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quinta-feira, março 12, 2026

Convocatória da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH e outras atividades – Infohabitar # 968

Convocatória da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH e outras atividades – Infohabitar # 968

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 968

Edição: quinta-feira 12 de Março de 2026


Editorial

Caros leitores da Infohabitar, hoje, excecionalmente à quinta-feira, a nossa revista faz a divulgação da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH (8.ª AGGH), que decorrerá pelas 11,30h do sábado dia 28 de março de 2026, na Cooperativa Lordelo do Ouro no Porto, e da respetiva Ordem de Trabalhos.

Aproveitando-se a oportunidade e, agora, ultrapassando o conjunto dos associados do GHabitar, faz-se também a divulgação geral, para todos os interessados, de uma sessão sobre habitação que decorrerá na tarde desse mesmo dia 28, mas na Casa da Arquitectura em Matosinhos, e onde irão intervir membros do GHabitar.

Resumindo:

- 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH (8.ª AGGH), pelas 11,30h do sábado dia 28 de março de 2026, na Cooperativa Lordelo do Ouro no Porto; para os membros do GHabitar e eventuais interessados em aderirem à Associação.

- Mesa-redonda “Habitar a Cidade”, na Casa da Arquitectura em Matosinhos, pelas 16,00h do mesmo sábado dia 28 de março de 2026; uma iniciativa da Casa da Arquitectura no âmbito do programa paralelo da exposição “Arquitetura Política Desenhada. A propósito de Manuel Correia Fernandes” – um dos fundadores do GHabitar APPQH; evento para todos os interessados.

Lisboa, em 12 de março de 2026

António Baptista Coelho

Editor da Infohabitar, Presidente da MAG da GHabitar, investigador principal com habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC), doutor em Arquitetura (FAUP), Arquiteto (ESBAL)

 

 

Rua Armandinho, nº3 – Loja A, 1950-446, Freguesia de Marvila, Lisboa, NIPC 513040625

 

Importante: solicita-se que seja enviado recibo de leitura desta convocatória ao remetente

 

Convocatória da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH

Em cumprimento do disposto nos artigos 18º e 23º a 30º do Estatuto do GHabitar APPQH (GHabitar), e designadamente o nº3 do Artigo 26º do Estatuto do Ghabitar, convoco a 8.ª Assembleia Geral do GHabitar, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1 – Ponto de situação das actividades da Direção do GHabitar.

2 – Sínteses das tarefas realizadas pelo GHabitar no último ano e das atividades previstas para o próximo ano – com relevo para as sessões do Ciclo Cidade Aberta e para a preparação do 6.º CIHEL.

3 – Assuntos diversos.

A 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH será realizada pelas 11h.30 do sábado dia 28 de março de 2026, numa sala da Cooperativa Lordelo do Ouro, na Rua Professor Augusto Nobre, n.º 193.

Se à hora marcada não estiverem presentes metade dos associados, a Assembleia reunirá meia hora depois, às 12h.00, com os membros presentes, de acordo com o disposto no n.º 2 art. 30.º dos Estatutos.

 

Lisboa, Sede da GHabitar, 12 de março de 2026  

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

António Júlio Marques Baptista Coelho

 

Notas Importantes sobre a divulgação da Assembleia Geral :

Tal como é disposto no Artigo 29º dos Estatutos, esta convocatória é enviada por mail, com solicitação de envio de recibo, a todos os associados da GHabitar APPQH e é editada no Blog/Revista Infohabitar, Ano XXII, N.º 968, revista semanal – E-zine magazine, de 12 de março de 2026: http://infohabitar.blogspot.pt/; em qualquer dos casos com antecedência superior a 15 dias relativamente à realização da respetiva Assembleia Geral.

 

Convocatória da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH e outras atividades – Infohabitar # 968

 

Breves notas complementares:

- associada à 8.ª Assembleia Geral do GHabitar iremos tentar assegurar uma pequena visita ao Edifício da Cooperativa de Lordelo do Ouro, projetado por Álvaro Siza Vieira e concluído em 1963.

