Sobre a natureza básica da intergeracionalidade residencial – infohabitar # 974
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 974
Edição:
quarta-feira 29 de Abril de 2026
Editorial
Caros
leitores da Infohabitar,
Continuamos
a desenvolver a divulgação de aspetos razoavelmente conclusivos do estudo ligado
ao PHAI3C - Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a
Custos Controlado, agora referido, frequentemente, como “uma nova forma de
habitar adaptável, intergeracional, equipada e participada”.
Lembramos
que, nesta fase final do estudo, estamos a alternar entre artigos dos dois
seguintes tipos:
(i)
uma reflexão sistemática sobre um muito amplo leque de casos de referência,
escolhidos porque podendo conter aspetos significativos a considerar no PHAI3C;
reflexão esta que foi assegurada no último artigo infohabitar (#966) e que será
brevemente retomada;
e
(ii) uma identificação de aspetos considerados adequados na conceção de
conjuntos residenciais vocacionalmente intergeracionais, adaptáveis,
participados e naturalmente conviviais.
Mas
entre estes dois tipos de artigos vamos também incluindo outras reflexões
“paralelas” ou complementares como é o caso do presente artigo intitulado “Sobre
a natureza básica da intergeracionalidade residencial”.
Saudações
calorosas,
António
Baptista Coelho
Editor
da infohabitar
Lisboa,
em 29 de Abril de 2026
Sobre a natureza básica da intergeracionalidade
residencial – infohabitar # 974
1.
Introdução explicativa sobre a intergeracionalidade residencial adaptável,
participada e económica
Só agora, após mais de um ano de estudo sobre a
designada intergeracionalidade residencial adaptável e participada, associada
ao Programa de Habitação Adaptável Intergeracional (e económica e portanto
associada a uma), Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C), se faz um pequeno
artigo de reflexão sobre o que se pode considerar a natureza básica deste tipo
de soluções.
Talvez porque sempre se pretendeu avançar
decididamente na proposta desta nova ou renovada forma de habitar, talvez
porque se optou pela tentativa de se procurar um máximo de apoios e referências
como as existentes e disponíveis em anexo, em 51 artigos, realizados com o objetivo de se
sintetizarem muitas dezenas de trabalhos técnicos e científicos aplicáveis.
E diz-se “aplicáveis”, porque não se julga
haver um caminho muito específico e atual ligado a uma renovada forma de
habitar em que diversos níveis etários reunidos, talvez, pela vontade de
poderem habitar de forma “simplificada” – sem grandes ou até sem nenhumas
limitações relativamente a lides domésticas e a eventuais serviços de apoio
pessoal que sejam necessários e/ou desejados – e isto numa solução arquitectónica
tão atraente como sobriamente bem integrada na respetiva imagem urbana, e isto
num espaço urbano com boas acessibilidades e numa solução residencial que
agregue variadas soluções de fogos bem desenhadas, funcionais e muitos
apropriáveis e atraentes a um conjunto estimulante de espaços e serviços
complementares dos espaços domésticos, agradavelmente representativos e ligados a atividades naturalmente
conviviais e de vizinhança e/ou a variados outros tipos de atividades
culturalmente específicas – sobre as quais até não é fácil encontrar “amadores”
(ex., amadores de livros, aeromodelistas, caminhantes, cinéfilos, etc.) – e/ou urbanamente motivacionais em forte
relação com a vizinhança, primeiro, e depois com a cidade.
E, caros leitores, a diferença deste perfil de
solução com a “típica” solução habitacional privada ou pública é total, assim
como será também “total”, em termos financeiros, qualquer tipo de solução hoje
existente e com perfil idêntico mas direcionada essencialmente apenas para os
mais idosos e ligada a firmas hospitalares e/ou bancárias que aqui têm um
sempre legítimo mas sempre específico e significativo objetivo de rendimento.
