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quarta-feira, outubro 16, 2024

Breves reflexões finais sobre o 5.º CIHEL - Infohabitar # 916

Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

Breves reflexões finais sobre o 5.º CIHEL/Fazer Habitação – Infohabitar # 916

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 916

Edição: quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, de quarta a sexta-feira, no 5CIHEL, entre a Sede da Ordem dos Engenheiros e o Centro de Congressos do LNEC, divulgámos e discutimos o tema: “Fazer Habitação” no âmbito da lusofonia https://www.5cihel2024.org/pt/


Breves reflexões finais sobre o 5.º CIHEL/Fazer Habitação – Infohabitar # 916

 António Baptista Coelho (texto e parte das imagens)

(Fig. 0) Cartaz do 5.º CIHEL, Design: Puretugal Traditions

(Fig. 1) Logótipo do 5.º CIHEL, Design:  Puretugal Traditions

 

Pequena introdução explicativa

Caros amigos, caros leitores da Infohabitar, caros conferencistas ao 5.º CIHEL,

As breves notas de reflexão que se seguem foram escritas, “ao ritmo e sabor da tecla”, praticamente sem interrupções e cerca de uma semana depois do encerramento do Congresso; e desde já aqui se salienta não ter havido ainda, da minha parte, a capacidade (período de férias foi ainda curto) e o essencial e relativo distanciamento que proporcione um conjunto de reflexões mais desenvolvidas sobre o nosso último CIHEL.

Reflexões estas que, evidentemente, deverão resultar, na sua forma sedimentada, de um conjunto de opiniões e sugestões de vários colegas com destaque para os membros do Secretariado Permanente do CIHEL.

As imagens que acompanham o presente artigo não correspondem, ainda, a uma seleção das imagens existentes, mas apenas pretendem dar uma noção geral das atividades e dos trabalhos realizados.


 

(Fig. 2) Visita técnica ao Bairro Cooperativo do Vale Formoso de Cima (Lisboa).


1. Sobre a natureza do presente texto

Este texto não corresponde a uma síntese conclusiva sobre o presente e o futuro do Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono (CIHEL), que agora se encontra “no limbo” entre as suas cinco edições havidas e uma sua sexta edição já muito razoavelmente prefigurada; pois uma síntese desse tipo foi comunicada no encerramento do 5.º CIHEL e será, em breve, aqui devidamente apresentada e comentada em artigo específico da Infohabitar.

Este texto também não corresponde a um relato, ainda que muito global, dos assuntos abordados nas cerca de 120 comunicações apresentadas no 5.º CIHEL; relato este provavelmente difícil de ser feito , tendo-se em conta a riqueza, a diversidade e o elevado número de contribuições técnicas e científicas levadas ao Congresso; uma abordagem desse tipo será realizada, em tempo, aqui na Infohabitar, estrategicamente subdividida nas principais temáticas apresentadas ao Congresso (ex., Temas A, B, C e D).

E finalmente este texto também não faz justiça ao amplo número de pessoas e entidades que tornaram possível o 5.º CIHEL, endereçando-lhes os devidos agradecimentos, que constarão do referido artigo específico a editar na Infohabitar, visando-se o presente e o futuro deste Congresso.

Mas estas “breves reflexões finais” registam alguns aspetos que acabaram de ser apontados em termos de grandes áreas de comentário retrospectivo e prospectivo e fazem-no aproveitando a “capa” de “breves” reflexões finais para talvez deixar apontadas matérias, por vezes fugazes, e por vezes marcantes, que surgem sempre quando descansamos um pouco do trabalho de mais de um ano de preparação do Congresso e olhamos o respetivo futuro a curto e médio prazos.


 

(Fig.3 e 3') Abertura solene do 5.º CIHEL, com a presença da Senhora Secretária de Estado da Habitação, Arq.ª Patrícia Gonçalves Costa, na Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros em Lisboa; e Jantar do 5.º CIHEL no Restaurante da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros - imagens enviadas por membros do grupo WhatsApp GHabitar+.


2. O que parece poder ser o melhor que o CIHEL nos pode proporcionar

Este texto quer ser uma reflexão tão solta e criativa como minimamente metódica no sentido de fazer salientar o que parece poder ser o melhor que o CIHEL nos pode proporcionar no âmbito da lusofonia e dos estudos teórico-práticos sobre habitação, habitar, cidade e paisagem.

 

(Fig.4) Pequena feira do livro técnico no átrio do Centro de Congressos do LNEC: Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos, CMLisboa, Gecorpa, Argumentum e Livros Horizonte.

 

(i) Sobre as raras oportunidades para pensar e discutir sobre o habitar

Um aspeto que se considera ser muito, mas muito, relevante é que há, realmente, muito poucas oportunidades para divulgar, reflectir “em direto”, “dialogar e debater, em português, sobre as matérias do habitar - assim sintetizo as temáticas acima apontadas (habitação, habitar, cidade e paisagem) -, quando a importância URGENTE e SENSÍVEL  destas matérias não parece oferecer quaisquer dúvidas, seja, por exemplo, pela provada, “universal” e CRÍTICA falta de habitação adequada e qualificada “para o maior número” – sempre presentes as palavras de Nuno Teotónio Pereira -, seja pela essencial e vital reflexão que há que fazer entre os aspetos de carências no habitar , quantitativas, qualitativas e tipológicas – diversidade de carências estas que não se compadecem com narrativas burocráticas e pseudo-funcionalistas -, seja pela diversidade de perfis e inovação das carências e dos gostos de habitar que hoje e cada vez mais marcam a carência global de habitação em todo o mundo e no mundo lusófono em particular.

Realmente muito se fala, e ainda bem, de muitos e por vezes muito delimitados problemas que marcam o nosso bem-estar humano, mas sobre “o habitar”, algo tão importante que marca a vida de todos nós, quantos congressos? Quantos seminários? Quantas conferências? Quantas feiras técnicas? Quantas exposições temáticas? Quantas visitas técnicas? Quantos consensos científicos e técnicos? A resposta é incrível: quase nenhuns!

Mas por aqui não podemos ficar, ainda, caros leitores, pois se o habitar nos obriga e interessa a todos nós, habitantes, como é evidente ou deveria ser evidente: quantos desses eventos, que acabaram de ser exemplificados, quantos congressos e seminários, por exemplo, têm perfis adequados a um essencial contacto com “o habitante”, com a população e com os seus representantes? Provavelmente e com algumas e sempre relativas exceções mais eleitorais, nenhuns mesmo! E no entanto habitamos, e no entanto poderemos e poderíamos habitar melhor gastando o mesmo que gastamos, habitando pior, e por vezes até gastando menos e obtendo melhores condições de habitar iniciais e no dia-a-dia, por exemplo com uma verdadeira gestão de proximidade, profissional e razoavelmente participada.

Naturalmente que o CIHEL ainda não chegou a esta última e vital fronteira do combate pela qualidade do habitar; mas dissemos que estamos presentes, e dizemos, agora, que queremos estar mais presentes, de forma mais frequente, numa periodicidade mais marcada e sequencial, com uma maior diversidade de ações e desejavelmente com uma maior eficácia em termos de fazer passar para o grande público as nossas reflexões, preocupações e propostas de soluções.

