Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 966
Edição:
quarta-feira 25 de Fevereiro de 2026
Editorial
Caros
amigos e leitores da Infohabitar,
Continuamos
a desenvolver a divulgação de aspetos razoavelmente conclusivos do estudo ligado
ao PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a
Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de
habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.
Continuamos,
neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso
especificamente ligados à matéria da intergeracionalidade, internacionais e
considerados mais genéricos.
Boas
leituras e naturalmente seria muito bom poder ter contribuições vossas nesta
matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos
propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos
agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal.
Saudações
respeitosas e amigas
António
Baptista Coelho
Editor
da infohabitar
25
de fevereiro de 2026
Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966
1. Introdução ao perfil de análise e apresentação dos Casos de
Referência Ibéricos e Sul-Americanos,
estudados no âmbito do PHAI3C
Os casos de
referência que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de
apresentação prático que desde já se sintetiza:
. Os textos
realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram,
naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de
elementos para informação dos artigos de síntese.
. Os
textos realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito
influenciados pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.
. Os
textos realizados são, quase sempre, baseados apenas no estudo de documentos
identificados na WWW; quando tenha havido visita essa
condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.
. Os
textos realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou
oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no
âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer
tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos
residenciais e/ou de equipamento específicos.
Por razões
práticas e de agilização da apresentação não se usam imagens originais; podendo ser realizados
esquemas ilustrativos e descrições sintéticas de espaços e equipamentos.
Naturalmente
que os textos entre aspas correspondem a citações retiradas dos documentos
usados; mas como estes não se encontram bem referenciados em termos de títulos
e autorias, por razões ligadas à grande quantidade de informação tratada,
reduziram-se ao máximo as respetivas citações.
E
por fim mas considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores
a procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais
aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas
respetivas conclusões e aspetos de reflexão.
2. Listagem ordenada dos mais de 100 Casos de
Referência
estudados no âmbito do PHAI3C
A estruturação geral
dos casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu
perfil tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume:
. Ibéricos e sul-americanos – correntes 11 casos
. Ibéricos e sul-americanos – Intergeracionais 7 casos
. Internacionais – Correntes 60
. Internacionais – Intergeracionais 13
. Internacionais - Específicos para demências 7
. Internacionais - Envelhecer na sua casa 5
3.
identificação dos Casos de Referência ligados a Habitação
Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – 12 casos (ordem alfabética)
A
seguinte apresentação dos títulos dos casos, depois comentados individualmente
de forma sintética, destina-se a ficarmos com uma ideia geral da matéria, que
não pode deixar bastante diversificada quando pretendemos visar uma nova
categoria de tipificação habitacional e urbana, pois em cada caso/situação
podemos retirar aspetos significativos e cada caso pode ser, aparentemente,
pequeno nos seus aspetos aqui respigados mas até, eventualmente, muito
significativo na sua influência no corpo final de sugestões sobre uma renovada
forma de habitar intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente
convivial e participada.
Chama-se
ainda e novamente a atenção para o cariz esquemático e “de trabalho” dos
referidos comentários, referidos, portanto, a uma fase preliminar de sugestões
conclusivas para uma “nova” tipologia residencial baseada em espaços privados,
comuns e de uso público.
E
finalmente avisam-se os leitores para a diversidade de extensão das referências
a cada caso de estudo.
. Apartment/Condominium
for Life Housing and Service Hybrids: Dutch and US Models
. Arch Daily (revista, vários casos)
. Cohen Rosen (apoio à memória)
. Cosby Spear (reabilitação)
. Fredensborghusene (Dinamarca, uma associação
ligada a aposentados)
. Good Sheppard
. Laclede Groves
. Mary Helen
Rogers senior community
. PRP
Integrating Retirement Housing into New Communities
. Rockhill Mennonite
. Suite em Hamburgo – Astron Hotels
. Sunrise USA, diversas localizações
4.
Apresentação dos aspetos retirados do estudo dos Casos ligados a Habitação Intergeracional,
internacionais correntes e mais genéricos
4.1. Apartment/Condominium for Life
Housing and Service Hybrids: Dutch and US Models
É bem interessante determo-nos no título
acima “Apartment/Condominium
for Life Housing and Service Hybrids”, onde se refere que além do apartamento existe um condomínio e que o
respetivo habitar é “para a vida” e que não integra “apenas” o que podemos
designar de estritamente habitacional, mas também uma interessante hibridação
entre habitar e serviços vários: estamos mesmo no tema que aqui nos move e com
o apoio de uma das principais autoridades na matéria o Arquitecto e Gerontólogo
Victor Regnier – professor destas matérias na University of Southern California
–, que tive a excelente oportunidade de conhecer há alguns anos.
Segue-se uma seleção das notas retiradas
ou, mais frequentemente, decorrentes de elementos existentes no estudo de
Victor Regnier com o título acima registado (do mais amplo e comum ou até de
uso público para o mais privado):
- a vizinhança integra diversas
tipologias habitacionais e não apenas soluções mais dirigidas para idosos;
- tendência para o privilegiar de um
cuidadoso, porque física e regulamentarmente regulado, trânsito misto de peões
e veículos;
- todos os espaços da solução devem ser
marcados por aspetos adequados à motivação do seu uso por pessoas de todas as
idades;
- espaços comuns multifuncionais
aproveitando variadamente espaços com usos periódicos ou habituais;
- espaços comuns integram ginásio/sala
para exercícios físicos com zona específica para terapias especialiadas;
- equipamentos comuns e dispendiosos
como uma eventual pequena piscina devem ser bem aproveitados, por exemplo para
uma piscina de exercício;
- espaços e equipamentos comuns e
elaborados devem ser rentabilizados ao máximo em termos de usos potenciais – é
o caso de um “jardim de inverno” que integre zona(s) de estar;
- espaços mais usados da habitação têm
grandes janelas;
- na habitação deve existir um espaço
potencialmente dedicado a variados tipos de atividade ocupacionais;
- atividades de apoio específico a
idosos e condicionados de vários tipos podem ser centralizadas, no local, numa pequena estrutura que apoie toda uma
dada vizinhança e que nela organize, por exemplo, apoios domiciliários diversos
(ex. de refeições), apoios domiciliários de enfermagem, e outros apoios e
serviços domiciliários específicos, como por exemplo também apoio à
telemedicina, que terá aspetos naturalmente privados, mas também outros que
exigem enquadramento técnico específico;
- a integração de uma estrutura do tipo
“centro de dia” atualmente muito dirigida para idosos parece ser uma solução
interessante e eficaz; no entanto e na opinião do autor deste artigo deverá ser
