Novo livro “Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional” – Infohabitar # 969
Informa-se que para aceder (fazer
download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está
tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960
artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf
ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 969
Edição: quarta-feira 18 de Março de 2026
Fig.01: a capa do livro, a cores.
Editorial
Caros
leitores da Infohabitar, é com uma muito natural satisfação que hoje faço a
apresentação do meu novo livro, intitulado “Vizinhanças
Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”.
Trata-se
de uma temática que para mim foi, desde sempre, essencial desde os livros sobre
“espaços exteriores em novas áreas residenciais” com que que iniciei as minhas
edições no LNEC já há bastantes anos.
Mas
depois passei pela qualificação arquitectónica residencial e pelos sequenciais
níveis físicos residenciais (temas de tese de doutoramento em
Arquitectura na FAUP) e ainda depois pela ampla reflexão sobre o que pode e
deve ser uma “habitação humanizada” (tema da habilitação em Arquitectura
e Urbanismo no LNEC), para em seguida me dedicar ao estudo pormenorizado dos
quadros habitacionais (ainda apenas editados em “fascículos” aqui na
Infohabitar) e atualmente avançar na habitação intergeracional (estudo e
edições parciais em conclusão).
Mas
de certa forma esta reflexão sobre a importância que tem, sempre, uma excelente
vizinhança da nossa habitação, construindo, realmente, um excelente e íntegro “habitar”
foi matéria sempre presente nas minhas reflexões e edições ao longo dos anos.
O
caminho editorial seguido, e agora aqui presente na edição agora realizada na Amazon,
constitui também um objetivo de independência e autonomia que tinha em mente
desde há algum tempo e que agora atingi, tendo ganho uma interessante e prática
experiência editorial que irei procurar aplicar em futuras edições a realizar, segundo
este mesmo modelo, em temas como a habitação intergeracional e os diversos
níveis físicos habitacionais, que vão desde esta “vizinhança”, agora editada,
até à pormenorização doméstica, passando pelas agregações de fogos e espaços
comuns e pelas agregações de espaços privados domésticos; assim Deus me dê vida
e saúde para tal e a continuidade dos inestimáveis e vitais apoios que me
ajudaram neste caminho.
Segue-se,
portanto uma apresentação sintética deste novo livro “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa
arquitectura urbana e habitacional”, integralmente
editado a preto/branco por razões de economia editorial, com um simples formato
A5, 190 páginas e ilustrado com os meus esboços, excetuando-se a capa e
folha de rosto em que os meus esboços se fundem com as novas tecnologias de IA.
Quero
ainda fazer um essencial destaque para o trabalho editorial do doutor José
Romana Baptista Coelho, que foi essencial nesta edição, e também para os “toques”
finais da Isabel Romana que penso ajudaram a fazer uma simples e excelente capa.
Uma
boa leitura é o que vos desejo, anexando, mais a baixo, o link direto para a
respetiva página da Amazon (embora seja muito fácil a pesquisa do mesmo na
Amazon) e juntando no final da apresentação cópia do índice para melhor leitura
dos respetivos conteúdos.
Bem
hajam todos,
António
Baptista Coelho
Editor
da Infohabitar
Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional
Fig.
02: a capa do novo livro
Conteúdo essencial do novo livro “Vizinhanças Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”
A ideia-base deste livro é procurar os aspectos que
nos fazem felizes quando habitamos certas casas, em certos edifícios e,
especificamente, em certas vizinhanças. Um objectivo demasiado ambicioso?
Julga-se que não, pois é real o efeito de uma excelente vizinhança na
felicidade habitacional de uma família e de uma pessoa; e quem o sentiu, numa
dada altura da sua vida, pode ser testemunha da verdade desta afirmação.
Outra ideia-base deste livro é não ser apenas um
trabalho para arquitectos, mas sim, também, um livro para habitantes, pois,
afinal, é mais do que tempo de todos nós, habitantes, exigirmos, de quem nos
faz as vizinhanças e os edifício que habitamos, que, pelo mesmo dinheiro e com
um mínimo de custos, nos proporcionem o melhor habitat e aquele em que possamos
ser o mais felizes que seja possível; chega de “produtos habitacionais” mais ou
menos sensíveis aos seus habitantes, é tempo de tratar o habitat humano como
algo muito sério, pois, realmente, ele pode ajudar-nos, e significativamente,
na nossa importante busca pela felicidade de vida, sendo que esta condição não
está directamente associada ao seu custo, sendo possível fazer barato mas muito
bem.
