domingo, março 25, 2012

Artigo sobre dimensões no espaço doméstico; Sessão LNEC sobre habitação e envelhecimento; seminário ANCORIM, sobre gestão dos riscos costeiros - Infohabitar 386

Infohabitar - Ano VIII - N.º 386
25 de Março de 2012

Nota editorial:
A presente edição do Infohabitar integra, sequencialmente:

(i) Uma última divulgação da Sessão Técnica do LNEC sobre a temática das "Questões habitacionais num país em envelhecimento" no Centro de Congressos do LNEC, no dia 29 de Março de 2012 entre as 9h30 e as 13h00.

(ii) Divulga-se a próxima realização do seminário nacional do Projecto "ANCORIM - Rede Atlântica para a gestão dos riscos costeiros", que terá lugar no Porto, na Faculdade de Engenharia da UP, no próximo dia 30 de Março

(iii) O artigo da semana do Infohabitar intitulado "As dimensões do mobiliário e do equipamento utilizado na habitação", de João Branco Pedro, Leonor Vasconcelos, Mara Monteiro, Catarina Jerónimo.

E relembra-se aos associados do GH que a convocatória para a 12.ª Assembleia-geral do Grupo Habitar está disponível no n.º 384 do Infohabitar - a assembleia decorrerá em 30 de Março de 2012 em Matosinhos na Sede da Cooperativa As Sete Bicas pelas 15h.00, Rua António Porto, n.º 42, 4460-353 Senhora da Hora, Matosinhos.

Com as melhores saudações,

António Baptista Coelho

Editor do Infohabitar

abc@lnec.pt

Fig.01: a temática das "Questões habitacionais num país em envelhecimento" em discussão no LNEC na manhã do próximo dia 29 de Março.

(i) Sessão Técnica do LNEC sobre a temática das "Questões habitacionais num país em envelhecimento"

Ainda é possível a inscrição na Sessão Técnica do LNEC sobre a temática das "Questões habitacionais num país em envelhecimento" - sessão esta que foi devidamente divulgada no Infohabitar n.º 384 e que terá lugar no LNEC, em Lisboa, em 29 de Marçode 2012, no Centro de Congressos do LNEC, no dia 29 de Março de 2012 entre as 9h30 e as 13h00.com informações disponíveis em: http://www.lnec.pt/congressos/eventos/pdfs/STE07.pdf

Fig.02: seminário nacional do Projecto "ANCORIM - Rede Atlântica para a gestão dos riscos costeiros"

(ii) Seminário nacional do Projecto "ANCORIM - Rede Atlântica para a gestão dos riscos costeiros"

Divulga-se a próxima realização do seminário nacional do Projecto "ANCORIM - Rede Atlântica para a gestão dos riscos costeiros", que terá lugar no Porto, na Faculdade de Engenharia da UP, no próximo dia 30 de Março. Este seminário interessa a técnicos com responsabilidades na gestão costeira, bem como a membros de agências, organizações e instituições, inclusivamente de ensino, intervenientes no litoral.

Os interessados poderão inscrever-se, sem custos (mas inscrição obrigatória), através do email: lpneves@fe.up.pt

Mais informações sobre o projecto, poderão ser encontradas em:
http://ancorim.aquitaine.fr/
Nota: em anexo, no final desta edição, encontará o programa completo deste evento.


(ii) Artigo da semana do Infohabitar: "As dimensões do mobiliário e do equipamento utilizado na habitação"


João Branco Pedro, Leonor Vasconcelos, Mara Monteiro, Catarina Jerónimo

Fig.03: Capa da publicação n.º 10 da série «Informação Técnica Arquitetura

As dimensões do mobiliário e do equipamento utilizado na habitação

João Branco Pedro, Leonor Vasconcelos, Mara Monteiro, Catarina Jerónimo

Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa, Portugal.

Autor para correspondência: jpedro@lnec.pt

1. Introdução

De modo a promover o bem-estar dos moradores, as habitações devem adequar-se às necessidades das famílias ou agregados que previsivelmente as utilizarão. As habitações devem portanto proporcionar um ambiente seguro, com condições de higiene e conforto, adequado aos usos dos moradores e que seja motivador de satisfação estética.