fortemente destacada da intervenção residencial do PHAI3C, funcionando de modo
claramente separado; e por outro lado penso que os “centros de dia” não
deveriam ser específicos para idosos, mas sim aceitarem um uso basicamente
intergeracional, embora minimamente regulado, condição esta que poderá ter
excelentes resultados integradores e vitalizadores; julga-se, também que haverá
vantagens na exploração de pequenos equipamentos do tipo “mini centros de dia”;
- o espaço de entrada principal pode ser
associado a uma espaciosidade especial e à existência de luz natural e de
elementos “verdes”, que, no conjunto, associem aspetos de representatividade a
uma estratégica noção de maior afastamento e/ou autonomização das diversas
unidades residenciais privadas;
- o espaço de entrada principal pode ser
tratado de modo a incentivar uma maior dinâmica convivial, por exemplo entre
pessoas de diversas idades, e pode ser aliado à instalação de um equipamento do
tipo bar/café que, desejavelmente, deve ser de uso público;
- os espaços comuns devem sediar apoios
que são hoje em dia essenciais e que muita falta fazem aos mais idosos, como
por exemplo é o caso do apoio informático; esta condição quer evidenciar que
não haverá mais convívio natural apenas porque se desenvolveram mais espaços
comuns, mas também porque nestes há apoios que os moradores consideram vitais;
- nos espaços comuns devem existir
potencialidades efetivas para atividades e para equipamentos hoje dificilmente
acessíveis em espaços privados e que podem, por outro lado, serem verdadeiros
motivadores do uso mais frequente e natural desses espaços comuns; aqui se
integra a possível existência de uma lareira e de um bar, ainda que com
atividade muito irregular; mas podem lá estar, tornando possíveis certas
atividades e contribuindo para um interessante sentido doméstico e convivial;
- uma adequada relação com e fruição do
exterior deve ser possível de modo delimitado mas efetivo em cada unidade
residencial e de modo adequadamente desenvolvido nos espaços comuns onde deve
existir no mínimo a capacidade para um grupo de convívio amplo (ex, sete a 10
pessoas);
- a questão da disponibilidade de
excelentes condições para banhos de imersão devem ser possíveis, de forma
devidamente proporcional, ao nível de cada habitação e nos espaços comuns,
sendo nestes importante a existência de excelentes condições para “banho
assistido” (Stretcher/Bather) e estas condições não se limitam a um qualquer espaço funcional, há
que aproveitar todas as suas potencialidades ambientais;
- as escolhas tipológicas privadas devem
sempre proporcionar uma forte adaptabilidade e versatilidade de usos,
designadamente, com a disponibilização de pequenas zonas multifuncionais que
façam “crescer” a tipologia de modo muito económico e que possam apoiar um
grande leque de usos; por exemplo com T0/1, T1/2 e T2/3;
- no desenvolvimento das soluções
residenciais privadas provavelmente a questão da integração, ou não, da zona de
cozinha numa sala-comum é uma das principais decisões, considerando-se que ela
poderá ser sempre opcional relativamente a uma zona de cozinha e de refeições
mais específica e onde possa também decorrer boa parte da vida pessoal ou
familiar (ex., ver TV, trabalhar com computador, ler, conviver);
- a existência de unidades residenciais
ou de quartos especificamente dedicados a pessoas muito dependentes deve ser
considerado, basicamente, em cada solução; podendo não ser aceitável como regra
pois pode ser uma situação que acarreta estigmas em termos do que se deseja
possa ser uma solução residencial praticamente corrente;
- condição idêntica deve marcar a
eventual integração de unidades residenciais ou de quartos especificamente
dedicados a pessoas com demências, que não se julga dever ser regra e que
deverá ser ponderada caso a caso e sempre em pequenos “cachos” por exemplo de
grupos de um máximo de 6 pessoas (ex., três conjuntos de 6 pessoas, cada um
deles com espaços comuns e apoios específicos);
- como elementos importantes a ter
sempre presentes na concepção de um espaço residencial tendencialmente
intergeracional temos os seguintes, muito ligados a aspetos concretos apontados
por Victor Regnier: optimizar a oferta porque nenhum “tamanho” serve a todos;
desligar a habitação dos serviços disponibilizados; dar prioridade à
socialização e ao exercício físico; encorajar/apoiar estilos de vida que ajudem
residentes a auto-ajudarem-se; encorajar o voluntarismo; equilibrar tecnologias
mais e menos elaboradas mas sempre com um foco especial na “qualidade de vida”.
4.2. Arch Daily (revista, vários casos)
De cerca de 20 casos estudados na revista Arch
Daily, localizados perto de Paris e de
Barcelona e associáveis a estas matérias da intergeracionalidade residencial
salientam-se os aspetos de grande importância: da iluminação natural e de uma
grande atenção ao tratamento dos vãos; de uma adequada espaciosidade, muito
caldeada com um estratégico sentido de domesticidade; da organicidade na
estruturação de cada solução tipológica; de uma adequada repartição, por pisos,
das diversas funções gerais; de uma forte diversidade de funções próprias e de
outras que lhes estejam naturalmente associadas; e de um verdadeiro sentido
urbano desejavelmente muito central e/ou que apoie uma estimulante vivência
urbana diária.
4.3. Cohen Rosen (apoio à memória)
Considerando que todos “vamos para velhos” e que a falta de memória
acaba por ser algo que nos vai a todos afetar, será, julga-se, estratégico, que
todas as soluções intergeracionais sejam baseadas numa conceção que podemos
designar de “amigas ou apoiantes da memória”; não se trata para já e aqui de
avançarmos em estruturas especializadas com esse objetivo, que também são
necessárias, mas de incorporar sempre que possível formas de conceção e
pormenorização amigas de uma mais fácil e efeitiva memorização de sítios, usos
de equipamentos, opções de acessibilidade, etc.; e com estas condições todos
ganharemos desde aqueles que começam a memorizar os seus cenários de habitat,
como é o caso das crianças, até aos que começam a ter dificuldades na respetiva
memorização, como é o caso dos mais idosos.
Tais condições devem ser desenvolvidas, designadamente, ao nível:
das escalas residenciais mais globais de intervenção e dos seus
subagrupamentos; do desenvolvimento de “planos” específicos de caraterização
dos diversos níveis residenciais no sentido de se favorecerem excelentes
condições de apoio à memória no âmbito do uso dos respetivos espaços; dos
diversos acabamentos residenciais; das famílias de mobiliário, “decoração” e de
equipamento residencial previstas; e especificamente pela disponibilização de espaços
e elementos concretos de suporte dos elementos de “memorabilia” de cada pessoa
e família, seja ao nível de sub-espaços de pormenorização, seja mesmo ao nível
da existência de compartimentos muito adequados para o suporte a variadas
formas de memórias pessoais, familiares e de grupo, naturalmente muito
adequadas ao nível privado, mas que podem ter também expressão nos espaços
comuns.
Cuidados estes que muito têm a ver com a respetiva relação com
aspetos de circulação, acessibilidade e comunicabilidade visual entre espaços,
e cujo tratamento vai muito para além de simples questões funcionais.
Esta é uma matéria daquelas que, sozinhas, nos levam muito longe em
termos de conceção de Arquitectura e que muito têm a ver com “o partido” global
adequado e adoptado em cada solução, sendo frequentemente aliável a aspetos de
alguma “concentração” espacial, por exemplo, no uso e/ou na leitura de
determinados espaços muito atraentes, como por exemplo são os pátios, e na
leitura de determinados panos de parede estrategicamente colocados e
potencialmente suportes de muitas memórias.
