Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 978
Edição:
quarta-feira 27 de Maio de 2026
Fig. 01: uma simulação arquitectónica apenas “experimental”
e associável a uma zona de estar comum de uma intervenção intergeracional residencial e urbana, adaptável e
participada - realizada com base em diversas ferramentas de IA
Editorial
Caros leitores da Infohabitar,
Estamos
a desenvolver a divulgação de aspetos ligados a casos considerados de
referência ligados ao estudo teórico-prático do PHAI3C - Programa de
Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora
referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável,
intergeracional, equipada e participada”.
Continuamos,
portanto, neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso internacionais
e especificamente ligados à matéria da intergeracionalidade.
Na
medida do possível iremos dar prioridade à conclusão da divulgação comentada
dos casos de referência aplicáveis à habitação intergeracional, equipada e
participada, para depois passarmos aos artigos finais deste estudo e série editorial.
Boas
leituras e naturalmente será muito bom poder ter contribuições vossas nesta
matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos
propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos
agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal
e não só.
Nunca é excessivo referir que os elementos aqui apurados se devem, diretamente, aos diversos estudos e respetivos autores que vão sendo registados em cada caso de referência, em seguida, apontado – embora por vezes tal registo seja pouco desenvolvido pelo que se apresentam as devidas desculpas; de certa forma o papel do autor deste artigo limitou-se, essencialmente, à Identificação e organização dos diversos casos apontados, sua leitura e síntese de acordo com as suas caraterísticas, apuramento das respetivas citações consideradas mais significativas para os fins em vista, e ao complemento do texto com alguns comentários considerados adequados e úteis; sendo que o verdadeiro peso e influência de toda esta informação foi criando um excelente “lastro” de conhecimentos que vão influenciar direta e indiretamente as conclusões teórico-práticas já apontadas e a apontar no âmbito do presente estudo sobre o PHAI3C.
Saudações
cordiais,
Lisboa, Encarnação, 27 de maio de 2026
O Editor da Infohabitar
António
Baptista Coelho
Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)
Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978
1. Introdução ao perfil de análise e apresentação dos Casos de
Referência ligados a habitação intergeracional, estudados no âmbito do
PHAI3C
Os casos de referência
que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de apresentação muito
prático que desde já se sintetiza:
. Os textos
realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram,
naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de
elementos para informação dos artigos de síntese.
. Os textos
realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito influenciados
pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.
. Os textos
realizados são, quase sempre, baseados apenas no estudo de documentos
identificados na WWW; quando tenha havido visita essa
condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.
. Os textos
realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou
oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no
âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer
tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos
residenciais e/ou de equipamento específicos.
Por razões práticas e
de agilização da apresentação não se usam
imagens originais; podendo ser realizados esquemas ilustrativos e
descrições sintéticas de espaços e equipamentos.
Os textos em
itálico correspondem a muito frequentes citações retiradas dos muitos documentos
usados; mas estes não se encontram extensamente referenciados, por razões
ligadas à grande quantidade de informação tratada; salientando-se, sempre, o
carácter “de trabalho” e de apoio do presente documento, onde se pretendeu
alertar para essas essenciais fontes e delas retirar desde já elementos
práticos de apoio à conclusão do presente estudo.
E por fim mas
considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores a
procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais
aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas
respetivas conclusões e aspetos de reflexão, que são, sem dúvida, essenciais.
2.
Listagem geral ordenada dos mais de 100 Casos de Referência ligados a habitação
intergeracional e estudados no âmbito do PHAI3C
A estruturação geral dos
casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu perfil
tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume (a “negrito” o item
a que se refere o presente artigo):
Ibéricos e
sul-americanos – correntes 11 casos
Ibéricos e
sul-americanos – Intergeracionais 7 casos
Internacionais –
Correntes ou mais Específicos 60 casos
Internacionais –
Intergeracionais 13 casos
Internacionais -
Específicos para demências 7 casos
Internacionais -
Envelhecer na sua casa 5 casos
3. identificação dos “Casos de
Referência ligados
a Habitação Intergeracional, internacionais e mais específicos” – 25 casos –
apresentados no presente artigo (ordem cronológica de desenvolvimento)
A seguinte apresentação dos títulos dos
casos, depois comentados individualmente de forma sintética, destina-se a
podermos ficar com uma ideia geral da matéria, que não pode deixar bastante
diversificada quando pretendemos visar uma nova categoria de tipificação
habitacional e urbana, pois em cada caso/situação podemos retirar aspetos
significativos e cada caso pode ser, aparentemente, pequeno nos seus aspetos
aqui respigados mas até, eventualmente, muito significativo na sua influência
no corpo final de sugestões sobre uma renovada forma de habitar
intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente convivial e
participada.
Tendo-se em conta a extensão dos casos
apurados o presente artigo é editado em duas partes; em seguida e a negrito
apontam-se os casos abordados no presente artigo; salienta-se, ainda, a
relativa informalidade da apresentação (iniciando-se nas próprias referências
aos casos, que não foram uniformizadas) e das abordagens em seguida realizadas,
associadas a uma matéria muito extensa e à natureza do presente
artigo/documento que se quer que seja “de trabalho” e de apontamento de casos,
que, sequencialmente, o leitor poderá procurar e aprofundar, facilmente, na
WWW, designadamente, no que se refere à respetiva e importante ilustração.
Casos considerados mais genéricos
1. Hábitat integrado en Toulouse.
(Rixens-Chevenis)
2. Lieu de vie intergénérationnel
«La rue Papu» à Rennes
3. Maison des générations en
Allemagne - Un nouveau programme gouvernemental
Casos considerados mais específicos
4. 2017 – (Edifícios mistos) Complex
Buildings: Mixers. De Smet
Vermeulen. Linker Oever Intergenerational Project (IGLO)
5. 2016 - BloemRijk - SOLIDARIOS
reúne a diez programas de convivencia entre mayores y universitarios para
incrementar su impacto social
6.
2015 - Dutch intergenerational living project BloemRijk
7. 2015 - Europapress / Madrid
8. 2016/2015 – Logévie, Concert'ô
9. 2015 -The Nursing Home
That's Also a Dorm
10. 2014 - La maison
intergénérationnelle gagne-t-elle en popularité au Québec ?
11. 2012 - L’intergénérationnalité
: Habitat évolutif et ancrage des liens sociaux. Proposition d’un lieu
intergénérationnel aux Plaines-du-Loup, Lausanne
12. 2011 - Bourges Résidence des
Goulevents
13. 2010 - MontpellierHabiter
c’est choisir
Chama-se ainda e novamente a atenção para o
cariz esquemático e “de trabalho” dos referidos comentários, referidos,
portanto, a uma fase preliminar de sugestões conclusivas para uma “nova”
tipologia residencial baseada em espaços privados, comuns e de uso público.
E finalmente avisam-se os leitores para a
diversidade de extensão das referências a cada caso de estudo e para o
frequente recurso a citações retiradas dos respetivos documentos (consultados
essencialmente na WWW) e salientadas a itálico.
Os destaques a negrito são nossos e em
cada caso de referência optou-se pela estruturação de texto julgada mais
adequada à respetiva leitura – por exemplo com sínteses de itens, ou com textos
alternados por citações e comentários.
4. Apresentação ordenada e sintética de aspetos apurados na procura e análise do conjunto de casos referência intitulado “Casos de Referência Internacionais ligados a Habitação Intergeracional”
Casos mais genéricos
4.1.
- Habitat integrado en Toulouse. (Rixens-Chevenis)
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
Hábitat integrado en Toulouse. (Rixens-Chevenis. Grosbois arch.)
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
Una realización de
vivienda intergeneracional donde se intercalan viviendas para ancianos y
familias convencionales. El conjunto forma un claustro con galerías abiertas a la
convivencia, cuenta con locales de reunión y los apartamentos de ancianos « se
distribuyen con tabiquería desmontable, para mejor adaptarse a la invalidez. En
el sistema de acceso, el ascensor está en el fondo de la ruta y la escalera en
primer término.
