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segunda-feira, dezembro 31, 2012

421 - Temas do 2.º CIHEL e 1.º CCRSEEL - as 137 comunicações já entregues sobre: habitação, cidade, território e desenvolvimento - Infohabitar 421

Infohabitar, Ano VIII, n.º 421

Renovando-se os votos de um Bom 2013, edita-se como último artigo de 2012 uma apresentação dos conteúdos específicos a abordar no 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço lusófono - 2.º CIHEL - que abordará a temática integrada da "habitação, cidade, território e desenvolvimento", Congresso ao qual se associou o 1.º Congresso CRSEEL - Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono; considera-se que este documento de divulgação constitui o melhor testemunho do grande interesse deste evento e das suas atividades associadas, que decorrerão com base no LNEC na semana de 11 a 15/16 de março de 2013,

O editor do Infohabitar






Temas do 2.º CIHEL e do 1.º Congresso CRSEEL - as 137 comunicações já entregues sobre: habitação, cidade, território e desenvolvimento
António Baptista Coelho e Anabela Manteigas

O "desenvolvimento do território, da cidade e da promoção habitacional", no âmbito da lusofonia, são os grandes temas a discutir no 2.º CIHEL, um congresso internacional que foi da iniciativa do Grupo Habitar - Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional e que nesta sua segunda edição é organizado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, de 13 a 15 de março de 2013, com a essencial participação de um amplo leque de entidades e associado a outras atividades, entre as quais um Workshop em 12 e 13 de março.

Enriquecendo-se o leque temático e a dinâmica organizativa deste evento, a ele se associou o 1.º Congresso CRSEEL - Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono, promovido pelo Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

O 2.º CIHEL tem o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, é presidido pelo Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e conta já com importantes apoios, designadamente, de Portugal, de Angola e do Brasil, bem como de associações profissionais da lusofonia; apoios constantes no artigo: http://infohabitar.blogspot.pt/2012/12/2-cihel-habitacao-cidade-territorio-e.html

O 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL - vai reunir no Centro de Congressos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), um conjunto alargado de congressistas dos nove países lusófonos e um importante leque de conferencistas, empresários e responsáveis institucionais, com o objectivo de divulgar e discutir conhecimentos, e também de se constituir um fórum sociotécnico transnacional e falado em português, dirigido para a construção de laços fortes e duráveis de cooperação técnica e económica na respetiva grande área temática, seja pela realização em outros países da CPLP dos próximos congressos, seja pelo desenvolvimento continuado de outras atividades com forte caráter prático e utilidade socioeconómica.

Salientam-se as seguintes atividades associadas ao Congresso e realizadas na mesma semana de 11 a 16 de março de 2013:

. 1.ª reunião AICEP/CECP/CIHEL/IT (com um grupo de empresários lusófonos e inscrições por convite);
. 1.º Workshop CIHEL, apoiado pela AICEP, pela SECP e pelo Instituto do Território/IT (inscrições em conjunto com Congresso);
. Exposição de entidades e empresas em pequenos stands disponíveis no átrio do Centro de Congressos do LNEC;
. inauguração de um portal informático lusófono, desenvolvido pelo Instituto do Território e pelo LNEC sobre os temas do congresso;
. reunião técnica promovida pelo Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP) no pós-congresso (em estudo).
. visitas técnicas na zona de Lisboa (em estudo).

Neste artigo inicia-se a divulgação pormenoizada dos temas e das subtemáticas a tratar no 2.º CIHEL em 137 comunicações já entregues, cujos títulos e autorias são em seguida registados, e que se distribuem pelas seguintes secções:

a) programas e políticas urbanas e habitacionais;
b) cidade habitada, território e ambiente;
c) da urbanidade no espaço público à cidade informal;
d) o habitar nas comunidades rurais;
e) da habitação de interesse social à diversificação tipológica;
f) integrar a reabilitação urbana e habitacional;
g) sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção;
h) práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional.

Pela grande riqueza técnica, científica e socioeconómica dos trabalhos já entregues, patente nos seus respetivos títulos, pelo conjunto de palestras que estão ainda em fase de convite e preparação (e em breve divulgadas) e pelo conjunto de atividades associadas, julga-se que para muitos técnicos, industriais, investigadores, empresários, e outros decisores será importante a participação no 2.º CIHEL, com inscrições abertas no site do Congresso, em http://2cihel.lnec.pt/2cihel.html ; lembra-se ainda que a frequência conjunta do workshop e do Congresso tem condições especiais para estudantes; incluindo-se os arquitectos recém-licenciados e a realizarem a formação obrigatória - o conjunto Workshop e Congresso representa um total de 8 créditos de Formação em Temáticas Opcionais de ingresso na Ordem dos Arquitectos.

Em seguida apresenta-se, para cada secção temática, a listagem das comunicações completas já entregues e atualmente em fase de preparação editorial (livro de resumos e outras intervenções, mais CD com comunicações completas); salienta-se que estas listagens são ainda provisórias e estão organizadas pela ordem de chegada dos respetivos resumos ao secretariado, podendo haver ainda alterações, seja por entrada de comunicações de "última hora", seja por mudança de tema/secção de algumas comunicações, seja, ainda, por eventual não integração de alguns dos trabalhos na edição do livro e CD do Congresso, por ausência de alguns dos elementos solicitados aos autores e que não sejam entretanto disponibilizados pelos mesmos.

Regista-se também, que todas as comunicações serão apresentadas oralmente (em períodos máximos de 15 minutos cada), em sessões simultâneas que serão devidamente estruturadas, procurando-se associar em cada uma delas perfis temáticos e/ou de abordagem semelhantes, de modo a proporcionar-se aos assistentes/congressistas uma experiência o mais útil possível; uma possibilidade de estruturação será, por exemplo, para cada secção/tema uma subdivisão das respetivas comunicações em uma ou nas várias seguintes facetas: (i) apresentação de avanços e aspetos relevantes nas teorias, conceitos e práticas; (ii) divulgar estratégias e metodologias de intervenção (planeamento, análise e diagnóstico, projeto, obra); (iii) discutir as questões económicas e as ligadas à garantia de qualidade e ao enquadramento legal, administrativo e financeiro; (iv) apresentar e analisar casos de estudo e boas práticas.





a) Programas e políticas urbanas e habitacionais

Com o Tema/Secção Programas e políticas urbanas e habitacionais visa-se:

• a apresentação e a discussão de programas e políticas urbanas e habitacionais associadas à temática do congresso;

• considerando as políticas públicas e sectoriais e a importância da reabilitação e da gestão;

• considerando uma realidade marcada, frequentemente, por necessidades críticas e por reduzidos meios de ação;

• e tendo em conta uma perspetiva associada ao desenvolvimento da sociedade e aos amplos objetivos de sustentabilidade.

