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domingo, novembro 22, 2015

559 - Esquissos rápidos – a lápis, Infohabitar 559

 
Infohabitar, Ano XI, n.º 559

Esquissos rápidos – a lápis
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres, ou esquissos realizados, essencialmente a lápis, e com alguma rapidez (máximo de cerca de 5 minutos por desenho) e diretamente a partir dos respetivos “modelos” (sem recursos a fotografia).


Desenho 1: um apontamento muito breve apenas a lápis.


Desenho 2: apontamento apenas a lápis, procurando-se fixar "valores"  de claro/escuro bem marcados.


Desenho 3: breve apontamento a lápis do Castelo de Leiria.


Desenho 4: árvores a lápis (6 B a 8 B), com valores de branco/negro evidenciados; uma procura da sistematização e simplificação das copas das árvores, focando-se a atenção nos troncos e nas sombras no solo, bem escuros.  




Desenho 5: lápis e tinta (contornos)



Desenho 6: paisagem urbana, o lápis apenas fica marcado nas sombras gerais.




Desenho 7: lápis e tinta; o lápis bem negro (8 B) nas sombras e copas mais próximas.




Desenho 8: lápis a procurar dar corpo a um ambiente.





Desenho 9: lápis e tons de sépia (castanhos e amarelos), mistura equilibrada. 



Notas editoriais:
(i) Embora a edição dos artigos editados na Infohabitar seja ponderada, caso a caso, pelo corpo editorial, no sentido de se tentar assegurar uma linha de edição marcada por um significativo nível técnico e científico, as opiniões expressas nos artigos e comentários apenas traduzem o pensamento e as posições individuais dos respectivos autores desses artigos e comentários, sendo portanto da exclusiva responsabilidade dos mesmos autores.
(ii) De acordo com o mesmo sentido, de se tentar assegurar o referido e adequado nível técnico e científico da Infohabitar e tendo em conta a ocorrência de uma quantidade muito significativa de comentários "automatizados" e/ou que nada têm a ver com a tipologia global dos conteúdos temáticos tratados na Infohabitar e pelo GHabitar, a respetiva edição da revista condiciona a edição dos comentários à respetiva moderação, pelos editores; uma moderação que se circunscreve, apenas e exclusivamente, à verificação de que o comentário é pertinente no sentido do teor editorial da revista; naturalmente , podendo ser de teor positivo ou negativo em termos de eventuais críticas, e sendo editado tal e qual foi recebido na edição.


Infohabitar, Ano XI, n.º 559
Esquissos rápidos – a lápis
Editor: António Baptista Coelho abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional 


Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

domingo, setembro 27, 2015

551 - Verde Urbano Desenhado - V - Infohabitar 551


Infohabitar, Ano XI, n.º 551

Verde Urbano Desenhado - V
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos este desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

Edifícios e verde urbano em continuidade

Desenho 1: interessante como o verde urbano simulando maciços naturais pode harmonizar-se e dar continuidade a edifícios relativamente altos (Olivais Norte).



Ruas mistas de peões e veículos

Desenho 2: as soluções de ruas mistas de peões e veículos que foram pioneiras em Olivais Norte e depois muito pouco retomadas, oferecem imagens muito adequadas a uma forte ligação entre edifícios e verde urbano.


Olivais Norte o bairro modernista português

 Desenho 3: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis.


O nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte
Desenho 4: desenhar o "verde", desenhar um meio natural "civilizado", é uma experiência agradável, que nos permite experiências muito sensíveis e diversas ao longo de todo o ano, pois não tenhamos dúvida de que quando desenhamos vemos melhor, e conquistamos uma certa calma de observação e criação (do esquisso que fazemos). 

Edifícios agradavelmente contrastados no verde urbano

Desenho 5: a Igreja de Santo Eugénio na Encarnação, como uma grande "cabana" na pequena floresta urbana bem arrumada e agradável do jardim que a envolve.

O verde urbano como elemento de camuflagem

Desenho 6: o verde urbano faz "perdoar" muito aos edifícios com os quais se conjuga; o verde urbano é assim elemento fundamental em acções de requalificação de espaços de cidade.


