quarta-feira, agosto 28, 2024

Veja os Temas das comunicações ao 5.º CIHEL e inscreva-se no Congresso - Infohabitar #912

Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

 

Consulte os temas a apresentar no “5.º CIHEL -  Fazer habitação” no espaço lusófono”, de 2 a 4 de outubro de 24 em Lisboa, e inscreva-se no congresso – Infohabitar # 912

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 912

Edição: quarta-feira, 28 de agosto de 2024


Em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, de quarta a sexta-feira, no 5CIHEL, entre a Sede da Ordem dos Engenheiros e o Centro de Congressos do LNEC, vamos divulgar e discutir o tema: “Fazer Habitação” no âmbito da lusofonia https://www.5cihel2024.org/pt/

 

Consulte os temas a apresentar no “5.º CIHEL -  Fazer habitação” no espaço lusófono”, de 2 a 4 de outubro de 24 em Lisboa, e inscreva-se no congresso – Infohabitar # 912

 António Baptista Coelho


Síntese de apresentação do artigo

Após a apresentação geral do tema central do 5.º Congresso da Habitação no Espaço Lusófono faz-se a apresentação específica de cada tema das suas quatro temáticas – políticas e programas, modos de habitar, construção e reabilitação, e promoção habitacional – salientado-se, para cada uma delas (A a D), o que designámos como a listagem dos “subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas 125 comunicações aprovadas para apresentação no 5.º CIHEL.

Chama-se a atenção dos leitores que esta listagem não se refere aos conjuntos de títulos de comunicações e respetivos autores já aceites ao congresso e que evidentemente já foram devidamente contatados, mas sim a uma série de listagens subtemáticas elaboradas, em cada um dos quatro temas do 5.º CIHEL, “generalizando-se”  as “subsubtemáticas” aqui apontadas, a  partir desses respetivos títulos/matérias específicos dessas comunicações.

Desta forma os leitores poderão ter, desde já, uma antevisão da amplitude e do interesse dos aspetos temáticos que irão marcar o Congresso; um pouco como se estivéssemos a esboçar uma espécie de relato prévio e temático dos trabalhos do 5.º CIHEL; evidentemente sem a riquíssima parte que irá, evidentemente, marcar as apresentações ao vivo, as respetivas discussões, a inovação que sempre marca cada nova apresentação, e as essenciais oportunidades de convívio e de troca de impressões que sem dúvida irão marcar os longos intervalos “de café” (30 min) e de “almoço” (120 min) previstos, que decorrerão no átrio do Centro de Congressos do LNEC, marcado por uma estimulante pequena Feira do Livro Técnico.

Site do 5.º CIHEL: https://www.5cihel2024.org/pt/

Flyer do 5.º CIHEL (com muita informação sintetizada): https://drive.google.com/file/d/1_SLXpayCxQqyoCtCQw8yOlgWThAtWY4J/view?usp=sharing

Salienta-se que é ainda possível a inscrição a custos reduzidos até dia 6 de setembro – sendo excelentes as condições para membros e funcionários da OE e da OA e das correspondentes associações lusófonas, da CML, do LNEC, da FENACHE e do CIALP. Os estudantes têm também condições de inscrição extremamente favoráveis.


1. Introdução ao tema geral do 5.ºCIHEL: Fazer Habitação

Hoje em dia é evidente a falta de habitação acessível, assim como é evidente a falta de habitação com uma qualidade capaz de ajudar a alavancar a qualidade de vida das famílias e das pessoas individualmente, matéria onde se evidencia, também, as necessidades hoje em dia ligadas a um conjunto de novas exigências decorrentes de novos tipos de agregados familiares, de diferentes formas de habitar e de uma verdadeira revolução grisalha, associada ao número crescente de pessoas idosas e a viverem sozinhas. Acompanhando esta falta, importa salientar que fazer habitação com qualidade arquitectónica e realmente capaz de satisfazer o maior número dos habitantes, expressão esta do saudoso Nuno Teotónio Pereira, não é fácil; e acrescentamos, que, além disso, fazer habitação com essa qualidade e com controlo de custos ainda é muito mais exigente. 

Colocado, assim, muito sumariamente, o problema atualmente crítico, não só em Portugal, da falta de uma habitação com qualidade e a custos acessíveis (seja de arrendamento seja de compra), importa lembrar que este não é um problema novo, mas sim cíclico, e que no nosso País já teve respostas boas e más, que estão até bem evidentes em conjuntos e bairros residenciais que podem ser, hoje em dia, visitados e que por si "falam” da sua respetiva qualidade ou falta dela; e caso haja dúvida bastará perguntar aos respetivos moradores, até informalmente, como é que eles qualificam a vizinhança, os edifícios e a habitação onde moram, por vezes, há dezenas de anos.

E há que sublinhar que a importância do habitar para a satisfação que podemos e devemos ter com a nossa vida diária e a longo prazo é enorme, está ainda muito pouco evidenciada e ultrapassa, e muito, os respetivos aspetos físicos, espaciais e funcionais; sendo uma matéria que é, claramente, múltipla em termos disciplinares, complexa e muito ligada aos sensíveis aspetos de uma adequada e ampla satisfação de quem habita; mas sendo também uma matéria na qual os projetistas têm de ter um incontornável protagonismo, seja como técnicos informados e cuidadosos, seja como parceiros privilegiados no essencial diálogo ativo com os habitantes.  

Importa, assim, salientar, sempre que possível, que há muito mais no habitar para lá de aspetos quantitativos e funcionais, e podemos mesmo dizer que um verdadeiro e enriquecedor habitar desenvolve-se, sempre, suplementarmente a esses aspetos e apenas quando eles se conjugam intimamente com outras qualidades do verdadeiro habitar como são, designadamente, os aspetos culturais, a versatilidade dos usos e das tipologias, a qualidade construtiva, a atratividade e a afirmada urbanidade, a boa e global integração, uma gestão adequada e participada e a expressiva presença da natureza.

2. Estruturação do tema “Fazer Habitação” em quatro grandes subtemas

Na abordagem desta temática da qualidade ampla do habitar – ampla nos aspetos de matérias disciplinares abordadas e desejavelmente concatenadas (ex. desde as matérias da saúde física e psicológica às da estética e da valia cultural do habitar e da cidade que se faz e refaz) e dos níveis físicos considerados e também bem conjugados – muitas perspetivas e muitos “títulos e “subtítulos” podem e devem ser mobilizados, mas há perspetivas gerais que podemos sempre considerar como estruturantes de uma adequada, porque clara, reflexão e discussão, com base em estudos e perspetivas mais específicas, mais parcelares e desejável e frequentemente ligadas a casos concretos e positivos casos de referência do habitat humano.


