Informa-se
que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da
Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links
diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em
janeiro de 2026 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link
seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar,
ano XXI, n.º 965
Edição:
quarta-feira 18 de fevereiro de 2026
Fig. 1
Editorial
Caros amigos
e leitores da Infohabitar,
Como
prometido continuamos o estudo e a
divulgação do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a
Custos Controlado (PHAI3C), agora referido, frequentemente, como “uma
nova forma de habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.
Boas
leituras e naturalmente seria muito bom poder ter contribuições vossas nesta
matéria intergeracional, seja a título de sugestões, seja mesmo como artigos
propostos para publicação; e afinal estamos a tratar, basicamente, de como será
mais adequado fazer habitação para todos a custos razoáveis e com uma qualidade
maximizada.
Iniciamos
com este artigo uma sequência de sugestões práticas de projeto residencial que irá
do mais pormenorizado até à vizinhança, passando naturalmente por habitações e
edifícios, artigos estes, em princípio, alternados por outros artigos dedicados
a soluções julgadas total ou parcialmente de referência.
Saudações
amigas,
António
Baptista Coelho
Editor da
infohabitar
18 de Fevereiro de 2026
Pormenorização residencial criadora de ambientes estimulantes,
multifuncionais e intergeracionais (I) – infohabitar # 965
Introdução prática
Estamos, agora, a concluir o estudo
sobre soluções habitacionais adaptáveis, intergeracionais e participadas
(PHAI3C), e iremos do mais pormenorizado até às vizinhanças urbanas, sendo este
o primeiro artigo sobre a “pormenorização” – talvez haja um dia outro, e daí a
referência a “I” no respetivo título .
Um aspeto que importa evidenciar,
embora seja naturalmente consensual, julga-se, é que que todos os aspetos aqui
registados se aplicam a excelentes soluções residenciais, sem limitações
tipológicas, mas evidentemente serão mais essenciais quando aplicadas reduções
de espaciosidade e de tipologia, que será, tendencialmente, a situação mais
frequente no âmbito do PHAI3C.
Um outro aspeto a sublinhar é que, tendencialmente,
e a partir deste artigo iremos sintetizar o “3C” do PHAI3C, referido como é
sabido a (habitação) Cooperativa a Custos Controlados, por
habitação “participada”, subentendendo-se que tem de ser económica.
Um outro importante aspeto a
sublinhar, nesta fase de sequencial divulgação de conclusões sobre o como fazer
excelentes e apenas razoavelmente espaçosas soluções residenciais, é que os
textos agora divulgados, seja em termos de apresentação de casos de referência aplicáveis
(ainda que parcialmente), seja em termos do apontamento de algumas conclusões (caso
do artigo atual) não foram, agora, extensa e demoradamente considerados
nesta fase final do estudo, foram-no, sim, antes, sem dúvida, ao longo de um
extenso período de reflexão e procura de aspetos essenciais que já foi
assegurado, mas agora optou-se por alguma espontaneidade na proposta de
ideias, correndo-se alguns riscos, mas podendo-se ser útil mais cedo e mais
oportunamente; e de qualquer forma será sempre possível melhorar e complementar
alguns destes textos.
A muito reduzida ilustração que se
junta tem como principal objetivo marcar visualmente as diversas subtemáticas
abordadas ao longo do artigo, não devendo ser tomada, em si própria, como apresentação
de exemplos específicos de referência, mas sim, apenas, como possíveis
soluções realizadas de forma muito genérica de acordo com as perspetivas globalmente
apontadas no texto, concretizando exemplos de soluções entre muitas outras
possíveis e provavelmente muito mais adequadas; e por isso não são comentadas
em legenda.
1. Sobre uma proposta específica de
aspetos de projeto de soluções residenciais intergeracionais e multifuncionais
Uma solução adequada para um
conjunto residencial com vocação intergeracional e de aliança entre fogos,
tendencialmente, de tipologias mais pequenas, apoiados por um interessante
leque de serviços comuns e de apoio domiciliário e por espaços comuns que ofereçam
variadas valências, tudo isto numa estrutura de gestão geral tão eficaz como
participada, passa por um amplo conjunto de aspetos muito bem integrados pela
respetiva solução de arquitectura urbana e de gestão local e, naturalmente, por
uma localização “central”, bem integrada em termos urbanos e bem servida por
acessibilidades alternativas entre as quais por transportes públicos eficazes e
confortáveis. E, naturalmente ,que uma tal mistura tem de se basear nuam
excelente conceção arquitectónica pormenorizada dos respetivos espaços de uso
privado, comum e público.