Um conjunto grande de ensinamentos
sintetizado num único parágrafo: habitações para mais idosos intercaladas com
outras “correntes”; criação de um “claustro” convivencial e que também permite
dotar os acessos com uma boa qualidade de abertura e relação de cada fogo com o
exterior, o que propicia um positivo sentido de autonomização e de identidade
de cada fogo; habitações para mais idosos extremamente adaptáveis,
personalizáveis e apropriáveis por cada habitante ou casal; e se bem entendi a
referência um estratégico privilegiar dos acessos por escadas – evidentemente
muito bem desenhadas e equipadas – o que incentiva o seu uso, fomenta o
exercício saudável e promove mais oportunidades naturais de encontro.
Outros aspetos a salientar no próprio desenho
dos fogos são: o acesso feito por uma reentrância “personalizadora” na galeria
exterior de acesso; a entrada direta para a zona de estar (mais convivial,
naturalmente); uma cozinha pequena mas com uma grande e funcional bancada e com
luz natural e podendo isolar-se do espaço de refeições e de estar – o que
proporciona uma prática de “cozinhar” bem assumida e que pode constituir uma
verdadeiro passatempo ou atividade especializada; uma casa de banho ampla com wc
separado (permite usos flexíveis sem grandes “imposições” funcionais) e com
acesso duplo ao quarto e à sala-comum; um quarto amplo e contíguo a um balção
exterior “de estar”; e uma boa capacidade de arrumações.
4.2. - Lieu de vie intergénérationnel «La rue Papu» à
Rennes
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
https://www.habitat-humanisme.org/projets/marie-heurtaut/
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
Les associations Habitat et
Humanisme sont des associations de plein droit. Elles sont animées par des
équipes de bénévoles, complétées par un nombre de salariés variable selon leurs
taille et activité. Leurs membres sont les adhérents qui paient une
cotisation annuelle et élisent leur Conseil d’Administration au sein duquel la
Fédération a un représentant.
Há alguns
anos existiam 55 associações deste tipo em França.
… Lieu de vie intergénérationnel
… Une pension de famille, 16 appartements, 5 maisons individuelles
Da consulta
realizada salienta-se o interesse desta mistura de tipologias habitacionais e
de apoio pessoal/familiar: “a pensão de família” destinada a apoiar a vida
diária de pessoas fragilizadas e socialmente sensíveis + um conjunto de fogos
basicamente autónomos mas que ainda podem ter gradações de autonomia e de
apoios diversos + espaços e equipamentos comuns.
Exemplo genérico
do conteúdo tipológico de um Lieu de vie intergénérationnel:
- une pension de famille de 18 logements pour 20
résidents, isolés et en difficulté,
- appartements pour des jeunes, des
personnes fragilisées par la maladie ou l’âge, des femmes seules avec enfants,
à faibles revenus,
- petites maisons individuelles groupées pour des
personnes s’inscrivant dans le projet d’animation du lieu et un foyer de
convivialité…
Exemplo de um
caso concreto deste tipo, pormenorizando a partir das caraterísticas de uma
“Pensão de Família” (ou o “Hotel Familiar”) específica:
La pension de famille Marie
Heurtaut
- La pension de famille est
ouverte depuis le 1er décembre 2011. Elle accueille des personnes aux parcours
de vie chaotique, cumulant souvent les difficultés (familiales, sociales, de
santé…) et vivant un isolement relationnel et social important.
- La maison comprend 18
petits logements autonomes ainsi que des espaces collectifs
(jardin, salle à manger…) favorisant les rencontres et la convivialité.
- Elle est gérée par des
salariés d’Habitat et Humanisme, épaulés par une équipe de bénévoles. Ensemble,
ils œuvrent efficacement à l’animation du lieu et l’accompagnement des
résidents. Ils organisent des actions collectives, en sollicitant les attentes
de uns et des autres, afin de les inciter à organiser leur propre vie : soutien
à des ateliers, sorties culturelles, jeux de société, autres loisirs… avec
une certaine régularité pour permettre de créer des habitudes et des repères.
Em contiguidade com a “Pension de Famille”:
Les logements
intergénérationnels :
- A côté de la pension de famille, le site de la rue Papu comprend un
petit immeuble de 16 logements qui accueille
prioritairement, des personnes âgées valides mais isolées, des étudiants en
colocation et des familles à majorité monoparentales, tous à faibles revenus.
- 5 petites maisons individuelles groupées complètent
l’ensemble où vivent des personnes s’inscrivant dans le projet d’animation
du lieu.
Deste tipo de intervenção
e entre outros aspetos retiramos, designadamente, o perfil fortemente
assistencial e socialmente integrado que é aqui aplicado e a dimensão
social global que é de cerca de 40 unidades habitacionais estruturadas por
três tipos de espaços de habitar específicos e sempre marcados pela
intergeracionalidade.
4.3. - Maison des
générations en Allemagne - Un nouveau programme gouvernemental
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
Annales de la
Recherche Urbaine numéro 100 juin 2006 - Les Annales de la recherche urbaine n°100, 0180-930-X,
2006, pp.33-37 - MTETM, PUCA.
Frank Eckardt – prof. sciences politiques à la Faculté
d’architecture de l’Université de Weimar. Il est responsable d’un programme de
formation européenne doctorale en études urbaines, Future. Il est l’auteur d’un ouvrage sur la
sociologie de la ville.
Frank.eckardt@archit.univ-weimar.de
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
La cohabitation entre générations est devenue rare en
Allemagne ; elle concerne 282.000 personnes seulement sur un total de 39
millions de ménages. Mais la coopération entre générations à l’échelle
locale est un objectif pour le nouveau gouvernement dirigé par la chancelière
Angela Merkel, qui a lancé un programme intitulé « maisons des générations ». Il s’agit de répondre au problème du
recul démographique, analysé comme lié à l’impossibilité, pour les femmes
surtout, de concilier leur vie professionnelle et leur vie familiale. Les
structures publiques ne peuvent accueillir que 8,5 % d’enfants de moins de 3
ans. Et pour les 3-6 ans, seuls 5,8 % des écoliers peuvent être accueillis
l’après-midi.
Os
números e os problemas “falam por si”.
Un programme intitulé « maison des générations» est né
dans ce contexte. On le doit à … Ursula von der Leyen, mère de sept enfants, et
médecin, qui est devenue en 2003 ministre des Affaires sociales de la
Basse-Saxe et deux ans après a été nommée au même poste dans le cabinet du
gouvernement d’Angela Merkel.
Caraterização
geral do programa «casa das gerações»:
Le concept de « maisons des générations », … a été
considéré comme son projet clé dès son arrivée au poste de ministre fédérale
des Affaires sociales.
Ce concept s’accompagne d’une diminution des aides
monétaires pour les pauvres et de la promotion du concept d’« auto-assistance
». L’auto-assistance s’accompagne d’une nouvelle prise en compte du voisinage
et de la «communauté» : la maison des
générations est un type d’établissement, regroupant plusieurs
générations, qui contribue à la construction d’un nouveau voisinage avec des
possibilités de contact et des lieux de rencontres entre les jeunes et les
personnes âgées.
À l’intérieur de cet espace, les personnes se considèrent
comme faisant partie d’une communauté… Ces maisons des générations doivent être
considérées comme des lieux d’engagement citoyen et de liberté, des espaces
laïques et qui offrent des avantages autres qu’économiques.
Caraterização
mais específica de alguns dos aspetos de conceito e práticos do programa «casa
das gerações»:
- Le concept … prévoit, que des institutions très
différentes les unes des autres, comme les communes, les associations
d’aide sociale, les églises, les associations en général… pourront demander
à bénéficier d’un financement au titre de ce programme.
- L’idéal serait que ce type d’établissement soit
implanté dans un centre-ville, pour tout
avoir à portée de main, et soit « entouré d’un espace vert suffisamment grand
». La surface doit être au minimum de 100 m2.