Desta forma avançou-se neste 5.º CIHEL para o que se julga ser uma “clássica” organização temática que vai do mais geral para o mais particular, e portanto, globalmente, das políticas (tema A) para a construção (tema C), passando pela conceção arquitetónica (tema B), mas, talvez, inovando-se, um pouco, seja nos conteúdos específicos que foram exemplificados para cada uma dessas três temáticas, seja na proposta de um quarto tema, de remate do congresso, centrado na promoção de habitação (tema D), e portanto focando a atenção na importância do “fazer” o habitar, no sentido de uma sua promoção eficaz e resiliente, e também dissecando esta matéria numa perspetiva bem centrada no habitante (“na pessoa”).

Em seguida e já nas vésperas do 5.º CIHEL fazemos uma pequena revisão destas quaro temáticas:

.    lembrando, primeiro, e para cada uma das temáticas (A a D), e logo no respetivo subtítulo e com destaque (corpo de texto maior)  a proposta de conteúdos que foi sugerida aos potenciais autores de comunicações a submeter ao congresso, desde o início da sua divulgação, e incluindo, em cada um dos temas, o pequeno leque de subtemas também então igualmente apontados a título de exemplo, e dirigidos naturalmente para o tema central do congresso, que é o “fazer habitação”;

.      e registando, no final da apresentação de cada tema, e também para cada uma das temáticas (A a D), o que designámos como a listagem dos “subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas 125 comunicações aprovadas para apresentação no 5.º CIHEL.

Desta forma os leitores poderão ter uma “previsão” da amplitude e do interesse dos aspetos temáticos que irão marcar o Congresso; um pouco como se estivéssemos a esboçar uma espécie de relato prévio e temático dos trabalhos do 5.º CIHEL; evidentemente sem a riquíssima parte que irá, evidentemente, marcar as apresentações ao vivo, as respetivas discussões, a inovação que sempre marca cada nova apresentação, e as essenciais oportunidades de convívio e de troca de impressões que sem dúvida irão marcar os longos intervalos “de café” (30 min) e de “almoço” (120 min) previstos, que decorrerão no agradável átrio do Centro de Congressos do LNEC, marcado por uma estimulante pequena Feira do Livro Técnico.

 

A  Feira do Livro Técnico no átrio do Centro de Congressos do LNEC , no 2.º CIHEL; o mesmo local onde se realizará a Feira do Livro Técnico do 5.º CIHEL.


3. Listagem dos “Subsubtemas” de âmbito geral que são tratados no 5.º CIHEL

Os “subsubtemas” que são listados no final da abordagem sumária de cada um dos grandes quatro temas do 5.º CIHEL, que se faz, em seguida, foram diretamente extraídos das matérias abordadas nas cerca de 125 comunicações a apresentar no congresso – generalizando-se, naturalmente, cada “subsubtema” e organizando-se cada listagem alfabeticamente.

Julga-se que desta forma os potenciais participantes no 5.º CIHEL poderão ter uma excelente antecipação das matérias que serão abordadas.

 




Tema A: Políticas, Programas e Medidas Habitacionais – da urgência da oferta à qualidade global

agendas do habitat humano, inovação e urbanidade; política habitacional, social e de saúde; regulamentação e enquadramento das políticas habitacionais; regularização urbana e habitacional em zonas informais e precárias

Tendo-se em conta o adequado desenvolvimento da sociedade e considerando-se uma realidade marcada, frequentemente, por necessidades críticas, por reduzidos meios de ação e por quadros regulamentares específicos, visa-se a discussão do direito, do acesso e do apoio à habitação e dos modelos e práticas mais adequadas aos diversos atores sociais, institucionais e económicos, privilegiando-se uma promoção habitacional a custos controlados em que se compatibilizem objetivos de urgência na disponibilização de um número elevado de fogos e da sua qualidade global em termos arquitetónicos, construtivos e vivenciais.

Nesta perspetiva qualitativa importa aprofundar, especificamente, por um lado os aspetos participativos e de gestão dos conjuntos habitacionais e as perspetivas de humanização do mundo urbano, como espaço bem habitado e equipado, e as potencialidades do seu espaço público e de um conjunto bem integrado de diversos serviços urbanos e sociais.

A perspetiva que se propõe neste (sub) tema do tema maior “fazer habitação” é que se privilegiem os aspetos associados às medidas mais práticas responsáveis pela concretização de determinados programas e políticas habitacionais, seja na sua apresentação sintética clara, seja no apontar dos seus eventuais resultados, seja, até, por exemplo, na sua respetiva avaliação e revisão para maior eficácia futura.

A questão da harmonização entre a urgência na oferta habitacional a sua respetiva qualidade global em termos de satisfação residencial, qualidade de desenho e qualidade construtiva e de facilidade de manutenção é também matéria a desenvolver. Há portanto aqui um privilegiar da apresentação de (aspetos de) políticas e medidas habitacionais concretas já aplicadas e com resultados palpáveis ou em aplicação e que visem a harmonização entre a urgência da oferta residencial e urbana e a sua qualidade global, tal como se entenderá considerando o tema geral do congresso que é “fazer habitação”.

  


Listagem dos “Subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas comunicações ao 5.º CIHEL no Tema A - Políticas, Programas e Medidas Habitacionais (ordem alfabética):

.  Ambiente e habitat humano

.  Arrendamento habitacional de cariz social: programas passados e presentes

.  Assessoria técnica habitacional

.  Cidade informal: aspetos essenciais a considerar, urbanização e regularização

.  Densificação e vazios urbanos

.  Estatuto da Cidade e direito à cidade e à habitação: avanços e desafios

.  Habitação como serviço

.  Habitação e felicidade

.  Habitação e formação especializada e participada

.  Habitação e turismo

.  Inadequação habitacional: aspetos críticos e estratégicos a considerar

.  Mercado e acesso à habitação

.  Municípios, políticas habitacionais locais e  habitação de interesse social

.  Nova Habitação de Interesse Social Portuguesa: o  “saber-fazer”, o contributo dos aspetos retirados dos muitos casos de referência existentes e a nova regulamentação

.  Participação arquitetónica habitacional

.  Planeamento estratégico e habitat humano 

.  Políticas habitacionais: do conhecimento à ação, variação temporal e oportunidades de financiamento

.  Precariedade habitacional e irregularidade fundiária

.  Processos de autoconstrução habitacional e de autogestão pelos moradores

.  Qualidade arquitectónica e satisfação residencial

.  Território e habitação




 

Tema B – Novos Modos de Habitar e Habitação de Interesse Social – da conceção aos casos de referência

casos de referência em soluções urbanas e habitacionais; cooperação habitacional e coohousing; custos controlados, habitação de interesse social e adequação aos habitantes; inovação habitacional, adequação a novos grupos sociais/etários e intergeracionalidade residencial; regulamentação e quadro recomendativo na conceção habitacional;


Visando-se uma diversificação tipológica adequada a novos modos de habitar e a propostas adequadas de habitação de interesse social, perspetivar uma diversificação e adequação estratégica das soluções habitacionais (da habitação à vizinhança), respeitar a relação entre soluções habitacionais, modos de vida e exigências funcionais e de conforto, considerar, objetivamente, as novas, urgentes e exigentes necessidades habitacionais e urbanas do grande e crescente número de pessoas idosas e ter em conta o papel e a integração das novas tecnologias na cidade e no espaço doméstico.

