quarta-feira, maio 27, 2026

Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978

Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 978

Edição: quarta-feira 27 de Maio de 2026

 

Fig. 01: uma simulação arquitectónica apenas “experimental” e associável a uma zona de estar comum de uma intervenção intergeracional residencial e urbana, adaptável e participada - realizada com base em diversas ferramentas de IA

 

Editorial

Caros leitores da Infohabitar,

Estamos a desenvolver a divulgação de aspetos ligados a casos considerados de referência ligados ao estudo teórico-prático do PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.

Continuamos, portanto, neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso internacionais e especificamente ligados à matéria da intergeracionalidade.

Na medida do possível iremos dar prioridade à conclusão da divulgação comentada dos casos de referência aplicáveis à habitação intergeracional, equipada e participada, para depois passarmos aos artigos finais deste  estudo e série editorial.

Boas leituras e naturalmente será muito bom poder ter contribuições vossas nesta matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal e não só.

Nunca é excessivo referir que os elementos aqui apurados se devem, diretamente, aos diversos estudos e respetivos autores que vão sendo registados em cada caso de referência, em seguida, apontado – embora por vezes tal registo seja pouco desenvolvido pelo que se apresentam as devidas desculpas; de certa forma o papel do autor deste artigo limitou-se, essencialmente, à Identificação e organização dos diversos casos apontados, sua leitura e síntese de acordo com as suas caraterísticas, apuramento das respetivas citações consideradas mais significativas para os fins em vista,  e ao complemento do texto com  alguns comentários considerados adequados e úteis; sendo que o verdadeiro peso e influência de toda esta informação foi criando um excelente “lastro” de conhecimentos que vão influenciar direta e indiretamente as conclusões teórico-práticas já apontadas e a apontar no âmbito do presente estudo sobre o PHAI3C.

Saudações cordiais,

Lisboa, Encarnação, 27 de maio de 2026

O Editor da Infohabitar

António Baptista Coelho

Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)


Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978

 

1. Introdução ao perfil de análise e apresentação dos Casos de Referência ligados a habitação intergeracional, estudados no âmbito do PHAI3C

Os casos de referência que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de apresentação muito prático que desde já se sintetiza:

. Os textos realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram, naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de elementos para informação dos artigos de síntese.

. Os textos realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito influenciados pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.

. Os textos realizados são, quase sempre, baseados apenas no estudo de documentos identificados na WWW; quando tenha havido visita essa condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.

. Os textos realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos residenciais e/ou de equipamento específicos.

Por razões práticas e de agilização da apresentação não se usam  imagens originais; podendo ser realizados esquemas ilustrativos e descrições sintéticas de espaços e equipamentos.

Os textos em itálico correspondem a muito frequentes citações retiradas dos muitos documentos usados; mas estes não se encontram extensamente referenciados, por razões ligadas à grande quantidade de informação tratada; salientando-se, sempre, o carácter “de trabalho” e de apoio do presente documento, onde se pretendeu alertar para essas essenciais fontes e delas retirar desde já elementos práticos de apoio à conclusão do presente estudo.

E por fim mas considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores a procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas respetivas conclusões e aspetos de reflexão, que são, sem dúvida, essenciais.

2. Listagem geral ordenada dos mais de 100 Casos de Referência ligados a habitação intergeracional e estudados no âmbito do PHAI3C

A estruturação geral dos casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu perfil tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume (a “negrito” o item a que se refere o presente artigo):

Ibéricos e sul-americanos – correntes 11 casos

Ibéricos e sul-americanos – Intergeracionais 7 casos

Internacionais – Correntes ou mais Específicos 60 casos

Internacionais – Intergeracionais 13 casos

Internacionais - Específicos para demências 7 casos

Internacionais - Envelhecer na sua casa  5 casos

3. identificação dos “Casos de Referência ligados a Habitação Intergeracional, internacionais e mais específicos” – 25 casos – apresentados no presente artigo (ordem cronológica de desenvolvimento)

A seguinte apresentação dos títulos dos casos, depois comentados individualmente de forma sintética, destina-se a podermos ficar com uma ideia geral da matéria, que não pode deixar bastante diversificada quando pretendemos visar uma nova categoria de tipificação habitacional e urbana, pois em cada caso/situação podemos retirar aspetos significativos e cada caso pode ser, aparentemente, pequeno nos seus aspetos aqui respigados mas até, eventualmente, muito significativo na sua influência no corpo final de sugestões sobre uma renovada forma de habitar intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente convivial e participada.

Tendo-se em conta a extensão dos casos apurados o presente artigo é editado em duas partes; em seguida e a negrito apontam-se os casos abordados no presente artigo; salienta-se, ainda, a relativa informalidade da apresentação (iniciando-se nas próprias referências aos casos, que não foram uniformizadas) e das abordagens em seguida realizadas, associadas a uma matéria muito extensa e à natureza do presente artigo/documento que se quer que seja “de trabalho” e de apontamento de casos, que, sequencialmente, o leitor poderá procurar e aprofundar, facilmente, na WWW, designadamente, no que se refere à respetiva e importante ilustração.

Casos considerados mais genéricos

1.      Hábitat integrado en Toulouse. (Rixens-Chevenis)

2.      Lieu de vie intergénérationnel «La rue Papu» à Rennes

3.      Maison des générations en Allemagne - Un nouveau programme gouvernemental

Casos considerados mais específicos

4.      2017 – (Edifícios mistos)  Complex Buildings: Mixers. De Smet Vermeulen. Linker Oever Intergenerational Project (IGLO)

5.      2016 - BloemRijk - SOLIDARIOS reúne a diez programas de convivencia entre mayores y universitarios para incrementar su impacto social

6.      2015 - Dutch intergenerational living project BloemRijk

7.      2015 - Europapress / Madrid

8.      2016/2015 – Logévie, Concert'ô

9.      2015 -The Nursing Home That's Also a Dorm

10.  2014 - La maison intergénérationnelle gagne-t-elle en popularité au Québec ?

11.  2012 - L’intergénérationnalité : Habitat évolutif et ancrage des liens sociaux. Proposition d’un lieu intergénérationnel aux Plaines-du-Loup, Lausanne

12.  2011 - Bourges Résidence des Goulevents

13.  2010 - MontpellierHabiter c’est choisir 

Chama-se ainda e novamente a atenção para o cariz esquemático e “de trabalho” dos referidos comentários, referidos, portanto, a uma fase preliminar de sugestões conclusivas para uma “nova” tipologia residencial baseada em espaços privados, comuns e de uso público.

E finalmente avisam-se os leitores para a diversidade de extensão das referências a cada caso de estudo e para o frequente recurso a citações retiradas dos respetivos documentos (consultados essencialmente na WWW) e salientadas a itálico.

Os destaques a negrito são nossos e em cada caso de referência optou-se pela estruturação de texto julgada mais adequada à respetiva leitura – por exemplo com sínteses de itens, ou com textos alternados por citações e comentários.

 

4. Apresentação ordenada e sintética de aspetos apurados na procura e análise do conjunto de casos referência intitulado “Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional”

Casos mais genéricos

4.1. - Habitat integrado en Toulouse. (Rixens-Chevenis)

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Hábitat integrado en Toulouse. (Rixens-Chevenis. Grosbois arch.)