No estudo sobre soluções
residenciais e urbanas deste tipo, que designámos como referidas a um “Programa
Habitacional Adaptável, Intergeracional (PHAI)” Participado e Económico – sendo
esta participação e esta economia referidas à designação “Cooperativa a Custos
Controlados (3C)”, e que sintetizámos na sigla PHAI3C, chegámos, agora, tal
como tem sido apontado, a uma fase de proposta de aspetos conclusivos que possa
influenciar ações específicas de projeto e de programação de intervenções deste
tipo, julgadas cada vez mais necessárias, tanto por falta direta de
soluções residenciais com estas caraterísticas e e que podem ter aspetos de
caraterização de pormenor muito diversificados, como pelo efeito de alavanca
que tais soluções poderão ter numa natural “libertação” de tipologias
residenciais com mais quartos, por famílias já muito reduzidas na sua
constituição como é o caso de casais de idosos e idosos sozinhos.
Depois de uma longa fase de
apuramento de aspetos teóricos e práticos que podem apoiar este estudo – e que
se encontram bem documentados em anexo, com os respetivos links –, temos então
começado a apresentar artigos, ligados ao PHAI3C, em duas frentes, que se
complementam: (i) quer sobre casos concretos considerados “de referência”, na
sua globalidade e/ou em aspetos particulares significativos relativos à sua
estruturação arquitectónica e/ou de gestão; (ii) quer sobre sugestões concretas
para a concretização de soluções residenciais intergeracionais, multifuncionais
e participadas, neste caso com um enfoque particular nas matérias da respetiva
estruturação arquitectónica.
Já se desenvolveu um primeiro artigo
nesta segunda linha, referida a sugestões concretas para a concretização de
soluções no âmbito do PHAI3C, considerando-se uma sequência de níveis físicos
residenciais iniciada nos “mundos” mais privados e rematando, depois, naqueles
mais públicos; e este artigo dá continuidade a
esta série subtemática, numa perspectiva estratégica que iremos usar aqui,
sistematicamente, neste conjunto de artigos e que se estrutura, basicamente, em
duas partes: um texto mais “livre” e opinativo sobre a temática específica
em questão, que no presente caso se refere à abordagem dos aspetos de pormenor
dos espaços mais privados; e uma segunda parte do artigo, mais
desenvolvida, onde se apontam pontes específicas para desenvolvimentos desses
aspetos já assegurados e de forma desenvolvida em anteriores artigos aqui
editados na Infohabitar.
Não se farão aqui “repetições” do
que foi desenvolvido em outros artigos, mas sim citações a propósito das
respetivas matérias e referências simples para quem as queira aprofundar indo
diretamente aos artigos em questão; e afinal não faria qualquer sentido repetir
reflexões específicas sobre um grande leque de subtemas residenciais, mas sim
aproveitar para ir fazendo as sínteses possíveis, partindo-se de matérias já
anteriormente desenvolvidas.
Em termos de uma ilustração “mínima”
que se procurou assegurar houve recurso a ferramentas de AI, seja isoladamente – um apontamento visual feito a partir de
uma ideia em texto, que foi sendo gradualmente afinada – seja numa combinação
de esboços manuais e tratados em AI, sendo os programas de AI mais usados o Nightcafe (que conjuga diversos programas), e o
Gemini Nano Banana, entre outros.
2. Importância da pormenorização dos
espaços de uso privado de soluções residenciais intergeracionais
A frase de Mies van der Rohe,
"Deus está nos pormenores", que podemos livremente traduzir como
"o segredo está no pormenor” é um dos aspetos basilares ou fundacionais da
arquitectura, sublinhando que a verdadeira qualidade de uma, qualquer, solução
arquitectónica decorre, em boa parte ou até, eventualmente, em grande parte, do
seu respetivo e meticuloso detalhe; numa reflexão que coloca em questão, por
exemplo, a importância relativa dessa pormenorização e do conceito geral ou
“partido” que carateriza a respetiva solução.
Referimo-nos aqui ao que julgamos
ser a enorme importância que tem, globalmente, uma adequada pormenorização
residencial e, evidentemente, nunca poderemos esquecer que estamos a tratar de
ambientes residenciais, de mundos domésticos e pessoais e de espaços de
vivência comum e pública, e não de um “qualquer produto”, que também tem os
seus detalhes de design, por exemplo, um aspeto e uma enorme diferença que é,
ele próprio, estruturante, mas que terá de ficar em grande parte para outras
reflexões talvez mais teóricas.