- L’établissement doit également offrir des possibilités
d’espaces d’isolement pour les enfants et les personnes âgées, une grande salle
commune, une cuisine, une pièce où entreposer les marchandises et un débarras
ainsi qu’une place pour une petite boutique.
Este tipo de intervenção é muito interessante pois, de certa forma,
parece integrar-se muito bem numa perspetiva de desenvolvimento e vitalização
dos espaços comuns de intervenções residenciais intergeracionais mais dirigidas
para grupos sociais com baixos recursos e sempre numa perspectiva de forte
autonomização entre esta “casa das gerações”, provavelmente situada num nível
térreo ou próximo dele e as habitações que integrem a intervenção.
Seguem-se alguns aspetos práticos ao nível da gestão e do perfil
funcional desta “Casa das Gerações”:
Concernant le personnel, il semble indispensable qu’une
animatrice, à la tête d’une équipe de personnes à temps partiel, et qui serait
à l’écoute des locataires, soit embauchée à mi-temps. Elle pourrait être payée
à l’heure pour certaines activités. Seules des personnes au chômage devraient
être recrutées comme employés. La proposition du gouvernement de Basse-Saxe
prévoit que le Land financera la moitié des emplois pendant les cinq premières
années et une partie des dépenses en matériel.
(durante 2 anos : de 2006 a 2008), une
cinquantaine de maisons des générations doivent voir le jour en Basse-Saxe, si
possible dans chaque circonscription et dans chaque communauté urbaine.
… Le gouvernement
a expliqué que ce type d’établissement est en quelque sorte un bureau de
coordination et une plaque tournante pour tous les services orientés vers les
familles. Il offre par exemple des services de psychologie pour enfants, de
thérapie familiale, de promotion de la santé, d’accompagnement psychologique en
cas de crises et de planification des aides. D’autres activités (aide à la
petite enfance, assistance, formation) peuvent également y être développées.
La ministre les a qualifiés de « lieux dans lesquels
les personnes peuvent se rencontrer durant la journée, où il y a une crèche,
une salle commune pour les personnes âgées, un centre de jeunesse et un service
d’aide aux devoirs sous le même toit pour pouvoir s’entraider ».
… De nouvelles offres ont vu le jour : les principaux
exemples sont les services de garde d’enfants et d’aide aux devoirs. Des
structures pour les mères ont également été créées, comme par exemple le groupe
mère-enfant, dans lequel elles peuvent trouver de l’aide lorsqu’elles
rencontrent des difficultés dans l’éducation de leurs enfants.
Mais l’offre s’est surtout étendue pour les personnes
âgées (des activités nécessitant plus d’accompagnement, comme par exemple les
excursions, ont été mises en place).
Les employés ont également réussi à intégrer des écoles
dans le voisinage…
Outras
« Casas das Gerações » mais residenciais.
De nombreuses autres initiatives du même type ont été
prises auparavant en Allemagne et ce, particulièrement dans les grandes villes.
On cite souvent l’exemple de Stuttgart : la « Maison des générations ouest » y
a vu le jour en raison de la coopération entre quatre organisations sociales
différentes.
Dès le début, lors de l’élaboration et de la
construction, le centre de protection sociale, le centre Parents-enfant, une
association pour le libre travail des personnes âgées et un jardin d’enfants
ont cherché ensemble les possibilités pour créer un lieu de rencontre et ont
ensuite mis en oeuvre ce projet.
Cependant, à la différence du concept du gouvernement,
ces approches « par le bas » englobent un volet logement.
Dans l’exemple de Stuttgart, on a construit un bâtiment
de cinq étages. Les deux étages les plus hauts sont prévus pour les personnes
âgées. Les vingt appartements, qui y sont situés, sont reliés par un ascenseur
aux étages inférieurs, où une pièce a été créée spécialement pour les enfants.
Selon le Rheinischer Merkur, les enfants rencontrent des problèmes
de tolérance : « il n’est pas rare que les personnes âgées s’énervent, et les
plus jeunes ne cèdent pas. Et ce n’est pas les préjugés qui manquent dans ce
type de maison à propos des enfants, qui étaient autrefois bien plus gentils.
Et les personnes âgées sont quant à elles bien trop susceptibles ». L’exemple de Stuttgart montre que ces
conflits sont inévitables mais qu’au final le bilan s’avère positif pour tout
le monde…
Selon le Commerzbank Journal, le projet «
maisons des générations » est vu positivement par les banques.
Esta
matéria tem grande interesse, pois não tenhamos dúvidas que será da abordagem
direta e corajosa dos respectivos principais e potenciais problemas que poderão
resultar as melhores soluções de intergeracionalidade residencial.
La véritable différence entre les maisons des générations
qui se développent à partir d’un engagement citoyen et celles qui seront
désormais subventionnées, est la place donnée au logement.
Ce type de logement est nécessairement locatif, puisque
la maison est la propriété de l’institution promotrice, or les conservateurs
allemands sont résolument pour l’accession à la propriété. Depuis la
création de la république fédérale d’Allemagne, les subventions pour un
logement en accession à la propriété sont largement prioritaires et, depuis les
années cinquante la propriété du logement représente le principal pilier social
d’une société libre.
… En réalité la solitude ressentie par beaucoup de
personnes âgées et dont le programme « maison des générations » doit être une
solution, fait partie des conséquences directes de cette philosophie de la
propriété privée du logement.
Les propriétaires-occupants qui ne peuvent pas subvenir à
leurs besoins tout seuls pour des raisons physiques ou financières, connaissent
des difficultés. La plupart d’entre eux ne seraient pas obligés d’aller dans
des maisons de retraite, si on leur proposait un logement mitoyen ou locatif
dans un foyer-logement. Comme le montre une étude de l’Université de Cassel,
une majorité de personnes âgées préfèrent cette dernière option à un
emménagement dans une maison de retraite.
Les limites du concept
L’aide financière va aux maisons qui en ont fait la
demande, qui s’auto-assistent, ... Les projets mis en place jusqu’ici sont
principalement à la campagne et dans les petites villes plutôt que dans les
grandes villes.
L’idée de voisinage à la base de la maison des
générations nécessite un milieu stable, où les habitants sont peu mobiles, ce
qui n’est pas le cas dans les grandes villes où chaque habitant passe en
moyenne 1h30 par jour dans les trajets entre son lieu de travail et
d’habitation.
Cette absence des grandes villes explique celles des
minorités ethniques dans les maisons des générations, …. Or ces minorités
seront appelées à jouer un rôle croissant dans la résistance au vieillissement
de l’Allemagne.
Le concept de « prendre et donner » entre différentes
générations ne s’adresse qu’à des personnes munies de ressources. Tous ceux
n’ayant rien à offrir en retour risquent d’être exclus de ce système d’aide. Ce programme
devrait donc s’adresser principalement aux personnes déjà reconnues
socialement, aux classes moyennes. Les hommes et les femmes qui travaillent
n’ont pas de place dans les maisons des générations, qui fonctionnent pendant
la journée, qui ne répond donc pas à la revendication politique féminine
apparue ces dix dernières années d’une répartition juste des tâches
quotidiennes dans la famille.
Casos
mais específicos
4.4.-
2017 - (Edifícios mistos) Complex
Buildings: Mixers. De Smet Vermeulen. Linker Oever Intergenerational
Project (IGLO)
Fontes e/ou autorias principais dos
documentos consultados:
Project published in a+t 48 Generators, Linkers, Mixers & Storytellers August 08, 2017
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos
documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os
objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos
referidos documentos.
Mixers are complex buildings loaded with
stimulating uses which, when inserted into a rundown urban fabric, mix up the
entire organism and exert an influence which goes far beyond their physical
scope and which manages to exponentially revitalize the whole built
environment.
Esta única citação, mas bem salientada, quer
“apenas” sublinhar a enorme importância que tem, em primeiro lugar, o próprio
conceito de edifício ou intervenção residencial funcionalmente “mista” nesta
abordagem da intergeracionalidade residencial, visando-se uma solução em que os
conteúdos funcionais não diretamente residenciais devem ter uma atenção tão
importante como aquela dedicada aos espaços residenciais; e, em segundo lugar,
a importância vital que têm os diversos conteúdos funcionais nos espaços comuns
e de uso público, no sentido da sua respetiva vitalidade e da vitalidade que
desta forma poderão instilar no conjunto da intervenção.