E esta última consideração transporta-nos para uma outra muito
interessante e que se refere a que para pessoas com diversos condicionalismos
– e para todos os idosos em geral – será importante e mesmo muito importante a
disponibilização de um espaço exterior totalmente seguro.
É também interessante ter em conta que tudo o que se faça no
sentido de “empoderar” os espaços residenciais previstos no sentido de um maior
-mais forte e contínuo/estrategicamente sincopado – apoio à memorização desses
mesmos espaços e no suporte de eventuais muitas memória dos habitantes será
algo de grande importância também no apoio à vida diária de pessoas com
demências; e é bem conhecida a importância de exteriores naturalizados e
seguros na vivência de pessoas com demências.
4.4. Cosby Spear (reabilitação)
A partir do respetivo caso, referido a uma operação de
reabilitação, que se destaca, também, por uma excelente ilustração, salientam-se alguns
aspetos diversificados que, em seguida, se sintetizam de modo agrupado no que
se refere à sua incidência exterior ou interior:
- Acentuar um agradável sentido de “chegada” e desenvolver zonas
cobertas de receção especialmente adequadas a necessidades de espaciosidade e
condições de conforto exterior especiais.
- Desenvolver espaços exteriores realmente convivenciais.
- Interiormente a solução deve ser naturalmente marcada por boas
condições globais de acessibilidade e pela existência de um grande espaço
multifuncional muito bem projetado.
- Existência de outros espaços multifuncionais para grupos de uso
mais pequenos e que não determinem os respetivos usos.
- Desenvolvimento de cuidados muito adequados com todos os aspetos
de funcionalidade diária do conjunto dos espaços privados e comuns.
4.5. Fredensborghusene (Dinamarca, uma associação ligada a
aposentados)
Esta é uma intervenção residencial “histórica” projetada por Jørn
Utzon para a associação Danes Worldwide e destinada a proporcionar
condições de vida adequadas a dinamarqueses muitos deles ligados à diplomacia e
que retornam ao país quando aposentados.
O conjunto situa-se em Fredensborg, North Zealand numa excelente
zona rural muito pitoresca e foi construído por iniciativa de Jørgen Saxild da
Kampsax A / S, tendo sido concluído em 1963 (e visitado em 1985) e é composto
por 47 fogos - 30 “townhouses” e 47 “angled courtyard” – e por
uma “casa de comunidade” com restaurante, variados outros espaços funcionais e
9 quartos para hóspedes; tratando-se de uma intervenção que está amplamente
documentada na WWW e que bem merece esta atenção.
Foi possível visitar este extraordinário conjunto há alguns anos
atrás, destacando-se o conjunto por uma grande qualidade de desenho e de
potencial de apropriação, associando interessantes “cachos” de pequenas
“casas-pátio”, mais quadrangulares ou mais alongadas, tipologicamente marcadas
por uma mínima diversidade, onde se assegura, tanto uma interessante
continuidade urbana na principal zona de acesso, como uma forte relação com a
natureza ajardinada no lado oposto e contíguo aos pátios.
Rematando este interessante mundo privado temos uma grande “casa
comum” com alguns equipamentos coletivos, entre os quais um agradável
restaurante, que se julga também aberto ao público, amplas zonas e instalações
comuns com diversos fins e algumas suites para visitantes.
Os fogos disponibilizados são um verdadeiro “modelo” em termos da
experiência de “casas-pátio” térreas com fortíssima escala humana e marcadas
por acabamentos extensos em tijolo aparente; as áreas úteis disponíveis variam
entre 73 a 130 m2, e as tipologias mais frequentes são as T3, mas com uma boa
suite e dois quartos “individuais” mínimos e amplas zonas comuns com zonas de
refeições formais e informais, estas ligadas a grandes cozinhas e com
excelentes salas comuns prolongadas por espaçosas zonas de entrada principal.
Sendo “casas-pátio”, proporcionam um amplo pátio murado (panos de
tijolo aparente) multifuncional e em parte ajardinado com uma área que por
vezes excede significativamente a área interior do fogo; e ligado a um telheiro
para abrigo automóvel.
Fogos com um extraordinário equilíbrio entre variadas zonas
funcionais e multifuncionais e proporcionando uma excelente “cenário” de vida
íntima e bem apropriável, mas em forte e voluntária ligação com um reforçado
sentido de comunidade – espaços comuns são usados para convívios locais e para
celebrações familiares (naturalmente por marcação).
4.6. Good Sheppard
A intervenção designada por “Good Sheppard” merece uma atenção
muito especial pela sua sábia estruturação de variados tipos de suites
residenciais, umas mais pequenas tipo T0+, outras tipo T0/1, outras tipo T1 e
ainda outras tipo T2 (em menor número); sendo que em cada nível cerca 12 destes
fogos estão expressivamente agrupados em torno de duas zonas comuns conviviais,
que assim servem, preferencialmente, cada uma delas um conjunto mais pequeno de
cerca de 6 fogos; mas com a particularidade destas duas zonas comuns que são
“abertas” comunicarem entre elas por uma outra ampla zona comum que, assim,
propicia uma leitura ampla e muito extensa de todo o espaço interior de usos
comuns.
Um outro aspeto a relevar é que toda esta ampla zona comum se liga
e até envolve, parcialmente, um amplo espaço exterior comum.
Mas talvez o aspeto mais impressionante é o cuidado extremamente
desenvolvido que foi investido na arquitectura de interiores de todos os
espaços comuns e privados atrás referidos; e
nesta perspetiva salienta-se ficar evidente que no desenvolvimento de soluções
residenciais para pessoas que em certa fase da sua vida saem das suas casas que
lhes são bem “familiares” e intensamente apropriadas e vão habitar para um outro “novo” “cenário” residencial a
questão do ambiente é essencial; sendo que a ideia é que os “novos” espaços
comuns tenham um carácter tão doméstico e tão íntimo, que acabam por levar,
habitualmente, a um seu uso concordante, calmo, respeitador mas agradável; e
sendo também fundamental que os respetivos “novos” espaços privados tenham uma
bem elaborada e expressiva domesticidade e capacidade de apropriação,
extremamente dependente de um excelente projecto geral e de uma excelente
arquitectura de interiores, capaz de assegurar o bom resultado global de uma
dada ocupação com um mínimo de novos elementos de mobiliário, considerando os
espaços tendencialmente pouco amplos, mas aceitando elementos-chave de
apropriação trazidos pelos habitantes.
Os espaços comuns são preenchidos e super pormenorizados em
múltiplos micro espaços com variados usos e muito bem relacionados, seja interior seja exteriormente, seja em estratégicas e vitais zonas
de relação entre interior e exterior.
