quarta-feira, abril 15, 2026

Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia – infohabitar # 972

Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia – infohabitar # 972

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte: 

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 972

Edição: quarta-feira 15 de Abril de 2026 

 

 

Fig. 01: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

 

Editorial

Caros amigos e leitores da Infohabitar,

Continuamos a desenvolver a divulgação de aspetos razoavelmente conclusivos do estudo ligado ao PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.

Lembrando que nesta fase final do estudo estamos a alternar entre artigos dos dois seguintes tipos:

(i) uma reflexão sistemática sobre um muito amplo leque de casos de referência, escolhidos porque podendo conter aspetos significativos a considerar no PHAI3C;

e (ii) uma identificação de aspetos considerados adequados na conceção de conjuntos residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis, participados e naturalmente conviviais.

Mas entre estes dois tipos de artigos vamos também incluindo outras reflexões “paralelas” ou complementares como é o caso do presente artigo intitulado “Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia”.

Boas leituras e naturalmente seria muito bom poder ter contribuições vossas nesta matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal.

 

Saudações calorosas,

António Baptista Coelho

Editor da infohabitar

Lisboa, em 15 de Abril de 2026

 

Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia – infohabitar # 972

1. Sobre a fase final e mais propositiva do estudo sobre uma renovada forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada (PHAI3C)

Tal como temos apontado, esta série final de artigos sobre o PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, que nos acompanhará, aqui na Infohabitar, semanalmente,  ao longo de parte de 2026 integra, alternadamente, com a divulgação de casos de referência (realizada no último artigo), o apontamento de aspetos mais conclusivos e práticos sobre o desenvolvimento de soluções de habitar adaptáveis, intergeracionais, equipadas e participadas.

A sequência do referido apontamento de aspetos mais conclusivos e práticos foi iniciada com a abordagem de aspetos mais pormenorizados (e naturalmente a estes poderemos um dia voltar numa outra edição do tema) e iremos aumentando “de escala” o nosso enfoque, e abordando, portanto, de forma razoavelmente sistemática, designadamente, os seguintes subtemas:

- (Perfis de projeto de uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada – já editado, n.º 955)

- (Pormenorização residencial criadora de ambientes estimulantes, multifuncionais e intergeracionais – já editado, n.º 965)

- os diversos espaços privados dos fogos;

- as diversas tipologias de fogos;

- a relação entre os fogos e os restantes elementos do conjunto edificado;

- os espaços comuns essencialmente de circulação;

- os espaços comuns multifuncionais e diversificados;

- a relação entre os principais espaços comuns de circulação e acesso: os fogos; e os espaços comuns multifincionais;

- a relação entre os espaços interiores e exteriores;

- a relação destas intervenções com as suas envolventes.

Considerando os dois artigos realizados sobre: aspetos globais de promoção de soluções deste tipo - Perfis de projeto de uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada – infohabitar # 955 – e sobre os aspetos de pormenor já referidos - Pormenorização residencial criadora de ambientes estimulantes, multifuncionais e intergeracionais (I) – infohabitar # 965 – prevemos, assim o “n.º redondo” de 10 artigos sobre apoio à conceção deste tipo de soluções.

Mas como toda a regra tem exceção/exceções, iremos intercalar nesta sequência de abordagens, pontualmente, artigos breves e talvez mais genéricos ou até, quem sabe, mais concretos sobre uma determinada subárea temática que se julgue interessante e oportuna, o que aconteceu no artigo intitulado “O que julga essencial para uma ampla intergeracionalidade residencial (I) – infohabitar # 967” e o que acontece também no presente artigo, que tem um título talvez um pouco surpreendente; e poderá, também, acontecer com artigos que nos sejam enviados com idêntico objetivo opinativo e /ou de discussão e que publicaremos, em princípio, após a necessária análise editorial.


Fig. 02: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

2. Sobre o presente artigo e o seu título: “Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia”

Há que confessar que esta ideia de pensar e escrever, um pouco, sobre o que designamos de “habitaterapia”, já tinha algum tempo de maturação.