 




(Fig.5, 5', 5'' e 5''') O desenrolar dos trabalhos no Grande Auditório do LNEC; algumas das imagens enviadas por membros do grupo WhatsApp GHabitar+.


(ii) A grande riqueza das abordagens científicas e técnicas sobre o habitar que são trazidas ao CIHEL

Um outro aspecto que consideramos muito relevante é a grande riqueza das abordagens científicas e técnicas sobre o habitar que são trazidas ao CIHEL pelas comunidades académicas e profissionais de muitos países da lusofonia, com natural destaque para Portugal, Brasil, Angola e Moçambique, mas já com excelentes incursões de outros países lusófonos de menor dimensão.

E esta riqueza tem de ser devidamente aproveitada e potenciada nas muitas inter-relações que são hoje em dia extremamente simplificadas pela WWW; nesta perspectiva poderemos, de certo modo, considerar o CIHEL como um “ponto de encontro”, ao vivo, que pode e deve atuar como dinamizador de contactos pessoais, profissionais e de investigação, que posteriormente poderão frutificar com ricas trocas de experiências e iniciativas de cooperação técnica e científica entre pesquisadores, técnicos que estão mais na prática, e equipas teórico-práticas.

E nesta matéria, à qual voltaremos em futuros artigos, importa sublinhar ainda, e pelo menos, dois sub-aspectos: o número muito significativo de pesquisadores e de estudos teórico-práticos que foram já veiculados nos cinco CIHEL já realizados, e que importará tratar adequadamente; e a condição de se começarem a salientar temáticas específicas de estudos com perfil teórico-prático e importância vital em termos do bem-estar humano e do bom ordenamento urbano, que estão presentes em abordagens oriundas de vários países lusófonos – e a questão da informalidade residencial e urbana é claramente uma dessas temáticas, que só tem a ganhar com a maximização da respetiva troca das melhores experiências e práticas.

 

(Fig.6) Reunião do Secretariado Permanente do CIHEL numa sala do Departamento de Edifícios do LNEC, cedida pela colega Eng.ª Rosário Veiga.


(iii) Sobre o pensar dos arquitectos sobre o Habitar

Ainda nesta matéria da grande riqueza das abordagens científicas e técnicas sobre o habitar que são trazidas ao CIHEL pelas comunidades académicas e profissionais de muitos países da lusofonia, deixa-se aqui um apontamento, que se considera de grande importância, e muito específico, e que também se liga à matéria abordada anteriormente – sobre a rarefação ou mesmo ausência de eventos que abordem a “tão pouco importante” matéria do habitar e os seus aspetos mais relevantes e críticos – mas neste caso no âmbito do pensamento específico que o projetista e/ou o teórico Arquitecto pode e deve ter sobre o habitar – de certo modo o que deve ser a sua “construção” teórico-prática de um bem-habitar, preparatória da respetiva ação prática.

Pensa-se, aqui, na questão relativamente “específica”, mas que se considera essencial, do desenvolvimento e da adequada  divulgação da pesquisa “puramente” Arquitectónica sobre a “Qualidade do Habitar”, capaz de ir sedimentando um conhecimento arquitectónico sobre a qualidade residencial, primeiro numa dimensão profissional tendencialmente consensualizada e depois numa vital dimensão de divulgação global aos habitantes; isto é o apoiar e privilegiar da reflexão ampla mas bem direcionada dos arquitectos, usando as suas ferramentas profissionais e as suas fontes teórico-práticas específicas, sobre as matérias do bem-habitar “a casa”, a vizinhança, a cidade e a paisagem, e tendo em conta uma outra dimensão paralela de uma idêntica reflexão dirigida para o habitar de baixo custo ou, melhor, com qualidade e custo controlados.

Como reflexão conclusiva sobre esta última matéria, julga-se que o CIHEL já entrou nestas “terras importantes mas mais desconhecidas”, que importa começar a aprofundar urgentemente, considerando-se que em futuros congressos tal matéria poderá vir a ser objeto de abordagens mais direcionadas; e isto aliás também se aplica a todos os temas tratados por exemplo neste último 5.º CIHEL, em que, naturalmente, cada um deles daria perfeitamente para ser abordado num congresso específico – mas como aconteceu um período demasiado amplo entre o 4.º e o 5.º CIHEL, em parte justificado pela pandemia, optou-se pela abordagem das quatro grandes temáticas das políticas habitacionais, dos modos de habitar, da construção e reabilitação e da promoção habitacional; em outros congressos, realizados com ritmo mais marcado, procuraremos ser mais direcionados nos temas a tratar.

 


(Fig.7 e 7') Fotografias de grupo de membros do Secretariado Permanente do CIHEL quando do 5.º CIHEL.


3. Sobre o presente e o futuro do CIHEL

O essencial destas “breves” reflexões sobre o CIHEL e o 5.º CIHEL já foi apontado, mas referem-se, em seguida, alguns aspetos do presente e do possível futuro que podem ser desde já evidenciados.

 

(Fig.8) Fotografia de grupo do Secretariado Permanente quando do 2.º CIHEL, que foi também organizado no LNEC - a imagem destina-se a registar a presença de muitos membros do Secretariado que não puderam estar presentes no 5.º CIHEL ou que estiveram nele presentes mas não surgem na respetiva imagem (Fig. 7 e 7').


(i) Estrutura organizativa

Um deles refere-se à estrutura organizativa do CIHEL, que terá de ser naturalmente melhorada e objeto de uma adequada reflexão e decisão, mas que aqui e desde já se comenta, considerando-se que:

- importará tentar garantir um apoio institucional incrementado que permita assegurar aspetos importantes nas edições havidas, como é o caso de um período mais amplo de encontro e troca de experiências (ex., a “Semana do 4.º CIHEL” que decorreu em duas cidades);

- um tal apoio institucional aprofundado poderá garantir ao CIHEL uma resiliência futura que dependa menos de participações a título puramente voluntário, ganhando-se talvez uma melhor estruturação organizativa e potencial de divulgação global na sociedade;

- estes aspetos têm também a ver com uma adequada dimensão mediática que o CIHEL tem de ganhar, também para cumprir boa parte dos seus objetivos em termos de utilidade social;

o papel do Secretariado Permanente do CIHEL – atualmente com perto de 100 membros – deve ser claramente desenvolvido, seja no apontamento de ideias de futuro, seja mesmo na respetiva concretização, visando-se, por exemplo, iniciativas nacionais e regionais apoiadas pelo CIHEL em geral, mas desenvolvidas com clara autonomia por membros locais do CIHEL e do respetivo Secretariado, mas também outras iniciativas que tirem partido das atuais tecnologias de comunicação através da WWW, como webinars e outros tipo de reuniões à distância (mas para tal há que ter uma estrutura mais profissional ainda que mínima, naturalmente);

- importa manter o CIHEL nos seus aspetos de independência e autonomia organizativa, de cada edição do Congresso, e desejavelmente numa perspetiva de equilíbrio financeiro de cada uma das edições, condição esta que se tem procurado assegurar desde o 1.º CIHEL;

- e finalmente, julga-se muito importante harmonizar uma estrutura organizativa melhorada com a manutenção do atual perfil de iniciativa claramente ao serviço do desenvolvimento do melhor conhecimento e das melhores soluções de habitar e sem fins lucrativos.

