quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966

Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 966

Edição: quarta-feira 25 de Fevereiro de 2026

 

 


Fig. 01: uma simulação “experimental” de um pequeno fogo intergeracional realizada com base em diversas ferramentas de IA

 

Editorial

Caros amigos e leitores da Infohabitar,

Continuamos a desenvolver a divulgação de aspetos razoavelmente conclusivos do estudo ligado ao PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.

Continuamos, neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso especificamente ligados à matéria da intergeracionalidade, internacionais e considerados mais genéricos.

Boas leituras e naturalmente seria muito bom poder ter contribuições vossas nesta matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal.

 

Saudações respeitosas e amigas

António Baptista Coelho

Editor da infohabitar

25 de fevereiro de 2026

 

Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966

 

1. Introdução ao perfil de análise e apresentação dos Casos de Referência  Ibéricos e Sul-Americanos, estudados no âmbito do PHAI3C

Os casos de referência que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de apresentação prático que desde já se sintetiza:

. Os textos realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram, naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de elementos para informação dos artigos de síntese.

. Os textos realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito influenciados pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.

. Os textos realizados são, quase sempre, baseados apenas no estudo de documentos identificados na WWW; quando tenha havido visita essa condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.

. Os textos realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos residenciais e/ou de equipamento específicos.

Por razões práticas e de agilização da apresentação não se usam  imagens originais; podendo ser realizados esquemas ilustrativos e descrições sintéticas de espaços e equipamentos.

Naturalmente que os textos entre aspas correspondem a citações retiradas dos documentos usados; mas como estes não se encontram bem referenciados em termos de títulos e autorias, por razões ligadas à grande quantidade de informação tratada, reduziram-se ao máximo as respetivas citações.

E por fim mas considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores a procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas respetivas conclusões e aspetos de reflexão.

 

2. Listagem ordenada dos mais de 100 Casos de Referência estudados no âmbito do PHAI3C

A estruturação geral dos casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu perfil tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume:

.  Ibéricos e sul-americanos – correntes 11 casos

 Ibéricos e sul-americanos – Intergeracionais 7 casos

.  Internacionais – Correntes 60

.  Internacionais – Intergeracionais 13

.  Internacionais - Específicos para demências 7

. Internacionais - Envelhecer na sua casa  5

 

3. identificação dos Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – 12 casos (ordem alfabética)

A seguinte apresentação dos títulos dos casos, depois comentados individualmente de forma sintética, destina-se a ficarmos com uma ideia geral da matéria, que não pode deixar bastante diversificada quando pretendemos visar uma nova categoria de tipificação habitacional e urbana, pois em cada caso/situação podemos retirar aspetos significativos e cada caso pode ser, aparentemente, pequeno nos seus aspetos aqui respigados mas até, eventualmente, muito significativo na sua influência no corpo final de sugestões sobre uma renovada forma de habitar intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente convivial e participada.

Chama-se ainda e novamente a atenção para o cariz esquemático e “de trabalho” dos referidos comentários, referidos, portanto, a uma fase preliminar de sugestões conclusivas para uma “nova” tipologia residencial baseada em espaços privados, comuns e de uso público.

E finalmente avisam-se os leitores para a diversidade de extensão das referências a cada caso de estudo.

. Apartment/Condominium for Life Housing and Service Hybrids: Dutch and US Models

. Arch Daily (revista, vários casos)

. Cohen Rosen (apoio à memória)

. Cosby Spear (reabilitação)

. Fredensborghusene (Dinamarca, uma associação ligada a aposentados)

. Good Sheppard

. Laclede Groves

. Mary Helen Rogers senior community

. PRP Integrating Retirement Housing into New Communities

. Rockhill Mennonite

. Suite em Hamburgo – Astron Hotels

. Sunrise USA, diversas localizações

 

4. Apresentação dos aspetos retirados do estudo dos Casos ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos

 

4.1. Apartment/Condominium for Life Housing and Service Hybrids: Dutch and US Models

É bem interessante determo-nos no título acima “Apartment/Condominium for Life Housing and Service Hybrids”, onde se refere que além do apartamento existe um condomínio e que o respetivo habitar é “para a vida” e que não integra “apenas” o que podemos designar de estritamente habitacional, mas também uma interessante hibridação entre habitar e serviços vários: estamos mesmo no tema que aqui nos move e com o apoio de uma das principais autoridades na matéria o Arquitecto e Gerontólogo Victor Regnier – professor destas matérias na University of Southern California –, que tive a excelente oportunidade de conhecer há alguns anos.

Segue-se uma seleção das notas retiradas ou, mais frequentemente, decorrentes de elementos existentes no estudo de Victor Regnier com o título acima registado (do mais amplo e comum ou até de uso público para o mais privado):

- a vizinhança integra diversas tipologias habitacionais e não apenas soluções mais dirigidas para idosos;

- tendência para o privilegiar de um cuidadoso, porque física e regulamentarmente regulado, trânsito misto de peões e veículos;

- todos os espaços da solução devem ser marcados por aspetos adequados à motivação do seu uso por pessoas de todas as idades;

- espaços comuns multifuncionais aproveitando variadamente espaços com usos periódicos ou habituais;

- espaços comuns integram ginásio/sala para exercícios físicos com zona específica para terapias especialiadas;

- equipamentos comuns e dispendiosos como uma eventual pequena piscina devem ser bem aproveitados, por exemplo para uma piscina de exercício;

- espaços e equipamentos comuns e elaborados devem ser rentabilizados ao máximo em termos de usos potenciais – é o caso de um “jardim de inverno” que integre zona(s) de estar;

- espaços mais usados da habitação têm grandes janelas;

- na habitação deve existir um espaço potencialmente dedicado a variados tipos de atividade ocupacionais;

- atividades de apoio específico a idosos e condicionados de vários tipos podem ser centralizadas, no local,  numa pequena estrutura que apoie toda uma dada vizinhança e que nela organize, por exemplo, apoios domiciliários diversos (ex. de refeições), apoios domiciliários de enfermagem, e outros apoios e serviços domiciliários específicos, como por exemplo também apoio à telemedicina, que terá aspetos naturalmente privados, mas também outros que exigem enquadramento técnico específico;

- a integração de uma estrutura do tipo “centro de dia” atualmente muito dirigida para idosos parece ser uma solução interessante e eficaz; no entanto e na opinião do autor deste artigo deverá ser fortemente destacada da intervenção residencial do PHAI3C, funcionando de modo claramente separado; e por outro lado penso que os “centros de dia” não deveriam ser específicos para idosos, mas sim aceitarem um uso basicamente intergeracional, embora minimamente regulado, condição esta que poderá ter excelentes resultados integradores e vitalizadores; julga-se, também que haverá vantagens na exploração de pequenos equipamentos do tipo “mini centros de dia”;

