segunda-feira, agosto 13, 2012

405 - Vizinhanças seguras e ambientalmente agradáveis (artigo) e últimas notícias do 2.º CIHEL - Infohabitar 405


Infohabitar Ano VIII, N.º 405

Notícias do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono – 2.º CIHEL.

http://2cihel.lnec.pt/2cihel.html

A Chamada de Comunicações decorreu com êxito até 1 julho de 2012, tendo sido submetidos um significativo total de 225 resumos de comunicações (182 na 1.ª Chamada e 43 na 2.ª).

A entrega de propostas de resumos/comunicações está, portanto, encerrada, aproximando-se a data de envio das comunicações completas, EXCLUSIVAMENTE, para o seguinte endereço eletrónico, Email: comunicacoes2cihel@lnec.pt

- Comunicação da análise/aceitação das propostas da 2.ª Chamada a partir de 14 de setembro de 2012 - será tentada a possível antecipação a esta data.

- Abertura das inscrições: data a definir em breve.


- Envio do texto das comunicações, resumo alargado e dados complementares até 22 de outubro de 2012.


- Selecção final e eventual solicitação de revisões das comunicações até 30 novembro de 2012.


- Entrega da revisão final (quando aplicável): até 15 dezembro de 2012.


Na presente edição do Infohabitar retoma-se a publicação corrente da nossa revista com um novo artigo sobre a temática do "habitar e viver melhor", intitulado "Vizinhanças seguras e ambientalmente agradáveis" - Artigo XVI da série ( o último texto desta série foi publicado em 15 de Julho de 2012, no n.º 402 do Infohabitar e abordou a importância da adequação social das vizinhanças).


ARTIGO DA SEMANA - ARTIGO DA SEMANA - ARTIGO DA SEMANA


Vizinhanças seguras e ambientalmente agradáveis

Artigo XVI, da série habitar e viver melhor

António Baptista Coelho

Esta matéria da segurança urbana e residencial é uma temática que não teria razão de abordagem há alguns anos atrás, desde que se retirando dela, como é o caso, as questões ligadas ao trânsito de veículos.

No entanto os dias de hoje são marcados por situações de insegurança por acções humanas de violência contra pessoas e neste sentido considera-se que a organização urbana e pormenorizada das vizinhanças residenciais, quando desenvolvida, designadamente, no sentido de apoiar as melhores condições de recreio e de estadia para crianças e idosos deverá proporcionar um conjunto muito amplo e diversificado de relações espaciais e visuais que garantam um máximo de acompanhamento das actividades no exterior público:

- por parte do conjunto de actividades que aí se desenvolvem (por exemplo, a partir de uma esplanada ser possível intervir num parque infantil);

- e por parte das actividades que se baseiam na envolvente edificada desse mesmo exterior (habitações e equipamentos);

e um acompanhamento que tem de ser conjugado com a previsão de uma delimitação estratégica e de um controlo natural dos principais acessos públicos aos espaços exteriores de vizinhança, e também com a previsão do acesso de emergência a esses exteriores.



Fig. 1


Desta forma será possível a criação de um meio de vizinhança naturalmente controlado pelos respectivos vizinhos, onde qualquer intrusão, embora se possa fazer devido a uma agradável ausência de barreiras efectivas, será objecto de um controlo e acompanhamento naturais, possibilitando-se, também, que, por se disponibilizarem boas condições de visibilidade mútua e de adequado equipamento de recreio e convivial, o uso dos exteriores de vizinhança se faça com intensidade, gerando-se, assim, um conjunto integrado de condições que são, elas próprias, a melhor prevenção para eventuais problemas de insegurança – matéria esta tão bem desenvolvida há já alguns anos por Jane Jacobs.

A modos de uma síntese ampla das matérias aqui apontadas é possível referir que a existência de um sentimento de forte identificação com o local e a sua caracterização como abrigado e sossegado, são qualidades residenciais associadas, frequentemente, a um agradável nível de convivialidade e a um razoável sentido de segurança nos respectivos espaços públicos.




Fig. 2

De certa forma, as qualidades aqui apontadas configuram, habitualmente, sítios delimitados e caracterizados, compostos por espaços claramente apropriados em termos das respectivas responsabilidades de uso e de manutenção, aspectos estes fundamentais no sentido da criação de rotinas de vigilância e intervenção naturais.

Consideram-se, ainda, dois outros aspectos fundamentais para o mais intenso e, consequentemente, mais seguro uso do exterior de vizinhança:

(i) o desenvolvimento de um adequado sistema de gestão local de proximidade, que melhore condições de equipamento, vitalização, manutenção e limpeza da respectiva vizinhança, com as naturais consequências em termos de um seu uso mais intenso – e a este sistema de gestão deveria ser associado um programa de policiamento de proximidade, com evidentes vantagens directas na melhor gestão local e, naturalmente, na segurança;

(ii) e o desenvolvimento de um exterior de vizinhança globalmente concebido e pormenorizadamente equipado tendo em vista um máximo de condições de conforto ambiental no exterior.

