quarta-feira, junho 03, 2026

Casos de Referência Internacionais de Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências - infohabitar # 980

Casos de Referência Internacionais de Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências - infohabitar # 980

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 980

Edição: quarta-feira 3 de junho de 2026


 

Fig. 01: uma simulação arquitectónica apenas “experimental” e associável a uma intervenção intergeracional residencial e urbana, adaptável e participada - realizada com base em diversas ferramentas de IA

 

Editorial

Caros amigos e leitores da Infohabitar,

Estamos a desenvolver a divulgação de aspetos ligados a casos considerados de referência ligados ao estudo teórico-prático do PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.

Continuamos, portanto, neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso internacionais e especificamente ligados a espaços habitacionais adequados a situações de demência dos seus habitantes; situações estas que, naturalmente, poderão ocorrer em quadros residenciais intergeracionais com uma presença significativa de seniores.

Na medida do possível iremos dar prioridade à conclusão da divulgação comentada dos casos de referência aplicáveis à habitação intergeracional, equipada e participada, para depois passarmos aos artigos finais deste  estudo e série editorial.

Boas leituras e naturalmente será muito bom poder ter contribuições vossas nesta matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos propostos para publicação e eventualmente na sequência da leitura dos artigos agora em publicação e que tratam de aspetos bem urgentes e críticos em Portugal e não só.

Nunca é excessivo referir que os elementos aqui apurados se devem, diretamente, aos diversos estudos e respetivos autores que vão sendo registados em cada caso de referência, em seguida, apontado – embora por vezes tal registo seja pouco desenvolvido pelo que se apresentam as devidas desculpas; de certa forma o papel do autor deste artigo limitou-se, essencialmente, à Identificação e organização dos diversos casos apontados, sua leitura e síntese de acordo com as suas caraterísticas, apuramento das respetivas citações consideradas mais significativas para os fins em vista,  e ao complemento do texto com  alguns comentários considerados adequados e úteis; sendo que o verdadeiro peso e influência de toda esta informação foi criando um excelente “lastro” de conhecimentos que vão influenciar direta e indiretamente as conclusões teórico-práticas já apontadas e a apontar no âmbito do presente estudo sobre o Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional – Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C).

 

Saudações cordiais,

António Baptista Coelho

Editor da infohabitar

3 de junho de 2026

 

Casos de Referência Internacionais de Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências - infohabitar # 980

 

1. Introdução ao perfil de análise e apresentação dos Casos de Referência ligados a habitação intergeracional, estudados no âmbito do PHAI3C

Os casos de referência que são em seguida apresentados estão marcados por um perfil de apresentação muito prático que desde já se sintetiza:

. Os textos realizados têm um perfil claramente "de trabalho"; foram, naturalmente, revisto, mas são assumidos como fases de procura prática de elementos para informação dos artigos de síntese.

. Os textos realizados correspondem apenas à opinião do autor e são muito influenciados pela sua respetiva formação arquitectónica e habitacional.

. Os textos realizados são, quase sempre, baseados apenas no estudo de documentos identificados na WWW; quando tenha havido visita essa condição é devidamente sublinhada no início dos mesmos.

. Os textos realizados correspondem ao “respigar” de aspetos considerados úteis ou oportunos no sentido do apoio ao desenvolvimento de soluções a desenvolver no âmbito do PHAI3C; não constituem, portanto, qualquer tipo de análise dos respetivos casos relativamente aos seus objetivos residenciais e/ou de equipamento específicos.

Por razões práticas e de agilização da apresentação não se usam  imagens originais; podendo ser realizados esquemas ilustrativos e descrições sintéticas de espaços e equipamentos.

Os textos em itálico correspondem a muito frequentes citações retiradas dos muitos documentos usados; mas estes não se encontram extensamente referenciados, por razões ligadas à grande quantidade de informação tratada; salientando-se, sempre, o carácter “de trabalho” e de apoio do presente documento, onde se pretendeu alertar para essas essenciais fontes e delas retirar desde já elementos práticos de apoio à conclusão do presente estudo.

