Próximos estudos habitacionais IV – segundos comentários gerais sobre o tema “Habitar Melhor” (edifícios e suas envolventes) – infohabitar # 995
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 995
Edição: quarta-feira 16 de Setembro de 2026
Editorial
(“Próximos
estudos habitacionais IV – segundos comentários gerais sobre o tema Habitar Melhor”
– Infohabitar # 995”)
Caros
leitores,
Lembrando
que estamos a 5 edições do nosso número mil!
Na
edição de hoje continuamos a desenvolver, com informalidade, alguns comentários
exploratórios e genéricos sobre os temas e as naturezas específicas que marcaram
e poderão ir marcando o aprofundamento de alguns estudos/ensaios e reflexões
sobre habitação e habitar, que foram aqui divulgadas ao longo de mais de 20
anos.
Na
edição de hoje da Infohabitar continuamos a desenvolver, com informalidade,
alguns comentários sobre os temas e as naturezas específicas que marcaram e
poderão ir marcando o aprofundamento de alguns estudos/ensaios e reflexões
sobre habitação e habitar, que foram aqui divulgadas ao longo de mais de 20
anos.
No
artigo de hoje centramo-nos numa segunda aproximação, em termos de comentários
temáticos aos diversos subtemas que integram o tema editorial que, até agora,
foi o mais editado na Infohabitar (com 184 artigos), o tema “habitar e viver
melhor”, aqui resumido como “habitar melhor”.
No
texto desta semana continuamos a desenvolver informalmente algumas reflexões nessa
perspectiva; apontando e discutindo, diversamente, aspetos anteriormente
abordados e dando início a ideias e pontos de vista que nos parece poderem
levar a outras interessantes discussões e avanços na grande área do
"habitar melhor”, e designadamente sobre os seus aspectos de enquadramento
qualitativo diversificado e de desenvolvimento vicinal.
Boa
leituras é o que se deseja e naturalmente será ESSENCIAL poder ter
contribuições vossas em NESTA MATÉRIA ESPECÍFICA, seja a título de sugestões,
seja mesmo como artigos propostos para publicação E EVENTUALMENTE SOBRE ESTE
MESMO TEMA DO QUE FOI E PODE AINDA VIR A SER A INFOHABITAR.
E
lembra-se aqui a relativa facilidade e o grande interesse editorial que estará
sem dúvida associado, por exemplo, à divulgação parcial, aqui na Infohabitar,
de estudos associados a teses de doutoramento e mesmo de mestrado (bem
qualificadas) ou a uma divulgação parcial e cuidadosa de partes de estudos em
curso, por exemplo de doutoramento; mas também e com forte relevo os estudos
individuais, técnicos e teórico-práticos que colegas leitores tenham
desenvolvido ou estejam a desenvolver; pois afinal o GHabitar e o seu
Infohabitar sempre foram e quiseram ser plataformas de ativo diálogo entre a
boa academia e a boa técnica.
Com
as minhas saudações cordiais e desejos de bom trabalho ou ainda de boas férias,
conforme seja o caso,
António
Baptista Coelho
Editor
da infohabitar
Próximos estudos habitacionais IV –
segundos comentários gerais sobre o tema “Habitar Melhor” (edifícios e suas
envolventes) – infohabitar # 995
Nota
específicas:
-
sobre a ilustração do presente artigo foi realizada com apoio de IA
-
sobre o conteúdo do artigo: ele integra o texto editado na infohabitar # 994,
mais os novos textos nos itens “V e VI”, sobre as envolventes e os edifícios
residenciais.
1. Notas de introdução sobre os estudos e as reflexões desenvolvidos desde há cerca de 40 anos e divulgados na Infohabitar durante mais de 20 anos
Num dos
últimos artigos apresentámos, aqui, as listagens de temas que têm sido
desenvolvidos e divulgados, aqui, na Infohabitar, e naturalmente para lá dos
mais de 100 autores que neles participaram, coube-me a responsabilidade
editorial de manter a nossa revista sempre ativa semanalmente.
No que se
refere aos temas que fui desenvolvendo na Infohabitar, eles traduziram,
portanto, em artigos, e um pouco sob a forma dos velhos conhecidos
“fascículos”, a sequência de estudos a que me dediquei a 100% no saudoso Núcleo
de Arquitectura do LNEC durante cerca de 40 anos de atividade.
Como já
aqui referi eles foram, muito sinteticamente: (i) os espaços exteriores em
novas áreas residenciais; (ii) a habitação de interesse social e a habitação
cooperativa; (ii) a habitação evolutiva e adaptável; (iv) a qualificação
arquitectónica residencial; (v) a habitação informal; (vi) a habitação
“humanizada”; (vii) a habitação intergeracional equipada; e como essencial
suplemento de alma (viii) o desenho esboçado do habitat humano.
Fig. 00:
dos espaços exteriores aos espaços domésticos residenciais
2. Sobre o tema e série editorial “Habitar e Viver Melhor”, resumidamente “Habitar Melhor” (184 artigos de base): apresentação geral sintética
Esta série intitulada “habitar
e viver melhor”, e neste artigo sintetizada com a designação “habitar melhor”,
corresponde ao tema editorial n.º 6 da Infohabitar e foi a mais desenvolvida
editorialmente com 184 artigos, 186 incluindo o presente artigo.
Um tal desenvolvimento
explica-se por três razões (mais uma): (i) tratar-se, provavelmente, de uma
matéria “central” na temática editorial da Infohabitar, como é evidente; (ii) )
a vontade de fazer um dia um livro sobre o assunto, que será naturalmente muito
facilitado com um tal desenvolvimento preparatório; e (iii) ser um tema ao qual
uma reflexão arquitectónica habitacional sempre volta e revisita com gosto e
variadas perspectivas de reflexão; (iv) e juntamos mais uma razão, neste caso,
prática que é a grande relação que este tema marca entre teoria e prática,
entre reflexões mais livres e essenciais casos de referência.
3. Série “Habitar Melhor”: principais subtemáticas
(nota
importante para a consulta posterior: a seguir aos títulos dos artigos, que são
habitualmente de pequena dimensão, regista-se o respetivo número, e na listagem
total linkada que conclui o presente artigo é fácil de localizar e
sequencialmente chegar ao texto; a numeração dos artigos é sempre ascendente)
(i) Aspetos gerais e estruturadores do
tema “Habitação Melhor” (do bairro ao microespaço doméstico)
(ii) Reflexões mais gerais sobre diversos
subtemas no âmbito do tema geral “Habitação Melhor”
(iii) Nível do Bairro ou Vizinhança
Alargada
(iv) Nível das Vizinhanças Próximas
(v) Relações entre Edifícios Residenciais
e Exteriores Residenciais
(vi) Nível dos Edifícios Residenciais
(vii) Nível dos Espaços Comuns
Residenciais
(viii) Nível dos Espaços Domésticos
Privados (abordagem mais geral) *
(ix) Particularidades dos Espaços Térreos
Domésticos
(x) Nível dos Espaços Domésticos
Específicos (abordagem mais geral)
(xi) Nível dos Diversos Espaços
Domésticos Específicos – estruturado em “categorias” de espaços
Entrada doméstica
Casas de Banho domésticas
Circulações domésticas
Sala-comum
Cozinhar
Arrumação doméstica
Máquina domésticas
Refeições domésticas
Exteriores privados
Quartos
Trabalho em casa …
(xii) Nível dos microespaços domésticos
(xiii) Nível dos pormenores domésticos
(xiv) Relação entre aspetos gerais de
qualidade e de pormenorização residencial e doméstica
Fig. 01: Série “Habitar Melhor”: principais
subtemáticas
(i) Aspetos gerais e estruturadores do tema “Habitação Melhor” (do bairro ao microespaço doméstico)
ARTIGOS
EDITADOS:
A importância de um
verdadeiro habitar (222)
Viver
bem em casa ou viver bem num dado espaço urbano (223)
Equipar o habitar,
habitar os equipamentos – requalificar os equipamentos sociais (233)
Os percursos de uma
cidade habitada e a defesa da Arquitectura Urbana (412)
Este
tema ganha perspectiva em primeiro lugar com a consideração de como, realmente,
a qualidade diária do habitar impacta na qualidade de vida de cada um de nós
individual e familiarmente. E tal consideração é difícil de
quantificar/qualificar, sem dúvida, mas talvez os inquéritos de satisfação
residencial tenham andado enviesados da procura desta qualidade habitacional,
preferindo aspetos excessivamente abstratos e/ou afastados do tema real do
habitar de cada um e de cada família; matéria esta que exige urgente
desenvolvimento.
Por
outro lado a questão do viver melhor “em casa” ou num dado espaço urbano
levanta questões fundamentais, sendo na minha opinião a resposta certa: o viver
melhor num dado espaço urbano e especificamente numa sequência de vizinhanças,
da mais aproxima à mais alargada e citadina; e sendo que talvez que o primeiro
aspeto a relevar aqui é que é urgente tratar de “arquitectura urbana” e de
“habitação urbana”, o que evidentemente é sempre muito mais difícil de
arquitectar do que limitarmo-nos ao edifício; matérias estas que obrigarão ao
aprofundar dos percursos de uma
cidade habitada e da defesa de uma verdadeira Arquitectura Urbana.
Mas
aqui há um outro aspeto importante a reter nesta questão do do viver melhor “em
casa” ou num dado espaço urbano: é que a opção pelo espaço urbano não pode
esquecer a qualidade do espaço edificado e doméstico; não pode ser uma opção,
tem de ser um “complemento” uma solução unificada.
E em
todos estes “equilíbrios” entra e muito bem a questão e a perspectiva de melhor
equipar o habitar, ampliando-lhe a sua noção de habitação também como conjunto
de serviços, um perfil residencial que em nada afecta os outros essenciais
perfis residenciais até mais filosóficos ou poéticos; e, em modo de espelho, a
perspectiva de melhor habitar os próprios equipamentos, ditos coléticos,
aprofundando-lhes a sua atual e bem-vinda tendência de humanização e
requalificação; e, no limite, e com a introdução urgente de novas formas de
habitar mais equipadas, reduzindo muito a fronteira atual entre habitação e
equipamentos residenciais.
Fig.
02 – “Habitação Melhor”: do bairro ao microespaço doméstico
(ii) Reflexões mais gerais sobre diversos subtemas no âmbito do tema geral “Habitação Melhor”
ARTIGOS
EDITADOS:
Novos caminhos da
habitação (239)
Mais espaço ou
melhores espaços residenciais (241)
Apropriação ou
representação na habitação (243)
Vivências e vivendas - Notas sobre
casas e quem as sonha (268)
As medidas do homem
e as medidas da cidade: sobre a natureza do habitar – (
413)
Subvertendo
um pouco a ordem das abordagens feitas nestes artigos talvez que a primeira
prioridade seja o aprofundar de um máximo de aspetos de expressiva humanização
do habitar, naturalmente, ao nível de um habitar arquitectado ao nível urbano e
doméstico bem estruturado e pormenorizado.
E
tal perspectiva já é aqui avançada e em diversos caminhos nos diversos subtemas
de conjuntos de artigos ligados ao tema geral intitulado “habitação
humanizada”, editados nos temas n.º 19 a n.º 25 da Infohabitar e aos quais nos
dedicaremos em artigo específico.
Passando
da básica e essencial humanização do habitar para a sempre presente questão dos
“novos modos de habitar” ou “novos caminhos habitacionais”, eles são matéria
sempre querida dos arquitectos designadamente nas suas intervenções mais
teóricas, mas que depois, na prática, encontra substanciais barreiras, quer
regulamentares, quer mesmo mentais e decorrentes de hábitos culturais muito
arreigados e por também em parte vezes decorrentes de aspetos regulamentares hoje
em dia praticamente sem sentido.
E
aqui haverá lugar ao avançar sobre como as “casas” são concebidas, com que
reais objetivos e sobre o que nelas sonhamos como habitantes e como
projetistas; e já agora com que bases as poderemos sonhar matéria esta que nos
leva obrigatoriamente aos próprios currículos das formações em Arquitectura,
que nesta matéria muito deixam a desejar.