4.5.- 2016 - BloemRijk - SOLIDARIOS reúne a diez
programas de convivencia entre mayores y universitarios para incrementar su
impacto social
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
http://www.solidarios.org.es/solidarios-diez-programas-convivencia-intergeneracional/
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse, mas que não substituem a consulta direta dos referidos
documentos…
… los programas de convivencia intergeneracional se
erigen como una respuesta seria a los desafíos que presenta el envejecimiento de la población en españa, ...
… junto con japón, España tiene la población más
envejecida del mundo, con más de 1,7 millones de personas mayores de 65 años, según el
último censo del Instituto Nacional de Estadística... pero esta revolución demográfica ocurre en todo el mundo.
se calcula que, en 2025, habrá en el
mundo 1.200 millones de personas mayores
de 60 años, el doble que los 600 millones actuales. esta cifra llegará a
casi 2.000 millones hacia el año 2050, la mayoría en países en
desarrollo.
… de las 600.000 personas mayores que viven en madrid,
más de 160.000 viven sin compañía en sus casas, un fenómeno extrapolable a otras ciudades españolas y del
mundo. pero la soledad no se compone de elementos objetivos como la falta de compañía, de relaciones
familiares o de contacto con los vecinos. a veces tiene que ver con limitaciones físicas, propias de la
edad, combinadas con barreras arquitectónicas
para impedir que la gente salga de
sus casas… otras veces
tiene que ver con la sensación de “pérdida”, con lo que el gerontólogo y
profesor Malcolm Johnson llama
“dolor biográfico”, asociado con la capacidad de personas cada vez más
envejecidas y solas a reconciliarse
con su pasado.
Esta sensação de perda
talvez possa ser combatida, também, com a relativa novidade de uma “mudança”
que implica uma nova e importante escolha de modo de vida.
… el 4º Congreso
Mundial de Homeshare, celebrado en noviembre de 2015 en Melbourne, Australia y
que organiza la red Homeshare International,
de la que forma parte Solidarios.
… destacar como una idea sencilla pero brillante juntar personas que viven
solas y que padecen soledad con
personas que buscan una vivienda asequible.
… con este tipo de programas, las personas mayores
mejoran su estado de ánimo, lo que va en beneficio de su salud y reduce los gastos en médicos… permanecer más tiempo
en su vivienda no sólo mitiga el dolor que supone la separación de lo físico que vincula a estas personas a su
mundo emocional… evita además le necesidad de habilitar residencias y favorece la reducción del gasto del estado en
otros recursos sociales para atención al envejecimiento poblacional.
… este tipo de programas junta a personas mayores con
cierto grado de autonomía y deseos de compartir y universitarios que se incorporan al domicilio en una vida de
estudiante mientras comparte las tareas y los gastos en el domicilio… se construye así una
relación de confianza, de aprendizajes compartidos y de apoyo mutuo; la
convivencia solventa problemas de
soledad en los más mayores y de alojamiento en los más jóvenes, al tiempo que
se construye una sociedad más
sensible y más integradora.
Consideram-se
estas conclusões muito interessantes e perfeitamente harmonizáveis com as novas
soluções residenciais intergeracionais, em que muitas pessoas poderão fazer um
relativo “downsizing” habitacional, mas mantendo um fogo espaçoso,
arquitetonicamente melhorado e mais adequado em termos funcionais e
acrescentando-lhe espaços e equipamentos comuns muito agradáveis e oportunos,
sendo que tais espaços poderão ser, eventualmente, partilhados, de acordo com o
conceito apontado de homeshare, e/ou acompanhados no mesmo conjunto
residencial pela existência de pequenos fogos e estúdios adequados a jovens e a
uma vivência informal; fogos estes que poderão ser disponibilizados também num
quadro de partilha de determinadas tarefas; e julga-se que o segredo do êxito
destas soluções, para lá de se basear numa adequada e bem pormenorizada
arquitectura, também depende de uma gestão próxima e sensível e capaz de
diversificar e adequar as ofertas de misturas entre vários tipos de “serviços”
entre os quais o residencial e não esquecendo que para lá de um serviço ele tem
sempre uma vital natureza humana e específica de cada situação.
E
não podemos esquecer que uma tal sensível e diversificada perspetiva de gestão
tudo parece tee a ver com uma sua respetiva natureza cooperativa e/ou
associativa.
4.6.- 2015 - Dutch
intergenerational living project BloemRijk – e sobre alguns conceitos
essenciais
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
N.E. Krul, Delft University
of Technology, November 6, 2015
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos
documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os
objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos
referidos documentos.
In the Netherlands the
population is ageing rapidly and long-term care costs are rising. Intergenerational living projects are aimed
at providing opportunities for ageing in pace and active ageing, thereby
decreasing the burden on the healthcare system.
The Dutch intergenerational
living project BloemRijk, however, is not as successful as expected in
achieving these goals. This article aims to provide insight in the causes of
this lack of success. A qualitative comparison of BloemRijk with a successful
French project (Generations) is used to determine the inuence of three factors:
communication, commitment and culture.
Importa ter
bem presente que os objetivos habitacionais colaborativos (cohousing) e
intergeracionais correspondem a duas formas intencionais de habitar em “razoável”
comunidade (o “razoável” é evidentemente de minha autoria) ou, por outras
palavras, a duas formas, eventualmente, conjugadas de comunidades intencionais,
obrigando portanto a uma espécie de contrato específico e comum de adesão; uma
matéria tão importante quanto sensível e à qual há ainda que procurar aliar um
máximo de aspetos associáveis a um “envelhecimento ativo”, considerado vital
pelos especialistas mundiais em saúde.
Nestas matérias é sempre
importante acertarmos conceitos
e aprendermos com as práticas, tal como se avança no artigo aqui visado.
Intergenerational living is
a form of intentional community with the specific aim of making ageing in place and active ageing for seniors possible by
providing opportunities for increasing intergenerational solidarity (Krul, 2015, p. 26).
Living together with
someone decreases the chance of being lonely and makes it easier to age in
place
(De Jong Gierveld et al., 2012). A group
of unrelated people living together for a certain purpose is called an
intentional community (Jarvis, 2011). Many sorts of intentional communities
exist with varying goals, principles and organizational forms (Tummers, 2011).
Even though size and shapes
vary, all intentional communities combine the advantages of private
dwellings with a certain degree of shared facilities or common space
(Bamford, 2005). Furthermore, the design is aimed at encouraging social
interaction and interdependence between residents (Jarvis, 2011).
Por um lado temos estas comunidades residenciais
intencionalmente baseadas e até tematicamente estruturadas e, por outro, temos
a intenção atualmente muito reforçada de apoiar e manter os mais idosos nas
suas habitações, conhecida pelo “ageing in
place”, e caraterizada por:
…older people will remain in
the community, either in their family homes, in homes to which they have moved
in mid or later life, or in supported accommodation of some type, rather than
moving into residential care' (Davey et al., 2004, p. 20)… Ageing in place is assumed
to be a cost-e_ective solution to the problems of an ageing pop-ulation and
decreases the burden on the health care system (Sixsmith and Sixsmith, 2008)… Furthermore,
it improves the quality of life of seniors (Wiles et al., 2012) and … the wish of seniors to stay independent
(Sixsmith and Sixsmith, 2008).
Um “ageing in
place”que é muito favorecido pelo grande número de
cuidados domiciliários de apoio corrente e especial atualmente disponíveis e,
também, evidentemente pela revolução em curso nos domínios das Tecnologias de
Informação e Comunicação e da própria IA.
Mas voltando, concretamente, ao artigo que está a
ser comentado importa sublinhar que a viabilidade desse ageing in place depende
de:
… the availability of informal care
(Chappell et al., 2004), a suficient social net- work to avoid loneliness
(Zantinge et al., 2011), adequate surroundings (Burton et al., 2011), senior
housing (Raad voor de Volksgezondheid en Zorg, 2012) and general health
(Bekhet et al., 2009).