E por fim mas considerando-se que é matéria estruturante, convidam-se os leitores a procurarem aceder, na WWW e por outros meios, aos diversos e fundamentais aspetos de cada caso de referência considerado e a daí retirarem as vossas respetivas conclusões e aspetos de reflexão, que são, sem dúvida, essenciais.

2. Listagem geral ordenada dos mais de 100 Casos de Referência ligados a habitação intergeracional e estudados no âmbito do PHAI3C

A estruturação geral dos casos de referência considerados no estudo seguiu essencialmente o seu perfil tipológico e de localização, que aqui, novamente, se resume (a “negrito” o item a que se refere o presente artigo):

Ibéricos e sul-americanos – correntes 11 casos

Ibéricos e sul-americanos – Intergeracionais 7 casos

Internacionais – Correntes ou mais Específicos 60 casos

Internacionais – Intergeracionais 13 casos

Internacionais - Específicos para demências 7 casos

Internacionais - Envelhecer na sua casa  5 casos

3. identificação dos “Casos de Referência Internacionais de Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências” – 7 casos – apresentados no presente artigo (ordem cronológica de desenvolvimento)

Tal como se apontou acima, continuamos, neste artigo, com a divulgação de casos de referência, neste caso internacionais e especificamente ligados a espaços habitacionais adequados a situações de demência dos seus habitantes; situações estas que, naturalmente, poderão ocorrer em quadros residenciais intergeracionais com uma presença significativa de seniores. Salientam-se, no entanto e desde já, os seguintes aspetos:

- As soluções residenciais intergeracionais, equipadas e participadas que são visadas no presente estudo (PHAI3C) não são especificamente dirigidas para pessoas idosas e com demências, mas sim para pessoas no relativo pleno uso das suas capacidades, ainda que eventualmente fragilizadas; não visamos, portanto, qualquer tipo de “instalação” específica para esses casos, mas “apenas” soluções residenciais cujos espaços privados e comuns sejam realmente “amigos” dos mais fragilizados em termos de movimentação e de condições mentais, podendo, assim, responder positivamente a eventuais e prováveis evoluções que alguns residentes possam ter no sentido de um aprofundamento de tais fragilidades; proporcionando-se assim um ambiente residencial que, no recato dos seus espaços privados e na estruturação e acabamento dos seus espaços comuns possa disponibilizar uma boa capacidade adaptabilidade “natural” para acolher pessoas que possam ir ficando gradualmente mais fragilizadas e carentes de atenção específica, possibilitando-se, assim, (i) ou a sua manutenção no mesmo ambiente residencial, eventualmente com adequações específicas nos respetivos espaços privados, (ii) e/ou uma adequada e estratégica “almofada temporal” de transição para estruturas residenciais específicas em termos dos cuidados de que careçam.

- Sendo ainda uma matéria de estudo teórico-prático em evolução e estabilização, os aspetos ligados às condições mais adequadas para o habitar de pessoas idosas e com diversos tipos de demências, constituem assunto de elevada especialização e sensibilidade, estando muito ligados a matérias médicas e de bem-estar especializadas, que aqui, evidentemente, não poderemos aprofundar; o que nos leva essencialmente a tentar retirar de alguns dos casos de referência considerados os aspetos que são aplicáveis de forma geral a conjuntos habitacionais, tornando-os globalmente mais amigáveis, agradáveis e seguros para todos.

- Finalmente e ainda a título de reflexão geral mas estruturante sobre este assunto, importa salientar que da literatura e dos estudos consultados se retira que os espaços residenciais para pessoas idosas e com demências terão de ser considerados de forma específica e bastante ou totalmente destacados e mesmo separados dos outros espaços dos conjuntos residenciais intergeracionais aos quais estejam, eventualmente, associados; e isto para benefício de todos: aqueles com demências; e os outros. No entanto, salienta-se ser esta uma matéria em desenvolvimento, reflexão e debate especializados.

Tendo sido feita esta importante introdução refere-se, agora, que a seguinte apresentação dos títulos dos casos, depois comentados individualmente de forma sintética, destina-se, essencialmente, a podermos ficar com uma ideia geral da matéria, que não pode deixar bastante diversificada quando pretendemos visar uma nova categoria de tipificação habitacional e urbana, pois em cada caso/situação podemos retirar aspetos significativos e cada caso pode ser, aparentemente, pequeno nos seus aspetos aqui respigados mas até, eventualmente, muito significativo na sua influência no corpo final de sugestões sobre uma renovada forma de habitar intergeracional, adaptável, variadamente apoiada, naturalmente convivial e participada.

