domingo, junho 24, 2012

Sobre o 2.º CIHEL - opinião do Prof Khaled Ghoubar - Infohabitar 399

2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono
2.ºCIHEL

Edita-se, em seguida, um texto que o Arquitecto Khaled Ghoubar, Professor Titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, enviou ao Infohabitar comentando a realização e a importância do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - o 2.º CIHEL.

Lembra-se que o tema deste congresso será o seguinte:

“Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”

E recorda-se que estamos já a uma semana do encerramento da 1.ª Chamada de Resumos com propostas de Comunicações para o 2.º CIHEL.


Fig. 01

Congresso,13 a 15 de março de 2013

Workshop, 11e 12 de março


SOBRE O 2º CIHEL

O 2º CIHEL, que acontecerá no meio da atual e grave crise financeira internacional, é uma rara e excelente oportunidade para discutirmos o papel da A&U no cenário político, tanto nos seus aspectos econômicos (financeiros e de produção industrial) como nos aspectos sociais (que é garantir uma habitação digna à população, sobretudo a menos afortunada).

O importante e inegável papel da Construção Civil na formação do PIB nacional, como na geração e distribuição de rendas e empregos, lhe dá autoridade suficiente para participar da discussão em busca de soluções políticas e socialmente sustentáveis para a retomada do desenvolvimento econômico das nações. Sem essa discussão, de interesse do capital e do social, as questões habitacionais correm sério risco de acabarem em segundo plano, e paradoxalmente inibirem a recuperação econômica. O problema é que a produção e financiamento da habitação exige um grande volume de capitais que demoram muito para voltarem aos cofres do sistema financeiro já combalido.

Portanto, a discussão da questão habitacional será muito bem vinda, ainda mais quando tratada dentro de um território transnacional, como será absolutamente natural dentro dos trabalhos do CIHEL. Esse caráter transnacional, unificado pela cultura portuguesa que nos é aqui comum, orgulhosamente, é a pedra fundamental na construção de laços mais fortes e duráveis de cooperação técnica e econômica de todos os tipos, não só a habitacional que aqui nos interessa como assunto central. Mas esta centralidade do tema habitacional do CIHEL jamais será exclusiva, pois o projeto habitacional envolve toda a gama de agentes sociais, políticos e econômicos para a sua concepção, execução e consumo, acima dos distintos e relativamente conflituosos interesses que historicamente cada um deles tem entre si.

O projeto de A&U apoiado pela administração pública com a riqueza e dinâmica à qual o CIHEL se propõe, será entendido na sua real e importante dimensão social, política e econômica em que ele está permanentemente mergulhado. E assim contribuir efetivamente na definição das soluções que precisamos ao enfrentamento dos tantos problemas que nos assaltam.

São Paulo, 13 de maio de 2012

Dr. Khaled Ghoubar

Professor Titular

AUT/FAUUSP


O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2.º CIHEL) está ser organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em associação com o Grupo Habitar, com o apoio de um número crescente de individualidades e entidades públicas e privadas e será realizado no Centro de Congressos do LNEC entre 13 e 15 de março de 2013, salientando-se que em 11 e 12 do mesmo mês decorrerá, também no LNEC, um Workshop sobre as temáticas a tratar no Congresso.

Chama-se a atenção para o interesse que o 2.º CIHEL está já a despertar, que fica bem patente no amplo conjunto de apoios institucionais já facultados, e em seguida registados.


Fig.02


O Congresso contou, desde o início, com a cooperação de investigadores e técnicos de diversos Núcleos do LNEC e do FUNDCIC – Fundo para o Desenvolvimento das Ciências da Construção, e com o apoio geral do Centro de Investigação em Arquitectura e Áreas Metropolitanas CIAAM, do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE-IUL.

Destaca-se, ainda, o apoio institucional fundamental ao 2.º CIHEL e ao seu Workshop por parte da Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território - Instituto do Território (IT).

Mas outros apoios têm estado a chegar, salientando-se os seguintes (numa ordem sequencial de apoio):
Apoios estes até à presente data, mas há já contactos firmes com outras importantes entidades académicas, que serão brevemente divulgadas em termos de um apoio ao 2.º CIHEL.

Outros importantes apoios individuais e institucionais estão já numa fase muito avançada de desenvolvimento e serão, em breve, divulgados, designadamente entidades oficiais, ministeriais e municipais, do espaço da lusofonia.



Fig. 03

Breve resumo da temática do Congresso:

No 2.º CIHEL pretende-se assegurar uma abordagem ampla e multifacetada da temática “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, estruturada em oito temas para os quais foi já aberta uma primeira chamada de comunicações, que terminará no próximo dia 2 de julho de 2012. A temática escolhida foi considerada bastante útil numa altura em que, no grande quadro dos países da lusofonia, há ainda críticas carências habitacionais e de ordenamento urbanístico, e tendo-se presente a forte influência da construção/reabilitação habitacional e de um crescimento urbano ordenado no desenvolvimento sustentado de um país, assim como a necessidade de se dirigir esta ferramenta de dinamização económica para caminhos socioculturais adequados a cada contexto nacional, regional e local e que visem a mitigação dos respectivos e principais problemas em termos de habitabilidade e urbanidade.

Todos os aspectos práticos relativos ao Congresso constam do seu site, que está em permanente actualização: http://2cihel.lnec.pt/

E lembra-se que a primeira chamada de resumos para proposta de comunicações ao 2.º CIHEL a enviar para comunicacoes2cihel@lnec.pt termina já em 1 de julho de 2012 (1.ª chamada, salientando-se que quem envie o resumo até esta data terá a resposta garantida,por parte da Comissão Científica até 30 de Julho).

Para todos os esclarecimentos recomenda-se a visita ao site do Congresso, disponível em http://2cihel.lnec.pt/

Salienta-se que a primeira chamada de resumos para comunicações terminará no final do mês de Junho e que estes deverão ser enviados, segundo a regras referidas no site - http://2cihel.lnec.pt/  - até o dia 1 de julho de 2012, para o seguinte endereço eletrónico/email: comunicacoes2cihel@lnec.pt


Fig. 04: imagens do 1.º CIHEL, no ISCTE-Intsituto Universitário de Lisboa

Antecedendo o Congresso, em 11a 12 de março, terá lugar um workshop sobre a mesma temática, que integra uma visita técnica na área da Grande Lisboa. Durante o Workshop e o Congresso terá lugar, no grande átrio do Centro de Congressos do LNEC, uma exposição sobre as temáticas do 2.º CIHEL. O Congresso contará com conferencistas convidados e um amplo conjunto de comunicações estruturadas nos oito temas apontados nesta circular. Estão também previstas visitas pós-congresso, a realizar no sábado (16 de março de 2013).