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

Una realización de vivienda intergeneracional donde se intercalan viviendas para ancianos y familias convencionales. El conjunto forma un claustro con galerías abiertas a la convivencia, cuenta con locales de reunión y los apartamentos de ancianos « se distribuyen con tabiquería desmontable, para mejor adaptarse a la invalidez. En el sistema de acceso, el ascensor está en el fondo de la ruta y la escalera en primer término.

Um conjunto grande de ensinamentos sintetizado num único parágrafo: habitações para mais idosos intercaladas com outras “correntes”; criação de um “claustro” convivencial e que também permite dotar os acessos com uma boa qualidade de abertura e relação de cada fogo com o exterior, o que propicia um positivo sentido de autonomização e de identidade de cada fogo; habitações para mais idosos extremamente adaptáveis, personalizáveis e apropriáveis por cada habitante ou casal; e se bem entendi a referência um estratégico privilegiar dos acessos por escadas – evidentemente muito bem desenhadas e equipadas – o que incentiva o seu uso, fomenta o exercício saudável e promove mais oportunidades naturais de encontro.

Outros aspetos a salientar no próprio desenho dos fogos são: o acesso feito por uma reentrância “personalizadora” na galeria exterior de acesso; a entrada direta para a zona de estar (mais convivial, naturalmente); uma cozinha pequena mas com uma grande e funcional bancada e com luz natural e podendo isolar-se do espaço de refeições e de estar – o que proporciona uma prática de “cozinhar” bem assumida e que pode constituir uma verdadeiro passatempo ou atividade especializada; uma casa de banho ampla com wc separado (permite usos flexíveis sem grandes “imposições” funcionais) e com acesso duplo ao quarto e à sala-comum; um quarto amplo e contíguo a um balção exterior “de estar”; e uma boa capacidade de arrumações.

4.2. - Lieu de vie intergénérationnel «La rue Papu» à Rennes

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

https://www.habitat-humanisme.org/projets/marie-heurtaut/

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

Les associations Habitat et Humanisme sont des associations de plein droit. Elles sont animées par des équipes de bénévoles, complétées par un nombre de salariés variable selon leurs taille et activité. Leurs membres sont les adhérents qui paient une cotisation annuelle et élisent leur Conseil d’Administration au sein duquel la Fédération a un représentant.

Há alguns anos existiam 55 associações deste tipo em França.

Lieu de vie intergénérationnel … Une pension de famille, 16 appartements, 5 maisons individuelles

Da consulta realizada salienta-se o interesse desta mistura de tipologias habitacionais e de apoio pessoal/familiar: “a pensão de família” destinada a apoiar a vida diária de pessoas fragilizadas e socialmente sensíveis + um conjunto de fogos basicamente autónomos mas que ainda podem ter gradações de autonomia e de apoios diversos + espaços e equipamentos comuns.

Exemplo genérico do conteúdo tipológico de um Lieu de vie intergénérationnel:

- une pension de famille de 18 logements pour 20 résidents, isolés et en difficulté,

- appartements pour des jeunes, des personnes fragilisées par la maladie ou l’âge, des femmes seules avec enfants, à faibles revenus,

- petites maisons individuelles groupées pour des personnes s’inscrivant dans le projet d’animation du lieu et un foyer de convivialité

Exemplo de um caso concreto deste tipo, pormenorizando a partir das caraterísticas de uma “Pensão de Família” (ou o “Hotel Familiar”) específica:

La pension de famille Marie Heurtaut

- La pension de famille est ouverte depuis le 1er décembre 2011. Elle accueille des personnes aux parcours de vie chaotique, cumulant souvent les difficultés (familiales, sociales, de santé…) et vivant un isolement relationnel et social important.

- La maison comprend 18 petits logements autonomes ainsi que des espaces collectifs (jardin, salle à manger…) favorisant les rencontres et la convivialité.

- Elle est gérée par des salariés d’Habitat et Humanisme, épaulés par une équipe de bénévoles. Ensemble, ils œuvrent efficacement à l’animation du lieu et l’accompagnement des résidents. Ils organisent des actions collectives, en sollicitant les attentes de uns et des autres, afin de les inciter à organiser leur propre vie : soutien à des ateliers, sorties culturelles, jeux de société, autres loisirs… avec une certaine régularité pour permettre de créer des habitudes et des repères.

Em contiguidade com a “Pension de Famille”:

Les logements intergénérationnels :

- A côté de la pension de famille, le site de la rue Papu comprend un petit immeuble de 16 logements  qui accueille prioritairement, des personnes âgées valides mais isolées, des étudiants en colocation et des familles à majorité monoparentales, tous à faibles revenus.

- 5 petites maisons individuelles groupées complètent l’ensemble où vivent des personnes s’inscrivant dans le projet d’animation du lieu.

Deste tipo de intervenção e entre outros aspetos retiramos, designadamente, o perfil fortemente assistencial e socialmente integrado que é aqui aplicado e a dimensão social global que é de cerca de 40 unidades habitacionais estruturadas por três tipos de espaços de habitar específicos e sempre marcados pela intergeracionalidade.

4.3. - Maison des générations en Allemagne - Un nouveau programme gouvernemental

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Annales de la Recherche Urbaine numéro 100 juin 2006 - Les Annales de la recherche urbaine n°100, 0180-930-X, 2006, pp.33-37 - MTETM, PUCA.

Frank Eckardt – prof. sciences politiques à la Faculté d’architecture de l’Université de Weimar. Il est responsable d’un programme de formation européenne doctorale en études urbaines, Future. Il est l’auteur d’un ouvrage sur la sociologie de la ville.

Frank.eckardt@archit.univ-weimar.de

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

La cohabitation entre générations est devenue rare en Allemagne ; elle concerne 282.000 personnes seulement sur un total de 39 millions de ménages. Mais la coopération entre générations à l’échelle locale est un objectif pour le nouveau gouvernement dirigé par la chancelière Angela Merkel, qui a lancé un programme intitulé « maisons des générations ». Il s’agit de répondre au problème du recul démographique, analysé comme lié à l’impossibilité, pour les femmes surtout, de concilier leur vie professionnelle et leur vie familiale. Les structures publiques ne peuvent accueillir que 8,5 % d’enfants de moins de 3 ans. Et pour les 3-6 ans, seuls 5,8 % des écoliers peuvent être accueillis l’après-midi.

Os números e os problemas “falam por si”.

Un programme intitulé « maison des générations» est né dans ce contexte. On le doit à … Ursula von der Leyen, mère de sept enfants, et médecin, qui est devenue en 2003 ministre des Affaires sociales de la Basse-Saxe et deux ans après a été nommée au même poste dans le cabinet du gouvernement d’Angela Merkel.

Caraterização geral do programa «casa das gerações»:

Le concept de « maisons des générations », … a été considéré comme son projet clé dès son arrivée au poste de ministre fédérale des Affaires sociales.

Ce concept s’accompagne d’une diminution des aides monétaires pour les pauvres et de la promotion du concept d’« auto-assistance ». L’auto-assistance s’accompagne d’une nouvelle prise en compte du voisinage et de la «communauté» : la maison des générations est un type d’établissement, regroupant plusieurs générations, qui contribue à la construction d’un nouveau voisinage avec des possibilités de contact et des lieux de rencontres entre les jeunes et les personnes âgées.

À l’intérieur de cet espace, les personnes se considèrent comme faisant partie d’une communauté… Ces maisons des générations doivent être considérées comme des lieux d’engagement citoyen et de liberté, des espaces laïques et qui offrent des avantages autres qu’économiques.