Tendo-se em conta a extensão dos casos apurados o presente artigo é editado em duas partes; em seguida e a negrito apontam-se os casos abordados no presente artigo; depois os casos são abordados individualmente.

Salienta-se, ainda, a relativa informalidade da apresentação (iniciando-se nas próprias referências aos casos, que não foram uniformizadas) e das abordagens em seguida realizadas, associadas a uma matéria muito extensa e à natureza do presente artigo/documento que se quer que seja “de trabalho” e de apontamento de casos, que, sequencialmente, o leitor poderá procurar e aprofundar, facilmente, na WWW, designadamente, no que se refere à respetiva e importante ilustração.

Casos considerados mais genéricos

1. Gilchrist Hospice Care

2. MARIAN’S HOUSE centro dia para pessoas com demência

Casos considerados mais específicos

3. 2014 - The Dutch Village Where Everyone Has Dementia MII 2014

4. 2014 - Fartown dementia home launches 1950s memory village 20142014 Casos Putting dementia into the heart of Extra Care Housing in Wales: A case study from Mold 2014

5. 2014 - Putting dementia into the heart of Extra Care Housing in Wales: A case study from Mold 2014

6. 2013 - Dementia village' inspires new care 2013 (atentar bem no título)

7. 012 - Dementiville suiça 2012

Chama-se ainda e novamente a atenção para o cariz esquemático e “de trabalho” dos referidos comentários, referidos, portanto, a uma fase preliminar de sugestões conclusivas para uma “nova” tipologia residencial baseada em espaços privados, comuns e de uso público.

E finalmente avisam-se os leitores para a diversidade de extensão das referências a cada caso de estudo e para o frequente recurso a citações retiradas dos respetivos documentos (consultados essencialmente na WWW) e salientadas a itálico.

Os destaques a negrito são nossos e em cada caso de referência optou-se pela estruturação de texto julgada mais adequada à respetiva leitura – por exemplo com sínteses de itens, ou com textos alternados por citações e comentários.

4. Apresentação ordenada e sintética de aspetos apurados na procura e análise do conjunto de casos referência intitulado “Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências”

Casos mais genéricos

4.1. - Gilchrist Hospice Care (breves notas sobre o espaço privado)

A intervenção que é aqui apontada destaca-se pela grande qualidade e sensibilidade colocadas na respetiva arquitectura de interiores, que é expressivamente “doméstica”, bem apropriada através da inserção de uma grande diversidade de elementos de mobiliário pessoal e familiar (no quarto: cadeiras, sofá  e cómoda), bem integrados numa linha de arranjo geral bem marcada por excelentes acabamentos, materiais naturais (ex., chão aparentemente em madeira), cores gerais suaves (ex., amarelo claro) mas estimulantes e diversificadas (ex., casa de banho com cor forte) e salientadas por remates a branco (ex., sancas e lambris) e caraterizadas por elementos polarizadores muito atraentes como é o caso das portas de entrada “tradicionais” em madeira com grande postigo envidraçado (vidro fosco), que com um tal carácter acaba por mascarar positivamente a sua expressiva largura (adequada a uso por macas).

Um aspeto fundamental em tudo isto é a excelente luz natural que inunda o quarto, que paticamente tem uma parede toda “aberta” para uma zona ajardinada.

O efeito geral é de grande envolvência e potencial de consolo e sossego: no quart apenas a cama “hospitalar” quebra uma forte regra de domesticidade: madeira no pavimento, cortinas, cómoda antiga, sofá, cadeiras de conforto).

4.2. – Marian’s House, centro dia para pessoas com demência (notas sobre os espaços comuns)

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

Marian’s House is a daycare center and respite for families with a relative who has dementia and may need care during the day or on occasional weekends. The house is specially designed for both one-on- one interaction and group activities. It is also a resource center and provides training and support for family caregivers.

Daycare spaces are designed for double use as an evening resource center for classes and discussion groups.