O Tema/Secção a) conta neste momento com 24 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

A001 Habitação social e mobiliário mínimo, Carolina Palermo, Maria Pezzini e Felipe Prazeres

A004 Processos participativos em planeamento urbano e habitacional: O Programa Local de Habitação (PLH) e os Bairros/Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP), João Carlos Afonso, Miguel Brito e Miguel Silva Graça

A005 Programa Minha Casa Minha Vida: uma avaliação do ponto de vista dos clientes e construtoras, Hércules Nunes de Araújo, Eliton Almerindo Cardoso e Magnum José Ramos

A006 Setúbal Nascente, Visões no Tempo da Incerteza, Ana Roxo Luis Carvalho e Jorge Gonçalves

A008 A gestão dos resíduos sólidos em Salvador, Bahia, do século XVII até o século XX, Rosana Muñoz

A009 Habitação de interesse social, desenvolvimento municipal e sustentabilidade urbana no sul do Brasil, Rosa Maria Locatelli Kalil, Adriana Gelpi, Diandra Maron TaniseSpielmann, Andreas Mocelin e Gabrielli Grassi Thums

A010 Habitação em área central: Problemas, políticas e propostas, Ligya Hrycylo Bianchini e Maria Cristina da Silva Schicchi

A012 Caminhos da habitação social, Maria Carminda Caria

A013 Assentamentos precários e megacidade: o caso de São Paulo, Eliane Roberto e Leandro Medrano

A014 Morfotipologias habitacionais a nível nacional: para uma política de habitação territorializada, Teresa Sá Marques, Fátima Loureiro de Matos, Paula Guerra e Diogo Ribeiro

A015 Limites e Potencialidades da Assistência Técnica Gratuita para Habitação de Interesse Social, Ana Paula de Moraes, Aline Werneck Barbosa de Carvalho, Geraldo Browne Ribeiro Filho e Túlio Márcio de Salles Tibúrcio

A016 Uma reflexão compreensiva e prospectiva da habitação nas metrópoles de Lisboa e Porto, Teresa Sá Marques, Fátima Loureiro de Matos, Paula Guerra e Diogo Ribeiro

A017 Muita arquitetura, alguma política: considerações sobre novas e velhas práticas nas urbanizações de favelas em São Paulo - Brasil, Magaly Marques Pulhez e Heloísa Diniz de Rezende

A020 O lugar dos colonatos no processo de colonização portuguesa em Angola: o caso da Cela, Maria Manuela da Fonte

A021 Mudanças nas estruturas de provisão da moradia econômica nas décadas de 1990 e 2000: as cooperativas habitacionais autofinanciadas na Região Metropolitana de São Paulo, Carolina Maria Pozzi de Castro

A023 Programa “Minha Casa, Minha Vida”: perspectivas da política habitacional brasileira, Natália Patrícia Tenório Bezerra

A026 A construção da habitação social no Brasil: uma política pública vinculada ao mercado imobiliário, Lúcia Zanin Shimbo

A032 Onde mora o emprego? Metropolização e regionaalização do planeamento habitacional - medidas de eficiência e equidade, Theresa Carvalho Santos e Henry Cherkezian

A033 O programa habitacional minha casa, minha vida: o caso do aglomerado Sarandi-Maringá - Brasil, Beatriz Fleury e Silva e Ricardo Dias Silva

A035 Quinta da Vitória, Loures – um estudo de caso para repensar os realojamentos, Hélia Bracons Carneiro e Rita Cachado

A036 A produção recente de habitação social no Brasil: o papel do Estado e da sociedade civil no delineamento das políticas de habitação, Gabriel Rodrigues da Cunha e Miguel Antonio Buzzar

A040 A solução habitacional cooperativa em Portugal: três décadas de casos de referência, potencialidades e situação actual, António Baptista Coelho e Manuel Tereso

A041 Do projecto de reabilitação de edificios habitacionais ao projecto de reabilitação emocional - REHABITA, Susana Sanches Mourão

A042 De proprietário(s) a desalojado(s): mudanças em tempo(s) de crise, Margarida Pereira e Isabel Pato






b) Cidade habitada, território e ambiente

O Tema/Secção Cidade habitada, território e ambiente tem como principais objetivos:

• aprofundar e discutir as ligações entre ambiente, acessibilidades numa perspetiva multimodal, território, paisagem e uma cidade viva, que se deseja possa ser dinamizadora de um desenvolvimento sustentável, coerente e integrado e aliado da paisagem natural;

• desenvolver a investigação e a formação sobre a cidade e a evolução do habitat humano, tendo em conta o "novo" mundo urbano, de megacidades e megaperiferias;

• considerar a cidade como espaço de vida, de cultura, de vitalização territorial, para a competitividade e coesão social e territorial;

• e ter em conta os equilíbrios cidade-campo, cidade habitada e cidade industriosa, e mundo urbano dinâmico –ambiente adequado, considerando também as estratégias de adaptação e mitigação face a riscos naturais e tecnológicos.

O Tema/Secção b) conta neste momento com 20 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

B005 Optimist suburbia – o início da metrópole contemporânea. Leitura critica sobre a configuração urbano-arquitetonica da periferia norte da cidade de Lisboa, Bruno André Macedo Ferreira

B006 Monitorização de processos de execução urbanística, Carina Pais e Jorge Carvalho

B008 Do abstrato à conciliação: a construção da cidade no tempo, Lizete Maria Rubano

B010 Urbanidade e projeto na arquitetura paulista contemporânea, Leandro Medrano e Luiz Recamán

B011 Programa minha casa minha vida e o processo de fragmentação espacial e diferenciação social da cidade Natal/RN-Brasil, Tamms Maria da Conceição Morais e Angela Lucia Ferreira

B012 Dificuldades urbanas no esquema arquitetônico desenvolvimentista brasileiro: São Paulo, Luiz Recamán e Leandro Medrano

B013 Representação social da moradia no centro da cidade do Rio de Janeiro, Mauro Santos, Helga Santos, Wilder Ferrer e Paula Peret

B014 A ideia de “habitação”, Pedro Marques de Abreu

B018 Rotas saudáveis para cidades mais saudáveis, Paulo Ribeiro e José F.G. Mendes

B019 Copa do Mundo 2014 e política habitacional: planejamento estratégico metropolitano e dinamização do mercado imobiliário, Germana Maria Santiago de Mello

B021 A deseconomia urbana resultante do binômio: expansão periférica e a implantação de conjuntos habitacionais pelo poder público no município de Ribeirão Preto no período 1970 a 1990, Rose Elaine Teixeira Borges

B023 As cidades no contexto de uma economia verde, Eduardo Jorge Simões Ganilho

B026 Uma conceção sobre os vazios urbanos e a reabilitação do natural: de espaços intersticiais a zonas de lazer e transição, João Lutas Craveiro e Isabel Duarte de Almeida

B027 Energia solar: fator no processo de planeamento da cidade, Francesca Poggi e Miguel Amado