- Relativamente à Mesa-redonda “Habitar a Cidade”, na Casa da Arquitectura em Matosinhos, pelas 16,00h do sábado dia 28 de março de 2026, uma iniciativa da mesma Casa da Arquitectura, no âmbito do programa paralelo da exposição “Arquitetura Política Desenhada. A propósito de Manuel Correia Fernandes”; esta dirige-se a todos os interessados, apontando-se, em seguida, excertops retirados da respetiva divulgação:

Arquitetura Política Desenhada. A propósito de Manuel Correia Fernandes

Programa paralelo da exposição Arquitetura Política Desenhada
Arquitetura em Debate: Cidade, Território e Cidadania

28 MAR 2026, 16h
Mesa-redonda “Habitar a Cidade”
A presente crise da habitação é um problema urgente que afeta grande parte da população portuguesa. Se o diagnóstico é por muitos partilhado, as soluções apontadas para a sua resolução estão longe de ser convergentes. A própria Comissão Europeia apresenta medidas e propostas mais ousadas do que as que Portugal foi capaz de implementar nos últimos anos, entre a inércia e a burocracia. Esta mesa-redonda procura discutir possíveis estratégias para enfrentar a crise habitacional, entre o regresso do associativismo e dos modelos cooperativos, tão importantes na construção do parque habitacional nas primeiras décadas da democracia, e a mobilização dos fogos vagos ou devolutos no mercado de arrendamento.
Evento gratuito, sujeito à lotação do espaço.”

 

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Brevemente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

 

Convocatória da 8.ª Assembleia Geral do GHabitar APPQH e outras atividades – Infohabitar # 968

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 960 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1FGRm5wfskdl54Lf7BhoDTmojcBDiveSf/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXII, n.º 968

Edição: quinta-feira 12 de Março de 2026

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

quarta-feira, setembro 17, 2025

Da habitação ao Habitat – infohabitar # 949

Da habitação ao Habitat – infohabitar # 949

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 922 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1vw4IDFnNdnc08KJ_In5yO58oPQYkCYX1/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXI, n.º 949

Edição: quarta-feira 17 de setembro de 2025 

 

 

Editorial

Tal como foi referido desde há algumas semanas, continuamos a divulgar uma série de artigos realizados por novos autores ainda não editados aqui na Infohabitar e ligados à recente revitalização do GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional – antigo Grupo Habitar, uma associação técnica e científica sem fins lucrativos que tem estado a redinamizar a sua ação com diversas atividades por todo o País e que irão sendo aqui divulgadas, salientando-se, desde já, a sessão que terá lugar em Lisboa a 25 de setembro com as participações apontadas na imagem que se segue.

 


Temos, portanto, o gosto muito especial de passar, em seguida, ao artigo que nos foi enviado pela colega Conceição Melo, atual Vice-Presidente da Direção do GHabitar, a quem saudamos de forma muito cordial, texto este intitulado “Da habitação ao Habitat” e que constituiu a sua Comunicação apresentada no 16ª Congresso dos Arquitetos | Qualidade e Sustentabilidade: Construir o [nosso] futuro e na respetiva Sessão Setorial 3 – Habitação e Inclusão, que foi realizada em 3 de março de 2023, no Auditório do Teatro Micaelense, Centro Cultural e de Congressos, Ponta Delgada, São Miguel, Açores.

O texto é editado na sua versão completa, apresentada no referido Congresso; aproveitando-se, finalmente, a oportunidade para dar as boas-vindas à colega Conceição Melo ao grupo dos autores Infohabitar e, naturalmente, para lhe agradecer esta importante contribuição.