E os espaços privados são também preenchidos e super pormenorizados
em múltiplos micro espaços, agora a uma escala naturalmente ainda mais apertada
mas excelentes nos seus aspetos de variada leitura, multifuncionalidade cuidada
porque sempre domesticamente caraterizados e belíssima pormenorização igualmente marcada por aspetos de apropriação e sempre por cores e
texturas muito calmas, muito “consensuais” e tendencialmente muito
naturalizadas; importa também sublinhar a muito sábia espaciosidade e
pormenorização, que estão sempre bem fundidas, por exemplo as mini cozinhas
ainda assim têm realmente “ar” de cozinhas e há, um pouco por todo o lado,
pequenos espaços que é possível “habitar” e apropriar, seja em recantos
estrategicamente bem colocados à entrada da habitação, seja em peitoris baixos
e largos mesmo a pedirem um qualquer elemento de decoração.
E sobre estas matérias pensa-se que esta perspectiva de excelente
pormenorização doméstica não obriga a acabamentos luxuosos, mas sim a um
excelente projecto de Arquitectura – geral e de interiores.
4.7. Laclede Govres
Muito do que se acabou de referir para a pormenorização global em
termos de grandes espaços arquitectónicos ao nível dos agrupamentos e “cachos”
de pequenos fogos e também ao nível da sua respetiva micro elaboração em termos
de microespaços e finalmente dos respetivos aspetos, tantas vezes esquecidos,
de uma verdadeira arquitectura de interiores é válido neste caso de Laclede
Groves, mas agora a uma escala que parece ser substancialmente maior de
intervenção.
E cita-se:
Lutheran Senior Services was in search of a
‘Campus Heart’ for Laclede Groves. Their search
began a process of change resulting in a new Town Center (campus heart) with
enhanced amenity space, wellness programs and dining venues; Residential
(independent) Living apartments; upgrades to the quality and capacity of
skilled care; and improved campus circulation.
… The ‘Campus Heart’ now revolves around a
new 80-unit, four-story Residential Living apartment building connected to
the new Town Center, providing larger marketable apartments and enhanced
amenities.
… Renovations to the first and second
floors resulted in fitness/wellness, therapy pool, media room, spa/salon,
meeting rooms, offices, physical/ occupational therapy space and a clinic.
Esta intervenção carateriza-se muito especialmente por excelentes
plantas domésticas – espacialmente muito equilibradas e muito bem projetadas em
termos de arquitectura de interiores – e pelo enorme leque de serviços comuns propostos.
Em termos dos fogos, que são monorientados e servidos por um
corredor central comum que se alarga nas respetivas rótulas de acesso e remates
do edifício, eles encontram-se estruturados por “alas” mútua e organicamente
articuladas entre si, propiciando conjuntos próximos, em cada piso, de cerca de
12 fogos, mas com prolongamento por outras alas, mas não numa continuidade
monótona, pois os corredores vão mudando de direção e rematando em pequenas
zonas de estar.
Os fogos: assentam numa lógica de modularidade, subindo
tipologicamente com mais quartos e/ou com salas em dois espaços – permite-se
aqui uma interessante alternativa de espaço e de custo entre um fogo com um
módulo de sala idêntico a um quarto, ou outro fogo com uma verdadeira sala
comum em dois espaços (dois módulos desse tipo); contam sempre com excelentes e
quase autónomas zonas de cozinha, que parecem poder ser por vezes encerráveis e
que em outros casos se prolongam por zonas de refeições formais; há claramente
duas tipologias de quartos, um deles muito espaçoso e outro mínimo e
multifuncional; existe sempre uma zona específica de entrada, privatizadora do
interior do fogo e “funcionalizada” por uma arrumação contígua; e ´frequente a
existência de uma varanda/balcão fundo, que por vezes proporciona uma
acessibilidade alternativa entre quarto principal e sala-comum e que pode
funcionar quase como uma saleta exterior protegida.
Globalmente e citando os promotores dos Laclede Groves os
respetivos fogos são muito agradáveis e são claramente “participados” o que
também é de extrema importância:
Open, spacious, and light-filled apartments
reflect the desires of existing and future residents, with information and
feedback gathered during hands-on meetings.
Para quem esteja interessado salienta-se, ainda, o excelente
dossier fotográfico que ilustra os diversos ambientes criados, registando-se
mesmo, com especial importância, a “total”
domesticidade que foi conseguida na unidade de enfermagem que é
disponibilizada.
4.8. Mary Helen Rogers senior community
Numa escala urbana mais “central” e “em altura” temos, aqui, um
grande gaveto com 9 pisos e cerca de 16 fogos em cada piso e com galeria
interna de distribuição (fogos monorientados), que corresponde à Mary Helen
Rogers Senior Community.
Nesta solução que parece ser extremamente significativa pelo grande
número de fogos desta comunidade – cerca de 130 – numa posição urbana central,
o que também é fundamental.
A tipologia dominante, como não deve deixar de ser, é o T1, com
alguns T0+; no piso térreo quase metade do espaço é ocupado por um grande
“café”, e apenas cerca de ¼ do R/C por “apoios residenciais” específicos.
Temos aqui uma solução residencial cujos aspetos de caraterização
geral têm longas e históricas raízes na história habitacional dos EUA, com
pequenos apartamentos, por vezes sem cozinha e com serviços comuns, apoiados
por vezes por um espaço de restauração e convívio; uma modalidade que muito se
desenvolveu na promoção privada dos EUA antes da depressão de 1930, e que
depois apenas “sobreviveu” aqui e ali; e que talvez hoje em dia por velhas e
novas razões possa voltar a ser muito adequada.
4.9. PRP Integrating
Retirement Housing into New Communities
O caso que se segue refere-se a soluções no Reino Unido destinadas
à integração de habitação para aposentados em novos conjuntos residenciais,
integrados em três tipos diferenciados de soluções residenciais e de prestação
de apoios e cuidados, que interessa ter em conta (tradução minha): habitação
autónoma - Independent living; habitação com cuidados especiais - extra care
housing; habitação assistida - assisted
living
As citações que se seguem são da autoria de
Anne-Marie Nicholson ( am.nicholson@prp-co.uk ) e da sua
brochura intitulada PRP-IRHINC-Brochure_0317.pdf.
As the UK market leaders in the
field of Specialist Housing and Care, we now have a number of significant
retirement housing projects within larger masterplans, for housing
associations, charities, local authorities and private developers.
A autora define num parágrafo o que
se visa, em boa parte, no PHAI3C:
Beautifully
designed, self-contained apartments with ‘hotel style’ communal facilities and
flexible care for those that need it.
E julga-se que uma tal solução residencial será
desejada, atualmente, por muitos “urbanitas” e não apenas por idosos e/ou
variadamente condicionados.
E avançando para a configuração dos espaços e
serviços comuns proporcionados, que devem ser, sempre, cirúrgica, paulatina e
cuidadosamente programados poderemos ter ao nível térreo equipamentos comuns
e de apoio que podem ser partilhados no sentido de integrarem a comunidade
local e vicinal.
PRP advises
clients to tailor the facilities they offer to ensure viability based on the
size of the development and what is already available in the local area. These
might include a residents’ lounge, dining room, full catering kitchen, hair
salon, activity space, IT connections, assisted bathroom, offices, guest /
staff accommodation, a laundry, sensory and activity gardens.