Realmente a importância de uma
adequada pormenorização residencial é estruturadora de qualquer relação de
satisfação de um habitante com o seu espaços residencial, e ganha ainda em
importância relativa com outros importantes aspetos da qualidade arquitectónica,
como é o caso da espaciosidade e da riqueza e elaboração dos respetivos
elementos construtivos e de equipamento, quanto mais delimitada for essa
espaciosidade e quanto mais controlados e reduzidos forem os valores atribuídos
para a respetiva pormenorização; tal como acontece na habitação de interesse
social, ou “habitação para o mair número (tal como foi designado por Nuno
Teotónio Pereira)”, que é aquela de que estamos a tratar no âmbito do PHAI3C.
De certa forma há que fazer aqui o
melhor possível com meios muito delimitados, aplicando-se áreas que sejam
razoáveis e adaptáveis, porque não mínimas e bem dimensionadas e
inter-relacionadas e desenvolvendo-se uma família de pormenores que sejam
económicos, mas que sejam também funcionais, apropriáveis e duráveis.
E lembramos esta questão “de base”
na boa “habitação de interesse social”, porque aqui, nas soluções residenciais
intergeracionais, temos ainda que juntar à referida e complexa “fórmula”
qualitativa dois/três/quatro outros fatores: o desenvolvimento de pequenos
fogos extremamente bem conseguidos e estimulantes; a existência em cada
intervenção de um razoável leque de tipos de fogos; a existência em cada
intervenção de um adequado conjunto de espaços comuns naturalmente conviviais e multifuncionais; e
o desenvolvimento de uma adequada relação vicinal entre a intervenção e a sua
envolvente urbana e natural.
E em qualquer uma destas quatro
vertentes a questão de uma adequada e económica pormenorização ganha enorme
importância, pois será a este nível que teremos de ganhar uma batalha de
satisfação e de adequação que não podemos ganhar, por exemplo, com “simples”
soluções de espaciosidade e de impacto visual.
E naturalmente nestas quatro
vertentes, uma mais privada, outra mais estrutural, outra mais comum e outra
mais pública, é ao nível dos espaços privados que a pormenorização espacial,
ambiental, funcional e formal é naturalmente mais importante, pois são espaços
que são forte e longamente escrutinados ao longo do dia, por exemplo por
pessoas aposentadas e que, portanto, não têm obrigatoriamente de sair de casa,
ou por pessoas em teletrabalho.
E chegamos, assim, ao coração do
tema deste artigo, sobre a importância da pormenorização dos espaços
residenciais de uso privado que integram soluções edificadas intergeracionais e
multifuncionais.
Fig. 4
Há, ainda, que enfatizar que não
iremos aqui abordar os evidentes aspetos ligados ao que deve ser uma adequada execução,
designadamente, na união de materiais, tipos superfícies e de acabamentos e
tipos de elementos da construção e do equipamento do fogo, mas sim
limitarmo-nos a uma primeira e sintética reflexão (que poderá ser mais tarde
retomada, e daí a designação “I” no título do artigo) sobre aqueles aspetos que
julgamos deverem ser priorizados no projeto de fogos tendencialmente menos
espaçosos e tipologicamente mais reduzidos, mas que deverão ser maximizados em
termos da respetiva adaptabilidade e capacidade de apropriação.
Adaptabilidade e capacidade de
apropriação estas que têm de ser extremamente fortes e portanto muito
suportadas ao nível do detalhe doméstico, porque ligadas a pessoas já com uma
longa história de vida e “transportando”, já, um pesado balastro de vivência
pessoal, familiar e doméstica (ex., casal de idosos com muitos anos de vida em
comum), ou não tendo essa “longa história de vida” possam ter uma “forma de
viver” e balastro doméstico muito específicos e/ou “pesados” (ex., um
bibliófilo que vive sozinho com a sua biblioteca); e tudo isto no sentido, de haver,
sempre, um elevado potencial de apropriação e uso de novos espaços domésticos,
embora espacialmente contidos (tratamos de habitação económica).
E aqui, nesta importante reflexão
sobre o relevo do detalhe, na conceção dos pequenos fogos do PHAI3C, até nos
esquecemos estrategicamente da componente de espaço comum e de eventuais
serviços comuns ligados a esta nova solução residencial e que, em outros
artigos abordaremos, pois tudo o que se liga aos espaços e serviços comuns DEVE
surgir, nas soluções do PHAI3C, como um atraente e motivador “outro pequeno
mundo” de verdadeiros “suplementos” residenciais e naturalmente (con)vivenciais
e não como algo indispensável: pois de outra forma estaríamos a “cair” numa
solução assistencial e de equipamento, que não é mesmo o nosso tema.