O que visamos com esta opção de
intergeracionalidade residencial adaptável e participada, associada a um
Programa de Habitação Adaptável Intergeracional (e económica e, portanto,
associado a uma), Cooperativa a Custos Controlados (PHAI3C), é conseguir uma
nova forma de habitar, com aquelas caraterísticas gerais – embora com perfis
específicos em cada intervenção – onde os mais idosos se sintam muito bem, mas
onde outras idades que assim queiram viver também tenham vontade de habitar, e
uns e outros gastando uma parte aceitável dos seus rendimentos disponíveis e
portanto numa perspetiva ligada à “habitação de interesse social” e podendo
merecer apoios públicos, por exemplo na obtenção de terrenos bem localizados –
e, consequentemente no âmbito de um Programa que esteja bem “blindado” a um seu
potencial negativo aproveitamento especulativo.
2.
Sobre a natureza básica da evolução da intergeracionalidade residencial:
algumas reflexões
Pedimos antecipadamente desculpa pelo
enquadramento temporal que se segue, mas julgamo-lo fundamental para um
adequada defesa de uma renovada forma de habitar marcada por uma
intergeracionalidade multifuncional e participada, tal como aqui se aponta.
A história do habitar humano ou do habitat
humano é indissociável da respetiva e milenar evolução, podendo mesmo
sintetizarmos que os sinais de desenvolvimento humano estiveram sempre ligados
à procura, experimentação e melhoria das respetivas soluções de abrigo contra
intempéries e inimigos naturais e humanos.
E naturalmente que a certa altura da nossa
evolução, assim como na cerâmica surgiram, pontos, “ziguezagues” e outros
elementos que podemos designar como “decorativos”, e funcionalmente
desnecessários, mas que sem dúvida marcaram o êxito dos respetivos artistas e
inventores, os nossos “simples abrigos” foram extensa e detalhadamente
desenvolvidos em termos formais, seja pela direta adição de elementos
similarmente “decorativos”, seja por inovadoras invenções espaciais e
funcionais ligadas a variados aspetos culturais e que foram “complexificando” e
enriquecendo arquitectonicamente os nossos abrigos, tornados realmente as
nossas “casas” e as nossas “aldeias/cidades”.
Não muitos mas excelentes autores, abordaram
esta nossa fantástica história do habitar humano ( e a eles voltaremos em
artigos específicos), que confesso foi a razão básica que me trouxe até à
“Arquitectura”, pois, repito, é pela recriação dos aspetos funcionais e
culturais do abrigo/habitar e da arte, que nasceu realmente a Arquitectura.
Os milénios passaram, mais de dez, talvez perto
de quinze mil anos, e as formas de habitar doméstico e urbano desenvolveram-se,
enriqueceram-se, diversificaram-se conforme regiões do mundo e culturas
específicas, mas, provavelmente, as raízes essenciais de um habitar humano
adequado foram, sempre, marcadas por aspetos básicos de privacidade,
funcionalidade, comunidade, atratividade, apropriação e agradabilidade (no
sentido da relação com o conforto ambiental), traduzidos num leque
razoavelmente amplo de soluções específicas, mas sempre unificado por aspetos
essenciais e humanos.
E nesta matéria surge, naturalmente, a
“questão” doméstica intergeracional, em
que membros de uma dada família de diversas gerações convivem e se entreajudam,
sempre assim foi, em todas as regiões do mundo, embora sempre em cenários
específicos marcados pela maior ou menor disponibilidade de espaços e de meios
financeiros: mas seja em diversos compartimentos e espaços dispersos por um
dado “recinto”, seja praticamente num único compartimento multifuncional e
tantas vezes exíguo e sem condições de habitabilidade mínimas, as gerações
humanas das mesmas famílias conviveram e foram, sistematicamente, reinventando
e melhorando, sempre que possível, as suas condições habitacionais.