- o espaço de entrada principal pode ser associado a uma espaciosidade especial e à existência de luz natural e de elementos “verdes”, que, no conjunto, associem aspetos de representatividade a uma estratégica noção de maior afastamento e/ou autonomização das diversas unidades residenciais privadas;

- o espaço de entrada principal pode ser tratado de modo a incentivar uma maior dinâmica convivial, por exemplo entre pessoas de diversas idades, e pode ser aliado à instalação de um equipamento do tipo bar/café que, desejavelmente, deve ser de uso público;

- os espaços comuns devem sediar apoios que são hoje em dia essenciais e que muita falta fazem aos mais idosos, como por exemplo é o caso do apoio informático; esta condição quer evidenciar que não haverá mais convívio natural apenas porque se desenvolveram mais espaços comuns, mas também porque nestes há apoios que os moradores consideram vitais;

- nos espaços comuns devem existir potencialidades efetivas para atividades e para equipamentos hoje dificilmente acessíveis em espaços privados e que podem, por outro lado, serem verdadeiros motivadores do uso mais frequente e natural desses espaços comuns; aqui se integra a possível existência de uma lareira e de um bar, ainda que com atividade muito irregular; mas podem lá estar, tornando possíveis certas atividades e contribuindo para um interessante sentido doméstico e convivial;

- uma adequada relação com e fruição do exterior deve ser possível de modo delimitado mas efetivo em cada unidade residencial e de modo adequadamente desenvolvido nos espaços comuns onde deve existir no mínimo a capacidade para um grupo de convívio amplo (ex, sete a 10 pessoas);

- a questão da disponibilidade de excelentes condições para banhos de imersão devem ser possíveis, de forma devidamente proporcional, ao nível de cada habitação e nos espaços comuns, sendo nestes importante a existência de excelentes condições para “banho assistido” (Stretcher/Bather) e estas condições não se limitam a um qualquer espaço funcional, há que aproveitar todas as suas potencialidades ambientais;

- as escolhas tipológicas privadas devem sempre proporcionar uma forte adaptabilidade e versatilidade de usos, designadamente, com a disponibilização de pequenas zonas multifuncionais que façam “crescer” a tipologia de modo muito económico e que possam apoiar um grande leque de usos; por exemplo com T0/1, T1/2 e T2/3;

- no desenvolvimento das soluções residenciais privadas provavelmente a questão da integração, ou não, da zona de cozinha numa sala-comum é uma das principais decisões, considerando-se que ela poderá ser sempre opcional relativamente a uma zona de cozinha e de refeições mais específica e onde possa também decorrer boa parte da vida pessoal ou familiar (ex., ver TV, trabalhar com computador, ler, conviver);

- a existência de unidades residenciais ou de quartos especificamente dedicados a pessoas muito dependentes deve ser considerado, basicamente, em cada solução; podendo não ser aceitável como regra pois pode ser uma situação que acarreta estigmas em termos do que se deseja possa ser uma solução residencial praticamente corrente;

- condição idêntica deve marcar a eventual integração de unidades residenciais ou de quartos especificamente dedicados a pessoas com demências, que não se julga dever ser regra e que deverá ser ponderada caso a caso e sempre em pequenos “cachos” por exemplo de grupos de um máximo de 6 pessoas (ex., três conjuntos de 6 pessoas, cada um deles com espaços comuns e apoios específicos);

- como elementos importantes a ter sempre presentes na concepção de um espaço residencial tendencialmente intergeracional temos os seguintes, muito ligados a aspetos concretos apontados por Victor Regnier: optimizar a oferta porque nenhum “tamanho” serve a todos; desligar a habitação dos serviços disponibilizados; dar prioridade à socialização e ao exercício físico; encorajar/apoiar estilos de vida que ajudem residentes a auto-ajudarem-se; encorajar o voluntarismo; equilibrar tecnologias mais e menos elaboradas mas sempre com um foco especial na “qualidade de vida”.

 

4.2. Arch Daily (revista, vários casos)

De cerca de 20 casos estudados na revista Arch Daily,  localizados perto de Paris e de Barcelona e associáveis a estas matérias da intergeracionalidade residencial salientam-se os aspetos de grande importância: da iluminação natural e de uma grande atenção ao tratamento dos vãos; de uma adequada espaciosidade, muito caldeada com um estratégico sentido de domesticidade; da organicidade na estruturação de cada solução tipológica; de uma adequada repartição, por pisos, das diversas funções gerais; de uma forte diversidade de funções próprias e de outras que lhes estejam naturalmente associadas; e de um verdadeiro sentido urbano desejavelmente muito central e/ou que apoie uma estimulante vivência urbana diária.

 

4.3. Cohen Rosen (apoio à memória)

Considerando que todos “vamos para velhos” e que a falta de memória acaba por ser algo que nos vai a todos afetar, será, julga-se, estratégico, que todas as soluções intergeracionais sejam baseadas numa conceção que podemos designar de “amigas ou apoiantes da memória”; não se trata para já e aqui de avançarmos em estruturas especializadas com esse objetivo, que também são necessárias, mas de incorporar sempre que possível formas de conceção e pormenorização amigas de uma mais fácil e efeitiva memorização de sítios, usos de equipamentos, opções de acessibilidade, etc.; e com estas condições todos ganharemos desde aqueles que começam a memorizar os seus cenários de habitat, como é o caso das crianças, até aos que começam a ter dificuldades na respetiva memorização, como é o caso dos mais idosos.

Tais condições devem ser desenvolvidas, designadamente, ao nível: das escalas residenciais mais globais de intervenção e dos seus subagrupamentos; do desenvolvimento de “planos” específicos de caraterização dos diversos níveis residenciais no sentido de se favorecerem excelentes condições de apoio à memória no âmbito do uso dos respetivos espaços; dos diversos acabamentos residenciais; das famílias de mobiliário, “decoração” e de equipamento residencial previstas; e especificamente pela disponibilização de espaços e elementos concretos de suporte dos elementos de “memorabilia” de cada pessoa e família, seja ao nível de sub-espaços de pormenorização, seja mesmo ao nível da existência de compartimentos muito adequados para o suporte a variadas formas de memórias pessoais, familiares e de grupo, naturalmente muito adequadas ao nível privado, mas que podem ter também expressão nos espaços comuns.

Cuidados estes que muito têm a ver com a respetiva relação com aspetos de circulação, acessibilidade e comunicabilidade visual entre espaços, e cujo tratamento vai muito para além de simples questões funcionais.