Pretende-se, assim, disponibilizar um fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias; e um fórum com o máximo de potencial de continuidade, havendo, já, iniciativas em curso nesse sentido e que serão oportunamente divulgadas.



Fig. 05: o Centro de Congressos do LNEC

O Congresso decorrerá no Centro de Congressos integrado no Campus do LNEC, que conta com excelentes acessibilidades, tem estacionamento fácil, e está situado numa zona central de Lisboa, próxima do Aeroporto da Portela e a 10 minutos a pé de uma estação de Metro; integra-se no agradável Bairro de Alvalade (ver localização ), sendo possível o alojamento em hotéis aí existentes.

A estrutura promotora, de divulgação e organizativa do Congresso inclui uma Comissão de Honra, uma Direção, um Secretariado Permanente do CIHEL, uma Comissão Consultiva, uma Comissão Científica, uma Comissão Organizadora Internacional, uma Comissão Organizadora e um Secretariado Geral.

A Presidência do 2.º CIHEL será brevemente divulgada.
A Comissão de Honra do 2.º CIHEL está em constituição.
A Direção do 2.º CIHEL é assegurada por António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); e Jorge Grandão Lopes (LNEC).
A Comissão Científica do 2.º CIHEL está praticamente formada, é multidisciplinar e integra pessoas de diversas entidades e nacionalidades, e é presidida pelo Arq.º Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH); esta comissão será divulgada muito em breve.
A Comissão Consultiva do 2.º CIHEL está também quase formada e é presidida pela Arq.ª Helena Roseta, Vereadora da Habitação e da Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa, que presidiu ao 1.º CIHEL; esta comissão será divulgada muito em breve.
A Comissão Dinamizadora Internacional, também quase formada, é presidida pelo Prof. Arq.º António Gameiro, da Universidade Agostinho Neto e Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola, que foi um dos principais elementos do 1.º CIHEL; esta comissão será divulgada muito em breve.
O Secretariado Permanente do CIHEL é constituído por: Ana Vaz Milheiro (ISCTE-IUL e CIAAM); Anselmo Cani (UEM); António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Gameiro (UAN); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); Estanislau Silva Ferreira (MIGB); Francisco Oliveira (FAUTL e CIAUD); João Filgueiras Lima; José Dias; Khaled Ghoubar (FAU-USP e GH); Manuel Correia Fernandes (FAUP e GH); Margarida Louro (FAUTL e CIAUD); Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH); Sheila Walbe Ornstein (FAU-USP e Museu Paulista USP); Teresa Madeira (ISCTE-IUL e CIAAM); Vasco Rato (ISCTE-IUL e CIAAM).

A Comissão Organizadora do 2.º CIHEL tem, desde já, a seguinte constituição: António Baptista Coelho (DED/NAU-LNEC e GH) - presidente; Ana Pinho (DED/NAU -LNEC); António Vilhena (DED/NRI); Elisabete Arsénio (DT/NPTS -LNEC); Fedra Camilo (DSLM/DIDCT-LNEC); Helder David (DSLM/DIDCT-LNEC); João Branco Pedro (DED/NAU-LNEC); João Lutas Craveiro (DED/NESO-LNEC e GH); João Portugal (DG/NBOA e Coop. LNEC-IPAD-LABPLOP); Manuela França Martins (ORG/GRPT-LNEC); Margarida Louro (CIAUD e FAUTL); Pedro R. B. Coelho (GH); Rita Morgado (DSLM/DIDCT-LNEC); Teresa Fonseca (FUNDCIC); Teresa Madeira da Silva (ISCTE-IUL); Fernando Pinho (FCT - UNL); e David Viana (CEAUP) - haverá ainda inclusão de membros de outras entidades apoiantes.


Fig. 06

Salienta-se, finalmente, o perfil visado para o 2.º CIHEL - para ele próprio e no seu papel de refundação e dinamização do próprio Congresso como actividade com expressiva continuidade de actividades -, que é o de uma reunião técnica e científica extremamente ligada à sociedade e aos seus principais protagonistas, concretizando-se um Congresso que seja catalizador de um activo fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias no mundo da lusofonia; um fórum com o máximo de potencial de continuidade, e que, desde já, está a polarizar um conjunto muito interessante de importantes iniciativas, que irão decorrer simultaneamente ao Congresso e sobre as quais haverá, em breve, notícias.

Lisboa e LNEC, em 24 de junho de 2012

António Baptista Coelho (LNEC e GH), Presidente da Com. Organizadora e Direção do 2.º CIHEL
Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH), Presidente da Comissão Científica do 2.º CIHEL
António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH), Direção do 2.º CIHEL
Jorge Grandão Lopes (LNEC), Direção do 2.º CIHEL



Informações complementares:

LNEC, Apoio à Organização de Reuniões - Secretariado do 2.º CIHEL

LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa,

Email: organizacao2cihel@lnec.pt - Telefone: +351 218 443 483 - Fax: +351 218 443 014

http://2cihel.lnec.pt/







domingo, junho 17, 2012

Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento - Congresso Lusófono - Infohabitar 398

“Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”
no 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, 2.ºCIHEL


Avisam-se os interessados que estamos já a menos de 15 dias do encerramento da 1.ª Chamada de Comunicações (sob a forma de resumos) para o 2.º CIHEL.


Fig. 01

Congresso,13 a 15 de março de 2013;
Workshop, 11e 12 de março


O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2.º CIHEL) está ser organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em associação com o Grupo Habitar, com o apoio de um número crescente de individualidades e entidades públicas e privadas e será realizado no Centro de Congressos do LNEC entre 13 e 15 de março de 2013, salientando-se que em 11 e 12 do mesmo mês decorrerá, também no LNEC, um Workshop sobre as temáticas a tratar no Congresso.

Chama-se a atenção para o interesse que o 2.º CIHEL está já a despertar, que fica bem patente no amplo conjunto de apoios institucionais já facultados, e em seguida registados.