Para que as habitações sejam adequadas ao uso devem conter espaços com área, dimensões e equipamentos que permitam o desenvolvimento das funções domésticas, bem como possibilitar o acesso conveniente aos espaços que as constituem. A área e as dimensões de cada espaço das habitações devem ser determinadas tendo em consideração a composição do mobiliário e do equipamento que previsivelmente serão necessários ao desenvolvimento das funções domésticas (Pedro, 2009).

Neste contexto, as dimensões do mobiliário e do equipamento utilizado na habitação são informação técnica essencial para a análise e para a elaboração de projetos de edifícios habitacionais. Atendendo a este facto, foi desenvolvido um estudo que visou determinar as dimensões do mobiliário e do equipamento atualmente disponível no mercado português.

2. Estado da arte

As dimensões do mobiliário e do equipamento são definidas em publicações editadas em diversos países ao longo das últimas décadas. Estas publicações podem ser agrupadas nos seguintes conjuntos consoante o seu tipo:

1) estudos sobre o dimensionamento da habitação (Dybbroe e Meyer, 1959; McCullough, 1962; MHLG, 1963; NBA, 1965; Portas, 1969; Thiberg, 1970; Svennar, 1975; Lamure, 1976; Herbert et al., 1978; Drake e Pheasant, 1984; Pedro, 1999a; Palermo, 2009; Design for London, 2010);

2) manuais de apoio ao projeto em que os edifícios de habitação são um dos tipos de edifícios considerados (Griffini, 1948; Neufert, 1970; Benevolo, 1977; Tutt e Adler, 1979; Menghi, 1992; Chiara et al., 1995);

3) documentos regulamentares e normativos que enquadram a construção de habitação (MOPU, 1978; ITCC, 1983; Portugal, 1985; Swedish Standard, 1994; CEF, 2002; ABNT, 2007);

4) estudos específicos sobre o dimensionamento do mobiliário e do equipamento (BR, 1957; Noble, 1982; Boueri et al., 2004; Boueri, 2005; Boueri, 2008);

5) manuais de ergonomia (Panero e Zelnik, 1979).

Em Portugal, nos anos 60 do século XX, o "Estudo das funções e da exigência de áreas da habitação" desenvolvido no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) constituiu um marco importante na investigação sobe o tema (Portas, 1969). Neste estudo foram abordadas, para cada função de uso da habitação, as exigências de mobiliário e equipamento, área e dimensão, e articulação. As exigências de mobiliário e de equipamento contêm as respetivas dimensões. Estas dimensões foram obtidas pela síntese de informação técnica contida em bibliografia.

Posteriormente, entre 1995 e 1998, foi realizado de novo no LNEC um estudo sobre as exigências e especificações que a habitação deve satisfazer para assegurar a satisfação das necessidades dos utentes (Pedro, 1999a e 1999b). Para definir as especificações de uso foram analisadas a área e a dimensão dos espaços funcionais da habitação, utilizando como base as dimensões do mobiliário e do equipamento. Tal como no estudo anteriormente realizado no LNEC, as dimensões do mobiliário e do equipamento foram definidas com base na síntese de informação técnica contida em bibliografia.

Verificou-se, assim, que embora existissem estudos em Portugal que abordam estabelecem as dimensões do mobiliário e do equipamento utilizado na habitação, não tinha ainda sido realizado um levantamento das dimensões do mobiliário e do equipamento disponível no mercado português. Não estava portanto garantida a adequação das dimensões definidas nestes estudos à realidade portuguesa contemporânea.

3. Metodologia

Para determinar as dimensões do mobiliário e do equipamento atualmente disponível no mercado português foram realizadas as seguintes atividades:

1) Levantamento de informação – foram levantados catálogos, impressos ou disponíveis na Internet, com mobiliário e equipamento comercializado em Portugal entre novembro 2005 e setembro de 2006; foi realizada uma pesquisa de bibliografia portuguesa e estrangeira que contenha especificações sobre as dimensões de mobiliário e de equipamento utilizado na habitação.

2) Análise e síntese – para cada elemento de mobiliário e de equipamento foi constituída uma amostra retirada dos catálogos; a amostra foi ordenada por ordem crescente das dimensões e segmentada por percentis; as dimensões obtidas para cada percentil foram aferidas com as dimensões definidas na bibliografia; as dimensões obtidas no estudo foram comparadas com as dimensões estabelecidas em estudos anteriores.

3) Operacionalização – as dimensões obtidas foram utilizadas para desenhar blocos paramétricos no programa Autocad da Autodesk e esquemas explicativos.

