quarta-feira, junho 17, 2026

Casos de Referência Internacionais sobre a opção de envelhecer na própria habitação - infohabitar # 982

Casos de Referência Internacionais sobre a opção de envelhecer na própria habitação - infohabitar # 982

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 982 

Edição: quarta-feira 17 de Junho de 2026

 

 



Fig. 01: uma simulação arquitectónica apenas “experimental” e associável a uma intervenção doméstica, adaptável - realizada com base em diversas ferramentas de IA

 

Editorial

Caros amigos e leitores da Infohabitar,

Estamos a concluir, para já e com o presente artigo, o desenvolvimento e a divulgação de aspetos ligados a alguns casos internacionais ligados à mais do que legítima opção de podermos continuar nas nossas habitações quando envelhecemos.

Demos, assim, prioridade à conclusão da divulgação comentada dos casos de referência aplicáveis à habitação intergeracional, equipada e participada, para depois passarmos aos artigos finais deste  estudo e série editorial.

Boas leituras e naturalmente será muito bom poder ter contribuições vossas nesta matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal e não só.

Nunca é excessivo referir que os elementos aqui apurados se devem, diretamente, aos diversos estudos e respetivos autores que vão sendo registados em cada caso de referência, em seguida, apontado – embora por vezes tal registo seja pouco desenvolvido pelo que se apresentam as devidas desculpas; de certa forma o papel do autor deste artigo limitou-se, essencialmente, à Identificação e organização dos diversos casos apontados, sua leitura e síntese de acordo com as suas caraterísticas, apuramento das respetivas citações consideradas mais significativas para os fins em vista,  e ao complemento do texto com  alguns comentários considerados adequados e úteis; sendo que o verdadeiro peso e influência de toda esta informação foi criando um excelente “lastro” de conhecimentos que vão influenciar direta e indiretamente as conclusões teórico-práticas já apontadas e a apontar no âmbito do presente estudo sobre o PHAI3C.

 

Saudações cordiais,

António Baptista Coelho

Editor da infohabitar

Azambuja, Casais de Baixo, Casa das Vinte

10 de Junho de 2026

 

Casos de Referência Internacionais sobre a opção de envelhecer na própria habitação - infohabitar # 982

Introdução

Terminamos, para já e com o presente artigo, o desenvolvimento e a divulgação de aspetos ligados a alguns casos internacionais ligados à mais do que legítima opção de podermos continuar nas nossas habitações quando envelhecemos e esta opção tudo tem a ver com o presente estudo teórico-prático do PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.

E esta relação forte entre a opção de continuar a viver a nossa habitação quando envelhecemos e a temática do habitar adaptável, intergeracional, equipado e participado, justifica-se em três níveis distintos mas perfeitamente harmonizados: (i) porque a opção por mudar para uma nova forma de habitar deve ser totalmente voluntária e desejada, devendo haver muitas soluções possíveis e disponíveis; (ii) porque as soluções e microsoluções arquitectónicas plicáveis numa habitação intergeracional amiga dos mais idosos podem ser em boa parte aplicáveis e/ou adaptáveis nas habitações existentes; e (iii) porque a própria habitação, adaptável, intergeracional, equipada tem de ser um quadro residencial extremamente envolvente, convidativo e estimulante e que, portanto, proporcione ao máximo um positivo envelhecimento bem apoiado pelo respetivo quadro habitacional, vicinal e de atividades.

1. Perfil de análise e apresentação dos Casos de Referência ligados a habitação intergeracional, estudados no âmbito do PHAI3C

Os casos de referência que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de apresentação muito prático que desde já se sintetiza:

. Os textos realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram, naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de elementos para informação dos artigos de síntese.

. Os textos realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito influenciados pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.

. Os textos realizados são, quase sempre, baseados no estudo de documentos identificados na WWW; quando tenha havido visita essa condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.

. Os textos realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos residenciais e/ou de equipamento específicos.

Por razões práticas e de agilização da apresentação não se usam  imagens originais; podendo ser realizados esquemas ilustrativos e descrições sintéticas de espaços e equipamentos.

