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domingo, setembro 27, 2015

Verde Urbano Desenhado - V - Infohabitar 551


Infohabitar, Ano XI, n.º 551

Verde Urbano Desenhado - V
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos este desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

Edifícios e verde urbano em continuidade

Desenho 1: interessante como o verde urbano simulando maciços naturais pode harmonizar-se e dar continuidade a edifícios relativamente altos (Olivais Norte).



Ruas mistas de peões e veículos

Desenho 2: as soluções de ruas mistas de peões e veículos que foram pioneiras em Olivais Norte e depois muito pouco retomadas, oferecem imagens muito adequadas a uma forte ligação entre edifícios e verde urbano.


Olivais Norte o bairro modernista português

 Desenho 3: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis.


O nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte
Desenho 4: desenhar o "verde", desenhar um meio natural "civilizado", é uma experiência agradável, que nos permite experiências muito sensíveis e diversas ao longo de todo o ano, pois não tenhamos dúvida de que quando desenhamos vemos melhor, e conquistamos uma certa calma de observação e criação (do esquisso que fazemos). 

Edifícios agradavelmente contrastados no verde urbano

Desenho 5: a Igreja de Santo Eugénio na Encarnação, como uma grande "cabana" na pequena floresta urbana bem arrumada e agradável do jardim que a envolve.

O verde urbano como elemento de camuflagem

Desenho 6: o verde urbano faz "perdoar" muito aos edifícios com os quais se conjuga; o verde urbano é assim elemento fundamental em acções de requalificação de espaços de cidade.


Infohabitar, Ano XI, n.º 551
Verde Urbano Desenhado - V
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional


Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

terça-feira, agosto 25, 2015

Verde Urbano Desenhado - IV - n.º 547 Infohabitar

 

O 3.º CIHEL - Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, recebeu
118 propostas de artigos e está já aí, de 8 a 11 de setembro de 2015, em São Paulo;
vai ser uma oportunidade única de discutirmos, em português, alguns dos temas
principais que marcam as matérias do habitar e do urbanismo, ainda neste princípio
do século das cidades e quase na véspera do Habitat III.

Contamos com todos em São Paulo,

Bem hajam,

António Baptista Coelho
Coordenador da Área de Arquitetura, Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã,
Portugal, Editor da Infohabitar e dinamizador do CIHEL 

Infohabitar, Ano XI, n.º 547

Verde Urbano Desenhado - IV
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos este desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

O verde urbano consegue simular a natureza em plena cidade
Desenho 1: através de uma essencial e cuidadosa manutenção de preexistências e de um trabalho de arquitetura paisagista adequado é possível fazer o verde urbano simular a natureza, em conjuntos densos de árvores, praticamente em pleno meio urbano; em termos de prática de desenho, é sempre surpreendente a força volumétrica das sombras.


O nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte

Desenho 2: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis; em termos de prática de desenho trata-se aqui de um exercício de "azuis" - do céu às sombras - sendo que o verde natural surge em boa parte da mistura com o amarelo.


O verde urbano integra-se na/e dá coesão à continuidade urbana
Desenho 3: as árvores de arruamento (designação sempre interessante) suavizam o edificado e articulam-se com ele aprofundando aspetos positivos de continuidade urbana, por vezes, quase envolvente, ajudando a criar sítios bem caraterizados e a "esconder" arquiteturas menos interessantes (o que não é o caso); em termos de desenho é sempre positiva a prática de se tentar expressar o que é natural e o que é construído (suave/orgânico e rígido/racional).


O ambiente natural em meio urbano é veículo importante da escala humana


Desenho 4: realmente o ambiente natural em meio urbano e designadamente os maciços arbóreos são elementos privilegiados de expressão evidenciada da escala humana, em termos de uso pelo homem e em termos da relação da sua escala (humana) com a dos edifícios; em termos de desenho o desafio sempre presente no desenho de quadros naturais é a captura do essencial entre uma infinidade de pormenores que nos chamam a atenção - uma excelente prática para o treino do projeto arquitetónico.


A sempre renovada relação entre edifícios e árvores

Desenho 5: este é o tema-base do excelente e modernista Olivais-Norte, a sempre renovada relação entre edifícios e árvores - renovada pelos pormenores e aspetos estruturantes que vamos sempre redescobrindo em cada esquisso e renovada também pelo próprio ciclo das estações; em termos de desenho já acima se referiu o excelente exercício de se procurar expressar a relação harmonizada entre formas construídas e naturais. 