Relativamente a uma melhor manutenção Sidónio Pardal e Costa Lobo apontaram um conjunto de condições que facilitam a gestão do exterior, e que em seguida se apontam com alguma, embora controlada, liberdade (1):

- remates claramente definidos e bem tratados entre diferentes territórios;

- qualidade da configuração urbanística e funcional;

- morfologia urbana estável;

- boa capacidade de infraestruturas e equipamentos;

- acerto cuidadoso na implantação dos edifícios, por boa compatibilização entre cotas mestras de soleira, passeios e rasantes de arruamentos;

- espaços exteriores de reserva em quantidade suficiente;

- protecção do verde urbano e verde urbano bem localizado e dimensionado;

- inexistência de lacunas no tecido urbano;

- tecido urbano ritmado e articulado por diversos elementos (praças, avenidas, alamedas, esplanadas, logradouros, etc.);

- sustentabilidade/capacidade de “sobrevivência” e de vitalização das actividades, por equilíbrio entre custos de instalação e de manutenção;

- qualidade do projecto e da obra.

Considerando-se um exterior de vizinhança globalmente concebido e pormenorizadamente equipado tendo em vista um máximo de condições de conforto ambiental no exterior há que referir que um tal cuidado deveria ser básico numa adequada intervenção de Arquitectura, pois há aspectos de insolação, sombreamento, orientação solar, agradável refrescamento por brisas e outros a eles associados, que deveriam ser protagonistas directos não só na implantação das sequências e dos conjuntos de edifícios, como dos respectivos e contíguos conjuntos e encadeamentos de espaços exteriores.




Fig. 3

Mas, como bem sabemos, estas não são, ainda, regras nem na orientação de edifícios, nem na disposição das sequências de espaços exteriores, embora não haja qualquer desculpa para que não constituam regra geral e regra incontornável e há excelentes exemplos de boas práticas (de Alvalade a Olivais Norte, por exemplo).

Nestas matérias e mais uma vez parece que certos caminhos qualitativos se vão associando e sobrepondo e por exemplo no que se refere aos efeitos caprichosos do vento em estrangulamentos entre edifícios, em "corredores" entre edifícios muito longos e em zonas com edifícios de diferentes alturas, sublinha-se que os edifícios até três pisos não produzem consequências sensíveis em termos de correntes de ar (2) e que a interrupção das longas bandas edificadas, habitualmente associada a um positiva ausência de barreiras urbanas, é também uma positiva medida em termos de melhoria da circulação do ar na cidade.

E se associarmos, activamente, a este tipo de cuidados, uma intensa e criteriosa presença de verde urbano, com a sua função climaticamente moderadora, então poderemos ter excelentes condições de conforto ambiental no exterior.

E não tenhamos quaisquer dúvidas de que é fundamental tudo fazer para dinamizar o uso dos espaços exteriores públicos, numa desejável teia de sequências de espaços de vizinhança, pois de uma tal opção depende em boa parte a fundamental revitalização da cidade e, naturalmente, as suas condições de segurança e de agrdabilidade no uso corrente.

Notas:

(1) Sidónio Pardal; P. Correia; M. Costa Lobo, "Normas Urbanísticas, Vol. II", p. 115.

(2) National Board of Urban Planning, "Bostadens Grannskap (Housing Environment), Recomendations for Planning", p. 36.

Notas editoriais:

(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.


(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.


(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.




Infohabitar a Revista do Grupo Habitar

Infohabitar, Ano VIII, n.º 405

Editor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho

Lisboa, Encarnação - Olivais Norte



sexta-feira, agosto 10, 2012

404 - Novidades do 2.º CIHEL - Infohabitar 404

Infohabitar N.º 404

O Infohabitar continua activo e publica, em seguida, breves, mas excelentes, notícias do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL.

A Chamada de Comunicações decorreu com êxito até 1 julho de 2012, tendo sido submetidos um significativo total de 225 resumos de comunicações (182 na 1.ª Chamada e 43 na 2.ª).
A entrega de propostas de resumos/comunicações está, portanto, encerrada, aproximando-se a data de envio das comunicações completas, EXCLUSIVAMENTE, para o seguinte endereço eletrónico, Email: comunicacoes2cihel@lnec.pt

Lembram-se as datas para entrega das Comunicações:
  • Comunicação da análise/aceitação das propostas da 2.ª Chamada a partir de 14 de setembro de 2012 - será tentada a possível antecipação a esta data.
  • Abertura das inscrições: data a definir em breve
  • Envio do texto das comunicações, resumo alargado e dados complementares até 22 de outubro de 2012
  • Selecção final e eventual solicitação de revisões das comunicações até 30 novembro de 2012.
  • Entrega da revisão final (quando aplicável): até 15 dezembro de 2012
No site do 2.º CIHEL está disponível um Template que é, simultaneamente, um guia de apoio ao desenvolvimento e envio das comunicações completas.
http://2cihel.lnec.pt/

Aproveita-se para registar aqui um sincero agradecimento a todos os autores que cooperaram nesta significativa adesão ao 2.º CIHEL, uma adesão aliada a um óptimo nível geral que transparece, desde já, nos resumos enviados, e que se espera possa antecipar um excelente Congresso.