Como aspetos que consideramos mais
importantes no “bom detalhe” dos fogos, tendencialmente pequenos e de baixa
tipologia, que integram as soluções do PHAI3C há que salientar, designadamente,
os seguintes:
. todos os aspetos ligados ao
conforto ambiental e ao bem-estar e à saúde – higrotérmica, ventilação. luz
natural e insolação, isolamento sonoro, iluminação artificial e ausência de
contaminantes nos acabamentos; e estes aspetos merecem uma atenção MUITO
ESPECIAL se estivermos em presença de fogos mono-orientados, que exigem todo um
conjunto de soluções específicas em termos de penetração estratégica de luz
natural e de existência de ventilação natural adequada;
. todos os aspetos ligados à
conceção global de cada fogo tendencialmente pequeno em termos de tipologia e
de espaciosidade deve ser muito bem estruturado em termos de ergonomia
volumétrica no sentido do seu melhor aproveitamento e efeitos visuais; há
que projetar “em volume”, há que visar a funcionalidade também “em volume”, há
que recionalizar e multifuncionalizar tanto mais fortemente quantos maiores
forem os condicionalismos de espaciosidade – no limite teremos o bom exemplo da
versátil pormenorização das roulottes; e há que fazê-lo tendo em conta o
comportamento e a segurança no uso de pessoas eventualmente condicionadas em
termos de movimentação e perceção e nunca perdendo e até reforçando os
essenciais aspetos de apropriação e dignidade dos espaços e dispositivos
criados.
todos
os aspetos ligados aos diversos fatores de segurança – no uso normal, num
uso normal por pessoas com condicionamentos vários, contra incêndios e contra
“terceiros” (ex., intrusões); e aqui há que ter em conta que vamos ter
habitantes com variados condicionamentos em termos de movimentação, risco de
queda e perceção de comunicação;
. os aspetos ligados a um uso
simplificado e agradável do espaços e dos equipamentos e instalações por
pessoas potencialmente com condicionamentos vários e à facilidade de
potencial conversão dos espaços a exigências específicas de mobilidade e de
prestação de cuidados; tais aspetos devem ser adequadamente previstos e
previamente aplicados sempre que não possam produzir maus efeitos pela sua
presença (não sendo imediatamente necessários) e previstos espacial e
funcionalmente mas não imediatamente aplicados nos restantes casos.
. todos os aspetos ligados à
“construção” do ambiente privado do fogo através da luz, natural e artificial,
devem ser muito bem considerados, pois eles são protagonistas na recriação
dos espaços neste caso domésticos, podendo ajudar a proporcionar condições
aparentes e positivas de maior espaciosidade e sendo determinantes na criação
de um ambiente agradável, estimulante e calorosamente doméstico; naturalmente
que estes cuidados devem ser ainda reforçados e adequados ao seu uso eventual
por pessoas com variados condicionalismos:
. os aspetos ligados a uma
potencialmente maximizada apropriação de muitos espaços e paredes do fogo
por elementos específicos e espacialmente exigentes como é o caso de estantes
encostadas, cómodas volumosas e quadros pendurados;
. na adequada pormenorização de
fogos tipologicamente reduzidos e não especialmente espaçosos é essencial optar
por um “partido” expressivamente atraente e mesmo razoavelmente doméstico, que
caraterize os diversos microambientes como muito dignos, muito estimulantes e
até positivamente um pouco e aparentemente “luxuososos”; matéria esta que ajuda
muito a equilibrar o referido deficit de espaciosidade global no fogo;
. na adequada pormenorização de
fogos tipologicamente reduzidos e não especialmente espaçosos é essencial optar
por uma muito expressiva, estratégica e extremamente bem detalhada estratégia
de arrumação em equipamentos fixos e mais ou menos embutidos/camuflados; uma
excelente e funcional capacidade de arrumação é uma qualidade “vital” na boa
vivência de pequenos fogos;
. nesta mesma perspectiva é
essencial que a adequada pormenorização de fogos tipologicamente reduzidos e
não especialmente espaçosos contemple a existência de generosos panos de parede
muito, muito adequados ao encosto de mobiliário e sua respetiva decoração
parietal (ex., quadros, fotos, espelhos); de outra forma a situação pode
ser até muito melindrosa em termos da desejada apropriação do espaço doméstico;
. os aspetos ligados a uma
fruição maximizada de um exterior (que tem de ser cuidado) a partir de um
interior doméstico e ambientalmente acolhedor, aspetos estes que se
refletem, naturalmente, no projeto dos espaços de transição interior/exterior
(ex., varandas) e numa muito adequada pormenorização das diversas funções dos
vãos exteriores (controlos da luz natural e da insolação, controlo da ventilação
natural, vistas exteriores a partir de várias posições interiores, privacidade
interior, visualidade interior, relação com elementos naturais por exemplo em
floreiras, e outras funções específicas diversas).