 


(Fig.9 e 9') O desenrolar dos trabalhos na Sala 3 do Centro de Congressos do LNEC - imagens enviadas por membros do grupo WhatsApp GHabitar+.


(ii) CIHEL, GHabitar e Infohabitar

Uma penúltima nota tem de ser feita:  (i) quer para a atual revitalização do GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional – GHabitar APPQH – que terá, brevemente, e após 20 anos de atividade, corpos sociais renovados e objetivos dinamizados, e isto é importante porque o CIHEL emana do GHabitar, embora tenha estratégica autonomia; (ii) quer para a prevista melhoria organizativa da Infohabitar, revista semanal – E-zine magazine – sobre o habitat humano ligada à GHabitar, cujas edições se aproximam do sempre “mágico” número 1000 e com mais de 100 autores publicados, também com quase 20 anos de edições, e cujo perfil técnico e científico pretendemos aperfeiçoar sem perder a atual dinâmica, mas ganhando na sua capacidade de divulgação e dimensão técnica e científica; (iii) quer, ainda, para manutenção e natural dinamização do GHabitar+, grupo WhatsApp criado há cerca de um ano e cuja discussão está diariamente viva, o que se considera ser importante, seja pela sua própria dinâmica, seja pelo apoio estratégico que proporciona às outras referidas iniciativas (CIHEL, GHabitar e Infohabitar).

 

(Fig.10) O desenrolar dos trabalhos na Sala 2 do Centro de Congressos do LNEC - imagem enviada por membro do grupo WhatsApp GHabitar+.


(iii) Agradecimentos gerais e essenciais

Como última nota e não dispensando um posterior e essencial agradecimento mais justo e amplo em termos pessoais e institucionais no que se refere ao apoio ao desenvolvimento do 5.º CIHEL, deixam-se aqui sentidos agradecimentos: ao amigo e Presidente da Comissão Científica do Congresso Prof. Eng.º Fernando S. Pinho, que me desafiou, há mais de um ano, para esta excelente aventura, e não fosse tal desafio nada teria sido feito, é um facto; à Ordem dos Engenheiros (OE) e à minha Ordem dos Arquitectos (OA) que tornaram possível este 5.º CIHEL; e aos amigos Arq.º Marco Lopes da OA e Dr. João Gens da OE, este na chefia de uma inestimável equipa da OE, que foram vitais para este Congresso.

E um sentido e fraterno agradecimento a todos os Congressistas do 5.º CIHEL, com uma atenção especial, naturalmente, para os membros do GHabitar e do Secretariado Permanente do Congresso e para as grandes delegações do Brasil e de Angola, que atravessaram o oceano para estarem presentes.

Bem-hajam todos e até ao próximo CIHEL e outras iniciativas associadas.

 

António Baptista Coelho

Coordenador do Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono


(Fig.11) Capas das Atas do 5.º CIHEL, Design: UNUBA


Notas editoriais gerais  do Infohabitar:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações. 

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

 


Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

5.º CIHEL/Fazer Habitação - 2 a 4 de outubro de 24, Lisboa - programa pormenorizado das sessões e comunicações e notas práticas importantes – Infohabitar # 914

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 914

Edição: quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Infohabitar

Editor:

António Baptista Coelho, Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)

abc.infohabitar@gmail.com

Edição:

Olivais Norte,  Encarnação, Lisboa;  e Casa das Vinte, Casais de Baixo, Azambuja.

A Infohabitar é uma Revista da GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação atualmente com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e anteriormente com sede no Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC.

Apoio à Edição: José Baptista Coelho – LisboaNotas editoriais gerais  do Infohabitar:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações. 

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

 

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Breves reflexões finais sobre o 5.º CIHEL/Fazer Habitação – Infohabitar # 916

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 916

Edição: quarta-feira, 16 de outubro de 2024

Em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, de quarta a sexta-feira, no 5CIHEL, entre a Sede da Ordem dos Engenheiros e o Centro de Congressos do LNEC, divulgámos e discutimos o tema: “Fazer Habitação” no âmbito da lusofonia https://www.5cihel2024.org/pt/

Infohabitar

Editor:

António Baptista Coelho, Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)

abc.infohabitar@gmail.com

Edição:

Olivais Norte,  Encarnação, Lisboa;  e Casa das Vinte, Casais de Baixo, Azambuja.

A Infohabitar é uma Revista da GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação atualmente com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e anteriormente com sede no Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC.

Apoio à Edição: José Baptista Coelho – Lisboa

terça-feira, outubro 01, 2024

5.º CIHEL JÁ EM MONTAGEM FINAL - Infohabitar # 915 (n.º Especial)

Tema geral: FAZER HABITAÇÃO

Ainda se pode inscrever no site e depois diretamente no próprio balcão do Centro de Congressos do LNEC; ex., quinta-feira de manhã, podendo assim ainda participar em todo o conteúdo técnico e científico do 5.º CIHEL, Tema A (Políticas) quinta manhã, Tema B (Modos de Habitar) quinta tarde, Tema C (Construção e Reabilitação) sexta manhã, Tema D (Promoção) sexta tarde.

(veja o programa detalhado , aqui mesmo, mais abaixo, nos últimos artigos do Infohabitar)


E já quase lá vão cinco!
Livros de Atas do CIHEL

Logótipos do CIHEL

Caros amigos e colegas,

O 5.º CIHEL já está (praticamente) a rolar, como podem ver, na porta do LNEC, Av. Brasil 101, Lisboa, e lá dentro com bancas de livros a serem montadas.

Lembra-se que as apresentações devem ser carregadas no slide desk onde há apoio técnico, e devem fazê-lo permitindo que os colegas que fazem as apresentações mais cedo (sessões às 9,00h) possam carregar os seus PPoint, com maior facilidade, dando-lhes prioridade!

E é essencial que cheguem bem cedo na quinta-feira no início dos trabalhos; cerca das 8,00h de modo a podermos estar a iniciar os trabalhos à hora marcada , 9,00h.

Abraços amigos e boas viagens, com cuidado,

O CIHEL está a chegar VIVA o CIHEL

António Baptista Coelho

(naturalmente esta semana e a próxima a Infohabitar tem "folga")




Imagens (de trabalho) do amigo e colega da OA Marco Lopes 

Segue-se o esquema da pequena "Feira do Livro" a ser montada: Livros Horizonte, Gecorpa, Caleidoscópio, Ordem dos Engenheiros, Ordem dos Arquitectos, Câmara Municipal de Lisboa




 

quarta-feira, julho 31, 2024

Fazer Habitação no Espaço Lusófono, 5.º Congresso CIHEL, Lisboa 2 a 4 outubro 24 – Infohabitar # 910

Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing 

 

Fazer Habitação no Espaço Lusófono, 5.º Congresso CIHEL, Lisboa 2 a 4 outubro 24 – Infohabitar # 910 


Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24


Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24


Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24


Infohabitar, Ano XX, n.º 910

Edição: quarta-feira, 31 de julho de 2024

Fig. 00: Cartaz do 5.º CIHEL, ainda a atualizar nas entidades apoiantes. Nota: o cartaz do 5.º CIHEL será em breve atualizado com o conjunto das entidades que apoiam o Congresso.


