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terça-feira, dezembro 17, 2019

Ainda uma reflexão ilustrada sobre velhos/novos espaços urbanos – Infohabitar 713

Ligação direta (clicar) para:  700 Artigos Interactivos, edição revista, ilustrada e comentada - Infohabitar 705 (36 temas e mais de 100 autores)


Infohabitar, Ano XV, n.º 713

Ainda uma reflexão ilustrada sobre velhos/novos espaços urbanos – Infohabitar 713

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)


A Série “Habitar e Viver Melhor”, assim como outras temáticas teórico-práticas nas áreas específicas da “arquitectura do habitar”, com destaque para os assuntos associados a uma habitação intergeracional bem integrada  - matérias, como sabemos, “centrais” na edição da Infohabitar - serão retomadas em 2020, salientando-se que, por agora, a nossa revista continuará a dedicar-se a uma edição comentada de esquissos/desenhos, seja numa perspectiva da própria prática do desenho livre, seja considerando, especificamente, os aspectos de arquitectura e de habitar que estejam, eventualmente, associados a cada tema desenhado.
O editor da Infohabitar
António Baptista Coelho


Ainda uma reflexão ilustrada sobre velhos/novos espaços urbanos  – Infohabitar 713

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

Nota prévia
O presente artigo procura assegurar a continuidade da reflexão sobre o que podemos considerar como os “velhos/novos espaços urbanos”, desenvolvida no artigo Infohabitar n.º 711 e continuada no n.º 712, através de alguns comentários informais a propósito de alguns desenhos realizados tendo por base enquadramentos de bairros históricos lisboetas e outros esboços mais livres ( 5 desenhos coloridos).
Os comentários abordam essencialmente as matérias da Arquitetura do habitar, numa perspetiva de arquitetura urbana de vizinhanças e paisagens de proximidade; não se descurando, em alguns casos, alguns brevíssimos comentários relativos ao desenvolvimento dos respetivos desenhos.
Salienta-se, ainda, a título de nota prévia e justificativa, que as ideias que são seguidamente apontadas correspondem a uma reflexão estritamente pessoal sobre a matéria.

Introdução explicativa
Como referência prática de apoio à leitura, lembra-se que no referido artigo Infohabitar n.º 711, intitulado “Uma primeira reflexão sobre velhos/novos espaços urbanos”, se procurou desenvolver, esquematicamente, a ideia de que, nos tempos de hoje, quando se pretende imprimir ao espaço urbano uma renovada marca pedonal e de meios “suaves” de deslocação, facilitados, designadamente, pelas novas tecnologias de informação e comunicação e pelo crescimento do uso dos veículos pouco poluentes, será talvez altura de podermos reavaliar e reintroduzir soluções de Arquitetura urbana, que integrem, e profundamente – portanto, no “pleno uso” dos respetivos e muito amplos leques de tipologias de espaços e aspetos de pormenor – morfologias de edifícios e de espaços públicos, sendo ambas, expressivamente, marcadas pela escala humana, e pela diversidade e mutação de agradáveis e atraentes sequências de imagens, verdadeiramente catalizadoras do movimento e da permanência.
No referido artigo Infohabitar n.º 711, intitulado “Uma primeira reflexão sobre velhos/novos espaços urbanos”, desenvolveu-se uma abordagem de Enquadramento da temática dos velhos/novos espaços urbanos, seguindo-se o apontamento de  alguns desenvolvimentos recentes e de referência, que apoiam estas ideias, desenvolvendo-se, em seguida a matéria do que se considera poder ser uma estratégica variabilidade urbana, que se julga poder ser até facilitada pelas novas ferramentas de projeto.
No artigo Infohabitar n.º 712 deu-se continuidade à referida reflexão, a partir da apresentação de alguns desenhos urbanos, taraefa que se continua no presente artigo.
Alguns desenhos comentados
Em seguida e tendo-se por base a apresentação de alguns desenhos à mão livre ( 5 desenhos coloridos), comentam-se as matérias da Arquitetura do habitar, associáveis às temáticas que acabaram de ser referidas, mas não se descurando alguns brevíssimos comentários relativos ao desenvolvimento dos respetivos desenhos.

