Próximos estudos habitacionais V – terceiros comentários gerais sobre o tema “Habitar Melhor” – edifícios residenciais e seus espaços comuns – infohabitar # 997
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 997
Edição:
quarta-feira 7 de Outubro de 2026
Fig. 00 - “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
Editorial
(“Próximos
estudos habitacionais V – terceiros comentários gerais sobre o tema Habitar Melhor”
– edifícios e suas habitações – Infohabitar # 997”)
Caros
leitores,
Lembrando
que estamos a 3 edições do nosso número mil!
Na
edição de hoje continuamos a desenvolver, com informalidade, alguns comentários
exploratórios e genéricos sobre os temas e as naturezas específicas que marcaram
e poderão ir marcando o aprofundamento de alguns estudos/ensaios e reflexões
sobre habitação e habitar, que foram aqui divulgadas ao longo de mais de 20
anos.
No
artigo de hoje centramo-nos numa terceira aproximação, em termos de comentários
temáticos aos diversos subtemas que integram o tema editorial que, até agora,
foi o mais editado na Infohabitar (com 184 artigos), o tema “habitar e viver
melhor”, aqui resumido como “habitar melhor”.
No
texto desta semana continuamos a desenvolver informalmente algumas reflexões nessa
perspectiva; apontando e discutindo, diversamente, aspetos anteriormente
abordados e dando início a ideias e pontos de vista que nos parece poderem
levar a outras interessantes discussões e avanços na grande área do
"habitar melhor”, e designadamente sobre os seus aspectos de enquadramento
qualitativo diversificado e de desenvolvimento vicinal.
Boa
leituras é o que se deseja e naturalmente será ESSENCIAL poder ter
contribuições vossas em NESTA MATÉRIA ESPECÍFICA, seja a título de sugestões,
seja mesmo como artigos propostos para publicação E EVENTUALMENTE SOBRE ESTE
MESMO TEMA DO QUE FOI E PODE AINDA VIR A SER A INFOHABITAR.
E
lembra-se aqui a relativa facilidade e o grande interesse editorial que estará
sem dúvida associado, por exemplo, à divulgação parcial, aqui na Infohabitar,
de estudos associados a teses de doutoramento e mesmo de mestrado (bem
qualificadas) ou a uma divulgação parcial e cuidadosa de partes de estudos em
curso, por exemplo de doutoramento; mas também e com forte relevo os estudos
individuais, técnicos e teórico-práticos que colegas leitores tenham
desenvolvido ou estejam a desenvolver; pois afinal o GHabitar e o seu
Infohabitar sempre foram e quiseram ser plataformas de ativo diálogo entre a
boa academia e a boa técnica.
Com
as minhas saudações cordiais e desejos de bom trabalho ou ainda de boas férias,
conforme seja o caso,
António
Baptista Coelho
Editor
da infohabitar
Próximos estudos habitacionais V –
terceiros comentários gerais sobre o tema “Habitar Melhor” – edifícios residenciais
e seus espaços comuns – infohabitar # 997
Nota
específicas:
-
sobre a ilustração do presente artigo as 10 imagens, que vão contando uma pequena história, foram desenvolvidas especificamente para este artigo com apoio de IA
- sobre o
conteúdo do artigo: ele integra os textos editados em anteriores edições desta
série, novos textos nos itens “VII e VIII”, sobre (vii) Nível dos Espaços
Comuns Residenciais e uma abordagem mais genérica dos espaços domésticos
privados
1. Notas de introdução sobre os
estudos e as reflexões desenvolvidos desde há cerca de 40 anos e divulgados na Infohabitar
durante mais de 20 anos
Num dos
últimos artigos apresentámos, aqui, as listagens de temas que têm sido
desenvolvidos e divulgados, aqui, na Infohabitar, e naturalmente para lá dos
mais de 100 autores que neles participaram, coube-me a responsabilidade
editorial de manter a nossa revista sempre ativa semanalmente.
No que se
refere aos temas que fui desenvolvendo na Infohabitar, eles traduziram,
portanto, em artigos, e um pouco sob a forma dos velhos conhecidos
“fascículos”, a sequência de estudos a que me dediquei a 100% no saudoso Núcleo
de Arquitectura do LNEC durante cerca de 40 anos de atividade.
Como já
aqui referi eles foram, muito sinteticamente: (i) os espaços exteriores em
novas áreas residenciais; (ii) a habitação de interesse social e a habitação
cooperativa; (ii) a habitação evolutiva e adaptável; (iv) a qualificação
arquitectónica residencial; (v) a habitação informal; (vi) a habitação
“humanizada”; (vii) a habitação intergeracional equipada; e como essencial
suplemento de alma (viii) o desenho esboçado do habitat humano.
Fig. 01: “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus
espaços comuns
2.
Sobre o tema e série editorial “Habitar e Viver Melhor”,
resumidamente “Habitar Melhor” (184 artigos de base): apresentação geral
sintética
Esta série intitulada “habitar
e viver melhor”, e neste artigo sintetizada com a designação “habitar melhor”,
corresponde ao tema editorial n.º 6 da Infohabitar e foi a mais desenvolvida
editorialmente com 184 artigos, 186 incluindo o presente artigo.
Um tal desenvolvimento
explica-se por três razões (mais uma): (i) tratar-se, provavelmente, de uma
matéria “central” na temática editorial da Infohabitar, como é evidente; (ii) )
a vontade de fazer um dia um livro sobre o assunto, que será naturalmente muito
facilitado com um tal desenvolvimento preparatório; e (iii) ser um tema ao qual
uma reflexão arquitectónica habitacional sempre volta e revisita com gosto e
variadas perspectivas de reflexão; (iv) e juntamos mais uma razão, neste caso,
prática que é a grande relação que este tema marca entre teoria e prática,
entre reflexões mais livres e essenciais casos de referência.
3. Série “Habitar Melhor”: principais subtemáticas
(nota
importante para a consulta posterior: a seguir aos títulos dos artigos, que são
habitualmente de pequena dimensão, regista-se o respetivo número, e na listagem
total linkada que conclui o presente artigo é fácil de localizar e
sequencialmente chegar ao texto; a numeração dos artigos é sempre ascendente;
sublinham-se os temas já desenvolvidos na presente série editorial)
(i) Aspetos gerais e estruturadores do
tema “Habitação Melhor” (do bairro ao microespaço doméstico)
(ii) Reflexões mais gerais sobre diversos
subtemas no âmbito do tema geral “Habitação Melhor”
(iii) Nível do Bairro ou Vizinhança
Alargada
(iv) Nível das Vizinhanças Próximas
(v) Relações entre Edifícios Residenciais
e Exteriores Residenciais
(vi) Nível dos Edifícios Residenciais
(vii) Nível dos Espaços Comuns
Residenciais
(viii) Nível dos Espaços Domésticos
Privados (abordagem mais geral) *
(ix) Particularidades dos Espaços Térreos
Domésticos
(x) Nível dos Espaços Domésticos
Específicos (abordagem mais geral)
(xi) Nível dos Diversos Espaços
Domésticos Específicos – estruturado em “categorias” de espaços
Entrada doméstica
Casas de Banho domésticas
Circulações domésticas
Sala-comum
Cozinhar
Arrumação doméstica
Máquina domésticas
Refeições domésticas
Exteriores privados
Quartos
Trabalho em casa …
(xii) Nível dos microespaços domésticos
(xiii) Nível dos pormenores domésticos
(xiv) Relação entre aspetos gerais de
qualidade e de pormenorização residencial e doméstica
Fig. 02: “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus
espaços comuns os edifícios residenciais às suas habitações
(i)
Aspetos gerais e estruturadores do tema “Habitação Melhor” (do bairro ao
microespaço doméstico)
ARTIGOS
EDITADOS:
A importância de um
verdadeiro habitar (222)
Viver
bem em casa ou viver bem num dado espaço urbano (223)
Equipar o habitar,
habitar os equipamentos – requalificar os equipamentos sociais (233)
Os percursos de uma
cidade habitada e a defesa da Arquitectura Urbana (412)
Este
tema ganha perspectiva em primeiro lugar com a consideração de como, realmente,
a qualidade diária do habitar impacta na qualidade de vida de cada um de nós
individual e familiarmente. E tal consideração é difícil de
quantificar/qualificar, sem dúvida, mas talvez os inquéritos de satisfação
residencial tenham andado enviesados da procura desta qualidade habitacional,
preferindo aspetos excessivamente abstratos e/ou afastados do tema real do
habitar de cada um e de cada família; matéria esta que exige urgente
desenvolvimento.
Por
outro lado a questão do viver melhor “em casa” ou num dado espaço urbano
levanta questões fundamentais, sendo na minha opinião a resposta certa: o viver
melhor num dado espaço urbano e especificamente numa sequência de vizinhanças,
da mais aproxima à mais alargada e citadina; e sendo que talvez que o primeiro
aspeto a relevar aqui é que é urgente tratar de “arquitectura urbana” e de
“habitação urbana”, o que evidentemente é sempre muito mais difícil de
arquitectar do que limitarmo-nos ao edifício; matérias estas que obrigarão ao
aprofundar dos percursos de uma
cidade habitada e da defesa de uma verdadeira Arquitectura Urbana.
Mas
aqui há um outro aspeto importante a reter nesta questão do do viver melhor “em
casa” ou num dado espaço urbano: é que a opção pelo espaço urbano não pode
esquecer a qualidade do espaço edificado e doméstico; não pode ser uma opção,
tem de ser um “complemento” uma solução unificada.
E em
todos estes “equilíbrios” entra e muito bem a questão e a perspectiva de melhor
equipar o habitar, ampliando-lhe a sua noção de habitação também como conjunto
de serviços, um perfil residencial que em nada afecta os outros essenciais
perfis residenciais até mais filosóficos ou poéticos; e, em modo de espelho, a
perspectiva de melhor habitar os próprios equipamentos, ditos coléticos,
aprofundando-lhes a sua atual e bem-vinda tendência de humanização e
requalificação; e, no limite, e com a introdução urgente de novas formas de
habitar mais equipadas, reduzindo muito a fronteira atual entre habitação e
equipamentos residenciais.
Fig.
03 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
(ii)
Reflexões mais gerais sobre diversos subtemas no âmbito do tema geral
“Habitação Melhor”
ARTIGOS
EDITADOS:
Novos caminhos da
habitação (239)
Mais espaço ou
melhores espaços residenciais (241)
Apropriação ou
representação na habitação (243)
Vivências e vivendas - Notas sobre
casas e quem as sonha (268)
As medidas do homem
e as medidas da cidade: sobre a natureza do habitar – (
413)
Subvertendo
um pouco a ordem das abordagens feitas nestes artigos talvez que a primeira
prioridade seja o aprofundar de um máximo de aspetos de expressiva humanização
do habitar, naturalmente, ao nível de um habitar arquitectado ao nível urbano e
doméstico bem estruturado e pormenorizado.
E
tal perspectiva já é aqui avançada e em diversos caminhos nos diversos subtemas
de conjuntos de artigos ligados ao tema geral intitulado “habitação
humanizada”, editados nos temas n.º 19 a n.º 25 da Infohabitar e aos quais nos
dedicaremos em artigo específico.
Passando
da básica e essencial humanização do habitar para a sempre presente questão dos
“novos modos de habitar” ou “novos caminhos habitacionais”, eles são matéria
sempre querida dos arquitectos designadamente nas suas intervenções mais
teóricas, mas que depois, na prática, encontra substanciais barreiras, quer
regulamentares, quer mesmo mentais e decorrentes de hábitos culturais muito
arreigados e por também em parte vezes decorrentes de aspetos regulamentares hoje
em dia praticamente sem sentido.