Aproveita-se para fazer uma nota prática importante, relativamente à RENOVADA disponibilização na margem direita da edição da Infohabitar de uma listagem ilustrada dos artigos mais lidos e respetivos links

Lisboa, 17 de setembro de 2025

António Baptista Coelho

Editor da Infohabitar



Da habitação ao Habitat – infohabitar # 949

Conceição Melo

 

 

1. Reflexão

“Segundo a OMS, as condições de vida, nas quais se inclui a habitação, contribuem 29% para as desigualdades em saúde das pessoas, uma percentagem superior à da prestação de cuidados de saúde (11%), por isso a saúde tem que estrar em todas as políticas. Diria até que uma política de habitação tem potencialmente mais impacto na saúde das pessoas do que mais médicos de família”. Declarações do médico João Magalhães ao jornal Expresso no artigo “Ilhas: o lado de lá da habitação digna”, publicado a 15 de julho de 2022.

Apesar de cada vez mais esta ser uma constatação evidente, haja em vista a experiência da pandemia, não estamos a tomar as medidas necessárias à sua resolução.

A resolução do problema da Habitação não se resume à resolução das situações de indignidade habitacional ( embora estas não se possam esquecer nem negligenciar). Não se pode continuar a tratar a habitação como um caso à parte e com programas circunstanciais e próprios. É necessário encarar de frente o problema, percebendo que o desafio é global, se estende a toda a sociedade e que implica a sua integração efetiva nas políticas territoriais.

As iniciativas relativas à habitação, por parte do Estado, por si só ou em conjunto com as autarquias, têm sido ao longo dos anos, na sua maioria, resposta a problemas prementes e/ou a estímulos exteriores (vejamos o mais recente caso do Plano de Recuperação e Resiliência - PRR), onde a urgência de não perder fundos, se sobrepõe à definição de políticas estruturais.

Este é um problema de fundo que respostas imediatas não resolvem. As respostas para hoje, têm que ser encontradas pensando no futuro e têm que ser integradas nas políticas territoriais.

 

2. Contexto legislativo

O (RJIGT), define o PDM como“o instrumento que estabelece a estratégia de desenvolvimento territorial municipal”, mas ao lermos o artigo 96º, que determina o seu conteúdo material, verificamos que, enquanto para as atividades industriais, turísticas, comerciais e serviços, o PDM exige a definição de estratégias, para a habitação é apenas necessário identificar e delimitar os programas na área habitacional. A habitação é, assim, um dado justaposto ao Plano e não um eixo estratégico que o determina. A meu ver, esta condição reflete, por um lado, a indeterminação da responsabilidade na governação desta matéria (cabe ao Estado, cabe às autarquias ou cabe ao mercado?) e, por outro, a falta de articulação entre as políticas setoriais e a sua dimensão de integração territorial. ( Este é um problema endémico do nosso ordenamento do território, exacerbado no caso da habitação).


 3. Sabemos que a Constituição determina que todos tem direito, “para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar”  O n.º 2 do artigo 65ª da Constituição atribui responsabilidade ao Estado Português. O Estado engloba o poder central e o poder local. Esta indeterminação justifica muito do estado atual (ainda agora como tudo se confunde:  O 1º direito, está centralizado no IHRU; O programa Maia Habitação ingere-se claramente nas competências municipais).

Mas constitui a Nova Geração de Políticas de Habitação e agora, o recente pacote + Habitação, uma oportunidade para integrar a Habitação nas políticas territoriais?

A Nova Geração de Políticas de Habitação inclui, entre outros, o programa 1.º Direito o Programa de Apoio ao Alojamento Urgente; e o Programa de Arrendamento Acessível, financiados pelo PRR, todos destinados a estratos sociais muito baixos.

Qual é a relação entre as Estratégias Locais de Habitação (ELH), documento de elaboração obrigatória pelos municípios para acesso ao 1º Direito, e as ORU’s?

Estão, em razão de localização, de tipologia de soluções, as propostas contidas nas ELH a contribuir para a concretização dos objetivos das ORU?

Foi essa condição tida em conta na elaboração, pelos municípios, e na aprovação pelo IHRU, das ELH´s?

Onde estão a ser construídos os fogos para arrendamento acessível?