B028 Regeneração da cidade através do processo de reabilitação do património edificado, Miguel Amado, Helder Almeida, Maria do Rosário Ribeiro e António Gameiro

B029 Arquitectura sustentável em regiões quentes: o projecto SURE_África, Manuel Correia Guedes, Gustavo Cantuária, Klas Borges, Italma Pereira, Joana Aleixo e Luis Alves

B030 Os impactos urbanos e socioambientais da Copa do Mundo de 2014: Qual legado para a cidade do recife (Brasil)?, Ana Maria Filgueira Ramalho

B032 Favela – Planejamento e Gestão Urbana e Ambiental, Laurentina Menezes Valentim

B034 Uma abordagem jurídica: o lugar da protecção do ambiente no planeamento urbano, Francisco Noronha

B035 Análise estatística multivariada do consumo de energia e das variáveis espaciais, organizacionais e socioeconómicas a nível local e apoio à decisão, Lina Lopes, Sandrina B. Pereira, Anídio Costa e M. Graça Carvalho






c) Da urbanidade no espaço público à cidade informal

O Tema/Secção Da urbanidade no espaço público à cidade informal tem como principais objetivos:

• aprofundar as perspetivas de humanização do mundo urbano, como espaço bem habitado e equipado, tendo em conta diversos perfis de infraestruturação e as potencialidades do espaço público e dos serviços urbanos e sociais;


• desenvolver os aspetos de análise, reorganização, acupuntura urbana e preenchimento positivo da cidade, atendendo a fatores de segurança;


• considerar formas mais adequadas de reabitar o centro e reordenar periferias;


• e apresentar e discutir processos e ações de intervenção e reurbanização na "cidade informal", a promoção de um sentimento de pertença e a prevenção contra a criminalidade e as incivilidades.


O Tema/Secção c) conta neste momento com 10 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

C006 O papel do espaço público urbano nas áreas habitacionais: o caso da Grande São Luís – MA, Brasil, Débora Garreto Borges

C007 Maputo: inter-relação urbano-habitacional-social, David Leite Viana e Ana Natálio Sousa

C008 A reconstrução do espaço público em São Benedito, Vitória, Brasil, Bruno Bowen Vilas Novas e Clara Luiza Miranda

C012 Função social dos equipamentos públicos e comunitários em uma área periférica da cidade de Passo Fundo/RS/Brasil, Anicoli Romanini, Marcele Salles Martins e Giovani Meira de Andrade

C013 Processos participativos dos limites entre público e privado em habitações de interesse social, Lorena Maia Resende, Nirce Saffer Medvedovski e Sirlene de Mello Sopeña

C014 A construção de territórios habitacionais humanizados: o exemplo do jardim São Francisco em São Paulo, Raquel R. M. Paula Barros e Sílvia A. Mikami G. Pina

C016 Vila Martin Pilger: do diagnóstico ao projeto de urbanização e habitação de interesses social, Alessandra M. do Amaral Brito, Fábio Bortoli e Luciana Néri Martins

C017 Entre as formas de ocupação informal da cidade e o (re)pensar das práticas de urbanismo: contributos de uma antropologia do espaço, Marluci Menezes

C019 A Tensão Favela x Cidade. O caso do Rio de Janeiro, Luiz Antônio Machado da Silva

C020 Usos e conflitos no território urbano: o comercio informal e a ocupação do espaço público, Rogéria Campos de Almeida Dutra






d) O habitar nas comunidades rurais

Com o Tema/Secção O habitar nas comunidades rurais visa-se contribuir para a caracterização do habitar nas comunidades rurais,:

• considerado como padrão urbano determinante e vitalizador na organização das sociedades em desenvolvimento;


• considerado como processo emergente em contextos já mais estruturados;


• mas marcados por uma crescente sensibilidade sobre o ambiente;


• e associados a uma reinterpretação de velhos modos de vida e a matérias associadas à perspetiva do “regresso ao campo”.


O Tema/Secção d) conta neste momento com 2 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

D001 Novo conceito de urbanização – Kimbópolis, Ilídio Daio

D007 The rural studio: la arquitectura de las personas, Juan Andres del Toro Salas






e) Da habitação de interesse social à diversificação tipológica

O Tema/Secção Da habitação de interesse social à diversificação tipológica tem como principais objetivos:

• visar a discussão do direito, do acesso e do apoio à habitação e as práticas mais adequadas aos diversos atores sociais, institucionais e económicos associados à promoção habitacional; perspetivar uma diversificação e adequação estratégica das soluções habitacionais (da habitação à vizinhança);


• discutir opções de realojamento adequadas;


• considerar a relação entre soluções habitacionais, modos de vida e exigências funcionais e de conforto, tendo em conta velhas e novas formas de habitar, desejos e necessidades e relações entre família e vizinhança e entre vizinhança e cidade;


• e ter em conta as inovações nos modos de vida e o papel da integração das novas tecnologias na cidade e no espaço doméstico.


O Tema/Secção e) conta neste momento com 17 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

E001 Habitação de iniciativa pública em Luanda e Maputo: modelos de intervenção e impactes socio-territoriais no novo milénio, Vanessa de Pacheco Melo e Sílvia Leiria Viegas

E002 O “PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA” em CUIABÁ-MT-BRASIL: uma análise da qualidade dos projetos destinados às famílias de baixa renda, Louise Logsdon e Roberto de Oliveira

E003 Respostas ao problema habitacional brasileiro. O caso do projeto mora, Simone Barbosa Villa, Juliano Oliveira e Rita de Cássia Pereira Saramago

E004 Uma análise habitacional entre as culturas indígenas: kaingang e xavante, Alessandra Gobbi Santos, Claudia Viero Gaida, Cristhian Moreira, Kelly R. Dakan e Lucimery Dal Medico

E005 A arquitetura habitacional social brasileira: propostas assertivas e inovações no âmbito dos institutos de previdência estatais do século XX, Caliane Christie Oliveira de Almeida

E007 Intenções de projeto e relações socioespacionais na habitação social pós 25 de Abril, Rafaela Campos Cavalcanti e Luiz Manuel do Eirado Amorim

E009 Tipologias habitacionais urbanas sustentáveis: o caso do conjunto habitacional do Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Comerciários de Coelho Neto, no município do Rio de Janeiro, Brasil, Mario Elian e Angela Maria Gabriella Rossi

E011 A habitação plurifamiliar portuense na 1.ª metade do séc. XX. Produção arquitectónica: génese, transformação, adaptabilidade, Gisela Lameira

E012 Princípios metodológicos de racionalidade e diversidade tipolológica para o projeto da moradia de interesse social, Maria Angela de Almeida e Souza

E014 O uso da gramática da forma para análise de conjuntos habitacionais de interesse social no Brasil: o concurso “Habitação para todos”, Leticia T. Mendes e Gabriela Celani

E020 Sustentabilidade da Construção de Habitação Social com recurso a LSF, Inês Geraldes e Miguel P. Amado