Estes aspetos são muito interessantes, quer pela sua referência a elementos fundamentais para o habitar de idosos com demência e para o seu apoio – “conceção espacial para interações pessoa a pessoa e para atividades de grupo”, quer pela estratégia de estruturação dos espaços comuns que alie uma fruição individualizada a uma outra grupal, que é aplicável a qualquer desenvolvimento residencial intergeracional, quer ainda pelo sentido prático e “poupado”, que se julga essencial e que visa um uso duplo de alguns espaços bem importantes – neste caso o centro de dia que é usado como espaço de formação à tarde.

A ideia de podermos albergar, de forma autonomizada, um centro de dia com valências a definir, numa parte do piso térreo do conjunto residencial intergeracional é também de reter; assim como será de considerar a adaptabilidade de tais espaços a eventuais alterações dos seus usos ou de partes deles.

Considerando agora a estruturação específica dos espaços interiores da Marian’s House, salienta-se a sua muito clara e muito legível organização – um grande retângulo atravessado longitudinalmente por um largo corredor e sendo os espaços bilaterais (ao corredor) também amplos, diversificados e alternativamente ligados ao corredor e mutuamente, o que lhes permite grande adaptabilidade de usos interligados e separados; em duas zonas específicas os espaços interiores avançam sobre o exterior e definem duas zonas exteriores: uma mais íntima e que prolonga o estar interior, e outra mais ampla e aberta – numa oferta de alternativas que acaba por replicar a disponibilidade interior de uma grande sala multiusos e uma zona íntima junto da lareira.

Vários aspetos desenvolvidos na Marian’s House:

- Dining and living rooms for shared meals or family caregiver support meetings.

- Great room provides ample space for activities, movies and relaxation.

- On-site 24-hour caregiver has one-bedroom apartment.

- Large, open kitchen and eating area encourages guests to be part of meal preparation.

- Two respite bedrooms can be open to either the caregiver as private guest rooms or be open to the daycare portion of the home when residents stay over.

- Den offers an alternative getaway with a soothing, calm environment.

- Fenced-in garden with an abundance of plants, flowers and shrubs allows for safe outdoor walking.

A intervenção destaca-se pela grande qualidade e sensibilidade colocadas na respetiva arquitectura de interiores dos amplos espaços comuns, que é expressivamente “doméstica”, bem apropriada através da afirmada inserção de uma grande diversidade de elementos de mobiliário - anulando-se o estereotipada e “institucional” arranjo com os MESMOS elementos de mobiliário e os MESMOS tipos de “arte”- integrados numa linha de arranjo geral bem marcada por excelentes acabamentos, materiais naturais, cores gerais suaves mas estimulantes e estrategicamente diversificadas e por elementos polarizadores muito atraentes como é o caso das portas, balcões, colunas, luminárias, carpetes, lareira, etc; e evidentemente que a iluminação natural e artificial foram cuidadosamente planeadas e que a relação com um exterior ajardinado e seguro foi reforçada.

Great attention was given to being welcoming and open, and encouraging residents to explore while using design tools as the mechanism to create safety with multiple sight lines. Additionally, a vestibule and inconspicuous entry allow residents to arrive, while higher ceilings and large windows in the main rooms open to the garden, directing resident attention away from the entry and into the garden area.

… There is flexibility of use with two respite bedrooms, which can be open to either the caregiver as private guest rooms or open to the daycare portion of the home when residents stay over.

Casos mais específicos

4.3. - 2014 The Dutch Village Where Everyone Has Dementia

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

The town of Hogeway, outside Amsterdam, is a Truman Show-style nursing home.

The Atlantic Daily: https://www.theatlantic.com/health/archive/2014/11

Autoria: Josh Planos, jornalista, Omaha, Nebraska.

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

… That call from her mother spurred Yvonne into action as she became committed to making nursing homes more livable and less of a departure from reality for their residents. She envisioned a setup as far away as possible from the nondescript buildings and polished floors of her workplace, where everything carried the scent of a dentist’s medical cabinet…

Today, the isolated village of Hogewey lies on the outskirts of Amsterdam in the small town of Wheesp. Dubbed “Dementia Village” by CNN, Hogewey is a cutting-edge elderly-care facility.