Em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, de quarta a sexta-feira, no 5CIHEL vamos divulgar e discutir o tema: “Fazer Habitação” https://www.5cihel2024.org/pt/

As quatro edições do Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono – CIHEL foram realizadas, entre 2010 e 2017: em Lisboa/ISCTE-IUL; Lisboa/LNEC, FCTUNL, CML; São Paulo/FAUUSP, FAUMACK e IAU-USP; e Porto, Covilhã, Fundão/CMP, UBI, CMF. Nestes quatro CIHEL sempre se defendeu que a qualidade e o bem-estar habitacionais dependem de aspetos quantitativos e qualitativos, aplicados ao espaço doméstico, à vizinhança, ao espaço público, à cidade e ao território, numa reflexão importante quando as carências habitacionais e urbanísticas continuam críticas no conjunto de países que partilham uma das línguas mais faladas no mundo.

Vamos então aproveitar esta importante base cultural e divulgar, discutir e trocar experiências e casos de referência residenciais e urbanos, com destaque para a sempre urgente e sensível promoção de habitação de interesse social. Importa, também, lembrar o que aprendemos no desenvolvimento de habitação de interesse social ao longo de cerca de um século de promoção, marcada por bons e maus exemplos, e, mais recentemente, em Portugal, durante cerca de 30 anos de dinâmica habitacional municipal, cooperativa e privada que nos deixou um excelente e recente conjunto de casos de referência habitacional e urbana. E se juntarmos a estas matérias a questão, atualmente urgente, do desenvolvimento de soluções dinamizadas de promoção, projeto e construção habitacional com qualidade e custos controlados, então estamos exatamente focados no tema do nosso novo 5.º CIHEL, que é: Fazer Habitação.




                                                                                  

Fig. 01: Entidades organizadoras e apoiantes do 5.º CIHEL no final de julho de 2024.


Sublinha-se o papel estruturante que a Ordem dos Engenheiros (OE) e a Ordem dos Arquitectos têm na realização deste novo Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, tendo sido nesta iniciativa acompanhada, desde logo, por outras importantes entidades.

Os congressos CIHEL foram sempre iniciados no âmbito do GHabitar – Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional (associação técnica e científica sem fins lucrativos).


Fig. 02: Secretariado Permanente do CIHEL e GHabitar, no Laboratório Nacional de  Engenharia Civil (LNEC),  13 de março de 2013; o 2CIHEL.


Próximas datas do 5.º CIHEL

.  18 de agosto (domingo): limite  entrega da versão final das comunicações revistas e limite para inscrições a preço reduzido.

.  2 a 4 de outubro de 2024 (quarta-feira a sexta-feira) 5CIHEL

E-mail: secretariado@5cihel2024.org


Comissão Executiva do 5.º CIHEL

  • António Baptista Coelho (Arq., GHabitar. IPH do LNEC, coord.)
  • António Carias de Sousa (Eng., Presidente do CDR Sul da Ordem dos Engenheiros)
  • Pedro Novo (Arq., Presidente da Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos)
  • Fernando Pinho (Eng., Coordenador do Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros)

Comissão de Honra do 5.º CIHEL

  • Eng. Fernando de Almeida Santos – Bastonário da Ordem dos Engenheiros
  • Arq. Avelino Oliveira – Presidente da Ordem dos Arquitectos
  • Eng.ª Laura Caldeira – Presidente do LNEC
  • Arq.ª Filipa Roseta – Vereadora da Habitação e Obras Municipais da CML
  • Sr. Manuel Tereso - Presidente FENACHE
  • Arq. Vítor Leonel - Presidente do CIALP 

  • Prof. António Reis Cabrita - LNEC, GHabitar e CIHEL
  • Prof.ª Camila D’Ottaviano - Universidade de São Paulo e CIHEL
  • Prof. Carlos Almeida Marques - ISCSP, CAPP, CIAUD e CIHEL
  • Eng. Carlos Pina - LNEC e CIHEL
  • Prof.ª Denise Antonucci - Universiade Presbiteriana Mackenzie e CIHEL
  • Sr. Guilherme Vilaverde - Ex-Presidente da FENACHE, CIHEL e GHabitar
  • Arq.ª. Helena Roseta - CIHEL
  • Prof.ª Inês Daniel de Campos - Universidade da Beira Interior e CIHEL
  • Arq.º Jaime Comiche - Universidade Eduardo Mondlane, Maputo e CIHEL
  • Dr. João Carvalhosa - Presidente do CECODHAS.P, GEBALIS e CIHEL
  • Eng.º José António Ferreira - Domus Social CMPorto e CIHEL 
  • Prof. Khaled Ghoubar - Universidade de São Paulo, GHabitar e CIHEL
  • Sr. Orlando Vargas - FENACHE, CIHEL e GHabitar
  • Prof. Paulo Tormenta Pinto - ISCTE-IUL,  GHabitar e CIHEL
  • Dr. Paulo Fernandes - Presidente da Câmara Municipal do Fundão e CIMBSE
  • Prof. Rogério Galante - UBI, GHabitar e CIHEL
  • Prof.ª Sheila Walbe Ornstein - Universidade de São Paulo e CIHEL
  • Arq. Vítor Reis - Ex. Pres. IHRU e CIHEL
  • Prof.ª Sofia Aleixo - Universidade de Évora e OA
  • Prof.ª Teresa Madeira - ISCTE-IUL e CIHEL
  • Arq.ª Teresa Valsassina Heitor - CIHEL, Arquitectura IST


O 5CIHEL decorrerá  em Lisboa entre o Auditório Principal da Sede da Ordem dos Engenheiros – abertura solene no final da tarde de 2 de outubro (após as visitas técnicas) e o Centro de Congressos do LNEC, onde decorrerão os trabalhos e a sessão de encerramento nos dias 3 e 4 de outubro.


Comissão Científica do 5.º CIHEL

A Comissão Científica do 5.º CIHEL é presidida pelo Eng. Fernando Pinho e conta com 97 membros