Fig.02

O Congresso contou, desde o início, com a cooperação de investigadores e técnicos de diversos Núcleos do LNEC, do FUNDCIC – Fundo para o Desenvolvimento das Ciências da Construção e do Grupo Habitar, e com o apoio/patrocínio institucional do Centro de Investigação em Arquitectura e Áreas Mteropolitanas CIAAM, do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE-IUL, e da Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território - Instituto do Território (IT).

Mas outros apoios têm estado a chegar, salientando-se: a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa - FCT UNL, o Grupo de Estudos Ordenamento do Território e Planeamento Urbano - GEOTPU, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU-USP, o Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto - CEAUP, o Centro de Investigação em Arquitectura, Urbanismo e Design da Faculdade de Arquitectura da Univesidade Técnica de Lisboa - CIAUD, e a Fundação para a Ciência e a Tecnologia - FCT; até à presente data, mas há já contactos firmes com outras importantes entidades académicas, que serão brevemente divulgadas em termos de um apoio ao 2.º CIHEL.

Outros importantes apoios individuais e institucionais estão já numa fase muito avançada de desenvolvimento e serão, em breve, divulgados, designadamente entidades oficiais, ministeriais e municipais, do espaço da lusofonia.


Fig. 03

Breve resumo da temática do Congresso:
No 2.º CIHEL pretende-se assegurar uma abordagem ampla e multifacetada da temática “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, estruturada em oito temas para os quais foi já aberta uma primeira chamada de comunicações, que terminará no próximo dia 2 de julho de 2012. A temática escolhida foi considerada bastante útil numa altura em que, no grande quadro dos países da lusofonia, há ainda críticas carências habitacionais e de ordenamento urbanístico, e tendo-se presente a forte influência da construção/reabilitação habitacional e de um crescimento urbano ordenado no desenvolvimento sustentado de um país, assim como a necessidade de se dirigir esta ferramenta de dinamização económica para caminhos socioculturais adequados a cada contexto nacional, regional e local e que visem a mitigação dos respectivos e principais problemas em termos de habitabilidade e urbanidade.

Todos os aspectos práticos relativos ao Congresso constam do seu site, que está em permanente actualização: http://2cihel.lnec.pt/
E lembra-se que a primeira chamada de resumos para proposta de comunicações ao 2.º CIHEL a enviar para comunicacoes2cihel@lnec.pt termina já em 1 de julho de 2012 (1.ª chamada, salientando-se que quem envie o resumo até esta data terá a resposta garantida,por parte da Comissão Científica até 30 de Julho).
Para todos os esclarecimentos recomenda-se a visita ao site do Congresso, disponível em http://2cihel.lnec.pt/

Salienta-se que a primeira chamada de resumos para comunicações terminará no final do mês de Junho e que estes deverão ser enviados, segundo a regras referidas no site - - até o dia 1 de julho de 2012, para o seguinte endereço eletrónico/email: comunicacoes2cihel@lnec.pt




Fig. 04: imagens do 1.º CIHEL, no ISCTE-Intsituto Universitário de Lisboa

Antecedendo o Congresso, em 11a 12 de março, terá lugar um workshop sobre a mesma temática, que integra uma visita técnica na área da Grande Lisboa. Durante o Workshop e o Congresso terá lugar, no grande átrio do Centro de Congressos do LNEC, uma exposição sobre as temáticas do 2.º CIHEL. O Congresso contará com conferencistas convidados e um amplo conjunto de comunicações estruturadas nos oito temas apontados nesta circular. Estão também previstas visitas pós-congresso, a realizar no sábado (16 de março de 2013).

Pretende-se, assim, disponibilizar um fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias; e um fórum com o máximo de potencial de continuidade, havendo, já, iniciativas em curso nesse sentido e que serão oportunamente divulgadas.

Fig. 05: o Centro de Congressos do LNEC

O Congresso decorrerá no Centro de Congressos integrado no Campus do LNEC, que conta com excelentes acessibilidades, tem estacionamento fácil, e está situado numa zona central de Lisboa, próxima do Aeroporto da Portela e a 10 minutos a pé de uma estação de Metro; integra-se no agradável Bairro de Alvalade (ver localização ), sendo possível o alojamento em hotéis aí existentes.

A estrutura promotora, de divulgação e organizativa do Congresso inclui uma Comissão de Honra, uma Direção, um Secretariado Permanente do CIHEL, uma Comissão Consultiva, uma Comissão Científica, uma Comissão Organizadora Internacional, uma Comissão Organizadora e um Secretariado Geral.

A Presidência do 2.º CIHEL será brevemente divulgada.

A Comissão de Honra do 2.º CIHEL está em constituição.

A Direção do 2.º CIHEL é assegurada por António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); e Jorge Grandão Lopes (LNEC).

A Comissão Científica do 2.º CIHEL está praticamente formada, é multidisciplinar e integra pessoas de diversas entidades e nacionalidades, e é presidida pelo Arq.º Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH); esta comissão será divulgada no próximo artigo do Infohabitar.

A Comissão Consultiva do 2.º CIHEL está também quase formada e é presidida pela Arq.ª Helena Roseta, Vereadora da Habitação e da Acção Social da Câmara Municipal de Lisboa, que presidiu ao 1.º CIHEL; esta comissão será divulgada no próximo artigo do Infohabitar.

A Comissão Dinamizadora Internacional, também quase formada, é presidida pelo Prof. Arq.º António Gameiro, da Universidade Agostinho Neto e Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola, que foi um dos principais elementos do 1.º CIHEL; esta comissão será divulgada no próximo artigo do Infohabitar.

O Secretariado Permanente do CIHEL é constituído por: Ana Vaz Milheiro (ISCTE-IUL e CIAAM); Anselmo Cani (UEM); António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Gameiro (UAN); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); Estanislau Silva Ferreira (MIGB); Francisco Oliveira (FAUTL e CIAUD); João Filgueiras Lima; José Dias; Khaled Ghoubar (FAU-USP e GH); Manuel Correia Fernandes (FAUP e GH); Margarida Louro (FAUTL e CIAUD); Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH); Sheila Walbe Ornstein (FAU-USP e Museu Paulista USP); Teresa Madeira (ISCTE-IUL e CIAAM); Vasco Rato (ISCTE-IUL e CIAAM).