António Baptista Coelho
Presidente da Comissão Organizadora doi 2.º CIHEL

segunda-feira, julho 23, 2012

403 - 2nd CIHEL - International Congress on Housing in the Lusophone Territory - Infohabitar 403

Infohabitar, Ano VIII, n.º 403




http://2cihel.lnec.pt/

2nd CIHEL- International Congress on Housing in the Lusophone Territory

13th to 15th March 2013

Workshop sessions: 11th and 12th March

2nd Call for Papers
192 papers (abstracts) already submitted

Presentation

The 2nd Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (2ndCIHEL) - the 2nd CIHEL- International Congress on Housing in the Lusophone Territory will be held in Lisbon, at the Laboratório Nacional de Engenharia Civil – LNEC - at the LNEC’s Congress Centre -, with the dates as follows: Workshop sessions - from 11th to 12th March 2013; Congress - from 13th to 15th March 2013; welcome and opening ceremony – 13th March 2013, in the afternoon.

Main theme
The 2nd CIHEL will address the main theme “Housing, Cities, Territory and Land Use Development”, targeting quantitative, qualitative, urban, territorial and environmental aspects and their role in the socio-economic development of the Lusophone countries. This is particularly important when a significant number of dwellings and reurbanisation actions are envisaged to be carried out in extensive areas that would require technically robust urban planning and housing interventions.

Organization and Local Support
CIHEL Congress will be hosted by Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) in conjunction with the Group Habitar (GH) – association with headquarters at the Architecture and Town-Planning Division (NAU) of LNEC, and in co-operation with various public and private bodies, also committed with the organisation of this congress and which will be listed in the 2nd Circular.


The institutions that have already adhered to this Congress are as follows: FUNDCIC, Centro de Investigação em Arquitectura e Áreas Metropolitanas CIAAM and DAU of ISCTE-IUL, the Rede Portuguesa para o Desenvolvimento do Território - Instituto do Território (IT), The Faculty of Architecture and Urbanism of the University of São Paulo, the Faculdade de Ciências e Tecnologia of the New University of Lisbon - FCT-UNL, the Grupo de Estudos Ordenamento do Território e Planeamento Urbano - GEOTPU, the Instituto Superior Técnico - IST, the Centro de Estudos de Arquitectura Urbanismo e Design - CIAUD -da FAUTL, the Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT, the Centro de Estudos Africanos of the University of Oporto – CEAUP, the Centro Habitat – Plataforma para a Construção Sustentável e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

Programme, other activities and registration fees
The Programme of the 2nd CIHEL will be opportunely disclosed. It will comprise the participation of guest lecturers and a wide range of papers divided into eight topics.
A set of Workshop sessions addressing the main theme will take place before the Congress. This Workshop will include a technical visit within Lisbon Metropolitan Area.
During the Workshop and Congress, an exhibition will also take place (at LNEC’s main Conference Hall) on the topics of the 2nd CIHEL. Post-congress visits are also due to take place on 16 March (Saturday).
The Workshop, Congress and post-congress visit will have separate and specific registrations and fees.

Date and venue of the 2nd CIHEL
The Congress will be held from 13th to 15th March 2013, at LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa, Portugal; a Workshop on the Congress topics will be held on 11 and 12 March.

The congress will take place in Lisbon, at the LNEC’s Congress Centre, which houses an auditorium with a 400 seat capacity and other rooms of different capacities, enabling the occurrence of simultaneous sessions and other activities.

LNEC can be easily reached from various locations and transport modesit offers free parking facilities. The campus is located nearby Lisbon International Airport and within a 10 min. Walking distance from AlvaladeMetrostation.It is integrated in a friendly and animated neighbourhood and many excellent hotels are located in the vicinity.

Contacts
LNEC, Apoio à Organização de Reuniões - Secretariado Geral do 2.º CIHEL

LNEC, Av. do Brasil, n.º 101, 1700-066 Lisboa,

Email: organizacao2cihel@lnec.pt - Telephone: +351 218 443 483 - Fax: +351 218 443 014

http://2cihel.lnec.pt/





Framework
The main goal of this 2nd CIHEL is to develop a comprehensive and multifaceted approach of the theme “Housing, Cities, Territory and Land Use Development”. This theme is seen as extremely opportune, in the light of the significant number of dwellings and reurbanisation actions that are due to be carried out in extensive areas of Lusophone countries affected by serious housing and urban planning deficiencies, the housing approach emphasising an extensive and correct meaning and taking into account the quantitative, qualitative, urban, territorial and environmental aspects and their role as an essential means of socio-economic development of the respective countries.

The awareness of the significant weight of the dynamics of the housing construction/rehabilitation and of the urban expansion in the development of a country is ever-present in this theme, as is the notion that this powerful tool of economic growth must be judiciously organised so that this development can be achieved within socially and culturally valid paths, which are dully adapted to each national, regional and local context.