A experiência do meio natural em plena cidade

Desenho 6: proporcionar ao citadino estar num meio natural bastante completo e agradavelmente "habitável", ainda que "a dois passos" de uma rua comercial animada, é proporcionar qualidade urbana e qualidade de vida; em termos de prática de desenho chama-se aqui a atenção para o equilíbrio que importa desenvolver entre a marcação de contornos e a sua diluição - que ajuda a dar um sentido estimulante de profundidade.


Infohabitar, Ano XI, n.º 547
Verde Urbano Desenhado - IV
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional


Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

quarta-feira, agosto 19, 2015

Verde Urbano Desenhado - III - Infohabitar 546

http://labhab.fau.usp.br/3cihel/ 
Inscreva-se no 3.º CIHEL

Infohabitar, Ano XI, n.º 546


Verde Urbano Desenhado - III

António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos os desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

Preexistências num jardim modernista

Desenho 1: as velhas, mas fortes memórias das velhas quintas com olivais permanecem bem vivas em jardins - que infelizmente já estiveram melhor cuidados - e que se integram de forma muito positiva entre altos edifícios sobre "pilotis"; podemos esquecer o edificado e imaginarmos que estamos em plena natureza, mas pontualmente humanizada.


O verde urbano "perdoa" a massa edificada

Desenho 2: já se apontou nesta série editorial que um intenso e qualificado verde urbano, com árvores de arruamento bem estruturadas e com boa escala humana, criam espaço, criam zonas positivas de apropriação pedonal por baixo das suas copas e "brigam" positiva e visualmente com edifícios, eventualmente, menos interessantes, promovendo-se, assim, a um verde verdadeiramente protagonista e qualificador.

O verde urbano apenas "apontado"

Desenho 3: lembra-se o Desenho 1 deste artigo e refere-se que neste esquisso procurou-se fixar o essencial da natureza e da preexistência; um tipo de exercício que é essencial a quem pratica desenho, que não é fácil, mas que progride, lenta mas seguramente, com a prática.


Um verde urbano protagonista e já com "história"


Desenho 4: o verde urbano protagonista e modernista de Olivais Norte, já com mais de 50 anos de idade dá escala, cor, movimento, carácter e interesse à imagem urbana deste excelente pequeno bairro lisboeta, tão bom de viver como de visitar, e agora facilmente a partir da estação de Metro da Encarnação, que abre bem no coração de Olivais Norte. 

O nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte


Desenho 5: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis.

Um verde urbano que faz esquecer, positivamente, o espaço urbano


Desenho 6: é também função do verde urbano fazer esquecer o espaço urbano, sempre que assim desejemos, e para tal ele tem de ser estruturado e mantido de forma a proporcionar uma simulação de natureza, mas muito humanizada e "usável"/passeável; a ideia gráfica é tentar dar uma "ideia/mancha desenhada e cromática" de uma "ideia mental" de uma zona verde que vive, por si, independentemente dos edifícios que a contornam, embora de forma descontínua - "modernista".

Infohabitar, Ano XI, n.º 546
Verde Urbano - III
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional

Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.


terça-feira, agosto 11, 2015

Verde Urbano Desenhado - II n.º 545 Infohabitar



O 3.º CIHEL recebeu 118 propostas de artigos; está na altura de nos inecrevermos.

Infohabitar, Ano XI, n.º 545

Nota prévia da edição: durante agosto a Infohabitar continuará a ser editada semanalmente, embora o dia de edição possa "deslizar" um pouco.

Verde Urbano Desenhado - II

António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos este desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa, o nosso bairro modernista por excelência que importa revalorizar com urgência e designadamente no âmbito da recente PNAP - Política Nacional de Arquitetura e Paisagem.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

A edificação suavizada pela vegetação


Desenho 1: como se sabe a vegetação urbana e designadamente as árvores de arruamento são elementos suavizadores da edificação e, sempre que necessário, cumprem também um estratégico papel de camuflagem de edifícios menos interessantes. Naturalmente a múltipla função de melhoria do conforto ambiental e da saúde proporcionada pelas árvores e zonas verdes está sempre presente.


A edificação positivamente "camuflada" pela vegetação



Desenho 2: parte do que se referiu no desenho 1 aqui se lembra, pois árvores e zonas verdes amplas são excelentes elementos de enquadramento da massa edificada, podendo estabelecer-se jogos cromáticos e volumétricos muito interessantes, sempre que haja a necessária sabedoria para tanto da parte de quem coordena o projeto urbano e de paisagem.  

nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte - e a PNAP


Desenho 3: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis. E sublinha-se que por ocasião da publicação da fundamental Política Nacional de Arquitetura e Paisagem - PNAP, Resolução do Conselho de Ministros n.º 45/2015, será essencial começar a preparar Olivais Norte no sentido da sua verdadeira devolução a uma estima lisboeta e nacional adequadas, pois este bairro pode e deve ser um excelente elemanto de valorização da cultura urbana de lisboeta e portuguesa.