Caraterização mais específica de alguns dos aspetos de conceito e práticos do programa «casa das gerações»:

- Le concept … prévoit, que des institutions très différentes les unes des autres, comme les communes, les associations d’aide sociale, les églises, les associations en général… pourront demander à bénéficier d’un financement au titre de ce programme.

- L’idéal serait que ce type d’établissement soit implanté dans un centre-ville, pour tout avoir à portée de main, et soit « entouré d’un espace vert suffisamment grand ». La surface doit être au minimum de 100 m2.

- L’établissement doit également offrir des possibilités d’espaces d’isolement pour les enfants et les personnes âgées, une grande salle commune, une cuisine, une pièce où entreposer les marchandises et un débarras ainsi qu’une place pour une petite boutique.

Este tipo de intervenção é muito interessante pois, de certa forma, parece integrar-se muito bem numa perspetiva de desenvolvimento e vitalização dos espaços comuns de intervenções residenciais intergeracionais mais dirigidas para grupos sociais com baixos recursos e sempre numa perspectiva de forte autonomização entre esta “casa das gerações”, provavelmente situada num nível térreo ou próximo dele e as habitações que integrem a intervenção.

Seguem-se alguns aspetos práticos ao nível da gestão e do perfil funcional desta “Casa das Gerações”:

Concernant le personnel, il semble indispensable qu’une animatrice, à la tête d’une équipe de personnes à temps partiel, et qui serait à l’écoute des locataires, soit embauchée à mi-temps. Elle pourrait être payée à l’heure pour certaines activités. Seules des personnes au chômage devraient être recrutées comme employés. La proposition du gouvernement de Basse-Saxe prévoit que le Land financera la moitié des emplois pendant les cinq premières années et une partie des dépenses en matériel.

(durante 2 anos : de 2006 a 2008), une cinquantaine de maisons des générations doivent voir le jour en Basse-Saxe, si possible dans chaque circonscription et dans chaque communauté urbaine.

 Le gouvernement a expliqué que ce type d’établissement est en quelque sorte un bureau de coordination et une plaque tournante pour tous les services orientés vers les familles. Il offre par exemple des services de psychologie pour enfants, de thérapie familiale, de promotion de la santé, d’accompagnement psychologique en cas de crises et de planification des aides. D’autres activités (aide à la petite enfance, assistance, formation) peuvent également y être développées.

La ministre les a qualifiés de « lieux dans lesquels les personnes peuvent se rencontrer durant la journée, où il y a une crèche, une salle commune pour les personnes âgées, un centre de jeunesse et un service d’aide aux devoirs sous le même toit pour pouvoir s’entraider ».

… De nouvelles offres ont vu le jour : les principaux exemples sont les services de garde d’enfants et d’aide aux devoirs. Des structures pour les mères ont également été créées, comme par exemple le groupe mère-enfant, dans lequel elles peuvent trouver de l’aide lorsqu’elles rencontrent des difficultés dans l’éducation de leurs enfants.

Mais l’offre s’est surtout étendue pour les personnes âgées (des activités nécessitant plus d’accompagnement, comme par exemple les excursions, ont été mises en place).

Les employés ont également réussi à intégrer des écoles dans le voisinage…

Outras « Casas das Gerações » mais residenciais.

De nombreuses autres initiatives du même type ont été prises auparavant en Allemagne et ce, particulièrement dans les grandes villes. On cite souvent l’exemple de Stuttgart : la « Maison des générations ouest » y a vu le jour en raison de la coopération entre quatre organisations sociales différentes.

Dès le début, lors de l’élaboration et de la construction, le centre de protection sociale, le centre Parents-enfant, une association pour le libre travail des personnes âgées et un jardin d’enfants ont cherché ensemble les possibilités pour créer un lieu de rencontre et ont ensuite mis en oeuvre ce projet.

Cependant, à la différence du concept du gouvernement, ces approches « par le bas » englobent un volet logement.

Dans l’exemple de Stuttgart, on a construit un bâtiment de cinq étages. Les deux étages les plus hauts sont prévus pour les personnes âgées. Les vingt appartements, qui y sont situés, sont reliés par un ascenseur aux étages inférieurs, où une pièce a été créée spécialement pour les enfants.

Selon le Rheinischer Merkur, les enfants rencontrent des problèmes de tolérance : « il n’est pas rare que les personnes âgées s’énervent, et les plus jeunes ne cèdent pas. Et ce n’est pas les préjugés qui manquent dans ce type de maison à propos des enfants, qui étaient autrefois bien plus gentils. Et les personnes âgées sont quant à elles bien trop susceptibles ». L’exemple de Stuttgart montre que ces conflits sont inévitables mais qu’au final le bilan s’avère positif pour tout le monde

Selon le Commerzbank Journal, le projet « maisons des générations » est vu positivement par les banques.

Esta matéria tem grande interesse, pois não tenhamos dúvidas que será da abordagem direta e corajosa dos respectivos principais e potenciais problemas que poderão resultar as melhores soluções de intergeracionalidade residencial.

La véritable différence entre les maisons des générations qui se développent à partir d’un engagement citoyen et celles qui seront désormais subventionnées, est la place donnée au logement.

Ce type de logement est nécessairement locatif, puisque la maison est la propriété de l’institution promotrice, or les conservateurs allemands sont résolument pour l’accession à la propriété. Depuis la création de la république fédérale d’Allemagne, les subventions pour un logement en accession à la propriété sont largement prioritaires et, depuis les années cinquante la propriété du logement représente le principal pilier social d’une société libre.

… En réalité la solitude ressentie par beaucoup de personnes âgées et dont le programme « maison des générations » doit être une solution, fait partie des conséquences directes de cette philosophie de la propriété privée du logement.

Les propriétaires-occupants qui ne peuvent pas subvenir à leurs besoins tout seuls pour des raisons physiques ou financières, connaissent des difficultés. La plupart d’entre eux ne seraient pas obligés d’aller dans des maisons de retraite, si on leur proposait un logement mitoyen ou locatif dans un foyer-logement. Comme le montre une étude de l’Université de Cassel, une majorité de personnes âgées préfèrent cette dernière option à un emménagement dans une maison de retraite.

Les limites du concept

L’aide financière va aux maisons qui en ont fait la demande, qui s’auto-assistent, ... Les projets mis en place jusqu’ici sont principalement à la campagne et dans les petites villes plutôt que dans les grandes villes.

L’idée de voisinage à la base de la maison des générations nécessite un milieu stable, où les habitants sont peu mobiles, ce qui n’est pas le cas dans les grandes villes où chaque habitant passe en moyenne 1h30 par jour dans les trajets entre son lieu de travail et d’habitation.

Cette absence des grandes villes explique celles des minorités ethniques dans les maisons des générations, …. Or ces minorités seront appelées à jouer un rôle croissant dans la résistance au vieillissement de l’Allemagne.

Le concept de « prendre et donner » entre différentes générations ne s’adresse qu’à des personnes munies de ressources. Tous ceux n’ayant rien à offrir en retour risquent d’être exclus de ce système d’aide. Ce programme devrait donc s’adresser principalement aux personnes déjà reconnues socialement, aux classes moyennes. Les hommes et les femmes qui travaillent n’ont pas de place dans les maisons des générations, qui fonctionnent pendant la journée, qui ne répond donc pas à la revendication politique féminine apparue ces dix dernières années d’une répartition juste des tâches quotidiennes dans la famille.