Esta é uma matéria daquelas que, sozinhas, nos levam muito longe em termos de conceção de Arquitectura e que muito têm a ver com “o partido” global adequado e adoptado em cada solução, sendo frequentemente aliável a aspetos de alguma “concentração” espacial, por exemplo, no uso e/ou na leitura de determinados espaços muito atraentes, como por exemplo são os pátios, e na leitura de determinados panos de parede estrategicamente colocados e potencialmente suportes de muitas memórias.

E esta última consideração transporta-nos para uma outra muito interessante e que se refere a que para pessoas com diversos condicionalismos – e para todos os idosos em geral – será importante e mesmo muito importante a disponibilização de um espaço exterior totalmente seguro.

É também interessante ter em conta que tudo o que se faça no sentido de “empoderar” os espaços residenciais previstos no sentido de um maior -mais forte e contínuo/estrategicamente sincopado – apoio à memorização desses mesmos espaços e no suporte de eventuais muitas memória dos habitantes será algo de grande importância também no apoio à vida diária de pessoas com demências; e é bem conhecida a importância de exteriores naturalizados e seguros na vivência de pessoas com demências.

 

4.4. Cosby Spear (reabilitação)

A partir do respetivo caso, referido a uma operação de reabilitação, que se destaca, também, por uma excelente ilustração,  salientam-se alguns aspetos diversificados que, em seguida, se sintetizam de modo agrupado no que se refere à sua incidência exterior ou interior:

- Acentuar um agradável sentido de “chegada” e desenvolver zonas cobertas de receção especialmente adequadas a necessidades de espaciosidade e condições de conforto exterior especiais.

- Desenvolver espaços exteriores realmente convivenciais.

- Interiormente a solução deve ser naturalmente marcada por boas condições globais de acessibilidade e pela existência de um grande espaço multifuncional muito bem projetado.

- Existência de outros espaços multifuncionais para grupos de uso mais pequenos e que não determinem os respetivos usos.

- Desenvolvimento de cuidados muito adequados com todos os aspetos de funcionalidade diária do conjunto dos espaços privados e comuns.

 

4.5. Fredensborghusene (Dinamarca, uma associação ligada a aposentados)

Esta é uma intervenção residencial “histórica” projetada por Jørn Utzon para a associação Danes Worldwide e destinada a proporcionar condições de vida adequadas a dinamarqueses muitos deles ligados à diplomacia e que retornam ao país quando aposentados.

O conjunto situa-se em Fredensborg, North Zealand numa excelente zona rural muito pitoresca e foi construído por iniciativa de Jørgen Saxild da Kampsax A / S, tendo sido concluído em 1963 (e visitado em 1985) e é composto por 47 fogos - 30 “townhouses” e 47 “angled courtyard” – e por uma “casa de comunidade” com restaurante, variados outros espaços funcionais e 9 quartos para hóspedes; tratando-se de uma intervenção que está amplamente documentada na WWW e que bem merece esta atenção.

Foi possível visitar este extraordinário conjunto há alguns anos atrás, destacando-se o conjunto por uma grande qualidade de desenho e de potencial de apropriação, associando interessantes “cachos” de pequenas “casas-pátio”, mais quadrangulares ou mais alongadas, tipologicamente marcadas por uma mínima diversidade, onde se assegura, tanto uma interessante continuidade urbana na principal zona de acesso, como uma forte relação com a natureza ajardinada no lado oposto e contíguo aos pátios.

Rematando este interessante mundo privado temos uma grande “casa comum” com alguns equipamentos coletivos, entre os quais um agradável restaurante, que se julga também aberto ao público, amplas zonas e instalações comuns com diversos fins e algumas suites para visitantes.

Os fogos disponibilizados são um verdadeiro “modelo” em termos da experiência de “casas-pátio” térreas com fortíssima escala humana e marcadas por acabamentos extensos em tijolo aparente; as áreas úteis disponíveis variam entre 73 a 130 m2, e as tipologias mais frequentes são as T3, mas com uma boa suite e dois quartos “individuais” mínimos e amplas zonas comuns com zonas de refeições formais e informais, estas ligadas a grandes cozinhas e com excelentes salas comuns prolongadas por espaçosas zonas de entrada principal.

Sendo “casas-pátio”, proporcionam um amplo pátio murado (panos de tijolo aparente) multifuncional e em parte ajardinado com uma área que por vezes excede significativamente a área interior do fogo; e ligado a um telheiro para abrigo automóvel.

Fogos com um extraordinário equilíbrio entre variadas zonas funcionais e multifuncionais e proporcionando uma excelente “cenário” de vida íntima e bem apropriável, mas em forte e voluntária ligação com um reforçado sentido de comunidade – espaços comuns são usados para convívios locais e para celebrações familiares (naturalmente por marcação).

 

4.6. Good Sheppard

A intervenção designada por “Good Sheppard” merece uma atenção muito especial pela sua sábia estruturação de variados tipos de suites residenciais, umas mais pequenas tipo T0+, outras tipo T0/1, outras tipo T1 e ainda outras tipo T2 (em menor número); sendo que em cada nível cerca 12 destes fogos estão expressivamente agrupados em torno de duas zonas comuns conviviais, que assim servem, preferencialmente, cada uma delas um conjunto mais pequeno de cerca de 6 fogos; mas com a particularidade destas duas zonas comuns que são “abertas” comunicarem entre elas por uma outra ampla zona comum que, assim, propicia uma leitura ampla e muito extensa de todo o espaço interior de usos comuns.

Um outro aspeto a relevar é que toda esta ampla zona comum se liga e até envolve, parcialmente, um amplo espaço exterior comum.

Mas talvez o aspeto mais impressionante é o cuidado extremamente desenvolvido que foi investido na arquitectura de interiores de todos os espaços comuns e privados atrás referidos; e nesta perspetiva salienta-se ficar evidente que no desenvolvimento de soluções residenciais para pessoas que em certa fase da sua vida saem das suas casas que lhes são bem “familiares” e intensamente apropriadas e vão habitar  para um outro “novo” “cenário” residencial a questão do ambiente é essencial; sendo que a ideia é que os “novos” espaços comuns tenham um carácter tão doméstico e tão íntimo, que acabam por levar, habitualmente, a um seu uso concordante, calmo, respeitador mas agradável; e sendo também fundamental que os respetivos “novos” espaços privados tenham uma bem elaborada e expressiva domesticidade e capacidade de apropriação, extremamente dependente de um excelente projecto geral e de uma excelente arquitectura de interiores, capaz de assegurar o bom resultado global de uma dada ocupação com um mínimo de novos elementos de mobiliário, considerando os espaços tendencialmente pouco amplos, mas aceitando elementos-chave de apropriação trazidos pelos habitantes.