Na perspetiva de diversificação e flexibilidade das soluções de habitar importa ter em conta as diversas fases de reflexão e desenvolvimento projetual, os seus aspetos regulamentares e recomendativos, assim como os aspetos de relação entre conceção, execução e de influência/retroação das melhores práticas e dos casos de referência nos novos processos de projeto.

A perspetiva que se propõe a quem queira avançar neste (sub) tema do tema maior “fazer habitação” é uma perspetiva basicamente “de conceção” e arquitetónica com perfil muito amplo, seja no sentido de uma abordagem mais física dos diversos e essenciais níveis residenciais – do fogo, aos espaços comuns e à vizinhança urbana ou peri-urbana, e considerando-se os vitais interníveis de relação e transição –, seja no sentido de uma abordagem mais sociocultural da relação entre tais soluções e determinados modos de vida, seja considerando aspetos de coorganização que influam na arquitectura desses diversos níveis físicos em termos gerais e de pormenor, seja numa perspetiva sempre muito importante e que visa aspetos de adaptabilidade das soluções domésticas e de espaços comuns a variadas necessidades e desejos habitacionais, seja, finalmente, numa perspetiva de inovação residencial que sempre foi muito cara aos arquitectos e que, frequentemente, produziu fortes influências na concretização arquitectónica residencial e urbana.

Um outro aspeto que se julga ter grande importância nesta (sub)temática do “fazer habitação” é a questão de se privilegiar uma habitação que faça espaço urbano, uma habitação que contribua ativamente para o “fazer cidade” e, no limite, uma renovada habitação de interesse social que ajude a fazer cidade de interesse social; e esta reflexão leva-nos longe em termos de aspetos sociais, onde a convivialidade bem harmonizada com a privacidade têm de ter lugar cativo, e em termos de aspetos de verdadeira conceção em termos de “arquitetura urbana”, onde terão de marcar aspetos como a amigabilidade e a dignidade dos espaços de uso público e comum, por exemplo, e onde os aspetos de adequada e positiva integração com a envolvente urbana e com a natureza são também essenciais.

Como os outros este (sub)tema do “fazer habitação” é extremamente rico e aqui nos reteria longamente, mas a liberdade é vossa, sendo, no entanto, importante sublinhar aqui o interesse e a urgência que tem uma adequada abordagem do habitar dos habitantes mais idosos e mais condicionados, mas sempre numa perspetiva de se tratar do habitar em geral, socialmente integrado e valorizador de cada vizinhança, intergeracional e tendencialmente colaborativo, seja no sentido global do valorizar de uma adequada participação cívica, seja mesmo num sentido, mais específico e opcional de uma bem premeditada criação de comunidades residenciais marcadas pelo convívio e pela companhia e ajuda mútuas.  

Nestas matérias importa, sempre, sublinhar a importância que tem uma adequada e clarificada apresentação de exemplos e de casos de estudo e de referência; pois de “tábuas rasas” está infelizmente cheia a nossa história da habitação de interesse social; repetindo-se frequente e ciclicamente erros idênticos.

 


Listagem dos “Subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas comunicações ao 5.º CIHEL no Tema B -Novos Modos de Habitar e Habitação de Interesse Social (ordem alfabética):

.  Acessibilidade física no habitar: opções de projeto e tipológicas diversificadas

.  Arquitectura habitacional e bases de apoio técnico diversificadas: exemplo, do conhecimento arquitectónico aos histórico e sociológico

.  Assistência técnica ao melhor habitar

. Concursos e habitação de interesse social: legado histórico e oportunidade

.  Direito à habitação e soluções de habitar inovadoras e participadas

. Habitação como bem comum  e como serviço

.  Habitação evolutiva e de interesse social

.  Habitação personalizada e de interesse social

. Habitar a cidade em diversidade

.  Habitar a vizinhança e não apenas a habitação

.  Habitar com dignidade: da marginalização ao “mínimo” existencial, vários caminhos

.  Habitar como meio de reforço da identidade e da saúde mental

.  Habitar confortavelmente: aspetos essenciais e nestes o protagonismo da luz natural

.  Habitar e saúde, uma matéria ampla, fundamental e com aspetos recentes a ter em conta

. Habitar e trabalho: avançar na harmonização multifuncional motivada pelo covid 19

.  Habitar, caraterização e identidade: aspetos gerais e específicos da habitação de interesse social

. Habitat emergencial: os aspetos essenciais

.  História breve dos 50 últimos anos da habitação cooperativa portuguesa de interesse social

.  História do habitar como recurso essencial para o futuro do habitar

. Luta pela qualidade habitacional e urbana

.  Novas ligações entre formas de habitar a cidade, as vizinhanças e os fogos

.  Opções de habitar: entre a segurança e a exclusão e o convívio protetor

. Reconectar o habitat humano com a paisagem urbana

.  Renovadas soluções habitacionais intergeracionais cooperativas, um caminho de aliança entre  participação, convívio, individualidade e humanização do habitar

.  Requalificação habitacional em áreas patrimoniais: aspetos essenciais

. Soluções habitacionais e urbanas para a revolução grisalha, que já chegou

. Tipologias habitacionais diversificadas




Tema C  - Construção, Reabilitação e Manutenção Habitacional – da investigação às novas práticas

casos de estudo de construção e reabilitação habitacional; durabilidade; custo e qualidade na construção e reabilitação habitacional; novos processos e ferramentas de projeto e racionalização da obra (ex., modulação, BIM); regulamentação e enquadramento da construção e da reabilitação; relação entre projeto, tecnologia e custos na construção; saúde e conforto ambiental na construção do habitat humano sustentabilidade na construção e reabilitação habitacional;

 

Apresentar e discutir sistemas, processos, tecnologias e materiais direcionados para a construção nova e para a reabilitação habitacional e urbana, considerando aspetos ligados à relação custo-benefício e, designadamente, às técnicas e meios localmente disponíveis, ao perfil mais industrializado ou mais tradicional das tecnologias utilizadas,  ao respetivo enquadramento regulamentar e  à adequação em termos de conforto ambiental; considerar a ligação destas matérias específicas com as diversas facetas da sustentabilidade – ambiental, económica e sociocultural.