The third concept, active
ageing, is focused at improving the quality of life of seniors. The WHO (2002) has
developed an active ageing framework that improves this quality of life through
optimizing opportunities in the three pillars health, participation and
security.
… In this active ageing
framework, seven principles are embedded (Walker, 2002). Active ageing should
incorporate: (1) participation for (2) all kinds of older people
(3) as well as other generations (4) by improving intergenerational
solidarity. For seniors this also means the (5) obligation to
participate, whereas governments should allow (6) public participation.
Principle 7 includes respecting the national and cultural diversity.
… Unfortunately, young
and old people are separated more and more making intergenerational contact
less frequent. This so-called age segregation occurs on three levels:
institutional, spatial and cultural (Hagestad and Uhlenberg, 2005).
… seniors are more dependent for social relationships on
their immediate surroundings (Penninx, 2003). This means that seniors and
other generations should be brought together within their neighbourhoods to
form social networks, which can be done by intergenerational living.
Generations
Generations is a newly
built neighbourhood in St. Apollinaire in France and opened in 2002 (AARP
International, 2014; Aedes-Actiz Kenniscentrum Wonen-Zorg, 2008). The mayor of
the municipality started this project together with FEDOSAD, HLM and OPAC1.
In four apartment buildings 76 apartments are
situated (half destined for seniors and half for couples with a child under
six). Besides, there is a sheltered residence for six demented seniors and a
communal residence for 14 physically challenged seniors.
The main objective of the
concept is to stimulate contact between neighbours. Based on the idea of
combining afordable housing and the specific needs of young children and
seniors, the neighbourhood also ofers multiple services such as a day care
centre and activities for all ages. Furthermore, residents all sign a charter
of respect and support (obligatory), promising they will look after and take
care of each other.
Bloemrijk
BloemRijk is a newly developed
neighbourhood in Krimpen aan den IJssel in the Netherlands (De Jong, 2011;
Mesland, 2010). The initiative came from housing association QuaWonen2 and is completed in two
phases.
The first phase (finished in 2010) consists of
71 dwellings, of which 59 are social rent, 7 are private rent and 5 private
dwellings.
The second phase was finished in 2011 and
consists of another 116 dwellings (68 rental, of which 38 apartments and 30
single family houses and 48 houses for sale).
The main objectives of BloemRijk are improving social cohesion, interaction between age groups and intergenerational
self-support with the idea to let residents be initiator as much as
possible. The sub goals consist of
improving the sense of community,
liveability in the neighbourhood, resident responsibility, the quality of life
of residents, options to age in place, and let residents benefit from each
other's capabilities and ease the burden on the professional care network.
4.7.-
2015 - Europapress / Madrid
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
http://www.europapress.es/madrid/
Publicado 20/06/2017 15:15:46 CET
MADRID, 20 Jun. (EUROPA PRESS)
-
Apontam-se, em
seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
La Empresa Municipal de la
Vivienda y Suelo de Madrid ha presentado la propuesta de viviendas
intergeneracionales, que estarán ubicadas en la colonia de Nuestra Señora de
los Ángeles, en el distrito de Puente de Vallecas. Según informa el
Ayuntamiento, se trata de una iniciativa que busca mejorar las condiciones de
vida de los mayores (evitando con ello su aislamiento) y, a la vez, facilitar
el acceso a la vivienda a jóvenes comprometidos con esta labor social. Para
ello, se establece un sistema de intercambio de servicios y cuidados que se
tendrá en cuenta a la hora de fijar el alquiler de los jóvenes.
Según detalla el Ayuntamiento,
el 46 por ciento de solicitantes de vivienda en la EMVS pertenece al
colectivo de menores de 35
Temos aqui informação preciosa sobre dados
concretos de misturas geracionais; neste caso praticamente metade/metade de
mais jovens e de mais idosos.
Con esta iniciativa se intenta
alcanzar una "vida comunitaria", lograr la integración social y
alcanzar calidad de vida e independencia personal.
Para lograr estos objetivos,
la EMVS se ocupará de la selección de participantes (mayores y jóvenes),
realizará un seguimiento constante de los núcleos de convivencia y se asegurará
de que se cumpla el pacto social adquirido.
Los jóvenes seleccionados para
acompañar a las personas mayores, vivirán independientes de ellas pero habrán
de adoptar un compromiso a través de lo que ya se conoce como "banco de
tiempo". Se trata de un sistema de "intercambio de servicios,
conocimientos y cuidados por tiempo". La unidad de valor es la hora,
independientemente del servicio que se ofrezca se reciba. La tarifa de alquiler
por la vivienda de los jóvenes variará en función de las horas dedicadas a los
mayores, que serán gestionadas y auditadas por profesionales de servicios
sociales.
En el "catálogo del banco
de tiempo "se incluye, entre otras cosas, ayudar a resolver gestiones
administrativas y otros recados, conversación, acompañamiento al médico o
paseos, hacer la compra, pequeñas reparaciones del hogar o el cuidado de animales
y plantas, entre otros.
Esta possibilidade de troca de um apoio
significativo nos valores de arrendamento dos mais jovens por diversos serviços
de apoio por eles prestados aos vizinhos mais idosos, e/ou da “simples”
companhia diária, será uma matéria que se julga dever ser tratada de forma
autonomizada relativamente a uma dada intervenção residencial intergeracional - de certa forma considerando-se que um aspeto é a intervenção física,
arquitectónica, ambiental e funcional, e outra será a sua ocupação humana e
nesta poderão desejavelmente existir diversas formas de ocupação. Penso que
fazer intervenções apenas deste tipo, com mais idosos “cuidados” e mais jovens
“cuidadores” - e, portanto, com um forte cariz assistencial pode resultar em
quadros habitacionais muito marcados por um excessivo assistencialismo e
menos por um caraterizado, digno e estimulante ambiente residencial, que é o
que eu desejaria; mas esta é uma opinião muito pessoal; sendo que é sempre
de sublinhar que as intervenções residenciais intergeracionais equipadas e
participadas devem poder ser “configuradas” num amplo leque de soluções
específicas, nas quais, provavelmente,faz sentido esta “figura” mais
assistencial, assim como outras que têm sido aqui abordadas e outras ainda com
um claro e alto nível de acabamento e de serviços.
Precisamente, otro de los
aspectos que diferencia esta propuesta de las residencias tradicionales es que
se encuentra en el núcleo de la ciudad y "no en el extrarradio o en
urbanizaciones aisladas, lo que facilitará la integración de los residentes en
un entorno conocido y accesible".
Esta é também materia vital: os núcleos
residenciais intergeracionais têm de estar urbanisticamente bem integrados e
servidos por boas acessibilidades viárias, pedonais e em transporte público;
aspetos estes essenciais para a vivência tanto dos mais jovens e eventualmente
sem veículo próprio, como dos mais idosos e eventualmente já dependentes de
transporte não próprio, e sempre grandes “consumidores” da boa vivência urbana.
Las viviendas serán de 1 y 2
dormitorios y habrá zonas comunes de uso para residentes en cada planta.
También se situarán zonas comunes exteriores, en los áticos, e interiores en la
planta baja. Para lograr que la convivencia sea real y efectiva, se prevé la
instalación de biblioteca, gimnasio, espacios multiusos, cafetería, lavandería,
jardines y servicio de atención médica a los que tendrán acceso, además de los
residentes, los vecinos del barrio. En total habrá 2.500 metros cuadrados de zonas comunes.
Mais do que “atirar”
equipamentos para cima de um dado programa residencial intergeracional
associado a espaços e serviços comuns e/ou públicos; há que lhe “garantir” uma
vivência colaborativa (direcionada, digo eu ) sólida e durável e apurar os
equipamentos essenciais, mais desejados e potencialmente com mais “êxito”, a
curto e longo prazos.
