgo, Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 40p.

Pires, I., Craveiro, J., Antunes, O., Duarte, I., Sancho, F., Oliveira, F., Freire, P., 2011, Litoral Continental Português: Casos de Estudo sobre o Risco de Erosão, Conflitos e Regulações Ambientais – Contributos para uma Sociologia do Ambiente e Ecologia Humana, Comunicação apresentada no VI Congresso Sobre Planeamento e Gestão das Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa, Cabo Verde.
 
Pires, I.; Pimentel, D., 2004, Revisitando a Região Transfronteiriça Ibérica: potencialidades e estrangulamentos no novo contexto da integração Ibérica, comunicação ao V Congresso de Geografia Portuguesa, Guimarães.

Santos, F.D.; Forkes, K.; Moita, R. (ed.), 2002. Climate Change in Portugal: Scenarios, Impacts and Adaptation Measures – SIAM project. Ed. Gradiva, Lisboa, 454p.

Veret, Y., 2007, Os Riscos: o Homem como Agressor e Vítima do Meio Ambiente, São Paulo, Editora Contexto, 320p.

Notas editoriais:

(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.

(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.
(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.


Infohabitar a Revista do Grupo HabitarEditor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho

Lisboa, Encarnação - Olivais Norte

VULNERABILIDADES E PERCEPÇÃO DO RISCO DE EROSÃO COSTEIRA NA COSTA DA CAPARICA – A DIVISÃO SOCIAL E TERRITORIAL DE UMA COMUNIDADE URBANA

Infohabitar, Ano VIII, n.º 376,
1 de Janeiro de 2012