E021 Evolução Flexível e Sustentável em Bairros Sociais, Catarina Correia e Isabel Imaginário

E023 Novas formas de habitar em contexto pós-catástrofe. O papel da arquitectura em intervenções de emergência, Jorge Marum e Maria Neto

E024 Redes de vizinhança em Alvalade: a importância do capital social no processo de transformação de um bairro de habitação de “interesse social”, Romana Xerez

E026 Habitação transformável: conceitos, aspetos e processos, Miguel Angel Vidal, Ligia Nunes e David Leite Viana

E027 A questão da regularização fundiária na cidade de Fortaleza e o caso da lagoa do Opaia, Rafaella Vasconcelos Albuquerque

E028 Acessibilidade de pessoas com restrições na habitação: Instrumento para avaliação de projetos, Gabriela Pereira e Carolina Palermo





f) Integrar a reabilitação urbana e habitacional

O Tema/Secção Integrar a reabilitação urbana e habitacional tem como principais objetivos:

• visar a relação entre habitar e reabilitar;


• considerando a múltipla importância do construir no construído e do preenchimento e da densificação no incremento de uma ampla sustentabilidade urbana, abrangendo ainda a questão dos vazios urbanos;


• considerar as principais ferramentas da reabilitação urbana e habitacional com destaque para as análises de habitabilidade;


• e perspetivar uma reabilitação urbana e habitacional vitalizadora, socialmente integradora, funcionalmente diversificada e valorizadora.


O Tema/Secção f) conta neste momento com 10 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

F001 Requalificação física do espaço público de conjuntos de habitação de interesse social - estudo para uma metodologia de análise do projecto de arquitectura, Cristina Pedrosa, Teresa Heitor e António Baptista Coelho

F002 A questão habitacional em Manhuaçu e a garantia de direitos de cidadania: uma equação possível?, Luciana Bosco e Silva, Ruteléia Cândida de Souza Silva e Roberto Vicente Silva de Abreu

F004 Do industrial ao residencial. O caso do armazém frigorífico de bacalhau de Massarelos, Ana Serrano, Teresa Valsassina Heitor e José Maria Lobo de Carvalho

F007 Património moderno e as obras particulares de Alfredo Ângelo de Magalhães em Ofir: uma leitura sobre a sua reabilitação, Tiago Bragança Borges e Ana Vaz Milheiro

F012 Análise de estratégias para a implementação da reabilitação urbana e salvaguarda do património vernacular, Alice Tavares, Aníbal Costa e Humberto Varum

F015 Previsão e impactos da densificação urbana, Vaneska Paiva Henrique, Benamy Turkienicz, Laura Azeredo, Paula Flores Bellé e Isadora Crescente Munari

F016 Seleção de regiões obtidas por analise multicritério, com o uso do Modelo MACBETH, Rodrigo Pereira Lersch e Benamy Turkienicz

F019 Programa Minha Casa, Minha Vida: Riscos, oportunidades e recomendações para a melhoria da qualidade arquitetónica e urbanística, João Branco Pedro

F021 A Realidade da Reabilitação em Portugal – Uma Abordagem Térmico-Energética, Débora Fernandes, Carlos Pina dos Santos e Paulina Faria

F022 Reabilitação sustentável em Marvão, Isabel Santos, Susana Ramalho e Tiago Gaio




g) Sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção

Com o Tema/Secção Sistemas, processos, tecnologias e materiais de construção visa-se, designadamente, o seguinte leque de objetivos temáticos, técnicos e científicos:

• a apresentação e a discussão de sistemas, processos, tecnologias e materiais direcionados para a construção nova e para a reabilitação habitacional e urbana;


• considerar e abordar os aspetos ligados à relação custo-benefício no que se refere aos respetivos temas e perfis de abordagem;


• ter em conta e aprofundar as matérias associadas à escassez de recursos e às técnicas e meios localmente disponíveis;


• terv em conta e aprofundar as matérias associadas à importante adequação em termos de conforto ambiental;


• considerar a ligação de todas estas matérias às diversas facetas da sustentabilidade – ambiental, económica e sociocultural.


Salienta-se que todas estas temáticas e designadamente os aspetos ligados à sustentabilidade ambiental na construção nova e na reabilitação ganharam expressão renovada e reforçada através da associação ao 2.º CIHEL do 1.º Congresso CRSEEL - Construção e Reabilitação Sustentável de Edifícios no Espaço Lusófono, promovido pelo Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

O Tema/Secção g) conta neste momento com 31 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

G002 Espuma PU de óleo vegetal na arquitetura: alternativa ecológica para isolamento térmico de sistemas de cobertura, Grace Tibério Cardoso, Francisco Vecchia e Salvador Claro Neto

G006 Habitação colectiva na África Lusófona. Projectar com os ventos dominantes, Ana Tostões e Jessica Bonito

G008 Determinação da relação custo/qualidade de uma habitação a partir do desenvolvimento do seu layout, Daniel das Neves Martins, Antonio Edésio Jungles, Roberto de Oliveira, Alessandra Rosa Izelli Martins

G009 Recuperação de fachadas azulejadas – argamassas para reaplicação de azulejos antigos, Sandro Botas, Rosário Veiga e Ana Velosa

G010 Caracterização de betão com terra para aplicação em construção modular prefabricada, Paulina Faria, Vitor Silva, Cátia Abreu e Catarina Pereira

G014 Contributo de um modelo de gestão do conhecimento para a construção sustentável, Mónica Vera-Cruz, António Grilo e Paulo Vaz Serra

G016 Metodologia de apoio ao projecto de arquitectura de habitação em madeira - Proposta de Investigação, Luís Morgado, Manuel Correia Guedes, João Gomes Ferreira e Helena Cruz

G017 As estruturas habitacionais em Angola no último século antes da independência, Miguel Pais Vieira

G018 Tecnologia vernacular vs tecnologia global. Desenvolvimento de uma metodologia de projecto, Júlio Londrim Baptista e Jorge Tavares Ribeiro

G019 A norma de desempenho e suas evoluções construtivas no Brasil, Fábio Martin e André Luiz Gonçalves Scabbia

G020 Parede eco-estrutural – solução modular para a construção de habitação sustentável a custos reduzidos, Tânia Lopes e Miguel P. Amado

G021 Fatores que influenciam a certificação energética de edificios habitacionais, Pedro Almeida

G024 Metodologia de avaliação de sistemas construtivos para habitações econômicas em contextos inovadores no Brasil, Sheila Walbe Ornstein, Khaled Ghoubar, Rosaria Ono, Fabiana Lopes de Oliveira, Walter Galvão, Márcio Minto Fabrício e Miguel Buzzar

G025 Projeto de arquitetura com base no conceito de desempenho, em software BIM, Anne Catherine Waelkens e Cláudio Vicente Mitidieri Filho

