terça-feira, setembro 17, 2019

Esboços recentes de árvores e edifícios II – Infohabitar 702


Infohabitar, Ano XV, n.º 693                     

Esboços recentes de árvores e edifícios II – Infohabitar 693


por António Baptista Coelho (imagens e textos)

Nota prévia:
A Série “Habitar e Viver Melhor”, assim como outras temáticas teórico-práticas nas áreas específicas da “arquitectura do habitar” - matéria, como sabemos, “central” na edição da Infohabitar - serão retomadas dentro de algumas semanas, salientando-se que, por agora, a nossa revista continuará a desicar-se a uma edição "multicomentada" de esquissos/desenhos, seja numa perspectiva da própria prática do desenho livre, seja considerando os aspectos de arquitectura e de habitar que estejam, eventualmente, associados a cada tema desenhado.

O editor da Infohabitar


Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria (ainda que esta, sendo sempre relativa, exige muita paciência e obrigaria a muitas mais horas de prática).

Salienta-se que boa parte dos esboços aguarelados que se seguem foram realizados na zona central e "verde", do bairro de Olivais Norte em Lisboa, um bairro modernista exemplar (de cerca de 1955/1965, considerando o respetivo projeto), e talvez "o bairro" modernista exemplar português, que é urgente requalificar e dar a conhecer pois alia a uma excelente qualidade de vida e a uma arquitetura urbana original e extremamente qualificada, uma evidente atualidade nas suas preocupações de sustentabilidade ambiental  - ex., intervenções multidisciplinares integrando arquitetos paisagistas integração expressiva de verde urbano em grande "manchas" mais simples de manter, orientação dos edifícios segundo o movimento aparente do Sol de modo a "rentabilizar" a respetiva insolação dos espaços das habitações.




Fig. 01: Como um "teatro" a primeira fila de grandes árvores prepara e enquadra a "cena" de sequências bem "coladas" de espaços verdes e edificados, espaços estes onde as árvores são já mais pequenas e existem também grandes arbustos. Fotografou-se todo o caderno para se ter uma ideia da versatilidade associado ao desenho num caderno A6, que desdobrado, como é o caso, permite desenhos A5 (já razoáveis em termos dimensionais); cabe num bolso e numa pequena bolsa, vai connosco para todo o lado sem problemas e guarda os desenhos em segurança - atenção que nem todos os desenhos que têm sido aqui apresentados foram realizados neste formato, havendo uma variação entre o A6 e o A3 (menos frequentes).




Fig. 02: É aqui bem patente a mistura orgânica. "natural" e visualmente estimulante de diferentes espécies de verde urbano (árvores maiores e menores, grandes e pequenos arbustos e cobertura de solo). O esboço/desenhoprocurou usar, com alguma naturalidade, os negros nas sombras próprias e projetadas; e conseguiu-se neste esboço uma tonalidade global julgada interessante, entre os verdes e so castanhos rosados. 



Fig. 03: O, já referido, "entremear" entre grandes blocos duplos  -  fundidos por extensas galerias comuns com acessibilidade alternativa (é também possível aceder aos fogos por comunicações verticais) - e conjuntos de árvores e grandes arbustos que propiciam uma estimulante paisagem de proximidade ás habitações contíguas. No esboço procurou-se jogar com um estimulante contraste entre traços bem "negros" e zonas texturadas com tais traços (mais em primeiro plano) e manchas de cor razoavelmente uniformes, sendo tal uniformidade mais marcante nas paredes dos edifícios - a construção é naturalmente muito mais uniforme nas suas cores do que os elementos da natureza.



Fig. 04: sendo embora este artigo dedicado ao tema da  relação entre árvores e edifícios, esta imagem quer relevar o interesse da existência de paisagens "naturais" humanizadas e parcialmente "construídas", em que a escala de uso e de imagem é muito dada pelos bancos de jardim e mesmo pela dimensão do perfil dos respetivos caminhos. O desenho, premeditadamente, muito livre e "simplificado", procurou apostar nos contrastes naturais entre algumas manchas e o traçar em primeiro plano, neste caso servido pelo uso de "marcadores". 