For instance, as regards the housing promotion, including the one intended for relocation actions, special mention can be made to the fact that there is absolutely no sense in repeating, in certain national and geographic realities, the technically poor solutions that have been previously developed in other countries and regions. In fact, it makes no sense whatsoever in failing to disseminate the good practices adopted in housing and urban actions.

Besides, as mentioned by António Reis Cabrita in the conclusions of the 1st CIHEL congress: “The realities in the different countries are completly different but the ontological and universal dimension of housing and the similarity in many deficiencies fully justify the advantages of a mutual learning. Furthermore, in this particular case, such mutual learning is done by sharing a common language and a certain cultural brotherhood provided by the language”.

The 1st CIHEL has had an informative character and has been focused on a specific set of housing and urban topics, whereas this 2nd CIHEL, with a more comprehensive title “Housing, Cities, Territory and Land Use Development”, points to a wider and more diversified approach to these topics, either as refers to their component elements, or as regards their influence, hopefully positive, on a balanced but meaningful development of the respective countries.

Organisation
The Congress will be promoted and hosted by the Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) in conjunction with the Group Habitar (GH) - non-profit making technical and scientific association with headquarters at the Architecture and Town-Planning Division (NAU) of LNEC -, and in co-operation with various public and private bodies, also committed with the organisation of this congress and which will be soon disclosed.

The structure responsible for the promotion, dissemination and organisation of the Congress will consist of a Committee of Honour, a Board of Directors, a Permanent Secretariat of CIHEL, an Advisory Committee, a Scientific Committee, an International Organising Committee, an Organising Committee and a General Secretariat.

Board of Directors of the 2nd CIHEL: António Baptista Coelho (LNEC and GH); António Reis Cabrita (LNEC, UCP and GH); Jorge Grandão Lopes (LNEC).

Scientific Committee of the 2nd CIHEL: the scientific committee is chaired by Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM and GH), has pluridisciplinar character and integrates individuals from various bodies and nationalities.

Permanent Secretariat of CIHEL: Ana Vaz Milheiro (ISCTE-IUL and CIAAM); Anselmo Cani (UEM); António Baptista Coelho (LNEC and GH); António Gameiro (UAN); António Reis Cabrita (LNEC, UCP and GH); Estanislau Silva Ferreira (MIGB); Francisco Oliveira (FAUTL and CIAUD); João Filgueiras Lima; José Dias; Khaled Ghoubar (FAU-USP and GH); Manuel Correia Fernandes (FAUP and GH); Margarida Louro (FAUTL and CIAUD); Paulo Tormenta Pinto (ISCTE-IUL, CIAAM and GH); Sheila Walbe Ornstein (FAU-USP and Museu Paulista USP); Teresa Madeira (ISCTE-IUL and CIAAM); Vasco Rato (ISCTE-IUL and CIAAM)

Soon will be disclosed the composition of the committees mentioned above, as well as all the sponsorships and financial supports received.

Submission of Papers
The participants wishing to submit papers still have one final opportunity to send the corresponding abstracts and pre-registrations, EXCLUSIVELY to the following email address: comunicacoes2cihel@lnec.pt

Deadlines and dates:

. 2nd Call for Papers, deadline for submission of proposals of papers (abstracts): 30 July 2012.

. Notification of acceptance of proposals of the 1st Call: 30 July 2012.

. Notification of acceptance of proposals of the 2nd Call: 14 September 2012.

. Deadline for submission of final papers and complementary data: 5 November 2012.

. Deadline for the final selection and possible revision of papers: 30 November 2012.

. Deadline for the submission of the final revision (if applicable): 15 December 2012.



The first CIHEL - at ISCTE

Guidelines for abstracts:
The abstracts must be preferably written in Portuguese language; abstracts written in Spanish, French and English are also accepted (but no simultaneous translation is scheduled) –, in [.doc] format. The preferred topic (Congress Topics A to H) shall be indicated in the abstract.

The applicable rules, terms and conditions for abstracts will be those indicated in detail on the website of the Congress. Nonetheless, the general guidelines are as follows:

• The content and presentation of the subject chosen for the paper must be clear, consistent and clearly related with the general theme and with the topics chosen for the 2nd CIHEL.

• The abstract must develop the subject not only in a descriptive manner, but also as a substantiated critical view of the subject addressed. The abstract must have the following structure: contextualisation of the problem, objectives of the paper/work, methodology/work, case study/work object of the paper, results/conclusion.

Note: the website of the Congress indicates the guidelines for submission of: (i) abstracts; and (ii) final papers.

The length of the abstracts cannot exceed 600 words (1 A4 format page).

Identification of the authors of abstracts and brief CV:

The authors must identify their works in accordance with the mentioned rules and must enclose a brief CV (max. 150 words).

General Programme (other events):

(i) 11th and 12th March: Workshop programme

Before the Congress a set of workshop sessions will take place at LNEC’s Congress Centre on March 11 and 12. The main goals of the workshop programme are the presentation and discussion of selectedCongress topics. It will have the participation of various LNEC sectors and other invited experts in the various fields around the Congress theme. The Workshop programme will be disclosed in the 2nd Circular as refers to the subjects to be addressed and the lecturing group. The Workshop is also due to integrate a half-day technical visit to the Lisbon Metropolitan area.