Visar a relação entre habitar e reabilitar, considerando a múltipla importância do construir no construído e do preenchimento e da densificação no incremento de uma ampla sustentabilidade urbana, abrangendo ainda a questão dos vazios urbanos. 

Considerar especificamente os aspetos de tecnologia e de custos numa promoção de habitação de interesse social marcada por graves carências de recursos em termos da sua construção e dirigida para moradores muito carenciados e/ou caraterizados por modos de vida específicos.

A perspetiva que se propõe neste (sub) tema do tema maior “fazer habitação” é uma perspetiva basicamente “de conceção” e construtiva, integrando-se nesta referência à construção as subfacetas da construção nova e da reabilitação.

Entre outros aspetos uma matéria que é urgente aprofundar refere-se à relação entre as novas ferramentas informatizadas de projeto e o seu resultado final em obra, tendo-se em conta, seja aspetos de qualidade final, seja de operacionalidade no desenvolvimento do projeto global e de especialidades, seja ainda a respetiva influência que essas novas ferramentas possam ter no desenvolvimento de projetos que, estrategicamente, possam produzir soluções residenciais mais diversificadas, mais adaptáveis, mais apropriáveis, com melhor potencial de gestão e mais duráveis; e tudo isto não sobrecarregando significativamente o respetivo processo de projeto.

Muitos outros aspetos específicos poderão aqui ser devidamente considerados apontando-se, por exemplo: a sempre revisitada relação entre a velocidade da construção, os seus custos e a respetiva qualidade e resiliência; a relação entre determinados regulamentos ligados à melhor habitabilidade e adaptabilidade na reabilitação e os custos da mesma; as sempre críticas questões ligadas à segurança no uso corrente das habitações e à respetiva segurança contra riscos de incêndio e tendo-se, por exemplo, em conta situações cada vez mais significativas de habitantes com condicionamentos em termos de mobilidade e de perceção; e, por exemplo, s questões ligadas ao embeber das novas tecnologias de comunicação e de acompanhamento nos espaços residenciais.

Uma outra matéria muito específica e vital refere-se à apresentação e explicitação de soluções construtivas e de equipamento residencial que sejam consideradas como muito adequadas para um seu uso significativamente intenso, diversificado e pouco antecipável, numa perspetiva que procura evitar que se labore cíclica e frequentemente em idênticos erros, produzindo-se soluções residenciais rapidamente degradáveis em termos de usos e de aspeto.

Nestas matérias importa, sempre, sublinhar a importância que tem uma adequada e clarificada apresentação de exemplos e de casos de estudo e de referência.

 


Listagem dos “Subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas comunicações ao 5.º CIHEL no Tema C - Construção, Reabilitação e Manutenção Habitacional (ordem alfabética):

 

.  Ambiente tropical e habitação: ensinamento e prática construtivas entre Lisboa e Luanda

.  Ancoragem para laminados de PRFC no reforço de elementos de betão armado

.  Assistência técnica e capacitação: caso do PAC ANGLO Pelotas/RS

.  Desempenho energético em edifícios residenciais e estratégias passivas de melhoria

.  Engenharia de segurança ao incêndio aplicada à reabilitação dos edifícios

.  Industrialização da construção e habitação sustentável

.  Informação centralizada por sistemas colaborativos na gestão do projeto

.  Isolamentos térmicos refletantes de baixa emissividade: desempenho em várias regiões

.  Madeira estrutural de edifícios antigos: dos processos construtivos à análise laboratorial

.  Novas práticas construtivas versus processos de reabilitação no desenvolvimento de habitação de interesse social (o caso de Oeiras e do PRR)

.  Prefabricação em betão: adaptabilidade em habitação económica modular e flexível

. Qualidade construtiva  e ampla satisfação habitacional

. Reabilitação de edifícios pombalinos em lisboa e uso do Heritage BIM na sua otimização

.  Reabilitação térmica eco-eficiente de edifícios residenciais no nordeste do Brasil

. Reabilitação urbana: desafios e novas soluções

.  Reforço em alvenaria de pedra tradicional através de modelo de partículas

. Residências de estudantes - Normas técnicas:  Desenvolvimento, estrutura,  organização

.  Sensação térmica e pessoas idosas em ambiente residencial

.  Vegetalização das coberturas e sustentabilidade ambiental

 

 


Tema D  – Promoção, Qualidade Habitacional e Sustentabilidade – das análises de satisfação aos novos desafios

Avaliação Pós-Ocupação (APO) urbana e habitacional; gestão local e modelos de promoção habitacional; integração da habitação de interesse social; modelos de promoção habitacional específicos; sustentabilidade e promoção residencial; casos de referência na promoção habitacional

 

Visar a satisfação residencial como objetivo básico na promoção habitacional, desde a conceção a uma gestão posterior sensível e participada, e privilegiar a multidisciplinaridade na intervenção urbana e habitacional.

Conjugar a promoção habitacional com um desenvolvimento sustentável, amigo da integração social, coerente e integrado nas preexistências e na paisagem natural, considerando áreas de alta e baixa densidade.

Desenvolver um leque adequado de modelos promocionais e de medidas de harmonização entre a oferta e a procura de soluções residenciais. Visar a relação com os futuros moradores e a respetiva participação, designadamente, pela  aplicação de processos de análise da satisfação residencial, com destaque para Avaliação Pós-Ocupação (APO).

A perspetiva que se propõe a quem queira avançar neste (sub) tema do tema maior “fazer habitação” é uma perspetiva basicamente operacional e promocional, mas aliando a faceta da produção e oferta residencial e urbana, desejavelmente de pequena escala em termos de vizinhanças socializadoras, a uma também vital faceta de gestão adequada e resiliente e ainda uma outra essencial faceta ligada a uma adequada, ampla e diversificada satisfação dos respetivos habitantes; sendo que os diversificados aspetos de uma essencial sustentabilidade ambiental, social e económica influem em todas estas facetas.