. todos os aspetos ligados à
maximização da multifuncionalidade e da adaptabilidade de um máximo dos espaços
do fogo, e desejavelmente a sua globalidade; afinal há que compensar uma
tendencial e provável menor espaciosidade global e uma tendencial ausência de
um conjunto significativo de compartimentos: provavelmente o espaço de cozinha
deve proporcionar refeições; o espaço de quarto deve poder converter-se
facilmente em espaço de trabalho profissional e/ou de passatempos; a zona de
estar deve poder integrar um espaço de dormir eventual ou até mais permanente
(mas camuflado, por exemplo) caso se opte por outra atribuição funcional para a
zona de quarto; a casa de banho deve poder ser também zona de tratamento de
roupas; a zona de entrada deve poder integrar pelo menos uma outra importante
função (ex., integrar estante multifuncional); a varanda deve poder ser pequeno
espaço de convívio com pequena mesa, etc.
. todos os referidos aspetos ligados
à maximização da multifuncionalidade e da adaptabilidade de um máximo dos
espaços do fogo devem ser adequadamente desenvolvidos e tornados funcionais e atraentes
ao nível da respetiva pormenorização e tendo-se bem presente que há que
proporcionar um ambiente extremamente agradável, funcional, envolvente e
apropriável ainda que em espaços tendencialmente reduzidos.
. no que se refere aos aspetos de
pormenorização de acabamentos há que ter em conta, de forma destacada, uma
aliança entre as matérias da segurança no uso corrente e os da facilidade de
limpeza e de manutenção, estando estes associados a uma adequada durabilidade e
sempre numa perspectiva global de economia de aplicação e de manutenção.
Naturalmente que todos estes aspetos devem ser bem matizados pelas
funcionalidades espacíficas de pessoas com eventuais condicionamentos na
mobilidade e na perceção.
. no que se refere ao espaço de
cozinha, que, no limite, se poderá reduzir a um micro espaço de apoio a
refeições, considera-se que ele depende muito
de cada solução e naturalmente da tipologia de fogo respetiva, mas julga-se que
ele deverá estar sempre associado ao tomar de refeições, sendo a sua
pormenorização bem adequada a este “cenário”, em termos de aliança entre
funcionalidade e dignidade/visualidade; as questões ligadas à presença, ainda
que quase “simbólica” de luz natural, à segurança no funcionamento de
equipamentos para cozinhar, e à existência de uma solução de ventilação
extremamente eficaz devem ser muito cuidadas.
. no que se refere ao espaço de
casa de banho considera-se que aqui há que aproveitar, provavelmente, para
o apoio a tratamento de roupas e há que desenvolver uma pormenorização muito
cuidadosa em termos de segurança no uso, funcionalidade e dignidade visual,
sendo ainda importante considerar a funcionalidade do duche, mas também a
importância do banho de imersão prolongado em termos de bem-estar; condições
estas que obrigam a cuidados especiais de espaço, privacidade e
funcionalidades;
. rematando este primeiro conjunto
de aspetos de pormenorização dos fogos que integram soluções intergeracionais e
multifuncionais, interessa salientar que não se consideram adequadas o que
podemos designar de tipologias “inteiras”, como por exemplo o T0, o T1 e o T2,
mas sempre tipologias que podemos designar de “fraccionadas”, como o T0/1, o
T1/2 e o T2/3, porque tais soluções são fundamentais para a multifuncionalidade
e um sentido doméstico mais adequado de fogos pequenos e as razões, pensa-se,
são evidentes.
Não tenhamos qualquer dúvida de que
este conjunto de objetivos obriga a um exigente e muito qualificado projecto de
arquitectura bem “prolongado” por um estruturante projecto de arquitectura de
interiores, que disponibilize um pequeno
conjunto de “cenários” (pavimentos, remates de paredes, tipos de portas e
painéis, tipos e variações de tectos, iluminação embutida. equipamento fixo de
cozinha e de arrumação, soluções de controlo de luz natural e insolação, etc.),
extremamente acolhedores para um maximizado leque de tipos variados de
apropriação em termos de mobiliário (mais ou menos escamoteáveis) e de outros
elementos de composição dos ambientes interiores (ex., quadros, espelhos,
luminárias, cortinas, carpetes, etc.).