Afinal tantas áreas “terapêuticas” existem, desde as mais importantes, conhecidas e sedimentadas como são aquelas com evidentes e sólidos fundamentos na medicina e nos aspetos fisiológicos, cognitivo-comportamentais, psíquicos e psicológicos que aqui, evidentemente, nem comentamos, devido à sua evidente especificidade temática e científica, que estão baseadas nas diversas áreas da medicina, da fisiologia, das diversas áreas do conforto ambiental e da higiene e em aspetos humanistas e fenomenológicos e em diferentes teorias sobre o comportamento e a mente humana,

 até a outras que embora, também, com raízes ligadas bem antigas ao bem-estar humano e à saúde - pelo menos desde os tempos pré-romanos - só há relativamente poucos anos ganharam evidência e prática associada, até, frequentemente ao lazer como será o caso, por exemplo, das diversas modalidades e tipos específicos ligados ao que talvez possamos designar de hidroterapia (espero que não me enganando muito), hoje tão vulgarizada nas instalações designadas de Saúde Pela Água (SPA) e nas suas muitas variações e técnicas associadas.

E é a propósito do que talvez possamos designar como terapias complementares, que visam o bem-estar humano geral e que poderão ser integradas a tratamentos convencionais e/ou usadas diretamente como bases de lazer e de bem-estar com perfil amplo, onde se integra a grande família da hidroterapia, temos um grande leque temático, destacando-se, talvez, e numa ordem sempre discutível: as práticas integrativas, com diversas opções, como acupuntura, yoga, reiki e outras práticas específicas; a sonoterapia - conjunto de métodos terapêuticos utilizados para tratar distúrbios do sono (fonte IA) -, a naturopatia - sistema de medicina tradicional e complementar que utiliza métodos naturais para estimular a capacidade do corpo de se autorregular (fonte IA) -, a luminoterapia - tratamento baseado na exposição a luzes com diversos espectros para influenciar o humor e o comportamento, a aromaterapia - técnica terapêutica holística que utiliza óleos essenciais para promover o bem-estar físico, mental e emocional (fonte IA) – a cromoterapia - que utiliza frequências de luz e corespara harmonizar o corpo, a mente e as emoções, promovendo bem-estar físico e emocional (fonte IA); a meditação e o mindfulness, técnicas focadas na atenção plena e redução do stresse (fonte IA); e ainda e talvez mais recentemente a musicoterapia onde a música é usada para promover a saúde e a qualidade de vida, a arteterapia em que a expressão artística intervém positivamente na comunicação e no desenvolvimento emocional e até a biblioterapia onde a leitura orientada apoia o desenvolvimento pessoal e o bem-estar emocional.

Quem sabe tenhamos esquecido alguma “terapia” interessante, mas a ideia que aqui se defende é dupla:

- por um lado fica evidente e julga-se que não precisa de demonstração que, praticamente, a totalidade destes aspetos razoavelmente terapêuticos, porque com influência direta e indireta no bem-estar e na saúde humanos, têm ou deveriam lugar próprio e “intenso” nas nossas habitações e/ou nas suas vizinhanças, portanto no nosso ‘habitar”, e assim podemos considerar que: diversos aspetos da saúde pela água e de práticas integrativas como as acima apontadas; adequada relação com a natureza e os ciclos naturais; qualidade do sono; iluminação adequada e estimulante; ausência de poluição atmosférica em termos de cheiros e vapores nocivos ou desagradáveis; ausência de poluição acústica e possibilidade de poder ouvir bem música e de podermos ouvir-nos bem uns aos outros mas sem intrusões; possibilidade de meditar com privacidade; adequado ambiente cromático; e um adequado ambiente em termos de arquitectura de interiores e elementos de apropriação e decoração, incluindo boa capacidade de arrumação de memórias e de livros;