As Análises Retrospectivas Residenciais ou Avaliações Pós-Ocupação (APO) urbanas e habitacionais têm uma inegável importância no âmbito de uma adequada e sequencial aproximação aos sensíveis aspetos qualitativos que mais influenciam a satisfação dos habitantes e, especificamente, de diversos grupos socioculturais e etários; e por isso poderão constituir uma muito interessante matéria a apresentar no Congresso, assumindo-se como elementos de aproximação estratégica a uma verdadeira satisfação residencial quando devidamente aplicadas na avaliação de determinadas soluções e na sua gradual e subsequente melhoria.

De forma geral importa salientar aqui e seria bem interessante que no Congresso haja  testemunho de um leque de soluções promocionais “completas” de habitação de interesse social (HCC) desenvolvidas no passado recente por cooperativas, municípios e empresas privadas e que passados alguns anos de estarem habitadas resultaram em excelentes vizinhanças residenciais; julgando-se que uma tal retroação em termos de apresentação destas experiências poderia ter grande utilidade quando hoje em dia há muita urgência na resolução de graves e disseminadas carências habitacionais.  


 

Listagem dos “Subsubtemas” de âmbito geral que são tratados nas comunicações ao 5.º CIHEL no Tema D – Promoção, Qualidade Habitacional e Sustentabilidade (ordem alfabética)

.  Aliança entre a  gestão global e o projeto de arquitectura urbana: casos de referência

.  Avaliação e ocupação habitacional e urbana: metodologias experimentadas na área da análise pré-ocupacional e das diversas opções de Avaliação Pós-Ocupação

.  Conforto ambiental, satisfação residencial global e aspetos objetivos e subjetivos

.  Custo do terreno e custo global da habitação

.  Falta de terrenos para habitação e as vitais questões de (re)densificação, de mudança de usos previstos e de função social desses terrenos

.  Habitação em áreas de reabilitação urbana: oportunidades da gestão local

.  Importância dos casos de referência e dos  projetos meritórios habitacionais na produção de recomendações de qualidade

.  Intergeracionalidade participativa e habitação

.  Matriz de um habitar resiliente: atributos e indicadores de qualidade para Habitação de Interesse Social

.  Melhorias habitacionais: soluções e metodologias

.  Participação em arquitetura e no uso de habitação

.  Promoção habitacional e mudança climática

.  Promoção habitacional e recuperação paulatina da paisagem portuguesa

. Relação entre políticas de habitação, integração urbana, saúde pública, apoio social e educação, no âmbito de uma adequada promoção habitacional de interesse social

.  Resiliência habitacional, sua importância e cariz desde os concursos de Arquitectura

 

4. Notas práticas e importantes sobre os trabalhos do 5.º CIHEL no Centro de Congressos do LNEC em 3 e 4 de outubro de 24

Salienta-se que no 5.º CIHEL, no LNEC, em 3 e 4 de outubro de 24, as quatro temáticas, que foram apontadas (A, políticas e programas; B, modos de habitar; C, construção e reabilitação; D, promoção habitacional), serão abordadas, uma a uma, em cada período temporal dos quatro disponíveis (Tema A na manhã do dia 3; Tema B na tarde do dia 3; Tema C na manhã do dia 4; e Tema D na tarde do dia 4), proporcionando-se o que se julga ser uma estratégica distribuição e concentração dos interesses de participação por parte dos congressistas, e designadamente daqueles que venham a Lisboa para o Congresso.

Sublinha-se, ainda, que a gestão dos tempos nas salas irá privilegiar (i) pequenos períodos de debate e comentário, para cada comunicação (cerca de 15 minutos por cada intervenção que, desejavelmente, serão distribuídos por cada autor entre tempo de apresentação e tempo de discussão) e (ii) significativos intervalos a meio da manhã e da tarde (de no mínimo 30 min cada) e um adequado intervalo de almoço livre (120 min.); e desde já se sublinha que estes espaços essenciais de convívio e troca de impressões, bem apoiados numa pequena Feira do Livro Técnico, devem ser respeitados ao máximo pela gestão dos trabalhos nas salas.

 

Notas editoriais gerais  do Infohabitar:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações. 

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

 

 

Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

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Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

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Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 912

Edição: quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Infohabitar

Editor:

António Baptista Coelho, Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)

abc.infohabitar@gmail.com

Edição:

Olivais Norte,  Encarnação, Lisboa;  e Casa das Vinte, Casais de Baixo, Azambuja.

A Infohabitar é uma Revista da GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação atualmente com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e anteriormente com sede no Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC.

Apoio à Edição: José Baptista Coelho – Lisboa

 

 

 

quarta-feira, agosto 21, 2024

O 5.º CIHEL na sequência dos primeiros quatro congressos: temas e atividades e novidades do Congresso

O último artigo sobre o 5.o CIHEL mantém -se em primeira linha editorial.

Novidades importantes do 5o CIHEL:

  • Prazo de inscrições a custo reduzido alargado até início de setembro; ver site: https://www.5cihel2024.org/pt/
  • Já temos 170 inscritos a cerca de mês e meio do congresso, que promete ...
  • As comunicações revistas já chegaram e já se iniciou a elaboração das atas.
  • Já temos bastantes inscritos nas visitas técnicas .
  • Há excelentes temas e excelentes comunicações entregues.
  • E já há uma óptima perspectiva para o 6.o CIHEL.

Na próxima edição da Infohabitar divulgaremos as temáticas a comunicar e discutir no 5o CIHEL de 2 a 4 de Outubro

António Baptista Coelho 

O coordenador do CIHEL e Editor da Infohabitar 


quarta-feira, agosto 14, 2024

O 5.º CIHEL na sequência dos primeiros quatro congressos: temas e atividades e novidades do Congresso

Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

 


Fig. 00: Cartaz do 5.º CIHEL

O 5.º CIHEL na sequência dos primeiros quatro congressos: temas e atividades – Infohabitar # 911

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24


NOVIDADES:

Inscrições abertas e ainda a preços reduzidos:

https://www.5cihel2024.org/pt/

Caros leitores, alguns habituais atrasos nesta fase final de revisão de comunicações ao 5CIHEL - APROVEITANDO -SE PARA SALIENTAR QUE NÃO HAVERÁ MAIS FASES DE REVISÃO, QUE SE CONSIDERAM FEITAS NESTA ENTREGA -, e alguns atrasos em respostas a dúvidas nas inscrições levarão MUITO PROVAVELMENTE à extensão do prazo das inscrições a preços reduzidos, a anunciar oportunamente no site do 5CIHEL.