Mas há que juntar uma outra “variável” e
dimensão do habitar a esta “questão”
doméstica intergeracional, e referimo-nos à vizinhança e ao bairro, que,
frequentemente para não dizer sistematicamente e ao longo dos milénios,
assegurou e juntou ao referido espaço especificamente habitacional, que foi
referido, uma forte componente urbana de
intergeracionalidade, multifuncionalidade, mistura social e “abertura” social e
urbana. E, se pensarmos um pouco, temos a noção de que até à invenção do
“racionalismo modernista”, com a sua separação de funções, tais misturas
sociais e funcionais existiam nas vizinhanças e nos bairros por elas criadas,
sendo este nível urbano um extraordinário complemento da referida
intergeracionalidade doméstica, proporcionando praticamente uma
intergeracionalidade e uma mistura social muito fortes ao nível da vizinhança
de proximidade; o que, de certa forma, era mais uma segurança contra os
“impasses” sociais, familiares e humanos hoje infelizmente tão frequentes nas
nossas urbes funcionalmente especializadas e dispersas – impasses estes que
depois e em última instância resultam em situações sociais críticas e em
pessoas que até tantas vezes morrem sozinhas e só são encontradas muito tempo
depois de falecerem.
E podemos ainda caraterizar a situação atual
por frequentes quadros familiares que agudizam tendencialmente negativas
condições de solidão, seja pela frequente situação de casais divorciados, seja
por uma longevidade que é positiva mas que cria tantas situações de pessoas
sozinhas.
Procurei ser um pouco contundente relativamente
a aspetos que hoje em dia são críticos na nossa sociedade ocidental e
provavelmente um pouco por todo o mundo, e um mundo marcado pela “revolução
grisalha”, exatamente para podermos ter a noção de que o apoio intergeracional
que existia ao nível da família e da vizinhança de proximidade e “bairrista”
praticamente desapareceu na nossa sociedade e no nosso habitar
“funcionalistas”; e daqui resulta naturalmente o interesse e a validade real da
procura de novas soluções de habitar expressivamente intergeracionais,
multifuncionais e potencialmente conviviais.
Mas antes de concluir esta reflexão devo
salientar que o funcionalismo “especialista” que marcou, desde há mais de um
século, as nossas regras habitacionais e a invenção do dito “planeamento” e
suas estranhas e atualmente tão desatualizadas tabelas de equipamentos, teve na
altura as suas justificações diretas nos problemas de miséria humana e poluição
industrial e nas respetivas respostas “racionais” e “higienistas”, separadoras
de funções, “disciplinadoras” de distâncias mútuas entre zonas quase “monofuncionais”,
na altura talvez bem justificadas, mas hoje em dia, julgo, profundamente
desatualizadas e geradoras de críticos bloqueios urbanos e habitacionais.
E aqui chegados chegamos ao que parece ser uma
“tradição” doméstica funcional já centenária, marcada por tipos de fogos
designados pelo número dos respetivos quartos “só de dormir” (brinco), por
zonas ditas “íntimas”, onde a referida intimidade acaba por não existir, porque
os quartos são todos contíguos, por uma cozinha onde alguém vai cozinhar para
todos, ou então por um balcão de cozinha na sala onde não é possível cozinhar,
por uma casa de banho interior onde o banho é relegado ao seu sentido funcional
e daí naturalmente resumido ao duche e a uma ausência de varandas, porque se as
tivermos temos menos área interior; e neste quadro, evidentemente, os espaços
comuns residenciais serão aqueles que “simplesmente” decorrem do amplo leque de
regulamentos aí aplicáveis, assim como as tipologias edificadas são as
previstas no respetivo PDM, ainda que eventualmente sejam, até, inadequadas a
quem lá vai morar.
E em todo este quadro as matérias, anteriores,
da intergeracionalidade e da multifuncionalidade ficam, provavelmente,
confinadas a “equipamentos coletivos” específicos para idosos – verdadeiras
“prateleiras” para arrumar os mais idosos -
e a zonas comerciais térreas que só por acaso irão conseguir sobreviver.