Os textos em itálico correspondem a muito frequentes citações retiradas dos muitos documentos usados; mas estes não se encontram extensamente referenciados, por razões ligadas à grande quantidade de informação tratada; salientando-se, sempre, o carácter “de trabalho” e de apoio do presente documento, onde se pretendeu alertar para essas essenciais fontes e delas retirar desde já elementos práticos de apoio à conclusão do presente estudo.

E por fim mas considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores a procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas respetivas conclusões e aspetos de reflexão, que são, sem dúvida, essenciais.

2. Listagem geral ordenada dos mais de 100 Casos de Referência ligados a habitação intergeracional e estudados no âmbito do PHAI3C

A estruturação geral dos casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu perfil tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume (a “negrito” o item a que se refere o presente artigo):

Ibéricos e sul-americanos – correntes 11 casos

Ibéricos e sul-americanos – Intergeracionais 7 casos

Internacionais – Correntes ou mais Específicos 60 casos

Internacionais – Intergeracionais 13 casos

Internacionais - Específicos para demências 7 casos

Internacionais - Envelhecer na sua casa  5 casos

3. identificação dos “Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais - (subtema) Envelhecer na sua casa” – 5 casos – apresentados no presente artigo (ordem cronológica de desenvolvimento)

A seguinte apresentação dos títulos dos casos, depois comentados individualmente de forma sintética, destina-se a podermos ficar com uma ideia geral da matéria, que não pode deixar bastante diversificada quando pretendemos visar uma nova categoria de tipificação habitacional e urbana, pois em cada caso/situação podemos retirar aspetos significativos e cada caso pode ser, aparentemente, pequeno nos seus aspetos aqui respigados mas até, eventualmente, muito significativo na sua influência no corpo final de sugestões sobre uma renovada forma de habitar intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente convivial e participada.

Tendo-se em conta a extensão dos casos apurados o presente artigo é editado em duas partes; em seguida e a negrito apontam-se os casos abordados no presente artigo; salienta-se, ainda, a relativa informalidade da apresentação (iniciando-se nas próprias referências aos casos, que não foram uniformizadas) e das abordagens em seguida realizadas, associadas a uma matéria muito extensa e à natureza do presente artigo/documento que se quer que seja “de trabalho” e de apontamento de casos, que, sequencialmente, o leitor poderá procurar e aprofundar, facilmente, na WWW, designadamente, no que se refere à respetiva e importante ilustraç

Internacionais - Envelhecer na sua casa - 5 casos 


Casos considerados mais genéricos

1. The Home Charter – seven actions to transform new housing

Casos considerados mais específicos

2. 2018 - Levensloopbestendige (Apartments for Life, A4L) in The Netherlands

3. 2017 - Envelhecer no sítio: problemas - Don’t let marketers tell you how to age in place

4. 2015 - Making the best use of stock and support services at RCT Homes

5. 2013 - Envelhecer no sítio: pormenorização - Évaluation de l'expérimentation de Vanves Logements "Label Senior”

 

Chama-se ainda e novamente a atenção para o cariz esquemático e “de trabalho” dos referidos comentários, referidos, portanto, a uma fase preliminar de sugestões conclusivas para uma “nova” tipologia residencial baseada em espaços privados, comuns e de uso público.

E finalmente avisam-se os leitores para a diversidade de extensão das referências a cada caso de estudo e para o frequente recurso a citações retiradas dos respetivos documentos (consultados essencialmente na WWW) e salientadas a itálico.

Os destaques a negrito são nossos e em cada caso de referência optou-se pela estruturação de texto julgada mais adequada à respetiva leitura – por exemplo com sínteses de itens, ou com textos alternados por citações e comentários.

 

4. Apresentação ordenada e sintética de aspetos apurados na procura e análise do conjunto de casos referência intitulado “Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional (subtema) Envelhecer na sua casa"

Caso considerado mais genérico

4.1. The HoME Charter – seven actions to transform new housing

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

HoME Housing Made for Everyone

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas do documento consultado, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

De certa forma o documento que aqui é referido faz uma síntese dos aspetos essenciais e gerais que as autoridades poderão e deverão seguir no sentido de, com a possível urgência, tornar o parque habitacional mais amigável para os respetivos habitantes idosos, sendo que ao fazê-lo, nunca é excessivo referir, estamos também a tornar as habitações mais amigáveis para todos e com natural destaque para os habitantes mais sensíveis em termos de uso diário desses espaços.