Infohabitar, Ano XX, n.º 911

Edição: quarta-feira, 14 de agosto de 2024


Em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, de quarta a sexta-feira, no 5CIHEL vamos divulgar e discutir o tema: “Fazer Habitação” https://www.5cihel2024.org/pt/

O 5.º CIHEL na sequência dos primeiros quatro congressos: temas e atividades – Infohabitar # 911

António Baptista Coelho

Coordenador do CIHEL, Editor da Infohabitar

Salienta-se como uma das ideias fundadoras do Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono – CIHEL -  a importância de se considerar que a qualidade e o bem-estar de quem "habita" (da habitação à cidade), não é servida por um qualquer alojamento mínimo, concretizado, por exemplo, num apartamento de um edifício sem qualidade arquitectónica e construtiva  e situado numa zona sem espaços públicos e afastada da vida urbana; isto porque o "bem habitar" uma "boa cidade”, depende de aspetos quantitativos e qualitativos, vive-se tanto no espaço doméstico, como na vizinhança, no espaço público, na cidade e no próprio território onde esta se insere, uma reflexão importante quando as carências habitacionais e urbanísticas continuam críticas no mundo lusófono.

Embora seja complexo conjugar as problemáticas de um habitar que no mundo da lusofonia tem inúmeras realidades específicas, já por quatro vezes, nos quatro congressos CIHEL já  realizados, entre 2010 e 2017, em Portugal e no Brasil, chegámos à conclusão que, muito mais do que possível, é extremamente útil e muito estimulante fazê-lo, quer porque a reflexão sobre o habitat humano que podemos realizar em português, a quinta língua mais falada no mundo, é extremamente rica e útil, quer porque as questões associadas à diferenciação das problemáticas e meios disponíveis, é real entre os diversos países da lusofonia, mas é real, também, dentro de cada um desses países, seja nos países com grande dimensão e diversidade regional, seja em países pequenos, mas caracterizados por zonas, problemas e meios locais muito distintos.

Vamos então aproveitar esta importante base linguística e cultural e divulgar, discutir e trocar experiências e casos de referência residenciais e urbanos, com destaque para a sempre urgente e sensível promoção de habitação de interesse social.

Sintetizando em alguns números os quatro congressos CIHEL já  realizados teremos, em 6 cidades lusófonas em Portugal e no Brasil: cerca de 1300 participantes; 476 comunicações; 40 conferências; numerosas visitas técnicas, exposições e sessões temáticas; cinco livros de atas; e a ação de um amplo e eficaz Secretariado do Congresso.

Ainda nesta perspectiva de caracterização dos quatro congressos CIHEL importa registar que eles foram sempre iniciados no âmbito do GHabitar – Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional e que neles se debateram os seguintes quatro grandes temas: (i) Desenho e realização de bairros para populações com baixos rendimentos; (ii) Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento; (iii) Habitação: Urbanismo, Cultura e Ecologia dos Lugares; e (iv) A Cidade Habitada.

Passando agora à aproximação ao tema geral escolhido para este nosso novo 5.º CIHEL, importa lembrar os problemas críticos criados: por condições de habitabilidade do espaço doméstico bem abaixo de quaisquer níveis e condições razoáveis; por escolhas tipológicas habitacionais sem qualquer sentido e sem continuidade urbana; pela doentia repetição de projectos-tipo que não servem nem populações específicas nem locais específicos; pelo esquecimento do papel fundamental de um exterior residencial agradável; pela opção por soluções construtivas mal fundamentadas e sem qualidade; e pela ausência de cuidados sociais prévios e de gestão posterior.

Importa, também, lembrar o muito que aprendemos no desenvolvimento de habitação de interesse social ao longo de cerca de um século de promoção, marcada por bons e maus exemplos, e, mais recentemente, em Portugal, durante cerca de 30 anos de dinâmica habitacional municipal, cooperativa e privada que nos deixou um excelente e recente conjunto de casos de referência habitacional e urbana.

E se juntarmos a estas matérias a questão, atualmente urgente, do desenvolvimento de soluções dinamizadas de promoção, projeto e construção habitacional com qualidade e custos controlados, então estamos exatamente focados no tema do nosso novo 5.º CIHEL, que é: Fazer Habitação.


1.    Sobre o Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono – CIHEL


2. Sobre os quatro CIHEL havidos

Em seguida faz-se uma síntese dos conteúdos e eventos havidos e previstos no âmbito dos Congressos CIHEL – quatro havidos e um previsto para breve.


Fig. 01: logótipo do 1.º CIHEL , autoria: Alunos da ES Eduardo Gageiro e Isabel Romana

1.º CIHEL 2010 – ISCTE-IUL e GHabitar – setembro, Lisboa, Portugal: (tema geral) Qualidade do habitat residencial para populações com baixos rendimentos e mobilizando recursos modestos

https://cihel01.wordpress.com/

1.º CIHEL foi organizado pelo ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), com apoio da FA-UL, do GHabitar e de outras entidades, em Lisboa (Portugal) em setembro de 2010, e visou a qualidade do habitat residencial para populações com baixos rendimentos e mobilizando recursos modestos. Um objectivo ligado que às pequenas comunidades urbanas periféricas da Europa, que lutam com problemas de isolamento e escassez de recursos, quer a todas as comunidades urbanas dos países em desenvolvimento; pois, afinal, as exigências de sustentabilidade ambiental, social e económica aproximam cada vez mais estes dois grupos de populações.

Estes desafios têm diversas vertentes disciplinares, científicas, sociais, políticas, económicas, mas todos eles visam a concretização de um habitar tão adequado aos cada vez mais variados modos de vida, como consistente na concretização de vizinhanças e bairros.

No âmbito do 1.º CIHEL foi criado o Secretariado Permanente do CIHEL para manter minimamente operacionais os objetivos do congresso entre-congressos e para apoiar na respetiva organização.

O 1.º CIHEL integrou uma interessante exposição sobre uma proposta habitacional para Angola e contou com cerca de 200 participantes, 5 conferências e 60 comunicações, mais um workshop de projeto, que antecedeu o Congresso.

Foi editado um Livro de Atas com CD anexo.

 

Fig. 02: capa das atas do 1.º CIHEL - Ed. Argumentum


2.º CIHEL 2013 – LNEC, FC-UNL e GHabitar – março, Lisboa, Portugal (tema geral) Habitação, cidade, território e desenvolvimento

Fig. 03: logótipo do 2.º CIHEL, autoria: Alunos da ES Eduardo Gageiro e Isabel Romana


2.º CIHEL foi organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Lisboa (FCT-UNL), com apoios de várias entidades com destaque para a CPLP, e, naturalmente, para o GHabitar e o Secretariado Permanente do CIHEL, também em Lisboa (Portugal) em março de 2013 e desenvolveu uma abordagem ampla e multifacetada da temática “habitação, cidade, território e desenvolvimento”.