Parte da metodologia seguida é idêntica à de estudos anteriores realizados no Brasil (Boueri, 2005).

4. Resultados

Como resultado do estudo foram determinadas as dimensões de 256 elementos de mobiliário e de equipamento frequentemente utilizados na habitação. Incluíram-se também alguns elementos construtivos (i.e., portas, escadas) e veículos (i.e., bicicletas, motociclos e automóveis), que se consideraram importantes para o dimensionamento dos espaços da habitação.

Para determinar as dimensões dos elementos de mobiliário e de equipamento foram levantados mais de 6.000 modelos comercializados em Portugal. Em média, a amostra de cada elemento de mobiliário ou de equipamento foi constituída por 32 modelos (para os elementos construtivos não foi realizado um levantamento).

De modo a facilitar a consulta, os elementos de mobiliário e equipamento foram organizados segundo as seguintes funções de uso da habitação seguintes (Pedro, 1999a): 1. dormir/descanso, 2. preparação de refeições, 3. refeições, 4. estar/reunir, 5. diversão/estudo/trabalho, 6. tratamento de roupa, 7. higiene pessoal/saúde, 8. circulação, 9. gestão doméstica, 10. permanência no exterior privado e 11. estacionamento privado.

Para cada elemento de mobiliário e equipamento foram indicadas as dimensões do elemento em si (i.e., dimensões físicas) e da zona livre existente junto do elemento para permitir a sua utilização (i.e., dimensões de uso). As dimensões foram definidas segundo três níveis de desempenho. No caso das dimensões físicas o significado de cada nível é o seguinte:

1) nível mínimo – permite colocar um elemento de entre 50% dos elementos mais pequenos da amostra;

2) nível recomendável – a possibilidade de escolha alarga-se para 75% dos elementos mais pequenos da amostra;

3) nível ótimo – a possibilidade de escolha alarga-se para 87% dos elementos mais pequenos da amostra.

As dimensões de uso também aumentam com o nível de desempenho, proporcionando maior desafogo na utilização de cada elemento de mobiliário ou equipamento. A determinação das dimensões de uso não teve em consideração as necessidades especiais de pessoas com mobilidade condicionada (e.g., pessoas em cadeira de rodas).

Com base nas dimensões obtidas para cada elemento de mobiliário e equipamento foram elaborados «blocos paramétricos» no programa Autocad da Autodesk. Os «blocos» são representações dos elementos de mobiliário e equipamento às quais estão associados nomes, sendo paramétricos porque a sua geometria e aspeto variam com a alteração de parâmetros (e.g., nível de desempenho). Os «blocos paramétricos» podem ser utilizados como objetos virtuais, facilmente manipuláveis, para testar a utilização de espaços funcionais.

5. Notas finais

O estudo permitiu complementar a síntese de informação técnica contida em bibliografia com uma análise do mobiliário e do equipamento comercializado em Portugal. Como resultado, foram definidas as dimensões de novos elementos de mobiliário e equipamento, foram atualizadas as dimensões do mobiliário e do equipamento definidas em estudos anteriores do LNEC, e aumentou a adequação das dimensões estabelecidas à realidade portuguesa contemporânea. Atendendo ao interesse que os resultados podem ter para o meio técnico, eles foram publicados no número 10 da série «Informação Técnica Arquitetura» (Pedro et al., 2011), cuja capa é apresentada na figura 1. Os blocos paramétricos podem ser descarregados gratuitamente no sítio na Internet (Pedro et al., 2006):

http://www-ext.lnec.pt/LNEC/DED/NA/pessoal/jpedro/Research/Mob/Por_mob.htm

Os resultados constituem informação técnica atualizada que se considera útil para adequar a forma e o dimensionamento dos espaços das habitações às necessidades dos moradores. Esta informação pode ser utilizada para analisar projetos de habitação e para conceber novos projetos de habitação.

Referências bibliográficas

ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas – Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho. Parte 1: Requisitos gerais [NBR 15575-1]. Brasil: ABNT, 2007.

Benevolo, Leonardo – Diseño de la ciudad – 1. La descripción del ambiente. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1977.

Boueri, J. Jorge, Cantero, J. Alberto; Mendonça, Marcelo – Avaliação dimensional das recomendações do manual técnico da Caixa Econômica Federal em relação ao mercado mobiliário no município de São Paulo. In Anais ABERGO - XIII Congresso Brasileiro de Ergonomia. Fortaleza: 2AB Editora, 2004.