(ii) Technical Exhibition

Simultaneously with the 2nd CIHEL, a technical exhibition, devoted to documents, services, institutions, companies, materials and equipment related with the topics addressed in the Congress, will also take place at LNEC’s Great Conference Hall, building Manuel Rocha. Those interested in participating in this exhibition should contact the General Secretariat of the Congress.

(iii) 13 to 15 March: Congress

The detailed programme of the 2nd CIHEL will be disclosed in the 2nd Circular of the congress.

(iv) Post-congress visits

Depending on the number of participants interested, the post-congress visits will take place on 16 March (Saturday).

Registrations and fees

The registration in the 2nd CIHEL and in the complementary activities will be made available in due time.

The fees will be indicated in detail in the 2nd Circular, and special discounts, in particular for students will be taken into account.

The maximum estimated fees (including VAT), for non-students, for the Workshop and Congress are as follows:

Workshop: Eur. 120.00.

Congress: Eur. 330.00.

Workshop and Congress: Eur. 400.00.

Post-congress visit: to be defined in due time.

Website

http://2cihel.lnec.pt/

Logotype
The renovation of the logotype of CIHEL has been performed, similarly to the logotype of the 1st CIHEL, within the framework of the school activities of the Vocational Course of Graphic Design Technician of the Secondary School of Sacavém – a school that normally integrates various students connected with different Lusophone countries.



LNEC’s Congress Centre 

Topics to be developed during the 2nd CIHEL

The eight topics proposed are presented below from a) to h).

In terms of papers, each topic may be addressed in relation to one or various aspects as follows:

(i) presentation of advancements achieved and relevant aspects in the theories, concepts and practices;

(ii) dissemination of strategies and intervention methodologies (planning, analysis and diagnosis, design, work);

(iii) discussion of economic issues and those related with quality assurance, as well as with legal, administrative and financial framework;

(iv) presentation, analysis and discussion of case studies and good practices.

a) Urban and housing policies and programmes
Presenting and discussing urban and housing policies and programmes within the Congress general theme.
Taking into account the public and sectorial policies and the importance of rehabilitation and management.
In view of a reality often marked by critical needs and limited resources, and considering a perspective associated to the development of society and the comprehensive objectives of sustainability.

b) Inhabited city, territory and environment
Developing links between environment, accessibilities from a multimodal perspective, landscape and a live city, which is expected to be the dynamic element of a sustainable development, both cohesive and integrated, acting in a friendly manner towards the natural landscape.
The research and training about the city and the evolution of the human habitat, by taking into account the “new” urban world of megacities and mega peripheral areas.
Considering the city as a space for living, for culture, for territorial vitalisation, competitiveness and for social and territorial cohesion.
Taking into account the equilibria: city-country; inhabited city-industrial city; and urban dynamic world- appropriate environment, by simultaneously considering the strategies of adaptation and mitigation in view of natural and technological hazards.

c) From urbanity in the public space to the informal city
Deepening the perspectives of humanisation of the urban world, as a well inhabited and equipped space.
Taking into account the various infrastructuring profiles and the potentialities of the public space and of urban and social services.
Developing the aspects related with the analysis, reorganisation, urban acupuncture and the positive filling of the city; and taking into account the safety factors, the promotion of feelings of belonging and the preventions of criminality and incivility.
Considering the most adequate ways of re-inhabiting the centre and of reorganising peripheral areas.
Presenting and discussing the methods and actions for intervening and reurbanising the “informal city”.

d) Inhabiting the rural communities
Characterising housing in rural communities, considered as a urban pattern, both decisive and vitalising, within the organisation of developing societies, and as an emergent process in more structured contexts.
A process marked by the increasing awareness of the environment, by the re-interpretation of old ways of life and by the prospects of “returning to the country”.

e) From social interest housing to typological diversification
Aiming to discuss the right to have access to housing and to supported housing and the most adequate practices for the various social, institutional and economic agents associated to housing promotion.
Envisaging a diversification and a strategic suitability of housing solutions (from the household to the neighbourhood).
Discussing the most appropriate relocation options.
Considering the relation between housing solutions, ways of life, as well as functional and comfort demands - by taking into account both old and new ways of inhabiting, the desires, needs and relations between family and neighbourhood and between neighbourhood and city .
Taking into account the alterations in the ways of life, as well as the role and the integration of the new technologies in the city and in the household space.

f) Integrating the urban and housing rehabilitation
Aiming to achieve a relation between inhabiting and rehabilitation, by considering the multiple importance of building in the built area and of filling and densification in the expansion of an extended urban sustainability, also covering the issue of urban voids.
Taking into account the main tools of urban and housing rehabilitation, by emphasising the habitability analyses.
Envisaging a vitalising urban and housing rehabilitation, being socially integrative, functionally diversified and capable of improvement.

g) Construction systems, methods, technologies and materials
Presenting and discussing systems, methods, technologies and materials aimed to the new constructions and to the housing and urban rehabilitation.
Considering aspects related with the cost-benefit relation and, particularly, with the lack of resources, the techniques and means locally available and the suitability in terms of environmental comfort.
Considering the connection of these subjects to the various aspects of the environmental, economic and socio-cultural sustainability.