—roughly the size of 10 football fields—where residents are given the chance to live seemingly normal lives.

… Like most small villages, it has its own town square, theater, garden, and post office… Unlike typical villages, however, this one has cameras monitoring residents every hour of every day, caretakers posing in street clothes, and only one door in and out of town, all part of a security system designed to keep the community safe. Friends and family are encouraged to visit. Some come every day… CNN reported that residents at Hogewey require fewer medications, eat better, live longer, and appear more joyful than those in standard elderly-care facilities.

There are no wards, long hallways, or corridors at the facility. Residents live in groups of six or seven to a house, with one or two caretakers. Perhaps the most unique element of the facility — apart from the stealthy “gardener” caretakers— is its approach toward housing.

Cerca de 160 residentes em grupos de 6 ou 7.

Hogeway features 23 uniquely stylized homes, furnished around the time period when residents’ short-term memories stopped properly functioning. There are homes resembling the 1950s, 1970s, and 2000s, accurate down to the tablecloths, because it helps residents feel as if they’re home. Residents are cared for by 250 full- and part-time geriatric nurses and specialists, who wander the town and hold a myriad of occupations in the village, like cashiers, grocery-store attendees, and post-office clerks.

Finances are often one of the trickier life skills for dementia or Alzheimer’s patients to retain, which is why Hogewey takes it out of the equation; everything is included with the family’s payment plan, and there is no currency exchanged within the confines of the village.

Residents are only admitted if they’re categorized as having “severe cases of dementia or Alzheimer’s disease.” Vacancies are rare, given that a spot only opens when a current resident passes away, and the village has operated virtually at full capacity since it opened in 2009…

Muito interessante e muito dispendioso.

Hogewey was primarily funded by the Dutch government and cost slightly more than $25 million to build. The cost of care is nearly $8,000 per month, but the Dutch government subsidizes the residents—all of whom receive private rooms—to varying degrees; the amount each family pays is based on income, but never exceeds $3,600.

By 2030, the number of people suffering from dementia around the world is expected to hit 76 million, which some estimate will cause an 85 percent increase in dementia-related healthcare costs worldwide. By 2050, the U.S. alone will pay a projected $1.2 trillion.

… a recent report from the Dutch Alzheimer’s Association found that nursing-home residents in the Netherlands go outside for an average of just 96 seconds per day. By contrast, Hogewey’s staff promotes an active lifestyle for residents.

The environmental approaches to reducing both cognitive and behavioral problems associated with dementia are really the key to improving quality of life for these patients without excess medication,” Dr. Paul Newhouse, director of Vanderbilt University’s Center for Cognitive Medicine, told ABC News in 2012.

The act of engaging in community isn’t just about promoting better healthcare; it’s about developing a more personable and comprehensive way of treating disease. Often those with the most severe mental-health issues end up being isolated, so that less complicated cases can benefit from institutional resources.

However, a study from the journal Nature Neuroscience found that isolation actually reduces the production of myelin—a fiber that maintains our nerve cells—meaning these segregating treatments may only make mental illness worse. The countless studies reinforcing how many dementia patients feel lonely or isolated, juxtaposed with Hogewey’s considerable success with these residents, call into question how much of dementia is a result of disease, and how much is a result of how we treat it.

While dementia-only living facilities have been created outside the Netherlands, none of them have offered the amenities or level of care per patient that Hogeway provides. Last year, inspired by Hogewey, a nursing home in Fartown, England, built a 1950s village for its residents; a similar project is underway in Wiedlisbach, Switzerland.

But because cost is one of the greatest barriers to making self-contained villages the standard in dementia care, it would be extremely difficult to implement in a non-socialized healthcare system—meaning that in the U.S., a facility like Hogewey might be impossible for the forseeable future.

Mas:

 relatives of people with dementia yearn for an environment built around life rather than death. Hogewey hasn’t found a cure for dementia, but it’s found a path that’s changing ideas of how to treat those who can no longer take care of themselves.