Casos mais específicos

4.4.- 2017 - (Edifícios mistos)  Complex Buildings: Mixers. De Smet Vermeulen. Linker Oever Intergenerational Project (IGLO)

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Project published in a+t 48 Generators, Linkers, Mixers & Storytellers August 08, 2017

https://aplust.net/blog/complex_buildings_mixers__de_smet_vermeulen_linker_oever_intergenerational_project_iglo_/

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

Mixers are complex buildings loaded with stimulating uses which, when inserted into a rundown urban fabric, mix up the entire organism and exert an influence which goes far beyond their physical scope and which manages to exponentially revitalize the whole built environment.

Esta única citação, mas bem salientada, quer “apenas” sublinhar a enorme importância que tem, em primeiro lugar, o próprio conceito de edifício ou intervenção residencial funcionalmente “mista” nesta abordagem da intergeracionalidade residencial, visando-se uma solução em que os conteúdos funcionais não diretamente residenciais devem ter uma atenção tão importante como aquela dedicada aos espaços residenciais; e, em segundo lugar, a importância vital que têm os diversos conteúdos funcionais nos espaços comuns e de uso público, no sentido da sua respetiva vitalidade e da vitalidade que desta forma poderão instilar no conjunto da intervenção.

4.5.- 2016 - BloemRijk - SOLIDARIOS reúne a diez programas de convivencia entre mayores y universitarios para incrementar su impacto social

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

http://www.solidarios.org.es/solidarios-diez-programas-convivencia-intergeneracional/

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos…

… los programas de convivencia intergeneracional se erigen como una respuesta seria a los desafíos que presenta el envejecimiento de la población en españa, ...

junto con japón, España tiene la población más envejecida del mundo, con más de 1,7 millones de personas mayores de 65 años, según el último censo del Instituto Nacional de Estadística... pero esta revolución demográfica ocurre en todo el mundo. se calcula que, en 2025, habrá en el mundo 1.200 millones de personas mayores de 60 años, el doble que los 600 millones actuales. esta cifra llegará a casi 2.000 millones hacia el año 2050, la mayoría en países en desarrollo.

de las 600.000 personas mayores que viven en madrid, más de 160.000 viven sin compañía en sus casas, un fenómeno extrapolable a otras ciudades españolas y del mundo. pero la soledad no se compone de elementos objetivos como la falta de compañía, de relaciones familiares o de contacto con los vecinos. a veces tiene que ver con limitaciones físicas, propias de la edad,  combinadas con barreras arquitectónicas para impedir que la gente salga de sus casas otras veces tiene que ver con la sensación de “pérdida”, con lo que el gerontólogo y profesor Malcolm Johnson llama “dolor biográfico”, asociado con la capacidad de personas cada vez más envejecidas y solas a reconciliarse con su pasado.

Esta sensação de perda talvez possa ser combatida, também, com a relativa novidade de uma “mudança” que implica uma nova e importante escolha de modo de vida.

… el 4º Congreso Mundial de Homeshare, celebrado en noviembre de 2015 en Melbourne, Australia y que organiza la red Homeshare International, de la que forma parte Solidarios.

… destacar como una idea sencilla pero brillante juntar personas que viven solas y que padecen soledad con personas que buscan una vivienda asequible.

… con este tipo de programas, las personas mayores mejoran su estado de ánimo, lo que va en beneficio de su salud y reduce los gastos en médicos… permanecer más tiempo en su vivienda no sólo mitiga el dolor que supone la separación de lo físico que vincula a estas personas a su mundo emocional… evita además le necesidad de habilitar residencias y favorece la reducción del gasto del estado en otros recursos sociales para atención al envejecimiento poblacional.

este tipo de programas junta a personas mayores con cierto grado de autonomía y deseos de compartir y universitarios que se incorporan al domicilio en una vida de estudiante mientras comparte las tareas y los gastos en el domicilio… se construye así una relación de confianza, de aprendizajes compartidos y de apoyo mutuo; la convivencia solventa problemas de soledad en los más mayores y de alojamiento en los más jóvenes, al tiempo que se construye una sociedad más sensible y más integradora.

Consideram-se estas conclusões muito interessantes e perfeitamente harmonizáveis com as novas soluções residenciais intergeracionais, em que muitas pessoas poderão fazer um relativo “downsizing” habitacional, mas mantendo um fogo espaçoso, arquitetonicamente melhorado e mais adequado em termos funcionais e acrescentando-lhe espaços e equipamentos comuns muito agradáveis e oportunos, sendo que tais espaços poderão ser, eventualmente, partilhados, de acordo com o conceito apontado de homeshare, e/ou acompanhados no mesmo conjunto residencial pela existência de pequenos fogos e estúdios adequados a jovens e a uma vivência informal; fogos estes que poderão ser disponibilizados também num quadro de partilha de determinadas tarefas; e julga-se que o segredo do êxito destas soluções, para lá de se basear numa adequada e bem pormenorizada arquitectura, também depende de uma gestão próxima e sensível e capaz de diversificar e adequar as ofertas de misturas entre vários tipos de “serviços” entre os quais o residencial e não esquecendo que para lá de um serviço ele tem sempre uma vital natureza humana e específica de cada situação.

E não podemos esquecer que uma tal sensível e diversificada perspetiva de gestão tudo parece tee a ver com uma sua respetiva natureza cooperativa e/ou associativa.

4.6.- 2015 - Dutch intergenerational living project BloemRijk – e sobre alguns conceitos essenciais

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

N.E. Krul, Delft University of Technology, November 6, 2015

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

In the Netherlands the population is ageing rapidly and long-term care costs are rising. Intergenerational living projects are aimed at providing opportunities for ageing in pace and active ageing, thereby decreasing the burden on the healthcare system.

The Dutch intergenerational living project BloemRijk, however, is not as successful as expected in achieving these goals. This article aims to provide insight in the causes of this lack of success. A qualitative comparison of BloemRijk with a successful French project (Generations) is used to determine the inuence of three factors: communication, commitment and culture.

Importa ter bem presente que os objetivos habitacionais colaborativos (cohousing) e intergeracionais correspondem a duas formas intencionais de habitar em “razoável” comunidade (o “razoável” é evidentemente de minha autoria) ou, por outras palavras, a duas formas, eventualmente, conjugadas de comunidades intencionais, obrigando portanto a uma espécie de contrato específico e comum de adesão; uma matéria tão importante quanto sensível e à qual há ainda que procurar aliar um máximo de aspetos associáveis a um “envelhecimento ativo”, considerado vital pelos especialistas mundiais em saúde.

Nestas matérias é sempre importante acertarmos conceitos e aprendermos com as práticas, tal como se avança no artigo aqui visado.

Intergenerational living is a form of intentional community with the specific aim of making ageing in place and active ageing for seniors possible by providing opportunities for increasing intergenerational solidarity (Krul, 2015, p. 26).

Living together with someone decreases the chance of being lonely and makes it easier to age in place (De Jong Gierveld et al., 2012). A group of unrelated people living together for a certain purpose is called an intentional community (Jarvis, 2011). Many sorts of intentional communities exist with varying goals, principles and organizational forms (Tummers, 2011).

Even though size and shapes vary, all intentional communities combine the advantages of private dwellings with a certain degree of shared facilities or common space (Bamford, 2005). Furthermore, the design is aimed at encouraging social interaction and interdependence between residents (Jarvis, 2011).