E citam-se, em seguida, os aspetos considerados mais significativos:

1. We believe that central Government should set a higher regulatory baseline for accessibility of all new homes … and, where need can be demonstrated …  (wheelchair user), the Government should lower the current high bar needed to introduce relevant planning policies. This will provide a level policy playing field across the country and the certainty that developers want, enabling them to build homes that meet the future needs of our ageing population.

2. Central Government should collate and make publicly available data from every planning authority on the number of new homes built to each of the Categories …

3. Local Authorities should be bold and confident in their planning policies for accessible housing, utilising MHCLG guidance and best practice approaches to evidencing need.

4. Homes England, …  should give priority to current development bids for homes that meet M4 Category 2 standards. These should also include a number of Category 3 wheelchair accessible properties. …

5. Local Authorities should review and keep up to date with the accessibility of housing in their area in preparation for an accessible housing database that will make finding the right home easier for people with specific requirements.

6. Estate Agents … should work with the Government and others to create and deliver standard accessibility ratings, similar to the environmental rating, which is displayed for every home sold.

7. The home building industry should join our call for legislative change for higher accessibility standards. They should proactively seek out good practice among their members and disseminate this widely to encourage greater engagement from members who don’t yet see accessible homes as good business.

Julga-se que este conjunto de objetivos é precioso e prático! Visa-se longe e adequadamente, mas avança-se por fases, não tentando, por exemplo (ver ítem 4, acima)  fazer “tudo” “super acessível” em termos de acessibilidade física,  e procura-se avançar, por exemplo,  para uma importante “marcação” de níveis de acessibilidade, bem clarificada (ver ítem 6, acima) e desenvolver  a  habitação acessível, nesses termos, como adequada a uma promoção interessante como negócio para os privados.


Casos considerados mais específicos

4.2. - 2018 - Levensloopbestendige (Apartments for Life, A4L) in The Netherlands

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Written by Mirjam Büdenbender

Europe Health Economics And Finance. The case studies and the accompanying report were produced for the Calouste Gulbenkian Foundation (UK Branch).

This case study is part of a series of international policies that focus on easing the transition to retirement and later life.

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas do documento consultado, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

O problema é múltiplo: o envelhecimento da população é crítico e será muito crítico em breve devido ao esforço múltiplo nos cuidados de saúde, serviços sociais e sistemas de aposentação; e também devido a ter-se cada vez mais a certeza de que os “lares de idosos tradicionais” constituem, frequentemente, uma resposta muito negativa ao problema e, cumulativamente, e mesmo que reformulados não terão qualquer possibilidade de suprir a dimensão das necessidades.

the number of people … requiring assistance will … grow, increasing the burden on existing income, healthcare, social services and retirement systems. At the same time, there is growing evidence that traditional nursing homes negatively affect the mental wellbeing of elderly people.

The Levensloopbestendige  movement, known in English as Apartments for Life (A4L), offers one solution to this challenge. It was founded in 1995 to provide cost-efficient housing and care solutions to meet the physical and mental needs of the elderly.

Its principal objective is to ensure the happiness and autonomy of its residents, and in this it has been largely successful. The number of A4L facilities in the Netherlands has grown since 1995, and other countries have also shown interest in adopting its care provision model.

Another significant challenge is the negative effect of traditional nursing homes …:

-  Loss of agency in organising their everyday life

- Loneliness linked to a loss of family and friends

- A perceived loss of identity…

…  The challenge is therefore to provide housing solutions that both reflect the needs and preferences of elderly people and relieve increasingly strained publicly-funded welfare systems.