Voltando
a aspetos mais práticos, nestas matérias podemos seguir, talvez caminhos
interessantes, tais como aqueles que resultam de necessidades sociais,
funcionais e geracionais hoje urgentes, como é o caso das soluções residenciais
intergeracionais equipadas e como as outras que decorrem das atuais e evidentes
necessidades de compatibilização entre usos e gostos domésticos e a necessidade
“nova” do designado teletrabalho, e como outros e bem distintos mas também
inovadores caminhos que recuperam múltiplas soluções residenciais e mesmo edificadas
com raízes tradicionais e longamente experimentadas em séculos de vivências, e
que possam ser de certa forma redescobertas e reinventadas hoje em dia; e numa perspectiva
“horizontal” temos ainda os caminhos ligados à compatibilização da dita
“habitação regulamentar” com aspetos importantes ligados a hábitos e formas de
habitar socioculturalmente muito específicos.
E em
tudo isto é evidente que uma solução básica fundamental é a grande
adaptabilidade que a “infraestrutura” menos flexível da habitação –
designadamente as redes de água, esgotos e eletricidade – pode aportar a uma
série de modos de habitar específicos e até à sua futura e natural mutação
(pelos mesmos habitantes e por outros habitantes).
Uma
matéria específica que se liga a estes últimos assuntos é a da escolha entre
aspetos de maior apropriação por quem vai habitar e que assim poderá marcar os
seus sítios e até que nível físico o pode fazer sem “agredir” outras
apropriações alheias e outros gostos pessoais e isto tem, até, reflexos bem
interessantes na própria concepção dos espaços domésticos mais privados ou mais
“comuns”; e a possibilidade da procura de imagens “comuns” que possam traduzir
um interessante e digno sentido de representação e de certa atratividade
residencial, um pouco numa perspetiva de um “formato” que sirva a muitos gostos
e que neles todos traduza uma certa identidade e agradável sentido de sítio
próprio de que nos orgulhamos minimamente.
E
finalmente tudo isto, direta e indiretamente, se traduz, pelo menos em boa
parte, na velha questão que podemos
resumir por termos: mais espaço(s) ou melhor(es) espaço(s) residencial(ais);
uma matéria que tem grande relevância no habitar com apoios públicos e que
quando não se traduz em metros quadrados, traduz-se em aspetos formais mais ou
menos caros e em similares aspetos de pormenorização. Velho e essencial assunto
este, que para já nos leva a fundamentais exigências de real qualidade
arquitectónica, compatibilizadora de desenho e de satisfação, e que encontra
felizmente provas cabais em numerosas e excelentes soluções residenciais de
habitação de interesse social que integram a história, ainda por contar, deste
habitar.
Fig.
03 – “Habitação Melhor”: novos caminhos do habitar …
(iii) Nível do Bairro ou Vizinhança Alargada
ARTIGOS
EDITADOS:
Muito se passa nos
espaços de relação, entre o bairro e a HABITAÇÃO
(226)
Uma cidade diversa,
feita de bairros e limiares (228)
Uma cidade atraente
feita de densidades e imagens estimulantes
(269)
A
questão da importância residencial do nível do bairro coloca evidentemente a
matéria da dimensão do dito bairro, mas no entanto e para já vamos ultrapassar
esta questão no sentido em que propomos considerar como bases de referência
positivas unidades urbanas comumente designadas de “bairros” embora integrando
diversos conteúdos populacionais e urbanísticos específicos, como podemos
referir, por exemplo e em Lisboa, Alvalade e Areeiro, por um lado e com grande
dimensão, e, por outro Olivais Norte, com menor dimensão mas igualmente bem
identificável por quem lá mora e por quem o visita.
Diria
que para imaginar um bairro bom de viver ele tem de ser excelente no dia-a-dia,
tanto no recurso essencial como na “ numa sua “agradabilidade” e atratividade
globais, uma qualificação sempre um pouco abstracta mas que sem dúvida tem
aspetos de qualidade arquitectónica, empatia e apropriação, escala humana,
integração da natureza e na natureza, equipamento não só essencial, carácter e
excelente e múltipla articulação urbana, com a contiguidade urbana e com as
zonas urbanas centrais.
Afinal,
“muito se passa nos espaços de relação, entre o bairro e a habitação”, até
porque quando estamos no nosso remanso doméstico gostamos de interiorizar a
liberdade de rapidamente irmos até uma zona mais animada ou sossegada do
bairro, e também a liberdade de uma pequena, estimulante e segura viagem até
mesmo o centro da nossa cidade, uma viagem que até nos pode evidenciar,
atraentemente, “uma cidade diversa, feita de bairros e limiares”, e, sempre, “uma cidade atraente
feita de densidades e imagens estimulantes”.
E
evidentemente o sentido contrário, no grande jogo da glória urbano, é
igualmente importante e quando estamos na zona mais animada do nosso bairro e
mesmo no centro da nossa cidade é bem importante sabermos e sentirmos a
facilidade que teremos para voltar a casa.
E
num sentido e noutro são de importância estratégica as zonas, ambientes e
percursos de ligação entre níveis físicos, verdadeiras artérias e por vezes
vasos quase capilares de uma agradável estruturação urbana e do habitar.
Fig. 04 – “Habitação Melhor”: “muito se passa nos espaços de relação, entre o bairro e a habitação”,
(iv) Nível das Vizinhanças Próximas
ARTIGOS
EDITADOS:
Uma cidade de
vizinhanças conviviais (280)
Vizinhanças e
proximidades: algumas bases de referência (284)
Os outros sítios que
habitamos, além da nossa casa (330)
Habitar
a cidade e as paisagens de proximidade (392)
Habitar
vizinhanças urbanas (394)
Vizinhanças
conviviais e funcionais (395)
Vizinhanças
socialmente apropriadas e atraentes (402)
Vizinhanças
seguras e ambientalmente agradáveis (405)
Sítios
singulares (414)
Ruas vivas:
elementos que fazem a cidade ( 416)
Acalmia de trânsito
nas vizinhanças (417)
Ruas e quarteirões (
432)
Habitar
a Vizinhança Urbana (608)
Na sequência
de níveis físicos urbanos e residenciais encontramos as vizinhanças de
proximidade – as pequenas “cidades” mais dos cinco do que dos 15 minutos –
porque é essencial que cada habitação tenha a “sua” e que mesmo parecida com as
próximas seja realmente distinta e única.
São
os sítios que habitamos ou que deveríamos habitar para além das nossas
habitações, habitando mais privadamente ou mais convivialmente, a um nível
convivial distinto daquele que também devemos ter nos nossos espaços
domésticos; espaços vicinais socialmente diversificados mas equilibrados, o
mais possível marcados pelo nosso livre arbítrio vicinal num quadro básico
socialmente diversificado, e bem marcados por aspetos de atratividade,
sobriedade e alguma identidade, seguros e razoável e ambientalmente agradáveis
no verão e no inverno.
E
aqui é o lugar certo dos sítios singulares e estimulantes, configurando
vizinhanças caraterizadas por uma profunda acalmia de trânsito, configurando
variadas soluções de arquitectura urbana com natural destaque para as maiores
invenções da urbanidade, que são as ruas e os quarteirões marcados aqui e ali
pela animação e pela calma natural; mas também pelas boas experiências da
modernidade.
De
certa forma a vizinhança de proximidade deve ter a sua própria identidade
formal e funcional, mas também tem de ser expansão natural dos ambientes
domésticos, qualificando-os diretamente, pelo conforto ambiental e pelas vistas
e indiretamente pela oferta de usos exteriores.
E
temos, “por fim”, o espaço público que deve estar bem marcado pela identidade
urbana e pela relação com a natureza (pontual ou globalmente): e cuja
qualificação é fator de identidade e apropriação coletiva de si próprio e dos
espaços construídos nele existentes ou contíguos.
E
sobre as vizinhanças e seus espaços públicos desenvolvi e editei, não há muito
tempo, um livrinho intitulado “Vizinhanças Felizes” - https://infohabitar.blogspot.com/2026/03/novo-livro-vizinhancas-felizes-refazer.html
Fig. 05 – “Habitação Melhor”: nível da vizinhança - os
sítios que habitamos ou que deveríamos habitar para além das nossas habitações …
(v) Relações entre Edifícios Residenciais e Exteriores Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
Viver
intensamente, também o exterior (406)
A
natureza num jogo urbano humanizado (407)
O
jogo urbano das entradas (408)
O jogo das relações
urbanas: através das paredes - i ( 410).
Sítios de passagem,
limiar, transição e vivência - i (433)
Sobre o jogo das
relações urbanas: limiares, transições e relação interior/exterior - I –(411)
Da rua à casa e da
casa à rua: caminhos da surpresa e do pormenor
(415)
Sítios de passagem,
limiar, transição e vivência - ii ( 434)
Relações
entre Vizinhança Urbana e Edifício Habitacional (609)
A
abordagem da relação entre os edifícios residenciais e os respectivos
exteriores residenciais é matéria que na prática se integra no nível físico da
vizinhança de proximidade, mas igualmente no próprio nível do edifício
habitacional, pois caso este relacionamento não exista e afirmado de forma bem
positiva, (i) nem as vizinhanças fazem verdadeiro sentido, “existindo” e se
existirem – pois podem estar inacabadas e/ou abandono – ou “existindo” de forma
incongruente e tentativamente autónomo, e/ou (ii) nem os respetivos edifícios
estão adequada ou minimamente integrados local e arquitectonicamente, surgindo
um pouco como “ETs” numa paisagem desconcertante e/ou desconcertada.
E
infelizmente as duas negativas condições, acima sintetizadas, coexistem, por
vezes, nas mesmas intervenções residenciais.
Em
tudo isto talvez que o principal segredo seja uma aliança entre uma presença
edificada sóbria, digna e claramente atraente para um grande número de
habitantes (condição que exige estudos sensíveis e reflexão) e fazer-se todo o
possível para que se possa radicar e sustentar uma vivência intensa do exterior
residencial logo na contiguidade desse edificado, “chamando-se” as pessoas, com
naturalidade, para estar e usar o exterior, o que é extremamente positivo em
termos de saúde física/ambiental e psicológica, por assim se promoverem
estadias prolongadas ao ar livre – desde que este seja naturalmente bem
qualificado e seguro – e em condições que também naturalmente irão promovendo o
convívio vicinal espontâneo, que tantas vezes começa das formas mais simples,
por exemplo através das crianças que brincam e do passeio dos cães domésticos.
Um tal incremento natural do uso do exterior residencial também decorre de se tirarem partido direto e indireto das relações entre a Vizinhança Urbana, mais ampla, ao nível das suas “portas” e percursos de relacionamento principais, pedonais e outro, e os principais pontos e zonas de acesso aos Edifícios Habitacionais; o que parece ser quase um “lugar comum”, mas que assim muitas vezes não acontece, organizando-se mal os percursos, criando-se péssimos “quase-guetos” afastados e segregados da oxigenação urbana e na prática usando-se mal as ferramentas de projeto residencial e arquitectónico adequadas a este nível físico específico, que não é o do grande espaço público “paisagista” e por vezes um pouco impessoal, nem é o do espaço exterior mais recatado e ligado a um núcleo social mais restrito e que por vezes acaba por ser intrusivo de privacidades e de vivências residenciais muito autónomas e mesmo voluntariamente pouco evidenciadas e muito discretas, que são tão de pleno direito de quem ali habita, como as outras vivências mais conviviais e participativas.
E
para se garantirem tais e excelentes opções vivenciais nada melhor do que
tratar bem os percursos e zonas “chave” de relação entre os diversos níveis
físicos e, sempre que possível, (i) disponibilizar espaços adequados e
distâncias de visibilidade adequadas para permitir mais convívio ou mais
“privacidade” como escolhas em continuidade; e (ii) boas alternativas de
acesso, mais privadas e mais públicas.