A Comissão Organizadora do 2.º CIHEL tem a seguinte constituição: António Baptista Coelho (DED/NAU-LNEC e GH) - presidente; Ana Pinho (DED/NAU -LNEC); António Vilhena (DED/NRI); Elisabete Arsénio (DT/NPTS -LNEC); Fedra Camilo (DSLM/DIDCT-LNEC); Helder David (DSLM/DIDCT-LNEC); João Branco Pedro (DED/NAU-LNEC); João Lutas Craveiro (DED/NESO-LNEC e GH); João Portugal (DG/NBOA e Coop. LNEC-IPAD-LABPLOP); Manuela França Martins (ORG/GRPT-LNEC); Margarida Louro (CIAUD e FAUTL); Pedro R. B. Coelho (GH); Rita Morgado (DSLM/DIDCT-LNEC); Teresa Fonseca (FUNDCIC); Teresa Madeira da Silva (ISCTE-IUL); Fernando Pinho (FCT - UNL).



Fig. 06

Salienta-se, finalmente, o perfil visado para o 2.º CIHEL - para ele próprio e no seu papel de refundação e dinamização do próprio Congresso como actividade com expressiva continuidade de actividades -, que é o de uma reunião técnica e científica extremamente ligada à sociedade e aos seus principais protagonistas, concretizando-se um Congresso que seja catalizador de um activo fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias no mundo da lusofonia; um fórum com o máximo de potencial de continuidade, e que, desde já, está a polarizar um conjunto muito interessante de importantes iniciativas, que irão decorrer simultaneamente ao Congresso e sobre as quais haverá, em breve, notícias.

Lisboa e LNEC, em 17 de junho de 2012

António Baptista Coelho (LNEC e GH), Presidente da Com. Organizadora e Direção do 2.º CIHEL

Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH), Presidente da Comissão Científica do 2.º CIHEL

António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH), Direção do 2.º CIHEL

Jorge Grandão Lopes (LNEC), Direção do 2.º CIHEL

Informações complementares:
LNEC, Apoio à Organização de Reuniões - Secretariado do 2.º CIHEL
LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa,
Email: organizacao2cihel@lnec.pt - Telefone: +351 218 443 483 - Fax: +351 218 443 014
http://2cihel.lnec.pt/



domingo, junho 10, 2012

Sobre a actual importância do cooperativismo habitacional português - I ; e Notícias do 2.º CIHEL - Infohabitar 397

Infohabitar, Ano VIII, n.º 397

Aos leitores do Infohabitar,

Editam-se, em seguida, notícias do 2.º CIHEL, seguidas do artigo da semana do Infohabitar que lembra estarmos no Ano Internacional das Cooperativas 2012 e que o Movimento Cooperativo Habitacional (MCH) pode ser, hoje em dia, um aliado estratégico importante na resolução dos problemas habitacionais de muitas famílias.

Notícias do 2.º CIHEL



Congresso,13 a 15 de março de 2013

Workshop, 11e 12 de março


O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2.º CIHEL) está ser organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em associação com o Grupo Habitar, com o apoio de um número crescente de individualidades e entidades públicas e privadas e será realizado no Centro de Congressos do LNEC entre 13 e 15 de março de 2013, salientando-se que em 11 e 12 do mesmo mês decorrerá, também no LNEC, um Workshop sobre as temáticas a tratar no Congresso.

Em breve serão divulgadas as comissões do Congresso e novos apoios e importantes iniciativas associadas.


As propostas de comunicações para o 2.º CIHEL deverão ser enviadas para o endereço comunicacoes2cihel@lnec.pt até 1 de julho de 2012 (1.ª chamada de comunicações; chama-se, ainda, a atenção dos autores de resumos para a escrita da primeira parte do endereço do mail acima registado, que esteve erradamente definida no documento em word com instruções para envio dos resumos, e que é comunicacoes2cihel - tudo de seguida, sem ponto.


Artigo da semana

Sobre a actual importância do cooperativismo habitacional português - I (*)

António Baptista Coelho

"Cooperatives are a reminder to the international community that it is possible to pursue both economic viability and social responsibility. "

Secretário-Geral das Nações Unidas Ban Ki-moon

http://social.un.org/coopsyear/

"International years are declared by the United Nations to draw attention to and encourage action on major issues. The International Year of Cooperatives is intended to raise public awareness of the invaluable contributions of cooperative enterprises to poverty reduction, employment generation and social integration. The Year will also highlight the strengths of the cooperative business model as an alternative means of doing business and furthering socioeconomic development."

(citação do site acima referido, International Year of Cooperatives 2012)

Fig. 01:

Numa altura em que a ONU declarou 2012 como Ano Internacional das Cooperativas (International Year of Cooperatives 2012), e em que, em Portugal, se conjugam (i) necessidades de uma verdadeira qualidade residencial, (ii) com problemas económicos e sociais específicos, graves, sensíveis e muito diversificados, seja ao nível da família, como em termos individuais (e com claros reflexos potencialmente muito negativos ao nível urbano) e (iii) com necessidades habitacionais ainda críticas e também extremamente específicas e diversificadas, parece fazer todo o sentido uma redescoberta e uma rentabilização das potencialidades da promoção habitacional cooperativa e "económica" ou de habitação de interesse social, isto porque é uma forma de promoção local, de proximidade e potencialmente muito dedicada, tendencialmente direccionada para pequenas intervenções bem integradas e que poderá assumir diversas e flexíveis modalidades financeiras - da compra , ao aluguer e à renda resolúvel.

Mas para além de tais vantagens, que se julga serem mais do que suficientes para alavancar uma nova fase da promoção protuguesa de Habitação de Interesse Social (HIS), aliás numa altura em que, muito provavelmente, nem fará sentido fazer grandes conjuntos de HIS, nem haverá meios para a continuidade de uma promoção municipal, por vezes pouco dedicada, nem meios para uma promoção privada de HIS que se esgota na altura da conclusão da obra, esquecendo que aí começa a vida real do habitar; repete-se, para além de tais vantagens, um revitalizar da promoção cooperativa de habitação dita "económica" ou de HIS, cumprirá um papel, pelo menos tão importante, ou talvez mais importante, de luta contra a actual corrente do isolamento doméstico, da ausência de solidariedade e do esquecimento da riqueza da vida na vizinhança e da vivência do espaço citadino público.