Figg. 5
4. Objetivos específicos de
pormenorização dos espaços de uso privado de soluções residenciais
Tal como acima
se apontou e porque nestas matérias da pormenorização doméstica, como noutras,
não podemos andar a repetir reflexões, mas sim, preferencialmente, devemos ir
acrescentando ideias e comentários, vamos, em seguida, registar, e, por vezes,
comentar minimamente, um conjunto de artigos já editados na Infohabitar sobre
estes assuntos e que se aplicam, de forma genérica e/ou pontualmente, à
presente reflexão e proposta de soluções específicas no âmbito do “bom detalhe”
dos fogos, tendencialmente pequenos e de baixa tipologia, que integram as
soluções residenciais e multifuncionais do PHAI3C.
As referências
são muito simplificadas e sintéticas, mas integram, caso a caso, um link direto
para o respetivo artigo – a ordem de apresentação segue a respetiva sequência
editorial (iniciando-se com os artigos mais recentes).
Infohabitar,
Ano XV, n.º 690, terça-feira, junho 25, 2019, Reflexão geral sobre a relação entre
a pormenorização habitacional e a qualidade arquitectónica do interior
doméstico – Infohabitar 690.
Infohabitar,
Ano XV, n.º 684, terça-feira, abril 30, 2019, Relação geral entre
construção/acabamento e qualidade arquitectónica interior - Infohabitar 684 (4 pp., 1 fig.).
Infohabitar,
Ano XV, n.º 673, terça-feira, fevereiro 05, 2019, Pequenos espaços exteriores e
interiores/exteriores privados - Infohabitar 673 (5 pp., 2 figg.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 638, segunda-feira, abril 23, 2018, Bay Windows e outros
"lugares-janela", http://infohabitar.blogspot.pt/2018/04/bay-windows-e-outros-lugares-janela.html, (3 pp., 1 fig.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 635, segunda-feira, março 19, 2018, Pequenos grandes
mundos do pormenor doméstico, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/pequenos-grandes-mundos-do-pormenor.html, (3 pp., 1 fig.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 634, segunda-feira, março 12, 2018, Reflexão geral sobre
os subespaços da habitação, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/reflexao-geral-sobre-os-subespacos-da.html ,(3 pp., 1 figg.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 633, segunda-feira, março 05, 2018, Cantos e
recantos domésticos: bases de mundos pessoais, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/03/cantos-e-recantos-domesticos-bases-de.html, (3 pp., 1 fig.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 632, segunda-feira, fevereiro 26, 2018, Microfunções e
microespaços domésticos: uma abordagem geral – Infohabitar, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/02/microfuncoes-e-microespacos-domesticos.html, (3 pp., 1 fig.).
Infohabitar,
Ano XIV, n.º 627, segunda-feira, janeiro 15, 2018, Uma nova
funcionalidade doméstica, http://infohabitar.blogspot.pt/2018/01/uma-nova-funcionalidade-domestica.html , (4 pp., 3 figg.).
Infohabitar,
Ano XII, n.º 579, segunda-feira, abril 25, 2016, Espaços
domésticos privados, http://infohabitar.blogspot.pt/2016/04/espacos-comuns-habitacionais-conviviais.html (2 pp.).
Infohabitar,
Ano X, n.º 498, terça-feira, Setembro 02, 2014 - Oferta diversificada
de espaços domésticos específicos II -. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/09/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 497, segunda-feira, Agosto 25, 2014 - Oferta diversificada
de espaços domésticos específicos I -, http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/oferta-diversificada-de-espacos.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 496, terça-feira, Agosto 19, 2014 - “Libertar”
a habitação das instalações - Artigo LVIII da Série habitar e viver
melhor, por António Baptista Coelho. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/libertar-habitacao-das-instalacoes.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 495, segunda-feira, Agosto 11, 2014 - Opções de
compartimentação na habitação - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/opcoes-de-compartimentacao-na-habitacao.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 494, terça-feira, Agosto 05, 2014 - Equilíbrios dimensionais
e de privacidade na habitação,. http://infohabitar.blogspot.pt/2014/08/equilibrios-dimensionais-e-de.html (3 pp., 1 fig.)
Infohabitar,
Ano X, n.º 484, domingo, Maio 18, 2014 – Algumas reflexões gerais sobre
a adaptabilidade doméstica - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/05/algumas-reflexoes-gerais-sobre.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 473 - Adaptabilidade/flexibilidade e tipologia habitacional - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/adaptabilidadeflexibilidade-e-tipologia.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 472 - Adaptabilidade e habitação - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/adaptabilidade-e-habitacao.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 471 - Diversidade na organização habitacional - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/diversidade-na-organizacao-habitacional.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 470 - Novas formas de habitar - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/02/novas-formas-de-habitar.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 469 - Mundos domésticos e pessoais: habitação e espaços da
habitação, temas de desenvolvimento - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/01/mundos-domesticos-e-pessoais-habitacao.html
Infohabitar,
Ano X, n.º 468 - Os nossos pequenos mundos domésticos e pessoais:
introdução - http://infohabitar.blogspot.pt/2014/01/mundos-domesticos-e-pessoais-introducao.html
O jogo das relações urbanas: através das paredes - i - XX SHVM, António Baptista Coelho
(n.º 410, 4 Out. 12, 3 págs., 3 figs.).