Boueri, J. Jorge – Inventário das recomendações dimensionais dos espaços, equipamentos e mobiliário da habitação. Relatório científico final. Projeto FAPESP 03/09069-1. São Paulo: S/Ed., 2005 (policopiado).

Boueri, J. Jorge – Projeto e dimensionamento dos espaços da habitação. Espaço de atividades. São Paulo: Estação das Letras e Cores Editora, 2008.

BR, Bouwcentrum Rotterdam – Woningbouw houses. Rotterdam: Bouwcentrum, 1957.

CEF, Caixa Econômica Federal – Manual técnico de engenharia. São Paulo: CEF, 2002.

Chiara, Joseph; Panero, Julius; Zelnik, Martin – Time-saver standards for housing and residential development. S.l.: Mcgraw-Hill, 1995.

Design for London – London housing: Design guide. Interim Edition. London: London Development Agency, 2010.

Drake, F.; Pheasant, S. – Domestic Kitchen design: (1) design feedback: (2) conventional planning: (3) the ergonomist's view. In The architects' journal. The Architectural Press. 3 October 1984), pp. 61-80.

Dybbroe, Ole; Meyer, Grethe – Det lille enfamiliehus. Kobenhavn: Statens Byggeforskningsinstitut, 1959. (SBI-Rapport 27).

Griffini, Enrico – Construzione razionale della casa. Milano: Editore Ulrico Hoepli, 1948.

Herbert, Mary; Keren, Abraham; Kalay, Yehuda – Some performance guidelines for the design and evaluation of environmental spaces in the dwelling. Israel: Ministry of Works and Housing, Israel Building Centre, Jewish Agency, 1978.

ITCC, Institut de Tecnologia de la Construcciò de Catalunya – Condicions mínimes d’habitabilitat i de construcció dels edificis a contemplar en les ordenances d’edificació. Barcelona: Ed. Dir. General d’Urbanismo, 1983.

Lamure, Claude – Adaptation du logement à la vie familiale. Paris: Ed. Eyrolles, 1976.

Mccullough, Helen E. – Space standards for household activities. Urbana, Illinois: University of Illinois Agricultural Experiment Station, 1962.

Menghi, Lamberto – Manuale di progettazione edilizia. Milano: Ulrico Hoepli Editore, 1992.

MOPU, Ministerio de Obras Públicas y Urbanismo – Normas técnicas de diseño y calidad de las viviendas sociales. Espanha: MOPU, 1978.

MHLG, Ministry of Housing and Local Government – Space in the home. London: Her Majesty’s Stationery Office, 1963.

NBA, The National Building Agency – Generic plans: two and three story houses. S.l.: Ed. NBA, 1965.

Neufert, Ernest – Architects' data (1st English language edition). Crosby Lockwood Staples, 1970.

Noble, John – Dimensional data for housing design. In The architects' journal supplement. The Architectural Press. 15 December 1982.

Palermo, Carolina – Sustentabilidade social do habitar. Florianópolis: Ed. da autora, 2009.

Panero, Julius; Zelnik, Martin – Las dimensiones humanas en los espacios interiores. Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 1979.

Pedro, J. Branco – Programa habitacional. Espaços e compartimentos. Lisboa: LNEC, 1999a (Informação Técnica Arquitetura n.º 4).

Pedro, J. Branco – Programa habitacional. Habitação. Lisboa: LNEC, 1999b (Informação Técnica Arquitetura n.º 5).

Pedro, J. Branco – How small can a dwelling be? A revision of Portuguese building regulations. In Structural Survey. Emerald Group Publishing Limited. 27:5 (2009), p. 390-410.

Pedro, J. Branco; Vasconcelos, Leonor; Monteiro, Mara; Jerónimo, Catarina – Dimensão do mobiliário e equipamento da habitação. Lisboa: LNEC, 2006 (última atualização em 2010). Disponível em (março de 2012).

Pedro, J. Branco; Vasconcelos, Leonor; Monteiro, Mara; Jerónimo, Catarina – Dimensão do mobiliário e do equipamento na habitação. Lisboa: LNEC, 2011 (Informação Técnica Arquitetura n.º 10).

Portas, Nuno – Funções e exigências de áreas da habitação. Lisboa: LNEC, 1969.

Portugal, Leis e Decretos –Despacho n.º 41/MES/85 [Recomendações Técnicas para Habitação Social]. Diário da República. II Série. N.º 38 (1985-02-14).