Por um lado temos estas comunidades residenciais intencionalmente baseadas e até tematicamente estruturadas e, por outro, temos a intenção atualmente muito reforçada de apoiar e manter os mais idosos nas suas habitações, conhecida pelo “ageing in place”, e caraterizada por:

older people will remain in the community, either in their family homes, in homes to which they have moved in mid or later life, or in supported accommodation of some type, rather than moving into residential care' (Davey et al., 2004, p. 20)… Ageing in place is assumed to be a cost-e_ective solution to the problems of an ageing pop-ulation and decreases the burden on the health care system (Sixsmith and Sixsmith, 2008)… Furthermore, it improves the quality of life of seniors (Wiles et al., 2012) and …  the wish of seniors to stay independent (Sixsmith and Sixsmith, 2008).

Um “ageing in place”que é muito favorecido pelo grande número de cuidados domiciliários de apoio corrente e especial atualmente disponíveis e, também, evidentemente pela revolução em curso nos domínios das Tecnologias de Informação e Comunicação e da própria IA.

Mas voltando, concretamente, ao artigo que está a ser comentado importa sublinhar que a viabilidade desse ageing in place depende de:

… the availability of informal care (Chappell et al., 2004), a suficient social net- work to avoid loneliness (Zantinge et al., 2011), adequate surroundings (Burton et al., 2011), senior housing (Raad voor de Volksgezondheid en Zorg, 2012) and general health (Bekhet et al., 2009).

The third concept, active ageing, is focused at improving the quality of life of seniors. The WHO (2002) has developed an active ageing framework that improves this quality of life through optimizing opportunities in the three pillars health, participation and security.

… In this active ageing framework, seven principles are embedded (Walker, 2002). Active ageing should incorporate: (1) participation for (2) all kinds of older people (3) as well as other generations (4) by improving intergenerational solidarity. For seniors this also means the (5) obligation to participate, whereas governments should allow (6) public participation. Principle 7 includes respecting the national and cultural diversity.

Unfortunately, young and old people are separated more and more making intergenerational contact less frequent. This so-called age segregation occurs on three levels: institutional, spatial and cultural (Hagestad and Uhlenberg, 2005).

seniors are more dependent for social relationships on their immediate surroundings (Penninx, 2003). This means that seniors and other generations should be brought together within their neighbourhoods to form social networks, which can be done by intergenerational living.

Generations

Generations is a newly built neighbourhood in St. Apollinaire in France and opened in 2002 (AARP International, 2014; Aedes-Actiz Kenniscentrum Wonen-Zorg, 2008). The mayor of the municipality started this project together with FEDOSAD, HLM and OPAC1.

In four apartment buildings 76 apartments are situated (half destined for seniors and half for couples with a child under six). Besides, there is a sheltered residence for six demented seniors and a communal residence for 14 physically challenged seniors.

The main objective of the concept is to stimulate contact between neighbours. Based on the idea of combining afordable housing and the specific needs of young children and seniors, the neighbourhood also ofers multiple services such as a day care centre and activities for all ages. Furthermore, residents all sign a charter of respect and support (obligatory), promising they will look after and take care of each other.

Bloemrijk

BloemRijk is a newly developed neighbourhood in Krimpen aan den IJssel in the Netherlands (De Jong, 2011; Mesland, 2010). The initiative came from housing association QuaWonen2 and is completed in two phases.

The first phase (finished in 2010) consists of 71 dwellings, of which 59 are social rent, 7 are private rent and 5 private dwellings.

The second phase was finished in 2011 and consists of another 116 dwellings (68 rental, of which 38 apartments and 30 single family houses and 48 houses for sale).

The main objectives of BloemRijk are improving social cohesion, interaction between age groups and intergenerational self-support with the idea to let residents be initiator as much as possible. The sub goals consist of improving the sense of community, liveability in the neighbourhood, resident responsibility, the quality of life of residents, options to age in place, and let residents benefit from each other's capabilities and ease the burden on the professional care network.

4.7.- 2015 - Europapress / Madrid

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

http://www.europapress.es/madrid/

Publicado 20/06/2017 15:15:46 CET

MADRID, 20 Jun. (EUROPA PRESS) -

 Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

La Empresa Municipal de la Vivienda y Suelo de Madrid ha presentado la propuesta de viviendas intergeneracionales, que estarán ubicadas en la colonia de Nuestra Señora de los Ángeles, en el distrito de Puente de Vallecas. Según informa el Ayuntamiento, se trata de una iniciativa que busca mejorar las condiciones de vida de los mayores (evitando con ello su aislamiento) y, a la vez, facilitar el acceso a la vivienda a jóvenes comprometidos con esta labor social. Para ello, se establece un sistema de intercambio de servicios y cuidados que se tendrá en cuenta a la hora de fijar el alquiler de los jóvenes.

Según detalla el Ayuntamiento, el 46 por ciento de solicitantes de vivienda en la EMVS pertenece al colectivo de menores de 35

Temos aqui informação preciosa sobre dados concretos de misturas geracionais; neste caso praticamente metade/metade de mais jovens e de mais idosos.

Con esta iniciativa se intenta alcanzar una "vida comunitaria", lograr la integración social y alcanzar calidad de vida e independencia personal.

Para lograr estos objetivos, la EMVS se ocupará de la selección de participantes (mayores y jóvenes), realizará un seguimiento constante de los núcleos de convivencia y se asegurará de que se cumpla el pacto social adquirido.

Los jóvenes seleccionados para acompañar a las personas mayores, vivirán independientes de ellas pero habrán de adoptar un compromiso a través de lo que ya se conoce como "banco de tiempo". Se trata de un sistema de "intercambio de servicios, conocimientos y cuidados por tiempo". La unidad de valor es la hora, independientemente del servicio que se ofrezca se reciba. La tarifa de alquiler por la vivienda de los jóvenes variará en función de las horas dedicadas a los mayores, que serán gestionadas y auditadas por profesionales de servicios sociales.

En el "catálogo del banco de tiempo "se incluye, entre otras cosas, ayudar a resolver gestiones administrativas y otros recados, conversación, acompañamiento al médico o paseos, hacer la compra, pequeñas reparaciones del hogar o el cuidado de animales y plantas, entre otros.

Esta possibilidade de troca de um apoio significativo nos valores de arrendamento dos mais jovens por diversos serviços de apoio por eles prestados aos vizinhos mais idosos, e/ou da “simples” companhia diária, será uma matéria que se julga dever ser tratada de forma autonomizada relativamente a uma dada intervenção residencial intergeracional - de certa forma considerando-se que um aspeto é a intervenção física, arquitectónica, ambiental e funcional, e outra será a sua ocupação humana e nesta poderão desejavelmente existir diversas formas de ocupação. Penso que fazer intervenções apenas deste tipo, com mais idosos “cuidados” e mais jovens “cuidadores” - e, portanto, com um forte cariz assistencial pode resultar em quadros habitacionais muito marcados por um excessivo assistencialismo e menos por um caraterizado, digno e estimulante ambiente residencial, que é o que eu desejaria; mas esta é uma opinião muito pessoal; sendo que é sempre de sublinhar que as intervenções residenciais intergeracionais equipadas e participadas devem poder ser “configuradas” num amplo leque de soluções específicas, nas quais, provavelmente,faz sentido esta “figura” mais assistencial, assim como outras que têm sido aqui abordadas e outras ainda com um claro e alto nível de acabamento e de serviços.