A natureza num jogo urbano humanizado (artigo); e notícias do 2.º CIHEL - XVIII SHVM, António Baptista Coelho (n.º 407, 12 Set.
12, 3 págs., 4 figs.).
Vivências e vivendas III - Notas
sobre casas e quem as sonha - António
Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 268, Outubro 18, 2009, 5 págs., 3
figs.).
Vivências e vivendas II - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 266, Outubro 05,
2009, 10 págs., 6 figs.).
Vivências e vivendas I - António Baptista Coelho (Infohabitar, Ano V, n.º 264, Setembro 20,
2009, 7 págs., 5 figs.).
Apropriação ou representação na habitação - António Baptista Coelho (n.º 243,
20 Abr. 09, 5 págs., 4 figs.)
mais espaço ou melhores espaços residenciais - António Baptista Coelho (n.º 241, 6 Abr. 09, 6 págs., 4 figs.)
Anexo:
listagem linkada dos artigos já editados no âmbito do PHAI3C
Listagem
linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar,
com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos
documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.
.
Infohabitar, Ano XV, n.º 706, terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um
novo habitar intergeracional: alguns comentários iniciais - Infohabitar
706 (5 pp., 2
ffigg.).
.
Infohabitar, Ano XVI, n.º 714, terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade,
utilidade e exigências do Programa de Habitação Adaptável Intergeracional
Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C) -
Infohabitar 714 (4 pp.).
Infohabitar,
Ano XVI, n.º 716, terça -feira, janeiro 21, 2020, Sobre o
passado e o futuro da habitação cooperativa a custos controlados e as novas
soluções intergeracionais colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805 – Notas
sobre o enquadramento da qualidade de vida e residencial especialmente dirigida
para idosos e pessoas fragilizadas - versão de trabalho e base bibliográfica #
805 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, fevereiro 16, 2022. (21 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806 – Notas
sobre qualidade de vida e qualidade arquitetónica e urbana na habitação para
idosos e intergeracional - versão de trabalho e base bibliográfica # 806
Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, fevereiro 23, 2022. (57 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 807 – Qualidade
de vida e qualidade pormenorizada na habitação para idosos e intergeracional
“I” - versão de trabalho e
base bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022; e Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 808 – Qualidade
na habitação para idosos e intergeracional “II” - versão de trabalho e base
bibliográfica # 808 Infohabitar.
Lisboa, quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que
esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em
dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 810 (IV) – Sobre as
necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “I” - versão de trabalho
e base bibliográfica – Infohabitar # 810. Lisboa, quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º
811 – Sobre as
necessidades habitacionais mais específicas dos idosos “II” - versão de
trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 811. Lisboa, quarta-feira, abril 06, 2022. (22
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813 – Acessibilidade
residencial e habitantes fragilizados “I” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 813.
Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade
residencial e habitantes fragilizados “II” - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 814.
Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17 p.) . (Notar que
esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em
dois artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815 – Atratividade,
identidade e integração na habitação para idosos I - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 815. Lisboa,
quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816
– Atratividade,
identidade e integração na habitação para idosos II - versão de trabalho e base
bibliográfica – Infohabitar # 816. Lisboa,
quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818 – Espacialidade
e conforto residencial no envelhecimento - versão de trabalho e base
bibliográfica # 818 Infohabitar.
Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819 – Privacidade
e convívio em ambientes residenciais adequados para idosos - versão de trabalho
e base bibliográfica # 819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 15,
2022. (11 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 820 – Domesticidade
e terceira idade - versão de trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, junho 22, 2022. (17 p.) Infohabitar, Ano XVIII, n.º
817 – Lazer,
arte, aprendizagem e envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica #
817 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, junho 01, 2022. (18 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821 – Segurança
na habitação para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica # 821
Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15
p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 822 – Habitação
intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro
arquitetónico I – versão de trabalho e base bibliográfica # 822
infohabitar . Lisboa,
quarta-feira, julho 06, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação
intergeracional: da adaptabilidade à participação num adequado quadro
arquitetónico II – versão de trabalho e base bibliográfica # 823
infohabitar . Lisboa,
quarta-feira, julho 13, 2022. (25
p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e
solidão ou convívio no habitar I – versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 826 – Velhice e
solidão ou convívio no habitar II – versão de trabalho e
base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10, 2022. (36
p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833 – Notas
sobre o habitar, a velhice e as demências – versão de trabalho e
base bibliográfica # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022.