Fig. 05: é extremamente interessante proporcionar num meio urbano consolidado a possibilidade de deambular,  prazenteiramente, por caminhos cujos meandros construídos nos fazem lembrar percursos mais naturais, numa natureza "reforçada", projetualmente (arquitetura pisagista) em termos de cores e de texturas distintas; e o desenho investe nestes aspetos, desde a procura do evidenciar do "caminho", que nos leva a mergulhar no desenho, à perspetiva tentada com tal caminho, com as árvores e com a maior nitidez em primeiro plano e menor no fundo, e ainda com o aproveitar das texturas pormenorizadas e expressivas e as cores quentes em primeiro plano.




Fig. 06: trata-se aqui de um apontamento muito livre (faltam as pequenas vias de acesso local) dedicado aos impasses residenciais que envolvem o coração "circular" de Olivais Norte, constituídos por alongadas e muito humanizadas bandas de edifícios arquitetonicamente despojados, mas que se "casam" perfeitamente com uma extensa mancha de pinhal. Árvores e edifícios numa integração que se procurou apontar neste esquisso aguarelado.



Fig. 07: árvores e edifícios, dando-se primazia àquelas no coração/pulmão "verde" do Bairro de Olivais Norte, num ensinamento ainda hoje bem vivo e excelente em termos de qualidade de vida diária que, infelizmente, pouca "escola" fez. O desenho procurou sublinhar o espetáculo sazonal e diário das estações, estando os velhos  ainda atrasados na sua folhagem no início da Primavera; o desenho apostou nos traços negros e acentuados que procuram seguir as expressivas verticais livremente ramificadas dos altos e velhos choupos.


Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 693

Esboços recentes de árvores e edifícios II – Infohabitar 693


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no LNEC
Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa


Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).


terça-feira, setembro 10, 2019

Esboços de pormenor livres e recentes – Infohabitar 701

Infohabitar, Ano XV, n.º 701

Esboços de pormenor livres e recentes – Infohabitar 701

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  em finais de setembro)
Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria –ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática, que é sempre agradável, há que confessar; mas o tempo tem limites.

Notas prévias à presente edição:
Que não se estranhe o tútulo deste artigo e a relativa diversidade dos seus conteúdos: designam-se de "esboços de pormenor", esquissos exteriores e interiores baseados em variados elementos/temas - de árvores a vasos com plantas, de edifícios a veículos e de perspetivas de rua a uma pequena "rua" doméstica.
Afinal, trata-se. em todos os casos de apontamentos que foram suscitados e, sequencialmente,"fixados", devido a aspetos de pormenor específicos: mais de enquadramento e/ou mais protagonistas.
E em qualquqer um dos casos são esquissos "livres", embora se confesse que a temática do pormenor exige expressiva atenção na observação e significativa paciência no apontamento.


Fig. 01: o tema de pormenor foi, aqui, o relativo maciço de árvores nos primeiros planos, que preparam e compõem uma vista perspetivada que remata com a préexistência de parte de um antigo aqueduto; houve também, aqui a tentativa de compor uma base de cores/texturas no "chão" que desse, apenas, a ideia de uma mistura de folhas e terra, de modo a que quase toda a atenção fosse dedicada às árvores e à construção, aliás tratadas quase com a mesma tonalidade bem evidenciável. Urbanisticamente trata-se de uma tão excelente como quase única mistura entre natureza e construção que é possível ser observada em Olivais Norte, Lisboa.

Fig. 02: aqui o tema é uma paisagem tão interior, na realidade (pois trata-se da parte superior de um armário doméstico), com "exterior" na temática proposta, pois temos um vaso com uma planta e depois, em segundo plano o apontamento de uma paisagem da Praia da Nazaré, com base numa pintura a óleo (e a referida planta quase funciona também como elemento do quadro, acrescentando profundidade estratégica à composição); e aponta-se, também uma escultura em madeira que funciona em termos de contraste cromático e volumétrico, para além de carregar um pouco o esboço com algum estímulo/sentido de curiosidade. E é sempre interessante e muio enriquecedor povoar as nossas paisagens domésticas com estas micropaisagens "exteriores" e criativas.   