  • Prof. Fernando F. S. Pinho - Ordem dos Engenheiros | NOVA FCT (Presidente)
  • Prof. António Baptista Coelho -  LNEC, GHabitar
  •  
  • Profa. Ana Neyra Vasconcelos - LNEC
  • Prof. Alberto Reaes Pinto - Universidades Lusíada
  • Profa. Alice Tavares 
  • Prof. Álvaro Vale e Azevedo - LNEC
  • Profa. Ana Vaz Milheiro - ISCTE
  • Profa. Ana Velosa - Universidade de Aveiro
  • Arq. André Cunha Fernandes – GHabitar
  • Profa. Angélica Benatti Alvim - Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Prof. Aníbal Costa - Universidade de Aveiro
  • Prof. António Aguiar Costa - IST
  • Prof. António Cabaço - LNEC
  • Prof. António Leça Coelho - Universidade Lusófona
  • Prof. António Pinho Ramos - FCT - Unversidade Nova de Lisboa
  • Prof. António Santos - LNEC e GHabitar  
  • Prof. António Santos Silva - LNEC
  • Prof. António Vilhena - LNEC
  • Profa. Bárbara Rangel - F.E. Universidade do Porto
  • Prof. Bruno de Campos Baldaia - GHabitar
  • Profa. Camila D’Ottaviano - Universidade de São Paulo
  • Profa. Carla Marchão – FCT-UNL
  • Prof. Carlos Alho - Universidade de Lisboa
  • Prof. Carlos Almeida Marques - Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas da Universidade de Lisboa
  • Prof. Carlos Cruz - Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas da Universidade de Lisboa
  • Arq. Carlos Manuel Reis de Figueiredo - GHabitar
  • Profa. Carolina Palermo Szücs - Universidade Federal de Santa Catarina
  • Prof. Corneliu Cismasiu - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Profa. Cristiane Guinâncio - F.A. Universidade deBrasilia
  • Prof. David Leite Viana - GHabitar
  • Profa. Débora Sanches - Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Profa. Delta Silva - LNEC
  • Prof. Diogo Mateus - Universidade Lusófona
  • Prof. Diogo Ribeiro - Instituto Superior de Engenharia do Porto
  • Profa. Dulce Franco Henriques - Instituto Superior de Engenharia de Lisboa
  • Prof. Fernando Branco - Instituto Superior Técnico
  • Prof. Fernando F. S. Pinho - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Prof. Francisco Peixoto Alves – Universidade Lusíada
  • Profa. Graça Neves - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Eng. Henrique Filimone, ex diretor Laboratório Engenharia de Moçambique, UEM
  • Prof. Hipólito Sousa - F.E. Universidade do Porto Opção
  • Prof. Hugo Rodrigues - Universidade de Aveiro
  • Prof. Humberto Varum - F.E. Universidade do Porto
  • Prof. Ignacio Lombillo - Universidade da Cantábria
  • Profa. Ildi Cismasiu - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Arq. Ilídio Daio - Reconversão Urbana Cazenga e Sambizanga
  • Profa. Inês Daniel de Campos - Universidade da Beira Interior
  • Arqa. Inês Lobo – ex. coord da CTHabitação da OA
  • Profa. Inês Flores-Colen - Instituito Superior Técnico 
  • Prof. João Branco Pedro - LNEC
  • Arq. João Costa Ribeiro – ex comissário da CTHabitação da OA
  • Prof. João Gomes Ferreira - Instituto Superior Técnico
  • Prof. João Lanzinha - Universidade da Beira Interior
  • Prof. João Lutas Craveiro - LNEC
  • Prof. João Ramôa Correia - Instituto Superior Técnico
  • Prof. João Poças Martins - F.E. Universidade do Porto
  • Prof. João Viegas - LNEC
  • Prof. Jorge de Brito - Instituto Superior Técnico
  • Prof. Jorge Gonçalves - Instituto Superior Técnico
  • Prof. Jorge Grandão Lopes - LNEC
  • Eng. José Carlos Lino  
  • Prof. José Dinis Silvestre - Instituto Superior Técnico
  • Prof. José Granja - Universidade do Minho
  • Prof. José Luís Saldanha - ICSTE-IUL
  • Prof. José Manuel Catarino - LNEC
  • Prof. José Saporiti Machado - LNEC
  • Prof. Leandro Medrano - Universidade de São Paulo
  • Profa. Lúcia Leitão - Universidade Federal de Pernambuco
  • Profa. Lúcia Zanin Shimbo - Universidade de São Paulo
  • Prof. Luís Filipe Gonçalves Mendes - Universidade de Lisboa
  • Prof. Luís Soares Carneiro - Universidade do Porto
  • Prof. Manuel Correia Guedes - Instituto Superior Técnico
  • Prof. Manuel Duarte Pinheiro - Instituto Superior Técnico
  • Prof. Márcio Minto Fabrício  - Universidade de São Paulo
  • Arqa. Maria Conceição Melo - GHabitar
  • Profa. Maria Fernanda Rodrigues - Universidade de Aveiro
  • Engª. Maria João Falcão - LNEC
  • Profa. Maria Tavares - Universidade Lusíada
  • Profa. Marluci Menezes - LNEC
  • Prof. Miguel Azenha - Universidade do Minho
  • Prof. Miguel Pires Amado - Instituto Superior Técnico
  • Profa. Nirce Saffer Medvedoski - Universidade Federal de Pelotas
  • Profa. Paula Couto – LNEC - LNEC
  • Profa. Paulina Faria - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Prof. Paulo Lourenço - Universidade do Minho
  • Prof. Raimundo Mendes da Silva - FCT - Universidade de Coimbra
  • Profa. Rita Bento - Instituto Superior Técnico
  • Enga. Rita Moura - Teixeira Duarte
  • Prof. Romeu Vicente - Universidade de Aveiro
  • Profa. Rosário Veiga - LNEC
  • Profa. Sheila Walbe Ornstein - Universidade de São Paulo
  • Profa. Sílvia Mikami - Universidade de Campinas
  • Profa. Simone Villa - Universidade Federal de Uberlândia
  • Profa. Sofia Aleixo - Universidade de Évora
  • Profa. Teresa Madeira - ISCTE IUL
  • Prof. Válter Lúcio - FCT - Universidade Nova de Lisboa
  • Prof. Vasco Peixoto de Freitas - F.E. Universidade do Porto


Comissão Organizadora do 5.º CIHEL

  • António Baptista Coelho – coord. (CIHEL, GHabitar, Infohabitar, IPH LNEC)
  • Fernando F. S. Pinho - Coordenador do Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros
  • João Gens - Diretor DRE (Direção de Relações Externas) da Ordem dos Engenheiros
  • Andreia Guerreiro - DRE (Direção de Relações Externas) da Ordem dos Engenheiros
  • Pedro Novo - Presidente da Secção Regional LVT da Ordem dos Arquitectos
  • Marco Lopes - Ordem dos Arquitectos
  • Marta Sotto-Mayor - Diretora Municipal de Habitação de Desenvolvimento Local ( CML)
  • Rosário Veiga – (LNEC)
  • João Branco Pedro – (LNEC)
  • Marta Rodrigues da Costa - CiTUA
  • Marco Lucas - Mestrando DEC - NOVA FCT

 

Secretariado Permanente do 5.º CIHEL (anteriormente ao 5.º CIHEL)

O 5.º CIHEL teve, como habitualmente, o apoio do seu Secretariado Permanente que no remate do 4.º CIHEL contava com cerca de 90 membros  - ver https://infohabitar.blogspot.com/2018/06/sobre-os-quatro-congressos-cihel-de.html e https://infohabitar.blogspot.com/search?q=secretariado+permanente

Em seguida e com as prévias desculpas por algum "imperdoável" esquecimento - que logo que conhecido e comunicado será aqui emendado; bem como alguma outra imperfeição, que também será de quase de imediato corrigida, quando conhecida, edita-se a listagem da Comissão Permamente do CIHEL, tal como decorreu do 4.º CIHEL:

  • Alberto Reaes Pinto (Faculdade de Arquitectura e Artes, Universidade Lusíada de Lisboa)
  • Aldimia Fernandes
  • Ana Maria Martins (Universidade da Beira Interior UBI)
  • Ana Vaz Milheiro (ISCTE - IUL)
  • Angélica Benatti Alvim ( Faculdade Arquitetura e Urbanismo - Universidade Presbiteriana Mackenzie , FAU - UPMack)
  • Anselmo Cani (Universidade Eduardo Mondlane UEM Maputo)
  • António Baptista Coelho [CIHEL, GHabitar]
  • António Carlos Coelho (GHabitar)
  • António Gameiro (FA–Universidade Agostinho Neto UAN Luanda)
  • António Miguel Lopes de Sousa
  • António Reis Cabrita (LNEC, GHabitar, CIHEL)
  • Antônio Tarcísio Reis
  • Camila D'Ottaviano (Faculdade Arquitetura e Urbanismo Universidade de São Paulo FAU-USP)
  • Carlos Almeida Marques [CIHEL, ISCSP, CAPP, CIAUD] 
  • Carlos Nuno Lacerda Lopes [CIAMH-FAUP, CIHEL, GHabitar]
  • César Freitas (Bast. Ordem Arq. CVerde)
  • Cristiane Guinâncio (FAU-UBrasília)
  • Dâmaso Lopes de Sousa Silva (GHabitar)
  • Débora Sanches (FAUMack, São Paulo)
  • Defensor Gomes de Castro (Vice-pres GHabitar)
  • Denise Antonucci (FAUMack)
  • Diogo Mateus (Urbanismo Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias ULHT)
  • Eleonora Sad de Assis
  • Elói Castro (GHabitar)
  • Estanislau Silva Ferreira (MOP Guiné Bissau)
  • Eugênio Correia (Dir-Geral INH, Coord. FFH Angola)
  • Fernando Mira Godinho (GHabitar)
  • Fernando Moreira da Silva (CIAUD, Faculdade de Arquitectura-Universidade de Lisboa FAUL)
  • Fernando Pinho (Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa e CIHEL)
  • Filomena das Dores Cardoso Espírito Santo Carvalho (Universidade Agostinho Neto -Luanda)
  • Francisco Oliveira (FAUL)
  • Guilherme Vilaverde (Ex Presidente FENACHE GHabitar)
  • Hermano Vicente (GHabitar)
  • Ilidio Daio (Arquitecto, Reconversão Urbana Cazenga e Sambizanga)
  • Inês Daniel de Campos [DECA-UBI, GHabitar, CIHEL];
  • Jaime Comiche ( Universidade Eduardo Mondlane, UEM, Maputo)
  • João Lanzinha (Pró-Reitor da UBI)
  • João Lutas Craveiro (LNEC)
  • João Nuno Farmhouse C. A. Carvalhosa (GEBALIS, CECODHAS-P)
  • Jorge Gonçalves (Arquitectura, Instituto Superior Técnico IST)
  • Jorge Grandão Lopes (LNEC)
  • José António Ferreira [Domus Social, EM – CMPorto, CIHEL]
  • José Clemente Beira Peres Ricon de Oliveira (IHRU GHAbitar)
  • José Luís Saldanha (CIHEL, Departamento de Arquitectura e Urbanismo do ISCTE-IUL)
  • Khaled Ghoubar (FAU-USP e GHabitar)
  • Leandro Medrano (Ex Diretor Revista Pós FAU – USP)
  • Lígia Maria Ávila Chiarelli (Faculdade Arquitetura Urbanismo, Universidade Federal de Pelotas)
  • Lizete Rubano (FAU Universidade Presbiteriana Mackenzie UPMack)
  • Lucia Zanin Shimbo (IAU – USP São Carlos)
  • Luís Ferreira Gomes (Dep. Engenharia Civil e Arquitetura, Universidade da Beira Interior)
  • Luiz Recáman (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo)
  • Manuel Correia Fernandes (GHabitar CIHEL)
  • Manuela Álvares (Domus Social, CMPorto)
  • Marcelo Romero (FAU-USP)
  • Márcio Minto Fabrício (Instituto de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo - São Carlos)
  • Margarida Louro (Faculdade de Arquitectura, Universidade de Lisboa, CIAUD e CIHEL)
  • Maria Isabel Villac (FAU - UPMack)
  • Mauro César de Oliveira Santos (Lab Hab FAU-UFRJ)
  • Miguel Antonio Buzzar (Pres Instituto Arquitetura e Urbanismo USP, São Carlos)
  • Miguel Moreira Pinto [DECA- UBI]
  • Miguel Pires Amado (IST FCT)
  • Nirce Saffer Medvedoski  (FAU UFPelotas)
  • Orlando Vargas dos Santos (FENACHE GHabitar)
  • Paulo Alexandre Tormenta Pinto (ISCTE-IUL GHabitar CIHEL)
  • Paulo Eduardo Fonseca de Campos (FAU - USP)
  • Pedro Baptista Coelho (CPU Architects, GHabitar, CIHEL)
  • Rogério Galante  [DECA-UBI, GHabitar, CIHEL]
  • Rui Leão (CIALP Ass. Arq. Macau)
  • Rui Tavares (FAUP)
  • Sabine Ritter De Paris
  • Sheila Walbe Ornstein (FAU - USP e CIHEL)
  • Silvia Aparecida Mikami Goncalves Pina (FAU – UFCampinas)
  • Simone Barbosa Villa (Universidade Federal de Uberlândia)
  • Teresa Madeira (ISCTE-IUL CIHEL)
  • Teresa Valsassina Heitor (PDA-IST)
  • Vítor Leonel (Bastonário da Ordem dos Arquitectos de Angola, Vice-Presidente do Conselho Internacional dos Arquitetos de Língua Portuguesa CIALP)
  • Volia Regina Costa Kato

Os 4 temas do 5.º CIHEL – Fazer Habitação 

 

O 5.º CIHEL irá decorrer em Lisboa, entre 2 e 4 de outubro de 2024, entre a Sede da Ordem dos Engenheiros e o Campus do LNEC 

Fig. 03: (fonte da imagem: OE) Sede da Ordem dos Engenheiros (OE) Avenida António Augusto de Aguiar, N.º 3-D, 1069-030 - Lisboa


(Fig. 04, 05 e 06) O Campus do LNEC e o seu Centro de Congressos quando do 2.º CIHEL - Avenida do Brasil 101, 1700-066, Lisboa.

 

Programa do 5.º CIHEL (link)


2 de outubro (LNEC, visitas, OE)

14/15h00 | Visitas Técnicas (VT1, VT2 e VT3, com saída do LNEC às 15h)

 

VT1 – Promoção: FENACHE – Bairro Cooperativo do Vale Formoso de Cima (já habitado), em Marvila;inclui sessão prévia explicativa no local, na Sede da FENACHE

VT2 – Promoção: CM Lisboa – Habitação nova para arrendamento - Vale Formoso de Cima, em Marvila

VT3 – Promoção: CM Lisboa – Obras de reabilitação - Vila Romão da Silva, em Campolide

 

18h | Sessão 1 - Abertura do 5.º CIHEL (auditório da Ordem dos Engenheiros, OE) com representantes de entidades e Conferência de um Eng.º convidado.