As
melhores ferramentas que o arquitecto tem ao seu dispor a este nível de
intervenção acaba por ser toda a extensíssima panóplia de elementos de
Arquitectura Urbana Pormenorizada que integram aquilo que podemos definir como
o jogo das relações urbanas, que nesta escala de grande proximidade pode
e deve retirar partido dos múltiplos limiares, transições e aspetos de relação exterior/exterior
e interior/exterior, que podemos conceber e que podemos identificar em tantas
realizações e casos de referência novos e tradicionais (nunca esquecer estes
últimos) – numa sempre essencial e vital metodologia de visitas, é claro, pois
entre a peça técnica e mesmo a imagem fotográfica ou o vídeo e a realidade
experimentada durante algum tempo, a diferença é crucial (não é por acaso que
os artistas privilegiam o contacto real às simples referências fotográficas).
E é
importante referir aqui que o que designamos de jogo das relações urbanas deve
ser considerado: (i) tanto numa perspectiva, mais corrente – ainda que
infelizmente tão pouco praticada – de procura, identificação, análise e
reaplicação, mais ou menos direta, desse enorme léxico de elementos
arquitectónicos, num verdadeiro “jogo” de múltiplas combinações; como (ii) numa
perspectiva tão ou mais importante de recriação, em cada nova intervenção, de
um meio urbano de proximidade com um vital factor “lúdico”, ligado, por
exemplo, à criação de percursos estimulantes e portanto sempre um pouco
“lúdicos”, e composto por uma estimulante diversidade de acontecimentos e de
elementos componentes que possam ser até gradualmente melhor conhecidos e
diversamente apropriados.
Neste
jogo é também de grande importância considerar o cenário mais noturno, que pode
e deve ser igualmente atraente e estimulante e factor de rica diversidade, pois
nunca nos devemos esquecer que muitos habitantes durante a semana só irão poder
usar mais o exterior ao final da tarde e mesmo à noite, sendo que o nosso clima
o permite com intensidade.
Neste
jogos os elementos “chave”, aqueles que devem marcar bem os diversos
níveis/fases dos percursos, tal como num verdadeiro jogo, são as entradas nos
edifícios, residenciais e de equipamentos, os equipamentos exteriores, as
principais zonas de acesso ao conjunto residencial e o riquíssimo e sensível
jogo das relações urbanas e domésticas que se faz através das paredes;
marcando-se, assim, desejavelmente, um verdadeiro “jogo da glória” que liga “a
rua à casa e a casa à rua”, passando por variados limiares e espaços de estadia
eventual, e utilizando sempre e desejavelmente: caminhos sempre com alguma
surpresa e sempre muito e bem pormenorizados, pois estão sempre bem próximos
dos olhos e mesmo das mãos e sítios afirmadamente positivos e nunca
residuais/sobrantes, de passagem, limiar, transição e vivência.
Fig. 06 – “Habitação Melhor”: os elementos
“chave”, aqueles que devem marcar bem os diversos níveis/fases dos percursos, …
Naturalmente
que tudo isto só é possível existindo adequadas condições de segurança pública nestes
exteriores residenciais, condição esta que se liga em primeiro lugar a uma
essencial estima pelo espaço público, bem mantido e digno, e a uma sua conceção
muito cuidada em termos do bem conhecido urbanismo pormenorizado tendo em conta
condições de segurança, matéria esta onde se salientam as condições
estratégicas de acesso e de bloqueio de acesso e as condições de visibilidade
de segurança no exterior e entre os fogos e equipamentos que devem bordejar e
“vigiar” naturalmente, mas não de forma intrusiva (ou demasiado direta e
próxima), o que se passa nesse exterior, inviabilizando-se zonas exteriores
escondidas, mas também cuidando-se, mutuamente, da inexistência de condições de
pouca privacidade em espaços domésticos contíguos e próximos.
Vamos
concluir, para já, esta estimulante temática da relação entre os edifícios
residenciais e os respectivos exteriores residenciais com o revê apontamento de
uma subtemática que tem importância crucial em tudo o que acima foi apontado,
tendo também importante presença específica e que é o relevo que tem de ser
dado à presença efetiva da natureza num “jogo urbano” de proximidade que se
deseje expressivamente humanizado e qualificado.
Esta
subtemática é daquelas que vai exigir aprofundamento específico até com recurso
a outros artigos, editados na Infohabitar, e onde se apontaram as
extraordinárias e ainda tão ignoradas vantagens da integração do designado
“verde urbano”, seja numa sua aplicação até como motivo estruturante de uma
dada intervenção, seja como elemento de composição atraente e significativo,
marcante em termos de apropriação e até eventualmente concentrado.
Não
iremos aqui, portanto, desenvolver esta matéria mas apenas lembrar que a
introdução do verde urbano é exigente pois obriga a adequados cuidados de
instalação e manutenção, mas pode e deve ser facilitada e bem caraterizada
através do uso de vegetação autóctone e resiliente, e é sempre uma opção com
excecionais vantagens para a saúde física e psicológica dos habitantes e
designadamente daqueles mais frágeis como as crianças, os idosos e as pessoas
com problemas de saúde, sendo igualmente excecional para a melhoria das
condições de bem-estar e de conforto ambiental dos espaços exteriores
residenciais e diretamente das habitações contíguas.
Um
outro aspeto suplementar mas de grande importância refere-se ao potencial papel
protagonista que o verde urbano privado mas com imagem pública pode ter
especificamente na qualificação da relação entre os edifícios residenciais e os
respectivos exteriores, seja em elementos de vegetação integrados em varandas e
terraços, seja em pequenos jardins e pátios térreos ou próximos do nível
térreo; e paralelamente esta caraterização assegura também um importantíssimo
papel ao nível da apropriação do local e das habitações pelos seus habitantes.
Fig. 07 – “Habitação Melhor”: o papel protagonista que o verde urbano
privado mas com imagem pública pode e deve ter …
(vi) Nível dos Edifícios Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
Edifícios
habitacionais e urbanos - uma primeira reflexão (
435)
Entre a rua e a
habitação, os espaços comuns ( 437)
Grandes famílias de
edifícios habitacionais ( 438)
Edifícios
habitacionais: organização e composição (444)
Percurso,
vivência e identidade nos edifícios multifamiliares (447)
Os
espaços antes das entradas comuns na habitação (449)
O
nível físico do edifício habitacional é algo de essencial em termos de promoção,
pois quase tudo aqui se passa e mesmo a questão da respetiva envolvente muito
sofre pelas eventuais ambiguidades que marquem a delimitação física do edifício
mais os seus espaços contíguos eventualmente existentes e bem definidos e mais
os seus espaços exteriores contíguos e eventualmente pouco definidos.
Muita
da qualidade residencial inicial de uma dada intervenção residencial e urbana
passa pela clarificação deste tipo de responsabilidades iniciais, em termos de
conclusão especifica da obra e para futuro, em termos da responsabilidade pela
respativa manutenção e periódica reabilitação.
Trata-se
de matéria que exigirá aprofundamento em artigo específico, que julgo poderei
construir baseando-me em casos concretos e de referência, no entanto podemos
desde já sublinhar que toda e qualquer indefinição sobre esses limites de
intervenção e de manutenção são caminhos diretos para problemas sequenciais de
menor cuidado com os espaços públicos e mesmo do seu eventual quase abandono,
com todas as sequelas ambientais e sociais que daí resultarão.
Podemos
portanto salientar que cada edifício, cada condomínio, cada conjunto
residencial tem de ter, obrigatoriamente e bem clarificada e facilitada a
responsabilização e manutenção dos “seus” espaços comuns exteriores ou de uso
público e manutenção privada, ou de uso público e manutenção pública: não pode
haver espaços, quaisquer espaços “esquecidos” ou “sobrantes” em termos da sua
pertença e respetivos cuidados de manutenção.
E
temos de referir que há soluções de arquitectura urbana, e especificamente as
que definem quarteirões, mais ou menos fechados ou abertos, que são claramente
as mais adequadas para uma tal essencial estratégia de responsabilização e
mesmo positiva apropriação, enquanto outras “soluções” há que são muito
complexas a este nível, como é o caso de torres ou blocos habitacionais mais
isolados, que podem ser naturalmente excelentes, quando todo o processo está
“blindado” para se assegurar a adequada manutenção dos espaços envolventes, mas
que podem degenerar em abandono de espaços ditos públicos e em “mancha de óleo”
com zonas escondidas da vista natural a partir dos edifícios, quando se
praticam más soluções de arquitectura urbana e quando não existe nem pode
existir essa “blindagem”, como será sempre o caso de conjuntos de promoção
pública (ex., uma dada gestão municipal pode garantir essa manutenção, mas uma
outra gestão pode simplesmente quase esquece-la, ou reduzi-la a níveis
infuncionais, como aconteceu em Olivais Norte em Lisboa).
Fig. 08 – “Habitação Melhor”: há soluções de arquitectura urbana
residencial, e especificamente as que definem quarteirões, mais ou menos
fechados ou abertos, que são claramente as mais adequadas …
Com
esta abordagem queremos chegar à noção de que realmente a escolha do tipo de
edifícios tem de ter em conta a escolha da respectiva arquitectura urbana, que
tem, por sua vez, de ter em conta as respetivas condições sociais e de gestão
da respetiva intervenção; não pode haver uma escolha “isolada” de uma dada
tipologia edificada, uma afirmação que também, evidentemente, se justifica pela
própria essencial urbanidade que deveria caraterizar boa parte se não a
totalidade das continuidades urbanas, tratando-se, afinal de “edifícios
habitacionais e urbanos” e não “apenas” de edifícios habitacionais – a tal
habitação que faz cidade, tantas vezes defendida por Duarte Nuno Simões, e, já
agora, aquela cidade que faz e propicia habitação e não uma sucessão de
dormitórios mais ou menos autonomizados.
Mas
nestas escolhas essenciais das mais adequadas arquitecturas urbanas e
residenciais um outro aspeto é decididamente vital, que é o da humanização
tipológica do edificado residencial, uma perspectiva que penso faz avançar e
positivamente o conhecido, e sempre pouco aplicado (sabe-se lá porquê pois até
é financeiramente eficaz) conceito de uma adequada relação entre tipos de
edifícios e grupos socioculturais que os habitem – a “velha” noção de que não
devemos realojar em altura, em torres, pessoas habituadas a viver ao nível
térreo.
Realmente
esta ideia de uma desejável humanização nas escolhas tipológicas dos edifícios
residenciais, aspeto este que desenvolvi, globalmente, no estudo designado
“Habitação Humanizada (HH)” e ao qual em breve voltarei, é algo que para além
de ter essa importante dimensão sociocultural e de hábitos de vida, tem uma
importantíssima dimensão urbana e de escala urbana e humana, capaz de ajudar a
gerar cidade viva e estimulante, ou, pelo contrário, geradora de guetos
verticais ou até por vezes horizontais; e tem ainda uma vital dimensão humana
associada ao possível desejável e insubstituível papel que pode e deve ser
cumprido pela habitação de cada um e de cada família, em termos das respetivas
identidades, estimas próprias (amor próprio) e mesmo potência em termos de
alavanca pessoal e social que podem e devem ser cumpridas pela habitação,
globalmente, e especificamente pela habitação com apoios públicos, que não pode
nem deve limitar-se a “alojar”, a “abrigar”, até porque se o fizer está a tapar
de certa forma problemas que logo se irão destapar e ressurgir.
Ainda
um outro bem importante aspeto que pode e deve ser assegurado por uma adequada
escolha tipológica do edificado residencial tem a ver com a realidade de que
muitas das melhores propostas habitacionais aos nível do fogo, em si, dependem
de múltiplas outras escolhas nos respetivos edifícios que os contêm e integram,
seja na sua forma e altura gerais, seja na tipologia e carácter dos seus
espaços comuns, seja pela eventual existência de equipamentos e serviços
comuns, como no caso da habitação intergeracional equipada.
E tudo
isto nos leva ao estudo teórico-prático das grandes famílias de edifícios
habitacionais, desde o unifamiliar isolado ele próprio com variantes, até ao
grande multifamiliar em altura e de enorme dimensão que possa conter quase uma
pequena cidade vertical; numa enorme variedade de soluções e de casos práticos
e de referência – desejavelmente positiva mas onde podem também pontuar os
“grandes desastres” residenciais – muito associáveis à habitação com interesse
social ou com apoios oficiais, mas onde é fundamental integrar riquíssimas
experiências de habitação de promoção privada; e um estudo, sublinho, que deve
ser privilegiadamente teórico-prático, e que pouco tem sido avançado na prática
e com claros objetivos de aplicação à realidade, pois os estudos mais teóricos
nestas áreas ainda existem em razoável número, mas sendo a sua aplicabilidade
muito questionável.