E
aqui haverá lugar ao avançar sobre como as “casas” são concebidas, com que
reais objetivos e sobre o que nelas sonhamos como habitantes e como
projetistas; e já agora com que bases as poderemos sonhar matéria esta que nos
leva obrigatoriamente aos próprios currículos das formações em Arquitectura,
que nesta matéria muito deixam a desejar.
Voltando
a aspetos mais práticos, nestas matérias podemos seguir, talvez caminhos
interessantes, tais como aqueles que resultam de necessidades sociais,
funcionais e geracionais hoje urgentes, como é o caso das soluções residenciais
intergeracionais equipadas e como as outras que decorrem das atuais e evidentes
necessidades de compatibilização entre usos e gostos domésticos e a necessidade
“nova” do designado teletrabalho, e como outros e bem distintos mas também
inovadores caminhos que recuperam múltiplas soluções residenciais e mesmo edificadas
com raízes tradicionais e longamente experimentadas em séculos de vivências, e
que possam ser de certa forma redescobertas e reinventadas hoje em dia; e numa perspectiva
“horizontal” temos ainda os caminhos ligados à compatibilização da dita
“habitação regulamentar” com aspetos importantes ligados a hábitos e formas de
habitar socioculturalmente muito específicos.
E em
tudo isto é evidente que uma solução básica fundamental é a grande
adaptabilidade que a “infraestrutura” menos flexível da habitação –
designadamente as redes de água, esgotos e eletricidade – pode aportar a uma
série de modos de habitar específicos e até à sua futura e natural mutação
(pelos mesmos habitantes e por outros habitantes).
Uma
matéria específica que se liga a estes últimos assuntos é a da escolha entre
aspetos de maior apropriação por quem vai habitar e que assim poderá marcar os
seus sítios e até que nível físico o pode fazer sem “agredir” outras
apropriações alheias e outros gostos pessoais e isto tem, até, reflexos bem
interessantes na própria concepção dos espaços domésticos mais privados ou mais
“comuns”; e a possibilidade da procura de imagens “comuns” que possam traduzir
um interessante e digno sentido de representação e de certa atratividade
residencial, um pouco numa perspetiva de um “formato” que sirva a muitos gostos
e que neles todos traduza uma certa identidade e agradável sentido de sítio
próprio de que nos orgulhamos minimamente.
E
finalmente tudo isto, direta e indiretamente, se traduz, pelo menos em boa
parte, na velha questão que podemos
resumir por termos: mais espaço(s) ou melhor(es) espaço(s) residencial(ais);
uma matéria que tem grande relevância no habitar com apoios públicos e que
quando não se traduz em metros quadrados, traduz-se em aspetos formais mais ou
menos caros e em similares aspetos de pormenorização. Velho e essencial assunto
este, que para já nos leva a fundamentais exigências de real qualidade
arquitectónica, compatibilizadora de desenho e de satisfação, e que encontra
felizmente provas cabais em numerosas e excelentes soluções residenciais de
habitação de interesse social que integram a história, ainda por contar, deste
habitar.
Fig.
04 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
(iii)
Nível do Bairro ou Vizinhança Alargada
ARTIGOS
EDITADOS:
Muito se passa nos
espaços de relação, entre o bairro e a HABITAÇÃO
(226)
Uma cidade diversa,
feita de bairros e limiares (228)
Uma cidade atraente
feita de densidades e imagens estimulantes
(269)
A
questão da importância residencial do nível do bairro coloca evidentemente a
matéria da dimensão do dito bairro, mas no entanto e para já vamos ultrapassar
esta questão no sentido em que propomos considerar como bases de referência
positivas unidades urbanas comumente designadas de “bairros” embora integrando
diversos conteúdos populacionais e urbanísticos específicos, como podemos
referir, por exemplo e em Lisboa, Alvalade e Areeiro, por um lado e com grande
dimensão, e, por outro Olivais Norte, com menor dimensão mas igualmente bem
identificável por quem lá mora e por quem o visita.
Diria
que para imaginar um bairro bom de viver ele tem de ser excelente no dia-a-dia,
tanto no recurso essencial como na “ numa sua “agradabilidade” e atratividade
globais, uma qualificação sempre um pouco abstracta mas que sem dúvida tem
aspetos de qualidade arquitectónica, empatia e apropriação, escala humana,
integração da natureza e na natureza, equipamento não só essencial, carácter e
excelente e múltipla articulação urbana, com a contiguidade urbana e com as
zonas urbanas centrais.
Afinal,
“muito se passa nos espaços de relação, entre o bairro e a habitação”, até
porque quando estamos no nosso remanso doméstico gostamos de interiorizar a
liberdade de rapidamente irmos até uma zona mais animada ou sossegada do
bairro, e também a liberdade de uma pequena, estimulante e segura viagem até
mesmo o centro da nossa cidade, uma viagem que até nos pode evidenciar,
atraentemente, “uma cidade diversa, feita de bairros e limiares”, e, sempre, “uma cidade atraente
feita de densidades e imagens estimulantes”.
E
evidentemente o sentido contrário, no grande jogo da glória urbano, é
igualmente importante e quando estamos na zona mais animada do nosso bairro e
mesmo no centro da nossa cidade é bem importante sabermos e sentirmos a
facilidade que teremos para voltar a casa.
E
num sentido e noutro são de importância estratégica as zonas, ambientes e
percursos de ligação entre níveis físicos, verdadeiras artérias e por vezes
vasos quase capilares de uma agradável estruturação urbana e do habitar.
Fig. 05 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
(iv) Nível das Vizinhanças Próximas
ARTIGOS
EDITADOS:
Uma cidade de
vizinhanças conviviais (280)
Vizinhanças e
proximidades: algumas bases de referência (284)
Os outros sítios que
habitamos, além da nossa casa (330)
Habitar
a cidade e as paisagens de proximidade (392)
Habitar
vizinhanças urbanas (394)
Vizinhanças
conviviais e funcionais (395)
Vizinhanças
socialmente apropriadas e atraentes (402)
Vizinhanças
seguras e ambientalmente agradáveis (405)
Sítios
singulares (414)
Ruas vivas:
elementos que fazem a cidade ( 416)
Acalmia de trânsito
nas vizinhanças (417)
Ruas e quarteirões (
432)
Habitar
a Vizinhança Urbana (608)
Na sequência
de níveis físicos urbanos e residenciais encontramos as vizinhanças de
proximidade – as pequenas “cidades” mais dos cinco do que dos 15 minutos –
porque é essencial que cada habitação tenha a “sua” e que mesmo parecida com as
próximas seja realmente distinta e única.
São
os sítios que habitamos ou que deveríamos habitar para além das nossas
habitações, habitando mais privadamente ou mais convivialmente, a um nível
convivial distinto daquele que também devemos ter nos nossos espaços
domésticos; espaços vicinais socialmente diversificados mas equilibrados, o
mais possível marcados pelo nosso livre arbítrio vicinal num quadro básico
socialmente diversificado, e bem marcados por aspetos de atratividade,
sobriedade e alguma identidade, seguros e razoável e ambientalmente agradáveis
no verão e no inverno.
E
aqui é o lugar certo dos sítios singulares e estimulantes, configurando
vizinhanças caraterizadas por uma profunda acalmia de trânsito, configurando
variadas soluções de arquitectura urbana com natural destaque para as maiores
invenções da urbanidade, que são as ruas e os quarteirões marcados aqui e ali
pela animação e pela calma natural; mas também pelas boas experiências da
modernidade.
De
certa forma a vizinhança de proximidade deve ter a sua própria identidade
formal e funcional, mas também tem de ser expansão natural dos ambientes
domésticos, qualificando-os diretamente, pelo conforto ambiental e pelas vistas
e indiretamente pela oferta de usos exteriores.
E
temos, “por fim”, o espaço público que deve estar bem marcado pela identidade
urbana e pela relação com a natureza (pontual ou globalmente): e cuja
qualificação é fator de identidade e apropriação coletiva de si próprio e dos
espaços construídos nele existentes ou contíguos.
E
sobre as vizinhanças e seus espaços públicos desenvolvi e editei, não há muito
tempo, um livrinho intitulado “Vizinhanças Felizes” - https://infohabitar.blogspot.com/2026/03/novo-livro-vizinhancas-felizes-refazer.html
Fig. 06 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
(v)
Relações entre Edifícios Residenciais e Exteriores Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
Viver
intensamente, também o exterior (406)
A
natureza num jogo urbano humanizado (407)
O
jogo urbano das entradas (408)
O jogo das relações
urbanas: através das paredes - i ( 410).
Sítios de passagem,
limiar, transição e vivência - i (433)
Sobre o jogo das
relações urbanas: limiares, transições e relação interior/exterior - I –(411)
Da rua à casa e da
casa à rua: caminhos da surpresa e do pormenor
(415)
Sítios de passagem,
limiar, transição e vivência - ii ( 434)
Relações
entre Vizinhança Urbana e Edifício Habitacional (609)
A
abordagem da relação entre os edifícios residenciais e os respectivos
exteriores residenciais é matéria que na prática se integra no nível físico da
vizinhança de proximidade, mas igualmente no próprio nível do edifício
habitacional, pois caso este relacionamento não exista e afirmado de forma bem
positiva, (i) nem as vizinhanças fazem verdadeiro sentido, “existindo” e se
existirem – pois podem estar inacabadas e/ou abandono – ou “existindo” de forma
incongruente e tentativamente autónomo, e/ou (ii) nem os respetivos edifícios
estão adequada ou minimamente integrados local e arquitectonicamente, surgindo
um pouco como “ETs” numa paisagem desconcertante e/ou desconcertada.
E
infelizmente as duas negativas condições, acima sintetizadas, coexistem, por
vezes, nas mesmas intervenções residenciais.
Em
tudo isto talvez que o principal segredo seja uma aliança entre uma presença
edificada sóbria, digna e claramente atraente para um grande número de
habitantes (condição que exige estudos sensíveis e reflexão) e fazer-se todo o
possível para que se possa radicar e sustentar uma vivência intensa do exterior
residencial logo na contiguidade desse edificado, “chamando-se” as pessoas, com
naturalidade, para estar e usar o exterior, o que é extremamente positivo em
termos de saúde física/ambiental e psicológica, por assim se promoverem
estadias prolongadas ao ar livre – desde que este seja naturalmente bem
qualificado e seguro – e em condições que também naturalmente irão promovendo o
convívio vicinal espontâneo, que tantas vezes começa das formas mais simples,
por exemplo através das crianças que brincam e do passeio dos cães domésticos.
Um
tal incremento natural do uso do exterior residencial também decorre de se
tirarem partido direto e indireto das relações entre a Vizinhança Urbana, mais
ampla, ao nível das suas “portas” e percursos de relacionamento principais,
pedonais e outro, e os principais pontos e zonas de acesso aos Edifícios
Habitacionais; o que parece ser quase um “lugar comum”, mas que assim muitas
vezes não acontece, organizando-se mal os percursos, criando-se péssimos
“quase-guetos” afastados e segregados da oxigenação urbana e na prática
usando-se mal as ferramentas de projeto residencial e arquitectónico adequadas
a este nível físico específico, que não é o do grande espaço público
“paisagista” e por vezes um pouco impessoal, nem é o do espaço exterior mais
recatado e ligado a um núcleo social mais restrito e que por vezes acaba por
ser intrusivo de privacidades e de vivências residenciais muito autónomas e
mesmo voluntariamente pouco evidenciadas e muito discretas, que são tão de
pleno direito de quem ali habita, como as outras vivências mais conviviais e
participativas.