Fig. 03: neste esquisso a ideia de pormenor exterior decorre de um apontamento lateral, mas em primeiro plano, que procura ser marcado por texturas de tijolo e fortes elementos estruturais (pilares e vigas de betão); depois vem o plano intermédio do verde "urbano" e, ainda depois, o plano final de um outro edifício próximo; e também se procurou apontar a diversidade de texturas naturais e construídas. E o tema urbano , novamente, uma "praceta natural" do excelente modernista pequeno bairro de Olivais Norte em Lisboa.

 
Fig. 04: aqui os pormenores são a sequência de arcos do troço de velho aqueduto, já acima referido, e que contrasta em termos de formas gerais e de sentido de preexistência com o fundo de "novos" edifícios modernistas (dos anos de 1960); mas também o "jogo" gráfico que se procurou desenvolver com os dois apontamentos realizados com distintas orientações e que fazem talvez despertar interesse específico pelos diversos elementos em presença - arcos preexistentes, edifícios e verde urbano.  

Fig. 05: os pormenores com que se jogou neste apontamento são as árvores "cenicamente" dispostas e volumetricamente expressas através de sombras próprias e fortes e gráficas sombras projetadas, contrastando com o apontamento cromático das formas humanas.

Fig. 06: uma simples tentativa de apontamento de veículos, cujas formas "maquinais" contratsam fortemente na paisagem urbana; a ideia tem sido e será (pois considera-se que há ainda um longo caminho gráfico a ser percorrido), procurar "fixar" ("figer", em francês) o essencial da presença dos automóveis, que dão natural sentido ao apontamento das suas vias (bem presentes na pasaigem urbana), mas sem lhes dar especial importância - sem terem, portanto, presença excessiva. 

Fig. 07: e, finalmente, neste artigo, o que em cima, nas notas prévias, se designou de uma "pequena rua doméstica"; um espaço interior cheio de perspetiva onde ainda não se avançou com coragem na expressão de mais algumas sombras; mas, afinal, o processo de desenho/esquisso é, isso mesmo, um processo e uma continuidade.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 701

Esboços de pormenor livres e recentes – Infohabitar 701


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

quinta-feira, setembro 05, 2019

Informação Infohabitar: sem numeração

Caros leitores da Infohabitar a nossa revista retomará a sua edição regular e semanal, logo bem cedo, às terças-feiras, no próximo dia 10 de setembro,

Saudações calorosas,
António Baptista Coelho
Editor da Infohabitar

sexta-feira, agosto 30, 2019

Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700

Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  em breve)
E chegámos ao n.º 700 da nossa revista semanal:
Parabéns a todos os leitores!

Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria –ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática (sempre agradável, há que o confessar).

Nota específica ao presente artigo: 
Os esboços que se seguem abordam um tema que nos é caro, referido à ligação, desejavelmente íntima e estimulante, entre edifícios e vizinhanças de proximidade, construindo "unidades" cujos projectos raramente foram desenvolvidos como tal, como verdadeiras unidades.
Mas boa parte dos esboços que se seguem focam-se em esquissos muito livres de "amálgamas" de edifícios entre os quais haverá espaço "livre", mas confinado, e desejavelmente tão acolhedor como funcional.
Trata-se, naturalmente, de um tema que iremos aprofundar e desenvolver em outros artigos.  

Fig. 01: mais do que o esboço que apenas se entrevê, é o próprio ambiente que suscita o esboço destas temáticas, num interior tão "urbano", como outros exteriores deverão ser "Íntimos" ou mesmo "domésticos". 

 
Fig. 02: a partir de uma imagem extremamente gráfica e depurada, existente num cartaz (relativo ao 4.º CIHEL), procurou-se libertar um esboço tão focado num exterior público bem caracterizado e à escala humana, como nos interiores domésticos que o confinam e também o caracterizam.