Esta temática foi considerada muito oportuna numa altura em que se desenvolviam planos para elevados números de habitações e para a reurbanização de extensas áreas em vários dos países da lusofonia caraterizados por críticas carências habitacionais e de ordenamento urbanístico, privilegiando-se uma abordagem do habitat humano que considera as suas facetas quantitativas, qualitativas, urbanas, territoriais e ambientais, e o seu papel como meio vital de um desenvolvimento socioeconómico dos respetivos países, tão dinâmico como associado a caminhos social e culturalmente válidos e adequados a cada contexto regional e local.

O 2.º CIHEL integrou uma Feira do Livro Técnico, diversas exposições e Visitas Técnicas; e contou com cerca de 350 participantes, 16 conferências, 140 comunicações, dois workshops e lançamento de livros.

Foi editado um Livro de Atas com CD anexo.

Fig. 04: capa das atas do 2.º CIHEL - Ed. LNEC


3.º CIHEL 2015 – FAU-USP, FAU-UPMackenzie, IAU/USP e GHabitar – setembro, São Paulo, Brasil: (tema geral) Habitação: urbanismo, cultura e ecologia dos lugares

Fig. 05: logótipo do 3.º CIHEL, autoria: iniciativa das FAUUSP, FAUMack, IAUUSP; projeto gráfico, apontado nas Atas, Paula Custódio de Oliveira e Belisa de Quadros Correa Godoy.


3.º CIHEL foi organizado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenkie (FAU-Mack) e pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (IAU-USP), em São Paulo (Brasil), e com apoio do GHabitar e do Secretariado Permanente do CIHEL em setembro de 2015, e proporcionou o aprofundamento do tema geral “habitação: urbanismo, cultura e ecologia dos lugares”.

Este tema geral foi estruturado e aprofundado em comunicações distribuídas por cinco matérias específicas: programas e políticas públicas em habitação; projetos habitacionais; informalidade e precariedade do habitat; tecnologia e custos no habitat; e habitat, paisagem e ambiente.

O 3.º CIHEL integrou e com um inovador Concurso de Trabalhos Finais de Graduação para Habitação de Interesse Social; iniciativa esta muito interessante e que se pretende vir a replicar em futuros eventos ligados ao CIHEL.

O 3.º CIHEL contou, também, com um conjunto de mesas redondas sobre as referidas temáticas, com uma Feira do Livro Técnico e com um excelente e diversificado conjunto de Visitas Técnicas; o 3.º CIHEL contou com cerca de 300 participantes, 12 conferências, 100 comunicações, visitas técnicas e lançamento de livros.

Foi editado um Livro de Atas/resumos com acesso à WWW para se obterem os textos completos.

 

Fig. 06: capa das atas do 3.º CIHEL - FAUUSP, FAUMack, IAUUSP (foto L. Marino sobre conjunto residencial do atelier do Arq. Boldarini)


4.º CIHEL, 1as Conferências CIHEL e Semana CIHEL2017 – CMPorto e Domus e Social, UBI, CMFundão e GHabitar – março, Porto, Viseu, Covilhã e Fundão, Portugal: (tema geral) A Cidade Habitada

Fig. 07: logótipo do 4.º CIHEL (Semana CIHEL2027), autoria: Isabel Romana.

https://www.ciamh.up.pt/4cihel/Memoria.html

O 4.º CIHEL  e a semana CIHEL2017, que integrou as 1as Conferências CIHEL, no Porto – Auditório Almeida Garrett – foram organizados pela Câmara Municipal do Porto e sua Domus Social e pela Universidade da Beira Interior, com apoio e iniciativa da GHabitar-APPQH e do Secretariado Permanente do CIHEL e com apoios estratégicos da Câmara Municipal do Fundão, das Aldeias Históricas de Portugal, das Aldeias do Xisto e da Câmara Municipal de Viseu.

O 4.º CIHEL construiu-se, de forma inovadora e que se pretende vir a reaplicar, sobre a ideia de base de um evento científico “clássico” integrado e polarizador de um conjunto articulado de outros eventos e visitas, estrategicamente organizados com autonomia e abrangendo um amplo e diversificado território mais central e mais interior;  e o 4.º CIHEL também inovou na introdução de uma nova tipologia de encontros CIHEL: as Conferências, neste caso as 1as Conferências CIHEL, realizadas no Porto e onde a metodologia corresponde a uma sequência de palestras e mesas-redondas por convidados; uma tipologia de encontro técnico e científico que irá permitir, espera-se, concretizar eventos CIHEL de uma forma mais agilizada e disseminada no âmbito do mundo da lusofonia.

A Semana CIHEL2017 abordou nas 1as Conferências CIHEL, no Porto, os temas "A Cidade Habitada na América do Sul (Brasil)" e "A Cidade Habitada na Europa do Sul (Portugal)"; na Universidade da Beira Inerior (UBI) o tema central  foi “A Cidade Habitada”, estruturado nas seguintes seis matérias principais: assentamentos humanos, modos de habitar, modelos de urbanização nos espaços da lusofonia, novas territorialidades e áreas de alta e baixa densidade reabilitação urbana e  resiliência na construção.

O 4ª CIHEL integrou o 4º CIHEL - Prémio Universidades, para trabalhos de projecto realizados no âmbito académico subordinados ao tema “A Cidade Habitada” - regeneração das cidades tendo como base as problemáticas da habitação e do habitar.

A Semana CIHEL2017 foi iniciada no domingo (5 de março), no Porto, com visitas técnicas a conjuntos de habitação de interesse social de iniciativa municipal e cooperativa. A Semana CIHEL2017 prolongou-se, depois, na segunda-feira (6 de março), com as 1.as Conferências CIHEL. Seguiu-se, na terça-feira, a viagem Porto - Covilhã, com uma paragem para receção na Câmara Municipal de Viseu e visita acompanhada ao Centro Histórico de Viseu. Seguiu-se o 4.º CIHEL na quarta e quinta feiras na UBI. Finalmente, na sexta-feira  (dia 10 de março), no Fundão, iniciámos as visitas às Aldeias Históricas de Portugal e às Aldeias do Xisto. Faz-se, ainda, uma referência especial à excelente “linha gráfica” da Semana CIHEL2027, assegurada pelo Atelier de um dos membros fundadores do GHabitar.