- mas, por outro lado, o que dizer da própria qualidade de conceção da nossa vizinhança, do nosso edifício, da habitação onde vivemos e dos espaços domésticos que usamos? Será que tudo isto, que muito tem a ver com a qualidade da arquitectura residencial, não pode também configurar algo designável como uma verdadeira “habitaterapia” ou designação algo similar? pergunta esta que nos arrasta, sempre, para a “velha e revelha” questão sobre a importância do meio que habitamos nos nossos comportamentos e na nossa satisfação; sendo que há sempre uma “escola” que põe em evidência a relação contrária de influência dos nossos comportamentos sobre os nossos quadros habitacionais. E uma pergunta à qual gosto de responder que ambos os pólos importam, mas que o quadro arquitectónico do habitat humano tem evidente importância e deve ser devidamente tratado no sentido de poder apoiar e satisfazer o melhor possível o maior número de possíveis tipos gerais de comportamentos e gostos habitacionais, e se tal não for feito então estamos mesmo “às cegas” no que se refere à tentativa de fazer espaços de habitar adequados; e infelizmente este estar “às cegas” na produção de habitação de interesse social é condição que ainda se vai verificando.

Fig. 03: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

3. Quando o habitar tem de ser ainda mais adequado e amigável, porque aplicado a habitantes mais sensíveis e/ou exigentes

Continuando a reflexão, podemos afirmar que de certa forma e com outras palavras precisamos de ambientes residenciais verdadeiramente “amigáveis”, que nos protejam, que nos sirvam, que se adaptem a variados gostos e exigências, que apoiem tanto a nossa convivência vicinal a nossa privacidade doméstica e pessoal, que possam ser apropriados mas com os quais todos nós nos identifiquemos e até, desejavelmente, de que nos orgulhemos e possamos sentir como positivamente como “nossos”, ultrapassando bastante as paredes dos nossos espaços privados; de certa forma precisamos de ambientes residenciais naturalmente identificáveis, apropriáveis, agradáveis e estimulantes, afinal ambientes que nos ajudem e apoiem diretamente nas nossas vidas diárias e familiares e na sua respetiva evolução ao longo dos anos; o que é pedir muito, sabemos, mas fazer cidade com habitação exige muito desta habitação.

Tudo isto assume especial importância quando os potenciais habitantes são confrontados com uma dada solução residencial e urbana relativamente à qual não têm opção de escolha, por não terem capacidade financeira para optarem por uma dada solução existente no mercado habitacional e isto corresponde à situação-tipo que carateriza muita da habitação de interesse social e especialmente as ações de realojamento. Não há opção ou a única opção é “aquela”, naquele local, naquele edifício e naquele fogo; e sendo assim a tal grande qualidade arquitectónica residencial que se defende e que visa, entre outros aspetos, um máximo de adequação e se satisfação residencial potencial para um máximo de potenciais modos e gostos de habitar é realmente uma condição primordial; como a atingir levar-nos-ia a outra reflexão dedicada a como garantir ao máximo a melhor qualidade arquitectónica residencial em termos de “desenho” e de potencial diversificado de satisfação.

Mas ainda antes de passarmos para um outro grupo potencial de habitantes especificamente muito exigentes, como sem dúvida serão os candidatos a novas soluções residenciais intergeracionais equipadas, que se mudam dos seus apartamentos familiares, onde viveram por vezes vidas inteiras, para novas habitações; importa salientar que se há grupo sociocultural ao qual novas condições residenciais podem e devem cumprir uma verdadeira função praticamente terapêutica será nestes quadros mais sensíveis de realojamento.

E acrescenta-se que um tal “passo” em termos de bom projeto arquitectónico com perfil amplo, em termos de desenho e de adequação, pode também ter um excelente apoio, que pode e deve ser também quase terapêutico, em termos de um adequado “diálogo” informativo e até um pouco formativo com os futuros habitantes e feito com apoios essenciais, quer dos projetistas, que terão de ter também tal vocação, quer dos promotores que na prática são quem pode estruturar positivamente todo o processo incluindo o essencial “diálogo” informativo, sendo que neste quadro a iniciativa habitacional cooperativa tem inegável experiência e conhecimentos práticos inestimáveis.