Precisamente, otro de los aspectos que diferencia esta propuesta de las residencias tradicionales es que se encuentra en el núcleo de la ciudad y "no en el extrarradio o en urbanizaciones aisladas, lo que facilitará la integración de los residentes en un entorno conocido y accesible".

Esta é também materia vital: os núcleos residenciais intergeracionais têm de estar urbanisticamente bem integrados e servidos por boas acessibilidades viárias, pedonais e em transporte público; aspetos estes essenciais para a vivência tanto dos mais jovens e eventualmente sem veículo próprio, como dos mais idosos e eventualmente já dependentes de transporte não próprio, e sempre grandes “consumidores” da boa vivência urbana.

Las viviendas serán de 1 y 2 dormitorios y habrá zonas comunes de uso para residentes en cada planta. También se situarán zonas comunes exteriores, en los áticos, e interiores en la planta baja. Para lograr que la convivencia sea real y efectiva, se prevé la instalación de biblioteca, gimnasio, espacios multiusos, cafetería, lavandería, jardines y servicio de atención médica a los que tendrán acceso, además de los residentes, los vecinos del barrio. En total habrá 2.500 metros cuadrados de zonas comunes.

Mais do que “atirar” equipamentos para cima de um dado programa residencial intergeracional associado a espaços e serviços comuns e/ou públicos; há que lhe “garantir” uma vivência colaborativa (direcionada, digo eu ) sólida e durável e apurar os equipamentos essenciais, mais desejados e potencialmente com mais “êxito”, a curto e longo prazos.

4.8.- 2016/2015 – Logévie (Éneal), Concert'ô, e outras intervenções

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Groupe Action Logement,( Logévie), Concert'ô - 2015

Logévie é uma antiga Entreprise Sociale pour l'Habitat (ESH) do Groupe Action Logement, especializada na habitação para seniors e na área médico-social, foi transformada e renomeada Éneal, tornando-se a parte médico-social do referido Grupo.

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados sobre a ação da então Logévie, hoje em dia Éneal, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos e informações sobre as referidas entidades.

… trois grands domaines d'expertise : 

- Un concept novateur : Les Residences Intergerationnelles Thematiques

- Un renouveau engagé : Les Residences Autonomie (… confort de vie d'un public âgé de plus de 60 ans…)

- Une complexité maîtrisée : Les EHPAD (Établissement d'Hébergement pour Personnes Âgées Dépendantes)

Regista-se que mais de meio milhão de franceses viviam em EHPAD em 2016 ; (i) devendo ter mais de 60 anos,(ii) necessidades de ajuda quotidiana para as ações coorentes, (iii) e um dado grau de perda de autonomia (avaliado); o custo mensal era calculado com três tarifas distintas: (i) tarifa de alojamento a cargo do residente (média de mais de 2500 euros por mês); (ii) tarifa dependência, de acompanhamento quotidiano (parcialmente financiada por entidades oficiais); e (iii) tarifa de cuidados, médicos e paramédicos (garantida totalmente pela Segurança Social) – salienta-se que estes dados são genéricos e não específicos das intervenções da Logévie aqui abordadas.

Os EHPAD estão a ser revistos/convertidos em "Maisons France Autonomie" (previsão era até 2027).

No âmbito das intervenções Logévie referidas aos mais idosos autónomos as suas condições residenciais foram revistas designadamente em aspetos de localização, espaciosidade, adaptabilidade e serviços de apoio:

- implantation systématique à proximité des commerces et transports en commun

- Nouvel agencement des logements (33 à 35 m2) et création de T2 destinés aux couples.

- Adaptation au vieillissement et sécurisation optimale des logements

- Offre élargie de services à la carte : restauration, animations, blanchisserie...

De plus en plus actifs et ouverts sur le monde, les seniors du 21è siècle aspirent aux échanges entre générations. Inspirée par cette évolution, Logévie a inventé un habitat d'un nouveau genre : la résidence intergénérationnelle thématique où le vivre-ensemble est orchestré avec originalité.

Concert'ô, livrée en 2015, est une expérimentation inédite. Des locataires de tous âges et tous horizons sont fédérés autour de la musique (nos espaços comuns existem três salas dedicadas à música). Le programme est orchestré par une association organisatrice d'actions de proximité dans des espaces dédiés.

Le succès de ce concept conforte Logévie à le décliner : en 2017, LUDIK, résidence intergénérationnelle dédiée au Jeu, est livrée à Cenon.

Este desenvolvimento temático existe também em algumas entidades norte-americanas dedicadas a estas áreas da habitação para seniores bem caraterizada por um dado aspeto (ex., artistas plásticos, amadores de livros, etc.).

É interessante apontar, a título de referência a casos concretos, que em algumas intervenções a Logévie aplicou habitações partilhadas, em que duas suites (quarto mais casa de banho privada) partilham uma sala e uma cozinha; e em outros casos habitações consideradas “evolutivas” porque sendo basicamente T1(s) – fogos com um quarto – têm uma parede deslizante na sala que privatiza uma zona da sala-comum, tornando-a num quarto de apoio eventual ou numa outra zona funcional (este último comentário é meu).

Des T3 colocation entre aînés sont proposés permettant à deux aînés de partager un salon, une cuisine tout en disposant d'une chambre et d'une salle d'eau adaptées et privées, ainsi que des T2 évolutifs munis d'une cloison mobile permettant de créer une chambre d'appoint ponctuelle dans le salon.

4.9.- 2015 -The Nursing Home That's Also a Dorm

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

TIFFANY R. JANSEN, Oct 2, 2015; Citylab.com c 2017 The Atlantic Monthly Group

https://www.citylab.com/equity/2015/10/the-nursing-home-thats-also-a

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

More retirement and nursing homes are asking college students to move in, an arrangement that benefits everyone…

In exchange for 30 hours of volunteer work per month, students are able to stay in vacant rooms … free of charge.

… As part of their volunteer agreement, …  students spend time teaching residents new skills, like email, social media, Skyping, and even graffiti art.

… For the residents, the students represent a connection to the outside world. When the students come home from a class, concert, or party, they share those experiences with their elderly neighbors…

O documento salienta uma problemática que hoje em dia é bem evidente em Portugal, que é a falta de alojamento adequado para jovens estudantes e trabalhadores, o elevado custo do respetivo arrendamento e as frequentes más condições habitacionais disponibilizadas.

E lembremos o título do artigo, informalmente traduzido: “O Lar de Idosos que também é uma Residência de Estudantes”; tratando-se aqui talvez de um uso praticamente institucional e funcional maximizado das vantagens da intergeracionalidade residencial, numa perspetiva que evidentemente não é a nossa no PHAI3C, mas que nos traz mais alguns aspetos a reter.

Research links loneliness to mental decline and increased mortality, and regular social interaction with friends and family has been found to improve health in older adults. Saying hello, sharing a joke, bringing fish from the market: It’s the little joys of everyday life that the students bring to the seniors at Humanitas. But it isn’t always just the little things…

In the United States, the Judson Manor retirement community in Cleveland started accepting students from the Cleveland Institutes of Art and Music several years ago. As at Humanitas, the students are integrated among the resident population and have access to all the same amenities. To earn their keep, they participate in the musical art…, assist staff therapists, and volunteer at various events throughout the year. Judson also requires them to give quarterly performances at each of their three campuses.