The principal objective of A4L is to ensure the happiness of its residents by mixing age groups and providing clients with a maximum level of autonomy…

Dr Hans Becker, former CEO of Humanitas, set up the first A4L home in Rotterdam in 1992. The home comprises 350 apartments in three complexes. Since then, the organisation has grown to incorporate 3,000 apartments across 30 sites…

A dimensão “consolidada” parece ser, assim, de cerca de 100 fogos em cada intervenção; o que é significativo, designadamente, para os casos de habitação multifamiliar a que estamos habituados em Portugal; tratando-se, portanto, de matéria a considerar cuidadosamente.

This approach is based on four key values, developed by Dr Becker. The first is autonomy, allowing individuals to remain in charge of their own lives, even in old age. Second is the value of use it or lose it, which in the words of Becker “views the over-provision of care as more than the under-provision”. The third value is a yes culture, which departs from the strict rules in nursing homes and instead takes the wishes of old people seriously. The fourth value is a family-centred approach to caregiving…

To achieve the objective of happiness for residents and to enforce its values, A4L buildings integrate aspects of public and residential life. They typically incorporate first-floor common spaces that are open to neighbourhood residents and those living in the housing above. These common areas include activity spaces, but might also have room for neighbourhood-friendly services like restaurants or local shops. The buildings’ units are primarily rentals, but are increasingly mixed with condominium-style choices… The “age-proof dwellings” can accommodate patient lift-equipment, oxygen, and wheelchairs as needed. They also include modifiable components, such as sinks that can be raised or lowered as required

In terms of its social structure, A4L hosts residents from three groups of seniors:

- Those who are 55 or older, but still independent

- Seniors who need some assistance with daily tasks

- People who need regular assistance, including medical care.

Instead of keeping these three groups separate, they are integrated, so that someone requiring frequent assistance may live next to a 55-year-old who still works…  This is made possible by homecare workers, who provide scheduled assistance ranging from once to eight times a day…

The aim of promoting an active lifestyle for older people has spread well beyond the Humanitas Foundation and is a stated goal of the Dutch government… In addition, countries across the globe, from Australia … to China and the US, have shown an interest in the A4L model as a way of dealing with their very own challenges of old age housing and care provision…

… The physical and social design of the A4L buildings supports active, independent lifestyles. Hosting cafés, zoos, supermarkets and other services, A4L provides residents with an infrastructure to take care of themselves if they are physically capable of doing so. The fact that these facilities are also accessible to the wider public facilitates social contacts not only between residents but also with other people of all age groups. The claim of Dr Becker and the Humanitas Foundation that these characteristics of A4L enable old people to remain active for longer is also supported by the minimal number of residents who request a transfer to a full-time nursing home…

While happiness is difficult to gauge objectively, the popularity of A4L with its residents and the high number of applicants indicate a positive impact in this regard. Victor Regnier, a University of Southern California professor, describes the A4L residences as “a place where you can be like Peter Pan. You don't have to worry about growing old.”

(Nota importante: O estudo que acabou de ser referido proporciona uma muito completa e rica bibliografia.)

E chegamos, assim, exatamente, à razão da inserção deste estudo e desta referência num artigo dedicado à manutenção dos mais idosos nas suas habitações, quando o meio residencial tem o grau de agradabilidade, de adequação e de dinamização e integração urbana como aqui acontece.

Quem sabe a possibilidade de mudança para uma habitação mais “à medida” e bem apropriada com apoio de especialistas de arquitectura de interiores, intehrada numa vizinhança com as múltiplas e bem positivas caraterísticas como as que marcam o A4L, seja a oportunidade “de uma vida” para muitos e a oportunidade de gozarem um espaço de habitar tão positivo que muitos poucos acabarão por daí se mudarem para outro tipo de apoios residenciais.

E cumulativamente não tenhamos dúvidas de que será neste tipo de positivas soluções de habitar para os mais idosos e fragilizados, num excelente quadro intergeracional, que poderemos identificar muitas microsoluções aplicáveis na adaptação da habitação corrente para usos mais sensíveis e apoiados.

4.3. - 2017 - Envelhecer no sítio: problemas - Don’t let marketers tell you how to age in place

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Stacy Canan, July 26, 2017.  CFPB Consumer Finantial Protection Bureau

https://www.consumerfinance.gov/about-us/blog/dont-let-marketers-tell-you-how-age-place/

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas do documento consultado, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

….  Aging in place means living at home in the community, rather than in an institutional setting, like a nursing facility. This is the choice most people want to make even if they need services and support to do so

… a growing number of businesses are increasingly using the phrase aging in place to market financial products and services to homeowners in the baby boom generation. Many reverse mortgage lenders, for example, advertise that a reverse mortgage loan  will enable you to continue living in your current home so you can age in place.