Evidentemente que em todo este quadro alguns
projetistas e alguns promotores fazem a diferença e conseguem proporcionar
excelentes soluções residenciais e urbanas, mas a regra não é esta; e
especialmente no que se refere à vital resposta intergeracional à “revolução
grisalha” que já aí está, então nesta matéria as respostas praticamente não
existem.
3.
A intergeracionalidade residencial possível e desejável
Será possível desenvolver novas
soluções residenciais e multifuncionais intergeracionais no respeito dos
regulamentos existentes? Provavelmente não, mas também há
que considerar e defender ser urgente uma muito profunda e simplificadora
revisão da regulamentação aplicável, e isto para não se dizer que o que seria
desejável seria uma total renovação da mesma, atualizando-a às diversas
necessidades atuais e compatibilizando-a com o atual amplo corpo técnico
adequado e existente e respetiva responsabilização.
Neste sentido e visando-se a referida
intergeracionalidade residencial é importante, designadamente, que se
considerem privilegiadamente as tipologias domésticas mais pequenas (até ao T2)
e com especial enfoque nas tipologias “intermédias” e muito adaptáveis, a
existência de um conjunto adequado e sustentável de espaços comuns de acesso e
de atividades mútiplas e um essencial processo de análise e acompanhamento das
respetivas caraterísticas de qualidade arquitectónica residencial, incluindo
desenho e satisfação dos habitantes e tendo em conta a vital gestão posterior,
que se considera terá de ser basicamente associativa e cooperativista para ter
real viabiabilidade e num essencial quadro colaborativo.
Para já faltará “apenas” referir e defender que
as novas soluções residenciais intergeracionais e multifuncionais têm de se
caraterizar por uma redescoberta de essenciais valores de convívio,
solidariedade e criatividade, e mesmo de um estimulante e inovador sentido
lúdico, na criação dos respetivos espaços de habitar privados e comuns; e assim
se volta a sublinhar a importância vital da respetiva qualidade arquitectónica,
que esteja culturalmente bem fundamentada na ampla e rica história do habitar
humano, que aqui apenas se aflorou, e ciclicamente confrontada com estudos de
pós-ocupação multidisciplinares, desenvolvidos com base nas respetivas e
adequada ferramentas já existentes.
Anexo: listagem linkada dos artigos já
editados no âmbito do PHAI3C e que desenvolveram toda a respetiva base
teórico-prática, anterior à atual análise e proposta de casos e aspetos específicos
Listagem
linkada de 51 artigos realizados por António Baptista Coelho na infohabitar,
com base direta nos textos, ideias e opiniões dos autores referidos nos
documentos que integram a respetiva listagens bibliográficas.
. Infohabitar, Ano XV, n.º 706,
terça -feira, outubro 22, 2019, Pensar um novo habitar intergeracional:
alguns comentários iniciais - Infohabitar 706 (5 pp., 2 ffigg.).
. Infohabitar, Ano XVI, n.º 714,
terça -feira, janeiro 07, 2020, Oportunidade, utilidade e exigências do
Programa de Habitação Adaptável Intergeracional Cooperativa a Custos
Controlados (PHAI3C) - Infohabitar 714 (4 pp.).
Infohabitar, Ano XVI, n.º 716, terça -feira,
janeiro 21, 2020, Sobre o passado e o futuro da habitação
cooperativa a custos controlados e as novas soluções intergeracionais
colaborativas – Infohabitar 716 (7 pp., 4 figg.).