3 de outubro (LNEC)

8h30 | Sessão 2 - Tema A - Políticas, Programas e Medidas Habitacionais – da urgência da oferta à qualidade global

10h30 | Coffee-Break e Feira do Livro 

11h | Sessão 3 – Tema A - Políticas, Programas e Medidas Habitacionais – da urgência da oferta à qualidade global

13h | Almoço livre (no Bairro de Alvalade) 

14h30 | Sessão 4 – Tema B - Novos Modos de Habitar e Habitação de Interesse Social – da conceção aos casos de referência

16h30 | Coffee-Break e Feira do Livro

17h | Sessão 5 – Tema B - Novos Modos de Habitar e Habitação de Interesse Social – da conceção aos casos de referência

 

20h | Jantar do Congresso (na Sede da Ordem dos Engenheiros)


4 de outubro (LNEC)

8h30 | Sessão 6 – Tema C - Construção, Reabilitação e Manutenção Habitacional – da investigação às novas práticas

10h30 | Coffee-Break e Feira do Livro 

11h | Sessão 7 - Tema C - Construção, Reabilitação e Manutenção Habitacional – da investigação às novas práticas

13h | Almoço livre 

14h30 | Sessão 8 – Tema D - Promoção, Qualidade Habitacional e Sustentabilidade – das análises de satisfação aos novos desafios 

16h30 | Coffee-Break e Feira do Livro

17h30 | Sessão 9 - Encerramento do 5.º CIHEL – auditório do LNEC  com representantes de entidades e Conferência de um Arq.º convidado.

 

 

Fig. 06: uma das Visitas Técnicas, o Bairro Cooperativo do Vale Formoso de Cima. Fig.07: imagem da Feira do Livro Técnico no 2.º CIHEL; iniciativa que se repete.

 

Fig. 07: uma imagem da pequena Feira do Livro Técnico realizada no LNEC no âmbito do 2.º CIHEL

 

Foram apresentadas cerca de 120 comunicações; atualmente em fase final de análise – final de julho de 2024

Special Issue Buildings (MDPI) no 5.º CIHEL

Um conjunto de artigos do CIHEL será posteriormente selecionado para uma edição especial "Special Issue Buildings - Selected Papers from the International Housing Congress in the Lusophone Space 5CIHEL2024".

https://www.5cihel2024.org/pt/special-issue-buildings-mdpi/

 

Fig. 08: imagem de uma periferia de São Paulo

Tema A: Políticas, Programas e Medidas Habitacionais – da urgência da oferta à qualidade global

Tendo-se em conta o adequado desenvolvimento da sociedade e considerando-se uma realidade marcada, frequentemente, por necessidades críticas, por reduzidos meios de ação e por quadros regulamentares específicos, visa-se a discussão do direito, do acesso e do apoio à habitação e dos modelos e práticas mais adequadas aos diversos atores sociais, institucionais e económicos, privilegiando-se uma promoção habitacional a custos controlados em que se compatibilizem objetivos de urgência na disponibilização de um número elevado de fogos e da sua qualidade global em termos arquitetónicos, construtivos e vivenciais. Nesta perspetiva qualitativa importa aprofundar, especificamente, por um lado os aspetos participativos e de gestão dos conjuntos habitacionais e as perspetivas de humanização do mundo urbano, como espaço bem habitado e equipado, e as potencialidades do seu espaço público e de um conjunto bem integrado de diversos serviços urbanos e sociais. Apontam-se, em seguida, os subtemas gerais mais abordados nas cerca de 120 comunicações entregues (ordem alfabética):

§  Agendas do habitat humano, inovação e urbanidade;

§  Política habitacional, social e de saúde;

§  Regulamentação e enquadramento das políticas habitacionais.

§  Regularização urbana e habitacional em zonas informais e precárias;

  

Fig. 09: Bairro do Telheiro, Arq. M. Correia Fernandes, promoção municipal da Câmara Municipal de Matosinhos

Tema B: Novos Modos de Habitar e Habitação de Interesse Social – da conceção aos casos de referência

Visando-se uma diversificação tipológica adequada a novos modos de habitar e a propostas adequadas de habitação de interesse social, perspetivar uma diversificação e adequação estratégica das soluções habitacionais (da habitação à vizinhança), respeitar a relação entre soluções habitacionais, modos de vida e exigências funcionais e de conforto, considerar, objetivamente, as novas, urgentes e exigentes necessidades habitacionais e urbanas do grande e crescente número de pessoas idosas e ter em conta o papel e a integração das novas tecnologias na cidade e no espaço doméstico. Na perspetiva de diversificação e flexibilidade das soluções de habitar importa ter em conta as diversas fases de reflexão e desenvolvimento projetual, os seus aspetos regulamentares e recomendativos, assim como os aspetos de relação entre conceção, execução e de influência/retroação das melhores práticas e dos casos de referência nos novos processos de projeto. Apontam-se, em seguida, os subtemas gerais mais abordados nas cerca de 120 comunicações entregues (ordem alfabética):

§  Casos de referência em soluções urbanas e habitacionais; 

§  Cooperação habitacional e coohousing;

§  Custos controlados, habitação de interesse social e adequação aos habitantes;

§IInovação habitacional, adequação a novos grupos sociais/etários e intergeracionalidade residencial;

§  Regulamentação e quadro recomendativo na conceção habitacional;


 

Fig. 10: Coop. Águas Férreas, Porto, Arqs Siza Vieira e A. Madureira (FENACHE)

Tema C: Construção, Reabilitação e Manutenção Habitacional – da investigação às novas práticas

Apresentar e discutir sistemas, processos, tecnologias e materiais direcionados para a construção nova e para a reabilitação habitacional e urbana, considerando aspetos ligados à relação custo-benefício e, designadamente, às técnicas e meios localmente disponíveis, ao perfil mais industrializado ou mais tradicional das tecnologias utilizadas,  ao respetivo enquadramento regulamentar e  à adequação em termos de conforto ambiental; considerar a ligação destas matérias específicas com as diversas facetas da sustentabilidade – ambiental, económica e sociocultural. Visar a relação entre habitar e reabilitar, considerando a múltipla importância do construir no construído e do preenchimento e da densificação no incremento de uma ampla sustentabilidade urbana, abrangendo ainda a questão dos vazios urbanos.  Considerar especificamente os aspetos de tecnologia e de custos numa promoção de habitação de interesse social marcada por graves carências de recursos em termos da sua construção e dirigida para moradores muito carenciados e/ou caraterizados por modos de vida específicos. Apontam-se, em seguida, os subtemas gerais mais abordados nas cerca de 120 comunicações entregues (ordem alfabética): 

§  Casos de estudo de construção e reabilitação habitacional;

§  Durabilidade, custo e qualidade na construção e reabilitação habitacional;

§ Novos processos e ferramentas de projeto e racionalização da obra (ex., modulação, BIM);

§  Regulamentação e enquadramento da construção e da reabilitação;

§  Relação entre projeto, tecnologia e custos na construção;

§  Saúde e conforto ambiental na construção do habitat humano;

§  Sustentabilidade na construção e reabilitação habitacional;

 

Fig. 11: Coop. Coobital, Faro, Arq. José Lopes da Costa, prom. cooperativa (FENACHE)

Tema D: Promoção, Qualidade Habitacional e Sustentabilidade – das análises de satisfação aos novos desafios

Visar a satisfação residencial como objetivo básico na promoção habitacional, desde a conceção a uma gestão posterior sensível e participada, e privilegiar a multidisciplinaridade na intervenção urbana e habitacional. Conjugar a promoção habitacional com um desenvolvimento sustentável, amigo da integração social, coerente e integrado nas preexistências e na paisagem natural, considerando áreas de alta e baixa densidade. Desenvolver um leque adequado de modelos promocionais e de medidas de harmonização entre a oferta e a procura de soluções residenciais. Visar a relação com os futuros moradores e a respetiva participação, designadamente, pela  aplicação de processos de análise da satisfação residencial, com destaque para Avaliação Pós-Ocupação (APO). Apontam-se, em seguida, os subtemas gerais mais abordados nas cerca de 120 comunicações entregues (ordem alfabética):

§  Avaliação Pós-Ocupação (APO) urbana e habitacional;

§  Gestão local e modelos de promoção habitacional;

§  Integração da habitação de interesse social;

§  Modelos de promoção habitacional específicos;

§  Sustentabilidade e promoção residencial;

§  Casos de referência na promoção habitacional;

 

Inscrições no Site do 5CIHEL: https://www.5cihel2024.org/pt/inscricao/

Salientam-se os preços especiais para todos os membros da OE, OA, outras entidades apoiantes e associações profissionais (arquitectos e engenheiros) dos PALOP. 