4.8.-
2016/2015 – Logévie (Éneal), Concert'ô, e outras intervenções
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
Groupe Action Logement,( Logévie), Concert'ô - 2015
Logévie é uma antiga Entreprise Sociale pour l'Habitat (ESH) do
Groupe Action Logement, especializada na habitação para seniors e
na área médico-social, foi transformada e renomeada Éneal, tornando-se a
parte médico-social do referido Grupo.
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos
documentos consultados sobre a ação da então Logévie, hoje em dia Éneal,
aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas
que não substituem a consulta direta dos referidos documentos e informações
sobre as referidas entidades.
… trois grands domaines d'expertise :
- Un concept novateur : Les Residences
Intergerationnelles Thematiques
- Un renouveau engagé : Les Residences
Autonomie (… confort de vie d'un public âgé de plus de 60 ans…)
- Une complexité maîtrisée : Les EHPAD (Établissement
d'Hébergement pour Personnes Âgées Dépendantes)
Regista-se que mais de meio milhão de
franceses viviam em EHPAD em 2016 ; (i) devendo ter mais de 60 anos,(ii)
necessidades de ajuda quotidiana para as ações coorentes, (iii) e um dado grau
de perda de autonomia (avaliado); o custo mensal era calculado com três tarifas
distintas: (i) tarifa de alojamento a cargo do residente (média de mais de 2500
euros por mês); (ii) tarifa dependência, de acompanhamento quotidiano
(parcialmente financiada por entidades oficiais); e (iii) tarifa de cuidados,
médicos e paramédicos (garantida totalmente pela Segurança Social) – salienta-se
que estes dados são genéricos e não específicos das intervenções da Logévie
aqui abordadas.
Os EHPAD estão a ser revistos/convertidos em
"Maisons France Autonomie" (previsão era até 2027).
No âmbito das intervenções Logévie referidas
aos mais idosos autónomos as suas condições residenciais foram revistas
designadamente em aspetos de localização, espaciosidade, adaptabilidade e
serviços de apoio:
- implantation systématique à proximité des
commerces et transports en commun
- Nouvel agencement des logements (33 à 35 m2)
et création de T2 destinés aux couples.
- Adaptation au vieillissement et sécurisation
optimale des logements
- Offre élargie de services à la carte :
restauration, animations, blanchisserie...
De plus en plus actifs et ouverts sur le
monde, les seniors du 21è siècle aspirent aux échanges entre générations. Inspirée
par cette évolution, Logévie a inventé un habitat d'un nouveau genre : la
résidence intergénérationnelle thématique où le vivre-ensemble est orchestré
avec originalité.
Concert'ô, livrée en 2015, est une
expérimentation inédite. Des locataires de tous âges et tous horizons sont
fédérés autour de la musique (nos espaços comuns existem três salas dedicadas à
música). Le programme est orchestré par une association organisatrice d'actions
de proximité dans des espaces dédiés.
Le succès de ce concept conforte Logévie à le
décliner : en 2017, LUDIK, résidence intergénérationnelle dédiée au Jeu, est
livrée à Cenon.
Este desenvolvimento temático existe também
em algumas entidades norte-americanas dedicadas a estas áreas da habitação para
seniores bem caraterizada por um dado aspeto (ex., artistas plásticos, amadores
de livros, etc.).
É interessante apontar, a título de referência
a casos concretos, que em algumas intervenções a Logévie aplicou habitações
partilhadas, em que duas suites (quarto mais casa de banho privada) partilham
uma sala e uma cozinha; e em outros casos habitações consideradas “evolutivas”
porque sendo basicamente T1(s) – fogos com um quarto – têm uma parede
deslizante na sala que privatiza uma zona da sala-comum, tornando-a num quarto
de apoio eventual ou numa outra zona funcional (este último comentário é meu).
Des T3 colocation entre aînés sont proposés
permettant à deux aînés de partager un salon, une cuisine tout en disposant
d'une chambre et d'une salle d'eau adaptées et privées, ainsi que des T2
évolutifs munis d'une cloison mobile permettant de créer une chambre d'appoint
ponctuelle dans le salon.
4.9.- 2015 -The Nursing Home
That's Also a Dorm
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
TIFFANY R. JANSEN, Oct 2, 2015; Citylab.com c
2017 The Atlantic Monthly Group
https://www.citylab.com/equity/2015/10/the-nursing-home-thats-also-a
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos
documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os
objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos
referidos documentos.
More retirement and nursing
homes are asking college students to move in, an arrangement that benefits
everyone…
… In exchange
for 30 hours of volunteer work per month, students are able to stay in vacant
rooms … free of charge.
… As part of
their volunteer agreement, … students
spend time teaching residents new skills, like email, social media, Skyping,
and even graffiti art.
… For the
residents, the students represent a connection to the outside world. When the
students come home from a class, concert, or party, they share those
experiences with their elderly neighbors…
O documento salienta uma problemática
que hoje em dia é bem evidente em Portugal, que é a falta de alojamento
adequado para jovens estudantes e trabalhadores, o elevado custo do respetivo
arrendamento e as frequentes más condições habitacionais disponibilizadas.
E lembremos o título do artigo,
informalmente traduzido: “O Lar de Idosos que também é uma Residência de
Estudantes”; tratando-se aqui talvez de um uso praticamente institucional e
funcional maximizado das vantagens da intergeracionalidade residencial, numa
perspetiva que evidentemente não é a nossa no PHAI3C, mas que nos traz mais
alguns aspetos a reter.
… Research
links loneliness to mental decline and increased mortality, and regular social
interaction with friends and family has been found to improve health in older
adults. Saying hello, sharing a joke, bringing fish from the market:
It’s the little joys of everyday life that the students bring to the seniors at
Humanitas. But it isn’t always just the little things…
In the United
States, the Judson Manor retirement community in Cleveland started accepting
students from the Cleveland Institutes of Art and Music several years ago. As
at Humanitas, the students are integrated among the resident population and
have access to all the same amenities. To earn their keep, they
participate in the musical art…, assist staff therapists, and volunteer at
various events throughout the year. Judson also requires them to give
quarterly performances at each of their three campuses.
… a professor of
intergenerational programs and aging at Pennsylvania State University, says these
relationships can acquire far more depth than is possible with “the
one-shot-only activity, where kids come into the long-term care facility, sing
a song and then go home.” That may be nice, he says, “but it’s not until
[the older and younger people] have a real relationship—which takes a lot of
interaction—that it becomes meaningful.”
4.10.- 2014 - La maison intergénérationnelle gagne-t-elle
en popularité au Québec ?
Embora não se tenha aqui retido a fonte correta deste documento,
“perdida” numa organização com algumas falhas, manteve-se a referência por se
julgar interessante e oportuna.
Únicos elementos retidos: Mot de l´economiste, Set 2014, FCIQ, Centris.ca
O artigo desenvolve uma
tradicional e sempre muito interessante opção de habitação intergeracional
baseada num lote unifamiliar onde se aceita o desenvolvimento de uma habitação
suplementar, que vai permitir a coabitação entre várias gerações da mesma família.
Importa também lembrar que esta
perspetiva se harmoniza muito bem com as medidas de redensificação e de
aproveitamento maximizado de lotes infraestruturados que têm vindo a ser
aplicadas em várias zonas urbanas consolidadas.
Evidentemente que todos entenderão
o risco deste tipo de desenvolvimentos em termos do seu potencial de
aproveitamento especulativo e negativo em termos de condições de
habitabilidade, mas importa considerar esta possibilidade, que, afinal, é
daquelas com mais longa tradição na história do habitar.
4.11.- 2012
- L’intergénérationnalité : Habitat évolutif et ancrage des liens sociaux.