h) Research and urban and housing intervention practices
Adapting the communities and the inhabitants to the urban and architectural proposals.
Considering the exhaustion of the construction solutions and the quantification of the investment in maintenance.
Taking into account the evolution in the urban and household uses and needs; the relationship with dwellers and the associated participation.
Considering the application of various procedures for analysing satisfaction, with particular emphasis on Post-Occupancy Evaluation (POE); and the pluridisciplinarity action in the urban and housing intervention.

domingo, julho 15, 2012

402 - Vizinhanças socialmente apropriadas e atraentes - Infohabitar 402

Infohabitar, Ano VIII, n.º 402

Na presente edição do Infohabitar retoma-se a publicação corrente da nossa revista com um novo artigo sobre a temática do adequado projecto de vizinhanças urbanas e residenciais, intitulado "Vizinhanças socialmente apropriadas e atraentes" - Artigo XV da série habitar e viver melhor ( o último texto desta série foi publicado em 27 de Maio de 2012, no n.º 395 do Infohabitar e abordou a funcionalidade destas vizinhanças).

Notícias do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL




Regista-se que após terem sido recebidos 178 propostas de resumos/comunicações ao Congresso, no âmbito da respectiva 1.ª Chamada, que decorreu até ao início de julho, estes textos foram já remetidos à Comissão Científica do 2.º CIHEL.

Estamos então, agora, numa numa fase intermediária de preparação do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, lembrando-se que durante Julho está aberta a 2.ª Chamada de propostas de resumos/comunicações.

Salienta-se que, fazendo correr um pouco o cursor terão acesso ao artigo sobre o 2,º CIHEL, editado no n.º 400 do Infohabitar, intitulado "Vamos ter um grande 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono", onde se faz uma síntese seja dos apoios com que contamos desde já - e em breve haverá excelentes novidades nesta matéria -, seja de alguns dos aspectos de conteúdo que sempre estiveram presentes na estruturação deste Congresso.


E relembram-se as datas, ligeiramente actualizadas, para entrega das Comunicações:
• Envio de resumos de propostas de comunicações da 2.ª Chamada até 30 julho de 2012 - envio segundo as regras editadas no site, exclusivamente para comunicacoes2cihel2@lnec.pt - e atenção que no site do Congresso poderá estar ainda erradamente indicado o mail organizacao2cihel@lnec.pt.

• Comunicação da aceitação das propostas da 1.ª Chamada a partir de 30 julho de 2012.

• Comunicação da aceitação das propostas da 2.ª Chamada a partir de 14 de setembro de 2012.

• Inscrições dos autores das comunicações, acompanhando o envio dos respectivos textos completos das comunicações, eventual resumo alargado e dados complementares até 5 novembro de 2012 - chama-se a atenção para esta ser uma data fundamental a cumprir com rigor.

• Selecção final e eventual solicitação de revisões das comunicações até 30 novembro de 2012.

• Entrega da revisão final (quando aplicável: até 15dezembro de 2012.

ARTIGO DA SEMANA - ARTIGO DA SEMANA - ARTIGO DA SEMANA
VIZINHANÇAS SOCIALMENTE APROPRIADAS E ATRAENTES

Artigo XV, da série habitar e viver melhor

António Baptista Coelho

Lynch diz-nos que a homogeneidade social de um dado sítio é um meio mais determinante do que o respectivo desenho urbano de pormenor para aí se desenvolverem sentimentos de comunidade; uma condição que o autor associa, no entanto, mais directamente, a pequenas comunidades residenciais até cerca de 100 habitações. E o mesmo autor complementa o seu raciocínio referindo ser fundamental não esquecer, que a existência de uma forte comunidade social bem radicada num dado local, é um factor muito importante, por exemplo, para o desenvolvimento das crianças e dos jovens dessa vizinhança (1).

Poderemos ficar, assim, com a ideia de que se desenvolvermos uma intervenção numa perspectiva de predominância pedonal, tal como se tem ciclicamente defendido nesta série editorial, em acções de pequena escala e respeitando critérios de homogeneidade social, teríamos quase garantido o êxito de uma vizinhança.

No entanto, desta forma, há matérias que ficam por tratar, e, designadamente, duas bem distintas, que, em seguida se destacam:

(i) uma delas tem a ver objectivamente com a qualidade do desenho de Arquitectura urbana aplicado, e é bem conhecida a diferença entre bons e maus projectos, ou, melhor, entre Arquitectura e não-arquitectura;

(ii) e a outra matéria é basicamente social e tem a ver, quer com a existência grupos socioculturais que obrigam a concentrações muito menores e a uma maximização da respectiva dispersão, caso contrário os resultados poderão ser, a médio prazo, tão negativos para eles como para os habitantes das respectivas envolventes, quer com os fundamentais cuidados de mistura sociocultural, em diversos tipos de aspectos (culturais, etários, opções de vida, etc.), que parecem ser fundamentais para a criação de vizinhanças vivas e civicamente positivas.