 

(quadro de inscrições, ver no site do 5CIHEL)

 

Salientam-se os seguintes cinco aspetos quanto às inscrições:

§  A redução significativa que, em tempo, fizemos aos valores de inscrição, no sentido de podermos chegar a um número elevado de potenciais congressistas, destacando-se aqui os membros das Ordens de Engenheiros e Arquitectos.

§  A condição de os membros da Comissão de Honra não pagarem inscrição; bastando para tal referirem a sua condição no acto presencial de inscrição.

§  A condição dos delegados a uma reunião do Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa presentes em Lisboa nas datas do 5.º CIHEL serem muito bem-vindos também sem pagamento de inscrição; bastando para tal referirem a sua condição no acto presencial de inscrição.

§  O custo simbólico da participação dos estudantes, que importa estimular ao máximo.

§  A obrigatoriedade de pelo menos um dos autores de comunicações estar inscrito no 5CIHEL, para que o seu trabalho conste das respetivas atas; independentemente de estar, ou não, presente no 5CIHEL.

Atas do 5.º CIHEL

Sublinha-se, mais uma vez, que se irá procurar assegurar a edição das Atas do 5.º CIHEL, em papel, mas neste caso circunscritas aos respetivos resumos e notas biográficas dos autores, mais um conjunto de intervenções selecionadas; tal como se tem também divulgado, a organização irá procurar assegurar, em tempo, a edição completas das comunicações ao 5.º CIHEL em outro suporte, a definir, e provavelmente através da disponibilização destes textos na WWW, em endereço a definir.

 

Acessibilidade e alguns aspetos práticos do 5.º CIHEL

E ainda neste sentido e agora dirigindo-nos muito especificamente aos potenciais participantes portugueses salienta-se a possibilidade que terão de com uma única noite de estada em Lisboa (de 3 para 4 de outubro próximos)  poderem assistir e participar nos trabalhos fundamentais do nosso 5.º CIHEL (todas as comunicações e sessão de encerramento); sublinha-se, ainda a facilidade que terão em termos de acesso ao Campus do LNEC, situado como é sabido, estrategicamente à entrada de Lisboa para quem vem do Norte; acesso disponível em transportes públicos (ex., Estação de Alvalade do Metro fica a 10 min a pé do LNEC e autocarros da Carris - carreiras 717, 731, 750, 783) e em automóvel privado (estacionamento amplo disponível no interior do Campus do LNEC).

 

 


Fig. 12, localização do CIHEL em Lisboa: os dois marcadores azuis com o “pontos brancos”, mais abaixo a OE, mais acima o LNEC; Fig. 13 a Av. da Igreja entre o Metro de Alvalade e o Largo da Igreja e depois pela Av. Rio de Janeiro até ao LNEC/CIHEL.


No site do 5.º CIHEL é feita indicação de 4 hotéis razoavelmente próximos do Campus do LNEC. Como muitos dos colegas irão aproveitar para viver um pouco Lisboa salienta-se que todos estão bem situados na cidade, estando os dois primeiros localizados num dos principais eixos de vida urbana da cidade , na Avenida de Roma (integrada na sequência urbana: Avenida de Roma / Avenida da Igreja / Avenida Rio de Janeiro, Avenida esta bem marcada pelo Campus do LNEC); e um destes dois é também uma interessante peça de arquitectura.

LUTECIA Smart Design Hotel, https://www.luteciahotel.com/; Hotel Roma , https://www.hotelroma.pt/pt; Hotel Radisson Blu Lisbon, https://continentalhotels.eu/; Hotel Holiday Inn Lisboa e Holiday Inn Lisbon Continental, https://continentalhotels.eu/  


 


Fig. 14: Divulgação da TAP, ver link, aqui ou no site do 5CIHEL


Sobre as quatro edições anteriores do CIHEL  ver o artigo seguinte: https://infohabitar.blogspot.com/2018/06/sobre-os-quatro-congressos-cihel-de.html

 

Elaboração geral: ABCoelho em 29 de julho de 2024; imagens com fontes não indicadas são de ABCoelho; Cartaz do 5CIHEL tem autoria específica e foi desenvolvido por iniciativa da OA; muitos elementos aqui incluídos foram extraídos do site do 5CIHEL desenvolvido e mantido pela OE e por Andrea Guerreiro.

 

Notas editoriais gerais:

(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.

(ii) No mesmo sentido, de natural responsabilização dos autores dos artigos, a utilização de quaisquer elementos de ilustração dos mesmos artigos, como , por exemplo, fotografias, desenhos, gráficos, etc., é, igualmente, da exclusiva responsabilidade dos respetivos autores – que deverão referir as respetivas fontes e obter as necessárias autorizações. 

(iii) Para se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.

 


Ligação direta a documento pdf com links para 888 artigos e 39 temas do Infohabitar :

https://drive.google.com/file/d/1zUJ1nEuWwaaA6KEXQ9XXdWMwFE3C8cJY/view?usp=sharing

Fazer Habitação no Espaço Lusófono, 5.º Congresso CIHEL, Lisboa 2 a 4 outubro 24 – Infohabitar # 910

Making Housing in the Lusophone Space, 5th CIHEL Congress, Lisbon 2 to 4 October 24

Faire du Logement dans l’Éspace Lusophone, 5ème Congrès du CIHEL, Lisbonne 2 au 4 octobre, 24

Haciendo Vivienda en el Espacio Lusófono, 5º Congreso CIHEL, Lisboa 2 al 4 de octubre 24

Infohabitar, Ano XX, n.º 910

Edição: quarta-feira, 31 de julho de 2024

Infohabitar

Editor:

António Baptista Coelho, Arquitecto (ESBAL), doutor em Arquitectura (FAUP), Investigador Principal com Habilitação em Arquitectura e Urbanismo (LNEC)

abc.infohabitar@gmail.com

Edição:

Olivais Norte,  Encarnação, Lisboa;  e Casa das Vinte, Casais de Baixo, Azambuja.

A Infohabitar é uma Revista da GHabitar Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional Infohabitar – Associação atualmente com sede na Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica (FENACHE) e anteriormente com sede no Núcleo de Arquitectura e Urbanismo do LNEC.

Apoio à Edição: José Baptista Coelho – Lisboa