Números das 1.as Conferências CIHEL (Semana Cihel 2017): cerca de 200 participantes, 14 intervenções no âmbito de sessões temáticas, 2 conferências, visitas técnicas, feira do livro técnico. Números do 4.º CIHEL: cerca de 250 participantes, 6 conferências no âmbito de duas Mesas Redondas com moderação, 176 comunicações, visitas técnicas, 2 exposições, feira do livro técnico e lançamento de 1 livro.

Foi editado um Livro de Atas com CD anexo.

Fig. 08: capa das atas do 4.º CIHEL: Atelier CNLL, ilust. Maria Abreu.


3. Pessoas e entidades essenciais para os quatro CIHEL já havidos

No desenvolvimento dos quatro CIHEL já realizados algumas pessoas, entre muitas outras, foram vitais (e numa ordem cronológica aproximada teremos): Ana Vaz Milheiro (criou a excelente designação “CIHEL”); Paulo Tormenta Pinto (fundamental no 1.º CIHEL); Teresa Madeira; Margarida Louro, Francisco Oliveira, José Romana Baptista Coelho (sem o qual a Infohabitar não existiria); António Reis Cabrita,  Sheila Walbe Ornstein, Defensor de Castro, Guilherme Vilaverde e Khaled Ghoubar (sempre essenciais); Fernando Pinho; Helena Roseta; Anabela Manteigas; Pedro Romana Baptista Coelho (que me substituiu voluntariamente quando estive ausente em serviço nas vésperas do 2.º CIHEL); António Gameiro; Hélder David; Teresa Fonseca; José Anacleto; Jaime Comiche; Camila D’Ottaviano, Denise Antonucci, Lúcia Shimbo e Carlos Almeida Marques (fundamentais no 3.º CIHEL); e Carlos Nuno Lacerda Lopes, José António Ferreira, Manuel Correia Fernandes, Inês Daniel de Campos e Rogério Galante (fundamentais no 4.º CIHEL); muitos outros colegas também foram fundamentais, mas sem estes, especificamente, muito pouco se teria feito; e dos também vitais apoios pessoais ao 5.º CIHEL em tempo “falaremos” ; e apresentam-se as devidas desculpas por algum, possível mas sempre imperdoável, esquecimento.

Complementarmente regista-se que nos apoios ao quatro primeiros CIHEL destacaram-se, para além das principais agências e fundações de apoio à investigação e à pesquisa em Portugal e no Brasil – FCT de Portugal e CAPES, CNPq e FAPESP do Brasil –, e das respetivas entidades organizadoras (já referidas), a Câmara Municipal de Lisboa, o CIAUD da FAUL, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana e a Mack Pesquisa, a FCT-UNL, a FENACHE, a Câmara Municipal do Porto e a sua Domus Social, a Câmara Municipal de Viseu, a Universidade da Beira Interior, a Câmara Municipal do Fundão, as Aldeias Históricas de Portugal e as Aldeias do Xisto e a TAP Air Portugal, e naturalmente as firmas editoras das respetivas atas e o “exército” de colegas que tudo tornaram possível, e entre estes um fundamental leque de “oficiais” sem os quais nada teria sido possível e que registados estão nos respetivos sites (alguns ainda acessíveis), artigos publicados (ex., na Infohabitar) e Atas, em tempo, editadas; e apresentam-se as devidas desculpas por algum, possível mas sempre imperdoável, esquecimento.


4. Sobre o 5.º CIHEL - "Fazer Habitação" , já bem próximo - 2 a 4  de outubro de 24 

5.º CIHEL 2024 – OE, OA, CML, LNEC e GHabitar – outubro, Lisboa, Portugal: (tema geral) Fazer Habitação

Fig. 09: logótipo do 5.º CIHEL, autoria: “Puretugal Traditions”.


5.º CIHEL está a ser organizado pela Ordem dos Engenheiros (OE) e pela Ordem dos Arquitectos, e, respetivamente, pelo Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Civil da OE e pela Secção Regional LVT da AO, conta com a participação na organização por parte da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), tem, ainda, o apoio institucional da Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e do Conselho Internacional de Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP)  e o apoio estratégico do “Turismo de Lisboa”, e, naturalmente, o apoio promocional e organizativo do GHabitar, da Infohabitar e do Secretariado Permanente do CIHEL, mais um conjunto de apoios específicos de outras entidades referidas no site do congresso.

O 5CIHEL inicia-se no Campus do LNEC no início da tarde de 2 de outubro de 2024, daí, e de seguida,  e tendo eventualmente realizado inscrições de “última hora” os congressistas sairão em autocarros para as três Visitas Técnicas programadas – Visita ao Bairro Cooperativo do Vale Formoso de Cima (FENACHE), já habitado e com última fase em conclusão; Visita a promoção municipal da Câmara Municipal de Lisboa (CML) na área da nova habitação de interesse social para arrendamento; Visita a operação de reabilitação e promoção habitacional da Câmara Municipal de Lisboa (CML); no final da tarde do dia 2 de outubro de 24 decorrerá a Sessão de Abertura do 5CIHEL na Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros (OE)  - em princípio, os autocarros deixarão os congressistas na OE a tempo da referida sessão de abertura. Dias 3 e 4 de outubro de 2024 o 5CIHEL será realizado no Campus do LNEC, concluindo-se com a Sessão de Encerramento no final da tarde de sexta-feira dia 4 de outubro de 2024.

No sábado dia 5 de outubro de 2024 poderá existir indicação de um programa complementar (a definir).

Números atuais do 5.º CIHEL (agosto 24): cerca de 170 resumos com propostas de comunicações entregues; cerca de 120 comunicações completas entregues; duas conferências (sessões de abertura e encerramento), uma exposição e uma Feira do Livro Técnica previstas .

Está prevista a edição de um Livro de Atas/resumos.


Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações. 

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

 


Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

O 5.º CIHEL na sequência dos primeiros quatro congressos: temas e atividades – Infohabitar # 911

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24


Infohabitar, Ano XX, n.º 911

Edição: quarta-feira, 14 de agosto de 2024

Infohabitar

Editor:

António Baptista Coelho, Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)

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Edição:

Olivais Norte,  Encarnação, Lisboa;  e Casa das Vinte, Casais de Baixo, Azambuja.

A Infohabitar é uma Revista da GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação atualmente com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e anteriormente com sede no Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC.

Apoio à Edição: José Baptista Coelho – Lisboa

quarta-feira, agosto 07, 2024

O último artigo sobre o 5.º CIHEL permanece em primeira linha editorial

Solicita-se aos autores de comunicações ao 5.º CIHEL que receberam sugestões de revisão das mesmas, que as enviem, com toda a urgência ao Secretariado e que, realizem a respetiva inscrição no congresso.