Fig. 01: a rua que se alarga e se transforma, com naturalidade, numa praceta, que é tanto espaço de convívio como de habitação e de outros usos urbanos associados - como lojas e pequenas oficinas (não poluentes); o sentido cénico de tudo isto, seja pela mistura tipológica, formal e funcional que aí é/pode ser, habitual e naturalmente, proporcionada, seja pela organicidade de planos/ideias de atividade (mais de circulação ou mais de estadia) que também aí são, habitualmente, desenvolvidos (fluxos de passagem e de observação e bolsas "de vagar", que podem motivar a permanência). No que se refere, especificamente, ao desenho trata-se de um esboço livre com formato A3 e com alguma elaboração, sendo a técnica usada também muito livre e espontânea: tinta esboçada de início, lápis de cor e aguadas, reforço do traço negro sequencial, etc.


Fig. 02: este enquadramento de certa forma dá continuidade aos comentários desenhados e escritos da anterior figura, tentando-se expressar, mais claramente, aquela ideia de praceta ou largo que resulta (ou partece resultar com naturalidade) de uma situação de alargamento da rua, espaço em que os percursos acabam por definir diversos e motivadores planos de vista (profundidade estimulnte) e sequências marcadas mais pela paragem (mais ou menos prolongada) nas "margens" um pouco coleantes da movimentação pedonal e pelo prolongamento dos mesmos percursos,que é acentuado e servido pelas "fugas" de perspetiva, que devem antecipar, mas não revelar inteiramente, deixando sempre algo à surpresa e podemos mesmo dizê-lo ao recreio pedonal de quem passeia; mas proporcionando-se sempre, e pelo menos, razoáveis condições de antecipação de vistas e portanto de segurança; e em tudo isto a mistura formal e funcional é motivo de dinamização visual e de uso dos espaços. Quanto ao desenho propriamente dito, aplicam-se os comentários da figura 1, mais uma nota especial pela tentativa de um reforço mais cuidado das sombras, acentuando-se a marcação de volumes, mas não se tapando excessivamente os conteúdos ilustrados.


Fig. 03: um desenho que relembra alguns dos comentários que integram o artigo anterior, designadamente, os referidos às imagens globais da cidade tradicional, marcadas pela relativa unidade de uma enorme diversidade de telhados (unidade na diversidade), sendo que o efeito global se refere ao de uma imagem bastante "una" de um assinalável espaço urbano, que neste caso é em boa parte o bairro de Alfama em Lisboa; outro aspeto interessante de considerar é o papel de paragem orientadora e de estímulo à visita e à continuidade dos percursos que é proporcionado por este tipo de vistas paisagísticas mais gerais, que podem marcar momentos significativos dos percursos pedonais mais estruturantes.


Fig. 04: novamente se abordam as temáticas urbanas e residenciais apontadas nas legendas das primeiras duas figuras deste artigo e designadamente: as sequências de vistas, sincopadas, marcando percursos; os planos de vistas definindo e repartindo estrategicamente percursos (tornando-os mais passeáveis e referenciáveis); e os alargamentos das ruas em "largos" ou pracetas naturalmente mais "de estar" e de uso mais intenso e portanto mais atraentes para outros usos para além da habitação, mas que constituem também outras formas de habitar a cidade, os seus bairros e as suas vizinhanças. Quanto a aspetos mais ligados ao desenho, propriamente dito, procurou-se uma formalização talvez mais clarificada das variadas superfícies e elementos constituintes, numa opção talvez mais "gráfica", em comparação com os desenhos das figuras 1 e 2.



Fig. 05: aqui a legenda remete-se, basicamente, a ser este desenho livre, para além de um desenho específico, uma fase pré-final do desenho anterior, apresentdo na figura 4; tratando-se de uma fase apenas a preto, branco e azuis/sombras; depois as aguadas de cor caíram sobre ele e definiram uma outra versão formal - fica ao leitor e observador a escolha do que considere mais interessante; afinal o desenho livre é/deve ser, essencialmente, um gozo/recreio controlado, em primeiro lugar para quem o realiza, "brincando" com misturas de "técnicas" e com faseamentos eles próprios originando novos desenhos, como é o caso, e, depois, o possível refcreio e gozo para quem o irá observar/apreciar.


Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.
(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.


Infohabitar, Ano XV, n.º 713

Ainda uma reflexão ilustrada sobre velhos/novos espaços urbanos – Infohabitar 713

Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa




Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

sexta-feira, agosto 30, 2019

700 - Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700

Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700

Por António Baptista Coelho (imagens e textos)

(nota prévia: a Série “Habitar e Viver Melhor” será retomada  em breve)
E chegámos ao n.º 700 da nossa revista semanal:
Parabéns a todos os leitores!

Retomando-se o que é já uma tradição da Infohabitar continua-se a edição de alguns esboços recentes, associando-se, por regra, sintéticos comentários informais, julgados oportunos, seja numa perspetiva de Arquitectura/Habitar (quando adequado), seja considerando notas informais no sentido do próprio fazer do esboço/desenho, aqui, sublinha-se, numa perspetiva de clara informalidade e sentido prático - eventualmente útil a quem, como o autor, continua a desenhar numa base diária, procurando, sempre, alguma melhoria –ainda que esta, sendo sempre relativa, discutível e sensível, exigisse bastante mais paciência, calmo sentido de observação prévia e de “projeto” do próprio esboço, e isto tudo, naturalmente, obrigasse a muitas mais horas de prática (sempre agradável, há que o confessar).

Nota específica ao presente artigo: 
Os esboços que se seguem abordam um tema que nos é caro, referido à ligação, desejavelmente íntima e estimulante, entre edifícios e vizinhanças de proximidade, construindo "unidades" cujos projectos raramente foram desenvolvidos como tal, como verdadeiras unidades.
Mas boa parte dos esboços que se seguem focam-se em esquissos muito livres de "amálgamas" de edifícios entre os quais haverá espaço "livre", mas confinado, e desejavelmente tão acolhedor como funcional.
Trata-se, naturalmente, de um tema que iremos aprofundar e desenvolver em outros artigos.  

Fig. 01: mais do que o esboço que apenas se entrevê, é o próprio ambiente que suscita o esboço destas temáticas, num interior tão "urbano", como outros exteriores deverão ser "Íntimos" ou mesmo "domésticos". 

 
Fig. 02: a partir de uma imagem extremamente gráfica e depurada, existente num cartaz (relativo ao 4.º CIHEL), procurou-se libertar um esboço tão focado num exterior público bem caracterizado e à escala humana, como nos interiores domésticos que o confinam e também o caracterizam.

Fig. 03: este esboço estava-me prometido há muito tempo, baseado em muitas, dispersas e extremamente diversificadas observações - desde imagens de zonas clandestinas a pequenas miniaturas em casa de árvore trazidas do Brasil; trata-se de uma espécie de jogo urbano e doméstico de pequena escala (e msmo o esquisso é bem pequeno).

Fig. 04: uma cena urbana, ou paisagística, ou doméstica ou préexistencial ("ruína"), tudo integrado numa cena urbana, paisagística, doméstica e preexistencial; em termos de técnica de desenho usou-se um papel de aguarela bem grosso e razoavelmente texturado; o formato é A4.  

Fig. 05: uma excepção ao desenho no local real ou imaginado; um desenho feito em parte de memória em parte a partir de um postal - Guadalupe, Espanha.

Fig. 06: voltamos a uma espécie de jogo urbano e doméstico de pequena escala, aqui levado um pouco à saturação de uma expressiva densidade e diversidade edificada e até cromática, num "jogo/esquisso", que procura apontar alguma perspectiva (em termos de "ponto de fuga" e de nitidez/difusão entre primeiros e últimos planos). 