Estas são questões que vão sendo postas nos diversos fóruns de discussão, cuja resposta, ainda que não expressa, nos leva à conclusão de que os instrumentos com impacto territorial são diversos e não estão coordenados e articulados, sendo a habitação o parente mais pobre das políticas territoriais, com todas as consequências que daí advêm.

A Habitação tem que ser mais! Tem que ser um recurso, que deve ser usado para a concretização de uma estratégia e de um modelo territorial, que qualifica o território por igual, contribuindo para a coesão social e territorial. E tem que ser um tema nobre na requalificação urbana. A habitação, ainda que dita social, não pode ser atirada para as periferias, para as sobras de loteamentos ou para terrenos de reservas de grande valor ambiental. O Direito à Habitação é o direito a uma envolvente equipada e qualificada.


4. A lei de Bases da Habitação – da habitação ao Habitat

É na LBH que se dá o salto. A LBH, constitui o “edifício” agregador das políticas, definidor da articulação de poderes e respetivas responsabilidades, que garantirá, quando for aplicada, o cumprimento do Direito Constitucional.

A implementação da LBH, tem como consequência a definição de uma Política Nacional de Habitação, assente no conhecimento efetivo da realidade, para a qual contribuem as Políticas Regionais e Locais de Habitação, que por sua vez são revertidas nos Instrumentos de Gestão Territorial (IGTs), nomeadamente nos PDMs. São as Cartas Municipais de Habitação, a realizar pelos municípios, o instrumento adequado para fazer a articulação dos diversos níveis, estatal, regional e local, da politica da habitação com o território, através dos PDM e de outros instrumentos de gestão ou de política territorial.

E é a Lei de Bases que alarga o âmbito do direito à habitação estendendo-o ao Habitat, incluindo-se nele a existência de condições de salubridade, segurança, qualidade ambiental, integração social, disponibilidade de espaços e equipamentos de utilização coletiva, contribuindo para a qualidade de vida e bem-estar dos indivíduos numa relação saudável e equilibrada entre homem e natureza. Neste sentido, a criação de condições de habitação é também uma oportunidade de regeneração dos espaços públicos e de criação de comunidades.


5. Qualidade

A LBH alia o direito à habitação ao direito a um habitat de qualidade. Hoje qualidade implica inevitavelmente, que o Habitat seja sustentável, responda e mitigue as alterações climáticas, seja eficiente energeticamente e garanta o bem-estar social. Por isso faz todo o sentido a iniciativa visionária da Comissão Europeia New European Bauhaus (NEB), assente no tripé: Beautiful, Sustainable and Together. Nunca o Habitat precisou tanto de inovação: inovação a projetar, a construir e a gerir. Bonito, Sustentável e com as Pessoas.

Inovação a projetar:

Incorporando as novas tecnologias, em particular o BIM, ferramenta com implicações em todo o ciclo de vida dos espaços construídos e essenciais na adoção da circularidade. Refletindo sobre os espaços de habitar, tornando-os mais inclusivos e adaptados à atual estrutura demográfica, com soluções que respondam à integração de idosos, por exemplo.

Optando pela reabilitação urbana, reduzindo assimetrias entre a cidade qualificada, inacessível à maioria das pessoas e a periferia desqualificada.

Explorando novos materiais e métodos construtivos que reduzam custos, energia e emissões de CO2.

Inovação a construir, garantindo qualidade na encomenda pública, optando por contratar bons projetos, privilegiando a qualidade em detrimento do menor preço. Ao construir estamos a criar património, que tem maior valor quanto mais durável e reutilizável na totalidade ou nas suas componentes for.

Inovação a gerir, apostando em métodos colaborativos, de partilha de informação em equipas multidisciplinares e intersectoriais.

Fomentando o associativismo e o cooperativismo, estudando e aplicando os bons exemplos que temos nesta área.

Aproximando os cidadãos das decisões, apoiando processos participativos que aumentam a consciência e responsabilidade social e ambiental e alteram comportamentos.

Consequência do que atrás foi dito, em particular das políticas centralistas e desfasadas dos problemas reais lêem-se neste mapa.