(26 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834 – Breves
notas sobre o habitar no final de vida – versão de trabalho e
base bibliográfica # 834 Infohabitar.
Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836 – Idosos:
desafio crítico e oportunidade I - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 836. Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022;
e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 – Idosos:
desafio crítico e oportunidade II - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 837, Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22
p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838 – Considerações
sobre direitos e problemas dos idosos – versão de trabalho e base bibliográfica
– Infohabitar # 838. Lisboa,
quarta-feira, novembro 09, 2022. (16 p.)
.
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839 – Os idosos
e os seus espaços residenciais I – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 839,
Lisboa, quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840
– Os idosos
e os seus espaços residenciais II – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 840, Lisboa,
quarta-feira, novembro 23, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos
e os seus espaços residenciais III – versão de trabalho e base documental
– Infohabitar # 841,
Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31 p.) (Notar que
esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e em
três artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos
do habitar quando formos idosos – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 845 ,
Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo XXIV da
série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 847 – Estudos e
temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento –
versão de trabalho e base documental (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35
p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar
“PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma
Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 848 – Estudos e
temas a salientar no âmbito da relação entre habitação e envelhecimento –
versão de trabalho e base documental (II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
(35 p. partes I e II); Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar
“PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma
Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 849 – Idosos e
espaço urbano – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
849, Lisboa, quarta-feira, 22 de
fevereiro de 2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da
Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional
através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 851 – Idosos e
espaços urbanos de vizinhança – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 851, Lisboa,
quarta-feira, 15 de março de 2023 (9 p.); Artigo XXVIII da série
editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 852 – Importância
da adaptabilidade na habitação para idosos – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 852,
Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13 p); Artigo XXIX da série
editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 853 – “Habitação
Senior ?” – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24
p.); Artigo XXX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar
residencialmente um envelhecimento ativo – versão de trabalho e base documental
– Infohabitar # 854, Lisboa,
quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29 p.); Artigo XXXI da série editorial
da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional
através de uma Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 855 – Os idosos
e o futuro de uma habitação bem integrada e participada – versão de trabalho e
base documental – Infohabitar # 855,
Lisboa, quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 857 – Habitação,
integração etária e intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental
– Infohabitar # 857, Lisboa,
quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11 p.); Artigo XXXIII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 858 – Cooperativas,
coohousing e habitação colaborativa ou participada – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 858,
Lisboa, quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 859 – Fazer da
habitação para idosos uma escolha apetecível – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 859,
Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de 2023 (17 p.); Artigo XXXIV da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma
habitação muito adequada para pessoas idosas – versão de trabalho e base
documental – Infohabitar # 860,
Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13 p.); Artigo XXXV da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 868 – Renovadas soluções residenciais
para as pessoas idosas –
versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26
p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias residenciais etariamente
dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869 Infohabitar,
Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo
XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 870 – Tipologias residenciais para pessoas
idosas: um amplo leque de soluções –
versão de trabalho e base documental # 870 Infohabitar , Lisboa,
quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24 p.); Artigo XXXVIII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 871 – Aspetos estruturantes da tipologia
residencial intergeracional – versão
de trabalho e base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023
(14 p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar –
“Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html
. Infohabitar,
Ano XIX, n.º 872 – Facetas tipológicas específicas da habitação
intergeracional – versão
de trabalho e base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de
2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar –
“Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos específicos da conceção
residencial para idosos e fragilizados – versão de trabalho e base documental #
873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de agosto de 2023 (26 p.); Artigo
XLI da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 874 – Agrupamentos e tipos habitacionais
específicos para pessoas com demência –
versão de trabalho e base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16
p.); Artigo XLII da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html
.
Infohabitar, Ano XIX, n.º 875 – Intergeracionalidade e convívio na
habitação – versão de trabalho e base documental # 875 Infohabitar,
Lisboa, quarta-feira, 6 de setembro de 2023 (38 p.); Artigo
XLIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável
e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html
Notas
editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições
individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo
portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Pormenorização residencial criadora de ambientes
estimulantes, multifuncionais e intergeracionais (I) – infohabitar # 965
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2026 (documento pdf ilustrado e com mais de
80 pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXI, n.º 965
Edição:
quarta-feira 18 de fevereiro de 2026
:
António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL
– Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP –
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal
com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista
do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade
Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de
Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).









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