Uma das excelentes obras modernistas de Olivais Norte; e a arquitetura veículo de cultura  



Desenho 4: apontamento simples dos aspetos principais de uma volumetria modernista em contraste positivo com formas naturais; o apontamento rápido, tão caro aos arquitetos, pode ser uma via de verdadeiro estudo dos aspetos de apuramento e sobriedade formal da boa arquitetura, uma arquitetura que, tal como sublinhou Tadao Ando, "deve estar plena de cultura"; e neste acso temos um bairro cheio de uma arquitetura cheia de cultura, sob diversas formas

Forçar um apontamento desenhado "simples", depurado


Desenho 5: há que "forçar", com o máximo de naturalidade a geração de esquissos/apontamentos "simples", depurados, que fixem o essencial do "recanto" urbano que nos despertou a atenção; esta é em primeiro lugar uma intenção de prática de desenho, só aparentemente fácil, pois exige extrema concentração e em continuidade (ainda que durante 2/3/4 minutos), e talvez sequencialmente passa a ser uma intenção de estudo urbano, em que poderemos procurar o que ali está que nos interessa aprofundar em termos de arquitetura urbana.

A questão da escala humana deve estar sempre presente



Desenho 6: julgo que no excelente documentário sobre Tadao Ando, intitulado "Tadao Ando from emptiness to infinity", o arquiteto referiu que no remate de um esquisso desenha-se uma pessoa; julgo que ele o terá referido, se não o fez apresento desde já as minhas desculpas, mas lembro-me que foi das primeiras coisas que o meu primeiro professor de desenho, o meu Pai, Arquitecto, me ensinou, integrar apontamentos humanos no desenho, para "dar escala", para sentirmos a escala do espaço que estamos a esboçar; e em Olivais Norte a escala humana está verdadeiramente por todo o lado e no meio até dos grandes edifícios, sendo o verde urbano um seu excelente veículo.


Infohabitar, Ano XI, n.º 545
Verde Urbano Desenhado - II
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional

Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.


domingo, junho 21, 2015

Alguns desenhos comentados sobre cidade e campo


http://labhab.fau.usp.br/3cihel/ 
O 3.º CIHEL recebeu 118 propostas de artigos.

Infohabitar, Ano XI, n.º 538

Alguns desenhos comentados sobre cidade e campo
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns desenhos realizados sobre a temática da cidade e do campo e de suas possíveis e positivas misturas.
Alguns destes desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa (o esboço rápido foi feito no local e o acabamento realizado posteriormente); outros desenhos foram realizados, à mão livre, a partir de imagens de fotografias do autor ou por vezes recolhidas na imprensa.
Em cada um deles fazem-se alguns comentários curtos e práticos, por vezes, abordando o "desenho" e matérias de urbanismo.

A cidade densa, habitada pelos elétricos


Desenho 1: a cidade densa, "tradicional", "habitada" / marcada pelos elétricos e seus percursos, foi e será sempre motivo de desenho, de certa forma temos elementos muito expressivos e que se deslocam quase sem ruído, como se fossem "pequenos edifícios móveis", que para além de tudo o resto são imagens "vivas" de uma história relativamente recente, mas que já é expressivamente diversa em termos de visualidade dos próprios veículos, embora mantendo-se atual ma sua utilidade.


Elétricos como pequenos "edifícios dinâmicos"



Desenho 2: novamente a cidade densa, "tradicional", "habitada" / marcada pelos elétricos e seus percursos; agora tentando-se um apontamento, mais rápido em termos de execução e simultaneamente mais dinâmico em termos da própria expressão desenhada, e a cor, onde se joga como "amarelo" e as sombras interiores; que nos dão as interioridades destes veículos, que são como pequenos "edifícios dinâmicos".  


A natureza salientada por preexistências construídas


Desenho 3: a natureza salientada por preexistências construídas, trata-se de uma memória construída de um pequeno aqueduto, ligado a um poço, existente em Olivais-Norte/Encarnação, criando-se um quadro em que a natureza é sublinhada pelo enquadramento fortíssimo que faz desta quase ruína, em que o tempo "parou" e que ali ficou a lembrar uma memória bem diversa da realidade dos edifícios bem altos que rodeiam esta "ilha" natural e que aqui foram premeditadamente omitidos no desenho.