Há grandes assimetrias regionais, tanto pelo lado das carências como da capacidade de as resolver.

Segue-se Mapa de Aitor Varea Oro sobre carências habitacionais:

 

 

Esta reflexão leva-me a três conclusões/ necessidades:

Precisamos de mais partilha e georreferenciação da informação.

Os dados não podem estar na posse das instituições têm que ser partilhados. E ela existe!

A informação é importante para:

·       definir as estratégias (como podemos por no mercado casas devolutas se não sabemos se elas estão onde estão as necessidades?).

·       Territorializar as políticas

·       Encontrar as respostas.

·       Medir a execução e os resultados

·       Garantir a transparência e a confiança

Precisamos de Respostas Multinível, que integrem o local, (o regional)e o nacional:

O aumento de escala das políticas é essencial: como posso resolver os problemas habitacionais do Porto se não integrar os municípios envolventes? A integração dos municípios envolventes nessa estratégia implica uma governação regional. O que traz um problema por falta de legitimidade do nível de governação regional.

Respostas tecnicamente integradas/Criação de Equipas Multidisciplinares e Intermunicipais assentes nas associações de municípios

Tratar as diferentes componentes da habitação de forma integrada contrariando as políticas multifundos: como se pode tratar a eficiência energética, sem tratar a envolvente e a integração urbana e a qualidade espacial do fogo?

Criar brigadas a exemplo do SAAL, que integrem as diversas valências técnicas necessárias à resolução dos problemas que ultrapassam a dimensão do projeto técnico.

As questões jurídicas a par das sociais são muitas vezes os grandes óbices à resolução de problemas. Por isso estas brigadas têm que incluir necessariamente, assistentes sociais, juristas, engenheiros e arquitetos, para além de outras.

 

6. Mais Bairros Saudáveis / Cultura Territorial

A falta de qualidade da habitação e do habitat não se deve apenas à ausência de uma Política Nacional Habitação ou ao desinvestimento do Estado nesta matéria, deve-se também à falta de Cultura Territorial.

Esta debilidade, já identificada no Plano Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), manifesta-se não só nas instituições, mas também na população em geral, sendo disso exemplo o défice de associativismo, nomeadamente no campo da habitação, que se traduz na incapacidade de reivindicação do direito à habitação e à cidade.

É necessário mudar a cultura das instituições, abrindo-as a práticas multidisciplinares e colaborativas, arriscando uma atitude mais experimental e aplicada aos casos concretos. Práticas de natureza participativa, desde a sua preparação inicial à avaliação final da sua execução, nas quais pequenas verbas de dinheiro entregues diretamente às pessoas, organizadas em associações, podem fazer a diferença na melhoria das suas condições de vida e nos territórios. Esta é a marca distintiva, face aos instrumentos de financiamento mais comuns, que primam pela carga burocrática assente na desconfiança da utilização dos dinheiros públicos.


7.  A adoção da Agenda  para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável proporcionaram um enquadramento para reforçar as ações destinadas a melhorar a saúde e o bem-estar de todos e assegurar que ninguém é deixado para trás (…) Este relatório identifica cinco condições essenciais necessárias à criação e apoio de uma vida saudável para todos: serviços de saúde de boa qualidade e acessíveis, segurança nos rendimentos e proteção social, condições de vida dignas, capital social e humano e condições de trabalho e emprego dignas. São necessárias ações políticas para abordar todas as cinco condições.”(1)

 

Notas:

([1]) Tradução livre do “Healthy, prosperous lives for all: the European Health Equity Status Report “ da Organização Mundial de Saúde.

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações.

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.



Da habitação ao Habitat – infohabitar # 949

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 922 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1vw4IDFnNdnc08KJ_In5yO58oPQYkCYX1/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXI, n.º 949

Edição: quarta-feira 17 de setembro de 2025

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).