G026 Engenharia ou perfumarias: alternativas no interior da lógica construtiva, João Marcos de Almeida Lopes

G027 Uma metodologia sistêmica de solução de problemas construtivos: estudo de caso do reservatório de água superior em edifício residencial, White José dos Santos, Carla Vitor Paim e Antônio Cleber Gonçalves Tibiriçá

G028 O contributo das argamassas de barro para a qualidade do ambiente interior dos edifícios: O caso das argilas do sotavento algarvio, José Lima

G029 Habitação social pós desastre: Estudo de caso de Balneário Piçarras, SC, Alberto Lohmann e Fernando Barth

G030 Produção em larga escala de habitações: uma visão qualitativa a partir do sistema Light Steel Frame, André Luiz Vivan, Riberto Carminatti Júnior, Felipe Alfonso Huertas Ortiz e José Carlos Paliari

G031 Uso de tijolos de solo-cimento na construção de habitações de interesse social no município de Embu das Artes, SP, Brasil, Lilian Farah Nagato

G033 Método para avaliação de coberturas verdes, Fulvio Vittorino e Gianne Uchôa

G034 Sistema estrutural estaiado em madeira tipo árvore: uma nova abordagem projetual para habitação unifamiliar, Decio Gonçalves, Carlito Calil Junior e Francisco A. R. Lahr

G035 As superfícies ajardinadas como sistema diferenciador na habitação, Maria Manso, Ana Lídia Virtudes e João P. Castro-Gomes

G036 Contribuição da caixilharia exterior para a ventilação natural, João Carlos Viegas e Armando Pinto

G037 A experiência mineira do projeto e construção do centro de referência para o habitat sustentável e eficiência energética, Rosana Soares Bertocco Parisi e Glacir Teresinha Fricke

G038 Sistema tecnológico Tecnobagno para industrialização da construção de habitações no Brasil, André Luiz Gonçalves Scabbia e Leandro Amadio

G039 Arquitetura, tecnologia e transformação social na América Latina: grande escala, pequena escala, Maria Daniela Rosário Alcântara

G040 Requisitos básicos aplicáveis às soluções de construção industrializada para edifícios, José Miranda Dias, Manuel Baião e Maria João Falcão Silva

G043 Análise da regulamentação e das recomendações técnicas sobre iluminação natural em edifícios, António Santos

G044 Utilização de agregados provenientes de “RCD” e cinzas volantes não-conformes em argamassas não estruturais. investigação recente na FCT/UNL, Fernando Pinho

G045 Construção sustentável – Sistema de certificação lusófono, Pedro Sousa e Miguel Amado




h) Práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional

O Tema/Secção Práticas de investigação e intervenção urbana e habitacional tem como principais objetivos:

• perspetivar a adaptação das comunidades e dos habitantes às propostas urbanísticas e arqutetónicas;


• considerar o desgaste das soluções construtivas e a quantificação do investimento na manutenção;


• refletir sobre a evolução de usos e necessidades urbanas e domésticas;


• considerar a relação com os moradores e a respetiva participação;


• ter em conta a aplicação de diversos processos de análise da satisfação, com destaque para Avaliação Pós-Ocupação (APO);


• e visar a multidisciplinaridade na intervenção urbana e habitacional.


O Tema/Secção h) conta neste momento com 23 trabalhos entregues e a apresentar no Congresso e que são em seguida registados por título e autoria:

H003 Evolução social e transformação do espaço doméstico no bairro social do Arco do Cego em Lisboa: um estudo de um quarteirão de habitações unifamiliares reabilitadas em Lisboa, Cristina Brandão de Vasconcelos e Teresa Heitor

H004 Dispersão urbana e habitação de interesse social: ações interativas para ocupação planeada do território no Brasil e em Portugal, Mário M. S. Queiroz, M. de Lurdes P. M. Costa e Tânia B. Ramos

H006 Habitar e preservar: o desafio da comunidade de pescadores localizada em um dos maiores manguezais urbanos do país, a ZEIS Ilha de Deus em Recife, Brasil, Norah Neves e Daniela Mariz

H007 Dinâmica espacial urbana e potencial de atratividade: o caso de Santa Cruz do Sul/Rs, Niara Clara Palma, Axel Deeke, Alcione Talaska, Mariana Barbosa de Souza e Luciano Rosa de Souza

H009 A manutenção no processo de conceção de edifícios – modelo de apoio à decisão, Rui Calejo Rodrigues e Patrícia Fernandes Rocha

H010 Idosos vivendo em comunidade: a habitabilidade de residenciais para idosos, Siva Bianchi e Giselle Arteiro Azevedo

H011 Casas contemporâneas em Viçosa, Brasil: estudo das obras do arquiteto Paulo Francisco de Oliveira, Clarissa Ferreira Albrecht, Filipe de Araújo Vidal e Renata R. Nunes de Carvalho

H012 Uma análise das alterações realizadas na habitação de interesse social, Antônio Tarcísio Reis e Maria Cristina Dias Lay

H013 Efeitos da dimensão de conjuntos habitacionais no nivel de satisfação com a moradia e interação social dos moradores, Maria Cristina Dias Lay e Patrícia Prado Oliveira

H014 Condições de conforto térmico em unidades habitacionais na cidade de João Pessoa-Paraíba-Brasil, Flávia Maria Guimarães Marroquim, Elisângela Pereira da Silva, Luanna Damascena dos Santos e Raíssa Jardim Ferraz da Silva

H015 Construir cidade ou construir habitação: "Programa Minha Casa Minha Vida" no município de São Carlos, Miguel Antonio Buzzar, Angélica Irene da Costa e Juliana Cardoso Esteves

H017 Avaliação de sistemas construtivos em habitações econômicas em contextos inovadores no Brasil: a contribuição da APO, Rosaria Ono, Fabiana Lopes de Oliveira, Sheila Walbe Ornstein, Khaled Ghoubar e Walter José Ferreira Galvão

H020 A gramática do habitar mínimo: uma análise da habitação econômica no sul do Brasil, Rosirene Mayer, Eduardo R. Carneiro, José Pinto Duarte e Benamy Turkienicz

H021 Avaliação da manutenibilidade de sistemas construtivos inovadores em habitações sociais – metodologia e resultados, Iara Del’Arco Sanches, Márcio Minto Fabricio e Miguel Antônio

H022 Pensar o património moderno no Porto: intervenção e adaptação, Ana Tostões e Luciana Rocha

H023 Unidades de atenção primária à saúde: implantação e manutenção, Maria Aparecida Steinherz Hippert, Thiago Araújo e Mariana Coutinho

H032 O estado de conservação do parque de arrendamento nacional, avaliado no âmbito do regime de aumento extraordinário de rendas do NRAU, António Vilhena, João Branco Pedro e Jorge de Brito

H033 Identificação e hierarquização das caraterísticas físicas da zona de residência que podem influenciar um envelhecimento ativo, Carla Cachadinha