… a professor of intergenerational programs and aging at Pennsylvania State University, says these relationships can acquire far more depth than is possible with “the one-shot-only activity, where kids come into the long-term care facility, sing a song and then go home.” That may be nice, he says, “but it’s not until [the older and younger people] have a real relationship—which takes a lot of interaction—that it becomes meaningful.”

4.10.- 2014 - La maison intergénérationnelle gagne-t-elle en popularité au Québec ?

Embora não se tenha aqui retido a fonte correta deste documento, “perdida” numa organização com algumas falhas, manteve-se a referência por se julgar interessante e oportuna.

Únicos elementos retidos: Mot de l´economiste, Set 2014, FCIQ, Centris.ca

O artigo desenvolve uma tradicional e sempre muito interessante opção de habitação intergeracional baseada num lote unifamiliar onde se aceita o desenvolvimento de uma habitação suplementar, que vai permitir a coabitação entre várias gerações da mesma família.

Importa também lembrar que esta perspetiva se harmoniza muito bem com as medidas de redensificação e de aproveitamento maximizado de lotes infraestruturados que têm vindo a ser aplicadas em várias zonas urbanas consolidadas.

Evidentemente que todos entenderão o risco deste tipo de desenvolvimentos em termos do seu potencial de aproveitamento especulativo e negativo em termos de condições de habitabilidade, mas importa considerar esta possibilidade, que, afinal, é daquelas com mais longa tradição na história do habitar.

4.11.- 2012 - L’intergénérationnalité : Habitat évolutif et ancrage des liens sociaux. Proposition d’un lieu intergénérationnel aux Plaines-du-Loup, Lausanne

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Gilles Humbert, EPFL / ENAC / Architecture / Enoncé théorique / 2012-2013

Professeur énoncé théorique : Prof. Vincent Kaufmann, sociologue

Directeur pédagogique : Prof. Luca Ortelli, architecte

Maître EPFL : Estelle Lépine, architecte

Expert externe : Pierre Imhof, chef de projet Métamorphose

 Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

… Tandis que la famille était autrefois garante du lien intergénérationnel, l’évolution des moeurs, des parcours et des modes de vie, ainsi que la montée de l’individualisme ont brisé ce modèle d’organisation sociale.

Aujourd’hui, en parlant d’intergénérationnel, nous sous-entendons une volonté de (re)créer des liens sociaux, de la compréhension et de la solidarité entre les générations, grâce notamment aux coopératives et aux solidarités de proximité…

… En 1935, c’est Sven Markelius, architecte moderne suédois, qui propose une des premières maisons communautaires à Stockholm, dans le quartier de John Ericssonsgatan … Toujours influencé par les réflexions de Le Corbusier (notamment son livre Vers une architecture, de 1923) ainsi que par la sociologue suédoise Alva Myrdal, sa réalisation est minimaliste, comportant des appartements destinés uniquement au sommeil et au repos et des espaces communs tels que cuisine, crèche, etc. En parallèle, les résidences pour personnes âgées, rejoignant l’idée communautaire des années 30’, se multiplient un peu partout en Europe.

… autrement. Ces mouvements ont donné naissance aux coopératives« d’habitation actuelles.

… En analysant brièvement l’évolution des types d’habitat collectifs dans le temps, nous avons pu remarquer que la part d’espaces communs était très présente dans le modèle communautaire. L’individu était alors relégué au second plan, tandis que la communauté primait. Cette notion s’est peu à peu affaiblie laissant place à une société à tendance individualiste.

… Aujourd’hui, l’individu prime sur le groupe et sur la communauté. En proposant du logement intergénérationnel, l’idée est de rééquilibrer les parts de privé et de collectif dans l’habitat afin de (re)créer du lien social, favorable à tous, en partageant des activités communes, tout en conservant son intimité et son indépendance dans un espace privé.

Penso que isto importa muito pois os espaços comuns são caros – quem sabe se não terão de ser em parte, pelo menos, subtraídos aos espaços privados e noutra parte atribuídos a zonas de equipamento com uso público ainda que condicionado, mas especificamente financiados : portanto não devem ser excessivos e devem ser super atraentes e usáveis pelos “condóminos” e pelo menos em parte, ou mesmo totalmente, por pessoas externas, mas sem problemas, o que nos levará à necessidade de uma regulação dos seus usos, que seja tão clara e eficaz como simples de divulgar e interiorizar; sempre um pouco à imagem dos espaços “comuns” hoteleiros e de quando os usamos “de facto”, o que todos sabemos não ser assim tão frequente; mas talvez aconteça mais esse uso quando neles encontrarmos pessoas que conhecemos e quando eles sejam bem acessíveis por outros; mas é realmente matéria a tratar “com pinças”.

… L’habitat intergénérationnel est une variante de l’habitat groupé, un habitat collectif qui mélange les générations. Concevoir un projet de ce type ne signifie pas uniquement mixer ces dernières. C’est aussi mélanger les différents parcours de vie et de vécu. Ce concept permet à chacun de vivre harmonieusement dans un lieu prévu pour ne pénaliser aucune tranche d’âge. Ce principe sociologique, transposé en réponse architecturale, repose sur l’évolution dans le temps de l’habitation et des habitants.

L’habitat intergénérationnel rassemble différentes générations et assure ainsi un roulement relativement fréquent des habitants. En s’adaptant à chaque nouvelle arrivée, le projet se pérennise peu à peu.

En choisissant un logement et en s’y installant, les occupants veulent pouvoir y rester durablement sans devoir déménager de façon précipitée à chaque nouveau changement dans leurs conditions de vie.

Estes aspetos são tão vitais, como sensíveis, abordando: (i) um “mundo” complexo que deve harmonizar ao máximo a capacidade de integrar as necessidades e os gostos privados nos mundos privados e os gostos privados nos próprios espaços comuns; (ii) outro “mundo” bem complexo em que terão de ir convivendo pessoas muito diferentes e perfis etários muito diferentes; (iii) e ainda um outro “mundo” de fortes temporalidades, com pessoas para as quais o tempo passa de forma diversa; e em tudo isto surge a ideia de um intergeracional como um habitat para toda uma nova fase de vida.

… Il doit donc permettre une évolution spatiale. Un logement intergénérationnel est conçu pour pouvoir accueillir un public large, sans pour autant relever de la vie communautaire. Ce type d’habitat offre une facilité d’interactions entre les différents acteurs, d’entraide et de coopération notamment grâce à des espaces d’échanges.

… Des motivations différentes :

… La première motivation est celle de vivre ensemble dans un esprit familial.

Vivre ensemble de façon groupée permet souvent de disposer d’un plus grand espace, plus agréable, qui ne serait pas accessible dans un logement individuel.

Julgo que aqui se colocam duas questões essenciais: (i) existência de diversas formas de intergeracionalidade residencial, com diversos níveis de familiaridade, desde uma verdadeira “cohousing”, em que por exemplo todas as semanas cada um cozinha para todos (o que implica ser um pequeno grupo de cooperantes), até uma grande unidade quase hoteleira em que alguns convivem muito, outros alguma coisa e outros “toleram-se”; e (ii) contarmos com um “trunfo” muito importante na criação de comunidades residenciais que é o podermos dispor, como grupo, de excelentes equipamentos de lazer e de apoio diverso, praticamente impossíveis de obter individualmente.

… En tant qu’architecte, concevoir des logements intergénérationnels signifie prendre en compte les différentes caractéristiques des acteurs et les différentes configurations spatiales possibles, et en aucun cas les traiter de façon séparée. Les logements doivent impérativement pouvoir accueillir à la fois des familles, des personnes âgées et des étudiants …. Diriger des personnes et les forcer à interagir n’est pas dans notre pouvoir, mais mettre en place des espaces et des lieux pour améliorer la qualité de vie est notre devoir.