Uma ideia bem interessante seria promover o
PHAI3C como solução de vida independente e bem personalizada e caracterizada
“ao sítio”, mas que, pelas suas especificações exigentes possa servir, pelo
menos, como fogos e minifogos para habitação assistida e talvez mesmo, com
alguns aspectos evolutivos – em termos dos espaços e equipamentos privados e
dos comuns – para uma franja significativa dos cuidados extra ou específicos;
mas neste ultimo casos sem que esta condição comprometa o carácter/ambiente dos
restantes espaços residenciais – e esta matéria é bem sensível, não tenhamos
qualquer dúvida, pois é fundamental que, tal como acima se apontou, a
intervenção se caraterize, essencialmente, por um sentido de “estilo hotel” com
espaços e serviços comuns “estilo hotel” e cuidados flexíveis e especializados
para quem deles necessite e prestados sempre a nível claramente privatizado ou
no âmbito de serviços comuns disponíveis para todos (ex., SPA).
Julga-se que se os “fogos” forem adequadamente
projectados e construídos em termos de pormenorização (incluindo aqui aspectos
vários e extremamente exigentes, por exemplo, de isolamento, ventilação etc) ,
flexibilidade específica pormenorizada e adaptabilidade especial com sentido
mais lato, e se os espaços comuns forem adequadamente funcionais, versáteis e
adaptáveis será possível cumprir tais ideias; sendo aqui importante que os
restantes habitantes possam encarar a sua natural evolução de necessidades também
de uma forma natural e sempre desejavelmente caldeada pela também natural e
continua integração de novos residentes e de jovens residentes; daqui também a
importância da intergeracionalidade.
Apenas como exemplos e agora mais ao nível dos
espaços comuns possíveis: um estimulante espaço/circuito interior/exterior para
deambular em boas condições não serve apenas os doentes de alzheimer, mas sim
para todos aqueles que já perceberam que ao “deambular” se liberta a mente e/ou
se descansa; assim como um piso térreo claramente de uso comum mas também
claramente cheio de referências domésticas e urbanas.
Tal como é defendido por Anne-Marie Nicholson é
também muito importante uma adequada e sustentável vivência e convivência a disponibilização,
em cada intervenção, de variadas formas de uso/propriedade, por exemplo: compra
(setores de “luxo” e de classe média); propriedade partilhada (shared
ownership); e tipo Habitação de Interesse Social ou HCC.
Pois como defende a mesma autora:
Housing for
older people is a rapidly expanding market which incorporates the full range of
tenures.
Por exemplo em um dos muitos conjuntos realizados -neste caso as Orbit
Homes em Arden Quarter,
Stratford-upon-Avon, com Extra Care & Mixed Tenure (2018) com 102
fogos T1 e T2 – com 55 e 72 m2 respetivamente – e uma área comum de cerca de
700m2 e 40 lugares de estacionamento (reparar na proporção entre fogos e
lugares de estacionamento e há ainda o pessoal que trabalha localmente: 102
para 40).
Interessante a relação entre cerca de 100 fogos e 700 m2 de espaços
comuns que de certa forma correspondem à área de cerca de 5 fogos.
Os fogos neste caso são monorientados e com forte modularidade e
regularidade na sua forma global e unitária com as seguintes principais
caraterísticas: hall de entrada com roupeiro contíguo; varanda de estar a toda
a largura da sala comum (com profundidade para mesa e 2 cadeiras); quarto
quadrangular muito espaçoso; sala comum com bancada de cozinha muito longa na
parede oposta à janela; segundo quarto mínimo no T2; casa de banho com duche no
T1; mais uma pequena casa de banho privativa no T2; fogos acessíveis a pessoas
em cadeiras de rodas.
Num outro exemplo desenvolvido para o Hill Residential and BPHA em
Cambridgeshire, que integra Residential Apartments e Senior Living (2016),
temos 74 senior living apartments, T1 e T2 com cerca de 55 a 70m2,
respetivamente, e com cerca de 900m2 de áreas comuns e “apenas” 24 lugares de
estacionamento, atente-se.
Os fogos neste caso são também monorientados e
com forte modularidade e regularidade na sua forma global e unitária e
caraterísticas idênticas às anteriormente apontadas, mas com varandas mais
fundas e zonas de cozinha por vezes independentes e espaçosas ou integradas na
sala comum mas bastante autonomizadas; salienta-se que as varandas mais fundas
permitem ligação exterior alternativa entre quarto e sala-comum, funcionando a
varanda como verdadeira zona de estar do tipo balcão (protegida).
A análise destes dois conjuntos sublinha a
importância que tem o apurado estudo de “módulos” de fogos regulares e optimizados,
com algumas variantes, que são, subsequentemente aplicados em intervenções urbanas
bem diferentes, distintas e “locais”, sendo a respetiva configuração geral e
dos respetivos espaços comuns os grandes responsáveis por esta positiva
“individualidade”, pois cada solução é mesmo uma solução específica e com
expressivo desenvolvimento em planta.
Em termos de aspetos particularizados detetados
nos espaços comuns destes conjuntos e que convirá registar temos:
- a importância da criação de ambientes
caraterizados e bem memorizáveis, uma importância que por vezes ultrapassa os
respetivos papéis funcionais e neste caso se inserem os espaços de biblioteca
previstos; provavelmente zonas de estar mais recatadas e para grupos de pessoas
mais reduzidos, incluindo recantos individualizados de leitura, por exemplo;
- a importante consideração da circulação comum
do tipo corredor central largo rematando no que parecem ser micro espaços de
estar comuns com forte relação interior/exterior (fontes de luz, marcadores
espaciais e espaços de transição).
4.10. Rockhill Mennonite
A partir do caso designado por “Rockhill Mennonite” considera-se
que um extenso desenvolvimento dos serviços prestados em zonas comuns poderão
ser mais-valias de vida e de sustentabilidade da intervenção, sendo de uso
“público”, naturalmente regulado e pago ( ex., ginásio, SPA, massagens, etc.).
Deste caso de estudo retiram-se, entre outros aspetos, notas
interessantes sobre:
- A importância que tem o desenvolvimento de microespaços
multifuncionais, seja nos espaços privados seja nas zonas comuns; naturalmente
com diferentes escalas, mas por vezes até “cruzando” escalas; aqui em Rochhill
a interessante designação é de “alcovas de atividade”.
- O interesse que terá o desenvolvimento nos espaços comuns
residenciais de um espaço com funções e carácter do tipo “espaço-clube”,
apoiado por uma zona de café/bar e mesas agregáveis em diversas composições.
4. 11. Suite em Hamburgo – Astron Hotels
Este caso designado “Suite em Hamburgo – Astron Hotels” refere-se à
vivência direta de uma suite T1, que tive oportunidade de experimentar há
alguns anos.
Salienta-se a grande regularidade global do módulo T1, integrado
quase num “quadrado”, monorientado e dividido praticamente a meio: parte
ocupada por entrada abrindo para zona de bar/apoio a preparação de refeições
(mistura interessante a reter), bem aberto para sala comum que remata numa
pequena zona de TV e/ou apoio a trabalho profissional em casa; e a outra parte
ocupada por casa de banho, com duas portas, uma abrindo para a sala e outra
para zona de vestir e lavatório com bancada, por sua vez abrindo para zona de
quarto espaçosa com zona de cabeceira que se prolonga por mesa/bancada
multifuncional (excelente para trabalho em casa mais recatado) e com ampla
porta de correr que liga à sala comum, e que pode estar evidentemente aberta,
ampliando a sala, ou fechada e criando zona recatada.