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 805
– Notas sobre o enquadramento da qualidade de
vida e residencial especialmente dirigida para idosos e pessoas fragilizadas -
versão de trabalho e base bibliográfica # 805 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 16,
2022. (21 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 806
– Notas sobre qualidade de vida e qualidade
arquitetónica e urbana na habitação para idosos e intergeracional - versão de
trabalho e base bibliográfica # 806 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, fevereiro 23,
2022. (57 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º
807 – Qualidade de vida e qualidade pormenorizada
na habitação para idosos e intergeracional “I” - versão de trabalho e base
bibliográfica # 807 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, março 09, 2022; e Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 808 – Qualidade na habitação para idosos e
intergeracional “II” - versão de trabalho e base bibliográfica # 808
Infohabitar. Lisboa,
quarta-feira, março 16, 2022. (61 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º
810 (IV) – Sobre as necessidades habitacionais mais
específicas dos idosos “I” - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 810. Lisboa,
quarta-feira, março 30, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 811 – Sobre as necessidades habitacionais mais
específicas dos idosos “II” - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 811. Lisboa,
quarta-feira, abril 06, 2022. (22 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 813
– Acessibilidade residencial e habitantes
fragilizados “I” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 813. Lisboa, quarta-feira, abril 21, 2022; e
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 814 – Acessibilidade residencial e habitantes
fragilizados “II” - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 814. Lisboa, quarta-feira, abril 27, 2022. (17
p.) . (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 815
– Atratividade, identidade e integração na
habitação para idosos I - versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar
# 815. Lisboa,
quarta-feira, maio 11, 2022; e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 816
– Atratividade, identidade e integração na
habitação para idosos II - versão de trabalho e base bibliográfica –
Infohabitar # 816. Lisboa,
quarta-feira, maio 18, 2022. (26 p.) . (Notar que esta
temática, por ser extensa, foi editada originalmente em duas partes e em dois
artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 818
– Espacialidade e conforto residencial no
envelhecimento - versão de trabalho e base bibliográfica # 818 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 08, 2022. (14
p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 819
– Privacidade e convívio em ambientes
residenciais adequados para idosos - versão de trabalho e base bibliográfica #
819 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira,
junho 15, 2022. (11 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII,
n.º 820 – Domesticidade e terceira idade - versão de
trabalho e base bibliográfica # 820 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 22, 2022. (17
p.) Infohabitar,
Ano XVIII, n.º 817 – Lazer, arte, aprendizagem e envelhecimento -
versão de trabalho e base bibliográfica # 817 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 01, 2022. (18
p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 821
– Segurança na habitação para idosos - versão
de trabalho e base bibliográfica # 821 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, junho 29, 2022. (15
p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º
822 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade
à participação num adequado quadro arquitetónico I – versão de trabalho e base
bibliográfica # 822 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 06, 2022;
e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 823 – Habitação intergeracional: da adaptabilidade
à participação num adequado quadro arquitetónico II – versão de trabalho e base
bibliográfica # 823 infohabitar . Lisboa, quarta-feira, julho 13, 2022.
(25 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 825 – Velhice e solidão ou convívio no habitar I –
versão de trabalho e base bibliográfica # 825 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 03, 2022; e Infohabitar, Ano
XVIII, n.º 826 – Velhice e solidão ou convívio no habitar II –
versão de trabalho e base bibliográfica # 826 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, agosto 10,
2022. (36 p.) (Notar que esta temática, por ser extensa,
foi editada originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é
agora editada no DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 833
– Notas sobre o habitar, a velhice e as
demências – versão de trabalho e base bibliográfica # 833 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, setembro 28, 2022.
(26 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 834
– Breves notas sobre o habitar no final de vida
– versão de trabalho e base bibliográfica # 834 Infohabitar. Lisboa, quarta-feira, outubro 12, 2022. (12 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 836
– Idosos: desafio crítico e oportunidade I -
versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 836. Lisboa, quarta-feira, outubro 26, 2022;
e Infohabitar, Ano XVIII, n.º 837 – Idosos: desafio crítico e oportunidade II -
versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 837, Lisboa, quarta-feira, novembro 02, 2022. (22
p.) (Notar que esta temática, por ser extensa, foi editada
originalmente em duas partes e em dois artigos semanais, mas é agora editada no
DSpace num único documento)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 838
– Considerações sobre direitos e problemas dos
idosos – versão de trabalho e base bibliográfica – Infohabitar # 838. Lisboa, quarta-feira, novembro 09,
2022. (16 p.)