Os textos acima “falam por si próprios”: parece ser possível tratar melhor as demências nos idosos e fazê-los viver melhor o seu dia-a-dia, fazendo-os viver em quase-simulacros de como viviam há muitos anos, e dando-lhes uma atenção maximizada, mas tal será provavelmente impossível de proporcionar como regra. Então que fazer? Talvez que pelo menos “domesticar”, cuidadosamente, os ambientes de apoio e cuidado, e talvez proporcionar soluções residenciais onde os idosos possam viver autonomamente mais tempo e com mais bem-estar e variados interesses, concebendo-as o melhor possível em termos de número total de residentes, sub-espaços de vizinhança, e naturalmente toda a respetiva arquitetura de interiores e de vizinhança próxima, mais os apoios a um amplo leque de atividades e os correspondentes e facilitados cuidados de gestão corrente e específica, reduzindo, assim, um pouco, o impacto do desenvolvimento de unidades residenciais específicas de apoio a idosos com demências …  

4.4. - 2014 Fartown dementia home launches 1950s memory village

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

Autoria: Anne-Marie Senior

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

… They struggle to remember what they did this morning.

Now, Huddersfield dementia patients will be able to re-live their happiest memories – thanks to an innovative idea being trialled at a Fartown care home. A 1950s-style village has been created at Abbey Place Nursing Home to help residents remember their pasts within familiar surroundings.

The colourful scene, set within the home’s gardens, contains everything to transport residents back in time with a 1950s cafe, post office, grocery store, hairdressers, florist shop, library and car garage… Home manager Phillipa McSkimming said: “We believe that this is unique...The village has been put together following a good deal of research and we are confident it will make a massive difference to the well-being of our residents here at Abbey.

Dementia is a confusing and distressing condition and we are here to do anything we can to help our residents feel happier and enjoy a better quality of life.”

The village is set in safe, enclosed gardens ... It is designed to offer residents the chance to wander through the village on a regular basis to give them the chance to recognise familiar objects and feel more secure.

The inspiration for the village came from a similar initiative in the Netherlands, at Hogewey in Weesp, near Amsterdam.

It is based on the principle that dementia sufferers find it difficult to remember what is happening in the present but have very firm memories of their pasts. By creating settings they can remember, it is hoped residents will feel more secure, reassured, and enjoy a better quality of life.

É evidente que soluções deste tipo dificilmente serão regra, essencialmente devido aos custos envolvidos, mas aplicar estratégias afins em termos de uma conceção arquitetónica residencial ingergeracional com boas ligações a aspetos de marcação de memórias de sítios e de usos não será, por uma lado, agradável para residentes de várias idades e não ajudará os mais idosos a sentirem-se “em casa” mais fortemente e durante mais tempo, do que se forem usados outros tipos de linguagem em termos de arquitectura de interiores para tais espaços?

E não será que é realmente fundamental um aconselhamento profissional apurado e adequado no sentido da melhor decoração e apropriação funcional e ambiental dos espaços domésticos que integram uma dada unidade residencial intergeracional, pelo menos, sempre disponível e com um mínimo de custos, potenciando-se, assim, o papel do espaço doméstico na satisfação diária de residentes idosos e, frequentemente, reformados, que irão usar os seus espaços domésticos intensamente e como nunca os usaram? Aumentando-lhes claramente a satisfação com os seus espaços privados e mesmo com os “seus” espaços comuns? E estas últimas aspas podem e devem levar-nos longe …

E como exercício mental e espacial que ajuda a clarificar a importância desta perspetiva ligada à marcação das memórias, podemos imaginar o efeito que tem uma situação “diametralmente oposta”, de uma solução residencial privada mal mobilada e iluminada, “prolongada” por espaços comuns “frios”, descaracterizados e pontuados por mobília “tipo” e tão frequentemente “apenas” funcional … 

4.5. - 2014 Casos Putting dementia into the heart of Extra Care Housing in Wales: A case study from Mold 2014

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

HLIN CS 86

Written for the Housing Learning & Improvement Network (HLIN) by Kim Yates, Head of Care, Wales & West Housing

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

Design features that assist people with dementia to settle in Llys Jasmine include:

- Apartment layouts that help people to find key places (eg. the toilet can be seen by a person lying in bed)

- Décor and colour schemes that aid calmness and reminiscence

- A dedicated lounge and dining area where bespoke activities can also take place (residents in these flats are also able to use general communal facilities)…

Atentar aqui à possibilidade de se desenvolverem - bespoke activities - atividades “personalizadas” nos espaços comuns, ao que eu acrescentaria a possibilidade de um convívio minimamente alargado nos espaços privados.