Parece
haver aqui uma fronteira e um problema: uma fronteira entre pensar o edifício
residencial em termos mais livres e teóricos, com bastante liberdade, mas quando se vai para a prática
tal liberdade fica muito condicionada e são poucos frequentes e muito
importantes os casos de quase exceção onde há verdadeiros avanços práticos e
teóricos concretos; como aconteceu de modo muito generalizado no conjunto de
edifícios de interesse social do Bairro de Olivais Norte, em Lisboa na década
de 1960 por mão das Habitações Económicas do Estado central e do Gabinete
Técnico de Habitação da CML. Mas há felizmente na atualidade algumas soluções
edificadas de habitação de interesse social e outras que bem merecem estudo e
referência e assim aconteceu felizmente desde o 25 de Abril em Portugal.
Mas
saliente-se o peso regulamentar e já em boa parte incoerente no influenciar de
soluções residenciais edificadas muito pouco estimulantes e no bloqueio
regulamentar de outras importantes inovações ou reinterpretações de soluções
residenciais; e tal será urgente acautelar, até porque muito tempo passou desde
os higienistas do final do seculo XIX, e temos atualmente um amplo corpo
técnico e na área da Arquitectura.
Mas falta
também a pesquisa nas variadas áreas associadas às tipologias residenciais
edificadas e mais adequadamente numa sua vital dimensão urbana e ao nível das
melhores e mais adequadas e adaptáveis vizinhanças integrando edifícios,
espaços comuns, espaços exteriores privados, espaços comuns de uso público e
espaços públicos mais marginais.
O
essencial em termos mais gerais sobre a importância e o urgente aprofundamento
das escolhas tipológicas residenciais em termos da respetiva Arquitectura
Urbana já terá aqui sido apontado, globalmente, mas provavelmente obrigará a
artigos específicos, e visando especificamente o aspeto vital da procura de
adequadas e vitalizadoras densidades – bem diversas das referidas naqueles
velhos quadros de equipamento funcionalistas que imagine-se deram origem ao “excelente”
bairro de Chelas em Lisboa, Os espaços antes das entradas comuns na habitação
Em
termos mais concretos e mais pormenorizados importa lembrar e sublinhar alguns
aspetos começando com o papel protagonista que têm os espaços comuns do
edifício residencial seja na sua conformação e caraterização, seja na essencial
relação entre “a rua e a habitação”,
podendo nos limites assumir um verdadeiro e estratégico “apagamento” e redução
até espacial, com transporte do protagonismo para os mundos doméstico e
público, como acontece em tantos bons exemplos históricos de habitação de
interesse social, ou no outro limite assumindo-se os espaços comuns
quase como uma rua elevada que liga fortemente o espaço público até à porta de
“casa”.
Sobre
a organização e composição do edifício residencial talvez aqui referir apenas
que se julga ser matéria pouco explorada, pois há sempre ou quase sempre um
deslocar da atenção para a habitação, até em termos de soluções-tipo, ou para a
“pele” exterior do edifício, estando os seus espaços comuns regulamentarmente
“projetados”; e eu diria que muitas das melhores soluções residenciais
correspondem a situações onde os respetivos projetistas arquitectos ousaram
avançar em verdadeiros projectos de “edifícios residenciais e urbanos”; matéria
esta que nos levará mais longe, espero eu, em futuro artigo.
Um
avanço projetual aplicável a qualquer tipologia ou categoria de edifício
residencial, do pequeno unifamiliar ao grande quarteirão “unificado”, e que
passa sempre, nos bons casos de referência, por um adequado manejar
arquitectónico das questões ligadas aos percursos, às vivências e às
identidades que devem marcar sempre estas intervenções.
Fig. 09 – “Habitação Melhor”: o papel protagonista que têm os espaços
comuns do edifício residencial , neste caso levado de certa
forma “ao extremo” numa intervenção intergeracional equipada.
Nota importante: semana que vem continuaremos estas reflexões a
partir do seguinte nível físico urbano e residencial.
(vii)
Nível dos Espaços Comuns Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
A importância dos espaços comuns ou
semi-privados nos edifícios multifamiliares (I) (455)
A
importância dos espaços comuns ou semi-privados nos edifícios multifamiliares
(II) ( 456)
Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte I (457)
Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte II (458)
Dos
átrios comuns habitacionais aos outros espaços de condomínio (459)
Escadas
comuns e elevadores residenciais (460)
Galerias
comuns e patins residenciais (461)
Do
edifício comum aos mundos domésticos (465)
Inovação
nos espaços comuns habitacionais (575)
Espaços
comuns habitacionais conviviais (576)
Inovação
nos espaços comuns habitacionais (577)
Garagens
comuns habitacionais (578)
Espaços
Comuns do Edifício Habitacional (610)
Espaços
comuns no edifício multifamiliar: novo artigo e links para
outros 4 artigos sobre o tema (620) *
Inovar nos espaços
comuns residenciais – Infohabitar # 747
Ainda sobre a
inovação nos espaços comuns residenciais – Infohabitar # 750
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756
Uma introdução geral
aos espaços domésticos comuns – Infohabitar # 783.
(viii)
Nível dos Espaços Domésticos Privados (abordagem mais geral) *
ARTIGOS
EDITADOS:
Os
nossos pequenos mundos domésticos e pessoais: introdução (468)
Mundos
domésticos e pessoais: habitação e espaços da habitação, temas de
desenvolvimento (469)
Novas
formas de habitar (470)
Diversidade
na organização habitacional (471)
Adaptabilidade
e habitação (472)
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional (473)
Algumas
reflexões gerais sobre a adaptabilidade doméstica (478)
Bons
espaços e ambientes domésticos I (488) *
Bons
espaços e ambientes domésticos II (489)
Zonas
domésticas:propostas organizativas (491)
Diversas opções para
os espaços da habitação (493)
Equilíbrios
dimensionais e de privacidade na habitação (494)
Opções
de compartimentação na habitação (495)
“Libertar”
a habitação das instalações (496)
Espaços
domésticos privados (579)
Dos
quartos aos pequenos apartamentos (622)
Uma
nova funcionalidade doméstica (627)
Notas suplementares
sobre a inovação no espaço doméstico – Infohabitar 691
Sobre a temática das
novas formas de habitar – Infohabitar # 730
Sobre a importância
da diversidade na organização habitacional – Infohabitar # 731
Sobre uma habitação
mais adaptável - Infohabitar # 732
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional – Infohabitar # 733
(ix)
Particularidades dos Espaços Térreos Domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Viver
ao nível térreo I (475)
Viver
ao nível térreo II (476)
Habitações térreas e
opções domésticas e urbanas – Infohabitar # 734
Espaço urbano
vitalizado pela habitação térrea – Infohabitar # 735
(x)
Nível dos Espaços Domésticos Específicos (abordagem mais geral)
ARTIGOS
EDITADOS:
Oferta
diversificada de espaços domésticos específicos I (497)
Oferta
diversificada de espaços domésticos específicos II (498)
Espaços
domésticos comuns (499)
Adaptabilidade
nas habitações (611)
Organizar
os espaços habitacionais (612)
Interior
da habitação: entrada, circulação e zonas mais sociais (613)
Espaços
domésticos privados (621)
Sobre os espaços
domésticos (mais) privados, uma introdução - Infohabitar n.º 753
Sobre a oferta de
diversas propostas organizativas para as zonas domésticas – Infohabitar # 761
Equilíbrios
dimensionais e de privacidade e convívio na habitação – infohabitar # 777
Opções de
compartimentação na habitação – infohabitar # 779
“Libertar” a
habitação das instalações – infohabitar # 780.
Oferta abrangente de
espaços domésticos específicos – infohabitar # 781.
(xi)
Nível dos Diversos Espaços Domésticos Específicos – estruturado em “categorias”
de espaços
ARTIGOS
EDITADOS:
Entrada doméstica
Entrar
na habitação, o vestíbulo de entrada (503)
Entrar na habitação;
o vestíbulo de entrada – Infohabitar # 786
Casas de Banho domésticas
Lavabo,
espaço funcional ou de “cerimónia” (506)
Renovada
abordagem das casas de banho domésticas – I (567)
Verdadeiras
casas de banho e não simples e frias “instalações sanitárias” – II (568)
Casas
de banho domésticas – 2 artigos sobre o tema e um novo texto (618)
Circulações domésticas
Circulações
domésticas como espaços de vida – I (510)
Circulações
domésticas como espaços de vida - II (511)
Corredores
e zonas de passagem domésticas (518)
Escadas
domésticas (517)
Transformar as
circulações domésticas em verdadeiros espaços de vida – Infohabitar # 787
Potencialidades e
problemas a considerar nas circulações domésticas – infohabitar # 788
Inovação nos
corredores e zonas de passagem domésticas – infohabitar # 789.
Qualidade e inovação
nas escadas domésticas – infohabitar # 790
Sala-comum
A
sala-comum multifuncional (519)
A
sala-comum: diversos hábitos e usos (520)
A
sala-comum: problemas, potencialidades e inovações (521)
Algumas
ideias sobre a sala-comum – 3 artigos sobre o tema e um novo texto (615)
Introdução à
sala-comum doméstica – infohabitar # 796
Sala-comum como
espaço doméstico multiusos - infohabitar # 797
Problemas e
potencialidades da sala-comum doméstica - infohabitar # 798
Cozinhar
A
cozinha para conviver (525)
Cozinha:
aspetos motivadores e problemas a considerar (530)
Projeto
de cozinhas, algumas questões (531)
O
espaço de cozinha: novidades e tendências (532)
Inovar
no espaço da cozinha doméstica (616)
Sobre o espaço
doméstico para cozinhar e conviver – infohabitar # 802
A cozinha: problemas
correntes, condições de conforto e aspetos motivadores – infohabitar # 803
Arrumação doméstica
Arrumação
doméstica: aspetos gerais (534)
Versatilidade
da arrumação doméstica (537)
Arrumações
domésticas: aspetos inovadores (542)
Tipologias da
arrumação doméstica – Infohabitar 681
Máquina domésticas
As
máquinas domésticas (541)
Lavandaria
doméstica (543)
Arrumações
e máquinas domésticas: da adequação à inovação (617)
Refeições domésticas
A renovada
importância das zonas de refeições domésticas (566)
Exteriores privados
Importância
dos pequenos espaços exteriores privados (569)
Repensar
os espaços exteriores privados (571)
Motivar
o uso dos espaços exteriores privados (572)
Problemas,
apropriação e caraterização do exteriores privados (573)
Inovar
no exterior privado (574)
Espaços
exteriores privados (619)
Dar importância aos
pequenos espaços exteriores privados – Infohabitar # 740
Repensar os espaços
exteriores privados – Infohabitar # 741
Motivar o uso dos
espaços exteriores privados – Infohabitar # 743
Apropriação e
caraterização dos exteriores privados – Infohabitar # 744
Inovar nos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 746
Quartos
O
espaço doméstico do quarto: introdução (580)
Inovar
no projeto de quartos I (581)
Inovar
no projeto de quartos II (582)
Quartos
bem habitáveis (583)
Grande
variedade de quartos (584)
Sobre o espaço
doméstico do quarto, uma introdução - Infohabitar # 754
Trabalho em casa …
Trabalhar
em casa, escritório doméstico, home office (I) (585)
Espaços
domésticos para trabalho profissional e passatempos (626)
(xii)
Nível dos microespaços domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Microfunções
e microespaços domésticos: uma abordagem geral (632)
Cantos e
recantos domésticos: bases de mundos pessoais (633)
Reflexão
geral sobre os subespaços da habitação (634)
Pequenos
sítios domésticos I: dos lugares de sentar e mesa aos (re)cantos “activos”
(639)
Bay
Windows e outros "lugares-janela" (638)
Lugares
secretos, sítios-lareira e sítios-TV - Pequenos sítios domésticos II
(640)
Sítios-biblioteca
(641)
Sítios
da habitação - Sobre uma habitação mais feita de sítios específicos do que de
funções domésticas (643)
Os
muitos sítios de uma boa habitação I (670)
Os muitos sítios de
uma boa habitação II, sobre os corredores - Infohabitar 671
Pequenos espaços
exteriores e interiores/exteriores privados - Infohabitar 673
Tipologia dos
pequenos espaços exteriores e interiores/exteriores privados - Infohabitar 674
(xiii)
Nível dos pormenores domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Pequenos
grandes mundos do pormenor doméstico (635)
Caracterização
geral dos vãos exteriores I (636)
Caracterização
geral dos vãos exteriores II (637)
O cromatismo
residencial - Infohabitar 676
Pormenorização da
arrumação doméstica – Infohabitar 680
Vãos de porta e
qualidade arquitectónica interior – Infohabitar 685
Guardas, parapeitos
e peitoris domésticos e qualidade arquitectónica – Infohabitar 686
As janelas e o
interior doméstico – Infohabitar 687
(xiv)
Relação entre aspetos gerais de qualidade e de pormenorização residencial e
doméstica
ARTIGOS
EDITADOS:
Relação geral entre
construção/acabamento e qualidade arquitectónica interior - Infohabitar 684
Sobre o conforto
ambiental e a qualidade arquitectónica interior doméstica – Infohabitar 688.