. Infohabitar, Ano XVIII, n.º 839
– Os idosos e os seus espaços
residenciais I – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
839, Lisboa,
quarta-feira, novembro 16, 2022; Infohabitar, Ano XVIII, n.º 840 – Os idosos e os seus espaços residenciais
II – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 840, Lisboa, quarta-feira, novembro 23, 2022;
Infohabitar, Ano XVIII, n.º 841 – Os idosos e os seus espaços residenciais
III – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 841, Lisboa, quarta-feira, novembro 30, 2022. (31 p.) (Notar
que esta temática, por ser extensa, foi editada originalmente em três partes e
em três artigos semanais, mas é agora editada no DSpace num único
documento)
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 845 – Caminhos do habitar quando formos idosos –
versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 845 , Lisboa, quarta-feira, 18 de Janeiro de 2023, (14 p.); Artigo
XXIV da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/01/caminhos-do-habitar-quando-formos.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 847
– Estudos e temas a salientar no âmbito da
relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base
documental (I) – Infohabitar # 847, Lisboa, quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023 (35
p. partes I e II); Artigo XXV da série editorial da Infohabitar
“PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma
Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 848
– Estudos e temas a salientar no âmbito da
relação entre habitação e envelhecimento – versão de trabalho e base documental
(II) – Infohabitar # 848, Lisboa, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023 (35 p. partes I e II);
Artigo XXVI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/estudos-e-temas-salientar-no-ambito-da_15.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 849
– Idosos e espaço urbano – versão de
trabalho e base documental – Infohabitar # 849, Lisboa, quarta-feira, 22 de fevereiro de
2023 (19 p.); Artigo XXVII da série editorial da Infohabitar
“PHAI3C – Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma
Cooperativa a Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/02/idosos-e-espaco-urbano-versao-de.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 851
– Idosos e espaços urbanos de vizinhança –
versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 851, Lisboa, quarta-feira, 15 de março de 2023 (9
p.); Artigo XXVIII da série editorial da Infohabitar “PHAI3C –
Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/idosos-e-espacos-urbanos-de-vizinhanca.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 852
– Importância da adaptabilidade na habitação
para idosos – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 852, Lisboa, quarta-feira, 22 de março de 2023 (13
p); Artigo XXIX da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/importancia-da-adaptabilidade-na.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 853
– “Habitação Senior ?” – versão de trabalho e
base documental – Infohabitar # 853, Lisboa, quarta-feira, 29 de março de 2023 (24 p.); Artigo XXX
da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/03/habitacao-senior-versao-de-trabalho-e.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 854 – Apoiar residencialmente um envelhecimento
ativo – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 854, Lisboa, quarta-feira, 5 de abril de 2023 (29
p.); Artigo XXXI da série editorial da Infohabitar “PHAI3C – Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/apoiar-residencialmente-um.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 855
– Os idosos e o futuro de uma habitação bem
integrada e participada – versão de trabalho e base documental – Infohabitar #
855, Lisboa,
quarta-feira, 19 de abril de 2023 (23 p.); Artigo XXXII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/04/os-idosos-e-o-futuro-de-uma-habitacao.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 857
– Habitação, integração etária e
intergeracionalidade – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 857, Lisboa, quarta-feira, 3 de maio de 2023 (11
p.); Artigo XXXIII da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/habitacao-integracao-etaria-e.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 858
– Cooperativas, coohousing e habitação
colaborativa ou participada – versão de trabalho e base documental –
Infohabitar # 858, Lisboa,
quarta-feira, 10 de maio de 2023 (10 p.); Artigo XXXIII da série
editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/cooperativas-coohousing-e-habitacao.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 859
– Fazer da habitação para idosos uma escolha
apetecível – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 859, Lisboa, quarta-feira, 17 de maio de
2023 (17 p.); Artigo XXXIV da série editorial da Infohabitar –
“Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado” “PHAI3C” ; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/fazer-da-habitacao-para-idosos-uma.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 860 – Uma habitação muito adequada para pessoas
idosas – versão de trabalho e base documental – Infohabitar # 860, Lisboa, quarta-feira, 24 de maio de 2023 (13
p.); Artigo XXXV da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/05/uma-habitacao-muito-adequada-para.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º
868 – Renovadas soluções residenciais para as pessoas idosas – versão de trabalho e base documental # 868 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 19 de julho de 2023 (26
p.); Artigo XXXVI da série editorial da Infohabitar – “Programa de
Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/renovadas-solucoes-residenciais-para-as.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 869 – Tipologias
residenciais etariamente dirigidas – versão de trabalho e base documental # 869
Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 26 de julho de 2023 (28 p.); Artigo
XXXVII da série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação
Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/07/tipologias-residenciais-etariamente.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 870
– Tipologias residenciais para pessoas idosas: um amplo leque de
soluções – versão de trabalho e
base documental # 870 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 2 de agosto de 2023 (24
p.); Artigo XXXVIII da série editorial da Infohabitar – “Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/tipologias-residenciais-para-pessoas.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 871
– Aspetos estruturantes da tipologia residencial
intergeracional – versão de trabalho e
base documental # 871 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 9 de agosto de 2023 (14
p.); Artigo XXXIX da série editorial da Infohabitar – “Programa
de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-estruturantes-da-tipologia.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 872
– Facetas tipológicas específicas da habitação intergeracional – versão de trabalho e
base documental # 872 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 16 de agosto de
2023 (23 p.); Artigo XL da série editorial da Infohabitar –
“Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através de uma Cooperativa a
Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/facetas-tipologicas-especificas-da.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 873 – Aspetos
específicos da conceção residencial para idosos e fragilizados – versão de
trabalho e base documental # 873 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 23 de
agosto de 2023 (26 p.); Artigo XLI da série editorial da
Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através
de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/aspetos-especificos-da-concecao.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 874
– Agrupamentos e tipos habitacionais específicos para pessoas com
demência – versão de trabalho e
base bibliográfica # 874 Infohabitar , Lisboa, quarta-feira, 30 de agosto de 2023 (16 p.); Artigo XLII da
série editorial da Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e
Intergeracional através de uma Cooperativa a Custo
Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/08/8agrupamentos-e-tipos-habitacionais.html
. Infohabitar, Ano XIX, n.º 875
– Intergeracionalidade e convívio na habitação – versão de trabalho
e base documental # 875 Infohabitar, Lisboa, quarta-feira, 6 de
setembro de 2023 (38 p.); Artigo XLIII da série editorial da
Infohabitar – “Programa de Habitação Adaptável e Intergeracional através
de uma Cooperativa a Custo Controlado” “PHAI3C”; http://infohabitar.blogspot.com/2023/09/intergeracionalidade-e-convivio-na.html
Notas
editoriais gerais:
(i)
Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a
caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de
edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões
expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições
individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo
portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii)
No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a
utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por
exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva
responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as
respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii)
Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da
Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa
de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a
tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo
GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à
respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas
e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do
teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou
negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi
recebido na edição.
(iv)
Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo,
incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu
corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade
arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.
Sobre a natureza básica da intergeracionalidade
residencial – infohabitar # 974
Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente
Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais
de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar,
existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80
pg), usar o link seguinte:
https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing
Infohabitar, ano XXII, n.º 974
Edição:
quarta-feira 29 de Abril de 2026
António
Baptista Coelho (Editor)
Arquitecto/ESBAL
– Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP –
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal
com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.
Os
aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição
foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a
constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana
Baptista Coelho.
Revista
do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade
Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de
Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

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