 

quarta-feira, setembro 10, 2025

O Papel da Arquitectura na Inclusão Tecnológica e na Sustentabilidade da Indústria da Construção – infohabitar # 948

O Papel da Arquitectura na Inclusão Tecnológica e na Sustentabilidade da Indústria da Construção – infohabitar # 948

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 922 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1vw4IDFnNdnc08KJ_In5yO58oPQYkCYX1/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXI, n.º 948

Edição: quarta-feira 10 de setembro de 2025 

 

 

Editorial

Tal como foi referido desde há algumas semanas, continuamos a divulgar uma série de artigos realizados por novos autores ainda não editados aqui na Infohabitar e ligados à recente revitalização do GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional – antigo Grupo Habitar, uma associação técnica e científica sem fins lucrativos que tem estado a redinamizar a sua ação com diversas atividades por todo o País e que irão sendo aqui divulgadas, salientando-se, desde já, a sessão sobre a importante temática da "Cooperação na Habitação" que terá lugar em Lisboa, no CIUL, pelas 17,00h do dia 25 de setembro com as participações apontadas na imagem que se segue.



 

Temos, portanto, o gosto muito especial de passar, em seguida, ao artigo que nos foi enviado pelo colega Bruno Baldaia, a quem saudamos de forma muito cordial, texto este intitulado “O Papel da Arquitectura na Inclusão Tecnológica e na Sustentabilidade da Indústria da Construção” e que constituiu a sua Comunicação apresentada no 16ª Congresso dos Arquitetos | Qualidade e Sustentabilidade: Construir o [nosso] futuro e na respetiva Sessão Setorial 2 - Repensar os recursos e adaptar para a casa comum. Materialidade Sustentável e Transição Digital, que foi realizada em 3 de março de 2023, no Auditório do Teatro Micaelense, Centro Cultural e de Congressos, Ponta Delgada, São Miguel, Açores.

O texto é editado na sua versão completa, apresentada no referido Congresso; aproveitando-se, finalmente, a oportunidade para dar as boas-vindas ao colega Bruno Baldaia ao grupo dos autores Infohabitar e, naturalmente, para lhe agradecer esta importante contribuição.

Aproveita-se para fazer uma nota prática importante, relativamente à RENOVADA disponibilização na margem direita da edição da Infohabitar de uma listagem ilustrada dos artigos mais lidos e respetivos links

Lisboa, 10 de setembro de 2025

António Baptista Coelho

Editor da Infohabitar



O Papel da Arquitectura na Inclusão Tecnológica e na Sustentabilidade da Indústria da Construção – infohabitar # 948

Bruno Baldaia

 

Introdução

A arquitectura que fazemos hoje em Portugal é, como todas as outras, o resultado do espaço de discussão, de confronto e de encontros, entre o desejo de uma coisa que se antecipa, de uma vontade necessariamente coletiva, e das condições para a sua concretização, sociais, económicas e técnicas. É assim desde que existe arquitetura e vontade de a construir. O nosso contexto específico é o de um esforço permanente de compatibilização entre uma universalidade de que sempre quisemos fazer parte e o de uma localidade que limita ou expande a nossa forma de estarmos no mundo em todas as suas escalas. Não é necessário entrar no mundo da arquitetura portuguesa para que alguém que não esteja familiarizado com a nossa cultura a possa compreender tanto como não é fácil integrá-la nos grandes movimentos que o universo cultural da arquitetura constrói sem o esforço de lhe reconhecer as suas especificidades. Este balanço construiu a identidade da arquitetura portuguesa e o seu reconhecimento internacional. Sem esse reconhecimento, de fora para dentro, tenho sérias dúvidas de que a profissão como um todo pudesse ganhar o espaço de afirmação cá dentro que hoje tem, e por isso, é fundamental reconhecer esse espaço e valorizá-lo em justa medida. Ao mesmo tempo devemos reconhecer que a arquitetura que por cá se faz é indissociável das condições técnicas para a sua execução – também existe uma identidade da construção portuguesa – e que isso a caracteriza ao longo da sua história. Por isso, olhar para o seu futuro implica também observar as suas condições locais e percebê-las como um filtro de tudo o que de universal vamos incorporando.