H035 Contribuições de um enfoque antropológico no lugar para a temática da requalificação habitacional. o caso da Cova da Moura, Júlia Carolino

H036 Sustentabilidade e habitação de interesse social: uma nova racionalidade?, Marcos Pereira Diligenti

H037 Conforto térmico adaptativo no setor residencial em Portugal, Luís Matias e Carlos Pina dos Santos

H039 Ambiente interior sustentável: Aspetos comportamentais do conforto em espaços interiores, Margarida Rebelo, Carlos Pina dos Santos, António Santos e Luís Matias

H040 Os desafios da política habitacional no Recife (Brasil), Ana Maria Filgueira Ramalho, Ronald Fernando Albuquerque Vasconcelos e Rosa Maria Cortês de Lima




Notas finais

Como breves notas finais de reflexão sobre o que se deseja que venha a ser o 2.º CIHEL, sublinha-se a importância de poder ter numa mesma semana e concentradamente no excelente Centro de Congressos do LNEC (bem integrado no dinâmico Bairro de Alavalade e localizado num óptimo pólo de acessibilidades):

- O muito rico leque de temas tratados e a apresentar em sessões simultâneas pelos autores das 135 comunicações já entregues, e que foram acima registados, possibilitando-se uma estratégica antecipação do principal conteúdo do Congresso; que será, agora, estruturado em sessões com temas/apresentações com idênticos objetivos e/ou subtemáticas, de modo a proporcionarem-se blocos temáticos bem definidos e úteis.

- Um conjunto de intervenções convidadas (pequenas palestras) realizadas por personalidades que estão a ser convidadas para o efeito e que marcarão os finais das tardes do Congresso.

- Uma estimulante e completa sequência de acções: iniciadas com a 1.ª reunião AICEP/CECP/CIHEL/IT (com um grupo de empresários lusófonos e inscrições por convite); continuadas com o 1.º Workshop CIHEL, apoiado pela AICEP, pela SECP e pelo Instituto do Território/IT (inscrições em conjunto com Congresso); rematando no próprio 2.º CIHEL e 1.º CCRSEEL que integra a inauguração de um portal informático lusófono, desenvolvido pelo Instituto do Território e pelo LNEC sobre os temas do congresso; e havendo ainda a possibilidade de uma continuidade dos trabalhos em visitas técnicas em Lisboa e numa reunião técnica promovida pelo Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP).

- E uma Exposição de entidades e empresas em pequenos stands disponíveis no átrio do Centro de Congressos do LNEC, que estará patente de terça feira a sexta feira; e onde se pretende que possa estar disponível ampla documentação sobre os temas do Congresso, para além de se estar a procurar contar com outro tipo de exposições, por exemplo, de divulgação de obras de referência realizadas no espaço da lusofonia.

Por tudo isto e pelo potencial sociotécnico, presente e futuro, deste aliciante conjunto de atividades, se considera que a presença no Congresso é plenamente justificada e pode ser muito vantajosa para os congressistas. Lembra-se que as inscrições estão abertas no site do Congresso, em http://2cihel.lnec.pt/2cihel.html , existindo condições especiais até 15 de janeiro de 2013, e para estudantes e arquitetos recém-licenciados a realizarem a formação obrigatória.

Notas editoriais:
(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.
(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.
(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.

Infohabitar a Revista do Grupo Habitar
Infohabitar, Ano VIII, n.º 421
Temas do 2.º CIHEL - as 135 comunicações já entregues sobre: habitação, cidade, território e desenvolvimento Editor: António Baptista Coelho
Edição de José Baptista Coelho





domingo, julho 01, 2012

400 - Um grande 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono; e o Infohabitar atinge o n.º 400 - Infohabitar 400

Infohabitar N.º 400

Vamos ter um grande 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono;
e o Infohabitar atinge o n.º 400

artigo de António Baptista Coelho



(fig. 01) Logótipo do 2.º CIHEL: a renovação do logótipo do CIHEL foi realizada, tal como aconteceu com o desenvolvimento do logótipo do 1.º CIHEL, no âmbito das atividades letivas do Curso Profissional de Técnico de Design Gráfico da Escola Secundária (ES) de Sacavém – uma ES que integra, habitualmente, numerosos alunos ligados a diversos países da lusofonia.

Numa altura em que o Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono e a sua segunda edição, começam a ter já uma fundamentação extremamente significativa, importava editar algumas palavras sobre o que constitui como prováveis principais potencialidades e objectivos deste Congresso.

Mas importa salientar que a referida "fundamentação extremamente significativa" a este 2.º CIHEL, que se regista, já, a mais de oito meses da realização do Congresso, tem a ver com seis frentes organizativas estratégicas que aqui se referem ainda de forma genérica, pois há já apoios perfeitamente definidos, mas que não podem ser divulgados, nesta data, porque a Comissão Organizadora não recebeu, ainda, os respectivos documentos oficiais:

(i) uma primeira frente refere-se à continuidade do apoio ao 2.º CIHEL por parte de entidades oficiais que tinham já apoiado o 1.º Congresso, e à ampliação deste apoio em termos de entidades oficiais com grande relevo institucional;

(ii) uma segunda frente refere-se ao importante apoio institucional que tem sido disponibilizado ao 2.º CIHEL - até à data 16 entidades académicas, de investigação e da sociedade civil divulgaram o seu apoio oficial ao 2.º CIHEL, contando-se entre elas importantes universidades do mundo da lusofonia;

(iii) uma terceira frente refere-se ao apoio ao CIHEL por parte de importantes entidades do mundo da lusofonia, com destaque para os Laboratórios de Estado dos PALOP, e de outros países ligados ao quadro da lusofonia, mas também de personalidades oficiais de diversos países lusófonos;

(iv) uma quarta frente refere-se ao actual desenvolvimento de um importante programa conjunto do Workshop pré-congresso e do Congresso, que conta já com apoios oficiais estratégicos e que proporcionará que o 2.º CIHEL se constitua num verdadeiro fórum sociotécnico sobre as temáticas do Congresso no âmbito do mundo da lusofonia - frente esta que muito deve a uma das entidades apoiantes e que será em breve devidamente divulgada;

(v) uma quinta frente corresponde à constituição de um conjunto amplo de comissões multi-institucionais que, conjuntamente com o Secretariado Permanente do CIHEL, irão assegurar uma forte dinâmica de continuidade e de utilidade social ao Congresso - comissões: de honra, consultiva, de dinamização internacional, organizadora e científica;

(vi) e, finalmente, uma sexta frente corresponde a uma adesão, julgada muito significativa, por parte de candidatos a congressistas, que, no final da primeira chamada de comunicações, que atingiu o muito significativo número de 178 resumos entregues.