Tudo isto se aplica muito especificamente e de forma muito sensível à promoção de habitação de interesse social e a qualquer inovação residencial como é o caso da proposta habitação intergeracional adaptável e equipada; sendo que o que se visa é o desenvolvimento de uma nova forma de promoção residencial intergeracional aplicável em diversos perfis de misturas entre habitação e equipamentos, mas cuja aplicação seja possível também em estritas condições de habitação de interesse social (um quadro residencial que é assim duplamente sensível), pois só assim poderemos intervir de modo quantitativamente adequado no apoio residencial à “revolução grisalha”.

Fig. 04: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

4. Quando a intergeracionalidade residencial equipada pode ser um quadro residencial estimulante e muito apetecível

A questão básica da intergeracionalidade residencial equipada, deve resultar de uma cuidadosa “mistura” entre espaços privados, eventualmente, não muito folgados e espaços comuns razoáveis e úteis onde possa acontecer o essencial convívio, tão esquecido em tantos casos de pessoas idosas a viverem sozinhas, e onde possam existir equipamentos e serviços comuns e eventualmente usados e rentabilizados pela respetiva vizinhança e até, eventualmente, em falta nessa vizinhança.

Mas um aspeto que importa reter, valorizar e salientar é a possibilidade de os habitantes de um dado conjunto intergeracional poderem gozar com grande facilidade, embora de forma bem gerida, de espaços, equipamentos e serviços que nunca teriam possibilidade de ter em termos privados; nestas condições podemos lembrar espaços/equipamentos tão simples mas tão importantes, designadamente, para idosos, como uma sala de ginástica bem equipada, um banho assistido, equipamentos associados habitualmente a instalações do tipo SPA, uma sala multifuncional, um pátio/jardim emocionalmente muito positivo, uma central de apoio domiciliário muito prático, e ligações facilitadas a variadas atividades informativas, formativas e lúdicas, e e quem sabe todo um outro e diversificado leque de espaços/equipamentos cuja gestão deve ser cuidadosa, mas que podem ser realmente muito atraentes e estimulantes para quem queira viver de um modo mais completo, ou apoiado, ou animado, sendo que não tenhamos dúvidas de que o perfil humano deste “tipo de pessoa” não se esgota nos idosos, mas estende-se por muitos grupos etários que, cada vez mais mais querem viver intensamente a cidade com um mínimo de “lides domésticas” – e daí a intergeracionalidade da procura, que depois irá interagir, julga-se, muito positivamente, no quadro residencial diário que será criado.

Fig. 05: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

5. Uma condição essencial: a oferta residencial intergeracional equipada tem de ser extremamente atraente e estimulante

Conclui-se este artigo com a afirmação constante do título acima; em que se afirma que é condição primordial para o êxito de uma nova oferta residencial intergeracional, que esta seja extremamente atraente e estimulante nos seus diversos aspetos de caraterização, desde as respetivas soluções de acesso financeiro, à sua gestão corrente e continuidade temporal, à sua localização, às suas condições em termos de espaços e equipamentos de uso comum ou público e aos aspetos de tipificação, estruturação e pormenorização muito cuidadosos e estimulantes dos seus respetivos espaços privados domésticos.

Não tenhamos dúvidas de que estas novas soluções de habitar só terão futuro se forem extremamente apetecíveis, pois, por exemplo, casais de idosos e idosos isolados que vivem nas suas habitações “familiares” sobredimensionadas mas cheias de memórias só delas sairão para condições globalmente mais estimulantes e aqui e desde já se considera que um aspeto de enorme importância para além das condições financeiras adequadas e de uma excelente localização bem integrada na cidade e/ou bem servida de acessos, é um excelente desenho da respetiva arquitectura residencial nos eus espaços comuns e nos seus espaços privados, marcando soluções extremamente “ricas”, apropriáveis e atraentes, muito envolventes e agradáveis de viver, muito bem pormenorizadas em termos de arquitectura de interiores e fazendo, assim, a diferença para uma grande maioria de casos em que se vive, frequentemente, de forma realmente pouco qualificada em termos de ambientes domésticos “frios”, mal mobilados, pouco funcionais, pouco adaptáveis, mal iluminados, mal apropriados, etc., etc. Uma condição que deve marcar essencialmente o interior privado, mas que pode também estender-se, cuidadosamente, aos espaços comuns e à própria identidade geral da intervenção.