Equipamentos e
instalações domésticas e qualidade arquitectónica – Infohabitar 689.
Uma habitação ligada
à natureza e bem estimulante (Bons espaços e ambientes domésticos I)
– Infohabitar # 757
Uma habitação
globalmente bem integrada, espaçosa, funcional, acessível e segura (Bons
espaços e ambientes domésticos II). António
Baptista Coelho – Infohabitar # 758
4. Tema/Série editorial Habitar e Viver Melhor (184 artigos): listagem “linkada” e reordenada
Listagem reordenada e LINKADA INDIVIDUALMENTE do tema “Habitar e Viver
Melhor” e seus 184 artigos editados na Infohabitar entre Novembro de 2008 e
Fevereiro de 2022: (a azul os artigos “fora de numeração”)
Série habitar e viver, I: A importância de um verdadeiro
habitar -
António Baptista Coelho (n.º 222, 17 Nov. 08, 9 págs., 7 figs.)
Série habitar e viver (melhor), II: VIVER BEM EM CASA OU
VIVER BEM NUM DADO ESPAÇO URBANO -
António Baptista Coelho (n.º 223, 24 Nov. 08, 5 págs., 5 figs.)
Série habitar e viver (melhor), III: muito se passa nos
espaços de relação, entre o bairro e a HABITAÇÃO -
António Baptista Coelho (n.º 226, 15 Dez. 08, 5 págs., 4 figs.)
Série habitar e viver (melhor), IV: uma cidade
diversa, feita de bairros e limiares -
António Baptista Coelho (n.º 228, 4 Jan. 09, 7 págs., 5 figs.)
Equipar o habitar, habitar os equipamentos – requalificar os
equipamentos sociais - Série
habitar e viver (melhor), V ,António Baptista Coelho (n.º 233, 9 Fev. 09, 6
págs., 7 figs.)
Novos caminhos da habitação - António Baptista Coelho (n.º 239, 16 Mar. 09, 5 págs., 6
figs.)
Série habitar e viver (melhor), VI: mais espaço ou melhores
espaços residenciais -
António Baptista Coelho (n.º 241, 6 Abr. 09, 6 págs., 4 figs.)
Apropriação ou representação na habitação - António Baptista Coelho (n.º 243, 20 Abr. 09, 5 págs., 4
figs.)
Vivências e vivendas I - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 264, Setembro
20, 2009, 7 págs., 5 figs.).
Vivências e vivendas II - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 266, Outubro
05, 2009, 10 págs., 6 figs.).
Vivências e vivendas III - Notas sobre casas e quem as sonha - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 268, Outubro
18, 2009, 5 págs., 3 figs.).
Série habitar e viver melhor, VII: Uma cidade atraente feita
de densidades e imagens estimulantes -
António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 269, Outubro 26, 2009, 11
págs., 8 figs.); uma nova edição, revista e complementada, de um artigo
anteriormente editado no Infohabitar, agora integrado na “Série habitar e viver
melhor”
Uma cidade de vizinhanças conviviais -
Série habitar e viver melhor, VIII - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano
VI, n.º 280, Janeiro 10, 2010, 6 págs., 3 figs.).
Vizinhanças e proximidades: algumas bases de referência Série
habitar e viver melhor, IX - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano VI, n.º
284, Fevereiro 07, 2010, 5 págs., 3 figs.).
Lançamento do livro ENERGIA SOLAR PASSIVA e novo artigo da
Série habitar e viver melhor, o n.º X desta série, intitulado "Os
outros sítios que habitamos, além da nossa casa" - António
Baptista Coelho (n.º 330, 22 Jan. 11, 7 págs., 3 figs.).
Habitar a cidade e as paisagens de proximidade (artigo); e Notícias do 2.º CIHEL XII
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 392, 6 Mai. 12, 3 págs., 3 figs.).
Habitar vizinhanças urbanas, por António Baptista BCoelho e Notícias do 2.º CIHEL XIII
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 394, 20 Mai. 12, 4 págs., 4 figs.).
Vizinhanças conviviais e funcionais (artigo); e Notícias do Infohabitar - XIV
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 395, 27 Mai. 12, 4 págs., 4 figs.).
Vizinhanças seguras e ambientalmente agradáveis (artigo) e últimas notícias do 2.º CIHEL -
XVI SHVM, António Baptista Coelho (n.º 405, 13 Ago. 12, 3 págs., 3 figs.).
Vizinhanças socialmente apropriadas e atraentes -
XV SHVM, António Baptista Coelho (n.º 402, 15 Jul. 12, 2 págs., 2 figs.).
Viver intensamente, também o exterior (artigo); e notícias do
2.º CIHEL - XVII
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 406, 4 Set. 12, 3 págs., 3 figs.).
A natureza num jogo urbano humanizado (artigo); e notícias do 2.º CIHEL - XVIII
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 407, 12 Set. 12, 3 págs., 4 figs.).
O jogo urbano das entradas (artigo); e notícias do 2.º cihel -
XIX SHVM, António Baptista Coelho (n.º 408, 21 Set 12, 2 págs., 2 figs.).
O jogo das relações urbanas: através das paredes - i - XX
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 410, 4 Out. 12, 3 págs., 3 figs.).
Sítios de passagem, limiar, transição e vivência - i - Artigo
XXIX da Série habitar e viver melhor - António Baptista Coelho (n.º
433, 1 ABR. 13, 3 págs., 3 figs.).
Sobre o jogo das relações urbanas: limiares, transições e
relação interior/exterior - I - XXI
SHVM, António Baptista Coelho (n.º 411, 11 Out. 12, 4 págs., 7 figs.).
Os percursos de uma cidade habitada e a defesa da
Arquitectura Urbana -
XXII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 412, 18 Out. 12, 3 págs., 3
figs.).
As medidas do homem e as medidas da cidade: sobre a natureza
do habitar - Artigo
XXIII da Série habitar e viver melhor, António Baptista Coelho (n.º 413,
26 Out. 12, 4 págs., 2 figs.).
Sítios singulares - Artigo XXIV da Série habitar e viver melhor , António
Baptista Coelho (n.º 414, 2 Nov. 12, 3 págs., 2 figs.).
Da rua à casa e da casa à rua: caminhos da surpresa e do
pormenor, Artigo
XXV da Série habitar e viver melhor, António Baptista Coelho (n.º
415, 9 Nov. 12, 6 págs., 4 figs.).
Ruas vivas: elementos que fazem a cidade,
Artigo XXVI da Série habitar e viver melhor, António Baptista
Coelho (n.º 417, 24 Nov. 12, 4 págs., 2 figs.).
Acalmia de trânsito nas vizinhanças , Artigo
XXVII da Série habitar e viver melhor - António Baptista Coelho (n.º
417, 24 FEV. 13, 4 págs., 2 figs.).
Ruas e quarteirões , Artigo
XXVIII da Série habitar e viver melhor - António Baptista Coelho (n.º
432, 24 MAR. 13, 3 págs., 3 figs.).
Sítios de passagem, limiar, transição e vivência - ii - Artigo
XXIX da Série habitar e viver melhor - António Baptista
Coelho (n.º 434, 8 ABR. 13, 4 págs., 3 figs.).
Edifícios habitacionais e urbanos - uma primeira reflexão - Artigo
XXX da Série habitar e viver melhor - António Baptista
Coelho (n.º 435, 14 ABR. 13, 4 págs., 3 figs.).
Entre a rua e a habitação, os espaços comuns - Artigo
XXXI da Série habitar e viver melhor - António Baptista
Coelho (n.º 437, 29 ABR. 13, 4 págs., 2 figs.).
Grandes famílias de edifícios habitacionais - Artigo
XXXII da Série habitar e viver melhor - António Baptista
Coelho (n.º 438, 6 MAI. 13, 4 págs., 2 figs.).
Edifícios habitacionais: organização e composição - Artigo
XXXIII da Série habitar e viver melhor - António Baptista
Coelho (n.º 444, 17 JUN. 13, 3 págs., 2 figs.).
Percurso, vivência e identidade nos edifícios multifamiliares - Artigo XXXIV da Série habitar e viver melhor - António
Baptista Coelho (n.º 447, 8 JUL. 13, 4 págs., 3 figs.).
Os espaços antes das entradas comuns na habitação - Artigo XXXV da Série habitar e viver melhor - António
Baptista Coelho (n.º 449, 5 AGO. 13, 4 págs., 4 figs.).
A importância dos espaços comuns ou
semi-privados nos edifícios multifamiliares (I)- ARTIGO
XXXVI da Série Habitar e Viver Melhor - Infohabitar n.º 455, Segunda-feira,
SETEMBRO 30, 2013 (3 pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/09/espacos-comuns-habitacionais-i.html
A importância dos espaços comuns ou
semi-privados nos edifícios multifamiliares (II) -
os perfis de qualidade e de criatividade nos espaços comuns
habitacionais - ARTIGO XXXVII da Série Habitar e Viver Melhor -
Infohabitar n.º 456, Segunda-feira, OUTUBRO 07, 2013 (4 pp., 4
figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/10/qualidade-e-criatividade-nos-espacos.html
Artigo XXXVIII da Série habitar e viver melhor
- Infohabitar, Ano IX, n.º 457 - Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte I – por António
Baptista Coelho (4 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/10/sobre-as-entradas-comuns-habitacionais.html
Artigo XXXVIII da Série habitar e viver
melhor - Infohabitar, Ano IX, n.º 458 - Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte II – por António
Baptista Coelho (4 pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/10/normal-0-false-false-false.html
Artigo XXXIX da Série habitar e viver melhor
- Infohabitar, Ano IX, n.º 459 - Dos
átrios comuns habitacionais aos outros espaços de condomínio – por
António Baptista Coelho (4 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/11/dos-atrios-comuns-habitacionais-aos.html
Artigo XL da Série habitar e viver melhor
- Infohabitar, Ano IX, n.º 460 - Escadas
comuns e elevadores residenciais – por António Baptista Coelho (5
pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/11/escadas-comuns-e-elevadores-residenciais.html
Artigo XLI da Série habitar e viver
melhor - Infohabitar, Ano IX, n.º 461 - Galerias
comuns e patins residenciais – por António Baptista Coelho (6
pp., 4 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2013/11/galerias-comuns-e-patins-residenciais_12.html
Infohabitar, Ano IX, n.º 465 - Do
edifício comum aos mundos domésticos - Artigo XLII da Série
habitar e viver melhor – por António Baptista Coelho (3 pp., 2 figg.)
http://infohabitar.blogspot.pt/2013/12/do-edificio-comum-aos-mundos-domesticos.html
Infohabitar, Ano X, n.º 468 - Os
nossos pequenos mundos domésticos e pessoais: introdução - Artigo
XLIII da Série habitar e viver melhor – por António Baptista Coelho (3 pp., 1
figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/01/mundos-domesticos-e-pessoais-introducao.html
Infohabitar, Ano X, n.º 469 - Mundos
domésticos e pessoais: habitação e espaços da habitação, temas de
desenvolvimento - Artigo XLIV da Série habitar e viver melhor – por
António Baptista Coelho (3 pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/01/mundos-domesticos-e-pessoais-habitacao.html
Infohabitar, Ano X, n.º 470 - Novas
formas de habitar - Artigo XLV da Série habitar e viver melhor – por
António Baptista Coelho (3 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/novas-formas-de-habitar.html
Infohabitar, Ano X, n.º 471 - Diversidade
na organização habitacional - Artigo XLVI da Série habitar e
viver melhor – por António Baptista Coelho (4 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/diversidade-na-organizacao-habitacional.html
Infohabitar, Ano X, n.º 472 - Adaptabilidade
e habitação - Artigo XLVII da Série habitar e viver melhor – por
António Baptista Coelho (3 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/adaptabilidade-e-habitacao.html
Infohabitar, Ano X, n.º 473 - Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional - Artigo XLVIII da Série habitar e viver
melhor – por António Baptista Coelho (5 pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/adaptabilidadeflexibilidade-e-tipologia.html
Infohabitar, Ano X, n.º 475 - Viver
ao nível térreo I - Artigo XXXXIX da Série habitar e viver melhor –
por António Baptista Coelho (3 pp., 3 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/03/viver-ao-nivel-terreo-i.html
Infohabitar, Ano X, n.º 476 – Viver ao
nível térreo II - Artigo L da Série habitar e viver melhor – por
António Baptista Coelho (3 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/03/viver-ao-nivel-terreo-ii.html
Infohabitar, Ano X, n.º 484, domingo, Maio 18,
2014 – Algumas reflexões gerais sobre a adaptabilidade doméstica -
Artigo LI da Série habitar e viver melhor - por António Baptista
Coelho. (4 pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/05/algumas-reflexoes-gerais-sobre.html
Infohabitar, Ano X, n.º 488, domingo, Junho 22,
2014 – Bons espaços e ambientes domésticos I - Artigo LII da
Série Habitar e Viver Melhor, por António Baptista Coelho.http://infohabitar.blogspot.pt/2014/06/algumas-reflexoes-gerais-sobre.html
Infohabitar, Ano X, n.º 489, domingo, Junho 29,
2014 – Bons espaços e ambientes domésticos II - Artigo LIII da
Série Habitar e Viver Melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/06/bons-espacos-e-ambientes-domesticos-ii.html
Infohabitar, Ano X, n.º 491, segunda-feira,
julho 21, 2014 – Zonas domésticas:propostas organizativas, Artigo
LIV da Série Habitar e Viver Melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/07/zonas-domesticas-propostas.html
Infohabitar, Ano X, n.º 493, domingo, Julho 27,
2014 - Diversas opções para os espaços da habitação -
Artigo LV da Série habitar e viver melhor, por António Baptista
Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/07/artigo-lv-da-serie-habitar-eviver.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 494, terça-feira,
Agosto 05, 2014 - Equilíbrios dimensionais e de privacidade na
habitação, Artigo LVI da Série habitar e viver melhor, por António
Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/equilibrios-dimensionais-e-de.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 495, segunda-feira,
Agosto 11, 2014 - Opções de compartimentação na habitação -
Artigo LVII da Série habitar e viver melhor, , por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/opcoes-de-compartimentacao-na-habitacao.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 496, terça-feira,
Agosto 19, 2014 - “Libertar” a habitação das
instalações - Artigo LVIII da Série habitar e viver melhor,
por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/libertar-habitacao-das-instalacoes.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 497, segunda-feira,
Agosto 25, 2014 - Oferta diversificada de espaços domésticos
específicos I - Artigo LIX da Série habitar e viver melhor, por
António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 498, terça-feira,
Setembro 02, 2014 - Oferta diversificada de espaços domésticos
específicos II - Artigo LX da Série habitar e viver melhor, por
António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/09/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano X, n.º 499, segunda-feira,
Setembro 08, 2014 - Espaços domésticos comuns -
Artigo LXI da Série habitar e viver melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/09/espacos-domesticos-comuns.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 503, domingo, Outubro 05, 2014 - Entrar na habitação, o vestíbulo de
entrada (artigo); e Seminário em Almada - - Artigo LXII da Série
habitar e viver melhor por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/10/entrar-na-habitacao-o-vestibulo-de.html (3
pp.)
Infohabitar, Ano X, n.º 506, domingo,
Outubro 26, 2014 -Lavabo, espaço funcional ou de
“cerimónia” - Artigo LXIII da Série habitar e
viver melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/10/lavabo-espaco-funcional-ou-de-cerimonia.html (3 pp., 2 figg.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 510, domingo, novembro 23, 2014 - Circulações domésticas
como espaços de vida - I - Artigo LXIV da Série habitar e
viver melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/11/circulacoes-domesticas-espacos-de-vida-i.html (3 pp., 2 figg.)
Infohabitar, Ano X, n.º 511, domingo, novembro
23, 2014 - Circulações domésticas como espaços de vida - II - Artigo
LXV da Série habitar e viver melhor, por António Baptista Coelho. ... (3
pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/11/circulacoes-domesticas-ii.html
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 517, domingo, janeiro 25, 2015 - Escadas domésticas - Artigo
LXVI da Série habitar e viver melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/01/infohabitar-ano-xi-n.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 518, domingo, fevereiro 1, 2015 - Corredores e zonas de passagem
domésticas. Artigo LXVII da Série habitar e viver melhor.http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/corredores-e-zonas-de-passagem.html (4
pp., 5 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 519, domingo, fevereiro 8, 2015 - A sala-comum multifuncional.Artigo
LXVII I da Série habitar e viver melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-multifuncional.html (3 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 520, domingo, fevereiro 15, 2015 - A sala-comum: diversos hábitos e
usos. Artigo LXIX da Série habitar e viver melhor http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-diversos-habitos-e-usos.html (3
pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 521, domingo, fevereiro 22, 2015 - A sala-comum: problemas,
potencialidades e inovações. Artigo LXX da Série habitar e viver
melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-problemas-potencialidades.html .
(3 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 525, sábado, março 21, 2015 - A cozinha para conviver -
Artigo LXXI da Série habitar e viver melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/03/infohabitarano-xi-n_21.html (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 530, domingo, abril 4, 2015 - Cozinha: aspetos motivadores e
problemas a considerar. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/04/cozinha-aspetos-motivadores-e-problemas.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 531, domingo, maio 3, 2015 - Projeto de cozinhas, algumas questões.
http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/projeto-de-cozinhas-algumas-questoes.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 532, domingo, maio 10, 2015 - O espaço de cozinha: novidades e
tendências. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/o-espaco-de-cozinha-novidades-e.html (5 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 534, domingo, maio 24, 2015 - Arrumação domésticas: aspetos
gerais . http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/arrumacao-domesticas-aspetos-gerais.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 537, domingo, junho 14, 2015 - Versatilidade da arrumação
doméstica. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/06/httplabhab.html (4
pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 541, domingo, julho 12, 2015 - As máquinas domésticas. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/as-maquinas-domesticas-infohabitar-n-541.html (3 pp., 3 figg.). 534
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 542, domingo, julho 19, 2015 - Arrumações domésticas: aspetos
inovadores. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/arrumacoes-domesticas-aspetos.html (6 pp. 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XI,
n.º 543, domingo, julho 26, 2015 - Lavandaria doméstica. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/httplabhab.html (6
pp., 4 figg.). 536
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 566, segunda-feira, janeiro 18, 2016, A renovada importância
das zonas de refeições domésticas – http://infohabitar.blogspot.pt/2016/01/a-renovada-importancia-das-zonas-de.html
( 4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 567, segunda-feira, fevereiro 01, 2016, Renovada abordagem das
casas de banho domésticas – I - http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/em-memoria-viva-de-nuno-teotonio.html
(4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 568, segunda-feira, fevereiro 08, 2016, Verdadeiras casas de
banho e não simples e frias “instalações sanitárias” – II, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/renovada-abordagem-das-casas-de-banho.html (4
pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 569, domingo, fevereiro 14, 2016, Importância
dos pequenos espaços exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/httpi237.html
(5 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 571,
domingo, fevereiro 28, 2016, Repensar os espaços exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/repensar-os-espacos-exteriores-privados.html (5pp.,5
figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar n.º 572
- Ano XII, sábado, março 05, 2016, Motivar o uso dos espaços exteriores
privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/motivar-o-uso-dos-espacos-exteriores.html
(4 pp., 5 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 573 ,
domingo, março 13, 2016, Problemas,
apropriação e caraterização do exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/problemas-apropriacao-e-caraterizacao.html (4
pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 574, domingo, março 20, 2016, Inovar no exterior privado, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/inovar-no-exterior-privado-infohabitar.html
(4 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 575, domingo, março 27, 2016, Inovação nos espaços comuns
habitacionais,http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/inovacao-nos-espacos-comuns.html
(4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 576, domingo, abril 03, 2016, Espaços comuns habitacionais
conviviais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/espacos-comuns-habitacionais-conviviais.html (4
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 577, domingo, abril 10, 2016, Inovação nos espaços comuns
habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/inovacao-nos-espacos-comuns.html (4
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 578, segunda-feira, abril 18, 2016, Garagens comuns
habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/garagens-comuns-habitacionais.html (4
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 579, segunda-feira, abril 25, 2016, Espaços
domésticos privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/espacos-comuns-habitacionais-conviviais.html (2
pp.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XII, n.º 580, domingo, maio 01, 2016, O espaço doméstico do quarto:
introdução, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/o-espaco-domestico-do-quarto-introducao.html (3
pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 581, domingo, maio 08, 2016, Inovar no projeto de quartos I, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/inovar-no-projeto-de-quartos-i.html , (3
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 582, domingo, maio 15, 2016, Inovar no projeto de quartos
II, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/inovar-no-projeto-de-quartos-ii.html (4
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 583, domingo, maio 22, 2016, Quartos bem habitáveis, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/quartos-bem-habitaveis-infohabitar-n-583.html (4
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 584 , domingo, maio 29, 2016, Grande variedade de quartos, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/grande-variedade-de-quartos-infohabitar.html (*4
pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 585 , domingo, junho 05, 2016, Trabalhar em casa,
escritório doméstico, home office (I), http://infohabitar.blogspot.pt/2016/06/trabalhar-em-casa-escritorio-domestico.html (3
pp.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 608, segunda-feira, setembro 04, 2017, Habitar a
Vizinhança Urbana, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/habitar-vizinhanca-urbana-mais-de-20.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 609, segunda-feira, setembro 11, 2017, Relações entre
Vizinhança Urbana e Edifício Habitacional, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/relacoes-entre-vizinhanca-urbana-e.html, (2
pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 610, segunda-feira, setembro 18, 2017, Espaços Comuns do
Edifício Habitacional, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/espacos-comuns-do-edificio-habitacional.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista
– IInfohabitar, Ano XIII, n.º 611, segunda-feira, setembro
25, 2017 Adaptabilidade nas habitações, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/adaptabilidade-nas-habitacoes.html , (3
pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 612, segunda-feira, outubro 02, 2017, Organizar os
espaços habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/organizar-os-espacos-habitacionais.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 613, segunda-feira, outubro 09, 2017, Interior da