Infohabitar, Ano XI, n.º 551
Verde Urbano Desenhado - V
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional


Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.

terça-feira, agosto 25, 2015

Verde Urbano Desenhado - IV - n.º 547 Infohabitar

 


O 3.º CIHEL - Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono, recebeu
118 propostas de artigos e está já aí, de 8 a 11 de setembro de 2015, em São Paulo;
vai ser uma oportunidade única de discutirmos, em português, alguns dos temas
principais que marcam as matérias do habitar e do urbanismo, ainda neste princípio
do século das cidades e quase na véspera do Habitat III.

Contamos com todos em São Paulo,

Bem hajam,

António Baptista Coelho
Coordenador da Área de Arquitetura, Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã,
Portugal, Editor da Infohabitar e dinamizador do CIHEL 

Infohabitar, Ano XI, n.º 547

Verde Urbano Desenhado - IV
António Baptista Coelho

Apresentam-se, em seguida, alguns apontamentos/desenhos livres realizados sobre a temática do verde urbano.
Todos este desenhos foram realizados, no próprio local, em Olivais Norte - Encarnação, Lisboa.
Fazem-se, em alguns casos, comentários curtos e práticos, abordando o "desenho" e também, por vezes, matérias de urbanismo e habitat humano.

O verde urbano consegue simular a natureza em plena cidade
Desenho 1: através de uma essencial e cuidadosa manutenção de preexistências e de um trabalho de arquitetura paisagista adequado é possível fazer o verde urbano simular a natureza, em conjuntos densos de árvores, praticamente em pleno meio urbano; em termos de prática de desenho, é sempre surpreendente a força volumétrica das sombras.


O nosso bairro modernista de referência - Olivais Norte

Desenho 2: Olivais Norte/Encarnação, em Lisboa é um bairro a conhecer - facilmente visitável a partir da estação de Metro da Encarnação (situada bem a meio do bairro) - onde arquitetura modernista, verde urbano bem escolhido e, essencialmente, um excelente modelo de "convívio" entre peões e veículos, são matérias bem evidenciadas/visíveis; em termos de prática de desenho trata-se aqui de um exercício de "azuis" - do céu às sombras - sendo que o verde natural surge em boa parte da mistura com o amarelo.


O verde urbano integra-se na/e dá coesão à continuidade urbana
Desenho 3: as árvores de arruamento (designação sempre interessante) suavizam o edificado e articulam-se com ele aprofundando aspetos positivos de continuidade urbana, por vezes, quase envolvente, ajudando a criar sítios bem caraterizados e a "esconder" arquiteturas menos interessantes (o que não é o caso); em termos de desenho é sempre positiva a prática de se tentar expressar o que é natural e o que é construído (suave/orgânico e rígido/racional).


O ambiente natural em meio urbano é veículo importante da escala humana


Desenho 4: realmente o ambiente natural em meio urbano e designadamente os maciços arbóreos são elementos privilegiados de expressão evidenciada da escala humana, em termos de uso pelo homem e em termos da relação da sua escala (humana) com a dos edifícios; em termos de desenho o desafio sempre presente no desenho de quadros naturais é a captura do essencial entre uma infinidade de pormenores que nos chamam a atenção - uma excelente prática para o treino do projeto arquitetónico.


A sempre renovada relação entre edifícios e árvores

Desenho 5: este é o tema-base do excelente e modernista Olivais-Norte, a sempre renovada relação entre edifícios e árvores - renovada pelos pormenores e aspetos estruturantes que vamos sempre redescobrindo em cada esquisso e renovada também pelo próprio ciclo das estações; em termos de desenho já acima se referiu o excelente exercício de se procurar expressar a relação harmonizada entre formas construídas e naturais. 


A experiência do meio natural em plena cidade

Desenho 6: proporcionar ao citadino estar num meio natural bastante completo e agradavelmente "habitável", ainda que "a dois passos" de uma rua comercial animada, é proporcionar qualidade urbana e qualidade de vida; em termos de prática de desenho chama-se aqui a atenção para o equilíbrio que importa desenvolver entre a marcação de contornos e a sua diluição - que ajuda a dar um sentido estimulante de profundidade.


Infohabitar, Ano XI, n.º 547
Verde Urbano Desenhado - IV
Editor: António Baptista Coelho 
abc@lnec.pt e abc.infohabitar@gmail.com
GHabitar (GH) Associação Portuguesa para a Promoção da Qualidade Habitacional


Edição: José Baptista Coelho - Lisboa, Encarnação - Olivais Norte.