Globalmente estes pequenos figos estão cheios de luz natural e são
agradavelmente abertos e com alternativa de acesso, podemos passar pela sala,
quarto, vestir, asa de banho e novamente chegar à sala.
A grande disponibilidade de luz natural e naturalmente de vistas
exteriores, que é muito agradável, é matizada e regulada por uma extensa
alternativa de cortinas, proporcionando variados ambientes: bem abertos;
medianamente abertos com vista protegida mas com muita luz; e bem escurecidos
ou parcialmente escurecidos com cortinas opacas.
4. 12. Sunrise Senior Living, diversos tipos de soluções em
múltiplas localizações
Nota prévia: quaisquer interpretações menos fiéis desta solução não
têm qualquer sentido negativo, mas poderão decorrer de um menor conhecimento
desta oferta residencial, que se considera de muito interesse e valor, mas que
foi apenas estudada a partir de documentos na WWW.
Desde já se salienta que a presente abordagem a este caso ligado às
soluções residenciais Sunrise -nos USA e pensa-se que não só -, merece uma
atenção muito especial e de nenhuma forma quer ou pode substituir a
respetiva consulta na WWW dos muitos elementos aí disponíveis sobre esta
excelente oferta residencial da Sunrise; e aliás os elementos em
seguida apresentados serão, essencialmente, citações retiradas desses
documentos, entre os quais e desde já se sublinha a importância do excelente “design
guide” disponível online - https://www.sunriseseniorliving.com/ - e que estrutura o vital
desenvolvimento de uma arquitectura de interiores própria e específica para
cada pessoa/casal nas suas novas habitações integradas em conjuntos Sunrise.
Interessa fazer aqui uma longa citação da documentação Sunrise,
referida ao leque de ofertas residenciais por eles disponibilizadas e que, de
certa forma, caracterizam diversas necessidades e desejos habitacionais de
pessoas que precisam de ou desejam viver numa lógica de habitação apoiada e
complementada por espaços e serviços comuns; temos então segundo o Sunrise –
Senior Living as seguintes modalidades residenciais e de apoio e prestação de
cuidados domésticos e pessoais:
Independent
Living …
Assisted
Living at Sunrise
allows seniors to remain independent in a professionally managed and carefully
designed community setting. Enjoy vibrant social activities, personalized
elderly care and individually tailored 24-hour support services.
Memory care, for residents with Alzheimer’s and other
forms of memory loss, offers specially designed, safe and stimulating
environments. This includes Reminiscence Neighborhoods where we create and
recall meaningful activities using the stories and details of an individual’s
life.
Respite care, or short term stays at Sunrise are
available for seniors whose caregiver may become temporarily unavailable due to
health, other commitments or an extended vacation. A respite care stay also
supports seniors who need extra assistance after a hospital visit or during an
illness.
Personal
Care (PA &
KY) … Our personal care services are offered at Sunrise communities in
Pennsylvania and Kentucky to provide residents with a tailored approach to
resident wellness and around-the-clock assistance.
Skilled
Nursing … Our
skilled nursing and rehabilitation care is founded on the Sunrise Principles of
Service to provide quality clinical elderly care while preserving our
residents’ dignity and self-respect.
Dignity Home
Care … Have care
needs that are often provided in a given facility but you prefer something
else? Sunrise can bring health and homemaker services to you, wherever you
reside, for the compassion and care you need–on your terms.
Coordination
of Hospice Care …n We can help coordinate hospice care services with other professional
caregivers and ensure personalized treatment and compassion for those requiring
end-of-life care
Esta grelha mais fina ou elaborada de
tipologias residenciais associadas a espaços e serviços comuns e à prestação de
cuidados pessoais de bem-estar e saúde é considerada muito interessante pois,
de certa forma, pelo seu “grão mais fino”, tende a aproximar-se da grande
diversidade de necessidades e gostos pessoais existentes, designadamente,
tratando-se de pessoas idosas e/ou isoladas – e esta questão do “isolamento”
também deve merecer atenção específica.
O caso de estudo ligado ao Sunrise Senior Living merece atenção
específica e individualizada, sendo que, em seguida, apenas se salientam
aspetos considerados básicos nesta excelente oferta residencial.
Os ambientes privados e comuns visados são marcados por grande
dignidade e domesticidade; quase que caraterizados por uma visualidade
positivamente “cinematográfica” – e são termos meus.
No âmbito do Sunrise Senior Living citam-se vários aspetos
retirados dos documentos consultados na WWW (o negrito e o sublinhado são
meus):
Independent living communities are also
known as retirement communities, retirement homes or senior housing.
Independent senior living is for older adults looking for an active, engaged
lifestyle free of day-to-day chores.
Independent
Living at Sunrise. A Wide Range of Options
Many of our
independent full-service, senior living communities are Continuing Care
Retirement Communities (CCRCs) and offer independent living, assisted living,
skilled nursing respite stays, and memory care. By providing a full slate of
care, you can feel secure knowing that, should your needs change, you can
continue living at Sunrise.
The range of
services and amenities for Independent Living residents varies by location and
may include:
. Gracious accommodations with a variety of
senior-friendly floor plans
.Daily social, cultural and recreational
activities
. Exercise, fitness and wellness programs
. Fine restaurant-style dining with diverse
menu options designed for senior nutrition
. Private dining accommodations
Housekeeping, linen and transportation
services
. Beautifully decorated common areas and
landscaped outdoor areas
. 24-hour medical alert system and
emergency response programs in every residence
. Beauty/barber shops, banking, concierge
service and other on-site conveniences
. Exercise and game rooms
. Library and/or reading rooms
. Community activity center
E eu
acrescento: um apoio direto, simples, fundamental e profissional na decoração
dos respetivos espaços privados; condição essencial para a satisfação e
bem-estar dos habitantes.
Para além de
tudo isto o Sunrise também proporciona que possamos habitar em conjuntos
marcados por “gostos”, passatempos e aspetos muito específicos, o que é,
julga-se, muito estimulante, ao nível do que podemos designar de “habitação
temática”, onde designadamente iniciativas associadas ao cohousing poderão ter
excelente futuro.
The Monogram Collection by Sunrise Senior
Living is a portfolio of eight independent full-service communities, each
selected for its unique offerings, but all proudly providing the Sunrise
standard of excellent care.
Every Monogram community is handpicked for
its beautiful buildings, local charm, and commitment to providing a
distinctive senior living experience. However, it is the residents who have
chosen these communities as their home who make the Monogram portfolio truly
exceptional. By letting us handle the everyday details such as housekeeping and
maintenance, the accomplished older adults we serve can focus on their personal
interests and living a relaxed yet fulfilled lifestyle…
Em seguida
apontam-se, a título de exemplo, alguns dos aspetos que identificam uma destas
Monogram Collection by Sunrise Senior Living (neste caso The Quadrangle):
We promote an enriching and engaging
lifestyle with activity schedules planned according to resident input and
interest. From monthly brunch and lecture series to book club and art class,
you’re sure to find a range of activities you’ll love--whether that includes
indulging in an old hobby or tapping into an undiscovered talent.