E
para se garantirem tais e excelentes opções vivenciais nada melhor do que
tratar bem os percursos e zonas “chave” de relação entre os diversos níveis
físicos e, sempre que possível, (i) disponibilizar espaços adequados e
distâncias de visibilidade adequadas para permitir mais convívio ou mais
“privacidade” como escolhas em continuidade; e (ii) boas alternativas de
acesso, mais privadas e mais públicas.
As
melhores ferramentas que o arquitecto tem ao seu dispor a este nível de
intervenção acaba por ser toda a extensíssima panóplia de elementos de
Arquitectura Urbana Pormenorizada que integram aquilo que podemos definir como
o jogo das relações urbanas, que nesta escala de grande proximidade pode
e deve retirar partido dos múltiplos limiares, transições e aspetos de relação exterior/exterior
e interior/exterior, que podemos conceber e que podemos identificar em tantas
realizações e casos de referência novos e tradicionais (nunca esquecer estes
últimos) – numa sempre essencial e vital metodologia de visitas, é claro, pois
entre a peça técnica e mesmo a imagem fotográfica ou o vídeo e a realidade
experimentada durante algum tempo, a diferença é crucial (não é por acaso que
os artistas privilegiam o contacto real às simples referências fotográficas).
E é
importante referir aqui que o que designamos de jogo das relações urbanas deve
ser considerado: (i) tanto numa perspectiva, mais corrente – ainda que
infelizmente tão pouco praticada – de procura, identificação, análise e
reaplicação, mais ou menos direta, desse enorme léxico de elementos
arquitectónicos, num verdadeiro “jogo” de múltiplas combinações; como (ii) numa
perspectiva tão ou mais importante de recriação, em cada nova intervenção, de
um meio urbano de proximidade com um vital factor “lúdico”, ligado, por
exemplo, à criação de percursos estimulantes e portanto sempre um pouco
“lúdicos”, e composto por uma estimulante diversidade de acontecimentos e de
elementos componentes que possam ser até gradualmente melhor conhecidos e
diversamente apropriados.
Neste
jogo é também de grande importância considerar o cenário mais noturno, que pode
e deve ser igualmente atraente e estimulante e factor de rica diversidade, pois
nunca nos devemos esquecer que muitos habitantes durante a semana só irão poder
usar mais o exterior ao final da tarde e mesmo à noite, sendo que o nosso clima
o permite com intensidade.
Neste
jogos os elementos “chave”, aqueles que devem marcar bem os diversos
níveis/fases dos percursos, tal como num verdadeiro jogo, são as entradas nos
edifícios, residenciais e de equipamentos, os equipamentos exteriores, as
principais zonas de acesso ao conjunto residencial e o riquíssimo e sensível
jogo das relações urbanas e domésticas que se faz através das paredes;
marcando-se, assim, desejavelmente, um verdadeiro “jogo da glória” que liga “a
rua à casa e a casa à rua”, passando por variados limiares e espaços de estadia
eventual, e utilizando sempre e desejavelmente: caminhos sempre com alguma
surpresa e sempre muito e bem pormenorizados, pois estão sempre bem próximos
dos olhos e mesmo das mãos e sítios afirmadamente positivos e nunca
residuais/sobrantes, de passagem, limiar, transição e vivência.
Fig. 07 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
Naturalmente
que tudo isto só é possível existindo adequadas condições de segurança pública nestes
exteriores residenciais, condição esta que se liga em primeiro lugar a uma
essencial estima pelo espaço público, bem mantido e digno, e a uma sua conceção
muito cuidada em termos do bem conhecido urbanismo pormenorizado tendo em conta
condições de segurança, matéria esta onde se salientam as condições
estratégicas de acesso e de bloqueio de acesso e as condições de visibilidade
de segurança no exterior e entre os fogos e equipamentos que devem bordejar e
“vigiar” naturalmente, mas não de forma intrusiva (ou demasiado direta e
próxima), o que se passa nesse exterior, inviabilizando-se zonas exteriores
escondidas, mas também cuidando-se, mutuamente, da inexistência de condições de
pouca privacidade em espaços domésticos contíguos e próximos.
Vamos
concluir, para já, esta estimulante temática da relação entre os edifícios
residenciais e os respectivos exteriores residenciais com o revê apontamento de
uma subtemática que tem importância crucial em tudo o que acima foi apontado,
tendo também importante presença específica e que é o relevo que tem de ser
dado à presença efetiva da natureza num “jogo urbano” de proximidade que se
deseje expressivamente humanizado e qualificado.
Esta
subtemática é daquelas que vai exigir aprofundamento específico até com recurso
a outros artigos, editados na Infohabitar, e onde se apontaram as
extraordinárias e ainda tão ignoradas vantagens da integração do designado
“verde urbano”, seja numa sua aplicação até como motivo estruturante de uma
dada intervenção, seja como elemento de composição atraente e significativo,
marcante em termos de apropriação e até eventualmente concentrado.
Não
iremos aqui, portanto, desenvolver esta matéria mas apenas lembrar que a
introdução do verde urbano é exigente pois obriga a adequados cuidados de
instalação e manutenção, mas pode e deve ser facilitada e bem caraterizada
através do uso de vegetação autóctone e resiliente, e é sempre uma opção com
excecionais vantagens para a saúde física e psicológica dos habitantes e
designadamente daqueles mais frágeis como as crianças, os idosos e as pessoas
com problemas de saúde, sendo igualmente excecional para a melhoria das
condições de bem-estar e de conforto ambiental dos espaços exteriores
residenciais e diretamente das habitações contíguas.
Um
outro aspeto suplementar mas de grande importância refere-se ao potencial papel
protagonista que o verde urbano privado mas com imagem pública pode ter
especificamente na qualificação da relação entre os edifícios residenciais e os
respectivos exteriores, seja em elementos de vegetação integrados em varandas e
terraços, seja em pequenos jardins e pátios térreos ou próximos do nível
térreo; e paralelamente esta caraterização assegura também um importantíssimo
papel ao nível da apropriação do local e das habitações pelos seus habitantes.
Fig. 08 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
(vi)
Nível dos Edifícios Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
Edifícios
habitacionais e urbanos - uma primeira reflexão (
435)
Entre a rua e a
habitação, os espaços comuns ( 437)
Grandes famílias de
edifícios habitacionais ( 438)
Edifícios
habitacionais: organização e composição (444)
Percurso,
vivência e identidade nos edifícios multifamiliares (447)
Os
espaços antes das entradas comuns na habitação (449)
O
nível físico do edifício habitacional é algo de essencial em termos de promoção,
pois quase tudo aqui se passa e mesmo a questão da respetiva envolvente muito
sofre pelas eventuais ambiguidades que marquem a delimitação física do edifício
mais os seus espaços contíguos eventualmente existentes e bem definidos e mais
os seus espaços exteriores contíguos e eventualmente pouco definidos.
Muita
da qualidade residencial inicial de uma dada intervenção residencial e urbana
passa pela clarificação deste tipo de responsabilidades iniciais, em termos de
conclusão especifica da obra e para futuro, em termos da responsabilidade pela
respativa manutenção e periódica reabilitação.
Trata-se
de matéria que exigirá aprofundamento em artigo específico, que julgo poderei
construir baseando-me em casos concretos e de referência, no entanto podemos
desde já sublinhar que toda e qualquer indefinição sobre esses limites de
intervenção e de manutenção são caminhos diretos para problemas sequenciais de
menor cuidado com os espaços públicos e mesmo do seu eventual quase abandono,
com todas as sequelas ambientais e sociais que daí resultarão.
Podemos
portanto salientar que cada edifício, cada condomínio, cada conjunto
residencial tem de ter, obrigatoriamente e bem clarificada e facilitada a
responsabilização e manutenção dos “seus” espaços comuns exteriores ou de uso
público e manutenção privada, ou de uso público e manutenção pública: não pode
haver espaços, quaisquer espaços “esquecidos” ou “sobrantes” em termos da sua
pertença e respetivos cuidados de manutenção.
E
temos de referir que há soluções de arquitectura urbana, e especificamente as
que definem quarteirões, mais ou menos fechados ou abertos, que são claramente
as mais adequadas para uma tal essencial estratégia de responsabilização e
mesmo positiva apropriação, enquanto outras “soluções” há que são muito
complexas a este nível, como é o caso de torres ou blocos habitacionais mais
isolados, que podem ser naturalmente excelentes, quando todo o processo está
“blindado” para se assegurar a adequada manutenção dos espaços envolventes, mas
que podem degenerar em abandono de espaços ditos públicos e em “mancha de óleo”
com zonas escondidas da vista natural a partir dos edifícios, quando se
praticam más soluções de arquitectura urbana e quando não existe nem pode
existir essa “blindagem”, como será sempre o caso de conjuntos de promoção
pública (ex., uma dada gestão municipal pode garantir essa manutenção, mas uma
outra gestão pode simplesmente quase esquece-la, ou reduzi-la a níveis
infuncionais, como aconteceu em Olivais Norte em Lisboa).
Fig. 09 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
Com
esta abordagem queremos chegar à noção de que realmente a escolha do tipo de
edifícios tem de ter em conta a escolha da respectiva arquitectura urbana, que
tem, por sua vez, de ter em conta as respetivas condições sociais e de gestão
da respetiva intervenção; não pode haver uma escolha “isolada” de uma dada
tipologia edificada, uma afirmação que também, evidentemente, se justifica pela
própria essencial urbanidade que deveria caraterizar boa parte se não a
totalidade das continuidades urbanas, tratando-se, afinal de “edifícios
habitacionais e urbanos” e não “apenas” de edifícios habitacionais – a tal
habitação que faz cidade, tantas vezes defendida por Duarte Nuno Simões, e, já
agora, aquela cidade que faz e propicia habitação e não uma sucessão de
dormitórios mais ou menos autonomizados.
Mas
nestas escolhas essenciais das mais adequadas arquitecturas urbanas e
residenciais um outro aspeto é decididamente vital, que é o da humanização
tipológica do edificado residencial, uma perspectiva que penso faz avançar e
positivamente o conhecido, e sempre pouco aplicado (sabe-se lá porquê pois até
é financeiramente eficaz) conceito de uma adequada relação entre tipos de
edifícios e grupos socioculturais que os habitem – a “velha” noção de que não
devemos realojar em altura, em torres, pessoas habituadas a viver ao nível
térreo.
Realmente
esta ideia de uma desejável humanização nas escolhas tipológicas dos edifícios
residenciais, aspeto este que desenvolvi, globalmente, no estudo designado
“Habitação Humanizada (HH)” e ao qual em breve voltarei, é algo que para além
de ter essa importante dimensão sociocultural e de hábitos de vida, tem uma
importantíssima dimensão urbana e de escala urbana e humana, capaz de ajudar a
gerar cidade viva e estimulante, ou, pelo contrário, geradora de guetos
verticais ou até por vezes horizontais; e tem ainda uma vital dimensão humana
associada ao possível desejável e insubstituível papel que pode e deve ser
cumprido pela habitação de cada um e de cada família, em termos das respetivas
identidades, estimas próprias (amor próprio) e mesmo potência em termos de
alavanca pessoal e social que podem e devem ser cumpridas pela habitação,
globalmente, e especificamente pela habitação com apoios públicos, que não pode
nem deve limitar-se a “alojar”, a “abrigar”, até porque se o fizer está a tapar
de certa forma problemas que logo se irão destapar e ressurgir.
Ainda
um outro bem importante aspeto que pode e deve ser assegurado por uma adequada
escolha tipológica do edificado residencial tem a ver com a realidade de que
muitas das melhores propostas habitacionais aos nível do fogo, em si, dependem
de múltiplas outras escolhas nos respetivos edifícios que os contêm e integram,
seja na sua forma e altura gerais, seja na tipologia e carácter dos seus
espaços comuns, seja pela eventual existência de equipamentos e serviços
comuns, como no caso da habitação intergeracional equipada.