Os processos BIM, abertos ou fechados?

Os sistemas CAD promoveram uma alteração significativa no projeto de arquitetura, a sua avaliação precisa ainda está por fazer. Mas o que importa aqui abordar é o impacto que teve na relação entre a arquitetura e os processos construtivos. A primeira é uma ligação direta entre a mesa onde se projeta e a máquina onde se fabrica. Essa ligação tem dois sentidos, obviamente, o trabalho de investigação e desenvolvimento feito nas empresas é diretamente incorporado no projeto e, noutro sentido, o desenvolvimento de componentes no escritório entra de forma mais expedita nos processos de produção na fábrica. Simultaneamente a indústria da construção entrou num processo de alteração profunda, desde logo a reconfiguração das estruturas empresariais organizando-se em grandes conglomerados que começam a substituir a diversidade de soluções que encontrávamos antes. Existem grandes tendências e é importante perceber o que fazer com elas.

Os sistemas BIM prometem fazer aquilo que os sistemas CAD não completaram, e que é termos um levantamento do edificado, das suas características, disponível para que possamos intervir de forma mais precisa e efetiva na paisagem. Mas as características destes sistemas vão mais além. Não estamos a falar só da configuração, do desenho das intervenções, mas também da possibilidade de monitorizarmos todos os seus componentes desde que eles estejam inseridos numa rede de dados, num sistema que possa ser usado no projeto, na fábrica, e também nas instituições licenciadoras que passam a contar com uma ferramenta que nos dá acesso a tudo o que numa obra é quantificável. É por isso importante assegurar desde logo a participação da arquitetura e dos arquitetos neste processo.

Desde logo na forma como o sistema é montado, se ele segue as lógicas do projeto de arquitetura ou se segue outras. Se o léxico utilizado é o típico da arquitetura ou se ele vai ao encontro das engenharias, ou da indústria da construção. As ferramentas do programa serão no sentido do processo de conceção de arquitetura ou se vão noutros, se expandem as soluções ou se as afunilam. Se pertencem à nossa área ou se são um elemento exterior que teremos de incorporar na nossa prática.

Por outro lado, os dados que o Observatório da Arquitetura nos disponibilizam através do Inquérito aos Membros, recentemente realizado, mostram-nos uma organização dos arquitetos em organizações de pequena escala e com pouca capacidade de resiliência. E com poucas práticas colaborativas, em rede ou outras. Mesmo as equipas que trabalham em Câmaras Municipais ou outras instituições licenciadoras são, na sua grande maioria, de pequena dimensão e com uma grande variedade na capacidade de reter recursos técnicos. Por isso a questão da acessibilidade a estas novas ferramentas é essencial. A questão do software em núcleo aberto ou fechado ganha uma grande relevância. Como também ganha a importância em haver arquitetos a trabalhar nas empresas ou instituições que os estão a desenvolver. Como podemos ter a capacidade de caracterizar estes sistemas se não houver arquitetos envolvidos no seu desenvolvimento desde o início?

A fábrica é o estaleiro?

Temos observado recentemente um conjunto de grandes empresas do sector da construção a mobilizar recursos importantes na transição digital e na utilização dos novos sistemas que estão disponíveis ou em desenvolvimento. O PRR tem sido uma alavanca importante para tudo isto. Como sabemos tudo no PRR se constrói numa relação entre escala e tempo. Observamos uma tendência assinalável que tem a ver com a reconfiguração dos procedimentos na Obra. Cada vez mais a pré-fabricação ganha espaço e, a par dela, a modularidade. Tenho observado com alguma ironia as preocupações manifestadas pelo setor no que diz respeito à modularidade como um fator de limitação da criatividade na arquitetura. Na realidade só a construção em parede portante em betão dispensa a modularidade, no resto toda a história da arquitetura regista a presença da modularidade e da proporção na criação arquitetónica, por isso esta é uma questão que não se põe. Mas há outras alterações que são importantes. Uma delas é a deslocação do estaleiro da obra para a fábrica, e isto traz processos novos que é importante que todos consideremos. A Obra, tendencialmente, será quase totalmente parametrizável e operada por equipas especializadas e o tempo da obra reduzido. Tudo é mais antecipável e monitorizado e as soluções a utilizar são cada vez mais as certificadas, quer na resposta à legislação existente, quer às exigências que a sustentabilidade já está a impor e que o fará de forma cada vez mais intensa. Não nos podemos esquecer que a nossa indústria está entre as mais poluentes e com um impacto mais significativo no meio ambiente. Mas é igualmente importante preservar, até deste ponto de vista, a diversidade das soluções construtivas que devem ter como critério também a preocupação com a utilização de materiais, soluções e mão-de-obra local como forma de reduzir o impacto ambiental e também como forma de fixar recursos humanos, atividades produtivas e possibilidades de emprego em áreas em despovoamento.