Os espaços comuns são preenchidos e super pormenorizados em múltiplos micro espaços com variados usos e muito bem relacionados, seja interior seja exteriormente, seja em estratégicas e vitais zonas de relação entre interior e exterior.

E os espaços privados são também preenchidos e super pormenorizados em múltiplos micro espaços, agora a uma escala naturalmente ainda mais apertada mas excelentes nos seus aspetos de variada leitura, multifuncionalidade cuidada porque sempre domesticamente caraterizados e belíssima pormenorização igualmente marcada por aspetos de apropriação e sempre por cores e texturas muito calmas, muito “consensuais” e tendencialmente muito naturalizadas; importa também sublinhar a muito sábia espaciosidade e pormenorização, que estão sempre bem fundidas, por exemplo as mini cozinhas ainda assim têm realmente “ar” de cozinhas e há, um pouco por todo o lado, pequenos espaços que é possível “habitar” e apropriar, seja em recantos estrategicamente bem colocados à entrada da habitação, seja em peitoris baixos e largos mesmo a pedirem um qualquer elemento de decoração.

E sobre estas matérias pensa-se que esta perspectiva de excelente pormenorização doméstica não obriga a acabamentos luxuosos, mas sim a um excelente projecto de Arquitectura – geral e de interiores.


4.7. Laclede Govres

Muito do que se acabou de referir para a pormenorização global em termos de grandes espaços arquitectónicos ao nível dos agrupamentos e “cachos” de pequenos fogos e também ao nível da sua respetiva micro elaboração em termos de microespaços e finalmente dos respetivos aspetos, tantas vezes esquecidos, de uma verdadeira arquitectura de interiores é válido neste caso de Laclede Groves, mas agora a uma escala que parece ser substancialmente maior de intervenção.

E cita-se:

Lutheran Senior Services was in search of a ‘Campus Heart’ for Laclede Groves. Their search began a process of change resulting in a new Town Center (campus heart) with enhanced amenity space, wellness programs and dining venues; Residential (independent) Living apartments; upgrades to the quality and capacity of skilled care; and improved campus circulation.

… The ‘Campus Heart’ now revolves around a new 80-unit, four-story Residential Living apartment building connected to the new Town Center, providing larger marketable apartments and enhanced amenities.

… Renovations to the first and second floors resulted in fitness/wellness, therapy pool, media room, spa/salon, meeting rooms, offices, physical/ occupational therapy space and a clinic.

Esta intervenção carateriza-se muito especialmente por excelentes plantas domésticas – espacialmente muito equilibradas e muito bem projetadas em termos de arquitectura de interiores – e pelo enorme leque de serviços comuns propostos.

Em termos dos fogos, que são monorientados e servidos por um corredor central comum que se alarga nas respetivas rótulas de acesso e remates do edifício, eles encontram-se estruturados por “alas” mútua e organicamente articuladas entre si, propiciando conjuntos próximos, em cada piso, de cerca de 12 fogos, mas com prolongamento por outras alas, mas não numa continuidade monótona, pois os corredores vão mudando de direção e rematando em pequenas zonas de estar.

Os fogos: assentam numa lógica de modularidade, subindo tipologicamente com mais quartos e/ou com salas em dois espaços – permite-se aqui uma interessante alternativa de espaço e de custo entre um fogo com um módulo de sala idêntico a um quarto, ou outro fogo com uma verdadeira sala comum em dois espaços (dois módulos desse tipo); contam sempre com excelentes e quase autónomas zonas de cozinha, que parecem poder ser por vezes encerráveis e que em outros casos se prolongam por zonas de refeições formais; há claramente duas tipologias de quartos, um deles muito espaçoso e outro mínimo e multifuncional; existe sempre uma zona específica de entrada, privatizadora do interior do fogo e “funcionalizada” por uma arrumação contígua; e ´frequente a existência de uma varanda/balcão fundo, que por vezes proporciona uma acessibilidade alternativa entre quarto principal e sala-comum e que pode funcionar quase como uma saleta exterior protegida.

Globalmente e citando os promotores dos Laclede Groves os respetivos fogos são muito agradáveis e são claramente “participados” o que também é de extrema importância:

Open, spacious, and light-filled apartments reflect the desires of existing and future residents, with information and feedback gathered during hands-on meetings.

Para quem esteja interessado salienta-se, ainda, o excelente dossier fotográfico que ilustra os diversos ambientes criados, registando-se mesmo, com especial importância,  a “total” domesticidade que foi conseguida na unidade de enfermagem que é disponibilizada.

 

4.8. Mary Helen Rogers senior community

Numa escala urbana mais “central” e “em altura” temos, aqui, um grande gaveto com 9 pisos e cerca de 16 fogos em cada piso e com galeria interna de distribuição (fogos monorientados), que corresponde à Mary Helen Rogers Senior Community.

Nesta solução que parece ser extremamente significativa pelo grande número de fogos desta comunidade – cerca de 130 – numa posição urbana central, o que também é fundamental.

A tipologia dominante, como não deve deixar de ser, é o T1, com alguns T0+; no piso térreo quase metade do espaço é ocupado por um grande “café”, e apenas cerca de ¼ do R/C por “apoios residenciais” específicos.

Temos aqui uma solução residencial cujos aspetos de caraterização geral têm longas e históricas raízes na história habitacional dos EUA, com pequenos apartamentos, por vezes sem cozinha e com serviços comuns, apoiados por vezes por um espaço de restauração e convívio; uma modalidade que muito se desenvolveu na promoção privada dos EUA antes da depressão de 1930, e que depois apenas “sobreviveu” aqui e ali; e que talvez hoje em dia por velhas e novas razões possa voltar a ser muito adequada.

 

4.9. PRP Integrating Retirement Housing into New Communities

O caso que se segue refere-se a soluções no Reino Unido destinadas à integração de habitação para aposentados em novos conjuntos residenciais, integrados em três tipos diferenciados de soluções residenciais e de prestação de apoios e cuidados, que interessa ter em conta (tradução minha): habitação autónoma - Independent living; habitação com cuidados especiais - extra care housing; habitação assistida -  assisted living

As citações que se seguem são da autoria de Anne-Marie Nicholson ( am.nicholson@prp-co.uk ) e da sua brochura intitulada PRP-IRHINC-Brochure_0317.pdf.

As the UK market leaders in the field of Specialist Housing and Care, we now have a number of significant retirement housing projects within larger masterplans, for housing associations, charities, local authorities and private developers.