Svennar, Elsa – Boligens planlosning. Oslo: Norges Byggforskningsinstitutt, 1975 (Handbok 25).

Swedish Standard – Building design/Housing/Furnishing sizes, SS 91 42 21. Edition 2. 1994.

Thiberg, Alice – Room layouts. Stockholm: National Swedish Institute for Building Research, 1970 (National Swedish Building Research Summaries, R41:1970).

Tutt, Patricia; Adler, David (Ed.) – New metric handbook, planning and designing data. Oxford: Butterworth Heinemann, 1979.



Anexo

Programa do seminário nacional do Projecto "ANCORIM - Rede Atlântica para a gestão dos riscos costeiros",

Seminário Nacional, 30 de Março de 2012

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Edifício B, Auditório B032

14h00m Registo de participantes e distribuição de documentação

Registration

14h30m – 16h00m

Abertura

Welcoming address


Sessão 1: Gestão de riscos costeiros

Coastal risks management

• A Rede Atlântica para a Gestão de Riscos Costeiros (ANCORIM)

The Atlantic Network for Coastal Risks Management (ANCORIM)

Prof. Fernando Veloso Gomes, Universidade do Porto

• Decision-makers’ needs at national and European scales

Decision-makers’ needs at national and European scales

Dr-Eng Luciana das Neves, Universidade do Porto


Sessão 2: Resultados do projeto ANCORIM

ANCORIM project outcomes

• Tool 1 – Guia educacional geral (e escolar) for raising awareness of coastal risks

Kit de sensibilização e de informações sobre os riscos costeiros

Prof. António Campar de Almeida, Universidade de Coimbra

• Tool 2 – Natural infrastructures and soft coastal protection solutions

Panorama das soluções leves de proteção costeira

• Tool 3 – ANCORIM Website and multimedia communication tool

O sítio e as ferramentas multimédia do projeto ANCORIM

Dr. Francisco Sancho, Laboratório Nacional de Engenharia Civil

• Tool 4 – Decision Making and Coastal Risks: A Good Practice Guide

Tomada de decisão e riscos costeiros: guia de boas práticas

Dr. Kevin Lynch, NUI Galway

16h00m Coffee Break


16h30m – 18h30m

Sessão 3: Experiências e boas práticas – casos de estudo

Coastal risks management

• Mobilidade da linha de costa, definição do potencial para a proteção de frentes

urbanas costeiras, Esmoriz e Cortegaça - Portugal

Shoreline mobility defining potential for coastal protection of the urban seafronts,

Esmoriz and Cortegaça - Portugal

Prof. Fernando Veloso Gomes, Universidade do Porto

• Desenvolvendo a capacidade de planeamento para combater riscos costeiros:

avaliação de campo no Condado de Mayo - Irlanda

Development Planning and coastal risks: field evaluation from County Mayo - Ireland

Dr Kevin Lynch, NUI Galway

• Plano de Ordenamento da Orla Costeira – Centro

Coastal Zone Management Plan - Centre

Prof. Fátima Alves, Universidade de Aveiro

Discussão

Discussion


18h30m Encerramento

Project website is http://ancorim.aquitaine.fr/
A ENTRADA É LIVRE MAS ESTÁ SUJEITA A INSCRIÇÃO PRÉVIA PARA O E-MAIL: lpneves@fe.up.pt


Notas editoriais:

(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.


(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.


(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.


(iv) Para ser possível a edição de imagens no Infohabitar, elas são obrigatoriamente depositadas num programa de imagens - é usado o Photobucket; onde, devido ao grande número de imagens, se torna difícil registar as respectivas autorias. Desta forma salienta-se que, caso se pretenda usar essas imagens, se consultem os artigos do Infohabitar onde, sistematicamente, as respectivas autorias são registadas. Sublinha-se, portanto, que os vários albuns do Photobucket que são geridos pelo editor do Infohabitar constituem bancos de dados do Infohabitar, sendo essas imagens de diversas autorias, apontadas nos artigos do Infohabitar, pelo que deve haver todo o cuidado no seu uso; havendo dúvidas um contacto com o editor será sempre esclarecedor abc@lnec.pt

Infohabitar - Ano VIII - N.º 386 - 25 de Março de 2012


Infohabitar a Revista do Grupo Habitar


Editor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho

Lisboa, Encarnação - Olivais Norte

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