- A clearly identified pathway that leads around the ground floor area and into the garden, enabling people to exercise and explore without reaching a potentially confusing dead end.

- Assistive technology that enables people to be as independent as possible whilst supporting a safe environment – from door entry and exit systems to flood alarms, the environment is designed to support people to live active and meaningful lives to the best of their ability.

- Window sills are low to enable all residents to see out. Balconies are situated off every living room space. A courtyard garden at the centre of the scheme brings residents together where the sensory garden helps them to enjoy the outdoor space and makes for a meaningful activity area…

Atentar aqui na fortíssima relação com um “bom” e apropriado exterior, desde os espaços privados aos comuns; matéria ESSENCIAL para o bem-estar mental.

- An electric scooter store is near the main entrance to encourage residents to be independent.

- Throughout the design of this scheme, specific thought was given to ensuring dignity and privacy for all the residents to provide them with the maximum quality of life possible.

Pensa-se que é extremamente interessante ter em conta que todos estes aspetos, que são considerados, aqui, numa forte relação com espaços habitacionais dedicados a pessoas idosas com demências, são, também, excelentes para uma sua aplicação generalizada.

… The main aim was to create a ‘home from home’, designing a building which is sympathetic to its neighbours and residential in appearance rather than institutional.

 Environmentally responsible methods of construction and palette of sustainable locally sourced materials were used to create an energy efficient design.

The scheme is split into two different levels with separate entrances, both accessible from the main road. The dementia care apartments and breakout spaces are on the upper ground floor to allow an extra level of audible and visual privacy and security.

The use of colour and light to differentiate between areas was maximised, assisting those with sight impairment and helping those with dementia to be aware of their surroundings.

A secure central courtyard garden provides a ’sheltered environment’. All residential areas of the building are away from the public, with gated access to the rear gardens, to ensure maximum security, comfort and privacy for residents.

… Involving the front line staff in the development of the service promotes ownership.

Em termos da arquitectura de interiores uma das conclusões foi que devem ser favorecidos elementos de pormenorização mais “emocionais” (“poignant”); e juntaria que é perfeitamente possível associar, em alguns importantes elementos (ex., sancas a meia altura que servem de corrimão) aspectos funcionais e de segurança na movimentação, aspetos de orientação e mesmo aspetos de “desenho” ligados à respetiva caraterização.

4.6. - 2013 Dementia village' inspires new care

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

CNN Wold – 27 dezembro 2013

Ben Tinker

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

Dutch dementia facility shows new way of providing long term care

… Living quarters are furnished to reflect a person's younger days

… 'Dementia Village' - as it has become known -- is a place where residents can live a seemingly normal life, but in reality are being watched all the time. Caretakers staff the restaurant, grocery store, hair salon and theater -- although the residents don't always realize they are carers -- and are also watching in the residents' living quarters. Residents are allowed to roam freely around the courtyard-like grounds with its landscaped trees, fountains and benches - but they can't leave the premises.

Their two-story dormitory-style homes form a perimeter wall for the village, meaning there is no way a resident can accidentally wander out. And if they do approach the one exit door, a staffer will politely suggest the door is locked and propose another route.

Placing an aging family member here is far less expensive than round-the-clock, in-home care. It also takes an enormous amount of stress off family members who don't have ample time or proper training to care for their loved ones.

… Van Amerongen sat down with her colleagues in November 1992 to discuss how they could transform the typical nursing home into more worthwhile living. They created a 1.5 hectare (four-acre) complex, completed in 2009, that is home to housing units and seven different "lifestyle themes," such as crafts, culture, religious and urban.

Art lovers get paintings on the walls and music is always playing while the religious get more conservative décor and Christian crosses on the walls

Julga-se que um dos principais aspetos a reter neste documento fica, exatamente, claro no seu título: “Aldeia da demência inspira os novos cuidados”; pois muitos dos pormenores e objetivos que aqui são aplicados podem ser usados, direta e indiretamente, e talvez parcialmente em boa parte das soluções residenciais que visem pessoas mais idosas e mesmo num quadro intergeracional.