A autora define num parágrafo o que se visa, em boa parte, no PHAI3C:

Beautifully designed, self-contained apartments with ‘hotel style’ communal facilities and flexible care for those that need it.

E julga-se que uma tal solução residencial será desejada, atualmente, por muitos “urbanitas” e não apenas por idosos e/ou variadamente condicionados.

E avançando para a configuração dos espaços e serviços comuns proporcionados, que devem ser, sempre, cirúrgica, paulatina e cuidadosamente programados poderemos ter ao nível térreo equipamentos comuns e de apoio que podem ser partilhados no sentido de integrarem a comunidade local e vicinal.

PRP advises clients to tailor the facilities they offer to ensure viability based on the size of the development and what is already available in the local area. These might include a residents’ lounge, dining room, full catering kitchen, hair salon, activity space, IT connections, assisted bathroom, offices, guest / staff accommodation, a laundry, sensory and activity gardens.

Uma ideia bem interessante seria promover o PHAI3C como solução de vida independente e bem personalizada e caracterizada “ao sítio”, mas que, pelas suas especificações exigentes possa servir, pelo menos, como fogos e minifogos para habitação assistida e talvez mesmo, com alguns aspectos evolutivos – em termos dos espaços e equipamentos privados e dos comuns – para uma franja significativa dos cuidados extra ou específicos; mas neste ultimo casos sem que esta condição comprometa o carácter/ambiente dos restantes espaços residenciais – e esta matéria é bem sensível, não tenhamos qualquer dúvida, pois é fundamental que, tal como acima se apontou, a intervenção se caraterize, essencialmente, por um sentido de “estilo hotel” com espaços e serviços comuns “estilo hotel” e cuidados flexíveis e especializados para quem deles necessite e prestados sempre a nível claramente privatizado ou no âmbito de serviços comuns disponíveis para todos (ex., SPA).

Julga-se que se os “fogos” forem adequadamente projectados e construídos em termos de pormenorização (incluindo aqui aspectos vários e extremamente exigentes, por exemplo, de isolamento, ventilação etc) , flexibilidade específica pormenorizada e adaptabilidade especial com sentido mais lato, e se os espaços comuns forem adequadamente funcionais, versáteis e adaptáveis será possível cumprir tais ideias; sendo aqui importante que os restantes habitantes possam encarar a sua natural evolução de necessidades também de uma forma natural e sempre desejavelmente caldeada pela também natural e continua integração de novos residentes e de jovens residentes; daqui também a importância da intergeracionalidade.

Apenas como exemplos e agora mais ao nível dos espaços comuns possíveis: um estimulante espaço/circuito interior/exterior para deambular em boas condições não serve apenas os doentes de alzheimer, mas sim para todos aqueles que já perceberam que ao “deambular” se liberta a mente e/ou se descansa; assim como um piso térreo claramente de uso comum mas também claramente cheio de referências domésticas e urbanas.

Tal como é defendido por Anne-Marie Nicholson é também muito importante uma adequada e sustentável vivência e convivência a disponibilização, em cada intervenção, de variadas formas de uso/propriedade, por exemplo: compra (setores de “luxo” e de classe média); propriedade partilhada (shared ownership); e tipo Habitação de Interesse Social ou HCC.

Pois como defende a mesma autora:

Housing for older people is a rapidly expanding market which incorporates the full range of tenures.

Por exemplo em um dos muitos conjuntos realizados -neste caso as Orbit Homes em Arden Quarter,  Stratford-upon-Avon, com Extra Care & Mixed Tenure (2018) com 102 fogos T1 e T2 – com 55 e 72 m2 respetivamente – e uma área comum de cerca de 700m2 e 40 lugares de estacionamento (reparar na proporção entre fogos e lugares de estacionamento e há ainda o pessoal que trabalha localmente: 102 para 40).

Interessante a relação entre cerca de 100 fogos e 700 m2 de espaços comuns que de certa forma correspondem à área de cerca de 5 fogos.

Os fogos neste caso são monorientados e com forte modularidade e regularidade na sua forma global e unitária com as seguintes principais caraterísticas: hall de entrada com roupeiro contíguo; varanda de estar a toda a largura da sala comum (com profundidade para mesa e 2 cadeiras); quarto quadrangular muito espaçoso; sala comum com bancada de cozinha muito longa na parede oposta à janela; segundo quarto mínimo no T2; casa de banho com duche no T1; mais uma pequena casa de banho privativa no T2; fogos acessíveis a pessoas em cadeiras de rodas.

Num outro exemplo desenvolvido para o Hill Residential and BPHA em Cambridgeshire, que integra Residential Apartments e Senior Living (2016), temos 74 senior living apartments, T1 e T2 com cerca de 55 a 70m2, respetivamente, e com cerca de 900m2 de áreas comuns e “apenas” 24 lugares de estacionamento, atente-se.

Os fogos neste caso são também monorientados e com forte modularidade e regularidade na sua forma global e unitária e caraterísticas idênticas às anteriormente apontadas, mas com varandas mais fundas e zonas de cozinha por vezes independentes e espaçosas ou integradas na sala comum mas bastante autonomizadas; salienta-se que as varandas mais fundas permitem ligação exterior alternativa entre quarto e sala-comum, funcionando a varanda como verdadeira zona de estar do tipo balcão (protegida).

A análise destes dois conjuntos sublinha a importância que tem o apurado estudo de “módulos” de fogos regulares e optimizados, com algumas variantes, que são, subsequentemente aplicados em intervenções urbanas bem diferentes, distintas e “locais”, sendo a respetiva configuração geral e dos respetivos espaços comuns os grandes responsáveis por esta positiva “individualidade”, pois cada solução é mesmo uma solução específica e com expressivo desenvolvimento em planta.

Em termos de aspetos particularizados detetados nos espaços comuns destes conjuntos e que convirá registar temos:

- a importância da criação de ambientes caraterizados e bem memorizáveis, uma importância que por vezes ultrapassa os respetivos papéis funcionais e neste caso se inserem os espaços de biblioteca previstos; provavelmente zonas de estar mais recatadas e para grupos de pessoas mais reduzidos, incluindo recantos individualizados de leitura, por exemplo;

- a importante consideração da circulação comum do tipo corredor central largo rematando no que parecem ser micro espaços de estar comuns com forte relação interior/exterior (fontes de luz, marcadores espaciais e espaços de transição).

 

4.10. Rockhill Mennonite

A partir do caso designado por “Rockhill Mennonite” considera-se que um extenso desenvolvimento dos serviços prestados em zonas comuns poderão ser mais-valias de vida e de sustentabilidade da intervenção, sendo de uso “público”, naturalmente regulado e pago ( ex., ginásio, SPA, massagens, etc.).