E é oportuno citar, aqui, uma pequena parte de um trabalho síntese de Flávio Paiva (1), intitulado “Estudo de caracterização das cooperativas de habitação em Portugal”, em que este autor refere o artº 2º do Código Cooperativo (aprovado pela Lei nº 51/96), baseado na definição da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), onde se aponta que “as cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de capital e composição variáveis, que através da cooperação e entreajuda dos seus membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a satisfação das necessidade e aspirações económicas, sociais e culturais daqueles”. Tal como salienta Flávio Paiva, o Código refere os sete princípios aprovados no Congresso de Manchester da ACI de 1995, pelos quais as cooperativas se devem reger:

“(1) adesão voluntária e livre;

(2) gestão democrática pelos membros;

(3) participação económica dos membros;

(4) autonomia e independência;

(5) educação, formação e informação;

(6) intercooperação;

e (7) interesse pela comunidade.”


Fig. 02: A 1.ª fase da Cooperativa As Sete Bicas, em Matosinhos; projecto de Eduardo Iglésias e Pedro Q. Mesquita .

Fica registado o importante “pano de fundo” social e ético que constitui a marca genética do Movimento Cooperativo Habitacional (MCH) português e que se julga que não foi ainda devidamente aproveitado numa perspectiva de continuidade, nas suas múltiplas potencialidades no que toca ao desenvolvimento para o grande número de cidadãos de um habitar muito qualificado e com uma verdadeira perspectiva de qualidade mantida e acrescida ao longo do tempo e com um mínimo de apoios públicos.

Falta sublinhar que o MCH tem sempre tentado e tem, frequentemente, conseguido fazer cidade com habitação, o que é essencial para se habitar com uma qualidade adequada e ampla, e este é um desígnio que foi sempre importante e hoje é vital, pois, como referiu Vasco Folha (2), já há alguns anos, num fórum cooperativo, só num contexto de direito à cidade “é que o direito à habitação pode ser considerado como um verdadeiro direito de cidadania”, pois “é impensável pensarmos hoje na habitação de uma forma isolada, quer dizer, sem entendermos a habitação sem pensar na escola, sem pensar no emprego, nos serviços, na bica, no quiosque, enfim, no espaço de lazer, nos arranjos exteriores, enfim, tudo isso. E entendermos que a cidade tem que ser o mais possível um espaço de encontro e nunca um espaço em que, efectivamente, o desencontro é o que existe.”


Fig. 03: A Cooperativa Mãos à Obra, em Gondomar, projecto de Alfredo Costa Brandão e João Carlos Sarabando.

Foi esta perspectiva de aliança entre habitação e promoção do “encontro” natural, do não estar só ou de estar menos só numa vizinhança afirmada que equilibre uma sociedade tantas vezes ferozmente individualista, que se (re)constituiu, a seguir à Revolução de Abril, o Movimento Cooperativo Habitacional (MCH) português dedicado à "habitação económica", um movimento que se prolongou praticamente até aos dias de hoje, através de múltiplos problemas e incompreensões, uns mais genuínos do que outros. Mas hoje estamos numa altura de opções, numa altura em que a crise ou as crises, geram novamente necessidades críticas ao nível do habitar casa e cidade, necessidades estas muito provavelmente bem à medida das capacidades do MCH.

Isto porque, tal como concluiu, há alguns anos, Claus Hachmann, então presidente da Secção Cooperativa da ACI Europa para a Habitação (3):

(i) este movimento é pouco burocrático, baseando-se no voluntarismo do seus membros;

(ii) porque há intensa actividade social em muitos conjuntos cooperativos, pois os habitantes sentem-se “em casa” e identificados com a cooperativa;

(iii) porque há menos violência e vandalismo, pois a vizinhança funciona bem e as pessoas conhecem-se e respeitam-se;

(iv) porque há transparência, democracia e eficácia na gestão;

(v) porque há democracia nas opções tomadas;

(vi) e porque, frequentemente, as cooperativas habitacionais tomam conta dos seus membros quando envelhecem ou têm problemas de deficiência.

Foram citações retiradas de uma síntese que caracterizava o trabalho do MCH na Europa no final do século XX e que se julga ter caracterizado o trabalho extremamente significativo, em termos quantitativos e qualitativos, do Movimento em Portugal, sendo que, tal como também sublinhou Claus Hachmann, o presente e o futuro próximo do MCH europeu passa, seja pelo renovado serviço habitacional aos grupos sociais mais carenciados, incluindo a classe média em crise, seja pelo serviço habitacional diversificado a um amplo leque de novos grupos-alvo carenciados de condições de habitar especificamente adequadas, entre os quais se evidenciam, por exemplo, as famílias com muitos filhos, com filhos pequenos e as famílias monoparentais, os idosos que podem optar por viver em modelos de habitar cooperativos devido a razões económicas, sociais e culturais, os jovens que optem por formas alternativas de habitação e de vida diária e todas as outras pessoas socialmente sensíveis; mas sempre num quadro de total integração social e urbana.



Fig. 4 – A cooperativa HABITOVAR, 237 fogos, projecto de Pedro Ramalho, Alcino Soutinho, Bernardo Ferrão e Rolando Torgo.

Naturalmente que o MCH português e muitas dezenas de milhares de famílias muito devem ao trabalho das cooperativas associadas na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica - FENACHE -, uma entidade que sempre aliou a adequação das intervenções em termos socioculturais com a sua qualidade de integração urbana e de arquitectura.


Neste contexto e considerando a obra feita e a capacidade instalada das cooperativas da FENACHE, espera-se que haja clarividência para se perceber a grande importância estratégica de uma renovada e diversificada promoção cooperativa de Habitação de Interesse Social, numa perspectiva evidenciadamente qualitativa, promenorizada e bem integrada de disseminação de pequenas intervenções num tecido urbano cuja coerência e continuidade ganhará, teambém, com este tipo de intervenções.

Essa importância tem razões básicas, já apontadas neste texto, sendo hoje crucial e desejavelmente dirigida para parcerias que assegurem, por exemplo, condições de financiamento adequadas e terrenos urbanos estrategicamente localizados (para quem irá lá habitar e para as envolventes desvitalizadas) e a custos e com objectivos programáticos direccionados para o que está em jogo: viver melhor (n)a cidade em condições sociais e arquitectónicas naturalmente integradas e estimulantes e com custos aceitáveis, uma matéria referida, afinal, ao importante objectivo de se fazer cidade viva e "cidade de interesse social".

E esta "cidade de interesse social" é a única realmente integradora em termos sociais e físicos, por se tratar de um quadro urbano cujas vizinhanças e zonas conviviais serão, tendencialmente, tão intensamente habitadas como as respectivas habitações; condições estas extremamente adequadas ao serviço habitacional, em continuidade e socialmente sensível, que sempre foi disponibilizado pelo MCH português, e um serviço que é o principal garante de condições de habitar que apoiem activamente a integração social e cívica das pessoas e das famílias nele integradas.