Many of these businesses and lenders, however, are incorrectly implying that staying in your current home is the only option for aging in place. 

Although the promise of staying put is attractive to many, remaining in your current home may not be a good plan for everyone. For example, your home may have many stairs, be expensive to heat and cool or repair, require costly taxes and insurance payments, have limited or no public transportation nearby, or be far from family, friends, and community activities.  

… Here are some things to consider if you’re thinking about aging in place in your current home:

- Will you be able to keep up with home maintenance, repairs, taxes, and other costs over time?

- Will you be living near family or friends when you may need their help? 

- Does staying in your current home give you the freedom to do the things that you like to do, such as traveling?

- Will you be able to get to the places you want or need to go, such as to doctors’ appointments, friends’ homes, and places of worship, if your ability to drive becomes limited?

Before borrowing a reverse mortgage loan to pay for expensive home modifications or for other expenses to stay in your current home, consider all available housing options. There are many ways to age in place. Whether you live in the same home you’ve been in for decades or in a new place that fits your current needs, aging in place, most importantly, is about your right to live independently in the community of your choice

Trata-se exatamente do tema que foi abordado no ítem anterior (4.3.): “envelhecer no meu sítio” (age in place) pode querer dizer optar por envelhecer num novo sítio com condições extremamente mais adequadas para ali poder envelhecer, muito bem, e habitar melhor do que antes alguma vez habitou,  e em proximidade com um amplo quadro de níveis etários; e isto em vez de optar por onerosas obras para se manter na sua habitação familiar, adequando o possível e a custos por vezes difíceis de prever com rigor e não podendo, por exemplo, rever situações extremamente críticas como elevadores frequentemente avariados e espaços comuns criticamente apertados e tristes.

Mas tal não anula a eventual  possibilidade de poder realizar obras relativamente em conta e bem controláveis que possam adaptar realmente a sua habitação atual e familiar a prolongadas e potenciais situações provocadas pelo seu envelhecimento, havendo, por exemplo, excelentes espaços comuns e/ou estimulantes condições de acessibilidade física e integração urbana.

4.4. - 2015 - Making the best use of stock and support services at RCT Homes

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Written for the Housing Learning and Improvement Network (HLIN) by Rena Karadogan, Care and Support Business Development Manager, RCT Homes.

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas do documento consultado, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

This case study explores the way in which RCT Homes has modernised its sheltered housing and support services for older people. RCT Homes aims to provide excellent quality housing and services to help people remain independent in their own homes and live as part of their community. Since 2010, RCT Homes has carried out extensive reviews of its accommodation and services to ensure improvement works and changes to the way in which it delivers support follow good practice guidelines, meet funding requirements and government regulations.

Continuamos numa sequência de casos de estudo e chegamos aqui à importância que tem e terá o desenvolvimento de uma análise habitacional e urbana rigorosa das condições em que os idosos vivem para, depois e consequentemente, se optar entre adaptar a habitação e os espaços comuns para ser(em) mais amigável(eis) relativamente ao envelhecimento dos seus moradores, ou incentivá-los e apoiá-los numa mudança para uma intervenção residencial adaptável, intergeracional e apoiada, onde possamos viver, com toda a satisfação, durante muitos anos e num quadro residencial e urbano diversificado e equilibradamente animado.

E é muito importante e mesmo vital “personalizarmos” este tipo de análises e sequenciais decisões pois o que não for para nós adequado não o será para outros.

E ainda nesta temática será, provavelmente, bem oportuno, reforçar a introdução nas ações correntes de reabilitação habitacional e urbana de acertos de design e ergonómicos funcionais e de segurança no uso diário por idosos e fragilizados.