Proposition d’un lieu intergénérationnel aux Plaines-du-Loup, Lausanne
Fontes e/ou autorias principais dos documentos
consultados:
Gilles Humbert, EPFL / ENAC / Architecture / Enoncé théorique / 2012-2013
Professeur énoncé théorique : Prof. Vincent Kaufmann,
sociologue
Directeur pédagogique : Prof. Luca Ortelli, architecte
Maître EPFL : Estelle Lépine, architecte
Expert externe : Pierre Imhof, chef de projet
Métamorphose
Apontam-se, em
seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
… Tandis que la
famille était autrefois garante du lien intergénérationnel, l’évolution des
moeurs, des parcours et des modes de vie, ainsi que la montée de
l’individualisme ont brisé ce modèle d’organisation sociale.
… Aujourd’hui, en
parlant d’intergénérationnel, nous sous-entendons une volonté de (re)créer des
liens sociaux, de la compréhension et de la solidarité entre les générations,
grâce notamment aux coopératives et aux solidarités de proximité…
… En 1935, c’est Sven Markelius, architecte moderne
suédois, qui propose une des premières maisons communautaires à Stockholm, dans le quartier
de John Ericssonsgatan … Toujours influencé par les réflexions de Le Corbusier
(notamment son livre Vers une architecture, de 1923) ainsi que par la
sociologue suédoise Alva Myrdal, sa réalisation est minimaliste, comportant des
appartements destinés uniquement au sommeil et au repos et des espaces communs
tels que cuisine, crèche, etc. En parallèle, les résidences pour personnes
âgées, rejoignant l’idée communautaire des années 30’, se multiplient un peu
partout en Europe.
… autrement. Ces mouvements ont donné naissance aux
coopératives« d’habitation actuelles.
… En analysant brièvement l’évolution des types d’habitat
collectifs dans le temps, nous avons pu remarquer que la part d’espaces communs
était très présente dans le modèle communautaire. L’individu était alors
relégué au second plan, tandis que la communauté primait. Cette notion s’est
peu à peu affaiblie laissant place à une société à tendance individualiste.
… Aujourd’hui, l’individu prime sur le groupe et sur la
communauté. En proposant du logement intergénérationnel, l’idée est de
rééquilibrer les parts de privé et de collectif dans l’habitat afin de
(re)créer du lien social, favorable à tous, en partageant des activités
communes, tout en conservant son intimité et son indépendance dans un espace
privé.
Penso que isto importa muito
pois os espaços comuns são caros – quem sabe se não terão de ser em parte, pelo
menos, subtraídos aos espaços privados e noutra parte atribuídos a zonas de
equipamento com uso público ainda que condicionado, mas especificamente
financiados : portanto não devem ser excessivos e devem ser super atraentes e
usáveis pelos “condóminos” e pelo menos em parte, ou mesmo totalmente, por
pessoas externas, mas sem problemas, o que nos levará à necessidade de uma regulação
dos seus usos, que seja tão clara e eficaz como simples de divulgar e interiorizar;
sempre um pouco à imagem dos espaços “comuns” hoteleiros e de quando os usamos “de
facto”, o que todos sabemos não ser assim tão frequente; mas talvez aconteça
mais esse uso quando neles encontrarmos pessoas que conhecemos e quando eles sejam
bem acessíveis por outros; mas é realmente matéria a tratar “com pinças”.
… L’habitat
intergénérationnel est une variante de l’habitat groupé, un habitat collectif
qui mélange les générations. Concevoir un projet de ce type ne signifie pas uniquement
mixer ces dernières. C’est aussi mélanger
les différents parcours de vie et de vécu. Ce concept permet à chacun de
vivre harmonieusement dans un lieu prévu pour ne pénaliser aucune tranche
d’âge. Ce principe sociologique, transposé en réponse architecturale, repose
sur l’évolution dans le temps de l’habitation et des habitants.
L’habitat
intergénérationnel rassemble différentes générations et assure ainsi un
roulement relativement fréquent des habitants. En s’adaptant à chaque nouvelle
arrivée, le projet se pérennise peu à peu.
En choisissant un logement et en s’y installant, les
occupants veulent pouvoir y rester durablement sans devoir déménager de façon
précipitée à chaque nouveau changement dans leurs conditions de vie.
Estes aspetos são tão vitais, como sensíveis, abordando: (i) um “mundo”
complexo que deve harmonizar ao máximo a capacidade de integrar as necessidades
e os gostos privados nos mundos privados e os gostos privados nos próprios
espaços comuns; (ii) outro “mundo” bem complexo em que terão de ir convivendo
pessoas muito diferentes e perfis etários muito diferentes; (iii) e ainda um
outro “mundo” de fortes temporalidades, com pessoas para as quais o tempo passa
de forma diversa; e em tudo isto surge a ideia de um intergeracional como um habitat
para toda uma nova fase de vida.
… Il doit donc permettre une évolution spatiale. Un logement
intergénérationnel est conçu pour pouvoir accueillir un public large, sans pour
autant relever de la vie communautaire. Ce type d’habitat offre une facilité
d’interactions entre les différents acteurs, d’entraide et de coopération
notamment grâce à des espaces d’échanges.
… Des motivations différentes :
… La première
motivation est celle de vivre ensemble dans un esprit familial.
… Vivre ensemble
de façon groupée permet souvent de disposer d’un plus grand espace, plus
agréable, qui ne serait pas accessible dans un logement individuel.
Julgo que aqui se colocam duas questões essenciais: (i)
existência de diversas formas de intergeracionalidade residencial, com diversos
níveis de familiaridade, desde uma verdadeira “cohousing”, em que por exemplo
todas as semanas cada um cozinha para todos (o que implica ser um pequeno grupo
de cooperantes), até uma grande unidade quase hoteleira em que alguns convivem
muito, outros alguma coisa e outros “toleram-se”; e (ii) contarmos com um
“trunfo” muito importante na criação de comunidades residenciais que é o
podermos dispor, como grupo, de excelentes equipamentos de lazer e de apoio
diverso, praticamente impossíveis de obter individualmente.
… En tant qu’architecte, concevoir des logements
intergénérationnels signifie prendre en compte les différentes caractéristiques
des acteurs et les différentes configurations spatiales possibles, et en aucun
cas les traiter de façon séparée. Les logements doivent impérativement
pouvoir accueillir à la fois des familles, des personnes âgées et des étudiants
…. Diriger des personnes et les forcer à interagir n’est pas dans notre
pouvoir, mais mettre en place des espaces et des lieux pour améliorer la
qualité de vie est notre devoir.
… Le logement intergénérationnel doit permettre une
évolution spatiale accompagnant les situations familiales changeantes,
ainsi que les conditions et les parcours de vie de chacun des habitants. Il
doit être pensé dès le départ comme pouvant être modulable et évolutif au fil
des années et des habitants, permettant notamment la séparation ou la réunion
aisée des modules d’habitation.
… Aussi, la différence des rythmes de vie et le bruit des
plus jeunes peuvent être perçus, par les plus âgés, comme des incommodités
liées à la vie collective. En effet, les personnes âgées recherchent souvent du
calme et de la tranquillité, tandis que les jeunes sont davantage demandeurs
d’impulsions de vie, de mouvements. « Il ressort d’une enquête menée auprès de
personnes de plus de 50 ans que la majorité d’entre elles redoute le bruit des
enfants dans leur immeuble. Mais selon les projets, le mélange des générations
est parfaitement concevable.»…Même s’il représente une nuisance sonore selon
certains, le bruit peut être attenué grâce à l’architecture et, face aux aires
de jeux des enfants, une isolation acoustique peut être assurée. Le bruit
peut également être considéré comme bénéfique. En effet, « il est bon qu’une
personne âgée entende le bruit d’un enfant car cela le distrait de l’idée de la
mort. »
De certa forma uma
verdadeira intergeracionalidade residencial é pensar numa mixagem ambiental e
funcional mesmo a sério e abarcando todos os níveis físicos da vizinhança aos
compartimentos e espaços privados e comuns diversificados.
Casos:
… Projet Générations,
Saint Apollinaire, France : l’agglomération
dijonnaise, a eu une réponse originale. En 1995 … Le projet
Générations (fig. 8), réalisé par l’architecte dijonnais Jean-Yves Guillemin,
est constitué de 76 logements, dont la première moitié
sont des appartements loués uniquement à des personnes de plus de 60 ans. La
seconde moitié, quant à elle, est dédiée à des jeunes couples ayant des enfants
en bas âge.