Deste caso de estudo retiram-se, entre outros aspetos, notas interessantes sobre:

- A importância que tem o desenvolvimento de microespaços multifuncionais, seja nos espaços privados seja nas zonas comuns; naturalmente com diferentes escalas, mas por vezes até “cruzando” escalas; aqui em Rochhill a interessante designação é de “alcovas de atividade”.

- O interesse que terá o desenvolvimento nos espaços comuns residenciais de um espaço com funções e carácter do tipo “espaço-clube”, apoiado por uma zona de café/bar e mesas agregáveis em diversas composições.

 

4. 11. Suite em Hamburgo – Astron Hotels

Este caso designado “Suite em Hamburgo – Astron Hotels” refere-se à vivência direta de uma suite T1, que tive oportunidade de experimentar há alguns anos.

Salienta-se a grande regularidade global do módulo T1, integrado quase num “quadrado”, monorientado e dividido praticamente a meio: parte ocupada por entrada abrindo para zona de bar/apoio a preparação de refeições (mistura interessante a reter), bem aberto para sala comum que remata numa pequena zona de TV e/ou apoio a trabalho profissional em casa; e a outra parte ocupada por casa de banho, com duas portas, uma abrindo para a sala e outra para zona de vestir e lavatório com bancada, por sua vez abrindo para zona de quarto espaçosa com zona de cabeceira que se prolonga por mesa/bancada multifuncional (excelente para trabalho em casa mais recatado) e com ampla porta de correr que liga à sala comum, e que pode estar evidentemente aberta, ampliando a sala, ou fechada e criando zona recatada.

Globalmente estes pequenos figos estão cheios de luz natural e são agradavelmente abertos e com alternativa de acesso, podemos passar pela sala, quarto, vestir, asa de banho e novamente chegar à sala.

A grande disponibilidade de luz natural e naturalmente de vistas exteriores, que é muito agradável, é matizada e regulada por uma extensa alternativa de cortinas, proporcionando variados ambientes: bem abertos; medianamente abertos com vista protegida mas com muita luz; e bem escurecidos ou parcialmente escurecidos com cortinas opacas.

 

4. 12. Sunrise Senior Living, diversos tipos de soluções em múltiplas localizações

Nota prévia: quaisquer interpretações menos fiéis desta solução não têm qualquer sentido negativo, mas poderão decorrer de um menor conhecimento desta oferta residencial, que se considera de muito interesse e valor, mas que foi apenas estudada a partir de documentos na WWW.

Desde já se salienta que a presente abordagem a este caso ligado às soluções residenciais Sunrise -nos USA e pensa-se que não só -, merece uma atenção muito especial e de nenhuma forma quer ou pode substituir a respetiva consulta na WWW dos muitos elementos aí disponíveis sobre esta excelente oferta residencial da Sunrise; e aliás os elementos em seguida apresentados serão, essencialmente, citações retiradas desses documentos, entre os quais e desde já se sublinha a importância do excelente “design guide” disponível online - https://www.sunriseseniorliving.com/ - e que estrutura o vital desenvolvimento de uma arquitectura de interiores própria e específica para cada pessoa/casal nas suas novas habitações integradas em conjuntos Sunrise.

Interessa fazer aqui uma longa citação da documentação Sunrise, referida ao leque de ofertas residenciais por eles disponibilizadas e que, de certa forma, caracterizam diversas necessidades e desejos habitacionais de pessoas que precisam de ou desejam viver numa lógica de habitação apoiada e complementada por espaços e serviços comuns; temos então segundo o Sunrise – Senior Living as seguintes modalidades residenciais e de apoio e prestação de cuidados domésticos e pessoais:

Independent Living …

Assisted Living at Sunrise allows seniors to remain independent in a professionally managed and carefully designed community setting. Enjoy vibrant social activities, personalized elderly care and individually tailored 24-hour support services.

Memory care, for residents with Alzheimer’s and other forms of memory loss, offers specially designed, safe and stimulating environments. This includes Reminiscence Neighborhoods where we create and recall meaningful activities using the stories and details of an individual’s life.

Respite care, or short term stays at Sunrise are available for seniors whose caregiver may become temporarily unavailable due to health, other commitments or an extended vacation. A respite care stay also supports seniors who need extra assistance after a hospital visit or during an illness.

Personal Care (PA & KY) … Our personal care services are offered at Sunrise communities in Pennsylvania and Kentucky to provide residents with a tailored approach to resident wellness and around-the-clock assistance.

Skilled Nursing … Our skilled nursing and rehabilitation care is founded on the Sunrise Principles of Service to provide quality clinical elderly care while preserving our residents’ dignity and self-respect.

Dignity Home Care … Have care needs that are often provided in a given facility but you prefer something else? Sunrise can bring health and homemaker services to you, wherever you reside, for the compassion and care you need–on your terms.

Coordination of Hospice Care …n We can help coordinate hospice care services with other professional caregivers and ensure personalized treatment and compassion for those requiring end-of-life care

Esta grelha mais fina ou elaborada de tipologias residenciais associadas a espaços e serviços comuns e à prestação de cuidados pessoais de bem-estar e saúde é considerada muito interessante pois, de certa forma, pelo seu “grão mais fino”, tende a aproximar-se da grande diversidade de necessidades e gostos pessoais existentes, designadamente, tratando-se de pessoas idosas e/ou isoladas – e esta questão do “isolamento” também deve merecer atenção específica.

O caso de estudo ligado ao Sunrise Senior Living merece atenção específica e individualizada, sendo que, em seguida, apenas se salientam aspetos considerados básicos nesta excelente oferta residencial.

Os ambientes privados e comuns visados são marcados por grande dignidade e domesticidade; quase que caraterizados por uma visualidade positivamente “cinematográfica” – e são termos meus.

No âmbito do Sunrise Senior Living citam-se vários aspetos retirados dos documentos consultados na WWW (o negrito e o sublinhado são meus):

Independent living communities are also known as retirement communities, retirement homes or senior housing. Independent senior living is for older adults looking for an active, engaged lifestyle free of day-to-day chores.

Independent Living at Sunrise. A Wide Range of Options

Many of our independent full-service, senior living communities are Continuing Care Retirement Communities (CCRCs) and offer independent living, assisted living, skilled nursing respite stays, and memory care. By providing a full slate of care, you can feel secure knowing that, should your needs change, you can continue living at Sunrise.