Fig. 07: novamente o jogo urbano e doméstico de pequena escala, mas aqui mais equilibrado e pacífico; procurando-se um grafismo bem definido e contrastado entre edifícios e árvores ("imitado" da miniatura de casca de árvore que serviu de modelo/inspiração)

 Fig. 08: um dos apontamentos mais esboçados (até agora) desse jogo urbano e doméstico de pequena escala, aqui muito delimitado ao apontar dos diversos elementos: água/azul; pavimento/terra; edifícios de habitação separados/evidenciados por pequenas travessas urbanas; verde/árvores; céu/novamente em azul.

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 700

Esboços urbanos livres e recentes – Infohabitar 700


Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo no
Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) –, em Lisboa



Revista da GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

terça-feira, março 05, 2019

677 - Novos desenhos em março de 2019, 1.ª parte - Infohabitar 677

Infohabitar, Ano XV, n.º 677
Novos desenhos em março de 2019, 1.ª parte  - Infohabitar 677
por António Baptista Coelho (texto e imagens)

Caros leitores da Infohabitar,

Prolongando-se e reafirmando-se o que pode ser já considerado como uma tradição informal da nossa revista, que é a edição de esboços e desenhos, boa parte deles aguarelados, edita-se esta semana um conjunto de desenhos à mão, ou esboços, ou apontamentos, ou esquissos livres, realizados nos respectivos sítios e coloridos posteriormente.
Em cada caso específico (cada esboço) pode, ou não, haver lugar a comentários na respectiva legenda, sendo, provavelmente, a regra a ausência dos mesmos; mas havendo-os eles poderão referir-se aos modos de fazer do respectivo desenho e/ou aos temas de arquitectura urbana neles ilustrados.
É, talvez, oportuno apontar, aqui, a dádiva de prazer/alegria que estes esquissos pintados nos proporcionam e o interesse que existe no natural acompanhamento dos modos de fazer neles empregues, seja em termos de escolha e enquadramento do tema, seja no que se refere às formas de expressão “gráfica” neles usados; e por aqui fico para não transformar este artigo que se quer “desenhado” em mais um essencialmente escrito.
Fiquem, então, caros leitores, com mais alguns “rabiscos” deste vosso editor e tenham coragem para começar ou continuar a brincar e rabiscar, à vontade e por puro prazer (num quadro de urbansketching e de treesketching, ... ).
E se quiserem, então depois, ler um pouco mais sobre os referidos modos de fazer e rabiscar, podem a ceder a uma pequena Sebenta que já editei sobre o tema e que está disponível em :
Logo que seja possível haverá uma 2.ª edição, reformulada e aumentada, e não se deixem intimidar pelo título, bem longo, e onde o que interessa é a indicação de se irem apontar “100 Notas práticas para quem quer aprender a desenhar melhor à mão livre”.

Saudações calorosas e bons “rabiscos”, bem “à vontade”, e de preferência enquanto passeiam,

António Baptista Coelho



Fig. 01 – (sobre o desenho) procura do enquadramento que permita agilizar  o esboço de um dos lados sem prejudicar o quadro da vista; (sobre a Arquitectura urbana) um conjunto modernista praticamente exemplar, também na manutenção e valorização de preexistências (Olivais Norte, bem junto ao Metro da Encarnação).





Fig.02 - (sobre o desenho) a continuidade da procura do melhor “contraste” entre formas naturais e construídas, para além da sempre presente e bem difícil procura da redução do esquisso ao essencial.





Fig.03 - (sobre o desenho) uma aguarela esquissada que parece ter “saído” com alguma naturalidade e ausência de pormenores excessivos.





Fig. 04 - (sobre o desenho) um desenho alongado, uma “tipologia” de desenho livre onde parece haver sempre espaço para o que faltae onde, neste caso, o esquisso das árvores parece ter “saído” mais natural do que o dos edifícios; (sobre a Arquitectura urbana) um conjunto modernista praticamente exemplar e a visitar Olivais Norte.





Fig. 05 - (sobre o desenho) um desenho livre onde se procurou reforçar profundidades e expressão formal intensa das formas naturais.





Fig. 06 - (sobre o desenho) qual a razão que nos leva a desenhar a sépia? Será o seu tom mais quente? ...



Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

Infohabitar, Ano XV, n.º 677
Novos desenhos em março de 2019, 1.ª parte - Infohabitar 677

Infohabitar
Editor: António Baptista Coelho
Arquitecto/ESBAL, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo/LNEC – Laboratório Nacional de Engenharia Civil



Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativa de Habitação Económica (FENACHE).

Apoio à Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

domingo, novembro 08, 2015

557 - Esquissos rápidos – o caderno e os esquissos, Infohabitar 557

 
Infohabitar, Ano XI, n.º 557

Esquissos rápidos – o caderno e os esquissos

António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres, ou esquissos realizados, sob várias temáticas, com alguma rapidez (máximo de cerca de 5 minutos por desenho) e diretamente a partir dos respetivos temas (sem recursos a fotografia); por vezes, no caso dos desenhos a cor, esta foi dada, posteriormente, “em casa”.
Apresentam-se, por vezes, as imagens dos respetivos cadernos para se poder ter a noção do tamanho destes esquissos.
Pontualmente fazem-se alguns comentários sobre o próprio esquisso ou sobre o seu tema.

Desenho 1: o caderno é sítio de muitos apontamentos e desenhos: uma verdadeira companhia que dá jeito para quase tudo.


Desenho 2: o caderno como ferramenta multifunções para esquissos e apontamentos, que assim nunca se perdem; e a prática do desenhar a vegetação e as árvores ao longo do ano e com um mínimo de "meios", neste caso traços negros e manchas cinza.

 
Desenho 3: o caderno como base de apontamento de esquissos que valem por si e eventualmente como projetos para desenhos maiores.


Desenho 4: novamente o caderno multifuncional e o tema dos pássaros, outro tema recorrente,


Desenho 5: desenhar pássaros, naturalmente sempre quase apenas de memória, quando em movimento, é excelente como exercício de memória de formas e movimentos e como sintetização do que é essencial na forma/cor em movimento.


Desenho 6: um pequeno esquisso do Largo do Pelourinho na Covilhã. 



Desenho 7: o Largo do Pelourinho na Covilhã. 



Desenho 8: a prática do desenhar árvores: uma "escola"! 



Desenho 9: as torres S. Rafael e S. Gabriel e o C. Vasco da gama em Lisboa, um esquisso de cerca de 5 minutos, não mais, aguardando o comboio para a UBI na Covilhã.





Desenho 10: as torres S. Rafael e S. Gabriel e o C. Vasco da gama em Lisboa, um esquisso de cerca de 5 minutos, não mais, aguardando o comboio para a UBI na Covilhã; fixa-se o que se julga ser o essencial, em termos de perspetiva, volumes e sombras.





Desenho 11: um caderno que passa a ter vida própria!




Desenho 12:
A relação entre edifícios e verde urbano e a importância protagonista deste verde, a relação entre circulação de peões e de veículos motorizados, a disponibilidade de espaço e a própria arquitetura solar passiva dos edifícios e a muito assinalável qualidade arquitetónica e urbanística, são todas qualidades bem evidentes no nosso bairro modernista por excelência. Olivais Norte, em Lisboa (abraçado pelo Bairro da Encarnação).

Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.


Infohabitar, Ano XI, n.º 557
Esquissos rápidos – o caderno e os esquissos
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional

Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.


domingo, abril 19, 2015

529 - Os mesmos temas desenhados de diferentes maneiras

Os mesmos temas desenhados de diferentes maneiras

António Baptista Coelho






Últimas notícias:
O 3.º CIHEL recebeu 118 propostas de artigos, estamos, portanto, todos   de parabéns, e designadamente os organizadores.
 

Infohabitar, Ano XI, n.º 529

Os mesmos temas desenhados de diferentes maneiras

António Baptista Coelho


Editam-se, em seguida, alguns desenhos, todos eles realizados nas diversas zonas edificadas e ajardinadas do modernista bairro de Olivais Norte, em Lisboa, com o objetivo de se exemplificarem diversas maneiras de representar os mesmos temas (edifícios e árvores).







Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.


Infohabitar, Ano XI, n.º 529
Os mesmos temas desenhados de diferentes maneiras
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional
Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.