E tudo
isto nos leva ao estudo teórico-prático das grandes famílias de edifícios
habitacionais, desde o unifamiliar isolado ele próprio com variantes, até ao
grande multifamiliar em altura e de enorme dimensão que possa conter quase uma
pequena cidade vertical; numa enorme variedade de soluções e de casos práticos
e de referência – desejavelmente positiva mas onde podem também pontuar os
“grandes desastres” residenciais – muito associáveis à habitação com interesse
social ou com apoios oficiais, mas onde é fundamental integrar riquíssimas
experiências de habitação de promoção privada; e um estudo, sublinho, que deve
ser privilegiadamente teórico-prático, e que pouco tem sido avançado na prática
e com claros objetivos de aplicação à realidade, pois os estudos mais teóricos
nestas áreas ainda existem em razoável número, mas sendo a sua aplicabilidade
muito questionável.
Parece
haver aqui uma fronteira e um problema: uma fronteira entre pensar o edifício
residencial em termos mais livres e teóricos, com bastante liberdade, mas quando se vai para a prática
tal liberdade fica muito condicionada e são poucos frequentes e muito
importantes os casos de quase exceção onde há verdadeiros avanços práticos e
teóricos concretos; como aconteceu de modo muito generalizado no conjunto de
edifícios de interesse social do Bairro de Olivais Norte, em Lisboa na década
de 1960 por mão das Habitações Económicas do Estado central e do Gabinete
Técnico de Habitação da CML. Mas há felizmente na atualidade algumas soluções
edificadas de habitação de interesse social e outras que bem merecem estudo e
referência e assim aconteceu felizmente desde o 25 de Abril em Portugal.
Mas
saliente-se o peso regulamentar e já em boa parte incoerente no influenciar de
soluções residenciais edificadas muito pouco estimulantes e no bloqueio
regulamentar de outras importantes inovações ou reinterpretações de soluções
residenciais; e tal será urgente acautelar, até porque muito tempo passou desde
os higienistas do final do seculo XIX, e temos atualmente um amplo corpo
técnico e na área da Arquitectura.
Mas falta
também a pesquisa nas variadas áreas associadas às tipologias residenciais
edificadas e mais adequadamente numa sua vital dimensão urbana e ao nível das
melhores e mais adequadas e adaptáveis vizinhanças integrando edifícios,
espaços comuns, espaços exteriores privados, espaços comuns de uso público e
espaços públicos mais marginais.
O
essencial em termos mais gerais sobre a importância e o urgente aprofundamento
das escolhas tipológicas residenciais em termos da respetiva Arquitectura
Urbana já terá aqui sido apontado, globalmente, mas provavelmente obrigará a
artigos específicos, e visando especificamente o aspeto vital da procura de
adequadas e vitalizadoras densidades – bem diversas das referidas naqueles
velhos quadros de equipamento funcionalistas que imagine-se deram origem ao “excelente”
bairro de Chelas em Lisboa, Os espaços antes das entradas comuns na habitação
Em
termos mais concretos e mais pormenorizados importa lembrar e sublinhar alguns
aspetos começando com o papel protagonista que têm os espaços comuns do
edifício residencial seja na sua conformação e caraterização, seja na essencial
relação entre “a rua e a habitação”,
podendo nos limites assumir um verdadeiro e estratégico “apagamento” e redução
até espacial, com transporte do protagonismo para os mundos doméstico e
público, como acontece em tantos bons exemplos históricos de habitação de
interesse social, ou no outro limite assumindo-se os espaços comuns
quase como uma rua elevada que liga fortemente o espaço público até à porta de
“casa”.
Sobre
a organização e composição do edifício residencial talvez aqui referir apenas
que se julga ser matéria pouco explorada, pois há sempre ou quase sempre um
deslocar da atenção para a habitação, até em termos de soluções-tipo, ou para a
“pele” exterior do edifício, estando os seus espaços comuns regulamentarmente
“projetados”; e eu diria que muitas das melhores soluções residenciais
correspondem a situações onde os respetivos projetistas arquitectos ousaram
avançar em verdadeiros projectos de “edifícios residenciais e urbanos”; matéria
esta que nos levará mais longe, espero eu, em futuro artigo.
Um
avanço projetual aplicável a qualquer tipologia ou categoria de edifício
residencial, do pequeno unifamiliar ao grande quarteirão “unificado”, e que
passa sempre, nos bons casos de referência, por um adequado manejar
arquitectónico das questões ligadas aos percursos, às vivências e às
identidades que devem marcar sempre estas intervenções.
Fig. 10 – “Habitação Melhor”: edifícios residenciais e seus espaços comuns
Nota importante: seguem-se textos novos
(vii)
Nível dos Espaços Comuns Residenciais
ARTIGOS
EDITADOS:
A importância dos espaços comuns ou
semi-privados nos edifícios multifamiliares (I) (455)
A
importância dos espaços comuns ou semi-privados nos edifícios multifamiliares
(II) ( 456)
Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte I (457)
Sobre
as entradas comuns habitacionais - parte II (458)
Dos
átrios comuns habitacionais aos outros espaços de condomínio (459)
Escadas
comuns e elevadores residenciais (460)
Galerias
comuns e patins residenciais (461)
Do
edifício comum aos mundos domésticos (465)
Inovação
nos espaços comuns habitacionais (575)
Espaços
comuns habitacionais conviviais (576)
Inovação
nos espaços comuns habitacionais (577)
Garagens
comuns habitacionais (578)
Espaços
Comuns do Edifício Habitacional (610)
Espaços
comuns no edifício multifamiliar: novo artigo e links para
outros 4 artigos sobre o tema (620) *
Inovar nos espaços
comuns residenciais – Infohabitar # 747
Ainda sobre a
inovação nos espaços comuns residenciais – Infohabitar # 750
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756
Uma introdução geral
aos espaços domésticos comuns – Infohabitar # 783.
Sobre
a questão tipológica essencial de ou apenas continuarmos a tratar os edifícios
residenciais como meros “repositórios” de conjuntos de regulamentos alguns
deles desatualizados e outros discutíveis, num caminho que pode ser atalhado
por Modelos de IA a gerarem rapidamente muitas soluções alternativas e
“cumpridoras” ou juntamos a esta discussão uma reflexão mais ampla, mais rica e
mais profunda sobre as bases humanas e urbanas que podem também ou até,
preponderantemente, estruturar renovadas ou mesmo inovadoras tipologias de
edifícios residenciais.
Esta
temática poderia ter sido abordada no item anterior, referido genericamente aos
edifícios residenciais, mas preferimos avançar com ela neste item, que
aprofunda e “esmiúça” o edifício residencial, pois julgamos que é desta
abordagem mais “interiorizada” do mesmo que podem surgir os aspetos mais
pertinentes e interessantes para uma sua sempre relativa e aberta tipificação,
condição esta que tem de estar sempre bem “casada” com cada respetiva
envolvente urbana e com cada respetivo conjunto de objetivos de integração
urbana próxima e pormenorizada.
Haverá
portanto, aqui, uma espécie de “abraço” da envolvente contígua relativamente a
cada edifício residencial e aos seus principais elementos constituintes, comuns
e privados, e, mutuamente, e da parte destes mesmos elementos, espaços comuns
diversificados e espaços privados com variadas valências, deverá também haver
relações bem pormenorizadas e qualificadas; e tudo isto “vivendo” em essenciais
limiares de transição e de relação entre exterior e interior ( e seus múltiplos
matizes) e entre público, comum e privado (e também respetivos subelementos de
sinalização e marcação).
Quando
tais relações mútuas não acontecem temos, naturalmente, soluções e situações
desintegradas, quer com edifícios “soltos” dos seus contextos urbanos, logo de
proximidade e sequencialmente de bairro/cidade, quer com espaços exteriores
urbanos “em mancha de óleo”, que “se escapam por todos os lados” e que acabam
por inexistir como espaços de vivência.
Sublinha-se,
no entanto, que tudo isto não configura, necessariamente, soluções
excessivamente teorizadas e ambientes “complexos” e pouco legíveis,
tratando-se, essencialmente, de bases de conceção que serão positivamente
elaboradas pelos projectistas, dando, depois, origem a soluções o mais possível
clarificadas e caraterizadas, aparentemente lógicas e naturais quando bem
projectadas; e que também decorrem, dentro de limites a definir em cada caso,
dos aspetos específicos de cada intervenção.
Seja
pela sua presença significativa – por exemplo em inovadoras soluções
residenciais conviviais e apoiadas por variados serviços - seja pela sua
ausência maximizada - configurando por exemplo soluções extremamente
rentabilizadas no sentido de proporcionar por um dado custo um máximo de área
habitável privada – é evidente a importância dos espaços comuns ou
semi-privados nos edifícios multifamiliares.
Uma
importância que tem de ser devidamente matizada seja pela natureza específica
desses espaços comuns, mais “neutrais” e impessoais (atitude que julgo ser
sempre muito discutível) ou mais apropriados e de certa forma antecipadores dos
espaços domésticos, seja pela natureza, respectivamente, maior ou menor da
tipologia multifamiliar – que pode partir de uma solução geminada ou de uma
solução em banda mas com estrutura comum, e chegar a uma verdadeira “vila”
multifamiliar, com enorme variedade de caraterísticas formais e funcionais,
quantitativas e qualitativas.
De
idêntica “forma” se coloca a questão da importância das entradas comuns
habitacionais, que poderíamos, evidentemente, generalizar para a importância de
qualquer entrada num edifício residencial, mas que tem a sua especial
particularidade, pois enquanto esta deve servir e representar uma dada família
ou um dado habitante isolado – e atente-se à diferença entre a representação
individual e a familiar –, aquela deve servir de modo equilibrado e para além
dos evidentes aspetos funcionais, a representatividade e a identidade de um
leque, de dimensão muito variável, de gostos e sentidos de apropriação e de
identificação das muitas pessoas que habitam num dado edifício multifamiliar.
Julga-se
que estas matérias terão muito a ver com o carácter específico de cada
intervenção, tanto em termos de número de vizinhos, quanto em termos do local
de integração e também no que se refere ao partido arquitectónico aplicado; mas
muito provavelmente haverá sempre uma necessidade de sobriedade e dignidade
residenciais, razoavelmente matizada com um sentido de residencialidade;
sentido este que na prática distingue edifícios habitacionais de edifícios de
escritórios, para ser sintético e embora deva estar sempre presente um bem
atual sentido de adequada mistura funcional, muito ligada à tentativa bem
positiva de recriar na medida do possível uma cidade naturalmente mais polifuncional
e diversificada e consequentemente mais adaptável e sustentável.
Não
se irá aqui avançar especialmente numa reflexão sobre como poderá ser um
conjunto e necessariamente uma sequência de espaços comuns habitacionais, mas
evidentemente eles têm de partir dos principais acessos e átrios comuns,
servindo um conjunto cuidado de outras valências para além das de “entrada” no
edifício, mas servindo-se destas mesmas valências de acesso para a dinamização
das outras atividades consideradas, mas de uma forma que não afete
negativamente a escolha “simples” de quem queira entrar no edifício “apenas”
para aceder à sua habitação.
Sobre
as diversas tipologias de espaços e equipamentos de circulação comum num
multifamiliar, julga-se que a regra que acabou de ser apontada tem também
essencial aplicação, sendo importante usarmos átrios, corredores e galerias
como espaços que para além da circulação permitam, designadamente, vistas
estimulantes e úteis, relação com a envolvente urbana, relação próxima ou
indireta com a natureza e mesmo o “desbloqueio” pontual de algum convívio ou no
mínimo de alguma civilidade e conhecimento vicinais, mas sem se comprometerem
aspetos básicos de grande facilidade de acesso e em boa segurança –
encerramentos físicos adequados e visibilidade de segurança – entre os
principais acessos ao edifício e a porta de cada habitação.