4.5. - 2013 - Envelhecer no sítio: pormenorização - Évaluation de l'expérimentation de Vanves Logements "Label Senior"

Para concluir, para já, esta procura de elementos que, a partir da prática, nos possam apoiar no desenvolvimento de soluções de habitar mais amigas dos idosos e fragilizados – e, logicamente, poderemos sempre atualizar esta viagem aos casos de referência – aproveitamos um excelente documento francês para apontar, num conjunto de citações com algumas extensão e com poucos comentários meus, alguns aspetos de pormenor relativos às adaptações mais frequentes e mais críticas a realizar nas habitações correntes com esse objetivo; e temos de salientar que não se procurou aqui qualquer tipo de sistemática descrição do referido processo adaptativo, que está aliás amplamente apoiado em numerosos estudos sobre a matéria e áreas similares (ex., regras de acessibilidade para condicionados na mobilidade), mas, apenas, refletir um pouco sobre o assunto e aspetos por ele levantados, designadamente, no que se refere a um uso habitacional considerado corrente.

Desde já se aponta que o documento se dedica bastante às questões domésticas específicas, abordando, no entanto, com evidência, a grande e vital importância dos aspetos sociais e urbanos nesta equação da manutenção, ou não, das pessoas nas suas habitações “familiares”.

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

CRIDEV -  Logement Français

Recherche-Action: Des expériences de maintien à domicile au développement de la Qualité d’Usage chez un bailleur social CRIDEV – Logement Français – Évaluation de l’expérimentation de Vanves « label senior »

CRIDEV (Centre de Recherche pour l'Inclusion des Différences dans les Espaces de Vie), … est une association de promotion de l'approche HQU® (Haute Qualité d'Usage pour tous) pour le droit au libre usage des espaces de vie par tous les citoyens quelles que soient leurs différences ; sans discriminations, sans privilèges et sans mise en situation de handicap. 

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas do documento consultado, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

Sublinha-se que o documento integra aspetos de pormenorização, indicados “elemento a elemento”, que são considerados de grande importância, utilidade e relevo em termos da segurança no uso normal, pelo que se aconselha, vivamente, a sua consulta.

Barres de soutien dans les sanitaires

L’utilisation des barres de soutien dans les sanitaires et/ou la salle de bain est perçue comme fonctionnelle par tous les locataires …

Rehausse des cuvettes WC

Le changement de sanitaires par une assise plus haute est perçu comme fonctionnel par les personnes du groupe 2, perçu comme agréable et sûr par les personnes du groupe 1, mais mal perçu par les personnes du groupe 3. Les locataires de ce dernier groupe étant âgés de moins de 70 ans ressentent cet aménagement comme "dégradant" ...

Remplacement des baignoires par des douches

La pose de douche à la place de la baignoire est appréciée par tous les locataires ayant bénéficié de cette modification...

… lavabos et des robinetteries

Les nouveaux lavabos à bords larges avec robinetterie mitigeur sont appréciés…

Les menuiseries extérieures

Le remplacement des châssis fixes par des ouvrants facilite l’accès aux persiennes en accordéon et facilite l’entretien : il apporte confort et sécurisation.

L'isolation des fenêtres dans les logements où leur rénovation n'a pas encore eu lieu …  est vivement souhaitée par les locataires. Ces transformations …  sont nécessaires, en raison de l'augmentation de la sensibilité des personnes âgées aux variations de température (demande quasi unanime).

La motorisation de volets roulants est jugée comme très fonctionnelle, agréable et sûre pour tous les locataires en bénéficiant…

Cependant, nous soulignons le fait que les commandes électriques sont souvent mal situées (accès difficile, trop hautes, dans des angles de murs…).

Les poignées des fenêtres (y compris celles changées dans le cadre des prescriptions Label Senior), ne sont pas toujours adaptées aux difficultés de préhension des personnes âgées et des personnes mal voyantes. Leur hauteur, leur forme, leur texture ne sont pas optimisées.

Sublinha-se a importância destes elementos em termos da segurança dos seus utentes e designadamente de pessoas idosas e/ou fragilizadas no desempenho das suas funções domésticas diárias e numa adequada fruição dos seus espaços domésticos. 