In addition to monthly in-house events,
such as concerts, guest performances, and holiday celebrations, we frequently
offer planned outings to explore San Mateo and San Francisco’s world-class
museums, theaters, restaurants, and shopping venues.
… Active and involved in community life,
The Quadrangle residents have established more than 85 committees and interest
groups to run a full array of activities that make our community an exciting
place to live.
Também a título
de exemplo significativo um outro caso inserido neste programa quadrangle
proporciona:
Services & Amenities
It’s the little extras at The Quadrangle
that make a big difference. We’re committed to providing you a maintenance-free
lifestyle so you can enjoy time with friends and family, take advantage of our
busy activities calendar, and spend your days doing what you love.
Services:
On-site bank and resident-run gift shop
Overnight guest accommodations
On-site convenience store
Concierge and transportation services
Complete home maintenance and repair
Emergency services
Weekly housekeeping and linen service
Trained staff and skilled nursing available
24 hours per day
Health and Wellness Center
Personal care, memory care, and skilled nursing and rehabilitation services, should
you need care
Amenities:
On-site salon and spa
Private dining room and catering for
special occasions with guests
Social, educational, and recreational
programs
Fitness center with a full-time fitness
director
Indoor swimming pool and hydrotherapy pool
Tennis court, croquet green, and horseshoes
pitch
Six-hole golf course and putting green
Nature trails
Scenic central pond
24/7 library with more than 10,000 volumes,
run by a committee of 40 residents
Meeting rooms, computer room, auditorium,
arts & crafts room, woodworking shop, and painting and sculpture studio
with professional and resident-run classes
Community greenhouse and garden plots to
grow flowers and vegetables
Globalmente os Sunrise
Services & Amenities for Assisted Living proporcionam:
… senior-friendly living spaces designed
for comfort and safety with a choice of attractive apartments, including a
full bath and an emergency call response system. All Sunrise assisted living
communities are pet-friendly; some residents even move in with their own
approved cat or dog…
. Programs and activities for daily
physical fitness; creative, social, learning and spiritual opportunities
. Maintenance-free living, including
housekeeping, trash removal and laundry
. Trained staff available 24-hours a day
. Monthly wellness visits by a licensed
on-staff nurse
. Three delicious, well-balanced meals as
well as snacks available throughout the day
. Medication coordination
. A resident community cat and dog
. Social and educational programs for
families
. Scheduled resident and family meetings
Sunrise Senior
Living está já próximo de chegar aos 50 anos de atividade e temos; em seguida, citações
de um muito importante testemunho de uma Vice presidente Senior da Sunrise, Sue Coppola, sobre o que a organização considerava ter sido o seu passado e
poder ser o seu futuro, bem como o futuro de uma habitação mais amiga dos
idosos, identificando-se aspetos julgados prospectivamente bem importantes:
…, people were
focused more on socialization and companionship, along with their light care
needs. What we’ve
seen over the years is that, we’ve gone from caring for a more independent
senior who may have needed some assistance with Activities of Daily Living
(ADLs), to those who have more complex health needs requiring coordination
of care and services.
Industrywide, we
are taking care of folks who are frailer, needing more assistance with ADLs and
chronic disease management, such as diabetes. Also, people are living
longer. As the average lifespan has increased, so has the average age of
Sunrise residents.
… For one, many
don’t clearly understand what assisted living is and the types of care and
services that are provided to promote socialization, independence, and health
and wellness. Some may also not understand where assisted living fits in
the healthcare continuum. In assisted living, our main focus is on promoting
health and wellness by providing person-centered care and service in a
comfortable, home environment.
Care and services in Sunrise communities
are individualized to meet the resident’s needs. We start the assessment process prior to moving in and continue to
get to know our residents through a comprehensive resident assessment process.
This process helps us to develop an Individualized Service Plan (ISP), tailored
to their individualized needs and so we may coordinate care and services
with other external providers such as therapy or home health.
… Right now and looking forward, we need to
prepare for a changing healthcare delivery system and desire for people to be
cared for in alternative settings or in their home. We want residents to
continue to age in place in our communities, just as they would if they lived
in their home, which means assisting with managing chronic diseases and
continuing to evaluate how we might bring more services to our residents.
Um outro aspeto
essencial e que, aqui, será apenas aflorado é a questão do financiamento da
“habitação para seniores” ou desta mesma habitação num contexto
intergeracional; e sobre isto apenas se apontam os títulos dos temas que sobre
o assunto desenvolveram responsáveis do Sunrise e que, portanto, existiam nos
EUA ao tempo da edição dos documentos que basearam este artigo (cerca de
2021/2022)
. Elderlife
Financial Services
. Residents/families
may be able to deduct the cost of Room & Care
. Quick Buy
Program by Moving Station
. Veterans'
Benefits
. Tax
Benefits
. Companion
Living
Falta sem dúvida um respigar do que os mais
idosos podem contar, em Portugal, no âmbito do apoio à habitação; ou será que
já não contam? E já não têm acesso a “nada”, incluindo empréstimos bancários?
Finalmente, nesta abordagem muito genérica do
excelente Sunrise Senior Living, há que referir e sublinhar que em todo o seu
desenvolvimento teve importância a participação do Arquitecto e Gerontólogo
Victor Regnier, um especialista e projectista incontornável nestas áreas.
E neste sentido apontam-se em seguida alguns dos aspetos gerais desenvolvidos no âmbito do Home Design Guide 2017 do Sunrise Senior Living (disponível online, como referido atrás), que baseiam os aspetos de Arquitectura de Interiores aplicados em cada fogo ocupado no Sunrise, provavelmente participados por Regnier:
• Strategic
furniture choices and placements
• Design
solutions for aging eyesight
• Creating
familiar spaces for memory support
• Safety
Smarts for Seniors
• Smart
furniture …
• Easy
reaching ,,,
• Safe
walking …
• Sharper
vision ,,,
• … Decorating
tips:
Colocar uma
planta …
Fazer mais
com menos …
Iluminar o
caminho …
Luminárias
específicas ...
• Using a
variety of textures, colors, and patterns for your top sheets, pillows, bottom
sheets, and duvets can help your eyes differentiate between layers …
• Design
Solutions for Aging Eyesight
Let light
in. Natural light not only helps keep things visible, but also helps improve
sleep cycles.
Choose
furniture that is safe, sturdy, easy to maneuver around, and able to support
your weight without slipping or sliding.
Easy-install,
adhesive under-cabinet lighting in the kitchen can help with food preparation.
Outline
windows with curtain fabrics that stand out from the walls. You can also add
cording or a trim to couches and chairs to better define these pieces.
Choose
furniture with rounded corners and avoid glass-top pieces to minimize glare.
Artwork and
other accessories should be bright, crisp, and clear.