Todas
as potencialidades para além destes últimos e vitais aspetos de acessibilidade
à habitação devem ser considerados como “suplementos”, embora extremamente
interessantes; só assim o potencial de civilidade e mesmo de convivialidade
vicinal terá uma positiva perspetiva de desenvolvimento; tudo o que seja
estratégias específica de fomento do convívio são muito complicadas, para não
dizer de evitar a todo o custo; a não ser que, tal como referido, seja
suplementares, como por exemplo acontecesse disponibilizarmos um banco bem
situado e ambientalmente agradável, contíguo a um excelente átrio de acesso.
A
questão dos ascensores exige tratamento específico e aqui apenas aflorado, pois
considera-se que os respetivos e adequados aspetos de segurança deverão ser
urgentemente harmonizados com aspetos de agradabilidade e dinamização do
respetivo uso, “isoladamente” ou em conjunto com outros vizinhos; aspeto este
sempre sensível; e há também que ter em conta aspetos de segurança em termos de
visibilidade mútua, que sabemos podem ser dispendiosos, mas que podem tornar os
“momentos” de uso dos ascensores muito mais seguros e agradáveis, pois podemos
antecipar um pouco os encontros.
Estando
aqui nos ascensores importa considerar as escadas comuns e sintetizar que elas
ganham tanto maior protagonismo quanto mais “horizontal” ou menos “vertical”
for a intervenção, que é vital “libertar” as escadas do seu atual conteúdo
quase exclusivo ligado a espetos de segurança – sem evidentemente a menosprezar
mas lembrando o grande papel arquitectónico das escadas na agregação de fogos e
na desejável dinamização de um convívio vicinal espontâneo, assim como lembrar
o seu enorme potencial de integração de elementos de natureza, de ligação à
natureza e de suporte de vistas exteriores úteis e agradáveis; e deixamos para
o fim um outro aspeto essencial que é o papel que as escada podem ter na
dinamização de uma adequada movimentação e mesmo de um equilibrado exercício
físico diário e natural, isto desde que muito bem e ergonomicamente detalhadas
e servidas por adequada pormenorização de segurança e de agradabilidade no uso
– e são especialistas médicos que o referem.
Relativamente
às galerias exteriores de circulação e acesso comum às habitações elas também
exigem expressivo desenvolvimento, que aqui não se fará para já, resumindo que
se julga ser esta uma solução com enorme potencial em termos de agregação de
fogos, apropriação individualizada de cada fogo, relação aprofundada e
continuada com a envolvente urbana e natural e, naturalmente, enorme potencial
em termos de diversidade de agregação de fogos e carácter da solução edificada,
podendo aliás ser usada com variantes de tipologias de acessibilidade em
soluções em que se conjuguem tipos de acessos em parte diversificados e em
parte unificados pelo principal acesso; podemos até dizer que esta solução é
globalmente aquela que melhor faz a ponte entre o multifamiliar e o
unifamiliar, e por aqui, para já , ficamos – lembrando só que ela continua
muito estigmatizada pelo seu frequente uso em habitações muito económicas,
quando, realmente, ela até pode proporcionar excelentes agregações de
habitações com grande dimensão, qualidade de acabamento e carácter
simultaneamente natural, urbano e doméstico.
Não
poderíamos deixar de apontar aqui a solução de corredores comuns
interiorizados, e refiro já o termo “interiorizados”, pois julga-se que o
desejável êxito desta tipo de soluções, que serão provavelmente muito adequadas
para a agregação de elevado número de pequenas tipologias domésticas, muito
dependerá das soluções pormenorizadas mais “estruturais” e mais de detalhe que
sejam asseguradas e no sentido de proporcionarem a estes espaços “interiorizados”,
aspetos de agradabilidade ambiental geral e pontual; aspetos estes resultantes
da aplicação de condições adequadas e estratégicas de iluminação e ventilação
naturais e de associada integração de elementos de vegetação, potencialidade de
vistas direcionadas e sequenciais e/ou, mais em detalhe, de condições de
espaciosidade pontual e marcando acessos a fogos e pontos fulcrais dos
percursos, associadas a aspetos específicos de iluminação artificial e
pormenores de arquitectura de interiores.
E
nestas matérias é importante ter bem em conta que o eventual sentido
“hoteleiro” de uma eventual solução residencial tem de ser muito bem tratado
quando não estamos a considerar “hóspedes” de alguns dias ou até frequentemente
de uma única noite, mas habitantes diários e “permanentes” – condição esta que
deve aliás estar bem presente na consideração de todo o conjunto de espaços
comuns residenciais e tanto mais importante quanto maior o seu desenvolvimento
em termos de áreas e de serviços integrados.
Os
espaços comuns residenciais, que tal como se disse podem ser tanto minimizados
como maximizados – e nesta segunda perspectiva muito ligados a aspetos de
alguma inovação – têm como principal razão de ser assegurar a ligação entre o
espaço de uso público e um dado mundo doméstico; tendo sido de certa forma uma
inovação, a partir da relação mais direta, embora também sempre matizada, entre
espaço público e espaço privado de uma dado edifício unifamiliar.
Mas
uma inovação que tem já alguns séculos e que já teve invenções recicladamente
retomadas, o que é bem interessante e nos permite identificar aspetos oportunos
e críticos, seja num sentido de melhor adequação à agregação e proximidades
entre habitações e mesmo entre compartimentos habitacionais, seja num sentido
de melhor e sempre relativa autonomização da vivência em cada fogo de dado
multifamiliar.
Há
em todo este assunto também duas outras matérias que importa lembrar e
registar:
Uma
delas, tal vez num limite maximizado de “convivencialidade” residencial é a
questão que até tem designação de “edifício de habitação coletiva”, algo que
provavelmente só terá adequada concretização em soluções residenciais do tipo “cohousing”
marcadas por uma afirmada vivência convivial e até por naturais partilhas de
atividades comuns; soluções estas que provavelmente terão dimensões bastantes
condicionadas seja em termos de mínimos seja em termos de máximos de fogos,
evitando-se uma convivência quer demasiado intensa entre as mesmas pessoas,
quer impossível devido à dificuldade no conhecimento mútuo; provavelmente tais
soluções tenderão a aproximar-se das de uma “grande casa” com espaços comuns
claramente afirmados e envolventes e serão sempre muito sensíveis em termos das
respetivas condições de convivência e mesmo de vivência comum, julga-se que
obrigando a uma afirmada aceitação de um conjunto de regras ou para-regras
clarificadas e de um adequado e associado mecanismo de gestão – e salienta-se
que não se critica aqui esta solução, mas apenas se discutem um pouco as suas
julgadas exigências de vivência muito próxima.
E a
outra talvez num limite maximizado do que poderemos talvez definir como urbanidade
residencial, no sentido de uma vivência fortemente citadina e até potencialmente
anónima, caso assim se queira, mas convivencial caso assim também se queira,
refere-se a uma solução tendencialmente de grande dimensão residencial
integrada com variados outros usos urbanos, desde os naturais equipamentos mais
conviviais ou mais sociais, desde lojas e pequenos equipamentos de saúde e
bem-estar, por exemplo, a pequenos escritórios autonomizados ou com serviços
comuns centralizados, unidades de âmbito cultural, zonas de estacionamento também
com eventual uso público devidamente condicionado e até e porque não unidades
de pequena indústria não poluente e devidamente localizadas; e evidentemente
este tipo de solução residencial e urbanamente mista poderá ter valências de
espaços comuns e outros comuns e de uso público extremamente diversificadas.
E
nada disto é invenção pois encontramos exemplos diversificados ao longo da
história do habitar e em cidades de hoje; mas tudo isto é bem distinto de “arquitecturas”
habitacionais geradas praticamente pelos existentes regulamentos; e isto nem é
uma crítica, mas sim uma constatação.
Para
concluir, para já, esta riquíssima matéria, abordaremos três aspectos distintos
mas perfeitamente “contíguos” a esta discussão sobre os espaços comuns
residenciais:
Um
deles refere-se à relação eventualmente privilegiada destes espaços comuns
residenciais com espaços exteriores e elementos naturais e de vegetação: uma
matéria que se julga tão importante que poderia não ser aqui referida, por ser
evidente; mas a evidência não acontece e muito frequentemente sucede uma
espécie de bloqueio entre os espaços comuns edificados e espaços comuns reservados
ou comuns de uso público existentes ao nível térreo ou próximo dele e os seus
possíveis “prolongamentos” exteriores ou semi-exteriores, e mais ou menos
naturalizados; sendo que uma tal perspectiva sendo projectualmente exigente,
gera frequentemente excelentes e positivamente carismáticas soluções. E esta
matéria prolonga-se, depois, pelos pisos elevados, onde, por vezes, os espaços
comuns tendem a ser fechados e até por vezes claustrofóbicos, sendo as relações
com o exterior em termos de luz natural, ventilação e vistas extremamente
limitadas essencialmente com justificações regulamentares, e por aqui ficamos
pois muito há a discutir nestas matérias e a arquitectura residencial tem de
ser diversificada e rica.
Outro
refere-se à relação eventualmente privilegiada destes espaços comuns
residenciais com os espaços e ambientes mais “comuns” ou conviviais dos espaços
domésticos privados: uma matéria que se liga com a própria estruturação dos
fogos, regulamentar e funcionalisticamente ainda subjugada ao reino das “zonas
íntimas” e à ausência de alternativas de circulação, que tornam muitas
habitações verdadeiros “impasses” domésticos especializados, em que é difícil
localizar, por exemplo, uma boa zona de trabalho profissional em casa, ou uma
sala adaptável a variados usos e diversos gostos pessoais e uma cozinha convivial,
etc.; e tudo isto se liga a uma básica questão de podermos aceder aa partir dos
espaços comuns residenciais a diversos espaços do nosso mundo doméstico, com
natural relevo para aqueles potencialmente mais conviviais, mas não de uma
forma exclusiva e única.
E
outro refere-se à relação eventualmente privilegiada destes espaços comuns
residenciais com os espaços e ambientes de estacionamento de veículos: uma
condição que tem, urgentemente, de ultrapassar o esquecimento arquitetctónico
de tais zonas de estacionamento, até depois, usadas e abusadas como depósitos
de “tralha” e como espaços para intervenções construídas ilegais, condições
estas extremamente inseguras e visualmente muito negativas, sendo,
simultaneamente, estes espaços os que mais frequentemente usamos diariamente como
zonas de chegada e de entrada no “nosso” edifício, condição esta que poderia e
deveria levar a um seu tratamento muito mais cuidado em termos de
caraterísticas iniciais e respetiva gestão.
Finalmente
e sobre a inovação nos espaços comuns residenciais fazemos, apenas, uma chamada
de atenção para a importância que aqui terá, sem dúvida, o estudo da história
dos variados tipos de multifamiliares – estudo ainda muito pouco desenvolvido –
e a análise e mesmo a visita de soluções atuais e de referência, seja de
soluções mais dispendiosas e formalmente ricas, seja de soluções a custos
controlados mas com excelente arquitectura.
Nota importante: em próximo artigo continuaremos estas reflexões
a partir do seguinte nível físico urbano e residencial.