Fig. 03: este esboço estava-me prometido há muito tempo, baseado em muitas, dispersas e extremamente diversificadas observações - desde imagens de zonas clandestinas a pequenas miniaturas em casa de árvore trazidas do Brasil; trata-se de uma espécie de jogo urbano e doméstico de pequena escala (e msmo o esquisso é bem pequeno).

Fig. 04: uma cena urbana, ou paisagística, ou doméstica ou préexistencial ("ruína"), tudo integrado numa cena urbana, paisagística, doméstica e preexistencial; em termos de técnica de desenho usou-se um papel de aguarela bem grosso e razoavelmente texturado; o formato é A4.  

Fig. 05: uma excepção ao desenho no local real ou imaginado; um desenho feito em parte de memória em parte a partir de um postal - Guadalupe, Espanha.

Fig. 06: voltamos a uma espécie de jogo urbano e doméstico de pequena escala, aqui levado um pouco à saturação de uma expressiva densidade e diversidade edificada e até cromática, num "jogo/esquisso", que procura apontar alguma perspectiva (em termos de "ponto de fuga" e de nitidez/difusão entre primeiros e últimos planos). 

Fig. 07: novamente o jogo urbano e doméstico de pequena escala, mas aqui mais equilibrado e pacífico; procurando-se um grafismo bem definido e contrastado entre edifícios e árvores ("imitado" da miniatura de casca de árvore que serviu de modelo/inspiração)

 Fig. 08: um dos apontamentos mais esboçados (até agora) desse jogo urbano e doméstico de pequena escala, aqui muito delimitado ao apontar dos diversos elementos: água/azul; pavimento/terra; edifícios de habitação separados/evidenciados por pequenas travessas urbanas; verde/árvores; céu/novamente em azul.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 700

Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



Revista da GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

sexta-feira, agosto 23, 2019

Esboços recentes de pássaros II – Infohabitar 699

Infohabitar, Ano XV, n.º 699

Esboços recentes de pássaros II – Infohabitar 699

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  em breve)
Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria –ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática (sempre agradável, há que confessar).
Salienta-se que boa parte dos esboços aguarelados que se seguem foram realizados na zona central e "verde", do bairro de Olivais Norte em Lisboa, um bairro modernista exemplar (de cerca de 1955/1965, considerando o respetivo projeto), e talvez "o bairro" modernista exemplar português, que é urgente requalificar e dar a conhecer pois alia a uma excelente qualidade de vida e a uma arquitetura urbana original e extremamente qualificada, uma evidente atualidade nas suas preocupações de sustentabilidade ambiental  - ex., intervenções multidisciplinares incluindo (à data, lembra-se) arquitetos paisagistas integração expressiva de verde urbano em grande "manchas" mais simples de manter, e orientação dos edifícios segundo o movimento aparente do Sol de modo a "rentabilizar" a respetiva insolação dos espaços das habitações.
Nota específica ao presente artigo: naturalmente que os seguintes esboços de pássaros resultam de momentos de observação real, incluindo alguns apontamentos rápidos no local e/ou até o apontar de uma ideia/observação específica, seguindo-se o respectivo desenvolvimento esboçado, realizado por vezes noutro lugar e em outro horário.
Os esboços de base foram todos realizados muito cedo, entre as 6.50 e as 7.30 da manhã.
Os esboços originais são, sensivelmente e com excepções, da dimensão das imagens apresentadas.


Fig. 01: o tema dos pombos, frequentemente preterido ao dos melros, mais elegantes e "gráficos"; mas os pombos são bem interessantes a voar e as posições de cabeça são igualmente estimulantes para o esboço.

 
Fig. 02: uma maritaca (talvez a mesma !?) que nos tem acompanhado (a mim e ao meu cão), frequentemente, e bem de manhã, voando de ramo em ramo e de árvore em árvore enquanto nos vai dizendo o que não percebemos; e há cada vez mais maritacas em Olivais Norte.