Fig. 06: uma simulação “experimental” de uma solução residencial especialmente amigável e intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

6. Breves notas sobre esta incursão no que podemos designar de habitaterapia e de como encontrar boas indicações para um habitar mais feliz e que possamos utilizar na boa construção de uma renovada intergeracionalidade residencial

E por aqui ficamos nesta reflexão geral sobre o que na prática constitui talvez o principal “partido” arquitectónico das propostas novas soluções residenciais intergeracionais equipadas e participadas: o desenvolvimento de um quadro residencial global que possa ser exemplo real e natural de uma adequada e impressiva “habitaterapia”, que nos apoie muito positivamente na nossa vida diária e ao longo dos anos, contribuindo para um pouco mais de felicidade; “brincamos/brincámos” um pouco, aqui, neste artigo, com esta noção e talvez ainda bem pois somos sérios muitas vezes em excesso e será de alguma informalidade que podem decorrer interessantes e sequenciais “considerações” sobre como será possível habitar melhor desde os recantos domésticos às ligações à cidade e à natureza; sendo que tais avanços são preciosos quando, como aqui, queremos avançar no (re)fazer de uma inovadora tipologia residencial intergeracional, equipada e participada.

Mas não posso concluir este artigo sem deixar uma porta aberta para um outro na mesma matéria e onde faça a mínima justiça a um grupo sempre “emérito” de grandes arquitectos projetistas e teóricos que nos legaram tantos e tantos aspetos capazes de irem configurando um riquíssimo vocabulário de espaços, relações e qualidades de um habitar bem marcado por uma adequada “habitaterapia”, bem marcado por várias e interligadas famílias de aspetos qualitativos que nos influenciem muito positivamente, que nos envolvam, que nos apoiem, e que de certas e variadas formas e modos reforcem as nossas qualidades e nos façam viver mais felizes; e lembro, desde já e entre outros, que lembrarei em artigo específico, os nomes de Le Corbusier e do incontornável Norberg-Schulz, Christopher Alexander e os seus “padrões” habitáveis, os fabulosos espaços e recantos domésticos de Charles Moore, as vitais lições habitadas de Herzberger, Rybczynski, Cullen, Lynch, Távora e Siza e mais recentemente Zumthor, Monteys, Ghel e Sarah Susanka, sem ser exaustivo e sem uma ordem que não seja aquela que resulta das boas memórias dos seus escritos; mas como referi esta será matéria de um futuro e bem trabalhado novo artigo, que vá cotejando, com a possível e vital informalidade, tais memórias e referências de tantos grandes arquitectos com a primordial importância que se julga ter a qualidade do projeto de arquitectura em toda esta essencial problemática de um melhor habitar e de uma renovada tipologia habitacional.

 

Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise e proposta de casos e aspetos específicos

 

Listagem linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar, com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.

.  Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).

.  Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).

Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022e  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 –  Qualidade na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 –  Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 815.  Lisboa, quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 –  Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11  p.)

.   Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17  p.)     Infohabitar, Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15  p.)    

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823 infohabitar .  Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.        (25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica  # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.  Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12  p.) 

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 –  Idosos: desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16  p.) 

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,  Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em três  artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental  (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de soluções – versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial intergeracional – versão de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com demência – versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”;  http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

 

Intergeracionalidade Residencial e Habitaterapia – infohabitar # 972

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 972

Edição: quarta-feira 15 de Abril de 2026

António Baptista Coelho (Editor)

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

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