Notas:

(*) O presente texto foi, em boa parte, adaptado a partir de um texto maior do autor, que foi realizado para constituir um capítulo de uma publicação sobre a história prática da habitação de interesse social portuguesa ainda não editada.
(1) Flávio Paiva, “Estudo de caracterização das cooperativas de habitação em Portugal”, in As Cooperativas de Habitação em Portugal, pp. 64 e 65.
(2) Vasco Folha, “Qualidade de empreendimentos de Habitação de Custos Controlados”, in Forum Habitação IV Encontro: Reflexão sobre a Promoção Habitacional Cooperativa", p. 43.
(3) Claus Jürgen Hachmann, “Housing co-operatives in Europe facing the challenges of the 21st century”, in Forum Habitação IV Encontro: Reflexão sobre a Promoção Habitacional Cooperativa", pp. 99 e 100.

Notas editoriais:

(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.
(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.
(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.
(iv) Para ser possível a edição de imagens no Infohabitar, elas são obrigatoriamente depositadas num programa de imagens - é usado o Photobucket; onde, devido ao grande número de imagens, se torna difícil registar as respectivas autorias. Desta forma salienta-se que, caso se pretenda usar essas imagens, se consultem os artigos do Infohabitar onde, sistematicamente, as respectivas autorias são registadas. Sublinha-se, portanto, que os vários albuns do Photobucket que são geridos pelo editor do Infohabitar constituem bancos de dados do Infohabitar, sendo essas imagens de diversas autorias, apontadas nos artigos do Infohabitar, pelo que deve haver todo o cuidado no seu uso; havendo dúvidas um contacto com o editor será sempre esclarecedor abc@lnec.pt

Infohabitar a Revista do Grupo Habitar

Infohabitar, Ano VIII, n.º 397

Editor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho

Lisboa, Encarnação - Olivais Norte









domingo, junho 03, 2012

Cidade, Habitação, Território e Desenvolvimento - 2.º CIHEL no LNEC - Infohabitar 396

Infohabitar n.º 396

2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL


Fig. 00


Atenção a 1.ª Chamada de Comunicações termina já em 1 de Julho de 2012, o leitor  tem, portanto, já menos de um mês para enviar um resumo com proposta de comunicação; consultar no site ou neste artigo mais informações e enviar resumo para comunicacoes2cihel@lnec.pt

  • Congresso,13 a 15 de março de 2013
  • Workshop, 11e 12 de março

O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2.º CIHEL) está ser organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em associação com o Grupo Habitar, com o apoio de um número crescente de individualidades e entidades públicas e privadas e será realizado no Centro de Congressos do LNEC entre 13 e 15 de março de 2013, salientando-se que em 11 e 12 do mesmo mês decorrerá, também no LNEC, um Workshop sobre as temáticas a tratar no Congresso.


Fig.01

O Congresso conta, desde já, com a cooperação de investigadores e técnicos de diversos Núcleos do LNEC e do FUNDCIC – Fundo para o Desenvolvimento das Ciências da Construção, e com o apoio/patrocínio institucional do Centro de Investigação em Arquitectura e Áreas Metropolitanas CIAAM, do Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE-IUL, e da Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território - Instituto do Território (IT). Outros apoios e parcerias estão já numa fase muito avançada de desenvolvimento e serão, em breve, divulgados.

No 2.º CIHEL pretende-se assegurar uma abordagem ampla e multifacetada da temática “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, estruturada em oito temas para os quais foi já aberta uma primeira chamada de comunicações, que terminará no próximo dia 2 de julho de 2012. A temática escolhida foi considerada bastante útil numa altura em que, no grande quadro dos países da lusofonia, há ainda críticas carências habitacionais e de ordenamento urbanístico, e tendo-se presente a forte influência da construção/reabilitação habitacional e de um crescimento urbano ordenado no desenvolvimento sustentado de um país, assim como a necessidade de se dirigir esta ferramenta de dinamização económica para caminhos socioculturais adequados a cada contexto nacional, regional e local e que visem a mitigação dos respectivos e principais problemas em termos de habitabilidade e urbanidade.



Fig. 02

O 1.º CIHEL teve um perfil informativo sobre um determinado conjunto de temáticas habitacionais e urbanas, pretendendo-se, agora, com este 2.º CIHEL, cujo título significativamente abre o leque da matéria em discussão, para o grande tema “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, uma abordagem mais ampla e diversificada dessas temáticas, seja nas suas bases constituintes, seja na sua influência, desejavelmente positiva, num desenvolvimento equilibrado, mas expressivo, dos respetivos países.

Para desenvolvimento no 2.º CIHEL, sob a forma de comunicações - com resumos a enviar para comunicacoes2cihel@lnec.pt até 1 de julho de 2012 (1.ª chamada, salientando-se que quem envie o resumo até esta data terá a resposta garantida,por parte da Comissão Científica até 30 de Julho, podendo, assim, dispor de mais tempo para as eventuais solicitações de apoio para inscrições e deslocações); chama-se, ainda, a atenção dos autores de resumos para a escrita do endereço do mail acima registado, que esteve erradamente definida no documento em word com instruções para envio dos resumos e que é comunicacoes2cihel tudo de seguida, sem ponto.

Propõem-se os seguintes oito temas para discussão no Congresso e envio de comunicações, referidos de a) a h).



Fig. 03

a) Programas e políticas urbanas e habitacionais: apresentar e discutir programas e políticas urbanas e habitacionais associadas à temática do congresso, considerando as políticas públicas e sectoriais e a importância da reabilitação e da gestão, considerando uma realidade marcada, frequentemente, por necessidades críticas e por reduzidos meios de ação, e tendo em conta uma perspetiva associada ao desenvolvimento da sociedade e aos amplos objetivos de sustentabilidade.



Fig. 04

b) Cidade habitada, território e ambiente: desenvolver ligações entre ambiente, acessibilidades numa perspetiva multimodal, território, paisagem e uma cidade viva, que se deseja possa ser dinamizadora de um desenvolvimento sustentável, coerente e integrado e aliado da paisagem natural. A investigação e a formação sobre a cidade e a evolução do habitat humano, tendo em conta o "novo" mundo urbano, de megacidades e megaperiferias. Considerar a cidade como espaço de vida, de cultura, de vitalização territorial, para a competitividade e coesão social e territorial. Ter em conta os equilíbrios: cidade-campo; cidade habitada - cidade industriosa; e mundo urbano dinâmico - ambiente adequado, considerando também as estratégias de adaptação e mitigação face a riscos naturais e tecnológicos.