É, no entanto, um livro feito dentro da matéria da
Arquitectura, embora com a intenção, que se procurará, sempre, manter, de usar
ideias e palavras que todos usam, falando-se da Arquitectura residencial como
matéria que é de todos, embora se “use” a Arquitectura como ferramenta de
interpretação de muitas das matérias aqui tratadas, mas esta é uma situação
natural, desde que se trate a Arquitectura com normalidade, como algo que se
vive e se habita na nossa casa e na nossa cidade. Poderíamos tratar dela de outra
forma, como arte e como técnicas, por exemplo, mas também a podemos chamar de
ciência humana e social e assim lhe chamaremos, e assim a usaremos, ao longo
das páginas que se seguem.
A
ideia é irmos pensando sobre os espaços entre a cidade e a casa e entre a casa
e a cidade, em abordagens mais específicas sobre determinados níveis e cenários
mais urbanos, mais de vizinhança, mais familiares ou mais íntimos, numa
sequência de artigos que terá frequentes mudanças de sentido e de ritmo, assim
como visará diferentes perspectivas, por exemplo, mais teóricas, mais práticas,
mais ambientais, mais simbólicas, etc., etc.
Falarmos dos ciclos ou do jogo da glória entre
cidade e casa, ou melhor entre cidade, bairro, vizinhança e casa e depois na
sequência inversa, dos interiores domésticos aos “interiores” urbanos, não
significa esquecermos a natureza, seja numa perspectiva de paisagem global, na
qual uma boa cidade se deverá integrar positivamente melhorando, pela cultura,
a ordem natural, seja numa perspectiva pormenorizada da natureza no urbano, das
mil formas que tem de assumir a natureza na cidade, humanizando-a, é um facto e
aproximando-a da sua matriz natural, ainda que pela quase-ausência de elementos
naturais, por vezes, possamos centrarmo-nos num pequeno jardim urbano
estratégico, que pode ser até uma única árvore rodeada da cidade do pormenor.
E iremos sempre acreditando que a qualidade
residencial é fundamental para uma vida melhor e mais estimulante e que uma tal
importância decorre de muitos, muitos mais aspectos para além dos funcionais, e será mesmo possível afirmar, desde já, que
alguns dos principais problemas de inadequação e de rejeição de determinadas
soluções de habitar têm a ver, exactamente, com ter-se dado, durante dezenas de
anos uma inusitada importância à funcionalidade doméstica e residencial, num
sentido estrito de funcionalidade “mecânica”,
e de se ter considerado que a funcionalidade, por si só, seria capaz de
qualificar uma dada solução residencial e urbana, o que foi e é, sem dúvida, um
gravíssimo erro.
E, finalmente, e a título de objectivo, fica referido que se pretende retomar esta temática do “habitar feliz” em próximos livros, sendo um deles sobre o edifício habitacional e suas inovações, outro sobre os novos e renovados espaços domésticos e outro ainda sobre os principais aspetos de um habitar intergeracional e participado, assim haja a dinâmica necessária para a revisão e o acabamento dos textos já realizados sobre essas matérias.
Fig.
03: a contracapa do novo livro
Link
para a página na Amazon do novo livro “Vizinhanças
Felizes – (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional”:
Índice de:
Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional
Notas editoriais gerais:
(i) Embora a edição dos artigos
editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no
sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo
nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários
apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores
desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos
mesmos autores.
(ii) No mesmo sentido, de natural
responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer
elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias,
desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos
respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as
necessárias autorizações.
(iii) Para se tentar assegurar o
referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta
a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários
"automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos
conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição
da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos
editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à
verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da
revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de
eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.
(iv) Brevemente haverá novidades no
sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da
Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da
sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial
enfoque na habitação de baixo custo.
Novo livro “Vizinhanças Felizes (re)fazer uma boa arquitectura urbana e habitacional” – Infohabitar # 969
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 969
Edição:
quarta-feira 18 de Março de 2026
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas
Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da
Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura
e Urbanismo pelo LNEC.
Os aspetos técnicos do lançamento da
Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas
pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os
conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.
Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa
para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na
Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).





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