Électricité

Le rehaussement des prises de courant n'est pas toujours adapté à l’usage, par défaut de localisation au regard des équipements branchés. Le nombre des prises est jugé comme globalement insuffisant…

Revêtement de sol

Le revêtement des sols est en PVC dans les pièces sèches et parfois les pièces humides. Les locataires mettent en avant une difficulté d’entretien et un aspect glissant peu sécurisant. On notera qu’en grande majorité, les locataires ont rajouté tapis ou chemin en moquette dans les lieux de fort passage, ce qui présente des risques de chute.

Sublinha-se, aqui também, a importância destes elementos em termos da segurança dos seus utentes e designadamente de pessoas idosas e/ou fragilizadas no desempenho das suas funções domésticas diárias e numa adequada fruição dos seus espaços domésticos; e salienta-se que, por vezes, boas condições de aderência não se conjugam com boas condições de facilidade de limpeza e com as essenciais condições de excelente aspeto visual, atraente e doméstico - aspetos estes que poderão evitar a perigosa aplicação de carpetes. 

Em termos mais gerais o documento aqui referido chega também a excelentes conclusões, que, em seguida, apenas, se apontam muito sinteticamente, sendo naturalmente essencial a consulta direta ao documento:

Vivre chez soi est un souhait général. Pour les personnes âgées, ce dessein est conditionné par leurs désirs objectifs ou leurs sentiments nostalgiques (voire utopiques) de rester dans leur environnement. Nous entendons par environnement la sphère privée pour le plus intime, jusqu'au quartier pour la sphère la plus commune.

Cependant, le choix de rester chez soi se réalise de plus en plus en fonction des facteurs de sécurité et des facteurs de capacité de la personne à occuper et à gérer son logement (bien souvent seule). Plusieurs alternatives sont possibles : avoir un espace de vie adapté et adaptable, avoir des services d'aides privés ou publics, accepter l'accompagnement dans les tâches de la vie courante, pouvoir jouir sans difficulté de son environnement, ….

…  pour mener à bien l'objectif de prise en compte des caractéristiques des personnes âgées dans leur maintien à domicile, il est important de tenir compte, en premier lieu, de leur projet de vie, puis en second lieu de leur sociabilité et de leur niveau d'autonomie…

De nos jours, le projet de vie d'une personne âgée est orienté vers une plus grande autonomie dans les actes courants de la vie d'une part et dans ses capacités et ses envies à entretenir un tissu relationnel d'autre part

Pour nombre d'entre eux, le désir de rester en bonne santé est primordial, s'ensuit le besoin de rester "en société"…

La personne âgée désire avant tout "bien vieillir chez elle", puis dans son quartier et dans sa ville. Elle aime rester dans ses repères, dans l'espace de vie qu'elle connaît bien (les locataires âgés que nous avons rencontrés vivent dans leur logement depuis plus de 20 ans au minimum)…

Este conjunto de assuntos configuram uma matéria tão sensível como interessante, muito ligada, em primeiro lugar, ao potencial real de adaptabilidade e apropriação que consigamos imprimir aos espaços residenciais privados – adaptados e novos – e, em segundo lugar, e pensando, agora, nas novas soluções intergeracionais, ao potencial de afinidade com variadíssimos grupos socioculturais que consigamos instilar nos espaços comuns, e ao potencial de harmonização entre uso privado e comum que também consigamos imprimir nesses espaços comuns; e são todas matérias muito arquitectónicas.

… Pour la moitié des résidents âgés de plus de 75 ans … leur dépendance est quasi nulle. Cela s'explique par une santé relativement bonne (les difficultés d'ordre physique sont essentiellement dues à des troubles de la motricité, de la perception), un tissu relationnel fort et surtout par une proximité de leur famille. Ce dernier point est la clé de voûte du maintien à domicile des personnes âgées vieillissantes, …

…  la majorité des résidents âgés de moins de 70 ans, … sont autonomes…

un tiers des locataires utilisent une aide ponctuelle en matière de ménage, de courses et de préparation des repas. Généralement ce sont des personnes isolées, c'est-à-dire sans proches valides à proximité.