Novamente os elétricos como marcas dinâmicas de uma recente história urbana


Desenho 4: Novamente os elétricos como marcas dinâmicas de uma recente história urbana, agora num registo gráfico mais realista e demorado, sendo, julga-se, interessante a comparação com os registos mais rápidos e expressivos acima editados; e aqui fica talvez evidenciada a questão da escala humana que é evidenciada pela sóbria, mas bem cadenciada, circulação dos elétricos e naturalmente também pela sua cor muito viva  e contrastante.


Edifícios integrados na natureza



Desenho 5: esta sóbria integração entre edifícios e natureza, ou este diálogo mudo mas forte entre uma arquitetura racional e depurada e uma natureza humanamente planeada e que joga em contraponto formal e cromático, orgânico e mutante, com essa racionalidade formal bem projetada, só é possível com bom urbanismo e com boa arquitetura, como acontece em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa. O apontamento desenhado, na sua expressiva liberdade de traços e manchas, procura captar essa falsa facilidade de "casamento", que apenas foi possível com qualidade de projeto de edifícios e idêntca qualidade de projeto paisagístico - numa das primeiras intervenções urbanas de arquitetos paisagistas em forte aliança com o projeto urbano de pormenor.


Desenhar a natureza, desenhar árvores



Desenho 6: e novamente a natureza na sua força orgânica e mesmo pitoresca - não tenhamos medo da palavra -, que nos oferece espetáculo urbano (trata-se de um jardim de bairro) gratuito, diário e mutante ao longo de todo o ano; o protagonismo das árvores e das de folha caduca em particular é assunto chave, e há que estudar "coberturas de solo" adequadas ao nosso clima, marcado por períodos quentes e sem chuva; e, já agora, pensar mais em árvores e arbustos regionalmente caraterísticos. E as árvores são um tema de desenho sempre renovado, vamos sempre redesenhando árvores de modo diverso, sempre descobrindo novas formas de as representar, na sua complexidade e formas gerais.


Infohabitar, Ano XI, n.º 538
Alguns desenhos comentados sobre cidade e campo
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional

Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.


domingo, janeiro 11, 2015

Ainda alguns novos desenhos no início de 2015 - Infohabitar 515


Infohabitar, Ano XI, n.º 515

Mais uma vez se apresentam, em seguida, alguns esboços feitos nas últimas semanas, entre a Covilhã e a Encarnação/Olivais Norte, Lisboa.
O editor da Infohabitar
António Baptista Coelho



Bairro da Encarnação - na envolvente de Olivais Norte



Olivais Norte - a zona central de jardim urbano



Olivais Norte - a zona central de jardim urbano

A natureza estruturada pelo homem em Olivais Norte


O excelente paisagismo em Olivais Norte



O excelente paisagismo em Olivais Norte




Notas editoriais:
·       (i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
·       (ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.
·       (iii) Para proporcionar a edição de imagens na Infohabitar, elas são obrigatoriamente depositadas num programa de imagens, sendo usado o Photobucket; onde devido ao grande número de imagens se torna muito difícil registar as respectivas autorias. Desta forma refere-se que, caso haja interesse no uso dessas imagens se consultem os artigos da Infohabitar onde, sistematicamente, as autorias das imagens são devidamente registadas e salientadas. Sublinha-se, portanto, que os vários albuns do Photobucket que são geridos pelo editor da Infohabitar constituem bancos de dados da Infohabitar, sendo essas imagens de diversas autorias, apontadas nos artigos da Infohabitar, pelo que deve haver todo o cuidado no seu uso; havendo dúvidas um contacto com o editor será sempre esclarecedor.

Infohabitar, Ano XI, n.º 515

Ainda alguns novos desenhos no início de 2015
Editor: António Baptista Coelho – abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional

Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

segunda-feira, outubro 13, 2014

Últimos esboços, Setembro/Outubro de 2014 - Infohabitar 504



INFOHABITAR ANO X, N.º 504

Últimos esboços, Setembro/Outubro de 2014

António Baptista Coelho 

Com esta edição inicia-se uma série dedicada à edição de esboços urbanos e de paisagem, sendo os desenhos publicados com um mínimo de comentários.


Telhados da Covilhã.



Encarnação/Olivais Norte: natureza e modernismo.





Encarnação/Olivais Norte: natureza e modernismo.




Encarnação: natureza e cidade.




Encarnação: natureza e cidade.



Encarnação/Olivais Norte: a natureza na cidade.




Notas editoriais:
·       (i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
·       (ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.


INFOHABITAR Ano X, nº 504

  Últimos esboços, Setembro/Outubro de 2014

Editor: António Baptista Coelho – abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional
Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.