The range of services and amenities for Independent Living residents varies by location and may include:

. Gracious accommodations with a variety of senior-friendly floor plans

.Daily social, cultural and recreational activities

. Exercise, fitness and wellness programs

. Fine restaurant-style dining with diverse menu options designed for senior nutrition

. Private dining accommodations

Housekeeping, linen and transportation services

. Beautifully decorated common areas and landscaped outdoor areas

. 24-hour medical alert system and emergency response programs in every residence

. Beauty/barber shops, banking, concierge service and other on-site conveniences

. Exercise and game rooms

. Library and/or reading rooms

. Community activity center

 

E eu acrescento: um apoio direto, simples, fundamental e profissional na decoração dos respetivos espaços privados; condição essencial para a satisfação e bem-estar dos habitantes.

Para além de tudo isto o Sunrise também proporciona que possamos habitar em conjuntos marcados por “gostos”, passatempos e aspetos muito específicos, o que é, julga-se, muito estimulante, ao nível do que podemos designar de “habitação temática”, onde designadamente iniciativas associadas ao cohousing poderão ter excelente futuro.

The Monogram Collection by Sunrise Senior Living is a portfolio of eight independent full-service communities, each selected for its unique offerings, but all proudly providing the Sunrise standard of excellent care. 

Every Monogram community is handpicked for its beautiful buildings, local charm, and commitment to providing a distinctive senior living experience. However, it is the residents who have chosen these communities as their home who make the Monogram portfolio truly exceptional. By letting us handle the everyday details such as housekeeping and maintenance, the accomplished older adults we serve can focus on their personal interests and living a relaxed yet fulfilled lifestyle…

Em seguida apontam-se, a título de exemplo, alguns dos aspetos que identificam uma destas Monogram Collection by Sunrise Senior Living (neste caso The Quadrangle):

We promote an enriching and engaging lifestyle with activity schedules planned according to resident input and interest. From monthly brunch and lecture series to book club and art class, you’re sure to find a range of activities you’ll love--whether that includes indulging in an old hobby or tapping into an undiscovered talent.

In addition to monthly in-house events, such as concerts, guest performances, and holiday celebrations, we frequently offer planned outings to explore San Mateo and San Francisco’s world-class museums, theaters, restaurants, and shopping venues.

… Active and involved in community life, The Quadrangle residents have established more than 85 committees and interest groups to run a full array of activities that make our community an exciting place to live.

 

Também a título de exemplo significativo um outro caso inserido neste programa quadrangle proporciona:

Services & Amenities

It’s the little extras at The Quadrangle that make a big difference. We’re committed to providing you a maintenance-free lifestyle so you can enjoy time with friends and family, take advantage of our busy activities calendar, and spend your days doing what you love.

Services:

On-site bank and resident-run gift shop

Overnight guest accommodations

On-site convenience store

Concierge and transportation services

Complete home maintenance and repair

Emergency services

Weekly housekeeping and linen service

Trained staff and skilled nursing available 24 hours per day

Health and Wellness Center

Personal carememory care, and skilled nursing and rehabilitation services, should you need care

Amenities:

On-site salon and spa

Private dining room and catering for special occasions with guests

Social, educational, and recreational programs

Fitness center with a full-time fitness director

Indoor swimming pool and hydrotherapy pool

Tennis court, croquet green, and horseshoes pitch

Six-hole golf course and putting green

Nature trails

Scenic central pond

24/7 library with more than 10,000 volumes, run by a committee of 40 residents

Meeting rooms, computer room, auditorium, arts & crafts room, woodworking shop, and painting and sculpture studio with professional and resident-run classes

Community greenhouse and garden plots to grow flowers and vegetables

85 resident-run committees

 

Globalmente os Sunrise Services & Amenities for Assisted Living proporcionam:

… senior-friendly living spaces designed for comfort and safety with a choice of attractive apartments, including a full bath and an emergency call response system. All Sunrise assisted living communities are pet-friendly; some residents even move in with their own approved cat or dog…

. Programs and activities for daily physical fitness; creative, social, learning and spiritual opportunities

. Maintenance-free living, including housekeeping, trash removal and laundry

. Trained staff available 24-hours a day

. Monthly wellness visits by a licensed on-staff nurse

. Three delicious, well-balanced meals as well as snacks available throughout the day

. Medication coordination

. A resident community cat and dog

. Social and educational programs for families

. Scheduled resident and family meetings

 

Sunrise Senior Living está já próximo de chegar aos 50 anos de atividade e temos; em seguida, citações de um muito importante testemunho de uma Vice presidente Senior da Sunrise, Sue Coppola, sobre o que a organização considerava ter sido o seu passado e poder ser o seu futuro, bem como o futuro de uma habitação mais amiga dos idosos, identificando-se aspetos julgados prospectivamente bem importantes:

…, people were focused more on socialization and companionship, along with their light care needs. What we’ve seen over the years is that, we’ve gone from caring for a more independent senior who may have needed some assistance with Activities of Daily Living (ADLs), to those who have more complex health needs requiring coordination of care and services.

Industrywide, we are taking care of folks who are frailer, needing more assistance with ADLs and chronic disease management, such as diabetes. Also, people are living longer. As the average lifespan has increased, so has the average age of Sunrise residents.

… For one, many don’t clearly understand what assisted living is and the types of care and services that are provided to promote socialization, independence, and health and wellness. Some may also not understand where assisted living fits in the healthcare continuum. In assisted living, our main focus is on promoting health and wellness by providing person-centered care and service in a comfortable, home environment.

Care and services in Sunrise communities are individualized to meet the resident’s needs. We start the assessment process prior to moving in and continue to get to know our residents through a comprehensive resident assessment process. This process helps us to develop an Individualized Service Plan (ISP), tailored to their individualized needs and so we may coordinate care and services with other external providers such as therapy or home health.

… Right now and looking forward, we need to prepare for a changing healthcare delivery system and desire for people to be cared for in alternative settings or in their home. We want residents to continue to age in place in our communities, just as they would if they lived in their home, which means assisting with managing chronic diseases and continuing to evaluate how we might bring more services to our residents.

Um outro aspeto essencial e que, aqui, será apenas aflorado é a questão do financiamento da “habitação para seniores” ou desta mesma habitação num contexto intergeracional; e sobre isto apenas se apontam os títulos dos temas que sobre o assunto desenvolveram responsáveis do Sunrise e que, portanto, existiam nos EUA ao tempo da edição dos documentos que basearam este artigo (cerca de 2021/2022)

. Elderlife Financial Services

. Residents/families may be able to deduct the cost of Room & Care

. Quick Buy Program by Moving Station

. Veterans' Benefits

. Tax Benefits

. Companion Living

Falta sem dúvida um respigar do que os mais idosos podem contar, em Portugal, no âmbito do apoio à habitação; ou será que já não contam? E já não têm acesso a “nada”, incluindo empréstimos bancários?