Fig. 1

Tudo isto, quando resulta, resulta em vizinhanças que são tão apropriadas directamente pelos seus moradores, como o são, indirectamente, pela cidade em que se integram, neste último caso considerando uma apropriação no sentido de agradável e útil diversidade formal, funcional e social e resultando no útil, atraente e motivador mosaico de espaços vivenciais e urbanos, que todos desejamos se possa constituir na nossa cidade e no nosso bairro.

Kevin Lynch refere, ainda, que (2), acima de uma dimensão de vizinhança local pequena, que o autor estima em cerca de 100 fogos, a homogeneidade social e o controlo evidenciado dos territórios apresentam já aspectos que considera poderem ser perigosos (3); e a noção que neste emomento parece ser a mais adequada, e que decorre directamente da observação periódica e ao longo de mais de duas dezenas de anos, de algumas significativas centenas de conjuntos de habitação de interesse social portuguesa, é que esta conclusão de Lynch poderá ser estrategicamente reduzida e deverá ser especialmente reduzida na medida em que se identifiquem situações sociais marcadas por um reduzido nível de escolaridade e/ou pela pertença a minorias étnicas com registos significativos em termos de dificuldades na integração social e urbana.

Toda esta perspectiva que favorece uma disseminação e integração urbana maximizadas e aliadas a uma máxima diversidade sociocultural ao nível das vizinhanças de proximidade, tem a ver não só com as questões que foram apontadas, mas também com a perspectiva que se tem de uma cidade actual onde é possível e provavelmente desejável que as relações sociais tenham uma base social em unidades de vizinhança muito pequenas (ex., quarteirões), mas que se dispersem, naturalmente, por amplos e diversos sectores da cidade; pois assim se pode fazer e viver uma melhor cidade.

Mas falámos dos aspectos sociais e não falámos, nem iremos falar longamente, da importância da Arquitectura na construção de vizinhanças apropriadas e atraentes, que, portanto, possam influenciar uma vida diária mais agradável e motivadora.

No entanto dá vontade de afirmar, desde já, que essa importância é, na prática, muito mais determinante do que se poderá considerar numa primeira reflexão. E só não se avança mais nesta afirmação devido à ausência de um número significativo de estudos que fundamentem esta relação, entre uma evidenciada qualidade arquitectónica e uma significativa satisfação residencial.

Mas os exemplos estão aí, e a eles voltaremos compassada e pormenorizadamente, desde as Categorias HR, I e II (as mais económicas da promoção de habitação de interesse social portuguesa nos anos 60 do século passado) ao decénio anterior, nas "Células Sociais" do grande Alvalade lisboeta e nos "Pequenos Alvalades" disseminados pelo País (conceito que julgo ter sido referido por Nuno Teotónio Pereira).

E podemos recuar mais para outras Habitações Económicas, ou então avançar mais até muitos casos de habitação de interesse social entre o 25 de Abril e a actualidade, em que áreas reduzidas, acabamentos simplificados e um excelente projecto de Arquitectura, que alia verdadeira valia de "desenho" a uma expressiva capacidade de emoção/empatia e de apropriação, parece terem resultado em vizinhanças bem apropriadas, atraentes e arquitectonicamente dignificadoras da cidade em que se integram.

A estas matérias iremos voltando, sob outras facetas de reflexão, mas ainda nesta área da aproximação a uma adequada apropriação das vizinhanças residenciais, há que sublinhar ser esta uma condição fundamental para o desenvolvimento de um sentido de identidade local que é, provavelmente, um factor crucial do sucesso social e arquitectónico de qualquer nova ou renovada vizinhança.




Fig. 2

Num excelente estudo do LNEC, realizado já há alguns anos, Luís Soczka refere que "vários estudos levam a crer que o sentimento de perda de identidade e o anonimato percebido levam a reacções emocionais negativas na situação de adensamento populacional, constituindo assim um importante factor de stress e um precipitador das respostas agressivas" (4).

E o mesmo Luís Soczka, no mesmo estudo, esclarece que a concentração populacional não é um indicador objectivo, como a densidade habitacional, mas sim um indicador psicológico que resulta, subjectivamente, da percepção da densidade populacional como excessiva. E esta é, novamente, uma matéria profundamente arquitectónica, que tudo tem a ver com um “desenho” que pode, eventualmente, aliar as vantagens de uma densificação real a um “dosear” ou a um amenizar da percepção dessa densidade, ou, pelo contrário um acentuar aparente dessa densificação, por exemplo, em situações mais ruralizadas, onde se pretenda criar um pequeno pólo mais urbano – e tudo isto faz parte daquilo que deve ser um excelente “jogo” de/da Arquitectura.

E podemos fazer aqui mais uma pequena síntese social e de Arquitectura, apurando que, mais uma vez, um aspecto importante na satisfação de quem habita – a identidade, que se liga directamente à apropriação – é também um aspecto determinante na construção de uma adequada caracterização arquitectónica e a identidade de um dado espaço urbano e residencial tem de ser construída em boa parte através de um bom desenho, que emocione quem o habita e que dignifique o bairro/cidade em que se integra.