(viii)
Nível dos Espaços Domésticos Privados (abordagem mais geral) *
ARTIGOS
EDITADOS:
Os
nossos pequenos mundos domésticos e pessoais: introdução (468)
Mundos
domésticos e pessoais: habitação e espaços da habitação, temas de
desenvolvimento (469)
Novas
formas de habitar (470)
Diversidade
na organização habitacional (471)
Adaptabilidade
e habitação (472)
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional (473)
Algumas
reflexões gerais sobre a adaptabilidade doméstica (478)
Bons
espaços e ambientes domésticos I (488) *
Bons
espaços e ambientes domésticos II (489)
Zonas
domésticas:propostas organizativas (491)
Diversas opções para os espaços da
habitação (493)
Equilíbrios
dimensionais e de privacidade na habitação (494)
Opções
de compartimentação na habitação (495)
“Libertar”
a habitação das instalações (496)
Espaços
domésticos privados (579)
Dos
quartos aos pequenos apartamentos (622)
Uma
nova funcionalidade doméstica (627)
Notas suplementares sobre a inovação
no espaço doméstico – Infohabitar 691
Sobre a temática das novas formas de
habitar – Infohabitar # 730
Sobre a importância da diversidade na
organização habitacional – Infohabitar # 731
Sobre uma habitação mais adaptável -
Infohabitar # 732
Adaptabilidade/flexibilidade e
tipologia habitacional – Infohabitar # 733
Os
nossos pequenos mundos domésticos e pessoais: introdução (468)
Mundos
domésticos e pessoais: habitação e espaços da habitação, temas de
desenvolvimento (469)
Novas
formas de habitar (470)
Diversidade
na organização habitacional (471)
Adaptabilidade
e habitação (472)
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional (473)
Algumas
reflexões gerais sobre a adaptabilidade doméstica (478)
Bons
espaços e ambientes domésticos I (488) *
Bons
espaços e ambientes domésticos II (489)
Zonas
domésticas:propostas organizativas (491)
Diversas opções para os espaços da
habitação (493)
Equilíbrios
dimensionais e de privacidade na habitação (494)
Opções
de compartimentação na habitação (495)
“Libertar”
a habitação das instalações (496)
Espaços
domésticos privados (579)
Dos
quartos aos pequenos apartamentos (622)
Uma
nova funcionalidade doméstica (627)
Notas suplementares sobre a inovação
no espaço doméstico – Infohabitar 691
Sobre a temática das novas formas de
habitar – Infohabitar # 730
Sobre a importância da diversidade na
organização habitacional – Infohabitar # 731
Sobre uma habitação mais adaptável -
Infohabitar # 732
Adaptabilidade/flexibilidade e
tipologia habitacional – Infohabitar # 733
(ix)
Particularidades dos Espaços Térreos Domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Viver
ao nível térreo I (475)
Viver
ao nível térreo II (476)
Habitações térreas e opções
domésticas e urbanas – Infohabitar # 734
Espaço urbano vitalizado pela
habitação térrea – Infohabitar # 735
(x)
Nível dos Espaços Domésticos Específicos (abordagem mais geral)
ARTIGOS
EDITADOS:
Oferta
diversificada de espaços domésticos específicos I (497)
Oferta
diversificada de espaços domésticos específicos II (498)
Espaços
domésticos comuns (499)
Adaptabilidade
nas habitações (611)
Organizar
os espaços habitacionais (612)
Interior
da habitação: entrada, circulação e zonas mais sociais (613)
Espaços
domésticos privados (621)
Sobre os espaços
domésticos (mais) privados, uma introdução - Infohabitar n.º 753
Sobre a oferta de diversas propostas
organizativas para as zonas domésticas – Infohabitar # 761
Equilíbrios dimensionais e de
privacidade e convívio na habitação – infohabitar # 777
Opções de compartimentação na
habitação – infohabitar # 779
“Libertar” a habitação das
instalações – infohabitar # 780.
Oferta abrangente de espaços
domésticos específicos – infohabitar # 781.
(xi)
Nível dos Diversos Espaços Domésticos Específicos – estruturado em “categorias”
de espaços
ARTIGOS
EDITADOS:
Entrada doméstica
Entrar
na habitação, o vestíbulo de entrada (503)
Entrar na habitação; o vestíbulo de
entrada – Infohabitar # 786
Casas de Banho domésticas
Lavabo,
espaço funcional ou de “cerimónia” (506)
Renovada
abordagem das casas de banho domésticas – I (567)
Verdadeiras
casas de banho e não simples e frias “instalações sanitárias” – II (568)
Casas
de banho domésticas – 2 artigos sobre o tema e um novo texto (618)
Circulações domésticas
Circulações
domésticas como espaços de vida – I (510)
Circulações
domésticas como espaços de vida - II (511)
Corredores
e zonas de passagem domésticas (518)
Escadas
domésticas (517)
Transformar as circulações domésticas
em verdadeiros espaços de vida – Infohabitar # 787
Potencialidades e problemas a
considerar nas circulações domésticas – infohabitar # 788
Inovação nos corredores e zonas de
passagem domésticas – infohabitar # 789.
Qualidade e inovação nas escadas
domésticas – infohabitar # 790
Sala-comum
A
sala-comum multifuncional (519)
A
sala-comum: diversos hábitos e usos (520)
A
sala-comum: problemas, potencialidades e inovações (521)
Algumas
ideias sobre a sala-comum – 3 artigos sobre o tema e um novo texto (615)
Introdução à sala-comum doméstica –
infohabitar # 796
Sala-comum como espaço doméstico
multiusos - infohabitar # 797
Problemas e potencialidades da
sala-comum doméstica - infohabitar # 798
Cozinhar
A
cozinha para conviver (525)
Cozinha:
aspetos motivadores e problemas a considerar (530)
Projeto
de cozinhas, algumas questões (531)
O
espaço de cozinha: novidades e tendências (532)
Inovar
no espaço da cozinha doméstica (616)
Sobre o espaço doméstico para
cozinhar e conviver – infohabitar # 802
A cozinha: problemas correntes,
condições de conforto e aspetos motivadores – infohabitar # 803
Arrumação doméstica
Arrumação
doméstica: aspetos gerais (534)
Versatilidade
da arrumação doméstica (537)
Arrumações
domésticas: aspetos inovadores (542)
Tipologias da arrumação doméstica –
Infohabitar 681
Máquina domésticas
As
máquinas domésticas (541)
Lavandaria
doméstica (543)
Arrumações
e máquinas domésticas: da adequação à inovação (617)
Refeições domésticas
A renovada
importância das zonas de refeições domésticas (566)
Exteriores privados
Importância
dos pequenos espaços exteriores privados (569)
Repensar
os espaços exteriores privados (571)
Motivar
o uso dos espaços exteriores privados (572)
Problemas,
apropriação e caraterização do exteriores privados (573)
Inovar
no exterior privado (574)
Espaços
exteriores privados (619)
Dar importância aos pequenos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 740
Repensar os espaços exteriores
privados – Infohabitar # 741
Motivar o uso dos espaços exteriores
privados – Infohabitar # 743
Apropriação e caraterização dos
exteriores privados – Infohabitar # 744
Inovar nos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 746
Quartos
O
espaço doméstico do quarto: introdução (580)
Inovar
no projeto de quartos I (581)
Inovar
no projeto de quartos II (582)
Quartos
bem habitáveis (583)
Grande
variedade de quartos (584)
Sobre o espaço doméstico do quarto,
uma introdução - Infohabitar # 754
Trabalho em casa …
Trabalhar
em casa, escritório doméstico, home office (I) (585)
Espaços
domésticos para trabalho profissional e passatempos (626)
(xii)
Nível dos microespaços domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Microfunções
e microespaços domésticos: uma abordagem geral (632)
Cantos e
recantos domésticos: bases de mundos pessoais (633)
Reflexão
geral sobre os subespaços da habitação (634)
Pequenos
sítios domésticos I: dos lugares de sentar e mesa aos (re)cantos “activos”
(639)
Bay
Windows e outros "lugares-janela" (638)
Lugares
secretos, sítios-lareira e sítios-TV - Pequenos sítios domésticos II
(640)
Sítios-biblioteca
(641)
Sítios
da habitação - Sobre uma habitação mais feita de sítios específicos do que de
funções domésticas (643)
Os
muitos sítios de uma boa habitação I (670)
Os muitos sítios de uma boa habitação
II, sobre os corredores - Infohabitar 671
Pequenos espaços exteriores e
interiores/exteriores privados - Infohabitar 673
Tipologia dos pequenos espaços
exteriores e interiores/exteriores privados - Infohabitar 674
(xiii)
Nível dos pormenores domésticos
ARTIGOS
EDITADOS:
Pequenos
grandes mundos do pormenor doméstico (635)
Caracterização
geral dos vãos exteriores I (636)
Caracterização
geral dos vãos exteriores II (637)
O cromatismo residencial -
Infohabitar 676
Pormenorização da arrumação doméstica
– Infohabitar 680
Vãos de porta e qualidade
arquitectónica interior – Infohabitar 685
Guardas, parapeitos e peitoris
domésticos e qualidade arquitectónica – Infohabitar 686
As janelas e o interior doméstico –
Infohabitar 687
(xiv)
Relação entre aspetos gerais de qualidade e de pormenorização residencial e
doméstica
ARTIGOS
EDITADOS:
Relação geral entre
construção/acabamento e qualidade arquitectónica interior - Infohabitar 684
Sobre o conforto ambiental e a
qualidade arquitectónica interior doméstica – Infohabitar 688.
Equipamentos e instalações domésticas
e qualidade arquitectónica – Infohabitar 689.
Uma habitação ligada à natureza e bem
estimulante (Bons espaços e ambientes domésticos I)
– Infohabitar # 757
Uma habitação globalmente bem
integrada, espaçosa, funcional, acessível e segura (Bons espaços e ambientes
domésticos II). António Baptista
Coelho – Infohabitar # 758
4. Tema/Série editorial Habitar e Viver Melhor (184 artigos): listagem
“linkada” e reordenada
Listagem reordenada e LINKADA INDIVIDUALMENTE do tema “Habitar e Viver
Melhor” e seus 184 artigos editados na Infohabitar entre Novembro de 2008 e
Fevereiro de 2022: (a azul os artigos “fora de numeração”)
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XV, n.º 676,
terça-feira, fevereiro 26, 2019, O cromatismo residencial - InfohSérie
habitar e viver, I: A importância de um verdadeiro habitar -
António Baptista Coelho (n.º 222, 17 Nov. 08, 9 págs., 7 figs.)
Novos caminhos da habitação - António Baptista Coelho (n.º 239,
16 Mar. 09, 5 págs., 6 figs.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 495, segunda-feira, Agosto 11, 2014 - Opções de compartimentação
na habitação - Artigo LVII da Série habitar e viver melhor, , por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/opcoes-de-compartimentacao-na-habitacao.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 496, terça-feira, Agosto 19, 2014 - “Libertar” a habitação das
instalações - Artigo
LVIII da Série habitar e viver melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/libertar-habitacao-das-instalacoes.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 497, segunda-feira, Agosto 25, 2014 - Oferta diversificada de
espaços domésticos específicos I - Artigo LIX da Série habitar e viver
melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 498, terça-feira, Setembro 02, 2014 - Oferta diversificada de
espaços domésticos específicos II - Artigo LX da Série habitar e viver
melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/09/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 499, segunda-feira, Setembro 08, 2014 - Espaços domésticos comuns - Artigo LXI da Série habitar e viver
melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/09/espacos-domesticos-comuns.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 503, domingo, Outubro 05, 2014 - Entrar na habitação, o vestíbulo
de entrada (artigo); e Seminário em Almada - - Artigo LXII da Série
habitar e viver melhor por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/10/entrar-na-habitacao-o-vestibulo-de.html (3 pp.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 506, domingo, Outubro 26, 2014 -Lavabo, espaço funcional ou de “cerimónia” - Artigo LXIII da Série habitar
e viver melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/10/lavabo-espaco-funcional-ou-de-cerimonia.html (3 pp., 2 figg.)