Tendencialmente os arquitetos ocupam um lugar relativamente passivo na indústria da construção. Estão sobretudo a jusante em relação a ela: incorporam as soluções disponíveis, os materiais e os recursos. A prescrição é hoje um importante fator na indústria, os seus agentes procuram os arquitetos no sentido de lhes apresentar os seus produtos, talvez até mais do que ao cliente final. Existe o reconhecimento de que essa é uma decisão do projeto, o que é uma alteração em relação ao panorama anterior. Ainda assim, e pelo que atrás foi sendo descrito, é importante que os arquitetos ocupem um lugar a montante, participem de forma mais ativa nas soluções que a indústria pode apresentar e sejam capazes de trazer a todo este processo de transformação a sua formação, conhecimento e forma de operar, que é específico e diferenciado. A título de exemplo, simbólico, mais do que outra coisa, a OASRN tem levado a cabo uma iniciativa, o Prémio Arquétipo, que procura trazer ao encontro arquitetos e indústria, e com isso participar deste esforço de inversão de papéis, por assim dizer. As Universidades, as Empresas e demais instituições do Estado têm um papel seguramente mais decisivo e sobretudo mais robusto que é importante realçar, a arquitetura deve sair do seu reduto e alargar a sua atividade a todos os campos do setor que lhe diz respeito. Deve abraçar novas formas de exercício da profissão que são tão importantes como outras no desenho da paisagem que nos pertence a todos, sobretudo no grande processo de mudança que se antevê como próximo. Saibamos nós reivindicar e ocupar o nosso papel.

 

 

Notas editoriais gerais:

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(iv) Oportunamente haverá novidades no sentido do gradual, mas expressivo, incremento das exigências editoriais da Infohabitar, da diversificação do seu corpo editorial e do aprofundamento da sua utilidade no apoio à qualidade arquitectónica residencial, com especial enfoque na habitação de baixo custo.

 

O Papel da Arquitectura na Inclusão Tecnológica e na Sustentabilidade da Indústria da Construção – infohabitar # 948

Informa-se que para aceder (fazer download) do mais recente Catálogo Interativo da Infohabitar, que está tematicamente organizado em mais de 20 temas e tem links diretos para os 922 artigos da Infohabitar, existentes em janeiro de 2025 (documento pdf ilustrado e com mais de 80 pg), usar o link seguinte:

https://drive.google.com/file/d/1vw4IDFnNdnc08KJ_In5yO58oPQYkCYX1/view?usp=sharing

Infohabitar, ano XXI, n.º 948

Edição: quarta-feira 10 de setembro de 2025

Editor: António Baptista Coelho

Arquitecto/ESBAL – Escola Superior de Belas Artes de Lisboa –, doutor em Arquitectura/FAUP – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto –, Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo pelo LNEC.

abc.infohabitar@gmail.com

 Os aspetos técnicos do lançamento da Infohabitar e o apoio continuado à sua edição foram proporcionados por diversas pessoas, salientando-se, naturalmente, a constante disponibilidade e os conhecimentos técnicos do doutor José Romana Baptista Coelho.

Revista do GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE).