quarta-feira, março 18, 2026

Novo livro “Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional” – Infohabitar # 969

Novo livro “Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional” – Infohabitar # 969

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 969

Edição: quarta-feira 18 de Março de 2026

 

Fig.01: a capa do livro, a cores.

 

Editorial

Caros leitores da Infohabitar, é com uma muito natural satisfação que hoje faço a apresentação do meu novo livro, intitulado “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”.

Trata-se de uma temática que para mim foi, desde sempre, essencial desde os livros sobre “espaços exteriores em novas áreas residenciais” com que que iniciei as minhas edições no LNEC já há bastantes anos.

Mas depois passei pela qualificação arquitectónica residencial e pelos sequenciais níveis físicos residenciais (temas de tese de doutoramento em Arquitectura na FAUP) e ainda depois pela ampla reflexão sobre o que pode e deve ser uma “habitação humanizada” (tema da habilitação em Arquitectura e Urbanismo no LNEC), para em seguida me dedicar ao estudo pormenorizado dos quadros habitacionais (ainda apenas editados em “fascículos” aqui na Infohabitar) e atualmente avançar na habitação intergeracional (estudo e edições parciais em conclusão).

Mas de certa forma esta reflexão sobre a importância que tem, sempre, uma excelente vizinhança da nossa habitação, construindo, realmente, um excelente e íntegro “habitar” foi matéria sempre presente nas minhas reflexões e edições ao longo dos anos.

O caminho editorial seguido, e agora aqui presente na edição agora realizada na Amazon, constitui também um objetivo de independência e autonomia que tinha em mente desde há algum tempo e que agora atingi, tendo ganho uma interessante e prática experiência editorial que irei procurar aplicar em futuras edições a realizar, segundo este mesmo modelo, em temas como a habitação intergeracional e os diversos níveis físicos habitacionais, que vão desde esta “vizinhança”, agora editada, até à pormenorização doméstica, passando pelas agregações de fogos e espaços comuns e pelas agregações de espaços privados domésticos; assim Deus me dê vida e saúde para tal e a continuidade dos inestimáveis e vitais apoios que me ajudaram neste caminho.

Segue-se, portanto uma apresentação sintética deste novo livro “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”, integralmente editado a preto/branco por razões de economia editorial, com um simples formato A5, 190 páginas e ilustrado com os meus esboços, excetuando-se a capa e folha de rosto em que os meus esboços se fundem com as novas tecnologias de IA.

Quero ainda fazer um essencial destaque para o trabalho editorial do doutor José Romana Baptista Coelho, que foi essencial nesta edição, e também para os “toques” finais da Isabel Romana que penso ajudaram a fazer uma simples e excelente capa.

Uma boa leitura é o que vos desejo, anexando, mais a baixo, o link direto para a respetiva página da Amazon (embora seja muito fácil a pesquisa do mesmo na Amazon) e juntando no final da apresentação cópia do índice para melhor leitura dos respetivos conteúdos.

 

Bem hajam todos,

António Baptista Coelho

Editor da Infohabitar

 

Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional

 


Fig. 02: a capa do novo livro

 

Conteúdo essencial do novo livro “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”

A ideia-base deste livro é procurar os aspectos que nos fazem felizes quando habitamos certas casas, em certos edifícios e, especificamente, em certas vizinhanças. Um objectivo demasiado ambicioso? Julga-se que não, pois é real o efeito de uma excelente vizinhança na felicidade habitacional de uma família e de uma pessoa; e quem o sentiu, numa dada altura da sua vida, pode ser testemunha da verdade desta afirmação.

Outra ideia-base deste livro é não ser apenas um trabalho para arquitectos, mas sim, também, um livro para habitantes, pois, afinal, é mais do que tempo de todos nós, habitantes, exigirmos, de quem nos faz as vizinhanças e os edifício que habitamos, que, pelo mesmo dinheiro e com um mínimo de custos, nos proporcionem o melhor habitat e aquele em que possamos ser o mais felizes que seja possível; chega de “produtos habitacionais” mais ou menos sensíveis aos seus habitantes, é tempo de tratar o habitat humano como algo muito sério, pois, realmente, ele pode ajudar-nos, e significativamente, na nossa importante busca pela felicidade de vida, sendo que esta condição não está directamente associada ao seu custo, sendo possível fazer barato mas muito bem.

É, no entanto, um livro feito dentro da matéria da Arquitectura, embora com a intenção, que se procurará, sempre, manter, de usar ideias e palavras que todos usam, falando-se da Arquitectura residencial como matéria que é de todos, embora se “use” a Arquitectura como ferramenta de interpretação de muitas das matérias aqui tratadas, mas esta é uma situação natural, desde que se trate a Arquitectura com normalidade, como algo que se vive e se habita na nossa casa e na nossa cidade. Poderíamos tratar dela de outra forma, como arte e como técnicas, por exemplo, mas também a podemos chamar de ciência humana e social e assim lhe chamaremos, e assim a usaremos, ao longo das páginas que se seguem.

A ideia é irmos pensando sobre os espaços entre a cidade e a casa e entre a casa e a cidade, em abordagens mais específicas sobre determinados níveis e cenários mais urbanos, mais de vizinhança, mais familiares ou mais íntimos, numa sequência de artigos que terá frequentes mudanças de sentido e de ritmo, assim como visará diferentes perspectivas, por exemplo, mais teóricas, mais práticas, mais ambientais, mais simbólicas, etc., etc.

Falarmos dos ciclos ou do jogo da glória entre cidade e casa, ou melhor entre cidade, bairro, vizinhança e casa e depois na sequência inversa, dos interiores domésticos aos “interiores” urbanos, não significa esquecermos a natureza, seja numa perspectiva de paisagem global, na qual uma boa cidade se deverá integrar positivamente melhorando, pela cultura, a ordem natural, seja numa perspectiva pormenorizada da natureza no urbano, das mil formas que tem de assumir a natureza na cidade, humanizando-a, é um facto e aproximando-a da sua matriz natural, ainda que pela quase-ausência de elementos naturais, por vezes, possamos centrarmo-nos num pequeno jardim urbano estratégico, que pode ser até uma única árvore rodeada da cidade do pormenor.

E iremos sempre acreditando que a qualidade residencial é fundamental para uma vida melhor e mais estimulante e que uma tal importância decorre de muitos, muitos mais aspectos para além dos funcionais, e será mesmo possível afirmar, desde já, que alguns dos principais problemas de inadequação e de rejeição de determinadas soluções de habitar têm a ver, exactamente, com ter-se dado, durante dezenas de anos uma inusitada importância à funcionalidade doméstica e residencial, num sentido estrito de funcionalidade “mecânica”,  e de se ter considerado que a funcionalidade, por si só, seria capaz de qualificar uma dada solução residencial e urbana, o que foi e é, sem dúvida, um gravíssimo erro.

E, finalmente, e a título de objectivo, fica referido que se pretende retomar esta temática do “habitar feliz” em próximos livros, sendo um deles sobre o edifício habitacional e suas inovações, outro sobre os novos e renovados espaços domésticos e outro ainda sobre os principais aspetos de um habitar intergeracional e participado,  assim haja a dinâmica necessária para a revisão e o acabamento dos textos já realizados sobre essas matérias.

 


Fig. 03: a contracapa do novo livro

 

Link para a página na Amazon do novo livro “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”:

https://www.amazon.es/-/pt/dp/B0GS7FQMLJ/ref=sr_1_1?crid=8WYBLVXQO2KS&dib=eyJ2IjoiMSJ9.6zxcBU2EkOR6lqRLd7K327NTzo8-v0iEEnmwA42eEIzGjHj071QN20LucGBJIEps.mJHzf1fjaf3dmMX08nzg-kBL1uzCMgr2wnOta1XqPbE&dib_tag=se&keywords=vizinhan%C3%A7as+felizes&qid=1773851460&sprefix=vizinhan%C3%A7as+felizes%2Caps%2C292&sr=8-1

 

Índice de:

Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional


Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Brevemente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

 

Novo livro “Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional” – Infohabitar # 969

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 969

Edição: quarta-feira 18 de Março de 2026

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).


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