Finalmente, nesta abordagem muito genérica do excelente Sunrise Senior Living, há que referir e sublinhar que em todo o seu desenvolvimento teve importância a participação do Arquitecto e Gerontólogo Victor Regnier, um especialista e projectista incontornável nestas áreas.

E neste sentido apontam-se em seguida alguns dos aspetos gerais desenvolvidos no âmbito do Home Design Guide 2017 do Sunrise Senior Living (disponível online, como referido atrás), que baseiam os aspetos de Arquitectura de Interiores aplicados em cada fogo ocupado no Sunrise, provavelmente participados por Regnier:

• Strategic furniture choices and placements

• Design solutions for aging eyesight

• Creating familiar spaces for memory support

• Safety Smarts for Seniors

• Smart furniture …

• Easy reaching ,,,

• Safe walking …

• Sharper vision ,,,

• … Decorating tips:

Colocar uma planta …

Fazer mais com menos …

Iluminar o caminho …

Luminárias específicas ...

• Using a variety of textures, colors, and patterns for your top sheets, pillows, bottom sheets, and duvets can help your eyes differentiate between layers …

• Design Solutions for Aging Eyesight

Let light in. Natural light not only helps keep things visible, but also helps improve sleep cycles.

Choose furniture that is safe, sturdy, easy to maneuver around, and able to support your weight without slipping or sliding.

Easy-install, adhesive under-cabinet lighting in the kitchen can help with food preparation.

Outline windows with curtain fabrics that stand out from the walls. You can also add cording or a trim to couches and chairs to better define these pieces.

Choose furniture with rounded corners and avoid glass-top pieces to minimize glare.

Artwork and other accessories should be bright, crisp, and clear.

With design, one size does not fit all. That’s why we provide elegant and simple design solutions that meet a wide range of needs and preferences for senior safety, comfort, and style.

Creating Familiar Spaces for Memory Support …

• Install nonslip strips on the shower and bathroom floors.

• Add grab bars near the shower, tub, and toilet.

• Place seating in front of the sink and in the shower.

• Swap faucet knobs for levers.

• Consider installing a higher toilet seat.

• DIY Design Tips for Seniors …

• Certified interior designers at Sunrise Senior Living consider all aspects of resident living …:

Furniture selected at optimal heights to ease sitting and standing

Bathrooms designed for safety and accessibility

 

Finalmente e para concluir este item um conjunto de considerações muito breves sobre aspetos a considerar na promoção de espaços residenciais intergeracionais suscitados pela análise de diversas imagens, avulso, de realizações do Sunrise Senior Living:

. Interessante a existência no exterior de canteiros hortícolas estrategicamente elevados para uso facilitado por idosos.

. Uma pequena piscina interior bem dimensionada para exercícios durtante todo o anos pode ser um excelente “trunfo” nos equipamentos comuns; e eventualmente associada a um SPA;

. Uma grande zona de convívio e estar em torno de uma lareira pode ser um elemento muito interessante para estímulo de pequenas reuniões e conversas informais.

. Uma zona bem equipara em termos de um grande ecrã e de uma excelente aparelhagem sonora pode ser extremamente atraente em termos de concentração de interesses; faltará depois gerir os mesmos, por exemplo, dirigindo-os para sessões de cinema.

. Um espaço de ginásio mais multifuncional e eventualmente com uma zona bem equipada com bons equipamentos para exercício físico é sempre uma excelente previsão.

. A existência de uma zona de bar com balcão e contígua a uma zona de pequenas mesas que podem também ser de jogos de mesa é um elemento interessante e formalmente muito aproveitável.

. A existência de um interessante espaço de restauração é um aspeto importante a considerar.

. Um espaço de biblioteca é elemento tão simbólico como bem aproveitável para apoiar pequenas e estratégicas zonas de convívio mais íntimo.

. Exteriormente a existência de um pequeno percurso naturalizado será sempre um elemento muito positivo.

. A imagem geral ou global da intervenção deve marcar sóbria e simbolicamente.

. No interior dos fogos mais pequenos onde existam pequenas bancadas de apoio a referições, estas devem ser caraterizadas por uma grande integração, sobriedade e dignidade doméstica, sendo aqui a aparência funcional um aspeto a combater.

. No interior dos fogos as casas de banho não têm de ter um “frio” aspeto funcional e/ou maquinal, devem assumir forte domesticidade; mas os aspetos de apoio à segurança no uso normal devem estar sempre bem presentes.

. No interior dos fogos os quartos principais devem ser expressivamente espaçosos, dignos e sobriamente muito funcionais em termos de espaciosidade e relações entre subespaços.



5. Muito breves reflexões finais sobre os aspetos abordados no presente artigo sobre Casos ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos

Com o presente artigo aproximámo-nos, mais um pouco, de possíveis configurações de soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial intergeracional, mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente viável.

Lembra-se que, tal como se tem registado, estamos agora a avançar para uma fase final do estudo, bipartida entre:

(i) uma reflexão sistemática sobre um muito amplo leque de casos de referência, escolhidos, porque podendo conter aspetos significativos a considerar no PHAI3C; reflexão esta que foi assegurada no presente artigo.

e (ii) uma identificação de aspetos considerados adequados na conceção de conjuntos residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis, participados e naturalmente conviviais; reflexão esta que foi, já, assegurada no último artigo desta série que foi editado.

E acontece que, cada vez mais e muito naturalmente, ao longo desta fase final do estudo e tal como aconteceu no presente artigo, mesmo quando estamos a tratar de casos de referência de soluções residenciais com perfis intergeracionais, não conseguimos evitar apontar o que pensamos serem os melhores caminhos concretos para o seu projeto; é o “problema” que decorre de um estudo já bastante longo.

O próximo artigo desta série editorial será dedicado à identificação e proposta de aspetos concretos considerados adequados na conceção de conjuntos residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis, participados e naturalmente conviviais, agora numa perspetiva mais ligada à estruturação das diversas zonas e microzonas dos respetivos fogos.

 

Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise de casos específicos

Listagem linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar, com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.

.  Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).

.  Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).

Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022e  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 –  Qualidade na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 –  Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 815.  Lisboa, quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 –  Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11  p.)

.   Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17  p.)     Infohabitar, Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15  p.)    

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823 infohabitar .  Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.        (25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica  # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.  Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12  p.) 

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 –  Idosos: desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16  p.) 

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,  Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em três  artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental  (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de soluções – versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial intergeracional – versão de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com demência – versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”;  http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

 

Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 966

Edição: quarta-feira 25 de Fevereiro de 2026

: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE). 

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