Variações sobre uma vista lisboeta – infohabitar extra-série II de Outubro de 2026
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, extra-série
Edição:
quarta-feira 28 de Outubro de 2026
Fig. 00 – variações sobre uma vista lisboeta
(Ass:
Variações sobre uma vista lisboeta – infohabitar extra-série II de outubro de
2026)
Caros
leitores da Infohabitar
Lembrando
que estamos com picos de leitura que praticamente não baixam dos 1000 acessos
diários e, frequentemente, ultrapassam as 2000 page views diárias, sendo que
tivemos anteontem um pico acima dos 7000 page views em um único dia; e que
muito em breve teremos notícias do 6.º CIHEL – juntamos, em seguida, gráfico ilustrativo
dos níveis diários de page-views ao longo de cerca dos últimos 30 dias e que
pensamos terem atingido picos para nós “históricos”.
E
recordando que estamos já mesmo, mesmo próximos do nosso número mil!
Na
edição extra-série de hoje fazemos uma edição de variações gráficas, realizadas
com IA(s), a partir de um dos meus desenhos lisboetas.
Apenas
a título informativo refere-se que aqui se juntam resultados apurados entre
muitos outros.
Com
as minhas saudações cordiais e desejos de bom trabalho,
António
Baptista Coelho
Editor
da infohabitar
Azambuja,
Casais de Baixo, Casa das Vinte, 28 de outubro de 26
Variações sobre uma vista lisboeta – infohabitar extra-série II de Outubro de 2026
Edição de variações gráficas, realizadas com IA(s), a partir de um dos meus desenhos lisboetas, realizado em técnica mista.
(imagens
de ABCoelho)
Fig. –
Variações sobre uma vista lisboeta1
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 2
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 3
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 4
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 5
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 6
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 7
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 8
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 9
Fig. – Variações sobre uma vista lisboeta 10
Pequeno
anexo informativo e essencialmente de início de “discussão” informal sobre o
fazer do tipo de desenhos, como os das variações apresentadas, e o uso da IA
como parceiro de criatividade gráfica.
Como essencial nota prévia a estas palavras quero
salientar que sou com muita honra apenas um amador desta nova forma de
expressão artística, mas assumidamente um seu verdadeiro AMADOR; e que aqui não
irei fazer qualquer tipo de desenvolvimento e discussão em pormenor das
práticas que vou usando nesta minha nova atividade diária.
A prática de “desenho” apoiado por IA, tal como
uma outra qualquer prática gráfica exige prática, e também o que eu gosto de
designar de “mindrawing” (desenho mental) prévio, o que acaba por ser,
evidentemente, uma espécie de pleonasmo aplicado à respetiva ideia, pois todo o
desenho é mental! No entanto nesta nova prática artística a questão da “geração
da respetiva ideia” corresponde MESMO a uma fase específica, cuidadosa e muitas
vezes metódica de trabalho, que depois vai dialogar com os respetivos resultados
práticos e vai ser razoavelmente “afinada” e/ou reimaginada, portanto detalhada
e revista e/ou reforçada em diversos e específicos caminhos criativos.
Quero ainda apontar que as variações aqui
apresentadas e uma boa parte dos meus desenhos feitos com IAs, é realizada com
base em meus desenhos desenvolvidos, muito gostosamente, com livres técnicas
mistas, embora sempre com muito traço e com muita temática de imagem urbana;
pois não posso nem quero negar uma já bem longa formação com cerca de 60 anos e
iniciada com a marca do meu Pai Arquitecto.
Devo ainda referir que desde que a informática
fez o seu aparecimento logo procurei ir “brincando” com as possíveis variações
e composições que ela permitia sobre meus desenhos e fotografias, por vezes com
simples mas efetivas variações no tratamento de imagem; mas agora e desde há
cerca de 1,5 anos e com a descoberta de uma plataforma generativa específica,
disponível na WWW, o meu potencial de aproveitamento de desenhos feitos e a
fazer atingiu um nível que julgo ser bem interessante e que tem ainda muito a
aprofundar.
Em termos de um mínimo de apontamento com mais detalhe sobre a minha prática gráfica apoiada por IA, quero registar que sempre procurei e irei procurar afirmar linhas gráficas e mesmo de conceção “próprias” ou bem caraterizadas, uma condição que é naturalmente servida pelo frequente uso de meus desenhos como base de “trabalho” da IA, mas também por uma natural escolha de temas específicos e, em alguns casos, por influências gráficas e pictóricas baseadas em parte e cuidadosamente em práticas de arte e de artistas com muitas dezenas e mesmo, frequentemente, com centenas de anos de história; evitando assim quaisquer influências marcantes mais recentes (designadamente do sec. XXI e de boa parte do século XX); condição esta que evidentemente nunca exclui a influência cultural e técnica natural e espontânea que muitos artistas e escolas de arte mais recentes sempre exercem sobre quem vai criando e recriando imagens, mas isso é mesmo assim e se não fosse, julgo que algo estaria menos bem.
Uma matéria à qual quero aqui dar, desde já, um
relevo muito especial embora resumido, e à qual provavelmente voltarei em
artigos específicos, é o enorme interesse que as plataformas de geração de
imagens (fixas e em vídeo) têm para um ENORME
número de pessoas que nunca praticaram graficamente de modo corrente ou
mesmo nunca “desenharam” pelas mais diversas e estimáveis razões e que com
estes novos meios podem, com facilidade, ter um novo modo de expressão das suas
ideias e, querendo, podem avançar até para a sua divulgação; uma possibilidade que
julgo ser verdadeiramente incrível e extremamente positiva em termos pessoais e
sociais, e que não tenho visto ser devidamente considerada e apreciada;
enfim, os chamados “meios de comunicação” querem saber de outras coisas e quem
investiga estas matérias é capaz de estar, em muitos casos, ocupado com outros
assuntos; embora não considere estar a descobrir algo pois sem dúvida outros
e muito melhor “equipados” para esta reflexão terão já sem dúvida nela avançado.
Quase concluindo e evidentemente apenas como
realidade bem constatável é bem sabido que desde sempre quem produz elementos
artísticos usa ao máximo todos os apoios possíveis e designadamente os tecnológicos
(até se pode dizer que a mão humana nas paredes das cavernas pré-históricas foi
um primeiro “escantilhão”); e depois há quem refira que usa tais apoios e quem
não o faça, mas isso é outra história e de qualquer modo a IA chegou e há que a
aproveitar e tirar o máximo partido da mesma e, evidentemente, e querendo, registando
o seu uso ou não-uso.
Em termos do aproveitamento dos respetivos
resultados finais e para além deste tipo de aproveitamento “digital”, é
extremamente gratificante a impressão com qualidade “arte” que é possível fazer
por exemplo em impressoras de jacto de tinta e com papel de “arte” de elevada
gramagem; mas estas são também outras histórias.
Notas editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais
dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da
exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Variações sobre uma vista lisboeta – infohabitar
extra-série II de Outubro de 2026
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, extra-série
Edição:
quarta-feira 21 de Outubro de 2026
Editor:
António Baptista Coelho
Liceu
Padre António Vieira, Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de
Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da
Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura
e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista
do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade
Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de
Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).












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