É realmente muito interessante este conjunto de conclusões sobre a autonomia, talvez crescente, dos “novos idosos”, sendo que cada vez mais temos até “grandes idosos”, com mais de 90 anos também com razoável, embora condicionada, autonomia. Esta matéria merece exploração e pensa-se que tem uma já atual e potencial grande aliança com uma série de serviços domiciliários de apoio diversificados e com os importantes aspetos ligados às TIC e ao crescente apoio por gadgets pessoais que fazem o controlo das condições de saúde praticamente em tempo real. E tudo isto se aplica duplamente: (i) quer a uma manutenção na habitação “familiar”; (ii) quer a uma subsequente manutenção prolongada numa nova habitação integrada num quadro intergeracional e urbano.

La question de la solitude est perçue différemment selon la présence à proximité de famille nucléaire (ou de la famille étendue) et la proximité d'amis… Cette relation à la solitude dépend du niveau de sociabilité de la personne âgée, de son intérêt aux divertissements et de la réalité de sa perte de relations familiales ou amicales. Il n'est pas rare que des personnes assez âgées se retrouvent complètement seules, sans enfants ou sans famille à proximité. L'idéal type d'une famille nombreuse et soudée n'est pas la réalité pour une bonne partie des locataires âgés.

Esta matéria põe bem em relevo a importância que tem a localização e a boa integração urbana das eventuais operações residenciais intergeracionais e apoiadas por espaços e serviços comuns; e num limite julga-se que estando estas operações numa grande proximidade com familiares e amigos, talvez que o conteúdo comum da operação possa ser razoavelmente reduzido, pois o idoso que se muda para a sua nova casa continua a usar as mesmas vizinhanças e lojas e a frequentar facilmente familiares e amigos; e esta é uma matéria a desenvolver.

… Soulignons que les personnes âgées veulent et peuvent rester vivre à leur domicile si elles ont des points de distraction proches, des commerces à proximité et des facilités dans leurs déplacements. En somme, l'espace et les services dont elles ont besoin doivent être adaptés à leur perte d'autonomie …

En conclusion une telle opération dans le long terme est pertinente si elle allie une politique d'amélioration patrimoniale à une politique de prise en compte de la dimension sociale de la personne âgée. Soulignons que le but étant de pérenniser au mieux l'autonomie de la personne âgée, il est alors incontournable de prendre en compte toutes les complexités physiques, sensorielles, psychiques, mentales, cognitives, culturelles et sociales de la personne âgée. Toutes choses égales par ailleurs, la convenance de son espace de vie est la base du respect de son projet de vie.

Brevíssimos apontamentos relativos à continuidade do estudo sobre Habitação Intergeracional, Adaptável e Participada

Com o presente artigo concluímos, para já, a procura de elementos práticos e teórico-práticos úteis na concepção de renovadas soluções habitacionais adaptáveis, intergeracionais, equipadas e participadas, extraídos de casos de referência associáveis, global e parcialmente, a intervenções residenciais com aspetos de interegeracionalidade.

Aproximámo-nos, assim, do desenvolvimento sistemático de uma série de artigos que visam possíveis configurações de soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial intergeracional, mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente muito viável; artigos estes que, aliás, já foram iniciados e alguns editados, em termos de indicações mais gerais, mas que iremos, agora e em próximas semanas procurar desenvolver relativamente a uma sequência de níveis físicos residenciais e urbanos.

Mas antes iremos editar um “artigo/mapa” de síntese e apresentação dos artigos já editados no âmbito do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C).

 

Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise de casos específicos

Listagem linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar, com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.

.  Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).

.  Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).

Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022; e  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 –  Qualidade na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 –  Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 815.  Lisboa, quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 –  Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11  p.)

.   Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17  p.)     Infohabitar, Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15  p.)    

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823 infohabitar .  Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.        (25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 Velhice e solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica  # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.  Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12  p.) 

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836. Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 –  Idosos: desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837, Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16  p.) 

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,  Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em três  artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental  (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de soluções – versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial intergeracional – versão de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com demência – versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”;  http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

Casos de Referência Internacionais sobre a opção de envelhecer na própria habitação - infohabitar # 982

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 982

Edição: quarta-feira 17 de Junho de 2026

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE). 

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