Fig. 05

c) Da urbanidade no espaço público à cidade informal: aprofundar as perspetivas de humanização do mundo urbano, como espaço bem habitado e equipado, tendo em conta dibersos perfis de infraestruturação e as potencialidades do espaço público e dos serviços urbanos e sociais. Desenvolver os aspetos de análise, reorganização, acupuntura urbana e preenchimento positivo da cidade, atendendo a fatores de segurança. Considerar formas mais adequadas de reabitar o centro e reordenar periferias. Apresentar e discutir processos e ações de intervenção e reurbanização na "cidade informal", a promoção de um sentimento de pertença e a prevenção contra a criminalidade e as incivilidades.



Fig. 06

d) O habitar nas comunidades rurais: a caracterização do habitar nas comunidades rurais, considerado como padrão urbano determinante e vitalizador na organização das sociedades em desenvolvimento,e como processo emergente em contextos já mais estruturados, mas marcados por uma crescente sensibilidade sobre o ambiente e pela reinterpretação de velhos modos de vida e pela perspetiva do “regresso ao campo”.


Fig. 07

e) Da habitação de interesse social à diversificação tipológica: visar a discussão do direito, do acesso e do apoio à habitação e as práticas mais adequadas aos diversos atores sociais, institucionais e económicos associados à promoção habitacional. Perspetivar uma diversificação e adequação estratégica das soluções habitacionais (da habitação à vizinhança). Discutir as opções de realojamento mais adequadas. Considerar a relação entre soluções habitacionais, modos de vida e exigências funcionais e de conforto – tendo em conta velhas e novas formas de habitar, desejos e necessidades e relações entre família e vizinhança e entre vizinhança e cidade. Ter em conta as inovações nos modos de vida e o papel e a integração das novas tecnologias na cidade e no espaço doméstico.


Fig. 08

f) Integrar a reabilitação urbana e habitacional: visar a relação entre habitar e reabilitar, considerando a múltipla importância do construir no construído e do preenchimento e da densificação no incremento de uma ampla sustentabilidade urbana, abrangendo ainda a questão dos vazios urbanos. Considerar as principais ferramentas da reabilitação urbana e habitacional com destaque para as análises de habitabilidade. Perspetivar uma reabilitação urbana e habitacional vitalizadora, socialmente integradora, funcionalmente diversificada e valorizadora.


Fig. 09

g) Sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção: apresentar e discutir sistemas, processos, tecnologias e materiais direcionados para a construção nova e para a reabilitação habitacional e urbana, considerando aspetos ligados à relação custo-benefício e, designadamente, à escassez de recursos, às técnicas e meios localmente disponíveis e à adequação em termos de conforto ambiental; considerar a ligação destas matérias às diversas facetas da sustentabilidade – ambiental, económica e sociocultural.


Fig. 10

h) Práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional: adaptação das comunidades e dos habitantes às propostas urbanísticas e arqutetónicas; o desgaste das soluções construtivas e a quantificação do investimento na manutenção; a evolução de usos e necessidades urbanas e domésticas; a relação com os moradores e a respetiva participação; a aplicação de diversos processos de análise da satisfação, com destaque para Avaliação Pós-Ocupação (APO). A multidisciplinaridade na intervenção urbana e habitacional.

Para todos os esclarecimentos recomenda-se a visita ao site do Congresso, disponível em http://2cihel.lnec.pt/

Salienta-se que a primeira chamada de resumos para comunicações terminará no final do mês de Junho e que estes deverão ser enviados, segundo a regras referidas no site - http://2cihel.lnec.pt/ - até o dia 1 de julho de 2012, para o seguinte endereço eletrónico/Email:  comunicacoes2cihel@lnec.pt
Atenção: sem pontuação/ponto entre comunicacoes e 2cihel (comunicacoes2cihel tudo seguido)

Os resumos devem ser enviados em português – aceitam-se resumos em espanhol, francês e inglês (não estando, no entanto, prevista tradução simultânea) – em formato [.doc], destacando o tema em que se insere o trabalho (Tema A a H). Devem ser seguidas as regras de elaboração e edição do resumo a disponibilizar no site da Conferência - resumo com um máximo de 600 palavras (1 pg. A4), mais uma breve nota curricular com o máximo de 150 palavras.

Antecedendo o Congresso, em 11a 12 de março, terá lugar um workshop sobre a mesma temática, que integra uma visita técnica na área da Grande Lisboa. Durante o Workshop e o Congresso terá lugar, no grande átrio do Centro de Congressos do LNEC, uma exposição sobre as temáticas do 2.º CIHEL. O Congresso contará com conferencistas convidados e um amplo conjunto de comunicações estruturadas nos oito temas apontados nesta circular. Estão também previstas visitas pós-congresso, a realizar no sábado (16 de março de 2013).

Pretende-se, assim, disponibilizar um fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias; e um fórum com o máximo de potencial de continuidade, havendo, já, iniciativas em curso nesse sentido e que serão oportunamente divulgadas.


Fig. 11

O Congresso decorrerá no Centro de Congressos integrado no Campus do LNEC, que conta com excelentes acessibilidades, tem estacionamento fácil, e está situado numa zona central de Lisboa, próxima do Aeroporto da Portela e a 10 minutos a pé de uma estação de Metro; integra-se no agradável Bairro de Alvalade (ver localização ), sendo possível o alojamento em hotéis aí existentes.

A estrutura promotora, de divulgação e organizativa do Congresso inclui uma Comissão de Honra, uma Direção, um Secretariado Permanente do CIHEL, uma Comissão Consultiva, uma Comissão Científica, uma Comissão Organizadora Internacional, uma Comissão Organizadora e um Secretariado Geral.

A Presidência do 2.º CIHEL será brevemente divulgada.

A Comissão de Honra do 2.º CIHEL está em constituição.

A Direção do 2.º CIHEL é assegurada por António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); e Jorge Grandão Lopes (LNEC).

A Comissão Científica do 2.º CIHEL está praticamente formada, é multidisciplinar e integra pessoas de diversas entidades e nacionalidades, e é presidida pelo Arq.º Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH).