With design,
one size does not fit all. That’s why we provide elegant and simple design
solutions that meet a wide range of needs and preferences for senior safety,
comfort, and style.
Creating
Familiar Spaces for Memory Support …
• Install
nonslip strips on the shower and bathroom floors.
• Add grab
bars near the shower, tub, and toilet.
• Place
seating in front of the sink and in the shower.
• Swap
faucet knobs for levers.
• Consider
installing a higher toilet seat.
• DIY Design
Tips for Seniors …
• Certified
interior designers at Sunrise Senior Living consider all aspects of resident
living …:
Furniture
selected at optimal heights to ease sitting and standing
Bathrooms
designed for safety and accessibility
Finalmente e para concluir este item um
conjunto de considerações muito breves sobre aspetos a considerar na promoção
de espaços residenciais intergeracionais suscitados pela análise de diversas
imagens, avulso, de realizações do Sunrise Senior Living:
. Interessante a existência no exterior de
canteiros hortícolas estrategicamente elevados para uso facilitado por idosos.
. Uma pequena piscina interior bem dimensionada
para exercícios durtante todo o anos pode ser um excelente “trunfo” nos
equipamentos comuns; e eventualmente associada a um SPA;
. Uma grande zona de convívio e estar em torno
de uma lareira pode ser um elemento muito interessante para estímulo de
pequenas reuniões e conversas informais.
. Uma zona bem equipara em termos de um grande
ecrã e de uma excelente aparelhagem sonora pode ser extremamente atraente em
termos de concentração de interesses; faltará depois gerir os mesmos, por
exemplo, dirigindo-os para sessões de cinema.
. Um espaço de ginásio mais multifuncional e
eventualmente com uma zona bem equipada com bons equipamentos para exercício
físico é sempre uma excelente previsão.
. A existência de uma zona de bar com balcão e
contígua a uma zona de pequenas mesas que podem também ser de jogos de mesa é
um elemento interessante e formalmente muito aproveitável.
. A existência de um interessante espaço de
restauração é um aspeto importante a considerar.
. Um espaço de biblioteca é elemento tão
simbólico como bem aproveitável para apoiar pequenas e estratégicas zonas de
convívio mais íntimo.
. Exteriormente a existência de um pequeno
percurso naturalizado será sempre um elemento muito positivo.
. A imagem geral ou global da intervenção deve
marcar sóbria e simbolicamente.
. No interior dos fogos mais pequenos onde
existam pequenas bancadas de apoio a referições, estas devem ser caraterizadas
por uma grande integração, sobriedade e dignidade doméstica, sendo aqui a
aparência funcional um aspeto a combater.
. No interior dos fogos as casas de banho não
têm de ter um “frio” aspeto funcional e/ou maquinal, devem assumir forte
domesticidade; mas os aspetos de apoio à segurança no uso normal devem estar
sempre bem presentes.
. No interior dos fogos os quartos principais
devem ser expressivamente espaçosos, dignos e sobriamente muito funcionais em
termos de espaciosidade e relações entre subespaços.
5. Muito breves reflexões finais sobre os aspetos
abordados no presente artigo sobre Casos ligados a Habitação
Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos
Com
o presente artigo aproximámo-nos, mais um pouco, de possíveis configurações de
soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial intergeracional,
mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente viável.
Lembra-se
que, tal como se tem registado, estamos agora a avançar para uma fase final do
estudo, bipartida entre:
(i)
uma reflexão sistemática sobre um muito amplo leque de casos de referência,
escolhidos, porque podendo conter aspetos significativos a considerar no
PHAI3C; reflexão esta que foi assegurada no presente artigo.
e
(ii) uma identificação de aspetos considerados adequados na conceção de
conjuntos residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis,
participados e naturalmente conviviais; reflexão esta que foi, já, assegurada
no último artigo desta série que foi editado.
E
acontece que, cada vez mais e muito naturalmente, ao longo desta fase final do
estudo e tal como aconteceu no presente artigo, mesmo quando estamos a tratar
de casos de referência de soluções residenciais com perfis intergeracionais,
não conseguimos evitar apontar o que pensamos serem os melhores caminhos
concretos para o seu projeto; é o “problema” que decorre de um estudo já
bastante longo.
O
próximo artigo desta série editorial será dedicado à identificação e proposta
de aspetos concretos considerados adequados na conceção de conjuntos
residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis, participados e
naturalmente conviviais, agora numa perspetiva mais ligada à estruturação das
diversas zonas e microzonas dos respetivos fogos.
Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise de casos específicos
Listagem
linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar,
com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos
documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.
. Infohabitar,
Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns
comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).
. Infohabitar,
Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa
de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados
(PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).
Infohabitar,
Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação
cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais
colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida
e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas -
versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16,
2022. (21 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade
arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de
trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23,
2022. (57 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na
habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica
# 807 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, março 09, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º
808 – Qualidade na habitação para idosos e
intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808
Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais
específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 810. Lisboa,
quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 – Sobre as necessidades habitacionais mais
específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 811. Lisboa,
quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes
fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes
fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na
habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar
# 815. Lisboa,
quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816
– Atratividade, identidade e integração na
habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 816. Lisboa,
quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no
envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais
adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819
Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, junho 15, 2022. (11 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de
trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17
p.) Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento -
versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18
p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de
trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15
p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à
participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base
bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII,
n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à
participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base
bibliográfica # 823 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.
(25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I –
versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II –
versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36
p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as
demências – versão de trabalho e base bibliográfica # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022.
(26 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida –
versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.
Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I -
versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836. Lisboa,
quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837
– Idosos: desafio crítico e oportunidade II -
versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837, Lisboa,
quarta-feira, novembro 02, 2022. (22 p.) (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos
idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16
p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços
residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
839, Lisboa, quarta-feira,
novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais
II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022;
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais
III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,
Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31 p.) (Notar que
esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em
três artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos –
versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 ,
Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da
série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação
entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental
(I) – Infohabitar # 847, Lisboa,
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação
entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) –
Infohabitar # 848, Lisboa,
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho
e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
(19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C –
Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão
de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9
p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C –
Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para
idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13
p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 853,
Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série
editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo
– versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29
p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem
integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
855, Lisboa, quarta-feira, 19 de
abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da
Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através
de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e
intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11
p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação
colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 858, Lisboa,
quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha
apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17
p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas
– versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13
p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as
pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26
p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente
dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar,
Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo
XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um
amplo leque de soluções – versão de trabalho e
base documental # 870 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial
intergeracional – versão de trabalho e
base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo
XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável
e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação
intergeracional – versão de trabalho e
base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de
2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar –
“Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para
idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar,
Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos
para pessoas com demência – versão de trabalho e
base bibliográfica # 874 Infohabitar ,
Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação –
versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa,
quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html
Notas
editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições
individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo
portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais correntes e mais genéricos – infohabitar # 966
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 966
Edição:
quarta-feira 25 de Fevereiro de 2026
:
António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL
– Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP –
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal
com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

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