Tal como se tem apontado e considerando que em diversos países da lusofonia se tem vivido, nas últimas semanas, um período difícil marcado pela conclusão de trabalhos académicos e pela realização de exames, haverá lugar, em breve, à definição de uma segunda chamada de comunicações; destacando-se, no entanto, que as candidaturas entregues na primeira chamada terão resposta da Comissão Científica no prazo previamente definido, que é 30 de julho de 2012.

Voltaremos, em breve à explicitação destas seis frentes estratégicas do 2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, divulgando-se, então as importantes entidades apoiantes e lembramos, desde já e em seguida, as temáticas que se consideram fundamentais abordar na semana de 11 a 15 de março de 2013 no Centro de Congressos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil em Lisboa - 11 e 12 de março, workshop; 13 a 15 de março, Congresso; prevendo-se, ainda, actividades complementares, a definir em breve.



Fig. 02: apoios institucionais ao 2.º CIHEL em finais de junho de 2012

Em primeiro lugar, sublinha-se que as matérias que deram origem ao Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono foram exactamente as mesmas que motivaram a criação do Grupo Habitar (GH), que nasceu em 2001, devido à vontade de muitas pessoas com diversas formações e práticas profissionais, discutirem e divulgarem matérias da habitação, do urbanismo e da qualidade de vida, abordando alguns dos principais problemas e dos aspectos qualitativos que caracterizam as nossas habitações, os nossos bairros e as nossas cidades.

E lembremos, já agora, que o GH nasceu em 2001, realizou já mais de 50 eventos técnicos e edita o Infohabitar, uma revista semanal que hoje mesmo atinge a edição nº 400, um número de artigos que se julga muito significativo e que corresponde a cerca de 4000 páginas ilustradas, em textos realizados por mais de 50 autores e distribuídos por mais de 30 temáticas, facilmente acessíveis em: http://infohabitar.blogspot.pt/2012/01/infohabitar-376-artigos-num-catalogo.html
E lembremos que o Infohabitar ultrapassou já, largamente, as 300.000 consultas de artigos - page-views.

Lembremos também, para que fique registado, que a ideia, feliz, da designação "CIHEL", decorreu de intensas reuniões da Comissão Científica do 1.º Congresso e teve uma "madrinha", a Arq.ª Ana Vaz Milheiro, que, a certa altura, desempatou várias possibilidades de nomes e de conjuntos de iniciais, fixando-se, assim, uma designação que teve logo apoio unânime dos presentes.

Já é tempo de se considerar que, por regra, o direito à habitação e, talvez meljor dito, a um habitar condigno, não é cumprido num qualquer alojamento mínimo, concretizado, por exemplo, num apartamento de um edifício sem qualidade arquitectónica e situado numa zona sem espaços públicos e vida urbana; porque o verdadeiro direito à habitação só é cumprido, em termos de um espaço habitacional verdadeiramente adequado, em termos quantitativos e qualitativos, considerando que, tanto se habita com agrado o espaço doméstico, como a vizinhança, o espaço público e a própria cidade. E não tenhamos dúvidas de que só assim se garante que não surgirão mais “bairros críticos” ou, julgo que melhor definidos, socialmente sensíveis.

Esta consideração, sobre o tema de um habitar que deve ser proporcionado numa perspectiva quantitativa e qualitativa muito cuidadosa, assume especial pertinência numa altura em que se desenvolvem planos para grandes números de habitações em vários dos países da lusofonia, e nesta ocasião julga-se que até proporcionar algo tão simples e eventualmente tão oportuno, como a divulgação, numa mesma língua comum, do que foram os maus exemplos de habitar e de habitação de interesse social e, preferencialmente, das características das boas ideias e experiências de habitação, vizinhança e cidade, são aspectos que podem ajudar, de forma determinante, a escolher bons caminhos em termos de um habitar mais adequado às pessoas, aos modos de vida específicos e ao fazer de povoações mais humanas, e e a evitar as más soluções, o que sem dúvida poderá significar uma vida melhor para muitas famílias e uma enorme poupança para o investimento público.

Será assim importante alargar o debate sobre a habitação e o habitar, em sentido amplo, a outras realidades sociais fisicamente distantes e marcadas por problemas distintos e específicos, mas realidades relativamente às quais temos uma sensibilidade especial, não só em termos de uma língua e cultura comuns, mas também em termos afectivos e culturais. E considera-se que a referida diversidade de problemas e contextos, que é muito marcante nas diversas regiões, bem distintas, que caracterizam o interior de grandes países como Angola, Brasil e Moçambique, mas também, por exemplo, nas diversas ilhas de Cabo Verde, não será um obstáculo significativo numa sociedade cada vez mais mundial, multicultural e instantaneamente servida por redes de informação; usemos, então, estas redes e, especialmente, esta nossa língua e cultura comuns, num sentido sistemático e positivo disseminando as acções de referência nestas matérias do melhor habitar para o maior número e do retomar do problema da habitação num século em que habitação e cidade têm de aprender a conviver de forma mutuamente favorável e mesmo necessariamente estimulante, numa aprendizagem que é inovadora, porque o homem tem quase 10.000 anos de pequenas cidades e talvez apenas pouco mais de 50 anos de megacidades, mas uma aprendizagem que pode e tem de trazer suplementos económicos, culturais e conviviais aos velhos e novos citadinos; pois afinal e tal como disse o poeta Konstantínos Kaváfis: "Chegarás sempre a esta cidade; Não esperes outra ..."

E há, na prática, uma semelhança real entre situações habitacionais em contexto de baixos recursos e de grande carência de alojamento, pois julgo que há problemas habitacionais recorrentes nos vários países da lusofonia e em muitos outros países do mundo, entre os quais se destacam, por exemplo: as condições mínimas de habitabilidade do espaço doméstico, bem abaixo de quaisquer níveis e condições razoáveis; as escolhas tipológicas sem qualquer sentido, fazendo-se edifícios altos quando seria preferível soluções de baixa altura; a doentia repetição de projectos-tipo que não servem nem populações específicas nem locais específicos; o esquecimento do papel fundamental de um exterior residencial agradável; a opção por soluções construtivas mal fundamentadas e sem qualidade; e a ausência de cuidados sociais prévios e de gestão posterior.

E parece ser possível afirmar que, infelizmente, todos estes tipos de problemas não escolhem realidades nacionais e geográficas específicas, tendendo a surgir, por regra, em todas elas e de forma crítica e designadamente quando se trata de habitação de interesse social.

Estas reflexões foram, em grande parte, apontadas no início dos trabalhos do 1.º CIHEL, que abordou, especificamente, a qualidade do habitat residencial promovido para populações com baixos rendimentos e mobilizando portanto recursos modestos, mas considera-se que elas mantêm total oportunidade nesta altura em que estamosjá com um 2.º Congresso bem lançado, e um Congresso que visa a discussão ampla da grande temática da habitação, da cidade, do território e de um o desejado desenvolvimento, que seja efectivo, mas também social, ambiental e culturalmente adequado.