A Comissão Consultiva do 2.º CIHEL está também quase formada e é presidida pela Arq.ª Helena Roseta, Vereadora da Habitação e do Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Lisboa, que presidiu ao 1.º CIHEL.

A Comissão Dinamizadora Internacional, também quase formada, é presidida pelo Prof. Arq.º António Gameiro, da Universidade Agostinho Neto e Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola, que foi um dos principais elementos do 1.º CIHEL.

O Secretariado Permanente do CIHEL é constituído por: Ana Vaz Milheiro (ISCTE-IUL e CIAAM); Anselmo Cani (UEM); António Baptista Coelho (LNEC e GH); António Gameiro (UAN); António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH); Estanislau Silva Ferreira (MIGB); Francisco Oliveira (FAUTL e CIAUD); João Filgueiras Lima; José Dias; Khaled Ghoubar (FAU-USP e GH); Manuel Correia Fernandes (FAUP e GH); Margarida Louro (FAUTL e CIAUD); Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH); Sheila Walbe Ornstein (FAU-USP e Museu Paulista USP); Teresa Madeira (ISCTE-IUL e CIAAM); Vasco Rato (ISCTE-IUL e CIAAM).

A Comissão Organizadora do 2.º CIHEL tem a seguinte constituição: António Baptista Coelho (DED/NAU-LNEC e GH) - presidente; Ana Pinho (DED/NAU -LNEC); António Vilhena (DED/NRI);
Elisabete Arsénio (DT/NPTS -LNEC); Fedra Camilo (DSLM/DIDCT-LNEC); Helder David (DSLM/DIDCT-LNEC); João Branco Pedro (DED/NAU-LNEC); João Lutas Craveiro (DED/NESO-LNEC e GH); João Portugal (DG/NBOA e Coop. LNEC-IPAD-LABPLOP); Manuela França Martins (ORG/GRPT-LNEC); Margarida Louro (CIAUD e FAUTL); Pedro R. B. Coelho (GH); Rita Morgado (DSLM/DIDCT-LNEC); Teresa Fonseca (FUNDCIC); Teresa Madeira da Silva (ISCTE-IUL).


Fig.12

A renovação do logótipo do CIHEL foi realizada, tal como aconteceu com o desenvolvimento do logótipo do 1.º CIHEL, no âmbito das atividades letivas da turma do 11.º DG, do Curso Profissional de Técnico de Design Gráfico da Escola Secundária (ES) de Sacavém – uma ES que integra, habitualmente, numerosos alunos ligados a diversos países da lusofonia – com o apoio directo das Professoras Arq.ª Isabel Guardado e Dr.ª Isabel Romana.

Aspectos a salientar no 2.º CIHEL

Sublinha-se que a ideia que está na base do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2.º CIHEL), e que iremos tentar desenvolver e comentar em próximos artigos no Infohabitar e em outros meios de divulgação, não é, apenas, proporcionar mais um encontro de discussão sobre as matérias do habitar falado em português, perspectiva esta que, seria mesmo assim muito útil e oportuna, pois que oportunidades para discutir esta matéria nesta perspectiva são, incrivelmente, muito raras entre nós.

Pretende-se também com o 2.º CIHEL, e tal como se apontou no início deste artigo, assegurar uma abordagem ampla e multifacetada da temática do "habitar" no quadro da lusofonia, discutindo-o numa perspectiva, julgada correcta e vital, de “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, que tem em conta, seja as ainda críticas carências (qualitativas e quantitativas) habitacionais e de ordenamento urbanístico, existentes de forma diversificada praticamente em todo o mundo onde se fala português, seja a fortíssima influência dos sectores ligados à construção/reabilitação habitacional e ao desenvolvimento urbano ordenado e humanizado, no desenvolvimento sustentado de um país, numa perspectiva que, naturalmente, respeite cada contexto nacional, regional e que aproveite todas as sinergias possíveis e estratégicas entre os meios ao dispor de cada potencial parceiro - nacional, regional e local - com o objectivo da expressiva melhoria das condições de habitabilidade e urbanidade actualmente existentes.

E assim se salienta o perfil visado para o 2.º CIHEL - para ele próprio e no seu papel de refundação e dinamização do próprio Congresso como actividade com expressiva continuidade de actividades -, que é o de uma reunião técnica e científica extremamente ligada à sociedade e aos seus principais protagonistas, concretizando-se um Congresso que seja catalizador de um activo fórum de dinamização de contatos, parcerias e discussão e transferência de conhecimentos, entre responsáveis por entidades oficiais e privadas, técnicos, promotores, investigadores, projetistas, construtores e industriais ligados a estas matérias no mundo da lusofonia; um fórum com o máximo de potencial de continuidade, e que, desde já, está a polarizar um conjunto muito interessante de importantes iniciativas, que irão decorrer simultaneamente ao Congresso e sobre as quais haverá, em breve, notícias.


Lisboa e LNEC, em 31 de maio de 2012 - edição em 3 de junho de 2012

António Baptista Coelho (LNEC e GH), Presidente da Com. Organizadora e Direção do 2.º CIHEL

Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM e GH), Presidente da Comissão Científica do 2.º CIHEL

António Reis Cabrita (LNEC, UCP e GH), Direção do 2.º CIHEL

Jorge Grandão Lopes (LNEC), Direção do 2.º CIHEL


Informações complementares:

LNEC, Apoio à Organização de Reuniões - Secretariado do 2.º CIHEL

LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa,

Email: organizacao2cihel@lnec.pt - Telefone: +351 218 443 483 - Fax: +351 218 443 014


Notas editoriais:


(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.

(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.

(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.

(iv) Para ser possível a edição de imagens no Infohabitar, elas são obrigatoriamente depositadas num programa de imagens - é usado o Photobucket; onde, devido ao grande número de imagens, se torna difícil registar as respectivas autorias. Desta forma salienta-se que, caso se pretenda usar essas imagens, se consultem os artigos do Infohabitar onde, sistematicamente, as respectivas autorias são registadas. Sublinha-se, portanto, que os vários albuns do Photobucket que são geridos pelo editor do Infohabitar constituem bancos de dados do Infohabitar, sendo essas imagens de diversas autorias, apontadas nos artigos do Infohabitar, pelo que deve haver todo o cuidado no seu uso; havendo dúvidas um contacto com o editor será sempre esclarecedor abc@lnec.pt

Infohabitar a Revista do Grupo Habitar

Infohabitar, Ano VIII, n.º 3965

Editor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho

Lisboa, Encarnação - Olivais Norte