… Situé dans
l’agglomération genevoise, dans la commune de Meinier, le centre
intergénérationnel …. réalisé par le
bureau lausannois dar architectes fût inauguré en juin 2012. Il fait se
côtoyer sur le même site des familles, des personnes âgées ainsi que des
personnes à mobilité réduite. Le but étant de renforcer les liens sociaux
en faisant interagir les acteurs. Françoise Rey, architecte responsable du
projet dit que « l’idée est que chacun de ces appartements puisse être habité
par n’importe quelle catégorie de locataires…
E finalmente alguns aspetos de conceção
a reter:
… Il ne s’agit pas
de faire vivre des personnes dans un environnement contraignant, mais au
contraire de leur proposer un cadre de vie offrant des ressources qui
permettent d’améliorer spatialement la qualité de vie d’après son évolution…
… il sera important d’intégrer au projet
intergénérationnel … un espace de
référence commun, un espace central, fédérateur, ...
… Les accès aux logements devront être faciles et bien
éclairés.
4.12.- 2011 - Bourges Résidence des Goulevents
Fontes e/ou autorias principais dos documentos
consultados:
Logement design
pour tous - PUCA, Corinne
BODIN (Résid.Bellevue) : corinne.bodin@mr-bellevue.com
Apontam-se, em
seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos documentos consultados, aspetos julgados de
grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que não substituem a
consulta direta dos referidos documentos.
… l’EHPAD « Les Résidences de Bellevue » apporte la
compétence sur la gestion et les aspects économiques de ce type d’établissement
et la connaissance de la personne âgée en associant une ergothérapeute, un
psychologue, un médecin gériatre ainsi que la possibilité d’étudier les besoins
avec le personnel, l’organisation de la vie quotidienne, les attentes des
résidents et comment les associer aux réfl exions.
… La résidence des
Goulevents est un ancien foyer pour handicapés adultes, qui comportait 200
lits. Sa construction s’est effectuée en deux phases : une première phase en
1978 (aile droite) et une deuxième phase en 1980 (aile gauche). Le bâtiment
n’étant plus adapté pour accueillir des adultes handicapés vieillissants, il a
été fermé sur décision préfectorale en novembre 2007.
… A travers la requalification de cette résidence, les
grands objectifs de l’opération sont de : apporter des solutions sur les
nouveaux usages de l’habitat face au vieillissement de la population, favoriser
la cohabitation de plusieurs types de population, en prenant en compte
l’évolution des modes de vie ; développer des solutions d’habitat innovantes,
adaptées aux exigences de mixité sociale et générationnelle …
E aqui temos a
intergeracionalidade residencial como objetivo a aplicar na reconversão de
equipamentos de apoio a idosos..
4.13.-
2010 – Montpellier Habiter c’est choisir
Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:
PUCA, Logement
design pour tous
Stefan SINGER (Toits de Choix) : sts@toitsdechoix.com
Olivier LEGUILLON (Habiter c’est choisir) : leguillon4@yahoo.fr
Apontam-se, em seguida, sob a forma de
citações a itálico, retiradas dos
documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os
objetivos do presente estudo, mas que não substituem a consulta direta dos
referidos documentos.
Située à Montpellier, cette opération d’habitat groupé en
autopromotion est en cours de montage…
… Il est envisagé des surfaces d’activités (locaux
communs : salle polyvalente, atelier de bricolage, pièce technique avec
buanderie et congélateur aux différents étages, chambres d’amis et services).
Deux options sont à l’étude, sachant qu’il est possible
de réaliser l’ensemble en deux tranches. L’une porte sur un programme
d’environ 20 logements, une échelle permettant aux habitants de bien se
connaître et de répondre aux demandes en matière de mixité.
L’autre option est d’atteindre environ 35 logements, ce
qui nécessite une organisation plus structurée de l’ensemble mais offre la
possibilité d’augmenter le potentiel de la « coopération au quotidien » et de
créer de nouveaux équipements (crèche parentale ou local pour une coopérative d’achat
ouverts au quartier) et des logements spécifi ques, l’un pour étudiants ou
jeunes actifs, et l’autres pour personnes âgées dépendantes…
E aqui temos um
exemplo de “caminho de equilíbrio” entre um número de vizinhos que propicie
conhecimento mútuo, mas sem ser eventualmente incómodo, e um número maior de
vizinhos que reduz esse fator de conhecimento mútuo, mas também esse risco de
incomodidade e suplementarmente proporciona mais capacidade de integração de
espaços e equipamentos comuns.
Brevíssimos
apontamentos relativos à continuidade do estudo sobre Habitação
Intergeracional, Adaptável e Participada
Com o presente artigo aproximámo-nos, mais um pouco, de possíveis
configurações de soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial
intergeracional, mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente muito viável.
Os dois próximos artigos desta série editorial serão também dedicados à
abordagem de aspetos a respigar nos casos de referência estudados, visando-se a
habitação intergeracional, adaptável e equipada, mas nestes dois últimos
artigos sobre casos de referencia numa perspetiva dirigida, primeiro, para as
pessoas mais sensíveis e fragilizadas e, depois, para as condições que apoiam a
manutenção dos mais idosos nas suas habitações – matérias estas que,
evidentemente também se ligam diretamente à caraterização de um adequado
PHAI3C.
Anexo:
listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que
desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise
de casos específicos
Listagem
linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar,
com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos
documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.
. Infohabitar,
Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo
habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).
. Infohabitar,
Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade,
utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional
Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).
Infohabitar, Ano XVI,
n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o
futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções
intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4
figg.).
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o
enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para
idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade
de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e
intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e
qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de
trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira,
março 09, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 – Qualidade na
habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base
bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades
habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 – Sobre as necessidades
habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade
residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade
residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade,
identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 815. Lisboa, quarta-feira, maio 11,
2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 – Atratividade,
identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e
conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base
bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14
p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e
convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e
base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11
p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e
terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, junho 22, 2022. (17 p.) Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte,
aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na
habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 822 – Habitação
intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro
arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822
infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII,
n.º 823 – Habitação
intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro
arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823
infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.
(25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou
convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano
XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou
convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica #
826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36 p.) (Notar
que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e
em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o
habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica # 833
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o
habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica #
834 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022.
(12 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio
crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 836. Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022;
e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 – Idosos: desafio
crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 837, Lisboa, quarta-feira, novembro 02,
2022. (22 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa,
foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é
agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre
direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16 p.)
. Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus
espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º
840 – Os idosos e os seus
espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º
841 – Os idosos e os seus
espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 841, Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31 p.) (Notar
que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e
em três artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único
documento)
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar
quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar
# 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo
XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a
salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de
trabalho e base documental (I) – Infohabitar # 847, Lisboa,
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a
salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de
trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa,
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço
urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa,
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série
editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços
urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 852 – Importância da
adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental
– Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13
p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?”
– versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa,
quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial
da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional
através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 854 – Apoiar
residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental
– Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.);
Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro
de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23
p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração
etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII
da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas,
coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10
p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação
para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo
XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável
e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito
adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV
da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as
pessoas idosas – versão de
trabalho e base documental # 868
Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI
da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html
. Infohabitar, Ano
XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas –
versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa,
quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um
amplo leque de soluções – versão de
trabalho e base documental # 870 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial
intergeracional – versão de trabalho
e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação
intergeracional – versão de trabalho
e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para
idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar,
Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos
para pessoas com demência – versão de
trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da
Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através
de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação –
versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa,
quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html
Notas
editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições
individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo
portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Casos de Referência Internacionais
ligados a Habitação Intergeracional - infohabitar # 978
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 978
Edição:
quarta-feira 27 de Maio de 2026
Editor:
António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL
– Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP –
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal
com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista
do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade
Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de
Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

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