E será talvez porque a reflexão sobre o habitar se constitui num novelo fundamental da reflexão sobre a cidade e o território, que conseguimos lembrar, tão bem, a perspectiva temática do 1.º Congresso nesta antecipação do segundo.

Outra matéria fundamental será sempre que devemos aproveitar, divulgar e discutir a experiência adquirida, em termos positivos e negativos, no que se refere a um adequado desenvolvimento territorial, citadino e residencial, não fazendo qualquer sentido irmos, agora, repetir, em outras realidades nacionais e geográficas, por exemplo os problemas que já foram sentidos, por exemplo em Portugal, no Brasil e talvez em Macau, de excesso de concentração de grupos sociais específicos, de segregação e estigmatização de determinados tipos de desenvolvimento urbano, de ausência de um pensamento adequado sobre as paisagens urbana e natural, de "autismo" funcional em termos de infraestruturas feitas mais para os veículos do que para os homens e de ausência de uma cidade activa e amiga, de repetição de maus projectos-tipo residenciais, de inadequação crítica entre modelos habitacionais e modos de vida, de ausência de cuidados de gestão integrada, de inadequação construtiva e em termos de durabilidade e manutenção das soluções.

Este é um 2º Congresso a que se deverão seguir outros sobre outros enfoques complementares e sobre temáticas do habitar, do habitat, da cidade, do território, do ambiente e do desenvolvimento, temáticas que tanto poderão ser especificamente arquitectónicas, como centradas, por exemplo, nas matérias sociais, construtivas, de gestão e económicas associadas à promoção do habitar; considerando-se, sempre, o habitar numa perspectiva completa de habitação, vizinhança, espaço público e integração numa cidade que dialogue bem com a sua paisagem de integração e o seu quadro social e económico.

A ideia de continuidade do Congresso Internacional Habitação no Espaço Lusófono (CIHEL) passa pela continuidade do projecto, no âmbito da dinamização do seu Secretariado Permanente, que sairá reforçado desta 2.ª edição, e passará pela migração do CIHEL para outras entidades organizadoras, outras cidades e outros países do quadro da lusofonia, condição esta vital para se cumprir a ideia de se dinamizar e alargar a discussão referida numa fundamental perspectiva sociotécnica, que deve ser marcada por uma essencial utilidade, e que só terá limitações no sentido de se programarem, pelo menos nas primeiras edições, sítios estratégicos em termos das condições oferecidas para os trabalhos, e onde seja possível juntar números significativos de técnicos e de responsáveis do habitar e do espaço urbano dos diversos países da lusofonia; e neste sentido de continuidade terá de haver, em princípio, notícias no final do 2.º CIHEL, tal como aconteceu no final do 1.º Congresso.



Fig. 03: o CIHEL é para continuar com dinâmica reforçada; imagens do 1.º CIHEL

Para concluir este texto, que marca o remate da 1.ª chamada de resumos/comunicações ao 2.º CIHEL, lembremos que neste Congresso iremos desenvolver uma abordagem ampla e multifacetada da temática “Habitação, Cidade, Território e Desenvolvimento”, considerada de grande oportunidade, numa altura em que se desenvolvem planos para elevados números de habitações e para a reurbanização de extensas áreas em vários dos países da lusofonia que se debatem com críticas carências habitacionais e de ordenamento urbanístico, e privilegiando-se a abordagem do habitar, num sentido amplo e correto, que considere as suas facetas quantitativas, qualitativas, urbanas, territoriais e ambientais, e o seu papel como meio vital de desenvolvimento socioeconómico dos respetivos países; os oito sub-temas para envio de resumos/comunicações são já bem conhecidos, e encontram-se apontados e minimamente desenvolvidos no site do 2.º CIHEL.



E como certas frases fazem a síntese de muitas ideias, citam-se, em seguida, alguns colegas.

Manuel Correia Fernandes escreveu sobre o 1.º CIHEL, no Jornal de Notícias de 8 de Agosto de 2010, e sob o título de “Um primeiro passo" referiu estarmos "em presença de um primeiro passo de uma «caminhada» que, em boa verdade, a dita «lusofonia» - e, sobretudo, Portugal – já devia ter iniciado há muito tempo" e sublinhou, depois, que "esta «lusofonia» não é uma simples questão de «língua» nem uma vulgar questão de tradições que se cruzam! Não, é muito mais do que isso! É toda uma cultura ..."

António Reis Cabrita referiu, quando das conclusões do primeiro congresso, que: “as realidades nos diferentes países são bem distintas mas a dimensão ontológica e universal da habitação e a similitude de muitas carências justificam a utilidade de uma aprendizagem mútua. Além disso, ela é feita neste caso sob a capa de uma língua comum e de alguma fraternidade cultural que a língua propicia.”

E juntou Khaled Ghoubar que: "a discussão da questão habitacional será muito bem vinda, ainda mais quando tratada dentro de um território transnacional, como será absolutamente natural dentro dos trabalhos do CIHEL. Esse caráter transnacional, unificado pela cultura portuguesa ... é a pedra fundamental na construção de laços mais fortes e duráveis de cooperação técnica e econômica de todos os tipos, não só a habitacional que aqui nos interessa como assunto central. Mas esta centralidade do tema habitacional do CIHEL jamais será exclusiva, pois o projeto habitacional envolve toda a gama de agentes sociais, políticos e econômicos para a sua concepção, execução e consumo ..."

O 1.º CIHEL foi, de facto, um excelente primeiro passo que nos fez acreditar serem possíveis muitos mais passos e passos muito úteis, e neste sentido estamos já a avançar decididamente num segundo passo, que desejamos possa ganhar uma significativa força estruturadora do caminho que se segue; e, para isso, todos somos poucos, e o 2.º CIHEL será o que todos conseguirmos que ele seja em termos de um grande e útil fórum sociotécnico, e, neste sentido, iremos procurar obter um máximo de apoios que ajudem a levantar um grande 2.º CIHEL no LNEC em março de 2013.


Notas editoriais:


(i) A edição dos artigos no âmbito do blogger exige um conjunto de procedimentos que tornam difícil a revisão final editorial designadamente em termos de marcações a bold/negrito e em itálico; pelo que eventuais imperfeições editoriais deste tipo são, por regra, da responsabilidade da edição do Infohabitar, pois, designadamente, no caso de artigos longos uma edição mais perfeita exigiria um esforço editorial difícil de garantir considerando o ritmo semanal de edição do Infohabitar.

(ii) Por razões idênticas às que acabaram de ser referidas certas simbologias e certos pormenores editoriais têm de ser simplificados e/ou passados a texto corrido para edição no blogger.
(iii) Embora a edição dos artigos editados no Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico, as opiniões expressas nos artigos apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores.


Infohabitar a Revista do Grupo Habitar

Infohabitar, Ano VIII, n.º 400

Editor: António Baptista Coelho

Edição de José Baptista Coelho


Lisboa, Encarnação - Olivais Norte