4.7. - 2012 Dementiville suiça 2012

Fontes e/ou autorias principais dos documentos consultados:

By Allan Hall In Berlin for MailOnline
Updated: 10:01 BST, 31 January 2012

Apontam-se, em seguida, sob a forma de citações a itálico, retiradas dos  documentos consultados, aspetos julgados de grande interesse para os objetivos do presente estudo, mas que, evidentemente, não substituem a consulta direta dos referidos documentos; os “sublinhados” a negrito são nossos.

… A £17million village is to be built in Switzerland where dementia patients will live in a fake reality to increase their sense of security. A £17million village will house dementia sufferers in a fake reality where carers are disguised as gardeners, hairdressers and shop assistants

The community – dubbed Dementiaville – is being designed along the lines of the 1950s-style houses of a neighbouring village near Bern in Switzerland.

It will be the first project of its kind in Europe and will house 150 patients in 23 homes designed to evoke times gone by and therefore increase their sense of security. The plan is to open the village by 2017.

There will be no closed doors, with residents free to move around and the undercover carers intervening only to stop residents straying or to prevent accidents. On site will be a cinema, shops, and other facilities – all run by those in on the secret that the residents are living in an artificial world.

A similar, but smaller, pioneering experiment in geriatric mental care is underway in The Netherlands where the Hogewey nursing home for dementia sufferers was set up near Amsterdam in 2009. Its residents pay £4,000 monthly to live in a world they think is normal but is anything but, although not in separate houses as planned for the Swiss village.

… But not everyone is convinced; Michael Schmieder, director of Switzerland’s Sonnweid home that caters for 150 dementia patients, said: 'The very notion is an attempt to fake the normality that people with dementia don’t have.'

Volta-se a comentar que mesmo sendo muito caro e dificilmente aplicável a um número significativo de doentes, e, suplementarmente, discutível mesmo como conceito, talvez que o principal contributo desta perspetiva de cuidados a idosos com demência é a influência, indirecta e parcial, que muitos dos seus aspetos de pormenorização podem ter na geração de soluções residenciais intergeracionais muito sensíveis a pessoas idosas e/ou fragilizadas e também bastante amigáveis e “familiares”/”domésticas” para todos os grupos etários e talvez até para muitos grupos socioculturais; mas fica a ideia para posteriores reflexão e discussão.

Brevíssimos apontamentos relativos à continuidade do estudo sobre Habitação Intergeracional, Adaptável e Participada

Com o presente artigo aproximámo-nos, ainda mais um pouco, do final do estudo do PHAI3C e de um conjunto de sugestões sobre possíveis configurações de soluções de arquitectura urbana com forte conteúdo residencial intergeracional, mas funcionalmente mista e, assim, potencialmente muito viável.

O próximo artigo desta série editorial é o último dedicado à abordagem de aspetos a respigar nos casos de referência estudados, visando-se a habitação intergeracional, adaptável e equipada, numa perspetiva dirigida para as condições que apoiam a manutenção dos mais idosos nas suas habitações – matéria esta que, evidentemente também se liga à caraterização de um adequado PHAI3C.

Anexo: listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base teórico-prática, anterior à atual análise de casos específicos

Listagem linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar, com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.

.  Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).

.  Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).

Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022e  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 808 –  Qualidade na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 –  Sobre as necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 815.  Lisboa, quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816 –  Atratividade, identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa, quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15, 2022. (11  p.)

.   Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17  p.)     Infohabitar, Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15  p.)    

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823 infohabitar .  Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.        (25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e base bibliográfica  # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022. (26 p.)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar.  Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12  p.) 

. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos: desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 –  Idosos: desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09, 2022. (16  p.) 

.  Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 839, Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841,  Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31  p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em três  artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental  (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 855, Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação, integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas, coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 858, Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26 p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html

. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de soluções – versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia residencial intergeracional – versão de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de 2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com demência – versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html

.  Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”;  http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

Casos de Referência Internacionais de Habitação Adequada a Pessoas Idosas com Demências - infohabitar # 980

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 980

Edição: quarta-feira 3 de junho de 2026

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).