Fig. 03: não perguntem que pássaros são: entre gaivotas, melros e mesmo pombos (mas mais elegantes); um exercício bem livre de formas e de cores, evitando-se que estas sejam "a mais".



Fig. 04: novamente um exercício livre de formas e cores (contidas), talvez pouco conseguido, mas interessante pelas ideias que aponta; e talvez este apontar de ideias seja o mais interessante nos "apontamentos" desenhados que fazemos.

 
Fig. 05: uma simulação de um econtro entre um melro e uma maritaca, à escala de proximidade de um pequeno tronco de árvore; a maritaca é a protagonista, enquanto o melro se funde na "paisagem".

Fig. 06: um apontamento, quase caricatural, de dois melros tornados azuis numa aproximação ao verde da árvore que os envolve; um traço negro que, praticamente, é o mesmo, brincando na construção dos vários temas do desenho.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 699

Esboços recentes de pássros II – Infohabitar 699


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



Revista da GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

sexta-feira, agosto 16, 2019

Esboços recentes de pássaros I – Infohabitar 698

Infohabitar, Ano XV, n.º 698

Esboços recentes de pássaros I – Infohabitar 698

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  dentro de algumas semanas)
Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria – ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática (sempre agradável, há que confessar).
Salienta-se que boa parte dos esboços aguarelados que se seguem foram realizados na zona central e "verde", do bairro de Olivais Norte em Lisboa, um bairro modernista exemplar (de cerca de 1955/1965, considerando o respetivo projeto), e talvez "o bairro" modernista exemplar português, que é urgente requalificar e dar a conhecer pois alia a uma excelente qualidade de vida e a uma arquitetura urbana original e extremamente qualificada, uma evidente atualidade nas suas preocupações de sustentabilidade ambiental  - ex., intervenções multidisciplinares incluindo (à data, lembra-se) arquitetos paisagistas integração expressiva de verde urbano em grande "manchas" mais simples de manter, e orientação dos edifícios segundo o movimento aparente do Sol de modo a "rentabilizar" a respetiva insolação dos espaços das habitações.

Nota específica ao presente artigo: naturalmente que os seguintes esboços de pássaros resultam de momentos de observação real, incluindo alguns apontamentos rápidos no local e/ou até o apontar de uma ideia/observação específica, seguindo-se o respectivo desenvolvimento esboçado, realizado por vezes noutro lugar e em outro horário.
Os esboços de base foram todos realizados muito cedo, entre as 6.50 e as 7.30 da manhã.
Os esboços originais são, sensivelmente, da dimensão das imagens apresentadas, tal como é visível na Fig. 07.

Fig. 01: um apontamento muito livre e gráfico, e assumidamente "pouco nítido", que parece aproximar-se da "ideia" de movimentos, das aves e da árvore; um apontamento que inclui vários meios gráficos.


Fig. 02: pássros e "verde" numa escala de proximidade, um enquadramento quase "macro", uma espreitadela debaixo dos arbustos; e vão-se ensaiando modos gráficos de apontar os melros.

Fig. 03: um desenho talvez mais "sensível", com um traço que vai "falhando" de propósito, mais intenso aqui, mais leve ali; e um contraste entre o esboço do melro, a azul e negro, e do tronco de árvore, castanho e verde, mas unificado pelo traço negro geral. 

 
Fig. 04: um enqudramento quase ensaiado, mas baseado numa visão fugaz e térrea, apontada por escrito e seguidamente desenhada: primeiro a traço negro, depois a cor.

 
Fig. 05: uma tentativa de maior liberdade, com base em vistas momentâneas de melros em movimento; uma procura de captura desse movimento com manchas de cor e traços negros sobrepostos; tons mais fortes e calorosos em primeuro plano acentuando a profundidade.

 
Fig. 06: a expressão da "pequena escala" de um melro pousado sobre ramo com folhagem - folhas acentuadas a negro, reforçam essa ideia.