Tem-se a certeza de que, neste texto/temática se abordaram matérias tão diversas como fundamentais para melhor se habitar/viver o (n)o espaço urbano, matérias que, individualmente, exigem aprofundamento, mas que só quando associadas (ex.º diversidade social + densidade equilibrada mas agradavelmente afirmada + desenho/forma/acabamentos que agradem e emocionem habitantes e que dignifiquem a cidade) poderão ter os resultados mais efectivos na satisfação e no fazer cidade, sendo que tal associação exige também cuidadoso aprofundamento e sistemática exemplificação.

Mas tais desenvolvimentos terão de ficar para outras oportunidades, sublinhando-se, desde já, que o "melhor habitar" não poderá nunca decorrer de fórmulas "simplistas", mas sim de combinações muito diversas e exigentes.

Notas:

(1) Kevin Lynch, "La Buena Forma de la Ciudad", p. 179.

(2) Kevin Lynch, "La Buena Forma de la Ciudad", p. 177.

(3) Esta dispersão é real em todos os grupos sociais, embora seja menos efectiva naqueles com baixos níveis salariais e/ou habitualmente marginalizados ou "auto-isolados" (por razões étnicas e culturais).

(4) Luís Soczka, "Espaço Urbano e Comportamentos Agressivos - da Etologia à Psicologia Ambiental, p. 7.

Notas editoriais:

(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.


(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.


(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.




Infohabitar a Revista do Grupo Habitar

Infohabitar, Ano VIII, n.º 402


Editor: António Baptista Coelho


Edição de José Baptista Coelho


Lisboa, Encarnação - Olivais Norte

sábado, julho 07, 2012

401 - 2.º CIHEL: 2.ª CHAMADA DE COMUNICAÇÕES E NOVAS DATAS - quase 200 propostas de comunicações na 1.ª Chamada - Infohabitar 401


É com grande satisfação que a coordenação das Comissões Organizadora e Científica do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL - agradecem a todos os colegas o envio de 178 propostas de comunicações ao Congresso, no âmbito da respectiva 1.ª Chamada, que decorreu até há poucos dias.

Este agradecimento é extensivo a todos os colegas das Comissões do 2.º CIHEL - Comissões de Honra (em constituição),Científica, Consultiva, de Dinamização Internacional e Organizadora - que apoiaram na divulgação do 2.º CIHEL, bem como ao número crescente de entidades - divulgadas no site do Congresso - que têm apoiado o Congresso desde o início da sua organização: sem o vosso apoio esta adesão não teria sido possível!

Este elevado número de propostas de comunicações e o interesse que elas já despertaram no âmbito da equipa que está a preparar o desenvolvimento do trabalho, com o próximo e respectivo envio à Comissão Científica, são aspectos que, desde já, nos permitem considerar o 2.º CIHEL como um evento com elevadas potencialidades em termos científicos e sociotécnicos; uma perspectiva que esteve desde sempre presente em todos aqueles ligados à organização do 2.º CIHEL e do Workshop que o antecederá.



Fazendo correr um pouco o cursor terão acesso ao artigo sobre o 2,º CIHEL, editado aqui no n.º 400 da revista Infohabitar, intitulado "Vamos ter um grande 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono", onde se faz uma síntese seja dos apoios e das potencialidades que são já, hoje, aspectos que nos fazem sonhar, mas com fundamentação, um grande 2.º CIHEL, seja de alguns dos aspectos de conteúdo que sempre estiveram presentes na estruturação deste Congresso.

E anunciamos, desde já, a 2.ª CHAMADA de resumos de comunicações e as datas, ligeiramente, actualizadas, para entrega das Comunicações:
(i) Envio de resumos de propostas de comunicações da 2.ª Chamadaaté 30 julho de 2012.
(ii) Comunicação da aceitação das propostas da 1.ª Chamada a partir de 30 julho de 2012.
(iii) Comunicação da aceitação das propostas da 2.ª Chamada a partir de 14 de setembro de 2012.
(iv) Inscrições dos autores das comunicações, acompanhando o envio dos respectivos textos completos das comunicações, eventual resumo alargado e dados complementares até 5 novembro de 2012 - chama-se a atenção para esta ser uma data fundamental a cumprir com rigor.
(v) Selecção final e eventual solicitação de revisões das comunicações até 30 novembro de 2012.
(vi) Entrega da revisão final (quando aplicável: até 15dezembro de 2012.

De sublinhar que estas datas não estarão ainda, provavelmente, à data da edição deste artigo no Infohabitar, actualizadas no site do Congresso.

Enviamos as melhores saudações e aproveitamos para solicitar a divulgação do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL - no(s) seu/vossos grupo(s) de colegas; e em breve haverá notícias complementares sobre o desenvolvimento do Workshop e do Congresso, designadamente, no que se refere à constituição das respectivas Comissões e a importantes apoios já concedidos.

António Baptista Coelho, Presidente da Comissão Organizadora do 2.º CIHEL
Paulo Tormenta Pinto, Presidente da Conissão Científica do 2.º CIHEL