Le logement intergénérationnel doit permettre une évolution spatiale accompagnant les situations familiales changeantes, ainsi que les conditions et les parcours de vie de chacun des habitants. Il doit être pensé dès le départ comme pouvant être modulable et évolutif au fil des années et des habitants, permettant notamment la séparation ou la réunion aisée des modules d’habitation.

… Aussi, la différence des rythmes de vie et le bruit des plus jeunes peuvent être perçus, par les plus âgés, comme des incommodités liées à la vie collective. En effet, les personnes âgées recherchent souvent du calme et de la tranquillité, tandis que les jeunes sont davantage demandeurs d’impulsions de vie, de mouvements. « Il ressort d’une enquête menée auprès de personnes de plus de 50 ans que la majorité d’entre elles redoute le bruit des enfants dans leur immeuble. Mais selon les projets, le mélange des générations est parfaitement concevable.»…Même s’il représente une nuisance sonore selon certains, le bruit peut être attenué grâce à l’architecture et, face aux aires de jeux des enfants, une isolation acoustique peut être assurée. Le bruit peut également être considéré comme bénéfique. En effet, « il est bon qu’une personne âgée entende le bruit d’un enfant car cela le distrait de l’idée de la mort. »

De certa forma uma verdadeira intergeracionalidade residencial é pensar numa mixagem ambiental e funcional mesmo a sério e abarcando todos os níveis físicos da vizinhança aos compartimentos e espaços privados e comuns diversificados.

Casos:

Projet Générations, Saint Apollinaire, France : l’agglomération dijonnaise, a eu une réponse originale. En 1995 … Le projet Générations (fig. 8), réalisé par l’architecte dijonnais Jean-Yves Guillemin, est constitué de 76 logements, dont la première moitié sont des appartements loués uniquement à des personnes de plus de 60 ans. La seconde moitié, quant à elle, est dédiée à des jeunes couples ayant des enfants en bas âge.

Situé dans l’agglomération genevoise, dans la commune de Meinier, le centre intergénérationnel ….  réalisé par le bureau lausannois dar architectes fût inauguré en juin 2012. Il fait se côtoyer sur le même site des familles, des personnes âgées ainsi que des personnes à mobilité réduite. Le but étant de renforcer les liens sociaux en faisant interagir les acteurs. Françoise Rey, architecte responsable du projet dit que « l’idée est que chacun de ces appartements puisse être habité par n’importe quelle catégorie de locataires…

E finalmente alguns aspetos de conceção a reter:

 Il ne s’agit pas de faire vivre des personnes dans un environnement contraignant, mais au contraire de leur proposer un cadre de vie offrant des ressources qui permettent d’améliorer spatialement la qualité de vie d’après son évolution…

… il sera important d’intégrer au projet intergénérationnel …  un espace de référence commun, un espace central, fédérateur, ...

… Les accès aux logements devront être faciles et bien éclairés.

4.12.- 2011 - Bourges Résidence des Goulevents

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Logement design pour tous - PUCA, Corinne BODIN (Résid.Bellevue) : corinne.bodin@mr-bellevue.com

 Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

l’EHPAD « Les Résidences de Bellevue » apporte la compétence sur la gestion et les aspects économiques de ce type d’établissement et la connaissance de la personne âgée en associant une ergothérapeute, un psychologue, un médecin gériatre ainsi que la possibilité d’étudier les besoins avec le personnel, l’organisation de la vie quotidienne, les attentes des résidents et comment les associer aux réfl exions.

La résidence des Goulevents est un ancien foyer pour handicapés adultes, qui comportait 200 lits. Sa construction s’est effectuée en deux phases : une première phase en 1978 (aile droite) et une deuxième phase en 1980 (aile gauche). Le bâtiment n’étant plus adapté pour accueillir des adultes handicapés vieillissants, il a été fermé sur décision préfectorale en novembre 2007.

… A travers la requalification de cette résidence, les grands objectifs de l’opération sont de : apporter des solutions sur les nouveaux usages de l’habitat face au vieillissement de la population, favoriser la cohabitation de plusieurs types de population, en prenant en compte l’évolution des modes de vie ; développer des solutions d’habitat innovantes, adaptées aux exigences de mixité sociale et générationnelle

E aqui temos a intergeracionalidade residencial como objetivo a aplicar na reconversão de equipamentos de apoio a idosos..

4.13.- 2010 – Montpellier Habiter c’est choisir

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

PUCA, Logement design pour tous

Stefan SINGER (Toits de Choix) : sts@toitsdechoix.com

Olivier LEGUILLON (Habiter c’est choisir) : leguillon4@yahoo.fr

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos referidos documentos.

Située à Montpellier, cette opération d’habitat groupé en autopromotion est en cours de montage…

… Il est envisagé des surfaces d’activités (locaux communs : salle polyvalente, atelier de bricolage, pièce technique avec buanderie et congélateur aux différents étages, chambres d’amis et services).

Deux options sont à l’étude, sachant qu’il est possible de réaliser l’ensemble en deux tranches. L’une porte sur un programme d’environ 20 logements, une échelle permettant aux habitants de bien se connaître et de répondre aux demandes en matière de mixité.

L’autre option est d’atteindre environ 35 logements, ce qui nécessite une organisation plus structurée de l’ensemble mais offre la possibilité d’augmenter le potentiel de la « coopération au quotidien » et de créer de nouveaux équipements (crèche parentale ou local pour une coopérative d’achat ouverts au quartier) et des logements spécifi ques, l’un pour étudiants ou jeunes actifs, et l’autres pour personnes âgées dépendantes…

E aqui temos um exemplo de “caminho de equilíbrio” entre um número de vizinhos que propicie conhecimento mútuo, mas sem ser eventualmente incómodo, e um número maior de vizinhos que reduz esse fator de conhecimento mútuo, mas também esse risco de incomodidade e suplementarmente proporciona mais capacidade de integração de espaços e equipamentos comuns.

Brevíssimos apontamentos relativos à continuidade do estudo sobre Habitação Intergeracional, Adaptável e Participada

Com o presente artigo aproximámo-nos, mais um pouco, de possíveis configurações de soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial intergeracional, mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente muito viável.

Os dois próximos artigos desta série editorial serão também dedicados à abordagem de aspetos a respigar nos casos de referência estudados, visando-se a habitação intergeracional, adaptável e equipada, mas nestes dois últimos artigos sobre casos de referencia numa perspetiva dirigida, primeiro, para as pessoas mais sensíveis e fragilizadas e, depois, para as condições que apoiam a manutenção dos mais idosos nas suas habitações – matérias estas que, evidentemente também se ligam diretamente à caraterização de um adequado PHAI3C.

Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise de casos específicos

Listagem linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar, com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.

.  Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).

.  Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).

Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022e  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 –  Qualidade na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 –  Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 815.  Lisboa, quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 –  Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11  p.)

.   Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17  p.)     Infohabitar, Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15  p.)    

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823 infohabitar .  Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.        (25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica  # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.  Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12  p.) 

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 –  Idosos: desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16  p.) 

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,  Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em três  artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental  (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de soluções – versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial intergeracional – versão de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com demência – versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”;  http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 978

Edição: quarta-feira 27 de Maio de 2026

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

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