habitação: entrada, circulação e zonas mais sociais, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/interior-da-habitacao-entrada.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 615, segunda-feira, outubro 23, 2017, Algumas ideias
sobre a sala-comum – 3 artigos sobre o tema e um novo texto, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/infohabitar-ano-xiii-n.html, (3
pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 616, segunda-feira, outubro 30, 2017, Inovar no espaço da cozinha doméstica, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/inovar-no-espaco-da-cozinha-domestica.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 617, segunda-feira, novembro 06, 2017, Arrumações e
máquinas domésticas: da adequação à inovação, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/arrumacoes-e-maquinas-domesticas-da.html ,
(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 618, segunda-feira, novembro 13, 2017, Casas de banho
domésticas – 2 artigos sobre o tema e um novo texto, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/casas-de-banho-domesticas-infohabitar.html, (2
pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 619, segunda-feira, novembro 20, 2017, Espaços exteriores
privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/espacos-exteriores-privados-infohabitar.html ,
(4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XIII, n.º 620, segunda-feira, novembro 27, 2017, Espaços comuns no
edifício multifamiliar: novo artigo e links para outros 4
artigos sobre o tema, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/espacos-comuns-no-edificio.html ,
(4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano
XIII, n.º 621 e Projeto KnowRISK, segunda-feira, dezembro 04, 2017, Espaços
domésticos privados - Infohabitar 621 e Projeto KnowRISK, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/12/espacos-domesticos-privados-infohabitar.html ,
(5 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIII, n.º 622, segunda-feira, dezembro 11, 2017, Dos quartos aos
pequenos apartamentos, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/12/dos-quartos-aos-pequenos-apartamentos.html, (5
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 626, segunda-feira, janeiro 08, 2018, Espaços domésticos
para trabalho profissional e passatempos, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/01/espacos-domesticos-para-trabalho.html, (5
pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 627, segunda-feira, janeiro 15, 2018, Uma nova
funcionalidade doméstica, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/01/uma-nova-funcionalidade-domestica.html ,
(4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 632, segunda-feira, fevereiro 26, 2018, Microfunções e microespaços
domésticos: uma abordagem geral –
Infohabitar, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/02/microfuncoes-e-microespacos-domesticos.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 633, segunda-feira, março 05, 2018, Cantos e recantos domésticos: bases
de mundos pessoais, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/cantos-e-recantos-domesticos-bases-de.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 634, segunda-feira, março 12, 2018, Reflexão geral sobre
os subespaços da habitação, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/reflexao-geral-sobre-os-subespacos-da.html ,(3
pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 635, segunda-feira, março 19, 2018, Pequenos grandes
mundos do pormenor doméstico, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/pequenos-grandes-mundos-do-pormenor.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 636, segunda-feira, abril 09, 2018, Caracterização geral
dos vãos exteriores I, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/caracterizacao-geral-dos-vaos.html, (4
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XIV, n.º 637,
segunda-feira, abril 16, 2018, Caracterização
geral dos vãos exteriores II, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/caracterizacao-geral-dos-vaos_16.html, (4
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 638, segunda-feira, abril 23, 2018, Bay Windows e outros
"lugares-janela", http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/bay-windows-e-outros-lugares-janela.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 639, segunda-feira, abril 30, 2018, Pequenos sítios
domésticos I: dos lugares de sentar e mesa aos (re)cantos “activos” , http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/pequenos-sitios-domesticos-i-dos.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 640, terça-feira, maio 08, 2018, Lugares secretos,
sítios-lareira e sítios-TV - Pequenos sítios domésticos II , http://infohabitar.blogspot.pt/2018/05/lugares-secretos-sitios-lareira-e.html, (4
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 641, terça-feira, maio 28, 2018, Sítios-biblioteca, (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 643, terça-feira, maio 28, 2018, Sítios da habitação -
Sobre uma habitação mais feita de sítios específicos do que de funções
domésticas, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/05/sitios-da-habitacao-infohabitar-642.html, (3
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XV,
n.º 670, terça-feira, janeiro 15, 2019, Os muitos sítios de uma boa habitação I - Infohabitar
670 (4
pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XV,
n.º 671, terça-feira, janeiro 22, 2019, Os muitos sítios de uma boa habitação II, sobre os
corredores - Infohabitar 671 (6
pp., 2 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 673, terça-feira, fevereiro 05, 2019, Pequenos espaços exteriores e interiores/exteriores
privados - Infohabitar 673 (5 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 674, terça-feira, fevereiro 12, 2019, Tipologia dos pequenos espaços exteriores e
interiores/exteriores privados - Infohabitar 674 (7 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 676, terça-feira, fevereiro 26, 2019, O cromatismo residencial - Infohabitar 676 (5 pp., 12 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 680, terça-feira, março 26, 2019, Pormenorização da arrumação doméstica – Infohabitar 680 (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 681, terça-feira, abril 02, 2019, Tipologias da arrumação doméstica – Infohabitar 681 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 684, terça-feira, abril 30, 2019, Relação geral entre construção/acabamento e qualidade
arquitectónica interior - Infohabitar 684 (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 685, terça-feira, maio 07, 2019, Vãos de porta e qualidade arquitectónica interior –
Infohabitar 685 (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 686, terça-feira, maio 14, 2019, Guardas, parapeitos e peitoris domésticos e qualidade
arquitectónica – Infohabitar 686 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 687, terça-feira, maio 21, 2019, As janelas e o interior doméstico – Infohabitar 687 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 688, terça-feira, maio 28, 2019, Sobre o conforto ambiental e a qualidade arquitectónica
interior doméstica – Infohabitar 688.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 689, terça-feira, junho 04, 2019, Equipamentos e instalações domésticas e qualidade
arquitectónica – Infohabitar 689.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 690, terça-feira, junho 25, 2019, Reflexão geral sobre a relação entre a pormenorização
habitacional e a qualidade arquitectónica do interior doméstico – Infohabitar
690.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 691, terça-feira, junho 18, 2019, Notas suplementares sobre a inovação no espaço doméstico –
Infohabitar 691
Sobre a temática das
novas formas de habitar – Infohabitar # 730. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 730 – Lisboa, terça-feira, maio
19, 2020. (10 p. 2 fig.)
Sobre a importância da
diversidade na organização habitacional – Infohabitar # 731. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 731 – Lisboa, terça-feira, maio
26, 2020. (11 p., 2 fig.)
Sobre uma habitação mais
adaptável - Infohabitar # 732. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 732 – Lisboa,
terça-feira, junho 02, 2020. (10 p., 2 fig.)
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional – Infohabitar # 733. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 733 – Lisboa,
terça-feira, junho 09, 2020. (12 p, 3 fig.)
Habitações térreas e
opções domésticas e urbanas – Infohabitar # 734. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 734 – Lisboa,
terça-feira, junho 16, 2020. (11 p., 4 fig.)
Espaço urbano vitalizado
pela habitação térrea – Infohabitar # 735. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 735 – Lisboa,
terça-feira, junho 23, 2020. (10 p., 2 fig.)
Espaço público e
identidade urbana: qualificação do espaço público como fator de identidade e
apropriação coletiva do espaço construído - Infohabitar # 736. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 736 – Lisboa, terça-feira,
junho 30, 2020. (11 p., 4 fig.)
Dar importância aos
pequenos espaços exteriores privados – Infohabitar # 740. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 740 – Lisboa,
terça-feira, julho 28, 2020. (12 p., 3 fig.)
Repensar os espaços
exteriores privados – Infohabitar # 741. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 741 – Lisboa, terça-feira, agosto
04, 2020. (11 p., 4 fig.)
Motivar o uso dos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 743. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 743 – Lisboa,
terça-feira, agosto 18, 2020. (11 p., 3 fig.)
Apropriação e
caraterização dos exteriores privados – Infohabitar # 744. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 744 – Lisboa, segunda-feira,
agosto 24, 2020. (11 p., 3 fig.)
Inovar nos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 746. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 746 – Lisboa,
terça-feira, setembro 08, 2020. (11 p., 3 fig.)
Inovar nos espaços comuns
residenciais – Infohabitar # 747. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 747 – Lisboa, terça-feira,
setembro 15, 2020. (10 p., 2 fig.)
Ainda sobre a inovação
nos espaços comuns residenciais – Infohabitar # 750. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 750 – Lisboa,
terça-feira, outubro 13, 2020. (8 p., 1 fig.)
Caminhos atuais e
inovadores no desenvolvimento das garagens comuns habitacionais – Infohabitar #
751. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 751 – Lisboa,
terça-feira, outubro 20, 2020. (10 p., 2 fig.)
Sobre os espaços
domésticos (mais) privados, uma introdução - Infohabitar n.º 753. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 753 – Lisboa,
terça-feira, xx, 2020. (8 p.)
Sobre o espaço doméstico
do quarto, uma introdução - Infohabitar # 754. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 754 – Lisboa,
terça-feira, novembro 10, 2020. (7 p., 1 fig.)
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 756 – Lisboa,
terça-feira, novembro 24, 2020. (6 p., 1 fig.)
Uma habitação ligada à
natureza e bem estimulante (Bons espaços e ambientes domésticos I) – Infohabitar # 757. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 757 – Lisboa,
terça-feira, dezembro 01, 2020. 11 p., 2 fig.)
Uma habitação globalmente
bem integrada, espaçosa, funcional, acessível e segura (Bons espaços e
ambientes domésticos II). António Baptista Coelho – Infohabitar # 758 – Infohabitar,
Ano XVI, n.º 758 – Lisboa, terça-feira, dezembro 08, 2020. (12 p., 3 fig.)
Sobre a oferta de
diversas propostas organizativas para as zonas domésticas – Infohabitar # 761. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 761
– Lisboa, terça-feira, janeiro, 19, 2021. (5 p., 1 fig.)
Diversas opções para os
principais ambientes da habitação: propostas organizativas – Infohabitar # 762. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 762
– Lisboa, terça-feira, janeiro, 26, 2021. (6 p., 1 fig.)
Equilíbrios dimensionais
e de privacidade e convívio na habitação – infohabitar # 777. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 777
– Lisboa, terça-feira, maio, 24, 2021. (6 p., 1 fig.)
Opções de
compartimentação na habitação – infohabitar # 779 . António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 779
– Lisboa, terça-feira, junho, 15, 2021. (6 p., 1 fig.)
“Libertar” a habitação
das instalações – infohabitar # 780. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 780
– Lisboa, terça-feira, junho, 22, 2021. (7 p., 1 fig.)
Oferta abrangente de
espaços domésticos específicos – infohabitar # 781. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 781
– Lisboa, terça-feira, junho, 29, 2021. (5 p., 1 fig.)
Variedade
espacial/ambiental e funcionalidade doméstica ou sobre as importantes e
diversas facetas dessa mesma funcionalidade – infohabitar # 782. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 782
– Lisboa, terça-feira, julho, 06, 2021. (5 p., 1 fig.)
Uma introdução geral aos
espaços domésticos comuns – Infohabitar # 783. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 783
– Lisboa, terça-feira, julho, 13, 2021. (7 p., 1 fig.)
Entrar na habitação; o
vestíbulo de entrada – Infohabitar # 786. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 786
– Lisboa, terça-feira, agosto, 10, 2021. (8 p., 2 fig.)
Transformar as
circulações domésticas em verdadeiros espaços de vida – Infohabitar # 787. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 787
– Lisboa, terça-feira, agosto, 17, 2021. (6 p., 2 fig.)
Potencialidades e
problemas a considerar nas circulações domésticas – infohabitar # 788. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 788
– Lisboa, terça-feira, agosto, 24, 2021. (7 p., 2 fig.)
Inovação nos corredores e
zonas de passagem domésticas – infohabitar # 789. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 789
– Lisboa, terça-feira, agosto, 31, 2021. (8 p., 5 fig.)
Qualidade e inovação nas
escadas domésticas – infohabitar # 790. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 790
– Lisboa, terça-feira, setembro, 07, 2021. (8 p., 4 fig.)
Introdução à sala-comum
doméstica – infohabitar # 796. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 796
– Lisboa, quarta-feira, novembro, 03, 2021. (8 p., 2 fig.)
Sala-comum como espaço
doméstico multiusos - infohabitar # 797. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 797
– Lisboa, quarta-feira, novembro, 10, 2021. (7 p., 2 fig.)
Problemas e
potencialidades da sala-comum doméstica - infohabitar # 798. António Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 798
– Lisboa, quarta-feira, novembro, 17, 2021. (7 p., 2 fig.)