 
Fig. 07: a tal referência à escala/dimensão real de boa parte dos esboços aqui apresentados; e um esboço muito livre e pouco definido, vendo-se à esquerda uma pequena miniatura prévia e de enquadramento.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 698

Esboços recentes de pássaros I – Infohabitar 698


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

sexta-feira, agosto 09, 2019

Edição não numerada

Aviso aos leitores:
Durante as próximas 3 semanas - e devido a férias de Verão - a Infohabitar continuará a ser editada, mas em intervalos editoriais distintos dos habituais; por exemplo, muito provavelmente a próxima edição será realizada no dia 16 de agosto, sexta-feira.

Saudações calorosas,

António Baptista Coelho
Editor da Infohabitar

terça-feira, agosto 06, 2019

Esboços recentes de árvores – Infohabitar 697

Infohabitar, Ano XV, n.º 697

Esboços recentes de árvores – Infohabitar 697

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  dentro de algumas semanas)
Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria –ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática (sempre agradável, há que confessar).
Salienta-se que boa parte dos esboços aguarelados que se seguem foram realizados na zona central e "verde", do bairro de Olivais Norte em Lisboa, um bairro modernista exemplar (de cerca de 1955/1965, considerando o respetivo projeto), e talvez "o bairro" modernista exemplar português, que é urgente requalificar e dar a conhecer pois alia a uma excelente qualidade de vida e a uma arquitetura urbana original e extremamente qualificada, uma evidente atualidade nas suas preocupações de sustentabilidade ambiental  - ex., intervenções multidisciplinares incluindo (à data, lembra-se) arquitetos paisagistas integração expressiva de verde urbano em grande "manchas" mais simples de manter, e orientação dos edifícios segundo o movimento aparente do Sol de modo a "rentabilizar" a respetiva insolação dos espaços das habitações.

Nota específica ao presente artigo:
Todas as árvores que são, em seguida, apresentadas em esboço foram apontadas na referida zona central e "verde" de Olivais Norte, em Lisboa, um bairro fácil e utilmente visitável, saindo-se na estação de Metro da Encarnação (Metro de Lisboa), que abre em pleno coração de Olivais Norte.
Ao contrário do que tem acontecido em últimos artigos desta "série esboçada", não há grandes comentários urbanísticos, e mesmo os comentários aos esboços são muito contidos.


Fig. 01: árvore muito esboçada e acentuada no seu eixo central.


Fig. 02: um esboço que tenta fazer salientar a ligação entre natureza e urbanidade, ou a presença global de uma natureza "humanizada", pela referência desenhada do murete de tijolos; em termos do próprio esboço procurou-se marcar, equilibradamente, a presença dos variados volumes da copa da árvore.

 
Fig. 03: em termos do esboço salienta-se a esquematização da árvore/modelo e o reforço da sua presença a traços negros no seu contorno e na sua sombra projectada; noutra perspectiva de esboço ensaiou-se uma marcação de enquadramento a traço livre, que pode sublinhar a presença do elemento desenhado e os espaços restantes "vazios" (ideia esta que se usou em outros esboços deste artigo). 


Fig. 04: em termos do esboço houve uma procura de transparências e de múltipla presença, ou presença simultânea, do tronco principal e dos volumes de pequenos troncos e folhagem, reforçando-se, ainda, alguns contornos e sombras, ainda que "intermitentemente".

 
Fig. 05: pouco mais a dizer, a não ser a tentativa mais evidente de se jogar com as transparências entre troncos e volumes de folhagem; ideia que ajuda claramente à noção de profundidade/perspectiva.


Fig. 06: em vez de uma, duas árvores e uma "brincadeira" com os tons de verde e azul. 

 
Fig. 07: um apontamento muito esquemático aliado ao tal "jogo" de "encaixe" numa espécie de moldura apenas apontada.


Fig. 08: e uma grande árvore que acaba por se prolongar e, quase, continuar na própria moldura esquemática do esboço.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.
Infohabitar, Ano XV, n.º 697

Esboços recentes de árvores – Infohabitar 697


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



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