Infohabitar, Ano X, n.º 510, domingo,
novembro 23, 2014 - Circulações domésticas como espaços de vida -
I - Artigo LXIV da Série habitar e viver melhor, por António
Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/11/circulacoes-domesticas-espacos-de-vida-i.html (3 pp., 2 figg.)
Infohabitar, Ano
X, n.º 511, domingo, novembro 23, 2014 - Circulações domésticas como
espaços de vida - II - Artigo LXV da Série habitar e viver
melhor, por António Baptista Coelho. ... (3
pp., 2 figg.) http://infohabitar.blogspot.pt/2014/11/circulacoes-domesticas-ii.html
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 517, domingo, janeiro 25, 2015 - Escadas
domésticas - Artigo LXVI da Série habitar e viver
melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/01/infohabitar-ano-xi-n.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 518, domingo, fevereiro 1, 2015 - Corredores
e zonas de passagem domésticas. Artigo LXVII da Série habitar e viver
melhor.http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/corredores-e-zonas-de-passagem.html (4
pp., 5 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 519, domingo, fevereiro 8, 2015 - A
sala-comum multifuncional.Artigo LXVII I da Série habitar e viver melhor.
http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-multifuncional.html (3 pp., 2 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 520, domingo, fevereiro 15, 2015 - A
sala-comum: diversos hábitos e usos. Artigo LXIX da Série habitar e
viver melhor http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-diversos-habitos-e-usos.html (3
pp., 2 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 521, domingo, fevereiro 22, 2015 - A
sala-comum: problemas, potencialidades e inovações. Artigo LXX da
Série habitar e viver melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/02/a-sala-comum-problemas-potencialidades.html .
(3 pp., 3 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 525, sábado, março 21, 2015 - A
cozinha para conviver - Artigo LXXI da Série habitar e viver melhor. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/03/infohabitarano-xi-n_21.html (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 530, domingo, abril 4, 2015 - Cozinha:
aspetos motivadores e problemas a considerar. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/04/cozinha-aspetos-motivadores-e-problemas.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 531, domingo, maio 3, 2015 - Projeto
de cozinhas, algumas questões. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/projeto-de-cozinhas-algumas-questoes.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 532, domingo, maio 10, 2015 - O
espaço de cozinha: novidades e tendências. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/o-espaco-de-cozinha-novidades-e.html (5 pp., 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 534, domingo, maio 24, 2015 - Arrumação
domésticas: aspetos gerais . http://infohabitar.blogspot.pt/2015/05/arrumacao-domesticas-aspetos-gerais.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 537, domingo, junho 14, 2015 - Versatilidade
da arrumação doméstica. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/06/httplabhab.html (4
pp., 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 541, domingo, julho 12, 2015 - As
máquinas domésticas. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/as-maquinas-domesticas-infohabitar-n-541.html (3 pp., 3 figg.). 534
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 542, domingo, julho 19, 2015 - Arrumações
domésticas: aspetos inovadores. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/arrumacoes-domesticas-aspetos.html (6 pp. 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XI, n.º 543, domingo, julho 26, 2015 - Lavandaria
doméstica. http://infohabitar.blogspot.pt/2015/07/httplabhab.html (6
pp., 4 figg.). 536
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 566, segunda-feira, janeiro 18, 2016,
A renovada importância das zonas de refeições domésticas – http://infohabitar.blogspot.pt/2016/01/a-renovada-importancia-das-zonas-de.html (
4 pp., 3 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 567, segunda-feira, fevereiro 01,
2016, Renovada abordagem das casas de banho domésticas – I - http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/em-memoria-viva-de-nuno-teotonio.html (4
pp., 2 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 568, segunda-feira, fevereiro 08,
2016, Verdadeiras casas de banho e não simples e frias “instalações
sanitárias” – II, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/renovada-abordagem-das-casas-de-banho.html (4
pp., 2 figg.).
COELHO,
António Baptista – Infohabitar, Ano XII, n.º 569,
domingo, fevereiro 14, 2016, Importância dos pequenos espaços
exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/httpi237.html (5
pp., 4 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 571, domingo, fevereiro 28, 2016, Repensar
os espaços exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/02/repensar-os-espacos-exteriores-privados.html (5pp.,5
figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar n.º 572 - Ano XII, sábado, março 05, 2016, Motivar
o uso dos espaços exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/motivar-o-uso-dos-espacos-exteriores.html (4
pp., 5 figg.).
COELHO, António
Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 573 , domingo, março 13, 2016, Problemas, apropriação e caraterização do
exteriores privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/problemas-apropriacao-e-caraterizacao.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 574, domingo, março 20, 2016, Inovar no exterior privado, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/inovar-no-exterior-privado-infohabitar.html (4 pp., 4 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 575, domingo, março 27, 2016, Inovação nos espaços comuns
habitacionais,http://infohabitar.blogspot.pt/2016/03/inovacao-nos-espacos-comuns.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 576, domingo, abril 03, 2016, Espaços comuns habitacionais
conviviais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/espacos-comuns-habitacionais-conviviais.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 577, domingo, abril 10, 2016, Inovação nos espaços comuns
habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/inovacao-nos-espacos-comuns.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 578, segunda-feira, abril 18, 2016, Garagens comuns
habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/garagens-comuns-habitacionais.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 579, segunda-feira, abril 25, 2016, Espaços
domésticos privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/espacos-comuns-habitacionais-conviviais.html (2 pp.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 580, domingo, maio 01, 2016, O espaço doméstico do quarto:
introdução, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/o-espaco-domestico-do-quarto-introducao.html (3 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 581, domingo, maio 08, 2016, Inovar no projeto de quartos I, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/inovar-no-projeto-de-quartos-i.html , (3 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 582, domingo, maio 15, 2016, Inovar no projeto de quartos
II, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/inovar-no-projeto-de-quartos-ii.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 583, domingo, maio 22, 2016, Quartos bem habitáveis, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/quartos-bem-habitaveis-infohabitar-n-583.html (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 584 , domingo, maio 29, 2016, Grande variedade de quartos, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/05/grande-variedade-de-quartos-infohabitar.html (*4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XII, n.º 585 , domingo, junho 05, 2016, Trabalhar em casa,
escritório doméstico, home office (I), http://infohabitar.blogspot.pt/2016/06/trabalhar-em-casa-escritorio-domestico.html (3 pp.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 608, segunda-feira, setembro 04, 2017, Habitar a
Vizinhança Urbana, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/habitar-vizinhanca-urbana-mais-de-20.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 609, segunda-feira, setembro 11, 2017, Relações entre
Vizinhança Urbana e Edifício Habitacional, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/relacoes-entre-vizinhanca-urbana-e.html, (2 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 610, segunda-feira, setembro 18, 2017, Espaços Comuns do
Edifício Habitacional, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/espacos-comuns-do-edificio-habitacional.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista
– IInfohabitar, Ano XIII, n.º 611, segunda-feira, setembro
25, 2017 Adaptabilidade nas habitações, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/09/adaptabilidade-nas-habitacoes.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 612, segunda-feira, outubro 02, 2017, Organizar os
espaços habitacionais, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/organizar-os-espacos-habitacionais.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 613, segunda-feira, outubro 09, 2017, Interior da
habitação: entrada, circulação e zonas mais sociais, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/interior-da-habitacao-entrada.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 615, segunda-feira, outubro 23, 2017, Algumas ideias
sobre a sala-comum – 3 artigos sobre o tema e um novo texto, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/infohabitar-ano-xiii-n.html, (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 616, segunda-feira, outubro 30, 2017, Inovar
no espaço da cozinha doméstica, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/10/inovar-no-espaco-da-cozinha-domestica.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 617, segunda-feira, novembro 06, 2017, Arrumações e
máquinas domésticas: da adequação à inovação, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/arrumacoes-e-maquinas-domesticas-da.html , (3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 618, segunda-feira, novembro 13, 2017, Casas de banho
domésticas – 2 artigos sobre o tema e um novo texto, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/casas-de-banho-domesticas-infohabitar.html, (2 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista – IInfohabitar,
Ano XIII, n.º 619, segunda-feira, novembro 20, 2017, Espaços exteriores
privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/espacos-exteriores-privados-infohabitar.html , (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIII, n.º 620, segunda-feira, novembro 27, 2017, Espaços comuns no
edifício multifamiliar: novo artigo e links para outros 4
artigos sobre o tema, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/11/espacos-comuns-no-edificio.html , (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIII, n.º 621 e Projeto KnowRISK, segunda-feira, dezembro 04, 2017, Espaços
domésticos privados - Infohabitar 621 e Projeto KnowRISK, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/12/espacos-domesticos-privados-infohabitar.html , (5 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIII, n.º 622, segunda-feira, dezembro 11, 2017, Dos quartos aos
pequenos apartamentos, http://infohabitar.blogspot.pt/2017/12/dos-quartos-aos-pequenos-apartamentos.html, (5 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 626, segunda-feira, janeiro 08, 2018, Espaços domésticos
para trabalho profissional e passatempos, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/01/espacos-domesticos-para-trabalho.html, (5 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XIV, n.º 627, segunda-feira, janeiro 15, 2018, Uma nova
funcionalidade doméstica, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/01/uma-nova-funcionalidade-domestica.html , (4 pp., 3 figg.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 632, segunda-feira, fevereiro 26, 2018, Microfunções e microespaços
domésticos: uma abordagem geral –
Infohabitar, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/02/microfuncoes-e-microespacos-domesticos.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 633, segunda-feira, março 05, 2018, Cantos e recantos domésticos: bases
de mundos pessoais, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/cantos-e-recantos-domesticos-bases-de.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 634, segunda-feira, março 12, 2018, Reflexão
geral sobre os subespaços da habitação, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/reflexao-geral-sobre-os-subespacos-da.html ,(3 pp., 1 figg.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 635, segunda-feira, março 19, 2018, Pequenos
grandes mundos do pormenor doméstico, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/pequenos-grandes-mundos-do-pormenor.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 636, segunda-feira, abril 09, 2018, Caracterização
geral dos vãos exteriores I, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/caracterizacao-geral-dos-vaos.html, (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar, Ano XIV, n.º 637,
segunda-feira, abril 16, 2018, Caracterização
geral dos vãos exteriores II, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/caracterizacao-geral-dos-vaos_16.html, (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 638, segunda-feira, abril 23, 2018, Bay
Windows e outros "lugares-janela", http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/bay-windows-e-outros-lugares-janela.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 639, segunda-feira, abril 30, 2018, Pequenos
sítios domésticos I: dos lugares de sentar e mesa aos (re)cantos “activos” , http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/pequenos-sitios-domesticos-i-dos.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 640, terça-feira, maio 08, 2018, Lugares
secretos, sítios-lareira e sítios-TV - Pequenos sítios domésticos II , http://infohabitar.blogspot.pt/2018/05/lugares-secretos-sitios-lareira-e.html, (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 641, terça-feira, maio 28, 2018, Sítios-biblioteca,
(4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista
– Infohabitar, Ano XIV, n.º 643, terça-feira, maio 28, 2018, Sítios
da habitação - Sobre uma habitação mais feita de sítios específicos do que de
funções domésticas, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/05/sitios-da-habitacao-infohabitar-642.html, (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XV, n.º 670, terça-feira, janeiro 15, 2019, Os muitos sítios de uma boa habitação I
- Infohabitar 670 (4 pp.,
1 fig.).