António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVIII, n.º 802 – Sobre o espaço doméstico
para cozinhar e conviver – infohabitar # 802, Lisboa, quarta-feira, 19 de janeiro de
2022. (7 p.)
António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVIII, n.º 803 – A cozinha: problemas
correntes, condições de conforto e aspetos motivadores – infohabitar # 803, Lisboa, quarta-feira, 02 de fevereiro de
2022. (10 p., 5 fig.)
Subsequentemente abordaremos as
matérias editoriais e habitacionais da Infohabitar ainda em falta nesta
revisita (apontadas em seguida)
(Tema 7 Infoh)
Políticas, acções e medidas habitacionais, urbanas e territoriais (12)
(Tema 11 Infoh)
Qualidade no habitar (14)
(Tema 12 Infoh)
Casos habitacionais e urbanos (estudo, análise e divulgação) (33)
(Tema 14 Infoh)
Investigação habitacional e urbana
(Tema 16 Infoh)
Habitar de interesse social e habitar cooperativo (45)
(Tema 17 Infoh)
Intervir e construir no construído - reabilitar e regenerar (27)
(Tema 26 Infoh)
(Novas) formas/soluções de habitação (10)
(Tema 38 Infoh) Um
novo habitar participativo/colaborativo,
(temas agrupados no âmbito do estudo “Habitação Humanizada”)
(Tema
19 Infoh) Escalas e tempos do habitar (17)
(Tema
20 Infoh) Humanidades e habitar (18)
(Tema
21 Infoh) Cidades amigas – conviviais, acessíveis, para todos, e seguras (30)
(Tema
22 Infoh) História(s) e tipologias do habitar (27)
(Tema
23 Infoh) Desenho e humanização do habitar (17)
(Tema
24 Infoh) Integrar o habitar (12)
(Tema
25 Infoh) Natureza, tempo, cidade e lugar (26)
Notas editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais
dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da
exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Próximos estudos habitacionais IV –
segundos comentários gerais sobre o tema “Habitar Melhor” – infohabitar # 995
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 995
Edição:
quarta-feira 16 de Setembro de 2026
Editor:
António Baptista Coelho
Liceu
Padre António Vieira, Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de
Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da
Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura
e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista
do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade
Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de
Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).
Ass: Novo artigo Infohabitar sobre os mais de 20 anos das
suas edições
Caros amigos e leitores da
Infohabitar,
Encontrarão no artigo semanal da
Infohabitar, abaixo referido, um registo da atividade da Infohabitar durante
mais de 20 anos antecipando-se a proximidade a que estamos da sua milésima
edição.
Breves comentários
sobre a atividade e os temas da Infohabitar apenas a 10 números da
edição n.º 1000 – infohabitar # 990
Desejam-se boas leituras e eventuais e bem desejados
comentários e até, quem sabe, textos para edição, e, naturalmente, bom trabalho ou boas férias conforme o caso.
Saudações
calorosas a todos os meus caros amigos e
colegas,
António
Baptista Coelho
Editor da
Infohabitar
https://infohabitar.blogspot.com/2026/08/breves-comentarios-sobre-os-temas-da.html
Finalmente e ainda no que se refere
ao CIHEL pondera-se, atualmente, a possibilidade de virmos a adotar como
logótipo do CIHEL a parte gráfica do logótipo do 5.º CIHEL; condição esta que
seria muito operacional nas fases preparatórias de novas iniciativas CIHEL.
Percurso
Residencial Humanizado — Série de Prompts (EN, Gemini / Meta AI)
Estilo
consistente em toda a série: render arquitetónico realista mas com um leve
toque de aguarela/pintura, luz natural quente, materiais correntes (não luxo),
escala humana, presença de habitantes em momentos quotidianos. Prosa narrativa
contínua — formato ideal para Gemini/Imagen e Meta AI.
1. O Bairro
A lived-in mid-rise residential neighborhood on a gentle slope,
mid-morning, ordinary contemporary buildings in warm plaster tones — ochre,
sand, muted terracotta — four to six storeys tall, timber-framed windows,
shutters, small balconies with potted geraniums and drying laundry. Streets are
narrow and tree-lined with mature plane trees casting dappled shade, a shared
cobbled square with a corner café where neighbors sit at small round tables. A
woman carries grocery bags home, an elderly man walks a dog, two children cycle
past a bench where a grandmother reads. No luxury cues — just well-kept,
human-scaled everyday architecture with real texture: weathered render, visible
wear, plants on every sill. Soft warm daylight, gentle painterly realism,
documentary stillness, architectural photography quality with a faint
watercolor grain in the shadows.
2. A Vizinhança do Edifício
A shared communal courtyard between residential blocks, warm midday
light filtering through young oak and olive trees, raised wooden vegetable beds
with lettuce, herbs and tomatoes tended by residents, a gravel path curving
past a small playground with a slide and swings where children play under a
grandparent's watch. Wooden garden furniture hosts a small group of neighbors
sharing coffee, an old dog resting at their feet. The surrounding façades are
plain rendered plaster in warm cream and ochre, timber balconies with
flowerpots, laundry lines, open shutters — comfortable, unpretentious, clearly
lived-in. Natural stone paving, soft dappled shade, a sense of everyday
community life. Realistic architectural rendering with a gentle painterly
softness, warm honest daylight, no glossy luxury finish.
3. Entrada no Edifício
The main entrance lobby of a modest residential building, generous but
simple, walls in warm limewash plaster, a bench of natural wood beside the
mailboxes, a large window letting in soft afternoon light, a potted fig tree in
the corner, worn terracotta or stone flooring polished by years of use. A
resident holds the door for an elderly neighbor carrying shopping, a child's
bicycle leans against the wall, a small community noticeboard with handwritten
notes. The space feels welcoming and dignified without any marble or chrome —
just good proportions, natural materials, and daylight. Warm, human, softly lit
architectural realism with a light painterly touch, gentle shadow, lived-in
warmth.
4. Corredores de Acesso às Habitações
An open-air access gallery running along the building's inner courtyard
face, wide enough for a small table and chairs outside one door, terracotta
floor tiles, a continuous timber handrail, and generous windows opening onto
the green courtyard below. Sunlight rakes across the corridor in long warm
stripes, a row of potted plants and a child's scooter parked against the wall,
laundry drying on a line strung between two columns. A neighbor greets another
passing by with a nod, a cat dozes on a windowsill. The corridor feels social
and safe, an extension of home rather than a bare hallway. Painterly
architectural realism, warm directional light, honest everyday materials.
5. Entrada na Habitação
The threshold of a modest apartment just after the front door, a small
welcoming hallway with a wooden bench for taking off shoes, coat hooks holding
jackets of different sizes, a row of children's shoes lined up beside adult
ones, a mirror catching soft light from a corridor window further in. Warm wood
tones, a woven rug, a single potted plant by the door. A father is just
stepping in, keys in hand, calling out to someone further inside the home. The
mood is warm, ordinary, and full of quiet daily ritual. Realistic interior
architectural rendering, warm late-afternoon light, gentle painterly softness
in the shadows.
6. Corredor Interior
A wide interior corridor connecting the rooms of the home, wood or warm
terracotta flooring, a run of low shelving holding books and family
photographs, soft light falling from a window at the far end. The corridor is
wide enough to feel useful rather than merely functional — a child's drawing
pinned to the wall, a woven basket of toys tucked at one end. A young girl runs
down the hallway in socks, laughing, while her mother watches from a doorway
with a mug of coffee in hand. Warm plaster walls, natural materials, no
ostentation — just comfortable, well-proportioned everyday space. Soft
realistic rendering with a light watercolor touch, warm ambient light.
7. A Sala
A comfortable, well-proportioned living room, furnished simply but
thoughtfully — a linen sofa in a warm neutral tone, a low wooden coffee table,
open bookshelves, a woven rug over wood flooring. Afternoon light pours in from
a large window, catching dust motes in the air. A grandfather reads a newspaper
in an armchair while a teenager does homework at a small desk nearby, and a cat
stretches on the windowsill among potted plants. The room feels genuinely
inhabited — a cardigan over the sofa arm, a half-finished cup of tea, family
photos on the wall. No showroom perfection, just warmth and daily use.
Painterly architectural realism, warm natural light, soft shadow, honest domestic
texture.
8. Cozinha de Convívio
An open, sociable kitchen built for gathering rather than showing off —
a solid wood table at its center rather than pushed to a wall, mismatched but
cheerful chairs, open shelving with everyday ceramics, herbs growing in pots on
the windowsill above the sink. Warm midday light streams through a window over
the counter, illuminating steam rising from a pot on the stove. A mother chops
vegetables while a child sits at the table drawing, another family member leans
in the doorway chatting, bread and fruit sit out on the table. The materials
are simple — painted wood cabinets, a stone or wood countertop, ceramic tile —
nothing showy, just warmth and daily life. Realistic, softly painterly
rendering, warm kitchen light, lived-in texture.
9. Grande
Janela e Varanda de Estar
A generous living-room window opening onto a small balcony just large
enough for two chairs and a row of flowerpots — geraniums, basil, a small lemon
tree in a terracotta pot. Warm late-afternoon sun spills across the wood floor
inside, catching floating dust and the pattern of the window frame on the wall.
A resident sits on the balcony with a book and a cup of coffee, the courtyard
trees and neighboring rooftops visible beyond the railing, laundry drying
gently in the breeze on the balcony next door. Inside, a second family member
is visible reading on the sofa near the window. The mood is quiet, bright, and
deeply domestic — no glass-box modernism, just a well-lit, well-loved room with
a genuine outdoor connection. Warm painterly architectural realism, soft golden
light.
10. Quarto Excelente
A well-designed bedroom organized into several small, purposeful zones
rather than one open expanse — a reading nook beside the window with a low
chair and a stack of books, a study corner with a wooden desk and shelving, and
the bed itself set slightly apart, dressed in warm linen with a hand-knit
blanket folded at the foot. Soft morning light enters through a window with a
small flower box outside, plants on the windowsill, a cork board with
photographs and drawings pinned above the desk. A teenager sits cross-legged in
the reading nook with a book, sunlight catching dust in the air, while a school
bag rests by the door. The room feels personal, lived-in, and calm — no
minimalism for its own sake, just thoughtful everyday comfort. Warm realistic rendering with a gentle
painterly touch.
11. Casa de
Banho com Banheira e Luz Natural
A modest but genuinely pleasant bathroom centered on natural light — a
window, partly frosted for privacy, framed by a small shelf holding a potted
fern, morning sun falling directly onto a simple built-in tub. Plain tile in a
warm off-white or pale terracotta tone, a wooden stool holding folded towels, a
woven bath mat, everyday toiletries on an open shelf rather than hidden behind
gloss. Steam gently fogs the lower corner of the window, a towel hangs slightly
askew on a hook, suggesting recent use. No marble, no spa aesthetic — just a
calm, sunlit, well-proportioned everyday room. Soft realistic architectural
rendering, warm diffused natural light, gentle painterly softness in the
highlights.
Notas de uso
- Cada prompt funciona
isoladamente; para Meta AI, encurta ligeiramente as frases mais longas se
notares perda de coerência.
- Para manter
continuidade visual entre as 11 imagens (mesma paleta, mesmos materiais),
podes colar o parágrafo de estilo do topo no início de cada prompt antes
de gerar.
- Se quiseres a mesma
família de habitantes a reaparecer ao longo do percurso (efeito
"seguir os moradores"), digo-te como ajustar a descrição das
personagens em cada prompt para manter consistência.
Fig.
03 – Edifício - entrada
Fig.
04 – Edifício - Circulações comuns
Fig.
05 – Habitação – entrada
Fig.
06 – Habitação – espaços essencialmente de circulação
Fig.
07 – Habitação – zona de estar/sala comum
Fig.
08 – Habitação – cozinha convivial
Fig.
09 – Habitação – microzonas e espaços exteriores domésticos
Fig.
10 – Habitação – espaços privados mais pessoais e suas microzonas bem
apropriáveis
Fig.
11 – Habitação – compartimentos bem apropriados e “libertados” do seu frio e
ultrapassado conteúdo estritamente funcional




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