COELHO, António Baptista – Infohabitar,
Ano XV, n.º 671, terça-feira, janeiro 22, 2019, Os muitos sítios de uma boa habitação
II, sobre os corredores - Infohabitar 671 (6 pp., 2 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 673, terça-feira, fevereiro 05, 2019, Pequenos
espaços exteriores e interiores/exteriores privados - Infohabitar 673 (5 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 674, terça-feira, fevereiro 12, 2019, Tipologia
dos pequenos espaços exteriores e interiores/exteriores privados - Infohabitar
674 (7 pp., 3 figg.).
abitar 676 (5 pp., 12 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 680, terça-feira, março 26, 2019, Pormenorização da
arrumação doméstica – Infohabitar 680 (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 681, terça-feira, abril 02, 2019, Tipologias da arrumação
doméstica – Infohabitar 681 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 684, terça-feira, abril 30, 2019, Relação geral entre
construção/acabamento e qualidade arquitectónica interior - Infohabitar 684 (4 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 685, terça-feira, maio 07, 2019, Vãos de porta e
qualidade arquitectónica interior – Infohabitar 685 (4 pp., 2 figg.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 686, terça-feira, maio 14, 2019, Guardas, parapeitos e
peitoris domésticos e qualidade arquitectónica – Infohabitar 686 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 687, terça-feira, maio 21, 2019, As janelas e o interior
doméstico – Infohabitar 687 (3 pp., 1 fig.).
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 688, terça-feira, maio 28, 2019, Sobre o conforto
ambiental e a qualidade arquitectónica interior doméstica – Infohabitar 688.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 689, terça-feira, junho 04, 2019, Equipamentos e
instalações domésticas e qualidade arquitectónica – Infohabitar 689.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 690, terça-feira, junho 25, 2019, Reflexão geral sobre a
relação entre a pormenorização habitacional e a qualidade arquitectónica do
interior doméstico – Infohabitar 690.
COELHO, António Baptista –
Infohabitar, Ano XV, n.º 691, terça-feira, junho 18, 2019, Notas suplementares
sobre a inovação no espaço doméstico – Infohabitar 691
Sobre a
temática das novas formas de habitar – Infohabitar # 730. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 730 – Lisboa,
terça-feira, maio 19, 2020. (10 p. 2 fig.)
Sobre a
importância da diversidade na organização habitacional – Infohabitar # 731. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 731 – Lisboa,
terça-feira, maio 26, 2020. (11 p., 2 fig.)
Sobre uma
habitação mais adaptável - Infohabitar # 732. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 732 – Lisboa,
terça-feira, junho 02, 2020. (10 p., 2 fig.)
Adaptabilidade/flexibilidade
e tipologia habitacional – Infohabitar # 733. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 733 – Lisboa,
terça-feira, junho 09, 2020. (12 p, 3 fig.)
Habitações
térreas e opções domésticas e urbanas – Infohabitar # 734. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 734 – Lisboa,
terça-feira, junho 16, 2020. (11 p., 4 fig.)
Espaço urbano
vitalizado pela habitação térrea – Infohabitar # 735. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 735 – Lisboa,
terça-feira, junho 23, 2020. (10 p., 2 fig.)
Espaço público
e identidade urbana: qualificação do espaço público como fator de identidade e
apropriação coletiva do espaço construído - Infohabitar # 736. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 736 – Lisboa,
terça-feira, junho 30, 2020. (11 p., 4 fig.)
Dar
importância aos pequenos espaços exteriores privados – Infohabitar # 740. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 740 – Lisboa,
terça-feira, julho 28, 2020. (12 p., 3 fig.)
Repensar os
espaços exteriores privados – Infohabitar # 741. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 741 – Lisboa,
terça-feira, agosto 04, 2020. (11 p., 4 fig.)
Motivar o uso
dos espaços exteriores privados – Infohabitar # 743. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 743 – Lisboa,
terça-feira, agosto 18, 2020. (11 p., 3 fig.)
Apropriação e
caraterização dos exteriores privados – Infohabitar # 744. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 744 – Lisboa,
segunda-feira, agosto 24, 2020. (11 p., 3 fig.)
Inovar nos espaços
exteriores privados – Infohabitar # 746. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 746 – Lisboa,
terça-feira, setembro 08, 2020. (11 p., 3 fig.)
Inovar nos
espaços comuns residenciais – Infohabitar # 747. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 747 – Lisboa,
terça-feira, setembro 15, 2020. (10 p., 2 fig.)
Ainda sobre a
inovação nos espaços comuns residenciais – Infohabitar # 750. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 750 – Lisboa,
terça-feira, outubro 13, 2020. (8 p., 1 fig.)
Caminhos
atuais e inovadores no desenvolvimento das garagens comuns habitacionais –
Infohabitar # 751. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 751 – Lisboa,
terça-feira, outubro 20, 2020. (10 p., 2 fig.)
Sobre os
espaços domésticos (mais) privados, uma introdução - Infohabitar n.º
753. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 753 – Lisboa,
terça-feira, xx, 2020. (8 p.)
Sobre o espaço
doméstico do quarto, uma introdução - Infohabitar # 754. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 754 – Lisboa,
terça-feira, novembro 10, 2020. (7 p., 1 fig.)
Espaços comuns
habitacionais conviviais - Infohabitar # 756. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 756 – Lisboa,
terça-feira, novembro 24, 2020. (6 p., 1 fig.)
Uma habitação
ligada à natureza e bem estimulante (Bons espaços e ambientes domésticos I) – Infohabitar # 757. António
Baptista Coelho – Infohabitar, Ano XVI, n.º 757 – Lisboa,
terça-feira, dezembro 01, 2020. 11 p., 2 fig.)
Uma habitação
globalmente bem integrada, espaçosa, funcional, acessível e segura (Bons
espaços e ambientes domésticos II). António Baptista Coelho – Infohabitar
# 758 – Infohabitar,
Ano XVI, n.º 758 – Lisboa, terça-feira, dezembro 08, 2020. (12 p., 3 fig.)
Sobre a oferta
de diversas propostas organizativas para as zonas domésticas – Infohabitar #
761. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 761 – Lisboa, terça-feira,
janeiro, 19, 2021. (5 p., 1 fig.)
Diversas
opções para os principais ambientes da habitação: propostas organizativas –
Infohabitar # 762. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 762 – Lisboa, terça-feira,
janeiro, 26, 2021. (6 p., 1 fig.)
Equilíbrios
dimensionais e de privacidade e convívio na habitação – infohabitar # 777. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 777 – Lisboa, terça-feira, maio,
24, 2021. (6 p., 1 fig.)
Opções de
compartimentação na habitação – infohabitar # 779 . António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 779 – Lisboa, terça-feira, junho,
15, 2021. (6 p., 1 fig.)
“Libertar” a
habitação das instalações – infohabitar # 780. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 780 – Lisboa, terça-feira, junho,
22, 2021. (7 p., 1 fig.)
Oferta
abrangente de espaços domésticos específicos – infohabitar # 781. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 781 – Lisboa, terça-feira, junho,
29, 2021. (5 p., 1 fig.)
Variedade
espacial/ambiental e funcionalidade doméstica ou sobre as importantes e
diversas facetas dessa mesma funcionalidade – infohabitar # 782. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 782 – Lisboa, terça-feira, julho,
06, 2021. (5 p., 1 fig.)
Uma introdução
geral aos espaços domésticos comuns – Infohabitar # 783. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 783 – Lisboa, terça-feira, julho,
13, 2021. (7 p., 1 fig.)
Entrar na
habitação; o vestíbulo de entrada – Infohabitar # 786. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 786 – Lisboa, terça-feira,
agosto, 10, 2021. (8 p., 2 fig.)
Transformar as
circulações domésticas em verdadeiros espaços de vida – Infohabitar # 787. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 787 – Lisboa, terça-feira,
agosto, 17, 2021. (6 p., 2 fig.)
Potencialidades
e problemas a considerar nas circulações domésticas – infohabitar # 788. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 788 – Lisboa, terça-feira,
agosto, 24, 2021. (7 p., 2 fig.)
Inovação nos
corredores e zonas de passagem domésticas – infohabitar # 789. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 789 – Lisboa, terça-feira,
agosto, 31, 2021. (8 p., 5 fig.)
Qualidade e
inovação nas escadas domésticas – infohabitar # 790. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 790 – Lisboa, terça-feira,
setembro, 07, 2021. (8 p., 4 fig.)
Introdução à
sala-comum doméstica – infohabitar # 796. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 796 – Lisboa, quarta-feira,
novembro, 03, 2021. (8 p., 2 fig.)
Sala-comum
como espaço doméstico multiusos - infohabitar # 797. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 797 – Lisboa, quarta-feira,
novembro, 10, 2021. (7 p., 2 fig.)
Problemas e
potencialidades da sala-comum doméstica - infohabitar # 798. António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVII, n.º 798 – Lisboa, quarta-feira,
novembro, 17, 2021. (7 p., 2 fig.)
António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVIII, n.º 802 – Sobre o espaço
doméstico para cozinhar e conviver – infohabitar # 802,
Lisboa, quarta-feira, 19 de janeiro de 2022. (7 p.)
António Baptista
Coelho – Infohabitar, Ano XVIII, n.º 803 – A cozinha:
problemas correntes, condições de conforto e aspetos motivadores – infohabitar
# 803, Lisboa,
quarta-feira, 02 de fevereiro de 2022. (10 p., 5 fig.)
Subsequentemente
abordaremos as matérias editoriais e habitacionais da Infohabitar ainda em
falta nesta revisita (apontadas em seguida)
(Tema 7 Infoh) Políticas, acções
e medidas habitacionais, urbanas e territoriais (12)
(Tema 11 Infoh) Qualidade no
habitar (14)
(Tema 12 Infoh) Casos
habitacionais e urbanos (estudo, análise e divulgação) (33)
(Tema 14 Infoh) Investigação
habitacional e urbana
(Tema 16 Infoh) Habitar de
interesse social e habitar cooperativo (45)
(Tema 17 Infoh) Intervir e
construir no construído - reabilitar e regenerar (27)
(Tema 26 Infoh) (Novas)
formas/soluções de habitação (10)
(Tema 38 Infoh) Um novo habitar
participativo/colaborativo,
(temas agrupados no âmbito do estudo “Habitação
Humanizada”)
(Tema 19 Infoh)
Escalas e tempos do habitar (17)
(Tema 20 Infoh)
Humanidades e habitar (18)
(Tema 21 Infoh)
Cidades amigas – conviviais, acessíveis, para todos, e seguras (30)
(Tema 22 Infoh)
História(s) e tipologias do habitar (27)
(Tema 23 Infoh)
Desenho e humanização do habitar (17)
(Tema 24 Infoh)
Integrar o habitar (12)
(Tema 25 Infoh)
Natureza, tempo, cidade e lugar (26)
Notas
editoriais gerais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na
Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se
tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico
e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o
pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e
comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) No mesmo sentido, de natural
responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer
elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias,
desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos
respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as
necessárias autorizações.
(iii) Para se tentar assegurar o referido e
adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a
ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários
"automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos
conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição
da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos
editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à
verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da
revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de
eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.
(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido
do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar,
da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade
no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na
habitação de baixo custo.
Próximos estudos habitacionais V – terceiros comentários gerais sobre o
tema “Habitar Melhor” – edifícios residenciais e seus espaços comuns – infohabitar # 997
Informa-se que para aceder (fazer
download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está
tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960
artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf
ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano
XXII, n.º 997
Edição: quarta-feira 7 de Outubro
de 2026
Editor: António Baptista Coelho
Liceu Padre António Vieira, Arquitecto/ESBAL –
Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP –
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal
com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.
Os aspetos técnicos do lançamento da
Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas
pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os
conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.
Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa
para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na
Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).











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